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Fortaleza | Últimas notícias da capital cearense

  • Folhapress

    João Sarto e Capitão Wagner votam em Fortaleza

    FORTALEZA, CE (FOLHAPRESS) - Wagner esteve acompanhado da mulher, da candidata à vice, Kamila Cardoso (Podemos), e do senador Eduardo Girão (Podemos-CE), seu principal aliado e financiador nessa campanha. "Vamos ter uma grande surpresa no final do dia", disse Capitão Wagner, que apareceu atrás na última pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (28). Sarto apareceu com 57% dos votos válidos contra 43% de Wagner. Também acompanhado de familiares, Sarto teve ao seu lado o atual prefeito, Roberto Cláudio (PDT),o senador Cid Gomes (PDT) e o governador Camilo Santana (PT), que anunciou apoio público a Sarto no segundo turno. No primeiro não pôde porque o PT lançou a candidatura de Luizianne Lins. "Nossa campanha sempre foi do respeito, da tolerância, e é assim que nós queremos Fortaleza", disse Sarto.

  • Folhapress

    Sarto tem 61%, e Capitão Wagner, 39%, na véspera da eleição em Fortaleza, aponta Ibope

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Sarto (PDT) tem 61% dos votos válidos em Fortaleza e Capitão Wagner (PROS) foi a escolha de 39% dos entrevistados em pesquisa Ibope divulgada neste sábado (28). O levantamento foi encomendado pela TV Verdes Mares e tem margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95%. Em relação ao total de votos, Sarto é a preferência de 54%, e Wagner, de 35%. Os indecisos somam 4%, e 7% votarão em branco ou nulo. Sarto variou positivamente um ponto percentual dentro da margem de erro em relação à pesquisa anterior, divulgada no dia 23 de novembro, indo de 53% para 54% dos votos válidos. Capitão Wagner permaneceu nos 35%. O instituto entrevistou 805 eleitores de Fortaleza nos dias 26 e 27 de novembro e registrou o levantamento no TRE-CE com o número CE 06026/2020.

  • Extra

    Vasco: Martín Benítez deve voltar aos treinos para enfrentar o Ceará

    O Vasco também lamenta a ausência de seu camisa 10 argentino. Benítez pode não chegar perto do que...

  • Folhapress

    Sete pessoas morrem a tiros em chacina no interior do Ceará

    FORTALEZA, CE (FOLHAPRESS) - Pelo menos sete pessoas foram mortas em uma chacina na cidade de Ibaretama, a 130 km de Fortaleza. A Secretaria de Segurança Pública do Ceará informou que já iniciou as investigações —entre os mortos estão uma mulher e um menino de sete anos. Homens encapuzados e armados invadiram na madrugada desta quinta-feira (26) uma casa que fica no distrito de Pedra e Cal, zona rural de Ibaretama, cidade de pouco mais de 12 mil habitantes da região do Sertão Central, próxima a Quixadá. A idade e a identidade das vítimas não foram divulgadas. Os criminosos entraram pelo fundo da casa, já atirando segundo relato de um morador aos policiais. Em 2018, a capital do Ceará viveu a maior chacina de sua história. Um ataque a tiros deixou pelo menos 14 pessoas mortas e 16 feridas no bairro Cajazeiras, na periferia de Fortaleza. Elas participavam de uma festa conhecida como "Forró do Gago", perto da Arena Castelão, quando foram atingidas por tiros disparados por um grupo armado. Quanto à chacina desta madrugada, a investigação apura se alguns dos mortos possa ter ligação com facções criminosas. Essa é a segunda chacina em pouco mais de um mês no Ceará. Em 18 de outubro, cinco homens foram mortos em Quiterianópolis, a 410 km da capital cearense. Uma sexta vítima ficou ferida e foi socorrida com vida a um hospital de Sobral. Segundo relatos, quatro homens invadiram a casa onde estavam as vítimas, as renderam e as executaram. Dois dos mortos tinham antecedentes criminais e um deles usava tornozeleira eletrônica. A polícia ainda investiga se há ligação com briga entre facções criminosas. De acordo com a investigação, os atiradores bateram na casa por volta das 3h30 da manhã desta quinta e falaram que eram policiais. A dona da casa abriu o portão e os disparos foram feitos. A polícia ainda não identificou quantas pessoas participaram da ação, considerada rápida com base no depoimento da única sobrevivente. Durante o dia, um helicóptero foi usado para tentar encontrar suspeitos escondidos em área de mata próxima à comunidade onde ocorreu a chacina. A região costuma ter confrontos entre membros de facções criminosas. O Ceará convive com aumento da violência em 2020. Entre janeiro e outubro foram 3.376 homicídios —no mesmo período de 2019 foram 1.847, um aumento de 83%. No ano passado inteiro foram 2.257 homicídios no estado. Em setembro, o governador Camilo Santana (PT) trocou o secretário de segurança pública. Saiu André Costa, que ficou no cargo por três anos e oito meses, e entrou Sandro Caron. Ambos são delegados da Polícia Federal. Camilo disse que a troca foi feita por pedido de Costa, que por motivos familiares não poderia mais continuar no cargo.

