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Nubank nomeia conselheira do Fed e ex-presidente do BID para seu conselho

  • SÃO PAULO (Reuters) - O banco digital Nubank anunciou nesta terça-feira que nomeou quatro novos integrantes para seu conselho de administração, incluindo uma conselheira do Federal Reserve e um ex-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). As nomeações incluem o colombiano Luis Alberto Moreno, que presidiu o BID de 2005 a 2020; Jacqueline Reses, do Federal Reserve de San Francisco, Daniel Goldberg (ex-presidente do Morgan Stanley no Brasil), além da oradora e consultora especializada em tecnologia Anita Sands.

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Banco Mundial melhora previsão do PIB para AL e Caribe

O Banco Mundial projeta que a economia da América Latina e do Caribe vai crescer 4,4% este ano. Um leve aumento em relação à última estimativa.
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  • Reuters

    Nubank nomeia conselheira do Fed e ex-presidente do BID para seu conselho

    SÃO PAULO (Reuters) - O banco digital Nubank anunciou nesta terça-feira que nomeou quatro novos integrantes para seu conselho de administração, incluindo uma conselheira do Federal Reserve e um ex-presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). As nomeações incluem o colombiano Luis Alberto Moreno, que presidiu o BID de 2005 a 2020; Jacqueline Reses, do Federal Reserve de San Francisco, Daniel Goldberg (ex-presidente do Morgan Stanley no Brasil), além da oradora e consultora especializada em tecnologia Anita Sands.

  • Yahoo Finanças

    Conselho do Nubank terá membro do Fed e ex-presidente do BID

    A nova equipe trabalhará diretamente com o fundador e CEO do Nubank, David Vélez, e com o executivo da Sequoia Capital, Doug Leone, que é membro do colegiado desde 2016.

  • Canaltech

    Banco Central quer criar sistema de saque e troco usando o Pix

    Proposta está em consulta pública e estabelece regras permitindo a realização de até quatro retiradas gratuitas por mês, tanto no sistema bancário quanto em estabelecimentos, bem como limites diários para os usuários

  • Agência Brasil

    Banco Central abre consultas para saques e trocos via Pix

    Até 9 de junho, correntistas e clientes de todo o país poderão apresentar sugestões para que o Banco Central (BC) aperfeiçoe dois novos serviços que farão parte do Pix, sistema instantâneo de pagamentos em vigor desde novembro do ano passado. O BC abru consulta pública sobre o Pix Saque e o Pix Troco. Os dois serviços deverão entrar em funcionamento no segundo semestre, mas o BC aguarda o resultado da resultado da consulta pública para implementar melhorias ou mudanças. No Pix Saque, o consumidor poderá transferir o valor que deseja sacar para a conta de uma loja e retirar o valor por dinheiro. No Pix Troco, o consumidor poderá pagar uma compra via Pix com valor superior ao da mercadoria ou do serviço e receber a diferença em espécie. Por enquanto, o BC propõe um limite de saque de R$ 500 por dia, com quatro retiradas por mês sem tarifas, seja no Pix Saque ou no Pix Troco. A partir daí, as instituições financeiras poderão tarifar os saques subsequentes. A regra, no entanto, poderá mudar conforme as sugestões recebidas na consulta pública. Em relação ao Pix Saque, a proposta do Banco Central consiste em que o cliente transfira a quantia que deseja retirar para a conta da loja por meio de um código QR (versão avançada do código de barras). Basta o usuário abrir o aplicativo do banco no celular, apontar a câmera do celular para o código QR em um equipamento da loja para a transação ser autenticada no Pix e o valor ser transferido. Segundo o BC, os novos serviços trarão mais praticidade para os clientes e aumentarão a competição no sistema financeiro. Bancos digitais (sem agência física e sem caixas eletrônicos) poderão fechar parcerias com lojas para oferecer saques com custos mais atraentes. Em cidades menores, sem agências bancárias ou caixas eletrônicos, o próprio comércio se encarregaria de cumprir o papel de fornecer dinheiro em espécie e movimentar a economia. Para as lojas, as duas funcionalidades podem ser atraentes, ao reduzir a quantidade de dinheiro em caixa no fim do dia e diminuir a possibilidade de assaltos. Caberá aos estabelecimentos comerciais e às instituições financeiras definir regras como horários de funcionamento do Pix Saque e do Pix Troco, exigência de valores mínimos ou imposição de condições como retiradas em valores múltiplos de R$ 10 e oferta simultânea dos dois serviços ou de apenas um deles.

