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Empreendedorismo | Notícias para empreendedores

Investimento socialmente responsável no centro da inovação em títulos de ajuda para a Covid-19 do CIP de Santa Lúcia

  • À raiz dos desafios socioeconômicos globais criados pela crise da COVID-19, os países do mundo todo estão sendo pressionados a inovar em um esforço para fazer suas economias avançarem. O Programa de Cidadania por Investimento (CIP) de Santa Lúcia não é exceção, com consciência da necessidade pragmática de modernização, juntamente com seu entendimento das necessidades dos investidores em potencial, impulsionando sua opção inovadora de Títulos de Ajuda para a COVID-19.

Líderes: Entrevistas com CEO's brasileiros

Líderes: Home office agora é permanente? Com Fabio Costa (Salesforce) e Mauro Ribeiro Neto (Banco do Brasil)

O futuro do trabalho é home office o tempo inteiro? Apesar da quarentena ter mostrado que é possível unir eficiência ao trabalho remoto, isso cancela a necessidade de um ambiente físico? Neste episódio, Fabio Costa, vice-presidente da Salesforce no Brasil, e Mauro Ribeiro Neto, presidente corporativo do Banco do Brasil, discutem o modelo ideal para o funcionário.
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  • Folhapress

    Pandemia interrompe participação crescente de mulheres no empreendedorismo, diz estudo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um levantamento do Sebrae obtido pelo jornal Folha de S.Paulo mostra que a pandemia interrompeu um ciclo de crescimento de quatro anos contínuos da participação feminina no empreendedorismo brasileiro. No terceiro trimestre do ano passado, a proporção de mulheres entre os donos de negócio caiu quase um ponto percentual em comparação com o mesmo período de 2019 —chegando a 33,6% dos cerca de 25,6 milhões empreendedores no país. Em números absolutos, a queda representa um retorno a patamares abaixo dos vistos em 2017, com a perda de 1,3 milhão de mulheres à frente de um negócio. O estudo mostra que todos foram afetados pela crise da Covid-19, mas as mulheres foram mais, afirma Renata Rodrigues Malheiros, analista de relacionamento com o cliente e coordenadora do projeto Sebrae Delas. Para a especialista, entre as razões que explicam essa ruptura está o desequilíbrio na divisão das tarefas domésticas, problema que, além de empreendedoras, também afetou mulheres no ambiente acadêmico e nas empresas privadas no ano passado. “Durante uma crise, você precisa se dedicar mais horas à inovação. Mas como vou fazer isso se estou cuidando de três filhos em aulas virtuais? A situação que estamos vendo é um reflexo da divisão de papéis. Isso, quando não estamos falando de mães solo. A pandemia é a mesma tempestade para todos, mas nem todos estão no mesmo barco”, diz. Para a especialista, o tempo gasto com atividades de cuidado também se reflete em outro dado do mesmo levantamento do Sebrae: quando comparadas aos homens, as empreendedoras trabalham menos horas por semana em seus negócios —59% delas trabalham menos de 40 horas semanais. Apesar de ser agravada com pandemia, essa disparidade já era anterior. As mulheres dedicaram aos cuidados de pessoas ou afazeres domésticos quase o dobro de tempo que os homens em 2019, de acordo dados mais recentes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Quando se fala em nível de ocupação, existe uma diferença entre homens e mulheres na faixa dos 25 a 49 anos com crianças de até três anos em casa. Para elas, a taxa é de 54,6% e, para eles, de 89,2% —entre mulheres pretas ou pardas, o índice cai para 49,7%. Os números constam no levantamento “Estatísticas de Gênero: Indicadores Sociais das Mulheres no Brasil”, divulgado nesta quinta (4) pelo instituto. A pandemia escancara fragilidades que já existiam estruturalmente e algumas dessas dificuldades se acumulam de acordo com vulnerabilidades históricas, como é o caso de mulheres negras, indígenas e mães, diz Tayna Leite, gerente do Ganha-Ganha Brasil, programa para estimular a equidade de gênero nos negócios realizado pela ONU Mulheres em parceria com a (OIT) Organização Internacional do Trabalho e União Europeia. Uma dessas fragilidades é o estereótipo de gênero estabelecido em torno dos cuidados, diz Tayna. “A feminização do cuidado é atribuir essa responsabilidade à mulher. Precisamos mostrar que o cuidado é uma responsabilidade coletiva, não há nada inerente à natureza feminina ligada a ele. É um passo que parece