Desde a Grécia Antiga, é o esporte que simboliza as Olimpíadas. Afinal, mede a capacidade em atividades atléticas básicas, como correr, saltar e arremessar. Assim, é até meio inútil tentar imputar a alguém a criação desse esporte, já que, quando duas pessoas decidem verificar qual corre mais rápido, já praticam um atletismo primitivo, mesmo sem saber.
A própria simplicidade do atletismo é “olímpica”, pois permite que atletas com características físicas diversas tenham chance. Até por isso em nenhum esporte há competidores de tantos países diferentes conquistando medalhas. Como conseqüência, há uma grande quantidade de destaques olímpicos oriundos dessa modalidade, como Jesse Owens, Paavo Nurmi, Emil Zatopek, Bob Beamon e Wilma Rudolph.
Por ser uma modalidade na qual a capacidade atlética do competidor é fundamental, houve muita resistência para a adoção de provas femininas no atletismo. Isso só ocorreu em Amsterdã, em 1928. Em 1948, foram implementados os 800 m rasos e, diante da estafa das atletas ao final da prova, concluiu-se que corridas de fundo eram muito puxadas para o físico das mulheres. Tanto que a maratona feminina só estreou em 1984.
Com tanta atenção recebida, o atletismo também é alvo de intenso investimento publicitário e em tecnologia. A pista, que já foi de carvão, é de tartan, um material sintético que melhora o desempenho dos corredores sem desgastá-los mais. Novos calçados também foram desenvolvidos, com absorção de impacto, leveza e boa aderência com o piso.
As provas de atletismo se dividem em corrida, saltos, lançamentos e combinados. No caso das corridas, ainda são subdivididas de acordo com a distância percorrida ou a existência de obstáculos.
Corridas de velocidade
Corridas de meio-fundo
Corridas de fundo
Corridas com obstáculos
Saltos
Lançamentos
Provas combinadas
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