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Flávio Bolsonaro | Últimas notícias

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    Ex-assessor de Flávio Bolsonaro comprou imóvel de Jair Bolsonaro com dinheiro vivo

    Esposa do coronel é tia da ex-esposa do presidente Jair Bolsonaro

  • Folhapress

    Procurador pede providências à PGR após ver crime de desobediência de Flávio Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O procurador Eduardo Benones encaminhou nesta terça-feira (22) um ofício à PGR (Procuradoria-Geral da República) na qual acusou o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) de faltar injustificadamente à acareação com o empresário Paulo Marinho e que, por esta razão, entende que o filho do presidente Jair Bolsonaro cometeu crime de desobediência. Na representação ao procurador-geral da República, Augusto Aras, Benones pede ao chefe do MPF (Ministério Público Federal) que avalie o caso e adote as medidas cabíveis. "Além do específico cometimento, em tese, do tipo penal suso mencionado [desobediência], compreende-se também estar havendo imposição de óbices e condições legalmente injustificadas para realização de ato investigatório de acareação", afirmou o procurador. Prevista para ocorrer nesta segunda-feira (21) no Rio de Janeiro, a acareação é parte da investigação do MPF para apurar se houve vazamento de dados sigilosos sobre Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio, antes das eleições de 2018. Benones frisou que a condição de Flávio é a de testemunha e não a de investigado, "sendo certo que ninguém pode se eximir da obrigação legal a todos imposta de colaborar com as investigações criminais e processos judiciais na condição de testemunha". O representante do MPF refutou ainda o argumento da defesa do senador de que, por se tratar de um parlamentar, ele tem o direito a marcar data, hora e local do depoimento. Para o procurador da República, a acareação é um “ato complexo e bilateral” e não se aplica tal prerrogativa. “De modo algum o signatário, como membro do MPF, fez ou fará tabula rasa da autoridade conferida ao alto cargo de senador da República, como de resto não desconhece a autoridade e eventuais prerrogativas." “Todavia, exatamente por isto, nós, os membros do Ministério Público, não podemos permitir que nossas atribuições e funções, bem como a autoridade que nos foi constitucionalmente outorgada para exercê-las, sejam amesquinhadas e desconsideradas", afirmou Benones. A investigação foi aberta após entrevista de Paulo Marinho ao jornal Folha de S.Paulo, em que o empresário disse ter ouvido do próprio Flávio que um delegado da Polícia Federal lhe antecipou, em outubro de 2018, que a Operação Furna da Onça, então sigilosa, seria realizada. Embora não fosse alvo, o nome de Queiroz —suspeito de ser o operador da suposta "rachadinha" no gabinete do então deputado estadual Flávio— e sua movimentação financeira estavam mencionados em documento do inquérito. O senador nega ter tido acesso a essa informação. A acareação serviria, segundo Benones, para esclarecer as divergências em torno deste fato. Parte da controvérsia a ser esclarecida refere-se à presença ou não de Victor Granado Alves, advogado ligado a Flávio, na porta da Polícia Federal do Rio onde supostamente teria recebido informações sigilosas da Operação Furna da Onça. "Vou morrer confirmando minha versão dos fatos porque foi o que aconteceu. Venho aqui quantas vezes o procurador quiser. Eu não sei se ele está mentindo. Sei que eu estou dizendo a verdade. Se a tese dele é frontalmente contrária à minha, então ele está mentindo", disse Marinho. A defesa de Flávio afirmou, em nota, que avisou há um mês ao procurador sobre um compromisso que o senador teria para esta segunda-feira. Ele esteve no Amazonas, onde participou do programa policial Alerta Amazonas, da TV A Crítica. O senador e outros convidados, incluindo o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), dançaram com o apresentador Sikêra Jr. músicas ironizando o uso da maconha. Ele exibiu ainda um cartão com a expressão "CPF cancelado", usada pelo apresentador para se referir a suspeitos mortos pela polícia. ​ "Quanto à tese de crime de desobediência insinuada pela Procuradoria, é lamentável sob vários aspectos. Nem o procurador da República poderia dar ordem ao senador e nem essa 'ordem' seria legal, pelo que constituiria uma impropriedade técnica com poucos precedentes na história do Judiciário Fluminense", afirmou a defesa de Flávio. O MPF afirmou que a intimação do senador para a acareação atendeu a todos os requisitos indispensáveis de validade e legitimidade previstos na legislação. Disse ainda que o TRF-2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) foi consultado sobre a possibilidade de realização desta providência porque tramita naquela corte um habeas corpus relacionado ao caso. Segundo o MPF, o tribunal não se opôs. A Procuradoria afirmou ainda que, entre a data de intimação do senador e a data da acareação não houve qualquer comunicação oficial que significasse um conflito de agenda. Em depoimento prestado em julho, Flávio negou ter recebido informação privilegiada sobre a Furna da Onça. O senador falou ao MPF em seu gabinete, em Brasília. Após o depoimento, Flávio afirmou que Paulo Marinho tem como objetivo ocupar sua vaga no Senado. O empresário é suplente do senador. "Não falei mais com ele [Marinho]. Ele está com um projeto bem diferente do meu, é uma escolha dele. Pelo que parece, ele está mais interessado na minha vaga no Senado do que tomar conta da própria vida. Ele é pré-candidato a prefeito no Rio pelo PSDB", disse Flávio no depoimento de julho. No início deste mês, o PSDB anunciou que desistiu de lançar candidatura própria no Rio de Janeiro. Na representação a Aras, Benones citou ainda o que apontou como “flagrante desrespeito institucional” ao Ministério Público. Os advogados de Flávio disseram, em ofício enviado ao MPF no Rio nesta segunda-feira, que o procurador estaria convidado a ir ao gabinete do parlamentar em Brasília no dia 5 de outubro, para fazer a acareação. “Desrespeito institucional, sim, tendo em vista que se trata de um ato oficial, realizado e presidido pelo Ministério Público Federal”, disse Benones. “Não se trata de um ato cerimonial ou de solenidade pública. O MPF, no caso, maxima venia, não tem que ser convidado, muito menos ser colocado na posição de 'recusar' o dito 'convite'."

