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    "Esses dias eu já vi que estava ficando apaixonada e falei: 'Não, tchau'", contou à Sabrina Sato durante entrevista

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    Presidente do STF se manifestou favorável a imposição de restrições a órgãos de controle; dois ministros demonstraram dificuldade em entender o posicionamento

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    Mama Buschetta foi diagnosticada com câncer de esôfago e fez uma cirurgia para retirar o tumor, mas contou que não vai seguir com o tratamento

  • Maia vê cenário difícil para PEC paralela da Previdência na Câmara

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), prevê um cenário difícil para o projeto com mudanças à reforma da Previdência, chamado de PEC (proposta de emenda à Constituição) paralela. Aprovado pelo Senado nesta terça (19), o texto reúne alterações nas regras de aposentadorias e pensões que entraram em vigor na semana passada. O principal objetivo é permitir que a reforma seja estendida a servidores estaduais e municipais. A Câmara, no primeiro semestre, já rejeitou essa ideia diante da campanha, especialmente de governadores e prefeitos do Nordeste, contra a reforma da Previdência. Um dos principais fiadores da reestruturação das regras de aposentadorias e pensões, Maia acredita que o clima entre os deputados somente poderia mudar se houvesse um amplo apoio à PEC paralela no Senado. “Os senadores dos partidos ligados aos governadores do Nordeste não votaram [pela proposta]”, disse Maia. Líderes do centrão – grupo de partidos independentes ao governo e que, juntos, representam a maioria da Câmara – dizem, nos bastidores, que a resistência à proposta ainda é muito grande. O texto ainda precisa chegar à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara. A seguir, o presidente da comissão, Felipe Francischini (PSL-PR), designará um relator para analisar a constitucionalidade da proposta. Antes, no entanto, prevê pautar a PEC que faz parte do pacote social lançado pelo presidente da Câmara na última terça (19). “Vota antes da paralela, porque chegou antes.” A ideia é incluir na Constituição que os benefícios de transferência de renda sejam atualizados anualmente acima da inflação. Hoje, o valor do Bolsa Família não tem correção automática. Maia também criticou a decisão do Senado que, nesta terça, incluiu na PEC paralela um afrouxamento na fórmula de cálculo do valor da aposentadoria. A reforma, que passou a valer na semana passada, determina que será considerado todo o histórico de contribuições do trabalhador efetuadas desde julho de 1994. Antes, a fórmula era mais vantajosa, pois considerava só as 80% maiores contribuições desse período. Ou seja, eram descartados os menores salários. O Senado quer que a aposentadoria seja calculada novamente sobre as 80% maiores contribuições, desconsiderando os salários menores. Gradualmente o percentual subiria e atingiria 100% das contribuições a partir de janeiro de 2025. “Assuntos como Previdência não devem ser modificados com tanta agilidade”, afirmou Maia. Para ele, isso pode gerar insegurança aos trabalhadores. A equipe econômica defendia que a regra atual – em vigor desde semana passada – não fosse alterada. Caberá aos deputados a decisão sobre o assunto, pois o afrouxamento precisa do aval das duas Casas. Técnicos do governo têm dúvidas se o Congresso irá aprovar a PEC paralela. Apesar de defender a entrada de estados e municípios na reforma, uma ala do time de Guedes acredita que os deputados vão engavetar a PEC paralela. O líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), disse que, apesar das mudanças aprovadas nesta terça, a proposta tem o interesse do Palácio do Planalto, pois ajuda estados e municípios a ajustarem as contas. Ele nega que faltou empenho da Casa. “O Senado, de forma expressiva, votou pela inclusão de estados e municípios”, disse Bezerra Coelho. A estimativa, não atualizada, é que estados e municípios, que enfrentam crise fiscal, poderiam economizar cerca de R$ 350 bilhões em dez anos. Para incentivar o ajuste fiscal, a PEC paralela permite que governadores e prefeitos possam replicar o endurecimento das regras previdenciárias para os seus servidores. Bastaria a aprovação de uma lei nas respectivas assembleias e câmaras municipais. Isso facilitaria o trabalho dos governantes, que não precisariam fazer a própria reforma.