simples, mas não é”, diz Tayna. Outro fator que indica como as empreendedoras foram afetadas pela pandemia é a área de negócios em que atuam: segundo o estudo do Sebrae, mulheres estão mais presentes no setor de serviços (50%, contra 34% dos homens), bastante afetado pela crise. Ao abrir negócios, muitas empreendedoras optam por um segmento em que já têm uma habilidade desenvolvida, diz Regina Madalozzo, coordenadora do Núcleo de Mulheres e Território do Insper. “No mercado de trabalho ou no empreendedorismo, elas só se sentem preparadas quando têm completo domínio do que estão fazendo. E seguro é ficar em tarefas de cuidado”, diz a especialista. Ainda que tenham mais instrução (maior porcentagem de ensino superior comparado a homens até a faixa dos 64 anos, segundo o IBGE), as mulheres não procuram áreas de estudo como matemática e isso impacta na sua relação a tecnologia, diz Dani Junco, fundadora da B2Mamy, que capacita e conecta mães ao ecossistema de inovação e tecnologia. Em 2019, mulheres correspondiam a apenas 13,3% das matrículas nos cursos presenciais de graduação na área de computação e tecnologias da informação, contra 88,3% na área de bem-estar (que inclui cursos como serviço social), segundo levantamento organizado pelo IBGE. Quando iniciam capacitações relacionadas ao tema de tecnologia na B2Mamy, muitas mulheres se questionam por que nunca haviam cogitado atuar no setor, diz Junco. “Elas imaginam que é uma coisa de outro mundo. Mas, quando começam a trabalhar com isso, pensam ‘uau, como não mudei de área antes’. Tem muita vaga e dinheiro para quem quer trabalhar nesse setor”, diz ela. Com o conjunto de dificuldades enfrentadas no dia a dia, mulheres parecem ter sido mais afetadas psicologicamente do que homens com os impactos da pandemia, de acordo com dados de uma pesquisa realizada pelo Instituto Rede Mulher Empreendedora feita com 1.555 empreendedores entre setembro e outubro do ano passado. Segundo o documento, as palavras mais citadas pelas mulheres sobre como se sentem nos últimos meses foram ansiosa (66%), confiante (60%) e cansada (52%) —para os homens, em contraposição, as palavras foram confiante (65%), ansioso (58%) e tranquilo (39%). Apesar desse cenário, as mulheres foram capazes de buscar inovações para manter seus negócios, lembra Ana Fontes, fundadora da Rede Mulher Empreendedora. “Cerca de 40% das empreendedoras têm no negócio a principal fonte de renda, então inovar não é uma questão só estratégica, mas uma questão de sobrevivência. Elas aplicaram medidas práticas, como reduzir despesas, reorganizar as contas, postergar dívidas, mas também procuraram o caminho da capacitação, principalmente no que diz respeito a transformação digital”, diz. Além da capacitação, as redes de troca entre empreendedoras vêm se consolidando como alternativa para aquelas que estão em busca de apoio ou soluções para o negócio. “As redes ajudam a encurtar distâncias, mas também são espaços fundamentais de troca. Culpa materna é uma das questões que as empreendedoras mais trazem a nós. E isso impacta toda a gestão da empresa”, diz Renata Malheiros, do Sebrae. * VEJA PROGRAMAS DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO FEMININO B2Mamy Womby O projeto B2Mamy tem diferentes frentes de capacitação para mães, entre eles o Womby, voltado a mulheres periféricas, com formação em profissões digitais. Além disso, também tem uma casa em Pinheiros que funciona como hub, em que mulheres podem se conectar umas com as outras b2mamy.com.br Sebrae Delas Projeto de aceleração voltado a empreendedoras mulheres, que oferece capacitação e acesso a eventos e redes de networking sebrae.com.br/delas Plataforma B2B Com objetivo de promover oportunidade de negócios, o site é parte do programa Ganha-Ganha, da ONU Mulheres, e serve como ponte entre mulheres empreendedoras e empresas que querem comprar produtos ou serviços. Quem faz a inscrição, que vai até 18 de março, pode depois participar de rodadas de conversas e negócios de diferentes setores. mujeres-vanguardia-nuevas-economias.b2match.io/ Potência Feminina Programa do Instituto Rede Mulher Empreendedora é feito parceria com o Google e oferece capacitações gratuitas em empreendedorismo e empregabilidade e tecnologia para mulheres. Além da iniciativa, o instituto tem outros programas como o Ela Pode e Elas Prosperam, e uma programação voltada ao Dia Internacional das Mulheres rme.net.br/2021/03/03/oportunidades-incriveis-para-mulheres-rme-e-instituto-rme/

