• Carlos Bolsonaro parte para o ataque direto ao vice-presidente Mourão

    Se ainda tinha algum freio, o vereador pelo Rio de Janeiro e filho dopresidente Carlos Bolsonaro parece ter perdido todo o controle nesta terça-feira (23)

  • Angelina Jolie vai deixar fortuna de R$ 454 milhões somente para o filho mais velho, Maddox

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O processo de separação de Angelina Jolie, 43, e Brad Pitt, 55, já terminou, mas o casal ainda tem questões a acertar. O ator estaria enfurecido com a decisão de Jolie de deixar toda a sua fortuna somente para o filho mais velho, Maddox, de 17 anos. A atriz teria cortado de seu testamento os demais filhos, deixando a Maddox uma fortuna de US$ 116 milhões (mais de R$ 400 milhões). Ela também já entrou na Justiça para reaver o seu nome de solteira, informou o site americano Radar Online.  "Brad está em uma fúria absoluta e quer impedi-la. Finalmente, parecia que eles estavam chegando a algum tipo de acordo com o divórcio, mas ele foi pego de surpresa com essa notícia sobre Madoxx", disse uma fonte ao site.  Os dois ainda são pais de Pax, 15, Zahara, 14, Shiloh, 12, e dos gêmeos Knox e Vivienne, 10. Em 2016, Brad Pitt foi acusado de agredir física e verbalmente seu filho Maddox. O incidente teria acontecido enquanto ele, a mulher e os filhos voltavam da França para Los Angeles em um jato particular. Pitt foi submetido a um teste toxicológico, procedimento bastante comum neste tipo de caso. Como a infração teria ocorrido dentro de um avião, foi encaminhada para o FBI. PROCESSO DE DIVÓRCIO FINALIZADO Após mais de dois anos desde que Angelina Jolie pediu o divórcio de Brad Pit pela primeira vez, o antigo casal finalmente conseguiu ganhar o status de "solteiros". Um juiz determinou que os atores podem voltar a ser legalmente solteiros antes de finalizar o acordo de divórcio, de acordo com documentos judiciais arquivados na sexta-feira (12). "Ambos os pais estão focados no que é melhor para as crianças", disse uma fonte ao site americano People depois da decisão judicial. Os atores tiveram seis filhos juntos, e Jolie pediu a custódia das crianças após o divórcio. Jolie e Pitt se conheceram ao fazerem o filme "Mr. & Mrs. Smith" em 2005, começando a namorar logo após as gravações dele. Em 2014, eles se casaram em uma pequena cerimônia em um castelo no sul da França, mas dois anos depois, em setembro de 2016, Jolie pediu o divórcio alegando diferenças entre os dois. Desde então, Jolie e Pitt estão em negociações sobre a custódia dos filhos e dividindo suas finanças. Em novembro de 2018, eles chegaram a um acordo temporário de custódia das crianças. Enquanto isso, Pitt se prepara para o lançamento em julho de seu próximo filme, "Era Uma Vez em Hollywood", e Jolie está na continuação de "Malévola", além de permanecer com seu trabalho de defesa internacional.

  • Criança de 2 anos é encontrada sozinha e sem roupas em estacionamento

    Perto dali, os funcionários localizaram a mãe da criança em uma van com o noivo, mas não conseguiram acordar os dois. Jordyn Freeman, de 24 anos, e Randy McMillin, de 27 anos, estavam supostamente sob o efeito de drogas.

  • Contra a vontade do clube, Bale dificulta sua saída do Real Madrid

    O atacante quer ficar até o fim do seu contrato, enquanto os Merengues já comunicaram ao atleta que querem facilitar a sua saída da equipe. O clube ainda não recebeu propostas

  • Após dar à luz Senor, Patricia Abravanel já quer engravidar mais uma vez

    A apresentadora, que compartilhou recentemente a cerimônia de circuncisão do bebê ao lado de Silvio Santos, publicou nesta terça-feira uma declaração daquelas para o maridão, Fábio Faria.

