A expectativa era grande. Desde 1989 já se sabia que os norte-americanos poderiam enviar uma equipe formada por jogadores profissionais para as Olimpíadas de Barcelona em 1992. Seria a primeira oportunidade de ver, juntos, os melhores profissionais da NBA (liga profissional dos Estados Unidos). Por isso, os norte-americanos capricharam, montando um time composto quase que inteiramente por atletas fora-de-série.
Michael Jordan, Earvin “Magic” Johnson, Larry Bird, Charles Barkley, John Stockton, Karl Molone, Pat Ewing, David Robinson, Scott Pippen, Clyde Drexler e Chris Mullin formaram o que foi prontamente chamado de “Dream Team”. Poucos ligaram para o 12º jogador, Christian Laettner, o único universitário relacionado.
Nunca o basquete ganhara tanto destaque nas Olimpíadas. Ninguém se importou muito para o fato de os jogadores terem se negado a ficar no “desconforto” da vila Olímpica -preferindo hotéis de luxo-, tanto que o Palau d’Esports de Badalona esteve lotado em todas as oito partidas da equipe.
O “Dream Team” não decepcionou. Para se ter uma idéia da superioridade dos norte-americanos, a partida mais “apertada” foi a final contra a Croácia, com diferença de 32 pontos (115x87). Claro, conquistaram o ouro com média de 117,25 pontos marcados contra 73,5 sofridos. A partir desse ano, todas as equipes profissionais montadas pelos norte-americanos em Jogos Olímpicos ou Copas do Mundo foram denominadas “Dream Team”. Mas, a falta de seriedade na montagem de muitas desses times e a perda do caráter quase místico da seleção dos Estados Unidos faz com que muitos defendam que time dos sonhos foi apenas o de 1992. (U.L.)
| ANO |
OURO |
PRATA |
BRONZE |
| 1992 |
1 |
- |
- |
| Total |
1 |
- |
- |