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Amazonas AM | Últimas notícias do estado

  • AFP

    Ministro da Saúde será investigado por colapso no Amazonas

    O juiz do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski autorizou nesta segunda-feira a abertura de inquérito para apurar a responsabilidade do ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, no colapso do sistema de saúde de Manaus em meio ao aumento do número de casos do novo coronavírus.

  • AFP

    Amazonas e São Paulo restringem atividades por avanço da covid-19 no Brasil

    O Amazonas aplica medidas restritivas de controle da covid-19 a partir dessa segunda-feira (25) e São Paulo começará a fazer o mesmo à noite, em meio à segunda onda da pandemia que não dá folga ao país, com mais de 217 mil mortes.

  • Agência Brasil

    Estudo cita comportamento de predação social em peixes da Amazônia

    Pela primeira vez, estudiosos conseguiram registrar em uma pesquisa o comportamento de predação social entre poraquês, peixes-elétricos da Amazônia. Assim como as baleias, os lobos e os golfinhos, os poraquês, segundo o estudo recém-lançado, realizam buscas em grupo a presas e atacam coordenadamente, a fim de beneficiar todo o grupo. O estudo foi feito por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa), ligado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações, e da Smithsonian Institution, dos Estados Unidos. O trabalho – financiado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), pela Smithsonian’s Global Genome Initiative, pela National Geographic Society e pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) – foi publicado na última quinta-feira (14), na revista Ecology and Evolution. O comportamento inédito dos peixes-elétricos foi registrado em um lago da Estação Ecológica Terra do Meio, no Pará. Um grupo de cerca de 100 poraquês da espécie Electrophorus voltai, cada um com até 1,8 metro de comprimento, foi filmado caçando em grupo. “Nos mais de 250 anos desde que esse animal foi descrito pela primeira vez, esse comportamento nunca havia sido registrado”, conta Douglas Bastos, primeiro autor do trabalho e doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia de Água Doce e Pesca Interior do Inpa. Segundo a pesquisa, na maior parte do dia e durante toda a noite, os animais repousam na porção mais funda do lago. No alvorecer e no crepúsculo, porém, eles migram para uma área mais rasa, com menos de um metro de profundidade. Nesses horários, as piabas – peixes que servem de alimentação aos peixes-elétricos – estão indo para o leito se alimentar ou voltando para a margem para descansar. É o momento em que os poraquês atacam. “Nossa hipótese inicial é que locais como esse, com grande abundância de presas e abrigo para dezenas de poraquês, favoreçam a caça em grupo e o desenvolvimento da estratégia de predação social. Por isso, é possível que o fenômeno ocorra em outros locais e até mesmo com outras espécies de poraquê. Só não foi registrado ainda”, destaca Carlos David de Santana, pesquisador-associado do National Museum of Natural History, da Smithsonian Institution. O artigo Social Predation in Electric Eels pode ser lido na íntegra aqui.

  • AFP

    Amazonas restringe mobilidade e comércio para lidar com segunda onda da pandemia

    O Amazonas anunciou neste sábado (23) que só permitirá a circulação de pessoas e o funcionamento do comércio para atividades essenciais, na tentativa de conter o forte aumento de casos e mortes decorrentes da segunda onda da pandemia.

  • Folhapress

    2 - Amazonas terá restrição de 24 horas na circulação de pessoas a partir de segunda-feira

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC), anunciou neste sábado (23) novas restrições para tentar conter novos casos e mortes causadas pelo coronavírus. Ele informou que vai publicar um decreto, válido a partir desta segunda-feira (25), com restrições na circulação de pessoas no Amazonas. As medidas do decreto serão válidas, inicialmente, por 7 dias e vão contar com supervisão das forças de segurança do estado. "Teremos a restrição de circulação de pessoas para 24h. Isso não significa cercear o direto de ir e vir, o cidadão só pode sair por extrema necessidade, como ir ao supermercado. Para o supermercado, apenas uma pessoa por família. Medidas para evitar aglomerações", disse o governador. Entre as medidas, está previsto que supermercados fiquem abertos de 6h às 19h e as compras limitadas a produtos de alimentação, bebidas, limpeza e higiene pessoal. As farmácias estarão abertas durante 24h, mas com venda restrita a produtos de higiene e medicamentos. Mercados e feiras poderão ficar abertos das 4h às 8h. Os serviços de delivery só serão permitidos os essenciais de alimentação, incluindo restaurantes e padarias, com horário de 6h às 22h. Indústrias funcionarão em turnos de 12 horas, com exceção das empresas que atendem o setor de alimentação, de farmácia e de itens para hospitais. De acordo com o governador, as medidas visam diminuir as aglomerações e a transmissão do vírus. "Não há necessidade de correria aos supermercados, aos mercadinhos, não há necessidade de fazer estoque de alimento. É preciso ter prudência, é preciso que as pessoas entendam a necessidade que temos de tomar essas medidas, que são medidas duras, mas necessárias para salvar a maior quantidade de vidas", alegou Lima. As medidas anunciadas ocorreram depois que o Ministério Público Federal emitiu recomendação para que governo promova um isolamento sanitário mais severo, se necessário com aumento do toque de recolher. Segundo o secretário da Saúde do Amazonas, Marcellus Campêlo, as unidades de saúde estão acima do limite de capacidade: "Os casos de necessidade de internação no interior quintuplicaram. Temos uma taxa de transmissibilidade de 1,3 (a cada 100 infectados, 130 são contaminados). É a maior do país". Conforme o secretário, o Amazonas ainda precisa de oxigênio para atender os pacientes. "Temos no interior 1500 leitos livres não-Covid, que se precisar viramos a chave para leitos Covid, mas precisaremos de oxigênio", informou.