  • Business Wire

    Investimento socialmente responsável no centro da inovação em títulos de ajuda para a Covid-19 do CIP de Santa Lúcia

    À raiz dos desafios socioeconômicos globais criados pela crise da COVID-19, os países do mundo todo estão sendo pressionados a inovar em um esforço para fazer suas economias avançarem. O Programa de Cidadania por Investimento (CIP) de Santa Lúcia não é exceção, com consciência da necessidade pragmática de modernização, juntamente com seu entendimento das necessidades dos investidores em potencial, impulsionando sua opção inovadora de Títulos de Ajuda para a COVID-19.

  • Agência Brasil

    Pequenas empresas veem oportunidades geradas pela crise

    Apesar de quase metade (49%) das micro, pequenas e médias empresas terem sofrido impactos negativos devido à crise gerada pela pandemia de covid-19, 90% acreditam que o momento abriu novas oportunidades. Esses são os resultados da pesquisa feita pela Serasa Experian ouvindo 521 empreendedores de pequeno e médio porte. Para 38% dos empresários, a crise abriu espaço para aprender novas modalidades de vendas, 33% acreditam que o momento permite empreender e inovar, enquanto 33% estão revendo as parcerias e os fornecedores. Outras oportunidades citadas pelos micro e pequenos empreendedores foram: aplicar estratégias de acordo com o perfil dos clientes (26%), investir em novas tecnologias (26%) e ter mais tempo para planejamento e gestão (21%). Mais da metade (52,6%) dos empresários pretende expandir os negócios com o fim da crise e retomada da economia, enquanto 29,2% estimam que conseguiram voltar ao mesmo patamar de antes da pandemia. Impactos Fora os 49% que afirmam ter sofrido os efeitos negativos da crise, 36% disseram não ter tido perdas e 15% conseguiram ter um saldo positivo no período. A principal mudança estrutural promovida pelas empresas foi a alocação de recursos para trabalhar e atender de forma remota, mencionada por 53,2%, seguida pelos investimentos em tecnologia para as vendas não presenciais (51,7%). A gestão financeira foi um ponto em que 39,4% dos empreendedores fizeram alterações importantes para passar pelo período.

