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  • Após Paolla Oliveira, Scarlett Johansson é criticada por fotos de corpo 'real'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A atriz Scarlett Johansson, 35, foi alvo de comentários nesta quinta-feira (21) por conta de seu corpo. Fotos da artista na praia vazaram na internet, e logo receberam comentários por conta da "barriga, bumbum e celulite".  "Scarlett Johansson antes estava boa, agora tem barriga de cerveja, dá para ver como o feminismo está a destruindo", escreveu um homem no Twitter. O nome da atriz chegou aos assuntos mais comentados da rede social, e muitos apontaram semelhanças com a polêmica envolvendo o corpo de Paolla Oliveira na última terça-feira (19). Em imagens gravadas para a novela "A Dona do Pedaço", a atriz aparece de maiô com Sérgio Guizé e foi criticada por ter "engordado" e "mostrar celulite". "Pessoas que conseguem reclamar da aparência de Scarlett Johansson e de Paola Oliveira em que universo vivem?", zombou uma internauta após a enxurrada de críticas às duas atrizes.  "Homens criticando o corpo da Scarlett Johansson  e da Paola Oliveira porque tem celulite?? Que tá acontecendo com os homens?", disse outra. Em entrevista recente, Johansson lamentou ter sido "hiperssexualizada" no início de sua carreira. "Sinto que quando eu estava trabalhando aos meus 20 e poucos anos e até o final desses 20 anos, de alguma forma, fui estigmatizada. Eu era muito hiperssexualizada", disse a atriz em uma mesa redonda da revista norte-americana The Hollywood Reporter. "Eu acho que na época parecia ok para todo mundo. Foi outro tempo", continuou. "E acho que funcionou na época, mas foi realmente difícil para mim tentar descobrir como deixar de ser uma ingênua, ou 'a outra mulher'".

  • Thiago Gagliasso diz ter 'perdido o irmão' por causa de política

    Apoiador de Bolsonaro, o ator rebateu comentário de Rafael Zulu com "alfinetada" no irmão Bruno Gagliasso

  • Em derrota ao governo, Senado aprova regra que aumenta nova aposentadoria

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Ao analisar mudanças à reforma da Previdência, o Senado aprovou, por 54 votos a zero, uma regra mais leve no cálculo de aposentadorias.  A reforma da Previdência, que passou a valer na semana passada, determina que será considerado todo o histórico de contribuições do trabalhador.  Antes da reforma, a fórmula era mais vantajosa, pois considerava apenas 80% das contribuições mais elevadas. A proposta aprovada nesta terça-feira (19) prevê uma nova mudança: o cálculo será com base em 100% dos salários apenas após cinco anos. Mas isso ainda depende de votação em segundo turno no Senado e, depois, de avaliação na Câmara. O acordo no Senado prevê que a aposentadoria será calculada novamente sobre as 80% maiores contribuições. A partir de 1º de janeiro de 2022, essa taxa sobe para 90% e alcançaria 100% em janeiro de 2025. O governo defendia que a fórmula da reforma da Previdência, em vigor desde semana passada, fosse mantida. Mas interlocutores do presidente Jair Bolsonaro no Congresso tiveram que ceder. Com isso, o Senado concluiu a votação, em primeiro turno, da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) com mudanças à reforma da Previdência. Chamado de PEC paralela, o projeto inclui ajustes defendidos por senadores à reestruturação das regras de aposentadoria e pensões de trabalhadores da iniciativa privada e servidores públicos, que foi promulgada na semana passada. O texto-base da proposta paralela foi aprovado em primeiro turno no começo de novembro, mais ainda era necessário analisar os destaques, pedidos de votação de trechos específicos do projeto. Foi numa votação desses destaques que o governo perdeu em relação à regra de cálculo de aposentadorias. Em um dos destaques, o Senado rejeitou, por 41 votos a 29, uma regra mais vantajosa para a aposentadoria por invalidez. A ideia, apresentada pelo PT, era que todos trabalhadores tivessem direito a 100% do benefício. Com a reforma da Previdência, o benefício passou a ser integral apenas em caso de acidente do trabalho ou doença profissional.  O principal objetivo da PEC paralela é permitir que a reforma seja estendida para servidores estaduais e municipais. Estados e municípios também passam por uma crise nas contas públicas, pressionadas com a alta nos gastos com aposentadorias e pensões. Para incentivar o ajuste fiscal nesses entes, tramita no Senado, com apoio do governo, essa PEC para que governadores e prefeitos possam replicar o endurecimento das regras previdenciárias para os servidores. Bastaria a aprovação de um projeto de lei nas respectivas assembleias e câmaras municipais. Isso facilita o trabalho desses governantes, que não precisariam fazer a própria reforma. O relator, Tasso Jereissati (PSDB-CE), criou ainda a possibilidade de que estados e municípios revejam essa decisão. A revogação também seria por projeto de lei.

  • Leo Chaves fala sobre fim da dupla com Victor: “Já tinha enchido o saco”

    Leo Chaves comentou sobre o final da dupla com o irmão, Victor, durante sua participação no programa ‘The Noite’, do SBT. "Claro que faz falta a segunda voz e o violão dele. Mas já tinha enchido o saco, principalmente ele. Foram 27 anos", disse ele. Já conhece o Instagram do Yahoo Vida e Estilo? Segue a gente! Em outro momento da entrevista, Leo disse que sempre foi confundido com o irmão. "Depois que você vem de uma marca como 'Victor e Leo' você tenta ser só Leo e não consegue. Pedem para tirar foto comigo e perguntam: 'o Leo tá aí?’”, falou. A imagem da dupla ficou desgastada depois que Victor foi denunciado por suposta agressão à mulher grávida, em fevereiro de 2017. Veja também •Namorada brasileira de Tyga lembra a ex dele, Kylie Jenner •Sabrina Sato sobre sexo após maternidade: “A vontade não vem” •Viúva de Roberto Bolaños, Florinda Meza presta homenagem ao humorista

  • Rodrigo Bocardi rebate internauta ao vivo: “Piada é você”

    O jornalista ficou bravo ao ser ironizado por um telespectador

  • Nicarágua: aumento da violência contra a Igreja e da repressão a opositores

    A violência e o cerco aos templos templos católicos da Nicarágua aumentaram na segunda-feira (18), em um momento de repressão do governo de Daniel Ortega a opositores que iniciaram greves de fome em duas igrejas para exigir a libertação de 139 "presos políticos".

  • Preso ganha liberdade provisória, anda 50m e mata idosa

    Ele invadiu uma casa em frente ao local onde recebeu a tornozeleira eletrônica