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Fintechs | Notícias sobre banco digital

Com PIX e cardápios digitais, QR Codes “renascem” e são alvos de golpistas

  • A pandemia criou um cenário propício para a utilização desses códigos; porém, é essencial tomar cuidado, visto que criminosos cibernéticos já estão usando símbolos corrompidos para direcionar as vítimas para endereços maliciosos

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Ficar em casa durante a pandemia fez as pessoas terem novos comportamentos e hábitos de consumo.
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  • Canaltech

    Com PIX e cardápios digitais, QR Codes “renascem” e são alvos de golpistas

    A pandemia criou um cenário propício para a utilização desses códigos; porém, é essencial tomar cuidado, visto que criminosos cibernéticos já estão usando símbolos corrompidos para direcionar as vítimas para endereços maliciosos

  • Canaltech

    Como usar o Pix no Itaú

    Pix é uma realidade! O mais novo sistema de transferências do banco central, já se encontra na grande maioria dos bancos em suas plataformas digitais e, aplicativos de pagamentos. Em nossa matéria aprenda como usar o Pix no Itaú

  • Canaltech

    Fator humano será a principal vulnerabilidade do Pix

    Segundo especialistas em cibersegurança da BugHunt e da Compugraf, falhas mais exploradas atualmente em golpes ou fraudes envolvendo transações bancárias estão do lado do usuário no uso do Pix, novo meio de pagamentos do Banco Central

  • Canaltech

    Como usar o Pix no banco Santander

    Já conhece o Pix? Sistema de pagamentos permite transferências entre diferentes bancos a qualquer hora do dia, todos os dias na semana. Confira o passo a passo para realizar pagamentos e cobranças através do banco Santander!

  • Reuters

    Primeira semana do Pix foi espetacular, diz Campos Neto

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, disse nesta quarta-feira que a primeira semana do Pix foi "espetacular" e que o novo sistema de pagamento instantâneo veio para ficar, gerando novos modelos de negócios e reduzindo o custo operacional das pequenas empresas."A primeira semana que tivemos o Pix foi uma semana espetacular, fizemos mais de 10 bilhões (de reais) de negociação, temos 82 milhões de chaves contratadas", afirmou Campos Neto em rápida entrevista ao programa "Voz do Brasil".

  • Agência Brasil

    Campos Neto: Pix vai gerar inclusão e reduzir custos para população

    Em funcionamento total há quase dez dias, o Pix, novo sistema instantâneo de pagamentos, vai gerar inclusão financeira e reduzir custos para a economia. A avaliação é do presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que concedeu entrevista ao vivo hoje (25) ao programa A Voz do Brasil. Segundo Campos Neto, o Pix está tendo alta adesão, com R$ 10 bilhões em transações na primeira semana e mais de 82 milhões de chaves cadastradas atualmente, por causa da praticidade e da transparência. Ele explicou que o novo sistema está em linha com a evolução do processo de pagamentos em todo o mundo e atende à demanda por um modelo rápido, barato, seguro e aberto. “O Pix tem essas características. Tem uma característica de ser uma transferência muito barata, vai gerar novos modelos de negócio, vai baixar o custo operacional de pequenas empresas. Então, entendemos que o Pix veio para ficar e continuará crescendo. Vai ser uma forma de pagamento que vai gerar inclusão, melhoria no custo operacional das pessoas e das empresas”, declarou Campos Neto. Agenda O presidente do BC informou que a pandemia do novo coronavírus acelerou a adoção da Agenda BC#, conjunto de medidas para modernizar o sistema financeiro brasileiro. Ele explicou que as ações têm três objetivos principais: aumentar a inclusão bancária, gerar competição entre as instituições para baixar os juros e estimular a educação financeira. Para 2021, Campos Neto disse que, além das medidas de avanços tecnológicos, aceleradas durante a pandemia, o Banco Central pretende expandir a Agenda BC# em outras vertentes. Ele citou a ampliação do open banking (compartilhamento de informações entre as instituições financeiras), o incentivo ao cooperativismo de crédito e ao microcrédito e o estímulo a medidas de sustentabilidade, que permitam criar instrumentos financeiros que beneficiem o meio ambiente. Sobre o open banking, Campos Neto explicou que a troca de informações entre as instituições financeiras resultará em redução de custos, à medida que os bancos deixarão de cobrar mais caro por desconhecerem o risco de cada cliente. “Como hoje temos um mundo avançando muito na produção de dados, o open banking diz que as informações tão valiosas para os bancos são informações suas. Então, você vai poder usar essas informações para seu próprio benefício em termos de aquisição de produtos mais baratos e mais adequados para seu perfil”, declarou. Educação Financeira Campos Neto comentou sobre a Semana de Educação Financeira, promovida nesta semana pelo BC. Ele destacou que o evento nasceu da necessidade de incentivar o acesso ao conteúdo disponível na internet, mas que não chega aos consumidores. “Nós chegamos à conclusão de que o problema na educação financeira nem é tanto o conteúdo. Tem muito conteúdo disponível na internet, mas a gente precisava incentivar as pessoas a ter exposição a esse conteúdo. Porque, olhando os dados, chegamos à conclusão de que parte do superendividamento das pessoas é por consumir produtos financeiros de forma equivocada”, justificou. . Veja na íntegra