  • Yahoo Notícias

    Presidente da Vigilância Sanitária do AM morre por Covid-19

    A diretora-presidente da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas, Rosemary Pinto, morreu por complicações do novo coronavírus

  • O Globo

    Fornecedora de oxigênio para o Amazonas aumenta produção

    White Martins tem capacidade para 80 mil metros cúbicos por dia

  • AFP

    Jovens se mobilizam diante de emergência de saúde no Amazonas

    Haylena Barbosa nunca imaginou o colapso que sua Manaus enfrentaria durante a vertiginosa segunda onda da pandemia, mas longe de se deixar abater, tocada pela solidariedade, ela organiza doações diariamente, incentivada pela também inesperada resposta altruísta de parte da sociedade.

  • Folhapress

    Governadores defendem cota extra de 300 mil vacinas para o Amazonas

    MANAUS, AM (FOLHAPRESS) - Em reunião na noite desta quinta-feira (21), o Fórum dos Governadores dos Estados Brasileiros defendeu a criação de uma cota extra de cerca de 300 mil doses de vacinas para o estado do Amazonas. O estado, que vive um colapso em seu sistema de saúde, enfrenta uma escalada de novos casos da doença, com recordes e registros de infectados, de hospitalizações e de mortes em decorrência da doença. As 300 mil doses equivalem a cerca de 5% do total de vacinas previstas em curto prazo, incluindo a Coronavac e a vacina de Oxford/AstraZeneca. Ao todo, 2 milhões da vacina de Oxford/AstraZeneca devem chegar nesta sexta (22) após a Índia finalmente dar sinal verde à exportação. Outras 4,8 milhões da Coronavac, que já foram envasadas pelo Instituto Butantan, que aguarda a liberação da Anvisa. A proposta dos governadores ainda será analisada pelo governo federal, a quem cabe decidir sobre a distribuição das vacinas. O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que preside o Consórcio do Nordeste e lidera as negociações dos estados relacionadas à vacina, diz que a proposta foi aprovada pelos governadores tendo em vista a gravidade do cenário da pandemia no estado do Amazonas. "A situação [do Amazonas] é grave, muito mais grave do que antes. E, pior: o vírus começa a se espalhar, já com presença forte na divisa com o estado do Pará", afirmou Dias. O objetivo é atender Manaus e as cidades do interior do estado mais afetadas pelos novos casos da pandemia: "É uma ação não só humanitária, mas ela também é estratégica tecnicamente para evitar a propagação [da Covid-19]", afirmou. Só na última quarta (20) foram confirmados 5.009 novos casos no Amazonas, sendo 3.632 na capital e 1.377 no interior. Esse é o maior número registrado em um único dia desde o início da pandemia. Até então, o recorde havia sido registrado em 29 de maio, primeiro pico da pandemia: 2.763. Essa escalada de diagnósticos de Covid-19 deve pressionar ainda mais os hospitais de Manaus, que já enfrentam crise de falta de leitos e de oxigênio, que vem provocando a morte de pacientes internados na capital e no interior do estado, relatam médicos e as próprias prefeituras. Na capital, hospitais da rede pública estão superlotados e operam acima da capacidade, com pacientes internados em poltronas por falta de leitos e taxas de ocupação chegando a 111% entre os leitos clínicos e 96% na UTI Covid, segundo o boletim epidemiológico do governo amazonense. Na rede privada, a taxa de ocupação é de 93% para os leitos de UTI Covid e 85%, entre os leitos clínicos. E, tanto na rede pública quanto na privada, a escassez de oxigênio tem levado os médicos a pedirem que os familiares dos pacientes levem cilindros com o insumo para garantir os tratamentos em caso de novas interrupções, que não estão descartadas. A campanha de vacinação foi suspensa em Manaus nesta quinta por, pelo menos, 24 horas após denúncias de favorecimento na aplicação de vacinas contra Covid-19. A Defensoria Pública do Amazonas recomendou a a reformulação do plano de vacinação dos profissionais de saúde em Manaus devido à "quantidade insuficiente de doses de vacina. As vacinas disponibilizadas nesta primeira fase pelo Ministério da Saúde, que devem ser suficientes para imunizar apenas 34% dos 56 mil servidores da saúde nas redes estadual e municipal da capital.

  • Reuters

    Governadores concordam em ceder ao Amazonas parcela maior de vacinas contra Covid

    BRASÍLIA (Reuters) - A crise enfrentada pelo sistema de saúde amazonense, causada pela severa segunda onda de Covid-19, levou os governadores dos demais Estados a fecharem um acordo para abrir mão de doses de vacinas contra o coronavírus que iriam receber nos próximos lotes do Ministério da Saúde em prol do Amazonas, para tentar controlar o espalhamento da doença no Estado.A ideia aprovada pelos governadores, de acordo com o coordenador de saúde do Fórum de Governadores, Wellington Dias (PI), é que um percentual de 5% das futuras doses previstas das vacinas CoronaVac e AstraZeneca seja separado para o Estado, o que representaria cerca de 300 mil doses.