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Agronegócio no Brasil | Últimas notícias

Exportação de carne bovina do Brasil recua 6% no 1º bimestre, diz Abrafrigo

  • SÃO PAULO (Reuters) - As exportações de carne bovina do Brasil recuaram 6% nos dois primeiros meses de 2021 ante igual período do ano passado, mesmo com a China --principal cliente do país-- ampliando suas aquisições, disse a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) nesta sexta-feira. Segundo dados do Ministério da Economia compilados pela entidade, os embarques do produto (in natura e processado) somaram 251.

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  • Reuters

    Exportação de carne bovina do Brasil recua 6% no 1º bimestre, diz Abrafrigo

    SÃO PAULO (Reuters) - As exportações de carne bovina do Brasil recuaram 6% nos dois primeiros meses de 2021 ante igual período do ano passado, mesmo com a China --principal cliente do país-- ampliando suas aquisições, disse a Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo) nesta sexta-feira. Segundo dados do Ministério da Economia compilados pela entidade, os embarques do produto (in natura e processado) somaram 251.

  • Reuters

    Valor do frete rodoviário em Mato Grosso dispara com atraso na colheita de soja

    SÃO PAULO (Reuters) - As taxas do frete rodoviário atingiram uma máxima de dois anos e meio em uma importante via de escoamento de soja de Mato Grosso, principal Estado produtor da oleaginosa no país, em meio a atrasos na colheita, indicou um relatório da Esalq/USP, enviado à Reuters nesta sexta-feira. Na rodovia que liga Sorriso, "capital nacional da soja", a Rondonópolis, de onde os grãos partem por ferrovias para o porto de Santos, o valor do frete alcançou 138,69 reais por tonelada no mês passado, maior nível desde julho de 2018 na região.

  • Reuters

    Anec estima exportação de soja do Brasil em 13,79 mi t em março

    SÃO PAULO (Reuters) - A exportação de soja do Brasil em março deverá atingir 13,79 milhões de toneladas, estimou nesta sexta-feira a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec), o que seria um aumento na comparação com o mesmo período do ano passado (13,3 milhões), segundo os números da entidade em relatório. A estimativa da Anec foi feita com base em dados da programação de navios e aponta um forte crescimento na comparação com fevereiro, quando o país embarcou 5,5 milhões de toneladas, segundo a associação.

  • Reuters

    Ibovespa fecha em alta com ajuda dos EUA e safra de resultados no radar

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta sexta-feira, com investidores repercutindo nova bateria de balanços, em pregão beneficiado ainda pelo clima favorável em Wall St após números melhores do que o esperado sobre o mercado de trabalho dos EUA. Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 2,32%, a 115.

  • Reuters

    Excesso de chuvas no Brasil reduz qualidade da soja e gera perdas para a safra

    SÃO PAULO (Reuters) - O amplo volume de chuvas em algumas das principais regiões produtoras de soja no Brasil tem reduzido a qualidade dos grãos e já acarreta perdas para a safra 2020/21, apesar de o país ainda caminhar para uma colheita recorde, segundo integrantes do setor e especialistas. O presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), Bartolomeu Braz Pereira, disse à Reuters que será feita uma revisão para baixo na projeção mais recente da entidade, que está entre 129 milhões e 130 milhões de toneladas para a oleaginosa.

