Assunto

Agronegócio no Brasil | Últimas notícias

Paranaguá recebe primeira importação de soja em 10 anos

  • SÃO PAULO (Reuters) - Um navio com 30,5 mil toneladas de soja produzida nos Estados Unidos chegou nesta sexta-feira à área do porto de Paranaguá (PR), de acordo com sistemas de monitoramento de embarcações, marcando a iminente entrega de uma rara compra feita na América do Norte em meio à oferta reduzida.Neste ano, o Brasil vendeu grandes volumes de soja para a China, maior importadora global da oleaginosa, o que fez com que sobrasse pouco para o consumo doméstico.
  • Reuters

    Perto do fim, plantio de soja em MT segue à frente da média histórica, diz Imea

    SÃO PAULO (Reuters) - O plantio de soja 2020/21 em Mato Grosso avançou 1,18 ponto percentual ao longo da última semana e atingiu 99,65% da área esperada, permanecendo à frente da média histórica para o período à medida que se aproxima da conclusão, informou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) nesta sexta-feira.No mesmo momento da safra anterior, os trabalhos também atingiam 99,65%, enquanto a média de cinco anos para o período é apurada em 98,33%.

  • Reuters

    Paranaguá recebe primeira importação de soja em 10 anos

    SÃO PAULO (Reuters) - Um navio com 30,5 mil toneladas de soja produzida nos Estados Unidos chegou nesta sexta-feira à área do porto de Paranaguá (PR), de acordo com sistemas de monitoramento de embarcações, marcando a iminente entrega de uma rara compra feita na América do Norte em meio à oferta reduzida.Neste ano, o Brasil vendeu grandes volumes de soja para a China, maior importadora global da oleaginosa, o que fez com que sobrasse pouco para o consumo doméstico.

  • Reuters

    ARC Mercosul reduz previsões para soja e milho 20/21 do Brasil por efeitos da seca

    SÃO PAULO (Reuters) - A produção brasileira de soja 2020/21 deve atingir 128,34 milhões de toneladas, estimou a ARC Mercosul reduzindo sua previsão em cerca de 800 mil toneladas em função dos efeitos da seca nas lavouras da oleaginosa, fato que também motivou um ajuste negativo nas expectativas para o milho.A consultoria também baixou sua previsão para a área de plantio de soja a 38,25 milhões de hectares, ante 38,43 milhões de hectares vistos anteriormente.

  • Reuters

    Safras corta previsão para milho 20/21 do Brasil após seca; eleva exportação de soja

    SÃO PAULO (Reuters) - A produção total de milho 2020/21 deve alcançar 112,865 milhões de toneladas no Brasil, volume ainda recorde e que supera em 5,65% o resultado da temporada passada, mas que fica abaixo das 116,427 milhões previstas em outubro em função dos efeitos da seca sobre os cultivos de verão, disse a consultoria Safras e Mercado nesta sexta-feira.Já a área total de milho deverá ocupar 20,173 milhões de hectares em 2020/21, com avanço de 3,6% frente a 2019/20, acima também dos 20,022 milhões de hectares indicados na estimativa do mês passado.

  • Reuters

    Safras gaúchas têm cenário mais otimista no verão mesmo com La Niña, diz Inmet

    SÃO PAULO (Reuters) - As lavouras do Rio Grande do Sul, um dos maiores produtores de grãos do Brasil, continuarão sofrendo com chuvas abaixo da média nos próximos meses sob influência da La Niña, mas o cenário para o verão é mais otimista na comparação com os períodos de seca vistos nos últimos meses, apontou nesta sexta-feira um especialista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).Em períodos de La Niña, caracterizada pelo resfriamento das águas equatoriais do Pacífico, as frentes frias em geral passam muito fracas no Sul do Brasil, resultando em menos chuva e estiagem que podem impactar a safra brasileira como um todo.

  • Folhapress

    Alimentos ficarão mais baratos em 2021, diz presidente do BC

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente do BC (Banco Central), Roberto Campos Neto, afirmou nesta quinta-feira (26) que os alimentos ficarão mais baratos em 2021. Segundo ele, a inflação desses produtos chegou a um pico e voltará a cair. Em entrevista ao SBT, o chefe da autoridade monetária também afirmou que não criticou o ministro Paulo Guedes (Economia) ao dizer que o Brasil precisa de um plano que demonstre preocupação com a trajetória da dívida pública para ganhar credibilidade. De acordo com Campos Neto, o efeito na inflação é temporário, motivado por fatores como a desvalorização do real e a injeção de dinheiro na economia com os pagamentos do auxílio emergencial. "Temos uma tendência mundial de alguns alimentos onde o preço foi transferido, que o preço internacional está caindo, então a gente entende que sim, alguns alimentos vão ficar mais baratos", disse. "A inflação de alimentos, que chegou a um pico de 18%, vai voltar a cair. Dá para dizer, sim, que a parte de alimentação em domicílio tende a ter um ano melhor no ano que vem do que teve neste" afirmou. Na quarta-feira (25), após Campos Neto dizer que o país precisa de um plano que demonstre preocupação com a trajetória da dívida pública, Guedes rebateu. "O presidente Campos Neto sabe qual é o plano. Se ele tiver um plano melhor, pergunte a ele qual o plano dele, qual o plano que vai recuperar a credibilidade" disse. "O dia que a bolsa estiver caindo 50%, o dólar explodindo, aí vou dizer que falta credibilidade". Na entrevista desta quinta, o presidente do BC disse que estava apenas ecoando uma preocupação que havia sido dita por Guedes, de que é importante respeitar o teto de gastos e não buscar saídas que gerem gastos permanentes. "Não era uma crítica. Eu estava, na verdade, ecoando uma mensagem que tinha sido propagada pelo ministro e pela área de economia, né? Nós temos um pensamento muito parecido", afirmou.

