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Atlético Mineiro | Últimas notícias sobre campeonatos e jogos

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    Galo fez nova proposta por Cavani oferecendo R$ 90 milhões

    O valor ofertado seria para três anos de contrato do atacante uruguaio

  • Folhapress

    A tabela da Copa do Brasil de 2020

    QUARTA FASE VOLTA 22/09 América-MG 3x1 Ponte Preta CRB 1x0 Juventude 23/09 Vasco 0x0 Botafogo Ceará 5x1 Brusque 24/09 Atlético-GO 3x1 Fluminense IDA 16/09 Ponte Preta 2x2 América-MG Fluminense 1x0 Atlético-GO Brusque 0x2 Ceará 17/09 Botafogo 1x0 Vasco Juventude 2x0 CRB TERCEIRA FASE VOLTA 25/08 Fluminense 3x0 Figueirense Afogados 0x2 Ponte Preta América-MG 1x0 Ferroviária 26/08 América-RN (3) 1x1 (5) Juventude Vitória 3x4 Ceará Goiás (2) 1x2 (3) Vasco Paraná 1x2 Botafogo CRB 1x1 Cruzeiro 27/08 São José-RS x Atlético-GO Brusque x Brasil de Pelotas IDA 10/03 Botafogo 1x0 Paraná 11/03 Cruzeiro 0x2 CRB Juventude 1x1 América-RN Figueirense 1x0 Fluminense Atlético-GO 2x0 São José-RS Ferroviária 0x0 América-MG 12/03 Vasco 0x1 Goiás Ceará 1x0 Vitória Brasil de Pelotas 0x1 Brusque Ponte Preta 3x0 Afogados SEGUNDA FASE 18/02 Vitória-ES 0x1 Figueirense 19/02 Náutico (3) 1x1 (4) Botafogo Oeste (2) 1x1 (4) Ceará Paysandu (3) 1x1 (5) CRB 20/02 Brusque 5x1 Remo 26/02 Afogados (7) 2x2 (6) Atlético-MG River-PI (3) 1x1 (4) América-RN XV de Piracicaba (7) 1x1 (8) Juventude Paraná 3x2 Bahia de Feira Ferroviária 6x2 Águia Negra 27/02 Ponte Preta (5) 0x0 (3) Vila Nova São José-RS (5) 0x0 (4) Chapecoense 04/03 Fluminense 2x0 Botafogo-PB Brasil de Pelotas 1x0 Manaus Boa Esporte (4) 1x1 (5) Cruzeiro Atlético-GO (4) 1x1 (3) Santa Cruz Santo André 0x2 Goiás 05/03 Vasco 1x0 ABC Operário-PR 0x2 América-MG Vitória 3x1 Lagarto PRIMEIRA FASE 05/02 River-PI 1x0 Bahia São Luiz 0x0 América-RN Coruripe 0x0 Juventude XV de Piracicaba 1x0 Londrina Caxias 1x1 Botafogo Palmas 0x2 Paraná Bahia de Feira 3x1 Luverdense Vilhenense 1x1 Boa Esporte Independente-PA 2x3 CRB Operário-MT 0x0 Santa Cruz Aquidauanense 0x1 ABC Barbalha 0x3 Operário-PR Santos-AP 1x1 América-MG Santo André 4x1 Criciúma Fast Clube 0x2 Goiás 06/02 Brasiliense 1x1 Paysandu Vitória-ES 2x1 CSA Novorizontino 1x2 Figueirense União Rondonópolis 0x1 Atlético-GO 11/02 Imperatriz 0x0 Vitória 12/02 Toledo 0x2 Náutico Brusque 2x1 Sport Freipaulistano 1x2 Remo Gama 3x3 Brasil de Pelotas Atlético-BA 0x0 Botafogo-PB Caucaia 1x2 São José-RS Bragantino-PA 1x2 Ceará Bangu 1x1 Oeste Campinense x Atlético-MG Galvez 0x1 Vila Nova Altos 1x1 Vasco Águia Negra 2x1 Sampaio Corrêa Manaus 1x0 Coritiba 13/02 Afogados 3x0 Atlético-AC São Raimundo-RR 2x2 Cruzeiro Novo Hamburgo 1x2 Ponte Preta Ferroviária 2x0 Avaí 19/02 Boavista 0x2 Chapecoense Lagarto 1x0 Volta Redonda 26/02 Moto Club 2x4 Fluminense

