• Carlos Bolsonaro parte para o ataque direto ao vice-presidente Mourão

    Se ainda tinha algum freio, o vereador pelo Rio de Janeiro e filho dopresidente Carlos Bolsonaro parece ter perdido todo o controle nesta terça-feira (23)

  • Criança de 2 anos é encontrada sozinha e sem roupas em estacionamento

    Perto dali, os funcionários localizaram a mãe da criança em uma van com o noivo, mas não conseguiram acordar os dois. Jordyn Freeman, de 24 anos, e Randy McMillin, de 27 anos, estavam supostamente sob o efeito de drogas.

  • Alexandre Garcia comenta saída da TV: 'Pensei que ia me aposentar, mas trabalho mais'

    Em bate-papo com Danilo Gentili, Alexandre Garcia, que trabalhou 31 anos na Globo, afirmou que existe vida após deixar a TV

  • Yasmim Gabrielle Amaral, conhecida por performar no programa Raul Gil, morre aos 17 anos

    A adolescente de apenas 17 anos cometeu suicídio. Muitos amigos e familiares lamentaram a morte de Yasmim, que enfrentava uma quadro de depressão.

  • Cazares se atrasa no 1º jogo da final, irrita Galo, que pode negociá-lo

    O clube está em busca de outro meia no mercado e terá apoio do parceiro BMG. Nos bastidores alvinegros a fala é de que o equatoriano não é inegociável

  • Bolsonaro se recusa a enquadrar filho, que reabre crise com Mourão

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As novas e mais incisivas críticas de Carlos Bolsonaro ao vice-presidente, Hamilton Mourão, reabriram a crise que o núcleo militar do governo via como ultrapassada na noite de segunda (22). O problema, apontam generais que atuam como bombeiros no episódio, é que o presidente Jair Bolsonaro (PSL) se recusou a incluir o filho vereador pelo PSC carioca na leve reprimenda que fez ao escritor Olavo de Carvalho, o guru da ala que se diz ideológica do bolsonarismo, pelo vídeo em que Mourão e os militares são criticados. A peça foi postada no canal do YouTube de Bolsonaro durante o fim de semana, só sendo retirada no fim de domingo. Carlos também a repostou. Os militares, especialmente os da ativa, viram nos fatos um recado à movimentação política fluida de Mourão, que a família de Bolsonaro vê como interessado em derrubar o presidente. Segundo a reportagem apurou com integrantes do governo, o presidente também manteve inalterado o acesso de Carlos às suas redes sociais. Bolsonaro costuma ter primazia sobre sua conta no Twitter, mas o Facebook e o YouTube são canais em que o filho reina quase sozinho. Para oficiais generais que buscam apaziguar a mais explosiva crise interna do bolsonarismo no poder, a saída ideal seria o presidente declarar que o filho tem direito à sua opinião, mas que ela não reflete o que pensa o pai. Mas a nota lida pelo porta-voz, Otávio do Rêgo Barros, apenas tratou de dizer que Olavo, elogiado como patriota, talvez atrapalhasse o governo com suas declarações. Bolsonaro foi intransigente, lembrando o que já disse em público: que considera Carlos um dos principais responsáveis por sua eleição, ao comandar sua estratégia digital, e que o filho mereceria uma cadeira no ministério. Mourão tem agido com cautela no episódio. Tratou de criticar Olavo, mas não Carlos, publicamente. No fim de semana, falou ao telefone sobre amenidades com o presidente e, na manhã desta terça (23), participou ao lado dele de reunião ministerial no Palácio do Planalto. No encontro, ninguém tocou no episódio. Bolsonaro apenas pediu genericamente alinhamento de discurso entre as várias instâncias do governo, agindo mais como animador de torcida em um dia crucial para a área econômica, com a votação da admissibilidade da reforma da Previdência na Câmara. O vice-presidente tem se movimentado como alguém em busca de protagonismo, liderando encontros com empresários, investidores e embaixadores. Foi aos EUA para um giro no qual participou do evento pelo qual foi criticado agora por Carlos, já comandou delegação negociando a crise venezuelana. Tal visibilidade fez interlocutores frequentes de Mourão, como o general Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), recomendar mais discrição ao vice. Heleno assim repetiu seu papel de intermediário já exercido durante a campanha eleitoral, em especial após a facada de 6 de setembro em Juiz de Fora que tirou Bolsonaro das atividades públicas. A resistência de Bolsonaro a enquadrar o filho é vista como um assunto delicado de família pelos militares. Muitos consideram que o presidente tem uma dívida com o filho que remonta à campanha eleitoral municipal do Rio em 2000. Ali, ele lançou o então adolescente Carlos, de 17 anos, para barrar a ida de votos no sobrenome Bolsonaro para sua ex-mulher, Rogéria, que buscava a reeleição na Câmara local. Além disso, como o presidente sempre lembra, foi Carlos quem coordenou sua presença em redes sociais de forma efetiva nos anos que antecederam a campanha de 2018.

  • Dono de empresa que deu calote em formatura acumula R$ 500 mil em dívidas

    Na Justiça, há 98 processos contra a empresa de Rodrigo Lopes Marques no Tribunal de Justiça do Rio e outros dois na Justiça Estadual de São Paulo.