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    Nos passos do pai, Flávio Bolsonaro falta a acareação e vai à TV aliada

    Quem tem amigo pode muita coisa. Quem tem pai pode quase tudo

  • Folhapress

    Flávio Bolsonaro falta à acareação com empresário sobre vazamento de dados de operação contra Queiroz

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) faltou à acareação marcada nesta segunda-feira (21) com o empresário Paulo Marinho marcada pelo Ministério Público Federal como parte da investigação sobre vazamento de dados sigilosos sobre Fabrício Queiroz antes das eleições de 2018. A marcação de uma nova data para a acareação pode sofrer um impasse. O senador quer usar a prerrogativa do cargo para marcar o encontro no dia 5 de outubro em seu gabinete, em Brasília. O procurador Eduardo Benones, responsável pela investigação, diz que a prerrogativa de Flávio não se encaixa em casos de acareação e que ainda definirá nova data e local. Marinho, por sua vez, recusa-se ir a Brasília em razão da necessidade de entrar num avião durante a pandemia. Flávio alegou ao MPF que esteve em agenda no Amazonas. Benones afirmou que ainda não recebeu a petição da defesa do senador. Disse que, caso não haja justificativa legal condizente para a ausência, representará contra o senador pelo crime de desobediência. "Fora de uma justificativa médica ou uma ordem judicial, não vejo embasamento legal [para não comparecer]. Se isso de fato aconteceu, tenho por dever de ofício representar ao procurador-geral da República para que ele tome as providências", disse Benones. No Amazonas, o senador Flávio Bolsonaro participou do programa policial Alerta Amazonas, da TV A Crítica. Nele, dançou com o apresentador Sikêra Jr. músicas ironizando o uso da maconha e exibiu um cartão com a expressão "CPF cancelado", usada pelo apresentador para se referir a suspeitos mortos pela polícia. A investigação foi aberta após entrevista de Paulo Marinho ao jornal Folha de S.Paulo, em que o empresário disse que, segundo ouviu do próprio filho do presidente Jair Bolsonaro, um delegado da Polícia Federal antecipou a Flávio em outubro de 2018 que a Operação Furna da Onça, então sigilosa, seria realizada. Embora não fosse alvo, o nome de Fabrício Queiroz, suspeito de ser o operador da "rachadinha", e sua movimentação financeira estavam mencionados em documento do inquérito. O senador nega ter dado tal informação. A acareação serviria, segundo Benones, para esclarecer as divergências sobre o fato. "Vou morrer confirmando minha versão dos fatos porque foi o que aconteceu. Venho aqui quantas vezes o procurador quiser. Eu não sei se ele está mentindo. Sei que eu estou dizendo a verdade. Se a tese dele é frontalmente contrária à minha, então ele está mentindo", disse Marinho. A defesa do senador afirmou, em nota, que avisou há um mês ao procurador sobre a agenda. "Quanto à tese de crime de desobediência insinuada pela Procuradoria, é lamentável sob vários aspectos. Nem o Procurador da República poderia dar ordem ao Senador e nem essa 'ordem' seria legal, pelo que constituiria uma impropriedade técnica com poucos precedentes na história do Judiciário Fluminense", afirmou a defesa de Flávio, em nota.