  • Folhapress

    Reunião da CBF tem bate-boca e Flamengo pedindo volta de torcida

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em uma reunião tensa e de quase três horas, a CBF e os dirigentes da Série A do Campeonato Brasileiro não chegaram em nenhum acordo nesta quinta-feira (24) para que seja liberado a volta do torcedor ao estádio. O encontro virtual ainda teve uma discussão acalorada entre os presidentes da Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro), Rubens Lopes, e da CBF, Rogério Caboclo. O mandatário da entidade que comanda o futebol no país é favorável ao retorno, mas depois de ouvir os times, decidiu abrir votação. Lopes, então, começou a questioná-lo e disse que isso era ditadura velada, que uma reunião informal não poderia ter força de voto como em um conselho técnico ou assembleia. Segundo integrantes dessa reunião, apenas representantes do Flamengo e da Ferj não se recusaram a voltar com o campeonato antes da liberação das torcidas ser para todos os envolvidos. O clube, assim como a a federação de seu estado, entende que a CBF não teria poder de deliberar sobre o tema. Argumentaram ainda que a decisão sobre o público nos estádios não deve passar pela CBF, mas sim pelas gestões locais. A reportagem procurou a equipe carioca, que disse não querer se pronunciar sobre o assunto. A maioria dos presidentes, no entanto, posicionou-se de forma contrária ao retorno do público, mesmo que com até 30% da capacidade dos estádio. O consenso que são necessárias autorizações das 11 cidades envolvidas na competição. Conforme adiantou o jornal Folha de S.Paulo na quarta-feira (23), o fato de governos como o de São Paulo vetarem o futebol com torcida melou os planos da CBF de ter público nos jogos já em outubro. Uma nova reunião, ainda sem data definida, deverá ser realizada. Uma das hipóteses ventiladas no encontro é de que em novembro, no início do segundo turno do campeonato, a situação do vírus possa ter arrefecido ainda mais em todos os locais da competição e o futebol voltar a ter público liberado. No Rio de Janeiro, a volta das torcidas tem causado tensão entre as gestões municipal e estadual. Primeiro, o prefeito Marcelo Crivella afirmou que permitiria ao Flamengo ocupar 20% das arquibancadas do Maracanã, já no próximo dia 4 de outubro, em jogo contra o Athletico. O governo então respondeu mantendo a proibição para eventos esportivos. Porém, nesta quinta, um decreto do governador em exercício, Cláudio Castro (PSC), autorizou a volta das torcidas para as cidades que estejam com bandeiras amarela (caso da capital, segundo o último balanço da Secretaria de Saúde) ou verde na escala de graduação fluminense para o estágio da pandemia. Os demais clubes do país, que já estavam em alerta desde a sinalização de Crivella, uniram-se para afirmar que, ou haveria torcida para todos, ou para ninguém. Levantamento feito pela Folha de S.Paulo mostrou que antes da reunião desta quinta com a CBF, 13 dos 20 clubes da Série A só aceitariam a presença de torcida nos estádios se isso fosse possível em todas as 11 cidades sede do torneio. Leia mais: No Brasileiro sem torcida, mandantes levam mais cartões e vencem menos No entendimento deles, só assim poderia ser preservado o princípio de isonomia -de igualdade dentro da competição. Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Santos, Grêmio, Internacional, Atlético-MG, Botafogo, Goiás, Atlético-GO, Coritiba, Vasco e Fortaleza adiantaram à reportagem que não aceitariam torcida só em alguns estádios. Flamengo e Fluminense não quiseram se manifestar antes da reunião; Athletico, Red Bull Bragantino e Sport não responderam; Ceará e Bahia, este último afirmando preferência pela isonomia, disseram que ainda não tinham definido suas posições. A maior movimentação de alguns clubes e da CBF para a retomada de torcida nos estádios se deu após aval do Ministério da Saúde à entidade que comanda o futebol brasileiro na última terça-feira (22). Segundo o governo, está permitido que jogos recebam 30% de sua capacidade máxima e apenas a torcida visitante. No entanto, a entidade federal deixa à cargo das administrações locais a efetivação ou não da medida, e a reação foi rápida. Na quarta-feira (23), o governo de João Doria (PSDB), em São Paulo, vetou a proposta que recebeu da confederação para que já em outubro o jogo entre a seleção brasileira e a Bolívia, pelas Eliminatórias da Copa, tivesse torcida. Também negou o pedido para o Campeonato Brasileiro ter público neste momento da pandemia. Atualmente, todo o estado está na fase amarela, e ainda precisaria passar pela verde para chegar a este patamar. O governo de São Paulo afirmou ainda que no pedido enviado pela CBF para a liberação parcial das arquibancadas, a estimativa era de que cada partida reunisse até 20 mil torcedores. Outras autoridades, como os prefeitos Nelson Marchezan Júnior (PSDB), de Porto Alegre, e Alexandre Kalil (PHS, e ex-presidente do Atlético-MG), de Belo Horizonte, se declararam contrários ao retorno do público.

