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Fintechs | Notícias sobre banco digital

Vídeo: Tudo sobre banco digital

5 benefícios que o PIX promete trazer

Com lançamento previsto para novembro, o PIX é um novo meio de pagamentos do Banco Central, que quer revolucionar o sistema financeiro tradicional. Ele vem como uma opção bem mais rápida e barata para transferências, pagamentos e até recolhimento de impostos e taxas, tudo para deixar TED, DOC e os boletos para trás. Saiba mais sobre a novidade com 5 benefícios que o PIX promete trazer.
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  • Folhapress

    Santander compra a corretora Toro Investimentos

    O Grupo Santander Brasil adquiriu o controle da corretora online Toro Investimentos, pela compra de 60% do capital social da empresa

  • Bloomberg

    Fintech argentina Ualá acelera expansão com estreia no México

    (Bloomberg) -- A startup argentina de pagamentos móveis Ualá, que tem entre os investidores bilionários como George Soros e Steve Cohen, lançou operações de cartões pré-pagos no México.Três anos após o início das operações na Argentina, a empresa se expande para a segunda maior economia da América Latina quando a pandemia de coronavírus impulsiona transações online no mundo todo, disse o fundador e diretor-presidente da Ualá, Pierpaolo Barbieri. Depois de trabalhar “silenciosamente e secretamente” para configurar as operações nos últimos 18 meses, mais de 20% dos mais de 500 funcionários da empresa estão totalmente dedicados ao lançamento das operações no México na terça-feira.Tanto a Argentina quanto o México compartilham um desafio e uma oportunidade semelhantes: o dinheiro em espécie é rei e grande parte da população não tem acesso a serviços financeiros, disse Barbieri. Cerca de 60% da população do México não tem conta bancária, de acordo com dados do Banco Mundial - um número ainda maior do que o da Argentina.“Em termos de inclusão financeira, o México tem um problema muito semelhante ao da Argentina”, disse Barbieri em entrevista por vídeo de Buenos Aires. “A penetração bancária fora das grandes cidades é muito baixa.”A Ualá, que fornece uma série de serviços financeiros com base em um cartão pré-pago gerenciado por meio de um aplicativo móvel, emitiu 2 milhões de cartões pré-pagos na Argentina desde que começou a operar em 2017 e tem como alvo 30 mil novos usuários no México até o fim do ano. Para isso, planeja aprovar contas em 24 horas e entregar cartões de débito em qualquer lugar do México em até 72 horas após a aprovação.Crescimento silenciosoA expansão já está totalmente financiada, graças à última rodada série C da empresa em novembro, na qual levantou US$ 150 milhões, liderados pela gigante chinesa de Internet Tencent e pelo conglomerado japonês SoftBank. A Ualá não busca mais financiamento e planeja focar no crescimento de suas operações na Argentina e no México, disse Barbieri. Soros, Cohen e Jefferies também estavam entre os investidores iniciais da empresa.A Ualá tem uma equipe local de 22 funcionários na Cidade do México, sob o comando do gerente-geral Ricardo Olmos.Um dos maiores concorrentes da empresa em ambos os mercados é o Mercado Pago, a fintech da gigante de comércio eletrônico MercadoLibre, que no ano passado obteve empréstimo de US$ 125 milhões do Goldman Sachs. O Nubank, que também tem a Tencent entre os investidores, é outro rival no radar da Ualá, disse Barbieri.Ainda assim, a competição mais acirrada da empresa virá do dinheiro em espécie, disse. Até o ano passado, cerca de 88% dos mexicanos ainda usavam dinheiro como principal forma de pagamento, de acordo com dados da Minsait, afiliada da consultoria espanhola Indra.A Ualá foi avaliada em quase US$ 1 bilhão em novembro de 2019, segundo pessoas com conhecimento direto da transação, que pediram anonimato porque os dados são privados. Barbieri não quis divulgar o valuation atual da empresa.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

  • BBC News Brasil

    Pix: como novo meio de pagamento desafia indústria de cartões, maquininhas e grandes bancos

    Isenção de tarifas para realização transferências, que promete colocar em xeque TED e DOC, é apenas uma pequena parte do impacto potencial.

  • Canaltech

    Nubank dobra limite de pagamento por aproximação sem senha

    O Nubank dobrou o limite de pagamento por aproximação sem a necessidade de digitar a senha. Com a mudança, agora será possível fazer pagamentos de até R$ 100 sem precisar tocar na maquininha para inserir o cartão ou digitar a senha

  • Reuters

    Banco Original prevê voltar à lucratividade em 2021 com mais crédito ao consumo

    SÃO PAULO (Reuters) - O Banco Original, está acelerando a oferta de crédito a pessoas físicas para com isso chegar à lucratividade em 2021, à medida que elevados investimentos em seu braço digital ganham tração, disse o presidente-executivo, Alexandre Abreu. A carteira de crédito para consumo da instituição chegou em agosto a 1 bilhão de reais, alta de 73% em 12 meses, com impulso das linhas de CDC e cartão de crédito.

