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    A cerimônia na praia será realizada no dia 25 de janeiro de 2020, dois dias antes do acidente que sofreu durante um treinamento de esqui aéreo, completar cinco anos

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    Luciano Hang, dono da Havan, ironizou desejo de casar de Lula após saída da prisão

  • Candidato a emprego aos 75 anos pode ser 'novo normal' no Japão

    (Bloomberg) -- Após ser demitida aos 75 anos, Mikiko Kuzuno se viu forçada a se candidatar a um emprego em uma fábrica nos arredores de Tóquio. Ela fez questão de se candidatar pessoalmente."Pedi que me vissem", disse. “Queria mostrar o quanto sou saudável. Algumas pessoas são muito frágeis.”Agora com 78 anos, Kuzuno está há três anos trabalhando na pequena fábrica em Warabi, onde ajuda a lavar e empacotar toalhas de mão fornecidas a clientes em restaurantes. É uma tarefa árdua, que exige ficar todo o tempo de pé ao longo de seu turno de três horas, mas ela não pensa em se aposentar - por um lado, por razões financeiras e, por outro, porque odeia ficar sem fazer nada em casa.Esse poderia ser o "novo normal", com pessoas trabalhando até os 70 anos e além dessa idade, uma nova faceta para a reputação do Japão, conhecido como o país dos workaholics. O primeiro-ministro Shinzo Abe incentiva pessoas como Kuzuno a trabalharem por mais tempo para que possam contribuir com impostos e aliviar a carga sobre os gastos do país, cujo ritmo de envelhecimento da população é o mais rápido do mundo.O envelhecimento da população do Japão elevou os gastos com pensões, que responderam por cerca de 30% das despesas do governo no ano fiscal encerrado em março. Grande parte dessa despesa foi financiada por dívidas. Assim, Abe quer mudar a legislação, incentivando empresas a abolirem a idade para aposentadoria e adotarem outras medidas para manter funcionários após os 70 anos. Um outro projeto de lei tornaria essas políticas obrigatórias.O governo também estuda uma opção para permitir que trabalhadores comecem a se aposentar aos 75 anos.O Japão é o país com a maior proporção da população com 65 anos ou mais, e a expectativa de vida, de 84 anos, empata com a da Suíça como a maior do mundo, segundo dados do Banco Mundial. Com uma taxa de natalidade em declínio, a população do Japão deverá cair quase 30% até 2060, período em que cerca de 40% dos cidadãos terão 65 anos ou mais, segundo o Instituto Nacional de Pesquisa sobre População e Previdência Social.“’Precisamos mudar a estrutura da sociedade econômica para se adequar ao modelo de uma vida de 100 anos’”, disse Shinjiro Koizumi, de 38 anos, parlamentar que lidera um comitê sobre envelhecimento do Partido Liberal Democrata, em entrevista à Bloomberg News. "Esta deve ser nossa maior prioridade ou não poderemos reformar a Previdência para dar esperança à próxima geração."Convencer as pessoas a trabalharem alguns anos mais pode ser difícil. Uma pesquisa publicada pelo gabinete do governo em janeiro mostrou que cerca de 38% dos japoneses querem trabalhar além dos 65 anos, enquanto mais de 50% preferem se aposentar antes dessa idade.Repórteres da matéria original: Isabel Reynolds em Tóquio, ireynolds1@bloomberg.net;Emi Nobuhiro em Tóquio, enobuhiro@bloomberg.netPara entrar em contato com os editores responsáveis: Brendan Scott, bscott66@bloomberg.net, ;Daniela Milanese, dmilanese@bloomberg.net, Jon HerskovitzFor more articles like this, please visit us at bloomberg.com©2019 Bloomberg L.P.

  • Brasil lamenta perda do nome Amazon

    Em nota distribuída hoje (20), o Ministério das Relações Exteriores lamenta a decisão da Corporação da Internet para Atribuição de Nomes e Números (Icann) - o órgão internacional que monitora os endereços da internet -, adotada em 17 de maio de 2019, de atribuir o nome de domínio .Amazon à empresa norte-americana Amazon, em regime de exclusividade.Para o Itamaraty, a decisão da Icann deixa de considerar adequadamente “a necessidade de defender o patrimônio natural, cultural e simbólico dos países e povos da região amazônica" - Arquivo/Agência BrasilDepois de uma discussão de sete anos, o órgão internacional que monitora os endereços da internet (Icann) aliou-se à Amazon contra a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica, que engloba oito países amazônicos: Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela.Segundo a nota, o Brasil tem sido um firme defensor da abordagem multissetorial para a governança da internet e, por isso, considera que a decisão da Icann vai contra “o interesse público” conforme argumentação feita pelos países amazônicos.De acordo com o Itamaraty, a decisão da Icann, uma entidade de direito privado da qual os Estados não são membros, não leva em conta pareceres de política pública emanados do Comitê Consultivo Governamental da Icann (GAC, na sigla em inglês), os quais reconhecem o caráter problemático e politicamente sensível do nome de domínio .Amazon e consideram que a atribuição desse nome de domínio só deveria ocorrer com base em uma solução aceitável pelos países da região amazônica.Para o Itamaraty, a decisão da Icann deixa de considerar adequadamente “a necessidade de defender o patrimônio natural, cultural e simbólico dos países e povos da região amazônica”.

  • Mãe explica gesto de filho que fez "L" em foto com Bolsonaro

    Foto foi tirada na noite de sábado, quando Bolsonaro foi à portaria do Palácio da Alvorada cumprimentar o grupo de estudantes do Colégio Bandeirantes