  • Canaltech

    Como os (des)encontros geracionais nas redes influenciam a inovação do virtual

    Há quem diga que existe uma complexidade desafiadora nas interações e trocas intergeracionais. Os conflitos de ideias, valores e ações são inevitáveis, pois cada geração experienciou um contexto político, histórico e evolutivo diferente

  • Folhapress

    Plataforma Refugiados Empreendedores dá visibilidade a quem tem negócios no país

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Pessoas em situação de refúgio que possuem negócios no Brasil podem anunciar na plataforma Refugiados Empreendedores, criada pela Agência da ONU para Refugiados (Acnur) e pela Rede Brasil do Pacto Global. A iniciativa dá visibilidade a empresários refugiados que residem em cidades brasileiras e reúne material de apoio, capacitação e mentoria para que fortaleçam seus negócios no país. Na plataforma é possível conhecer a trajetória dos empreendedores e adquirir seus produtos e serviços. Para inscrever negócios em qualquer área, formais ou informais, as pessoas devem estar em situação de refúgio, serem solicitantes de refúgio ou, no caso de venezuelanos, ter status de residente temporário. Para Paulo Sergio Almeida, Oficial de Meios de Vida do ACNUR, é fundamental que refugiados possam ter apoio para a criação, manutenção e expansão de seus negócios. “A plataforma Refugiados Empreendedores dá visibilidade às suas histórias de superação e resiliência e permite acessar seus produtos e serviços”, afirma. Ele aponta que cada vez mais pessoas refugiadas estão empreendendo do Brasil, gerando renda e contribuindo com as comunidades onde estão inseridas. “No contexto da Covid-19, tiveram que superar novos desafios, em especial por meio do comércio eletrônico”, completa. O restaurante Jeito Marabino, do venezuelano Juan Andrés Gonzáçez, 22 anos, está no site. Seu prato principal é a arepa, tradicional nas culinárias populares da Venezuela, e o patacón, feito à base de banana e adaptado ao paladar do público brasileiro. Juan, que abandonou a faculdade de Engenharia de Sistemas para vir ao Brasil, tinha condição confortável na Venezuela, mas resolveu migrar devido à crise que assola o país. “Foi uma decisão muito objetiva, não dava mais para ficar ali”, conta. Em 2018, ele e sua mãe Suhail se estabeleceram em Manaus. Trabalhou com atendimento ao público e como gerente de loja de roupas. “Saímos com uma expectativa e nos decepcionamos um pouco aqui, porque ninguém sai do seu país esperando menos que tinha”, explica. A pesquisa “Perfil socioeconômico dos refugiados no Brasil”, conduzida pela Universidade de Brasília com apoio da Acnur, mostra que empreendedores enfrentam dificuldades para encontrar informações sobre como abrir e manter um negócio e acessar crédito. Parte deles acaba desempenhando atividades que não correspondem às suas qualificações, com baixa remuneração e, muitas vezes, atuando no mercado informal. Juan e a Suhail encontraram maneiras criativas de complementar a renda enquanto trabalhavam. Venderam bolos e geladinho. “Empreender é uma prática, a gente vai aprendendo com o tempo, mas temos que estudar”, afirma Juan. O Jeito Marabino nasceu em outubro de 2020, com cardápio elaborado por Suhail, que é chef de cozinha formada. Com o slogan ‘Mesma comida, um novo jeito’, a dupla reinventou pratos tradicionais para agradar aos manauaras. “Queremos mostrar que estamos aqui no Brasil para somar e para fazer trocas culturais com os brasileiros”. No site é possível filtrar negócios por cidade, tipo e origem do empreendedor. Para chegar ao Juan, por exemplo, seria preciso escolher Manaus, depois "gastronomia" e "Venezuela". Para Carlo Pereira, diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global, além das dificuldades naturais para os empreendedores, há todo o contexto da crise por conta da pandemia. “Acreditamos que a troca de informações e a capacitação que a plataforma propõe será importante para todos neste momento”, afirma. O agravamento da Covid-19 em Manaus trouxe novos desafios para Juan, que segue fazendo planos para 2021. “Quero criar uma unidade móvel e trazer portabilidade para o negócio, chegando ainda mais perto dos consumidores”, afirma.