  • Filho de Bolsonaro diz que 'jogo' do general Mourão está muito claro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Filho do presidente Jair Bolsonaro, o vereador Carlos Bolsonaro voltou a criticar o vice, general Hamilton Mourão, agora por esse ter aceitado um convite elogioso para palestrar nos EUA duas semanas atrás. Nas redes sociais, Carlos afirmou que, “se não visse, não acreditaria que [Mourão] aceitou com tais termos” a proposta feita pelo Wilson Center, tradicional ambiente de estudos e palco de palestras de diferentes campos políticos. “Já que dessa vez não se trata de curtida, vamos ver como alguns irão reclamar. Ainda há muito mais. Esse jogo está muito claro”, disse Carlos, na mesma publicação. O convite, de 9 de abril, apontava o vice como “uma voz de razão e moderação, capaz de orientar a direção em assuntos nacionais e internacionais”. Procurado, o Wilson Center disse que “os termos do convite foram aceitos pelo convidado”, mas não quis se estender sobre o teor dos comentários do filho do presidente. O convite do Wilson Center expôs brevemente sua visão sobre os cem primeiros dias de mandato de Bolsonaro, “marcados por paralisia política, em grande parte devido às crises sucessivas geradas pelo círculo próximo ao presidente, se não por ele próprio”. Carlos voltou às redes no final da manhã para de novo atacar Mourão. Ele publicou um vídeo em que o vice comenta que a população civil venezuelana, que é, segundo Mourão, oposição ao ditador Nicolás Maduro, “tem que estar” desarmada como está porque senão haveria uma guerra civil no país, “o que seria horrível para o hemisfério”. “Quando a única coisa que lhe resta é o último suspiro de vida, surgem essas pérolas que mostram muito mais do que palavras ao vento, mas algo que já acontece há muito. O quanto querer ser livre e independente parece ser a maior crueldade para alguns”, escreveu Carlos junto com o vídeo. Mourão, respaldado pela ala militar do governo, posiciona-se contra uma intervenção na Venezuela para pôr fim ao regime, em contraste com a ala ideológica, cujo discurso conota simpatia por medidas internacionais diretas e duras no país. Com aval do pai para gerir seus perfis oficiais nas redes sociais, Carlos tem críticos dentro e fora do governo, que o veem atuando nem sempre em favor de Bolsonaro. Seus comentários públicos, por exemplo, precipitaram a demissão de Gustavo Bebianno, até então aliado próximo de Bolsonaro, da Secretaria-Geral da Presidência, em meio à crise das candidaturas laranjas do PSL reveladas pela Folha. Nesta segunda-feira (22), Carlos também entrou na polêmica do dia ao defender o professor Olavo de Carvalho, depois de Mourão ter o contra-atacado. Olavo é o guru do entorno ideológico do presidente. No sábado (20), Bolsonaro publicou em seu canal oficial do YouTube um vídeo em que o escritor, radicado na Virgínia (EUA), critica os militares e novos políticos aliados do presidente. Como mostrou a coluna Painel, Carlos Bolsonaro, filho do presidente, publicou o mesmo conteúdo. A má repercussão fez com que Bolsonaro excluísse o vídeo. A ala do governo Bolsonaro (PSL) ligada às Forças Armadas interpretou a publicação do vídeo com críticas a militares como um recado do presidente para tentar moderar as movimentações de seu vice. O desconforto gerado pelo vídeo levou Bolsonaro a criticar nesta segunda-feira (22), pela primeira vez, declarações de Olavo de Carvalho. O recuo, porém, não alterou a avaliação de militares sobre a tentativa de Bolsonaro de atingir Mourão -segundo oficiais ouvidos pela Folha, ele e seus filhos alimentam uma "paranoia" sobre as intenções do vice-presidente. Enquanto isso, generais que despacham no Planalto mantêm estratégia para se manterem próximos do presidente e se diferenciarem de Mourão. Nesta segunda, Mourão assumiu posição de ataque contra Olavo. "Eu acho que ele deve se limitar à função que ele desempenha bem, que é de astrólogo. Ele pode continuar a prever as coisas, que ele é bom nisso", disse, ironizando uma das atividades anteriores do escritor. Segundo o vice, "Olavo perdeu o timing, não está entendendo o que está acontecendo no Brasil". Mourão disse acreditar que Bolsonaro não sabia do conteúdo do vídeo. Generais, no entanto, dizem estar convencidos de que o presidente autorizou a postagem comandada por seu filho Carlos. Em nota lida pelo general Otávio do Rêgo Barros, porta-voz da Presidência da República, Bolsonaro afirmou que as recentes declarações de Olavo "contra integrantes dos poderes da República não contribuem para a unicidade de esforços e consequente atingimento de objetivos propostos em nosso projeto de governo". Já Carlos publicou elogios a Olavo e, mais tarde, ainda fez ataque a Mourão ao destacar uma curtida do vice em comentário da jornalista Rachel Sheherazade elogioso a ele e crítico ao restante do governo. "Tirem suas conclusões", escreveu o filho do presidente, pedindo para as pessoas atentarem "em quem curtiu". Na avaliação de um importante integrante da ativa das Forças Armadas, o episódio do final de semana foi o mais sério desgaste desde que as rusgas entre a ala ideológica do entorno presidencial tomaram corpo contra os militares. Já houve disputas pelo comando do Ministério da Educação, o enquadramento de ações do chanceler olavista Ernesto Araújo na crise venezuelana e trocas públicas de farpas entre generais e Olavo. Os dois filhos de Bolsonaro mais próximos de Olavo, o vereador Carlos e o deputado federal Eduardo, se colocam do lado do escritor radicado nos EUA. Como Olavo elegeu Mourão como seu alvo preferencial no governo, o chamando de golpista e pedindo que prepostos seus no Congresso peçam seu impeachment, a ala militar e o comando das Forças entraram em estado de atenção. Entenda a relação entre Olavo, Bolsonaro e os militares RELAÇÃO FAMILIAR Bolsonaro conheceu Olavo de Carvalho a partir de seus filhos, que são admiradores do escritor. Em março, durante a viagem presidencial aos EUA, Bolsonaro, Eduardo e Olavo estiveram em um jantar na residência oficial do embaixador do Brasil em Washington INDICAÇÕES PARA O GOVERNO Apontado como guru de Bolsonaro, Olavo foi responsável pela indicação de dois ministros: Ernesto Araújo (Relações Exteriores) e Ricardo Vélez Rodríguez, demitido do MEC no início do mês CONFLITOS COM MILITARES Olavo tem feito críticas públicas à atuação dos militares no governo Bolsonaro, o que inclui o vice-presidente, Hamilton Mourão, e já pediu a seus ex-alunos que deixem o governo. A disputa entre olavistas e membros das Forças Armadas chegou a travar as atividades do MEC e culminou na demissão de Vélez VÍDEO APAGADO No sábado (20), um vídeo em que Olavo criticava os militares foi postado no canal oficial de Bolsonaro no YouTube, mas a publicação foi apagada no domingo (21). Nesta segunda (22), Mourão disse que Olavo deveria se limitar à "função de astrólogo", e Bolsonaro afirmou que as críticas do escritor não contribuem com o governo

  • Bebê roubado de enfermaria em Pernambuco é encontrado em casa já com quarto montado

    Recém-nascido de apenas 17 dias foi sequestrado de dentro da enfermaria do Instituto de Medicina Integral Professor Fernando Figueira (Imip), no centro do Recife