  • Canaltech

    Cuidado: Pix já é alvo de golpistas com ofertas de falsos pré-cadastros

    Pesquisador da Kaspersky identificou uma campanha de phishing projetada para roubar dados bancários de usuários desavisados; novo sistema de pagamentos do Banco Central ainda não foi lançado e cadastros devem ser feitos em apps de instituições

  • Canaltech

    Original amplia o uso da tecnologia de reconhecimento facial para o PIX

    A partir desta solução biométrica, usuário poderá realizar transferências e pagamentos por meio da plataforma do Banco Central, que começa a funcionar em novembro. Transações de altos valores também poderão utilizar a tecnologia, que diminui os custos da instituição

  • Folhapress

    BC não barrou pagamentos pelo WhatsApp para proteger Pix, diz diretor

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O diretor de organização do sistema financeiro do Banco Central, João Manoel Pinho de Mello, afirmou, nesta quinta-feira (17), que a decisão do BC de suspender o serviço de pagamentos do WhatsApp, lançado em junho e barrado pelo regulador em seguida, não teve o objetivo de proteger o Pix ou os grandes bancos. Nos bastidores, no entanto, as empresas reclamam que o regulador vem agindo em defesa de sua própria ferramenta. Desde o bloqueio, o BC vem realizando diversas reuniões com o Facebook, dono do WhatsApp, e também com o Google, que também atua no ramo de pagamentos, exigindo comprovações “infindáveis”, nas palavras de representantes das empresas, de que são seguros e permitem conexão com qualquer tipo de aplicação, principalmente com o Pix – sistema de pagamentos instantâneos da autoridade monetária, que será lançado em 16 de novembro. Pinho de Mello falou sobre o embargo aos pagamentos por aplicativos em evento promovido pelo BTG Pactual em parceria com a PUC-RJ. Ele afirmou que o BC se preocupa com a concorrência. "A medida cautelar do BC à solução de pagamentos do WhatsApp não foi para proteger o Pix ou os grandes bancos, mas para proteger a competição", declarou Pinho de Mello. "As bigtechs [grandes empresas de tecnologia] têm que entrar, mas existem desafios regulatórios. São bem-vindas as entradas pró-competitivas, mas temos garantir que são realmente pró-competitivas, essa foi a lógica da cautelar, não é impedir ou proteger ninguém", alegou. O diretor declarou, em referência à chegada do Pix, que o sistema de pagamentos brasileiro é eficiente, mas pode ser mais. "A indústria de cartões tem um papel importantíssimo, mas o que vamos fazer é dar mais uma opção. Basicamente todas as contas transacionais estão lá, está todo mundo capturado", disse. Segundo o diretor, apesar da concorrência com a indústria de cartões, o sistema vai permanecer em funcionamento. "Vai aumentar a eficiência, os atores atuais são competentes, vão conseguir operar. O tamanho do bolo vai aumentar e vai ser melhor pra todo mundo", afirmou.​Segundo pessoas que participam das discussões no BC, logo após o anúncio da parceria com o WhatsApp, o regulador decidiu que ela não poderia ser enquadrada como um novo veículo de pagamento, jargão do setor que define qualquer forma de se realizar uma operação financeira. Cartões de débito, de crédito, boletos bancários e as maquininhas são veículos de pagamento. No caso do WhatsApp, o BC entendeu que se trata de uma nova forma de transação financeira porque o aplicativo seria somente um gerador de operações que, na verdade, seriam realizadas pelos sistemas dos próprios parceiros. Ou seja: o aplicativo seria uma espécie de guichê de chegada, substituindo o aplicativo dos próprios bancos, que cobram por esses serviços. Por isso, o regulador barrou a parceria, mudou as regras vigentes sobre meios de pagamento, e prepara uma nova resolução para esse novo modelo, que vem sendo chamado internamente de “arranjo de transferência”, figura na qual o serviço poderá ser enquadrado. Tanto Visa quanto Mastercard foram avisadas pelo BC dessa mudança no ato do bloqueio da parceria. Uma semana depois, ambas enviaram toda a documentação que seria exigida para a liberação do serviço de acordo com as normas idealizadas pelo regulador. Em tempo recorde, uma consulta pública foi realizada e, desde então, nada avançou para as empresas. Há duas semanas, reuniões foram realizadas na sede do BC, em Brasília. As exigências do BC aos aplicativos são muitas. Primeiro, a autarquia pretende vinculá-los ao negócio. Alguns exemplos: se uma transferência de valor via WhatsApp der errado, o aplicativo terá de dispor, a exemplo dos bancos, de uma estrutura de atendimento. Também será obrigado a atestar a eficácia de seus sistemas de segurança, engajamento às políticas de prevenção à lavagem de dinheiro, além de se encaixar aos padrões de controle e proteção de dados dos clientes. Além disso, seriam obrigados a comprovar capital mínimo. O patamar, no entanto, seria bastante inferior àquele exigido das instituições financeiras. Ou seja: segundo as empresas, o BC estaria tentando enquadrar os aplicativos praticamente como entes regulados (instituições financeiras). Na telefonia, outro serviço regulado, a inovação trazida com os aplicativos escapa completamente do controle da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações). A