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    Réver treina 'mascarado' e tem chances de jogar contra o Grêmio

    O capitão do Galo sofreu uma fratura no nariz, foi operado, mas seguiu trabalhando normalmente na Cidade do Galo

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    Ronaldinho confessa saudades de BH: 'Sempre um prazer poder voltar'

    R10 está visitando as obras da Arena MRV, futuro estádio do Atlético-MG

  • Folhapress

    A tabela do Campeonato Brasileiro de 2020

    Posição - Time - Pontos - Jogos - Vitórias - Empates - Derrotas - Gols pró - Gols contra - Saldo 1 - Atlético-MG - 21 - 10 - 7 - 0 - 3 - 18 - 12 - 6 2 - Internacional - 20 - 11 - 6 - 2 - 3 - 15 - 7 - 8 3 - São Paulo - 18 - 10 - 5 - 3 - 2 - 13 - 11 - 2 4 - Palmeiras - 18 - 10 - 4 - 6 - 0 - 14 - 9 - 5 5 - Vasco - 17 - 10 - 5 - 2 - 3 - 15 - 10 - 5 6 - Flamengo - 17 - 10 - 5 - 2 - 3 - 13 - 13 - 0 7 - Sport - 17 - 12 - 5 - 2 - 5 - 12 - 13 - (-1) 8 - Santos - 16 - 11 - 4 - 4 - 3 - 14 - 12 - 2 9 - Fortaleza - 15 - 11 - 4 - 3 - 4 - 11 - 9 - 2 10 - Fluminense - 14 - 11 - 4 - 2 - 5 - 12 - 14 - (-2) 11 - Ceará - 13 - 11 - 4 - 1 - 6 - 12 - 16 - (-4) 12 - Grêmio - 13 - 10 - 2 - 7 - 1 - 9 - 7 - 2 13 - Corinthians - 12 - 11 - 3 - 3 - 5 - 15 - 17 - (-2) 14 - Atlético-GO - 12 - 10 - 3 - 3 - 4 - 12 - 15 - (-3) 15 - Athletico-PR - 11 - 10 - 3 - 2 - 5 - 8 - 10 - (-2) 16 - Coritiba - 11 - 11 - 3 - 2 - 6 - 8 - 12 - (-4) 17 - Red Bull Bragantino - 10 - 11 - 2 - 4 - 5 - 14 - 18 - (-4) 18 - Botafogo - 10 - 10 - 1 - 7 - 2 - 9 - 11 - (-2) 19 - Bahia - 9 - 10 - 2 - 3 - 5 - 12 - 18 - (-6) 20 - Goiás - 8 - 8 - 2 - 2 - 4 - 11 - 13 - (-2) 12ª RODADA 23/09 Sport 1x0 Corinthians 26/09 Inter x São Paulo Athletico-PR x Bahia Atlético-MG x Grêmio 27/09 Vasco x Red Bull Bragantino Palmeiras x Flamengo Ceará x Goiás Atlético-GO x Botafogo Santos x Fortaleza 28/09 Fluminense x Coritiba 11ª RODADA 26/08 São Paulo 1x0 Athletico-PR 16/09 Corinthians 3x2 Bahia 19/09 Red Bull Bragantino 4x2 Ceará Fortaleza 1x0 Inter Atlético-GO 3x4 Atlético-MG 20/09 Grêmio 1x1 Palmeiras Coritiba 0x1 Vasco Botafogo 0x0 Santos Sport 1x0 Fluminense 13/10 Flamengo x Goiás 10ª RODADA 12/09 Athletico-PR 1x0 Coritiba Santos 2x2 São Paulo 13/09 Fluminense 2x1 Corinthians Grêmio 1x1 Fortaleza Atlético-MG 2x1 Red Bull Bragantino Bahia 0x1 Atlético-GO Ceará 2x0 Flamengo Goiás 1x0 Internacional