  • Agência Brasil

    Ipea prevê menor crescimento do agronegócio em 2021

    O agronegócio deve crescer 1,5% em 2020 e 1,2% no ano que vem. A projeção é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), que reviu para baixo suas previsões. Na análise anterior, feita no mês passado, o instituto estimou crescimento de 1,9% e 2% para este ano e para 2021, respectivamente. Os novos números estão descritos na Carta de Conjuntura Agro publicada nesta semana. A redução do crescimento guarda relação com a queda de estimativa de produção de trigo, café e cana-de-açúcar. A produção de carne bovina deve sofrer retração de 5,5%. Também há expectativa de decréscimo para produtos da exploração florestal e da silvicultura, da pesca e da aquicultura, para produção de peixe, crustáceos e moluscos. As safras recordes de soja (alta de 4,6%) e milho (crescimento 2,6%) reduzirão o impacto negativo das lavouras em baixa, da pecuária de corte e de outros produtos. As previsões do Ipea são baseadas no prognóstico da produção agrícola do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nas projeções de safra da lavoura da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). O diretor de estudos e políticas macroeconômicas do Ipea, José Ronaldo Souza Jr, assinala que o agronegócio manterá o “nível muito acima” de crescimento na comparação com outros setores de atividade econômica. Ele acrescentou que os possíveis resultados “não necessariamente irão induzir uma piora na economia”. Segundo o especialista, as reduções de produção, por exemplo, “não significam queda da atividade industrial ligada ao agro.” Souza Jr admite que a redução da oferta de produtos agropecuários e, especialmente, a depreciação do real poderão manter o preço dos alimentos em alta neste fim de ano e em 2021. “A taxa de câmbio tem papel muito importante na formação de preços”, explica, citando que o dólar em alta tende a favorecer a exportação de produtos e pressionar os preços no mercado interno. Conforme descrito em nota do Ipea, “as exportações brasileiras registraram crescimento de 6% de janeiro a outubro de 2020 na comparação com o mesmo período de 2019, impulsionadas pelo açúcar (63%) e carne suína (49%), soja (21%), algodão (21%) e carne bovina (20%).” Esse efeito poderá seguir a despeito da crise econômica provocava pela pandemia da covid-19 em todo o planeta. “Alimentos têm dinâmica bastante específica. A demanda por esses produtos manteve-se em alta mesmo no auge da crise no Brasil e em outros países”, destaca Souza Jr. No caso da soja, por exemplo, a alta de preço entre o segundo e o terceiro trimestre deste ano foi de 37,4% na comparação com 2019. O dólar em alta também pressiona o preço de insumos como fertilizantes, defensivos agrícolas para a lavoura e ração para a criação de animais para o abate. O Ipea ainda assinala que as contratações de crédito rural apresentaram bom desempenho entre julho e outubro, os primeiros meses do ano-safra 2020-2021, com a concessão de R$ 92,3 bilhões de crédito, “uma alta de 20,6% em relação ao mesmo período do ano passado”, contabiliza nota do instituto. Segundo o texto, “mesmo com a expansão do crédito, a inadimplência segue em níveis baixos.”

  • Reuters

    Plantio de soja 20/21 mantém atraso no RS; colheita de trigo se aproxima do fim

    SÃO PAULO (Reuters) - O plantio de soja 2020/21 no Rio Grande do Sul avançou 12 pontos percentuais na última semana, com chuvas em algumas regiões contribuindo para a retomada das atividades, mas permanece atrasado frente à média histórica e à safra anterior diante de impactos da seca, disse a Emater-RS nesta quinta-feira.Segundo informativo conjuntural semanal da entidade, o plantio da oleaginosa atingiu 47% da área prevista, ante 63% no mesmo momento da safra passada e 62% na média dos últimos anos para o período.

  • Reuters

    SLC Agrícola assina memorando com condições para assumir operação da Terra Santa

    SÃO PAULO (Reuters) - A SLC Agrícola assinou um memorando de entendimento que estabelece premissas, termos e condições para que a empresa assuma as operações da Terra Santa Agro por meio de incorporação de ações, informou a companhia em fato relevante nesta quinta-feira.Em preparação para a combinação de negócios pretendida, a Terra Santa pretende realizar uma reorganização societária, disse a SLC, acrescentando que após o processo o valor atribuído às operações da Terra Santa Agro seria de 550 milhões de reais.

  • Reuters

    Agroconsult vê produção de soja 2020/21 do Brasil em 133,2 mi t com viés de baixa

    SÃO PAULO (Reuters) - A produção brasileira de soja deve alcançar 133,2 milhões de toneladas na safra 2020/21, estimou a Agroconsult nesta quinta-feira, embora não estejam descartadas revisões para baixo na projeção da consultoria, em decorrência da seca que atrasou o plantio e pode afetar o rendimento da oleaginosa.A expectativa de colheita indica um volume inferior às 135 milhões de toneladas esperadas pelo governo federal, conforme dados mais recentes da estatal Conab.

COMPARTILHE ESTA PÁGINA