agência não pode, por exemplo, controlar a qualidade das chamadas telefônicas feitas pelo WhastApp via rede de internet das operadoras. A ela só cabe monitorar a qualidade das conexões de internet (velocidade e capacidade de tráfego de dados) oferecida pelas teles, essas sim reguladas. Em certa medida, esse é o dilema atual do Banco Central. A diferença é que, em vez de chamadas, agora o WhatsApp quer originar movimentações financeiras, sejam transferências ou pagamentos. Como se trata de dinheiro e não de uma simples conexão de internet, o BC quer dar mais segurança aos usuários e ao próprio sistema financeiro sem que, dessa forma, acabe regulando um aplicativo –algo que fere os princípios do Marco Civil da Internet. Dentro do ambiente dos bancos, o controle é muito grande. Fora dele, a preocupação é de ataques de hackers e outras formas de fraude que comprometam os meios de pagamento, especialmente das redes varejistas. Há ainda uma irritação do BC com a postura do WhatsApp e das bandeiras. Para o regulador, o acordo deveria ter sido previamente notificado, o que não ocorreu. O WhatsApp, no entanto, se valeu de uma brecha legal. A lei que dita as regras do mercado de pagamentos diz que startups não precisam comunicar o BC quando lançarem algum novo serviço. À medida que o serviço for crescendo, o BC pode fazer exigências. O regulador também tem, por força da lei, o poder de barrar a iniciativa da startup, em qualquer etapa. A lei menciona que uma startup deve faturar menos do que R$ 500 milhões por ano, por exemplo. Para o BC, o WhatsApp tem mais de 120 milhões de usuários no país e começaria com um potencial de 51 milhões de clientes. Não poderia receber esse tratamento. Além disso, não havia garantias naquele momento de que bancos, outras bandeiras de cartões, maquininhas e até moedas virtuais pudessem “conversar” com o WhatsApp Pay. Essa indisposição prévia também levou o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) a barrar o serviço sob pena de multa diária porque, inicialmente, o órgão considerou se tratar de uma associação. O escrutínio do BC ocorre no momento em que a autarquia se prepara para o lançamento de seu Pix. Previsto para entrar em funcionamento em meados de novembro, esse sistema permitirá transferências e pagamentos a qualquer hora, inclusive finais de semana, em menos de dez segundos e livres de qualquer encargo, ainda que envolva bancos diferentes. Somente transações realizadas por empresas serão cobradas. A isenção para clientes individuais se deve à redução de custos com a instalação do sistema pelo BC e instituições financeiras. Hoje, para realizar uma TED (transferência eletrônica), o banco paga ao BC cerca de R$ 0,06. Com o Pix, será cobrado R$ 0,01 a cada dez transações. A partir de 5 de outubro, os interessados poderão fazer o cadastro para a identificação dos pagamentos junto aos bancos em que são correntistas. Algumas instituições se anteciparam e já permitem esse cadastramento. Primeiro, bancos com mais de 500 mil clientes serão obrigados a operar com a nova tecnologia. Atualmente, 34 instituições integram este grupo. O restante terá que oferecer o serviço a partir de 1º de junho de 2021. O consumidor poderá escanear o QR Code pela câmera do celular, integrada ao aplicativo do banco ou da fintech, e realizar o pagamento ou transferência. As transações serão feitas por meio de QR Code estático ou dinâmico. O estático é gerado uma vez só pelo estabelecimento, para todas as operações. Nesse caso, a pessoa terá que digitar o valor. O dinâmico é um QR Code gerado a cada operação, já com o valor definido. OUTRO LADO A reportagem fez questionamentos ao BC sobre as exigências às bandeiras e aos aplicativos, mas não houve explicações. Por meio sua assessoria, o Banco Central disse que “a análise deste pleito [liberação do WhatsApp Pay] segue o trâmite normal” e que “não há diferenças de tratamento neste caso em relação a outros pedidos sob análise”. A Visa informa que tem como objetivo oferecer soluções “interoperáveis”, seguras e rápidas. O Visa Direct e o Visa Cloud Token, tecnologias utilizadas pelo Facebook Pay e disponíveis para todo o ecossistema de pagamentos, são exemplos de inovação. A empresa, por meio de sua assessoria, diz que sua expectativa é “que o regulador seja como sempre diligente no seu processo de avaliação e siga contribuindo para a livre concorrência”. A Mastercard informa que solicitou ao Banco Central a autorização para que novos emissores interessados no WhatsApp Pay realizem testes e ainda aguarda a definição oficial da autarquia, assim como o retorno sobre modelo de arranjo de transferência. A assessoria do WhatsApp diz que mantém conversas com o Banco Central para “restaurar o recurso de pagamentos a todos o mais rápido possível”. Para a empresa, a pandemia e as dificuldades econômicas dela advindas fez aumentar a demanda das pessoas por transferências de valores e pagamentos. "Por quase dois anos, trabalhamos para fornecer uma funcionalidade de pagamentos inovadora no Brasil, trabalhando com parceiros financeiros locais que demonstraram um histórico de cumprimento dos padrões estabelecidos pelo Banco Central do Brasil".