  • Reuters

    Procurador admite tentar nova data para acareação entre Flávio Bolsonaro e Paulo Marinho

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O procurador Eduardo Benones, que investiga o suposto vazamento da operação Furna da Onça, admitiu nesta segunda-feira fazer uma nova tentativa acareação entre o senador Flávio Bolsonaro e o empresário Paulo Marinho em outubro.Benones disse a jornalistas que o senador pode ter cometido crime de desobediência caso não tenha uma boa justificativa para não ter comparecido à acareação, marcada com atencedência para esta segunda.

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    Flávio Bolsonaro 'dá bolo' no MPF para cantar com Sikêra Jr: 'Todo maconheiro dá'

    Senador não compareceu a acareação sobre caso das rachadinhas e apareceu entoando música de teor homofóbico com apresentador da RedeTV

  • Reuters

    Defesa de Flávio Bolsonaro avisa que senador não vai à acareação com Paulo Marinho na segunda-feira

    RIO DE JANEIRO (Reuters) - O senador Flávio Bolsonaro não vai comparecer a acareação com o empresário Paulo Marinho programada para segunda-feira na sede do Ministério Público Federal no Rio de Janeiro, no âmbito das investigações sobre o vazamento da operação Furna da Onça, da Lava Jato, em 2018.A defesa do senador disse que Flávio está com compromisso na agenda parlamentar e não poderá fazer a acareação solicitada pelo MPF.

  • Folhapress

    Desembargador mantém censura à TV Globo em caso Flávio Bolsonaro

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O desembargador Fábio Dutra negou nesta terça-feira (15) recurso da TV Globo e manteve a censura imposta à emissora para divulgar informações sobre as investigações contra o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) conduzidas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. A proibição foi imposta no último dia 4 pela juíza Cristina Feijo, da 33ª Vara Cível, a pedido dos advogados do senador. A magistrada entendeu que as informações divulgadas correm em procedimento sob sigilo, motivo pelo qual avaliou ser correta a imposição de censura. A TV Globo afirmou, em nota, que considera "a decisão judicial um cerceamento à liberdade de informar, uma vez que a investigação é de interesse de toda a sociedade". A emissora declarou que ainda avalia as providências legais cabíveis. A liminar da magistrada determina que a emissora "se abstenha de divulgar informações, exibir documentos, expor andamentos do processo investigativo criminal" do caso. "No caso, busca-se resguardar o interesse público de que a investigação seja feita de forma escorreita, célere e imparcial para que ao final se possa conhecer a realidade dos fatos e aplicar as sanções cabíveis aos autores das práticas ilícitas. Neste momento, impõe-se a adoção de postura de cautela máxima, vale dizer, na tentativa de, ao menos minimizar os efeitos lesivos que divulgações não autorizadas podem trazer", escreveu Feijó. A magistrada também expôs preocupações com os efeitos na imagem de Flávio Bolsonaro antes da conclusão da investigação. "Embora admirável a atuação do jornalismo investigativo na reconstrução e apuração dos fatos, ela esbarra nos limites da ofensa a direito personalíssimo. Some-se a isto que o requerente ocupa relevante cargo político e as constantes reportagens, sem qualquer dúvida, podem ter o poder de afetar sua imagem de homem público e, por via transversa, comprometer sua atuação em prol do Estado que o elegeu senador", afirmou a juíza. A decisão foi criticada por entidades de imprensa. Em nota, a ANJ (Associação Nacional de Jornais) afirmou que "qualquer tipo de censura é terminantemente vedada pela Constituição e, além de atentar contra a liberdade de imprensa, cerceia o direito da sociedade de ser livremente informada". "Isso é ainda mais grave quando se tratam de informações de evidente interesse público", disse a associação. Marcelo Träsel, presidente da Abraji (Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo), considera "qualquer tipo de censura prévia inaceitável numa democracia, sobretudo quando o alvo da cobertura jornalística é uma pessoa pública cujo mandato foi outorgado pelo voto, o que lhe traz a obrigação de prestar contas à sociedade". "Quem perde são os eleitores do Rio de Janeiro e todos os cidadãos, que terão dificuldades para acompanhar o andamento das investigações contra o filho do presidente da República e avaliar se as autoridades estão cumprindo seus deveres", afirma Träsel. Em publicação em rede social, o senador comemorou a decisão do dia 4 e deu parabéns a sua defesa. "Acabo de ganhar liminar impedindo a globolixo de publicar qualquer documento do meu procedimento sigiloso. Não tenho nada a esconder e expliquei tudo nos autos, mas as narrativas que parte da imprensa inventa para desgastar minha imagem e a do Presidente @jairmessiasbolsonaro são criminosas." A decisão de Feijó ainda será analisada pela 1ª Câmara Cível. Flávio é investigado sob suspeita de comandar um esquema de "rachadinha" em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa. A prática consiste em repasses de parte dos salários dos servidores públicos ou prestadores de serviços da administração para políticos ou assessores dos gabinetes. O senador é suspeito dos crimes de liderar uma organização criminosa para a prática de peculato, lavagem de dinheiro e ocultação de patrimônio. As investigações foram encerradas no início deste mês. O oferecimento de uma denúncia está a cargo do procurador-geral de Justiça, Eduardo Gussem, desde quando o senador obteve o direito a ter foro especial no Órgão Especial do Tribunal de Justiça. O Ministério Público do Rio recorreu ao STF (Supremo Tribunal Federal) da decisão do Tribunal de Justiça que deu foro a Flávio. A tendência, conforme publicou o jornal Folha de S.Paulo, é que os ministros mantenham a decisão proferida no Rio de Janeiro. O oferecimento da denúncia independe da decisão do STF. Pode ser proposta ao Órgão Especial e, caso o Supremo mude a decisão do TJ-RJ, a acusação retornaria para as mãos do juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal.