Palmeiras 2x2 Sport Botafogo 2x3 Vasco 9ª RODADA 09/09 Athletico-PR 1x1 Botafogo Fortaleza 1x0 Sport Goiás 3x3 Coritiba São Paulo 1x1 Red Bull Bragantino Fluminense 1x2 Flamengo Santos 3x1 Atlético-MG 10/09 Corinthians 0x2 Palmeiras Internacional 2x0 Ceará Bahia 0x2 Grêmio Vasco 1x2 Atlético-GO 8ª RODADA 05/09 Flamengo 2x1 Fortaleza Corinthians 2x2 Botafogo Ceará 0x1 Santos 06/09 Red Bull Bragantino 1x2 Palmeiras São Paulo 3x1 Fluminense Internacional 2x2 Bahia Sport 2x1 Goiás Vasco 1x0 Athletico-PR Atlético-GO 1x1 Grêmio Coritiba 0x1 Atlético-MG 7ª RODADA 02/09 Ceará 1x0 Fortaleza Fluminense 1x1 Atlético-GO Goiás 1x2 Corinthians Botafogo 0x0 Coritiba Bahia 3x5 Flamengo Athletico-PR 1x1 Red Bull Bragantino Palmeiras 1x1 Internacional Santos 2x2 Vasco 03/09 Grêmio 1x2 Sport Atlético-MG 3x0 São Paulo 6ª RODADA 29/08 Botafogo 0x2 Internacional Fluminense 2x1 Vasco Bahia 1x1 Palmeiras Fortaleza 3x0 Red Bull Bragantino 30/08 São Paulo 2x1 Corinthians Santos 0x1 Flamengo Coritiba 1x0 Sport Atlético-GO 0x2 Ceará A definir Atlético-MG x Athletico-PR Grêmio x Goiás 5ª RODADA 22/08 Athletico-PR 0x1 Fluminense Internacional 1x0 Atlético-MG Goiás 2x0 Atlético-GO 23/08 Flamengo 1x1 Botafogo Vasco 0x0 Grêmio Palmeiras 2x1 Santos Red Bull Bragantino 1x2 Coritiba Sport 0x1 São Paulo Ceará 2x0 Bahia 26/08 Corinthians 1x1 Fortaleza 4ª RODADA 19/08 Flamengo 1x1 Grêmio Red Bull Bragantino 2x1 Fluminense Athletico-PR 0x1 Palmeiras Internacional 3x0 Atlético-GO Goiás 1x3 Fortaleza Botafogo 2x1 Atlético-MG Corinthians 3x1 Coritiba 20/08 Sport 0x1 Santos São Paulo 1x1 Bahia Ceará 3x0 Vasco 3ª RODADA 15/08 Grêmio 0x0 Corinthians Coritiba 0x1 Flamengo Palmeiras 1x1 Goiás 16/08 Atlético-MG 2x0 Ceará Vasco 2x1 São Paulo Bahia 2x1 Red Bull Bragantino Fluminense 2x1 Internacional Atlético-GO 1x1 Sport Fortaleza 0x0 Botafogo Santos 3x1 Athletico-PR 2ª RODADA 12/08 Red Bull Bragantino 1x1 Botafogo Atlético-MG 3x2 Corinthians Athletico-PR 2x1 Goiás Bahia 1x0 Coritiba Atlético-GO 3x0 Flamengo Fluminense 1x1 Palmeiras Ceará 1x1 Grêmio 13/08 São Paulo 1x0 Fortaleza Internacional 2x0 Santos Vasco 2x0 Sport 1ª RODADA 08/08 Fortaleza 0x2 Athletico-PR Coritiba 0x1 Internacional Sport 3x2 Ceará 09/08 Flamengo 0x1 Atlético-MG Grêmio 1x0 Fluminense Santos 1x1 Red Bull Bragantino 30/09 Botafogo x Bahia Corinthians x Atlético-GO A definir Palmeiras x Vasco Goiás x São Paulo

