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Acre AC | Notícias do estado e Rio Branco

  • O Globo

    Ministério Público e Defensoria pedem adiamento das provas do Enem no Acre

    Ação conjunta diz que estado vive momento de alerta com alta de casos da Covid-19

  • Papelpop

    AC/DC lança clipe inovador; “Realize” dá a impressão que os integrantes estão juntos no mesmo lugar

    A banda de rock australiana AC/DC compartilhou nesta quarta (13), o novo videoclipe inovador da música 'Realize'. A canção faz parte do recente álbum de retorno da banda, o "Power Up". Os diretores Clemens Habicht e Josh Cheuse (que atua como diretor de criação da banda) foram capazes de apresentar a impressão dos cinco membros […]

  • Agência Brasil

    Polícia Federal apreende material arqueológico no Acre

    A Polícia Federal (PF) apreendeu hoje (5) no Acre vasto material arqueológico que era comercializado ilegalmente por um homem que se autointitulava “caçador de relíquias”. São artefatos, obras de arte, manuscritos e livros antigos, ou raros, com valor histórico para a cultura brasileira. A ação teve a participação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Com esta operação, estamos contribuindo com a missão do Iphan de promover e coordenar o processo de preservação do patrimônio cultural brasileiro e garantir o direito à memória”, disse o superintendente do Iphan no Acre, Jorge Mardini Sobrinho. Também foram encontradas peças de cerâmica, elementos do cotidiano das famílias que viviam na região e garrafas de vidro do século 19, de diversos tipos e tamanhos, provenientes de países europeus. Os itens serão catalogados, higienizados e organizados pelo instituto. Segundo Sobrinho, são objetos com mais de 100 anos, que chegaram à região na época da Revolução Acriana, durante os Ciclos da Borracha. A ação da Polícia Federal ocorreu no âmbito da Operação Elona. Segundo a corporação, o “caçador de relíquias” retirava as peças do Rio Acre, na altura do estirão da Gameleira, e as vendia de ilegalmente na internet. O material foi encontrado na casa do homem, que foi preso em flagrante. De acordo com a PF, as investigações continuarão em andamento para identificar outros envolvidos no esquema de comercialização ilegal de relíquias arqueológicas.