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    STJ adia julgamento de recursos de Flávio Bolsonaro no caso das rachadinhas

    Não há data prevista para que julgamento aconteça

  • Folhapress

    Flávio Bolsonaro diz estar recuperado da Covid-19

    BRASÍLIA, DF (UOL/FOLHAPRESS) - O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) afirmou neste domingo (6) em rede social estar recuperado da Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. A assessoria dele anunciou em 25 de agosto que Flávio havia sido diagnosticado com a Covid-19. Na publicação, o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) afirma ter ingerido remédios, como hidroxicloroquina e azitromicina, com acompanhamento médico, "desde os primeiros sintomas". Não há, porém, até o momento, comprovação científica de que esses medicamentos são eficazes no tratamento contra a Covid-19. Em julho, a gerente de incidentes para a Covid-19 da Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), Sylvain Aldighieri, lembrou que a OMS (Organização Mundial de Saúde) suspendeu o tratamento com a hidroxicloroquina em seus testes após não ver benefícios no uso do medicamento. "Portanto, a OMS não recomenda o uso da hidroxicloroquina para pacientes da Covid-19", afirmou. No mesmo mês, o chefe do programa de emergências da OMS, Mike Ryan, disse que a hidroxicloroquina só deve ser usada em casos de Covid-19 sob estrita supervisão médica. Quando anunciado que estava com o coronavírus, a assessoria de imprensa do senador informou que ele estava sem sintomas e em isolamento em sua residência em Brasília. Flávio também disse que são "quase 3,3 milhões de brasileiros recuperados", sem citar as mais de 126 mil pessoas que já morreram por causa da doença no Brasil. Os dados de ontem do consórcio de veículos de imprensa do qual o UOL e Folha de S. Paulo fazem parte apontam que, nas últimas 24 horas, foram registrados 646 óbitos relacionados ao novo coronavírus --o total é de 126.230 mortes. Entre ontem e hoje, foram registrados 33.420 testes positivos de Covid-19. No total, 4.121.203 pessoas já se contaminaram no país desde o início da pandemia. O senador é o quarto da família Bolsonaro a ser infectado pelo vírus com confirmação pública. Antes dele, já foram infectados seu pai, seu irmão Jair Renan e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Segundo o presidente e a primeira-dama, ambos não estão mais com o vírus. A mãe de Jair Renan e ex-mulher de Jair Bolsonaro, Ana Cristina Siqueira Valle, também publicou nas redes sociais que o filho está curado. A avó de Michelle Bolsonaro morreu em decorrência do coronavírus, em Brasília.

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