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    Sampaoli 'desiste' de liberar Dylan Borrero para empréstimo no Galo

    O treinador foi convencido pelo desempenho do meia nos treinos e após uma conversa com Alexandre Mattos, diretor de futebol alvinegro

  • Folhapress

    Governo Doria veta torcida nos jogos do Brasileiro e da seleção em São Paulo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O governo do estado de São Paulo negou nesta quarta-feira (23) o pedido da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para a liberação de público nos jogos do Campeonato Brasileiro e no confronto da seleção contra a Bolívia, válido pelas eliminatórias da Copa do Mundo de 2022. “O cenário atual da pandemia [de coronavírus] no estado de São Paulo não permite a retomada de público em eventos associados a grandes aglomerações, como nas partidas de futebol de qualquer categoria”, afirmou nesta quarta-feira (23) José Medina, coordenador do Centro de Contingência da Covid-19 do governo de João Doria (PSDB). Segundo Medina, a solicitação da CBF não era apenas para que o Brasileiro pudesse ter torcida, mas também o jogo entre Brasil e Bolívia, no próximo dia 9 de outubro, marcado para a Arena Neo Química. Na última terça-feira (22), a CBF conseguiu o aval do Ministério da Saúde para jogos com até 30% das arquibancadas ocupadas. Porém, para que isso ocorra, é necessária a autorização das administrações locais, o que não aconteceu em São Paulo. A decisão do governo Doria pode melar a intenção da CBF de retornar com o público no Nacional, uma vez que o entendimento de parte dos clubes é de que só pode haver torcida se as condições forem iguais para todos os 20 participantes da Série A. O presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, já se manifestou publicamente e ameaçou deixar o campeonato caso os torcedores sejam liberados apenas em alguns estados. Clubes como Atlético-MG e Grêmio têm o mesmo entendimento dos corintianos. “Sou a favor do retorno imediato desde que respeitados todos os protocolos de saúde de segurança sanitária. Importante ressaltar que deve-se buscar a isonomia, voltando o público em todas as praças ao mesmo tempo", diz à reportagem Sérgio Sette Câmara, presidente do clube mineiro. “Eu defendo a isonomia, a igualdade técnica, os protocolos muito rígidos e um público menor nos estádios para recomeçar. É possível fazer do ponto de vista sanitário", afirma o presidente gremista Romildo Bolzan Júnior, mas acrescenta: " não é um estado ali ou município aqui que vá organizar isso para que todas as praças retornem ao mesmo tempo”. Em São Paulo, além do Corinthians, o Palmeiras pediu o respeito da isonomia entre as equipes. "A presença de torcida deve se aplicar a todos os clubes ou a nenhum", se manifestou a agremiação. São Paulo e Santos também são contra o retorno de maneira desigual. Segundo a CBF, será realizada uma reunião com os representantes dos times nesta quinta (24), às 16h30, por videoconferência, para discutir o plano. De acordo com o governo