  • Yahoo Vida e Estilo

    Brian Johnson, vocalista do AC/DC, não acredita que tem 73 anos

    Cantor refletiu sobre liderar uma banda clássica na terceira idade em entrevista

  • Folhapress

    Acre tinha rede densa de estradas entre aldeias antes da vinda de europeus

    SÃO CARLOS, SP (FOLHAPRESS) - Pouco antes da chegada dos europeus à América do Sul, as florestas do Acre eram cortadas por uma rede relativamente densa de estradas, que podiam alcançar alguns quilômetros de extensão e conectavam aldeias construídas em cima de pequenos morros artificiais. A descoberta, feita por cientistas do Brasil, do Reino Unido e da Finlândia, reforça a ideia de que a Amazônia pré-cabralina contava com população considerável, formada por sociedades que já alteravam a mata de maneira significativa naquela época. No caso acreano, os achados parecem estar ligados a outro mistério arqueológico da região, os célebres geoglifos -grandes desenhos geométricos no solo que vêm sendo identificados por observações aéreas nas últimas décadas. "Em alguns casos, as aldeias e estradas estão localizadas literalmente ao lado dos geoglifos. Existe alguma interpolação entre as duas coisas", conta Eduardo Góes Neves, do Museu de Arqueologia e Etnologia da USP. Contudo, enquanto a rede de estradas e aldeias tem idades que ficam entre 700 anos e 400 anos, os geoglifos são mais antigos, tendo sido traçados entre 3.000 anos e 1.000 anos atrás. "Eles [os construtores das estradas] provavelmente sabiam que estavam ocupando paisagens que resultavam de processos mais antigos e centenários", diz Neves, que é um dos autores do estudo descrevendo as descobertas, publicado recentemente no periódico científico Latin American Antiquity. Também assinam o trabalho Francisco Pugliese, da Universidade de Brasília, Sanna Saunaluoma, da Universidade de Turku (Finlândia), e Justin Moat, dos Jardins Botânicos Reais de Kew, em Londres. Usando uma combinação de escavações tradicionais, análise de imagens de satélite e exploração do terreno com ajuda de drones, a equipe identificou, por enquanto, 18 sítios arqueológicos conectados pela rede de estradas na região do rio Iquiri (veja infográfico). Em geral, as aldeias têm área de até três hectares, ocupando uma área plana e com formato circular ou elíptico. Esses círculos ou elipses são formados por algo entre 15 e 25 tesos -montículos artificiais, formados pela acumulação de terra-, que podem medir até 25 metros de comprimento e 2,5 metros de altura. No centro da área delimitada pelos tesos ficava uma espécie de terreiro. Cada aldeia antiga é cortada por múltiplas estradas retas, com largura de até 6 metros, e os trechos mapeados até agora sugerem que elas serviam não apenas para ligar um assentamento ao outro como também para facilitar o acesso da população pré-histórica aos cursos d'água da região. Além disso, parece haver certa conexão entre as estradas das aldeias e as que passavam pelos geoglifos. A diferença entre os dois tipos de construção provavelmente tem a ver com suas funções. As escavações feitas até hoje nos geoglifos encontraram pouquíssimos restos de cerâmica, o que faz os arqueólogos postularem que os desenhos geométricos (quadrados, círculos, losangos etc., demarcados com fossos e valetas) tivessem função ritual, desempenhando o papel de espaços sagrados na região. Já as áreas marcadas pelos tesos e pela rede de estradas possuem uma diversidade bem maior de cerâmica, em geral para uso doméstico, bem como machados de pedra polida. Tais artefatos vêm dos tesos propriamente ditos, enquanto o terreiro central não costuma trazer achados arqueológicos. Curiosamente, diz Neves, a equipe ainda não achou buracos de estacas ou outros indícios diretos de que os montículos artificiais abrigassem casas ou malocas. Há certa urgência em documentar essas áreas porque os donos das terras, por acharem que elas serão totalmente embargadas após as descobertas, às vezes acabam optando por destruir os sítios arqueológicos. Além disso, embora vastas regiões do Acre já tenham sido desmatadas, ainda é difícil saber se estruturas ainda mais amplas não estariam ocultas debaixo das áreas que ainda têm mata densa. Para intensificar a coleta de dados, os pesquisadores pretendem trabalhar em parceria com o projeto Earth Archive ("Arquivo da Terra", em inglês), liderado pelo arqueólogo Chris Fisher, da Universidade do Estado do Colorado (EUA). O Earth Archive pretende mapear áreas como a Amazônia com a ajuda da tecnologia do "Lidar", que usa pulsos de laser, disparados de aviões, para captar detalhes do relevo que normalmente são difíceis de enxergar. É a mesma técnica que ajudou a revelar ruínas da civilização maia ocultas pela floresta fechada na América Central, e ela pode se tornar uma ferramenta importante também para a arqueologia amazônica.

  • Yahoo Notícias

    Estudante passa cinco meses presa por engano no Acre: “Fui humilhada”

    Janaína Araújo Silva foi presa pela Polícia Civil no lugar de Janaína Araújo da Silva, denunciada por tráfico de drogas e organizações criminosas

  • Reuters

    Aneel aprova revisão em tarifas de energia para Acre e Rondônia

    (Reuters) - A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou em reunião nesta terça-feira novos níveis para as tarifas de eletricidade no Acre e em Rondônia, que levarão a elevação das contas no primeiro Estado e redução no segundo.Os índices tarifários definidos pelo órgão regulador levaram em conta recente iniciativa do governo para amortecer aumentos para os consumidores principalmente do Norte e Nordeste, a medida provisória 998, publicada em setembro.