  • Reuters

    Fintechs e empresas de criptomoedas dos EUA se beneficiarão de novo processo regulatório

    WASHINGTON (Reuters) - Instituições de transferência de fundos como Western Union, PayPal e empresas de criptomoedas serão capazes de se expandir mais facilmente nos Estados Unidos, depois que 48 reguladores estaduais concordaram com um único conjunto de regras de supervisão que deve reduzir seus custos de compliance.A Conferência de Supervisores de Bancos Estaduais (CSBS) vai apresentar nesta terça-feira o novo regime regulatório para empresas de serviços financeiros, que será submetido à uma única análise por um grupo de reguladores estaduais que supervisionam o licenciamento, em vez de dezenas de exames estaduais individuais.

  • Folhapress

    Banco Central anuncia saque em comércio com Pix no segundo trimestre de 2021

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O Banco Central anunciou, nesta segunda-feira (14), que o saque em estabelecimentos comerciais por meio do Pix (serviço de pagamentos instantâneos da autoridade monetária) deverá começar a partir do segundo trimestre de 2021. A informação foi divulgada por meio do perfil oficial do BC em rede social. Com isso, o consumidor poderá sacar dinheiro em lojas e outros estabelecimentos, sem precisar ir ao caixa eletrônico. "O Banco Central está desenvolvendo um projeto para possibilitar a realização de saques nos estabelecimentos comerciais, utilizando o Pix, o pagamento instantâneo brasileiro, que será lançado em novembro", disse em postagem. O Pix começará a funcionar em 16 de novembro. A nova tecnologia foi regulamentada oficialmente no meio de agosto. Na ocasião, foi anunciado que sistema permitiria saque em estabelecimentos comerciais, mas que ficaria de fora da primeira fase e seria implementado depois. "A possibilidade de sacar [dinheiro] em estabelecimentos comerciais vai dar mais opções de saque para toda a população, independentemente da instituição na qual os cidadãos possuam conta, além de trazer mais conveniência e capilaridade ao serviço", afirmou o BC. Com a ferramenta da autoridade monetária, o consumidor fará transferências e pagamentos a qualquer hora, inclusive aos fins de semana, em menos de dez segundos. As transações poderão ser feitas entre bancos diferentes e serão gratuitas ao usuário. A partir de 5 de outubro, os interessados poderão fazer o cadastro para a identificação dos pagamentos. Alguns bancos, entretanto, se anteciparam e já permitem esse cadastramento. Primeiramente, bancos com mais de 500 mil clientes serão obrigados a operar com a nova tecnologia. Atualmente, 34 instituições integram este grupo. O restante terá de oferecer o serviço a partir de 1º de junho de 2021. Pela câmera do celular, o consumidor poderá escanear o QR code, integrada ao aplicativo do banco ou da fintech, e realizar o pagamento ou transferência. As transações serão feitas por meio de QR code estático ou dinâmico. O estático é gerado uma vez só pelo estabelecimento, para todas as operações. Nesse caso, a pessoa terá que digitar o valor. O dinâmico é um QR code gerado a cada operação, já com o valor definido.

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