paulista, a proposta da entidade que comanda o futebol brasileiro prevê que os clubes paulistas (Santos, São Paulo, Corinthians, Palmeiras e Bragantino) poderiam mobilizar até 20 mil torcedores por partida. “Nesse tipo de evento, ocorre um fluxo de pessoas de diferentes origens geográficas, com prevalência diferentes da doença e que produzem aglomerações difíceis de serem moduladas para garantir o permanente distanciamento recomendado”, explicou Medina. Ele também ressaltou que o número grande de assintomáticos para a doença faz com que este tipo de situação seja um polo de proliferação em potencial e informou que a decisão do comitê se deu por unanimidade de seus integrantes. Medina justificou a decisão pelo fato de que países em estado mais avançado da pandemia, como a Inglaterra, ainda não liberaram as arquibancadas para os torcedores, e exaltou que o protocolo dos jogos sem público, utilizado desde o Campeonato Paulista, tem funcionado. Pelo plano de afrouxamento da quarentena em São Paulo, eventos com aglomerações só podem acontecer na fase azul, a última escala das etapas de flexibilização das restrições. Até esta quarta, o estado encontra-se na amarela, duas fases atrás da que permite maior liberdade. Já a Federação Paulista de Futebol afirmou em nota que "somente seja permitido público nos estádios caso haja uniformidade de decisões por parte dos estados que tenham equipes envolvidas na competição". No Rio de Janeiro, há uma disputa entre as gestões municipais e estaduais. O prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) afirmou no último dia 18 que queria colocar até 20 mil pessoas no Maracan㠖cerca de 25% dos quase 80 mil que o estádio comporta— para a partida entre Flamengo e Athletico-PR, pelo Brasileiro, marcada para 4 de outubro. A intenção, no entanto, foi barrada pelo governo fluminense, que um dia depois anunciou a prorrogação da proibição de presença de público em eventos esportivos. "A abertura de estádios é totalmente imprudente e desnecessária ​porque tem riscos no local e no transporte. Não há nenhum local no mundo que está aceitando a volta de torcidas [na proporção de 30%]. Com certeza, o estádio é um dos locais de maior espalhamento [do vírus], afirmou o epidemiologista Paulo Lotufo. Desde março, quando os campeonatos estaduais e a Copa Libertadores foram paralisados como forma de mitigar a contaminação pelo coronavírus, os times de futebol amargam com perdas de receitas sem a comercialização de ingressos e o chamado "matchday" (ganhos com camarotes e cadeiras cativas, além da venda de alimentos e bebidas no dia de jogo). Segundo estudo da consultoria EY sobre os impactos da Covid-19, divulgado em maio, haverá redução entre 55% e 65% com matchday caso não haja público nos estádios até o fim deste ano. Esta receita despencaria de R$ 952 milhões, obtidos em 2019, para R$ 415 milhões. O relatório aponta que, com a pandemia, as 20 agremiações, que faturaram R$ 6 bilhões ao todo em 2019, terão uma retração de 22% (R$ 1,34 bilhão) a 32% (R$ 1,92 bilhão).