  • Mãe do ator Caio Junqueira morre 10 meses após acidente trágico com o filho

    Maria Inez morreu no dia em que Caio completaria 43 anos

  • Veja o que se sabe até agora sobre convite para Moro assumir ministério de Bolsonaro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma entrevista do ex-ministro Gustavo Bebianno ao jornalista Fábio Pannunzio reacendeu a polêmica sobre o convite do presidente Jair Bolsonaro ao ex-juiz da Lava Jato Sergio Moro para assumir o Ministério da Justiça. Ex-secretário-geral da Presidência e homem forte da campanha eleitoral do PSL em 2018, Bebianno diz que ouviu de Paulo Guedes que Moro foi sondado pelo hoje ministro da Economia antes do segundo turno das eleições. Moro afirma que tratou do assunto na semana anterior ao segundo turno, realizado no dia 28 de outubro, e que o convite oficial foi feito em novembro, após o resultado. Moro rebateu nesta quarta (20) coluna de Elio Gaspari, publicada na Folha, sobre o convite. No texto "O mistério do convite a Moro", Gaspari trata da entrevista de Bebianno a Fábio Pannunzio. Quando Bolsonaro sondou Moro pela primeira vez para o Ministério da Justiça?  Segundo relatos, o hoje ministro da Economia, Paulo Guedes, foi responsável pelos primeiros contatos com o então juiz Sergio Moro ainda durante a campanha eleitoral. Foram cerca de cinco conversas até a sondagem definitiva, no dia 23 de outubro de 2018 -antes do segundo turno da eleição, realizado no dia 28. Quando Bolsonaro fez o convite?  O convite formal foi feito em 1º de novembro de 2018, quando Moro e Bolsonaro, já presidente eleito, se encontraram pela primeira vez, no Rio de Janeiro. O que diz o ex-ministro Gustavo Bebianno? Segundo o ex-secretário-geral da Presidência, Guedes lhe contou ter conversado com Moro "cinco ou seis vezes" antes do segundo turno das eleições do ano passado sobre a possibilidade de assumir o ministério da Justiça. A versão de Moro De acordo com o ex-juiz, na semana anterior ao segundo turno ele foi sondado por Guedes e somente após o resultado recebeu o convite oficial de Bolsonaro. Segundo ele, não havia até então nenhum relacionamento ou quaisquer tratativas com Bolsonaro ou Guedes. O compromisso sobre indicar Moro ao Supremo Tribunal Federal foi algo tratado desde o início?  Aliados de Bolsonaro afirmam que, durante a conversa do dia 1º de novembro, em que foi feito o convite para o ministério, ele acenou com a possibilidade de indicá-lo ao STF. O que Moro disse sobre o assunto?  Em entrevista em maio, Moro afirmou que jamais estabeleceu a vaga no Supremo como condição para ser ministro. "Quando nós conversamos, bem, eu estava abandonando 22 anos de magistratura e aqui no Brasil é um caminho sem volta, é um certo sacrifício. [...] Eu acho que o presidente, tendo em vista essa situação, se sentiu com esse compromisso de oferecer essa vaga quando surgir no futuro." E Bolsonaro?  Em um primeiro momento, Bolsonaro disse que firmou um compromisso com Moro. Depois, voltou atrás e afirmou que não houve acordo prévio. "Não teve nenhum acordo, nada." A indicação ao STF foi uma condição para Moro assumir o ministério? De acordo com aliados do presidente, tratou-se apenas de um atrativo para Moro integrar o ministério.

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    Você sabia que existe um atleta que recebe de três times diferentes na Série A? E que há um técnico desempregado que ganha de dois grandes do país?