  • Agência Brasil

    Pix tem quase 4,4 milhões de portabilidade de chaves

    Os usuários do Pix já fizeram 4,39 milhões de portabilidade de chaves, entre 5 de outubro e o último domingo (22), informou hoje (24) o Banco Central (BC). O número de chaves cadastradas chegou a 83,49 milhões. As chaves são a forma de identificação do recebedor no novo sistema de pagamentos e transferências instantâneas. Com a chave, o pagador não precisa de dados como número da instituição, agência e conta para fazer uma transferência. Para cadastrar a chave, o cliente acessa o aplicativo da instituição em que tem conta e faz o registro, vinculando a uma conta específica um número de telefone celular, e-mail, CPF, CNPJ ou código aleatório de 32 caracteres com letras e símbolos gerados pelo BC. O chefe adjunto no Departamento de Competição e Estrutura do Mercado Financeiro do Banco Central, Carlos Eduardo Brandt, disse que esse volume de portabilidade é “bastante natural”. “É um movimento natural do início de operação do Pix onde várias pessoas cadastraram a sua chave, ainda sem ter certeza sobre qual instituição gostariam de manter a chave que cadastrou. E aí ao longo da utilização, esse movimento de portabilidade foi acontecendo. Não significa necessariamente que a pessoa encerrou uma conta em uma instituição”, disse Brandt. Para fazer a portabilidade da chave, é preciso acessar o aplicativo da instituição financeira de destino e fazer o pedido. Ao receber o pedido de confirmação da sua instituição de origem, é necessário confirmar a portabilidade, em até sete dias. Outra forma é pedir para registrar a mesma chave em outra instituição e aguardar a pergunta sobre o desejo de fazer a portabilidade. Primeira semana Entre os dias 16 e 22 deste mês, o volume de operações chegou a 12,2 milhões, com valor financeiro de R$ 9,3 bilhões.  O Pix começou a funcionar plenamente no último dia 16. “O Banco Central considera que a primeira semana de operação plena foi bastante positiva. Desde o primeiro dia, o número de operações atingiu um patamar bastante elevado”, disse o chefe do Departamento de Competição e de Estrutura do Mercado Financeiro do BC, Ângelo Duarte. Segundo Duarte, os sistemas do BC funcionaram plenamente e algumas instituições financeiras tiveram problemas momentâneos em que precisaram diminuir o ritmo das transações ou fazer desconexões. “Isso acontece com todos os meios de pagamentos. Ao longo da semana, esse número de intercorrências foi diminuindo e no final da semana já estava próximo de zero”, acrescentou. Duarte acrescentou que o valor médio das transferências está aumentando porque os usuários estão mais confiantes. “As pessoas estão ganhando confiança e vão fazendo transações de maior valor”, disse. Transferências com internet desconectada O BC deve oferecer aos usuários do Pix a possibilidade de fazer transferências e pagamentos, mesmo sem estar conectado à internet, por meio de um QR code offline. “Mas quem recebe o dinheiro precisa estar conectado à internet. O recebedor que geralmente é uma empresa vai precisar estar conectado e é essa conta que vai gerar a transação do Pix. Está previsto para acontecer dentro das próximas ações. Não temos a data definida para essa funcionalidade. É mais uma conveniência que será oferecida para a população brasileira”, disse Brandt.

  • Canaltech

    Banco do Brasil lança transferências via Pix no WhatsApp, mas com um porém

    O Banco do Brasil agora oferece transferência e recebimento de valores pelo Pix no WhatsApp. O sistema, porém, não funciona de maneira integrada aos recursos do aplicativo, e sim com o uso de uma assistente virtual na tela de bate-papo

  • Canaltech

    Apple vs. apps , Guedes querendo mexer no Pix e outros destaques da tecnologia

    Toda sexta-feira selecionamos as principais notícias que rolaram nos últimos dias para você ficar por dentro dos assuntos mais relevantes do momento. De estratégias de negócios até problemas judiciais, aqui você se atualiza em poucos minutos

  • Canaltech

    Ministro Paulo Guedes quer cobrar imposto em transações que usam o Pix

    O ministro comparou as transações digitais a uma "rodovia com pedágios" e que "o tráfego nessa estrada" deve ser cobrado. As operações feitas no Pix devem ser tributadas com alíquotas baixas, que poderiam ser entre 0,10% e 0,15%

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