  • Agência Brasil

    Crédito rural sobe 18% em relação à safra anterior

    Os produtores rurais brasileiros estão pegando mais dinheiro emprestado. Segundo o Balanço de Financiamento Agropecuário da Safra 2020/2021, divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, as contratações de crédito rural somaram R$ 147,57 bilhões entre julho de 2020 e fevereiro de 2021. Isso representa crescimento de 18% em relação ao emprestado no mesmo período da safra anterior. O crédito para investimento totalizou R$ 47,33 bilhões e registrou o maior crescimento, de 40% na comparação com o segundo semestre do ano anterior. Os financiamentos de custeio alcançaram R$ 78,64 bilhões, crescimento de 14%, e os de industrialização, R$ 8,24 bilhões, alta de 1%. A única modalidade a registrar queda nas contratações foi a dos financiamentos de comercialização, que caíram 3% e somaram R$ 13,34 bilhões. Segundo o Ministério da Agricultura, o recuo deve-se à alta nos preços dos alimentos, que reduziu a necessidade de crédito para a venda da produção. Investimento No crédito para investimento, que engloba compra de máquinas e melhorias no armazenamento e na produção, os empréstimos aos pequenos produtores atendidos pelo Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) totalizaram R$ 10,23 bilhões, com alta de 8% em relação à safra passada. Os médios produtores, atendidos pelo Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp), contraíram R$ 1,88 bilhão emprestados para investimentos, com alta de 3%. Os demais produtores, categoria que abrange grandes produtores e cooperativas, responderam por R$ 35,22 bilhões, com alta de 56%. Em relação aos programas de investimento, financiados com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o maior volume de contratações ocorreu no Programa de Modernização da Frota de Tratores Agrícolas e Implementos Associados e Colheitadeiras (Moderfrota), com R$ 7,03 bilhões (+33%). Em seguida, vêm o Programa de Agricultura de Emissão de Baixo Carbono (Programa ABC), com R$ 2,09 bilhões (+12%) e o Programa de Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), com R$ 1,66 bilhão (+60%). Os empréstimos do Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro) totalizaram R$ 1,56 bilhão (+29%). As operações do Programa de Modernização da Agricultura e Conservação dos Recursos Naturais (Moderagro) somaram R$ 1,3 bilhão (+28%). As operações de crédito do Programa de Incentivo à Irrigação e à Produção em Ambiente Protegido (Moderinfra) totalizaram R$ 714 milhões (+106%). Custeio Quanto às contratações de custeio, os pequenos produtores responderam por R$ 12,11 bilhões (+19%) e os médios produtores, por R$ 17,38 bilhões (+6%). A maior parte, R$ 49,14 bilhões, foi contratada por grandes produtores e cooperativas, com crescimento de 16%. Segundo o Ministério da Agricultura, os financiamentos agropecuários com base nas emissões de Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) totalizam R$ 20,8 bilhões, com alta de 15%. Título de renda fixa privado, a LCA permite o financiamento do agronegócio sem custo para os cofres públicos.

  • Reuters

    Com atraso, colheita de soja em MT avança ao último terço

    SÃO PAULO (Reuters) - A colheita de soja em Mato Grosso avançou para 67,20% da área do maior produtor da oleaginosa no país até esta sexta-feira, alta de 15 pontos em uma semana, em meio a chuvas que dificultam os trabalhos, apontou o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Com problemas de chuvas recentes após um plantio mais lento devido ao tempo seco, a colheita de soja de Mato Grosso está 24,27 pontos atrás do registrado na mesma época de 2019/20 e tem atraso de 13,07 pontos ante a média histórica para esta época do ano, segundo o Imea.

