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  • Preocupado com possível radicalização, Exército ainda vê Bolsonaro e Lula contidos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Exército teme o risco de radicalização entre os apoiadores de Jair Bolsonaro (PSL) e de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mas considera que tanto o presidente quanto o ex-presidente foram razoavelmente contidos em suas manifestações iniciais após a libertação do petista. A avaliação foi colhida em um churrasco de comemoração do aniversário do ex-comandante do Exército Eduardo Villas Bôas, ocorrido na tarde deste sábado (9) em Brasília, e em conversas posteriores. O general fez 68 anos na última quinta-feira (7), dia em que Lula foi beneficiado pela decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) derrubando a prisão para condenados em segunda instância. O petista foi solto na sexta (8) e, enquanto os comensais chegavam para a festa, no Clube Pandiá Calógeras, no Setor Militar Urbano da capital federal, Lula fazia um discurso para seus apoiadores em São Bernardo do Campo (SP). O ex-presidente foi o assunto do churrasco, que reuniu principalmente oficiais-generais da reserva, mas não só. O presidente Bolsonaro e o comandante do Exército, Edson Pujol, estavam presentes durante parte do evento, que contou com pouco mais de cem convidados. Pujol, que vem mantendo uma linha de distanciamento de um governo fortemente integrado por oficiais da reserva e alguns da ativa, presidido por um capitão reformado, surpreendeu alguns presentes ao se dizer muito preocupado com a possibilidade de radicalização de lado a lado. O temor já havia sido vocalizado mais cedo, em reunião no Palácio do Planalto com Bolsonaro, os ministros militares Fernando Azevedo (Defesa) e Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), além dos comandantes da Marinha e da Aeronáutica. Os militares têm recomendado moderação a Bolsonaro, argumentando que ele tem a cadeira como principal instrumento para alegar superioridade em um debate com Lula. Ainda assim, o presidente precisava sinalizar à sua base mais radical e publicou postagem no Twitter em que não nomeou Lula, mas o chamou de "canalha". Do palanque, o petista fez o mesmo para sua plateia e acusou Bolsonaro de ligação com milicianos. Tais movimentos eram esperados, e foram considerados por integrantes da cúpula do Exército como moderados, "do jogo". Mas todos sabem que isso é apenas o primeiro minuto da partida, e que Bolsonaro conta com um Lula atuante para reforçar sua posição de prócer do antipetismo --que o levou a vencer a eleição em 2018. O radicalismo está na essência do bolsonarismo, como provou o episódio em que o presidente postou um vídeo em que o Supremo, a mídia e outros supostos adversários eram caracterizados como hienas a ameaçar o leão presidencial. Do lado petista, não faltam discursos inflamados da mesma forma. Não é casual que Bolsonaro, seus filhos e o general Heleno tenham manifestado preocupação com uma suposta contaminação das ruas brasileiras pelo espírito das manifestações que desafiam o presidente chileno, Sebastián Piñera. A cúpula militar em parte compartilha tais receios, mas teme igualmente ser usada numa radicalização artificial. Como presidente, Bolsonaro pode recorrer a elas em caso de balbúrdia extrema, mas não são poucos os políticos que o advertem de que isso enfrentaria resistência inclusive no Judiciário. Já o temor mais imediato do Exército após a libertação de Lula não encontra tanta ressonância nas outras Forças. Um brigadeiro e um almirante disseram, sob reserva, que havia muita histeria em grupos de WhatsApp de oficiais do Exército, com insinuações falsas de sublevações em presídios devido à decisão do Supremo e à soltura do petista. Tal discordância tem eco no passado recente. Quando o mesmo STF foi pressionado por Villas Bôas, em abril de 2018, de que poderia haver convulsão social caso Lula tivesse um habeas corpus concedido pela corte, o então comandante da Aeronáutica, brigadeiro Nivaldo Rossato, enviou uma dura comunicação interna ao chefe do Exército o repreendendo pela ação. O próprio Villas Bôas viria a assumir que jogou no limite, em entrevista à Folha em novembro do ano passado, porque temia que a situação saísse de controle por influência de oficiais mais radicais da ativa e da reserva. Quando o general deixou o comando, neste ano, Bolsonaro lhe agradeceu e disse que devia sua eleição a ele. Apesar do clima de alerta, a libertação de Lula já havia sido "precificada", para usar um jargão de mercado financeiro, pela cúpula da Defesa. Tanto foi assim que causou mal-estar nova manifestação no Twitter por Villas Bôas, hoje assessor de Heleno, antes do julgamento --depois, um tuíte falso atribuiu a ele uma crítica inexistente. Ao longo dos meses em que a questão da segunda instância foi discutida, estiveram em linha direta a Presidência, a Defesa e o Supremo. Um elo importante nesse contexto foi o ministro Azevedo, que fora assessor especial do presidente do STF, Dias Toffoli. Com efeito, não se ouviu de Bolsonaro nenhuma crítica à decisão que derrubou um dos pilares de atuação da Operação Lava Jato --a ideia de combate à impunidade pela limitação dos recursos antes de o condenado ir à prisão. Tudo foi costurado. O voto de Toffoli, decisivo no 6 a 5 contra a prisão em segunda instância, foi desenhado para abrir ao Congresso a possibilidade de retomar o entendimento vigente desde 2016 na forma da votação de uma mudança da Constituição. Militares também comentaram a ênfase que o ministro fez sobre a ideia de mandar à cadeia indivíduos perigosos à sociedade, e da segunda instância como grau de jurisdição suficiente para isso --ele tinha votado assim em 2016, mas agora considerou de forma abstrata a necessidade de seguir ao pé da letra a determinação do encarceramento com o trânsito em julgado. Tal arranjo tende, segundo políticos com interlocução na área militar, a acalmar os ânimos. O teste do primeiro fim de semana parece ter sido bem-sucedido, avaliam, mas é também uma certeza de que as palavras pacificação, Jair Bolsonaro e Lula não andam juntas.