  • Folhapress

    BC propõe regras para criação de saque e troco em dinheiro no Pix

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O BC (Banco Central) colocou em consulta pública, nesta segunda-feira (10), proposta com regras para criação de saque e recebimento de troco em dinheiro no Pix, sistema de pagamentos instantâneos. A previsão é que os chamados Pix Saque e Pix Troco possam ser usados pelos consumidores no segundo semestre deste ano. De acordo com o BC, ambos os serviços possibilitarão a retirada de recursos em espécie, mas o Pix Saque é uma transação exclusivamente para saque e o Pix Troco está associado a uma compra ou prestação de serviço. No último caso, o cliente faz uma compra, por exemplo, e passa um valor superior ao do produto para receber o restante em dinheiro. A proposta prevê que os usuários tenham quatro saques gratuitos por mês, seja utilizando Pix Saque ou Pix Troco. A partir da quinta transação, as instituições financeiras ou de pagamentos poderão cobrar uma tarifa pela transação (descontada em conta). Apenas a instituição pode impor tarifa; quem saca o dinheiro não poderá ser cobrado diretamente no ato do saque pelo estabelecimento que realizar a operação. Além disso, o BC definirá o limite de valor máximo que o usuário poderá sacar por dia, a princípio estipulado em R$ 500. "Respeitado esse limite máximo, as instituições participantes do Pix e os agentes de saque definirão em contrato bilateral as condições para a prestação do serviço. Ou seja, os estabelecimentos comerciais e demais agentes de saque terão liberdade de definir se querem ofertar apenas Pix Saque, apenas Pix Troco ou ambos; os dias e períodos que pretendem disponibilizar o serviço; informações sobre os valores (exemplo, apenas múltiplos de R$ 10), entre outros", explicou a autarquia em nota. Para utilizar os novos serviços, o consumidor fará um pagamento via Pix, com a leitura de um QR Code. A diferença é que, ao invés de receber um produto ou serviço, receberá o valor correspondente em espécie. Todos que tiverem conta em uma das instituições participantes do Pix poderão utilizar os serviços. As regras serão submetidas a sugestões da sociedade e do mercado em consulta pública até 9 de junho. "As duas inovações trarão mais conveniência aos usuários, ampliando a capilaridade do serviço de saque; e o aumento da competição ao proporcionar melhores condições de oferta e de precificação dos serviços de saques, principalmente pelas instituições digitais e todas as demais instituições que não contam com rede própria de agências ou de ATMs [caixa eletrônico]", disse o BC. Ângelo Duarte, chefe do departamento de competição e estrutura do mercado financeiro, explica que embora a autoridade monetária queira reduzir o uso de papel-moeda, 77% das transações no país ainda são feitas em dinheiro. "Há um desafio grande em reduzir essas transações em dinheiro, que são caras e inseguras. Consideramos que esse serviço é oferecido no Brasil de forma assimétrica. Em regiões nas periferias e pequenas cidades há baixa oferta, sem pontos de saque. Isso traz transtorno às pessoas", ponderou o técnico do BC. Para Duarte, a nova funcionalidade aumentará a competitividade de instituições financeiras e de pagamentos menores. "A maioria dos pontos de saque no fundo servem às grandes instituições. Ter outras formas de oferecer o serviço é um meio de reduzir essa assimetria competitiva, o que permite que instituições menores possam oferecer também", explicou. Duarte esclareceu que atualmente instituições pequenas precisam fazer grandes investimentos para oferecer saque, o que pode tornar o serviço inviável. "Por que melhorar o serviço de saque se queremos incentivar pagamento eletrônico? Quando as pessoas sabem que podem sacar pequenos valores em um estabelecimento perto de sua casa, elas tendem a sacar menos dinheiro porque podem a qualquer momento sacar um pouco mais caso necessitem. No médio prazo reduz o uso de numerário", pontua. Ele afirmou que o saque e o troco no Pix podem difundir o uso do novo meio de pagamento por comerciantes, que teve adesão mais lenta que entre pessoas físicas. Segundo ele, a demora na adoção do instrumento pelo varejo era esperada porque exige investimento por parte do dono do negócio. Carlos Eduardo Brandt, chefe-adjunto do departamento, explica que não há restrição quanto ao porte de empresas que poderão oferecer o serviço. "Há apenas uma limitação operacional, empresas maiores têm maior capacidade", disse. Brandt afirmou que o BC receberá as sugestões e analisará caso a caso. "Receberemos as contribuições e todo e qualquer ponto pode ser objeto de ajuste e de alterações decorrentes da consulta pública", disse. Ele reforçou, no entanto, que alguns pontos não mudarão, como os objetivos de aumentar a capilaridade e as condições de oferta do serviço e que fique disponível para todos os participantes do Pix.

  • Canaltech

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  • Reuters

    Pix pode ter saque em dinheiro a partir do segundo semestre

    BRASÍLIA (Reuters) - O Pix poderá permitir o saque de recursos em espécie a partir do segundo semestre deste ano, com a possibilidade de quatro saques gratuitos por mês de valor máximo diário de 500 reais, segundo regras colocadas em consulta pública pelo Banco Central nesta segunda-feira. O Pix Saque será exclusivamente para retirada de recursos em espécie, enquanto o Pix Troco também envolverá saques, mas sempre associados a uma compra de bem ou serviço.

  • Olhar Digital

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  • Canaltech

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