  • Folhapress

    Miguel Rio Branco, um fotógrafo gigante, diz que imagens se tornaram banais

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dos maiores fotógrafos do país, Miguel Rio Branco quase não encosta numa câmera há mais de uma década, quando se mudou para Araras, na região serrana do Rio de Janeiro. "Acho que cheguei num ponto em que fiz tudo o que poderia com a fotografia. Meu interesse hoje é muito mais de processos tridimensionais, instalações, questões arquitetônicas", diz ele, que se define como "mais um artista do que um fotógrafo", trabalhando ainda com pintura, vídeo, instalação. "A fotografia virou algo banal. Documentar um mundo que já é continuamente documentado não me interessa mais." É um pouco esse distanciamento da fotografia como testemunho da realidade que o Instituto Moreira Salles busca destrinchar na exposição do fotógrafo que inaugura agora, na sua sede na avenida Paulista. Organizada pelo próprio Rio Branco, ao lado do curador Thyago Nogueira, ela revela como a sua produção se afastou cada vez mais do documental até culminar nas imagens sintéticas, depuradas de hoje, justapostas em grandes painéis de modo a dar a elas novos sentidos. É daí, aliás, que vem o nome da mostra, "Palavras Cruzadas, Sonhadas, Rasgadas, Roubadas, Usadas, Sangradas". "A ideia do projeto era pensar a fotografia como escrita e qual é a sintaxe própria desse universo fotográfico. E ela tem a ver com um cruzamento de imagens de diferentes contextos e épocas para formar novas palavras, frases", diz Nogueira. "Mais do que temas específicos, a grande contribuição do Miguel para a fotografia foi uma reflexão sobre o que significa a unidade da imagem e como articular essa linguagem." A exposição começa com cliques da Nova York do início dos anos 1970. São registros cotidianos, em preto e branco, que antecipam várias marcas do artista, do talento para composições de quadro a um certo fascínio por personagens e cenários urbanos decadentes. A partir dali, o fotógrafo mergulha cada vez mais nas cores saturadas e submundos sórdidos, impregnados de sujeira e suor, que viraram sinônimo da sua obra. São traços presentes em algumas das séries fundamentais da sua carreira, como os retratos de prostitutas da rua do Maciel, em Salvador, em que "pele humana e urbana" formam um amálgama, segundo Nogueira. Ou de "Maldicidade" que, aqui numa versão inédita, embaralha registros vibrantes de ruas pela América Latina, feitos na época em que era correspondente da agência Magnum. Rio Branco já mostra nesse trabalho um certo desprendimento em relação a datas, lugares, pessoas. Mas Nogueira diz que o verdadeiro momento de ruptura acontece quando ele adota uma câmera de médio formato. O equipamento, mais pesado, muitas vezes dependente de tripé, impõe uma outra reflexão sobre o quadro. E a obra se torna mais pictórica, contemplativa. É a partir dali que as imagens de Rio Branco parecem alcançar sua potência, combinadas de modo a dar luz a significados que não estavam presentes nelas quando isoladas, como planos de um filme construtivista russo. Ou melhor, como uma sinfonia, diz Nogueira, já que as fotografias também se abandonam as pretensões narrativas. "É como se ele depurasse a imagem a ponto de ela virar uma nota musical e fosse recombinando elas para construir sentimentos diferentes, medo, angústia, aflição", descreve Nogueira. Uma sinfonia algo melancólica num contexto como o de agora, de pandemia. Nogueira afirma que, mesmo que a configuração da mostra não tenha sido afetada pelo coronavírus, ele passou a ter novas leituras das imagens depois dos últimos meses --ora com a angústia profunda de quem percebe que as cenas de encontros e acasos ali retratadas foram postas em xeque, ora como indícios de que o processo de exclusão social que chegou a um ápice agora, mas já estava em curso há muito tempo. Rio Branco concorda que há uma melancolia, mas não de uma cidade esvaziada - "as pessoas não respeitam porcaria nenhuma, continuaram se contaminando e vivendo normalmente", diz -, e sim da percepção de uma falência de um projeto de vida em comum nas cidades. Ele questiona por que a mostra está sendo inaugurada agora. "Que interesse existe em fazer uma mostra num momento em que as pessoas estão restringidas a visitar?" Em nota, Nogueira afirma que o IMS obedece a todas as orientações das autoridades de saúde, e argumenta que uma obra como a de Rio Branco ajuda as pessoas a lidarem com o momento difícil que atravessamos. "A pandemia deve se estender por tempo indeterminado. Teremos de aprender a conviver com restrições variadas", diz. PALAVRAS CRUZADAS, SONHADAS, RASGADAS, ROUBADAS, USADAS, SANGRADAS Quando: Ter. a sex., 13h às 18h. Sáb. e dom., 10h às 18h. Abertura: terça (8). Até 16/5/2021 Onde: IMS Paulista, av. Paulista, 2424 Preço: Grátis (agendamento p/ sympla.com.br/imspaulista) Live de abertura, com Miguel Rio Branco, Thyago Nogueira e Luisa Duarte Terça (8), às 18h, transmissão ao vivo via youtube.com/imoreirasalles