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  • Mônica Sangalo sugere que o irmão morreu de mágoa e afirma que ele não roubou Ivete Sangalo

    Mônica Sangalo fez um desabafo em suas redes sociais poucos dias depois da morte de seu irmão, Jesus Sangalo. Em um longo texto, ela sugere que ele tenha morrido de mágoa e defende Jesus das acusações de que ele teria roubado a irmã Ivete Sangalo. "Há várias formas de morrer. Algumas suaves, outras nem tanto. Pode-se morrer de mágoa, que se disfarça em doenças de mil nomes. Por causa da tristeza a pessoa vai perdendo a vontade, vai cultivando a esperança vã de um dia, quem sabe, aquela dor passe, mas nunca passa. Há quem não aguente, há quem jamais esqueça. Pode-se morrer aos pouquinhos, primeiro o brilho nos olhos, depois o sorriso, depois o coração, o olhar desiste, a voz se afasta, o corpo cansa, a mágoa agora, senhora de tudo, vence uma guerra de favas contadas", desabafou.   Já conhece o Instagram do Yahoo Vida e Estilo? Segue a gente! Jesus trabalhou por anos na antiga produtora de Ivete Sangalo, a Caco de Telha. Ele foi afastado após ter sido acusado de desviar dinheiro. "Jesus foi acusado de ser ladrão. Que lástima. Julgado e condenado pela crueldade parcial da impressa, crucificado moralmente sem que ninguém saísse em sua defesa, nunca uma acusação foi tão vazia. Todo o seu trabalho foi passado por auditoria. Tudo foi posto em pratos limpos. Mas essa verdade jamais interessou, verdades não vendem jornais. Talvez houvesse um Barrabás em meio a essa história torpe, lamentável e covarde. Não sei. Tudo o que sei é que Jesus não tinha em seu DNA a semente da desonestidade, do mau-caratismo e da covardia", disse.   "Quem ergue um império como o que ele ergueu, com talento, alegria, lucidez, perseverança, criatividade, alguma brabeza, errando e acertando, aprendendo e ensinando, pelo puro prazer de realizar, não precisa tirar nada de ninguém. Basta apenas receber os aplausos merecidos. E eu o aplaudirei enquanto viver”, encerrou. Veja também •Sem querer, Anitta acaba revelando possível novo affair. Conheça o rapaz! •Perrengue chique: Thassia Naves faz ‘triste desabafo’ sobre passaporte •Grazi Massafera e Caio Castro publicam fotos semelhantes e misteriosas

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