  • Folhapress

    Maioria dos clubes da Série A só aceita torcida no estádio se for para todos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Para a maioria dos dirigentes da Série A, o retorno das torcidas aos estádios de futebol no Campeonato Brasileiro só deverá ocorrer se houver respeito ao princípio da isonomia na competição. Isso poderá melar as intenções da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) de ter público nos jogos já em outubro. A reportagem questionou representantes dos 20 clubes da Série A sobre a liberação para os torcedores, e 13 deles afirmaram que só aceitam a medida caso valha para todos. A confederação tem o aval do Ministério da Saúde para que os estádios recebam no máximo 30% de sua ocupação máxima e apenas a torcida do time mandante, mas para a medida ser colocada em prática, é necessária a permissão das autoridades sanitárias de cada estado e município onde as partidas serão realizadas. O governo de São Paulo, no entanto, já afirmou nesta quarta-feira (23) que não permitirá o retorno do torcedor ao estádio tão cedo. Também há autoridades municipais, como os prefeitos Nelson Marchezan Júnior (PSDB), de Porto Alegre, e Alexandre Kalil (PHS, e ex-presidente do Atlético-MG), de Belo Horizonte, que se declararam contrários ao retorno do público. Essa imposição gerou receio entre os cartolas. Para Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Santos, Grêmio, Internacional, Atlético-MG, Botafogo, Goiás, Atlético-GO, Coritiba, Vasco e Fortaleza, só deve haver liberação para torcida nos jogos do Brasileiro se a medida valer para todas as 11 cidades sedes do campeonato. Dirigentes de clubes e da CBF se reunirão na tarde desta quinta-feira (24) para debater o assunto por videoconferência. "Apoio a ideia dentro de critérios rígidos e gerais, não é um estado ali ou município aqui que vá organizar isso, e que todas as praças retornem ao mesmo tempo", diz Romildo Bolzan Júnior, presidente do Grêmio. "A definição sobre a presença de público nos estádios passa pelos órgãos de saúde. Não cabe aos clubes essa decisão. O que precisamos preservar é a isonomia do campeonato", afirmou Alexandre Chaves Barcellos, vice-presidente do Internacional. "O Botafogo defende o princípio da isonomia, uma premissa básica quando se fala em competição. Precisa contemplar todos os clubes e os cenários vivenciados em todo o país, sob os mesmos critérios", diz o presidente do Botafogo, Nelson Mufarrej. "É imprescindível que haja o respaldo dos órgãos de saúde e que ocorra sem açodamentos." Procurados pela reportagem, Flamengo e Fluminense não quiseram se manifestar antes da reunião de quinta. Athletico, Red Bull Bragantino e Sport não responderam até a publicação deste texto. O presidente do Ceará, Robinson de Castro, defendeu o retorno do torcedor aos estádios, mas afirmou que a forma como isso deve acontecer ainda precisa ser debatida. Guilherme Bellintani, mandatário do Bahia, também espera o desfecho da reunião para se pronunciar. "Vamos discutir entre nós [cartolas] e, com argumentos ponderados e cuidadosos, vamos chegar a um denominador comum. Mas claro que o ideal é que todos os clubes estejam com o público ao mesmo tempo", afirmou. Ao canal SporTV, o secretário-geral da CBF, Walter Feldman, indicou que sem unanimidade, a confederação irá abrir mão da ideia. "Vamos buscar o equilíbrio técnico para que a maioria das cidades tenham a oportunidade de se manifestar, para ver se é possível construir um consenso de um retorno seguro, integrado, sistêmico e gradual. Se houver consenso, avançaremos, se não, vamos recuar", declarou. No Rio de Janeiro, há divergências entre prefeitura e o governo estadual sobre o retorno das torcidas. No último dia 18, o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) disse que queria colocar até 20 mil pessoas no Maracanã -cerca de 25% das 80 mil pessoas que o estádio comporta-- para a partida entre Flamengo e Athletico-PR, pelo Brasileiro, marcada para 4 de outubro. Porém, no dia seguinte, o governador interino do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PSC), prorrogou as medidas de isolamento social no estado, suspendendo a realização de eventos esportivos e culturais, entre outros, com a presença de público. A CBF agendou a reunião com os cartolas depois que o Ministério da Saúde concedeu o seu aval nesta terça-feira. A presença de público nos estádios gerou críticas de infectologistas, ouvidos pela reportagem. "A abertura de estádios é totalmente imprudente e desnecessária porque tem riscos no local e no transporte. Não há nenhum local no mundo que está aceitando a volta de torcidas [na proporção de 30%]. Com certeza, o estádio é um dos locais de maior espalhamento [do vírus], afirmou o epidemiologista Paulo Lotufo. Relembre: Jogo da Champions pode ter espalhado coronavírus a milhares na Itália Coordenador do Comitê de Combate à Covid-19 do estado de São Paulo, José Medina lembrou ainda que, pelo plano de flexibilização da quarentena no estado, eventos com potencial de aglomeração, como é o caso dos esportivos, só podem acontecer com público na fase azul, a última do gradual afrouxamento de restrições. Atualmente, todo o estado está na fase amarela, e ainda precisaria passar pela verde para chegar a este patamar. O governo de São Paulo afirmou ainda que no pedido enviado pela CBF para a liberação parcial das arquibancadas, a estimativa era de que cada partida reunisse até 20 mil torcedores. O governo também negou o pedido para que o jogo entre Brasil e Bolívia, marcado para o próximo dia 9 de outubro, na Arena Neo Química, pelas eliminatórias da Copa, recebesse público.

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    Meia Alê, do América-MG, está na mira do Galo segundo Lisca

    O treinador do Coelho revelou o interesse do Atlético-MG no jogador americano

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