  • Agência Brasil

    Firjan sugere normas de proteção de dados para pequenas empresas

    A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) entregou hoje (1º) à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) proposta para regulamentar a aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) facilitando sua adequação para startups e para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs). O documento foi elaborado por um grupo de trabalho especial, criado pela federação em novembro passado, com o objetivo de auxiliar as empresas fluminenses na adequação e adoção de uma cultura da privacidade dentro das suas organizações, como estabelece a nova lei. Hoje foi o último dia para recebimento de contribuições da sociedade civil na consulta pública aberta pela ANPD, voltada para as pequenas e médias empresas, e que integra a agenda regulatória 2021/2022, divulgada no dia 28 de janeiro passado. As decisões sobre as pequenas e médias empresas deverão ser conhecidas até julho próximo. O documento apresentado pela Firjan tem 12 artigos, propondo à ANPD um tratamento simplificado para as MPMEs e startups, de acordo com o porte, o objeto social da empresa, o volume e natureza de dados pessoais tratados. A proposta visa a ampliação de prazo para adequação e cumprimento das obrigações exigidas pela LGPD. Experiência O coordenador do grupo de trabalho e presidente do Conselho Empresarial de Economia da Firjan, Rodrigo Santiago, informou à Agência Brasil que a proposta apresentada à ANPD se baseou na experiência de grandes empresas e multinacionais em relação à cultura de privacidade e proteção de dados, já adotadas em leis internacionais. “Com a experiência das grandes empresas e multinacionais, ficou claro que a sensibilização para o tema não era do mesmo nível para as pequenas e médias empresas da federação e que eram igualmente afetadas pela aplicação dessa lei”. O conselho diretor da Firjan decidiu então que a experiência ia ser aproveitada para ajudar as MPMEs que faziam parte da entidade. Foram organizados encontros setoriais e transmissão ao vivo pela internet, sempre com uma empresa grande âncora, além de oficinas de treinamento para funcionários de pequenas empresas. “E, principalmente, mapeamos pontos hoje cinzentos que vão demandar interpretação da ANPD, como questão de prazos e o que fazer, por exemplo, quando tiver uma transferência internacional de dados. Ficou claro que algumas dessas obrigações eram muito pesadas para o universo das pequenas e médias empresas”, disse Rodrigo Santiago. A proposta apresentada pela Firjan deixa claro que não deve haver obrigatoriedade para as MPMEs de terem uma pessoa encarregada de negócios de proteção de dados. Isso deve ser feito obedecendo a critérios, como o faturamento da empresa, que determina qual é o seu tamanho. O segundo critério é a razão social. “Ou seja, se a finalidade do negócio em si é o tratamento de dados, aí não há por que ela se enquadrar na simplificação”. O terceiro critério seria o uso automatizado e contínuo de dados, mesmo que isso não seja parte do modelo de negócios. Rodrigo Santiago citou o caso de fintechs (empresas que desenvolvem produtos financeiros digitais). “O negócio em si delas não é tratamento de dados, mas elas dependem tanto de forma contínua e automatizada do tratamento que não podem se enquadrar nessa simplificação. A gente não pode comparar uma fintech com uma padaria”, ressaltou Santiago. Lembrou que as MPEs podem tornar seus custos ainda mais onerosos, caso tenham que contratar um funcionário 100% dedicado a tratar só da LGPD dentro da empresa. Prazos Uma segunda questão importante destacada na proposta da Firjan é a questão dos prazos. A entidade sugere que o prazo para resposta às solicitações da ANPD e dos titulares dos dados seja ampliado para o segmento de MPMEs e startups. Isso significa dar maior flexibilidade na relação das pequenas empresas com a Autoridade, esclareceu o presidente do Conselho de Economia da Firjan. A proposta objetiva também fomentar uma relação de cultura educativa. “Ou seja, antes de punir, chamar as pequenas empresas, trabalhar na prevenção”. As multas devem ocorrer somente após a aplicação de advertências, defende a Firjan. Em paralelo à proposta entregue, a Firjan está trabalhando na sugestão de um termo de cooperação com a ANPD para promoção dessa cultura de proteção de dados, educando e formando as pequenas e também as grandes empresas, e se colocando ainda como um intermediador da Autoridade nessa cultura e na aplicação da lei.

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