  • Agência Brasil

    No Acre, PF investiga compra de votos nas eleições municipais

    A Polícia Federal deflagrou nesta sexta-feira, (4), a Operação Intruder Brother, que investiga possível prática do crime de corrupção eleitoral (compra de votos), na véspera do 1º turno das eleições municipais de 2020. Na operação, 24 policiais federais cumprem cinco mandados de busca e apreensão, todos em Rio Branco, um deles, na casa de Célio Gadelha (MDB), reeleito ao cargo de vereador da capital acriana, além de oitivas de testemunhas e investigados. De acordo com os policiais federais um irmão de um candidato ao cargo de vereador, juntamente com um cabo eleitoral, entrou sem permissão em uma empresa de grande porte da cidade, reuniu vários funcionários e distribuiu santinhos e grande quantidade de dinheiro em troca de votos. Dentre os investigados, estão também funcionários que receberam dinheiro. “É crime solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto, ainda que a oferta não seja aceita”, ressaltou a PF em nota. As penas podem chegar a quatro anos de reclusão. Ainda segundo a PF, o nome da operação - Intruder Brother- faz referência ao modus operandi da prática criminosa, na qual o irmão do candidato invadiu uma empresa de grande porte, reuniu os funcionários, pediu voto e distribuiu santinhos e dinheiro.

  • Folhapress

    Tião Bocalom é eleito prefeito de Rio Branco

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Tião Bocalom (PP), 67, foi eleito prefeito de Rio Branco, capital do Acre, neste domingo (29). Com 98,16% das urnas apuradas, ele tinha 62,82% dos votos válidos. Derrotou a prefeita Socorro Neri (PSB), 54, que aparecia 37,18%. Na reta final da campanha, Bocalom foi um dos três candidatos no país para os quais o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou apoio. Na quarta-feira (25), o senador Márcio Bittar (MDB), aliado de Bocalom e relator do Orçamento de 2021, postou nas redes sociais um vídeo gravado ao lado de Bolsonaro. "Olá, prezado Bocalom. Estou com Bittar do meu lado. Nesse segundo turno, estamos juntos. Boa sorte", disse o presidente. Eleito prefeito de Acrelândia (AC) três vezes, Bocalom vinha acumulando uma série de derrotas desde 2006. Desde então, disputou e perdeu o governo do Acre três vezes, a prefeitura de Rio Branco duas vezes e a eleição para deputado federal em 2018. Em 2020, no entanto, sua campanha disparou, enquanto a prefeita Socorro Neri, que tem o apoio do governador Gladson Cameli, desidratou. Neri tinha contra ela uma considerável rejeição. De acordo com o Ibope, 35% dos eleitores não votariam na prefeita de jeito nenhum. A vitória de Bocalom já era esperada. Na pesquisa Ibope de quinta-feira (26) ele aparecia com 65% dos votos válidos, contra 35% de Neri. A prefeita conseguiu crescer alguns pontos percentuais desde o início do segundo turno, mas não o suficiente para ameaçar a eleição do candidato do PP. Assim como outros prefeitos que buscam a reeleição, ela apostou na narrativa de que trouxe melhorias para a cidade durante a sua administração e que avançaria mais caso reeleita. "Chegou a hora da virada, Rio Branco precisa de cada um de vocês nesta reta final para caminhar juntos contra o retrocesso, é hora de mostrar tudo o que foi feito e o que será dado continuidade pelos próximos quatro anos", escreveu no dia 20 de novembro nas redes sociais. Já Bocalom se apresentou aos eleitores como o candidato da mudança. Nos últimos dias de campanha, também acusou Socorro Neri de "partir para a baixaria" e divulgar fake news. Na reta final, ele foi criticado por afirmar que as pessoas precisam se infectar pelo novo coronavírus para ganharem imunidade contra a doença, ao defender a volta às aulas. Logo após os resultados do primeiro turno, o PSL, o PSDB e o MDB declararam apoio à campanha do candidato do PP. Minoru Kinpara (PSDB), que ficou em terceiro lugar na corrida eleitoral, com 14,62% dos votos, postou nas redes sociais um texto a favor de Bocalom. "Acreditamos que a mudança é necessária. A cidade de Rio Branco precisa experimentar uma outra atmosfera política", disse. No primeiro turno, Bocalom teve 49,58% dos votos válidos, contra 22,68% de Socorro Neri. Também disputaram a prefeitura Roberto Duarte (MDB), Daniel Zen (PT), Jarbas Soster (Avante) e Jamyl Asfury (PSC).