  • Bloomberg

    Chuvas fortes em Mato Grosso ameaçam safra de soja

    (Bloomberg) -- Produtores de soja nas principais regiões de cultivo do Brasil começam a se preocupar com perdas nas safras, pois as fortes chuvas ameaçam a colheita no maior produtor mundial da commodity.Silvésio de Oliveira é um desses produtores. Ele produz soja em Tapurah, no norte de Mato Grosso, onde a situação é mais grave. Oliveira colheu 85% dos 1.350 hectares plantados apesar das chuvas, mas, na semana passada, não conseguiu entrar nos campos encharcados para terminar o trabalho. Oliveira já perdeu 100 hectares.“A chuva forte e o vento derrubaram a planta no chão”, disse Oliveira em entrevista. “Como não pude colher, os grãos apodreceram.”Cerca de metade das safras de soja em Mato Grosso estão perto da maturidade ou prontas para a colheita, mas as chuvas estão impedindo a coleta dos grãos. O estado é responsável por 25% da produção de soja brasileira. Outros estados produtores, incluindo Paraná, Maranhão e Tocantins, enfrentam problemas semelhantes.“Já temos muitas regiões com perda de qualidade”, disse Fernando Cadore, presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja). “Há muita soja pronta, mas não tem sido colhida há 10 dias em meio às chuvas”, disse em entrevista.As possíveis perdas no Brasil podem elevar ainda mais os preços da soja, que já têm sido impulsionados recentemente por preocupações com o clima na América do Sul. Os futuros da soja em Chicago subiram 55% nos últimos 12 meses. Apenas 25% da área plantada havia sido colhida até o final de fevereiro, o menor nível em uma década, segundo a consultoria AgRural. O excesso de chuvas também pode piorar o atraso nos embarques de soja do Brasil e desviar parte da demanda para os Estados Unidos, o segundo maior produtor mundial.Perdas de safraMesmo com muitos problemas climáticos - desde a seca que atrasou a semeadura e prejudicou o desenvolvimento das mudas ao excesso de chuva que acabou por prolongar e o ciclo de desenvolvimento da lavoura -, as perdas no país ainda são isoladas. Com isso, analistas de mercado ainda projetam produção recorde de soja no Brasil na atual temporada.Ainda estão previstas chuvas frequentes para as plantações da oleaginosa em março, ampliando os riscos climáticos. Metade da área de cultivo de soja no Mato Grosso estará pronta para a colheita este mês, e as chuvas contínuas podem impedir que o grão seja colhido a tempo de evitar danos, segundo Daniele Siqueira, analista da AgRural, o que resultaria em safra menor.“Por enquanto, é impossível medir”, disse em entrevista, acrescentando que o risco também é visto em menor escala em outros estados. -Chuvas fortes voltarão ao Mato Grosso após um alívio parcial na sexta-feira e no sábado, de acordo com a Somar Meteorologia. O padrão pode persistir no segundo decêndio de marco.“A previsão é de bastante umidade em Mato Grosso neste fim de semana, mas diminuirá um pouco na próxima semana até o final do mês”, disse Don Keeney, meteorologista agrícola sênior da Maxar. Essas melhorias permitirão que os produtores acelerem um pouco a colheita, afirmou.“Não é uma oportunidade totalmente aberta, mas as condições definitivamente devem melhorar um pouco.”For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2021 Bloomberg L.P.

  • Folhapress

    Álcool avança 36% na usina com atraso na safra e alta da gasolina

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O etanol hidratado teve evolução de 36% nos últimos 30 dias nas usinas do centro-sul. O litro do combustível subiu para R$ 2,989 em Paulínia (SP), base de armazenamento e de distribuição. Os dados são do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), que servem de base para o Indicador Diário da BM&FBovespa. Um conjunto de fatores dá sustentação aos preços do álcool nas últimas semanas. Um deles são os recentes reajustes de preços da gasolina, que tornam o etanol mais atraente para o consumidor. Além disso, este é um período de entressafra e de menor oferta do combustível. Tradicionalmente, os preços sobem. Neste ano, contudo, há novos ingredientes, e as perspectivas para as próximas semanas não são boas. O veranico do semestre passado prejudicou o desenvolvimento da cana, e parte das indústrias deve retardar a colheita, que deveria começar oficialmente no início de abril.

  • Reuters

    Rio Grande do Sul registra estresse hídrico e avanço da ferrugem asiática na soja

    SÃO PAULO (Reuters) - Com a colheita de soja da safra 2020/21 atrasada em relação a anos anteriores, o Rio Grande do Sul registra casos de estresse hídrico em algumas lavouras e avanço da doença ferrugem asiática, embora a incidência de pragas seja considerada pequena, informou a Emater-RS nesta quinta-feira. "A redução e até mesmo a ausência de chuvas em algumas regiões já deixa aparente o estresse hídrico da cultura em determinadas áreas.