  • Yahoo Notícias

    Chacina no Ceará: homens armados invadem casas e matam sete pessoas

    Entre as vítimas do crime está uma criança

  • Agência Brasil

    PF realiza operação para apurar tráfico de drogas no Ceará

    A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quarta-feira ( 25), no Ceará, a Operação Node, com o objetivo de apurar crime de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas no estado. Na ação, também estão sendo cumpridos 12 mandados de busca e apreensão em São Paulo e Minas Gerais. As ordens judiciais foram expedidas pela Justiça Federal. A investigação tem como alvo uma organização criminosa de São Paulo, comandada por duas pessoas assassinadas em fevereiro de 2018, no município de Aquiraz, na região metropolitana de Fortaleza. “A partir dos homicídios, a investigação policial constatou que haveria outros membros da referida organização criminosa com intensa atuação no Ceará que, juntamente com as vítimas desses homicídios, teriam movimentado valores superiores a R$ 8 milhões, em bens móveis e imóveis, além da grande quantidade de dinheiro ilícito nas contas bancárias dos investigados e laranjas”, informou a PF, em nota.

  • Yahoo Notícias

    Segundo turno em Fortaleza: Em debate, Sarto diz que Wagner “comporta-se como Bolsonaro”

    Apoiado pelo presidente Bolsonaro, Wagner diz que vê "expressão de ódio" em Sarto

  • Folhapress

    Não tenho padrinho político, diz Capitão Wagner sobre evitar imagem de Bolsonaro em Fortaleza

    FORTALEZA, CE (FOLHAPRESS) - O deputado federal Wagner Sousa Gomes, 41, o Capitão Wagner (PROS), que disputa o segundo turno para comandar Fortaleza, preferiu não utilizar o apoio anunciado por Jair Bolsonaro (sem partido) antes ainda do primeiro turno. Na capital cearense, não se vê fotos dele ao lado do presidente em nenhum material de campanha. No horário eleitoral para o segunto turno, o deputado, que enfrenta José Sarto (PDT), cita quatro frases ou ações de Bolsonaro. Com duas disse concordar -o auxílio emergencial e a finalização da transposição do rio São Francisco-, e com outras duas, discordar: quando o presidente chamou a Covid-19 de gripezinha e quando disse, sobre o aumento do número de mortos pela doença, que não era coveiro. Nesta entrevista à Folha de S.Paulo, Capitão Wagner diz que é independente de Bolsonaro, fala sobre sua participação nos motins da Polícia Militar no Ceará e sobre a estratégia a ser adotada em relação à pandemia caso seja eleito. Sarto lidera a disputa eleitoral com 53% das intenções de voto no segundo turno. Capitão Wagner aparece com 35%, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. PERGUNTA - Por que o senhor não tem utilizado na campanha o apoio que o presidente Jair Bolsonaro lhe deu antes ainda do primeiro turno? CAPITÃO WAGNER - Agradeci ao presidente, é importante que alguém daqui tenha acesso a ministros, e minha presença como deputado federal em Brasília me deu essa possibilidade. Mas não tenho padrinho político e minha vida pública têm muita independência. Ninguém vai ditar como conduzir meu mandato, votei matérias a favor e contra o governo nesse período como deputado federal. P. - Mas o senhor acha que perderia votos se colocasse o presidente em sua campanha? CW - É questão de independência. Por exemplo, temos o apoio do senador Eduardo Girão [Podemos-CE], trabalhamos também na eleição e indicação dele em 2018, mas logo depois de eleito trocou de partido e temos posições diferentes. Ninguém interfere em meu mandato e eu não interfiro no de ninguém. Não tenho padrinho político, diferente de meu adversário, que tem os Ferreira Gomes [os irmãos Ciro e Cid Gomes]. P. - O senhor iniciou a campanha querendo desvincular a imagem de especialista apenas em segurança pública pelo fato de sua carreira na polícia. Acha que conseguiu? CW - Isso é desde a campanha de 2016 [quando perdeu no segundo turno para o atual prefeito, Roberto Cláudio, do PDT]. Logicamente por ser profissional da segurança vinculam muito a essa área, mas consegui desmistificar isso ao discutir outras pautas, como educação e saúde nos meus mandatos como deputado estadual e também federal. P. - O seu adversário conseguiu apoio no segundo turno de 7 das 9 candidaturas derrotadas no primeiro turno e o senhor de nenhum -Heitor Férrer [Solidariedade] e Heitor Freire [PSL] se declararam neutros. Por que acha que isso aconteceu? CW - Aconteceu também em 2016, uns viram neutros, e o restante foi apoiar meu adversário. Isso não vai determinar a vitória, me favorece porque todos os políticos se juntam do mesmo lado e nós apresentamos a renovação. P. - A mais recente pesquisa coloca o senhor atrás de seu adversário. Acha que pode atrapalhar o fato de a campanha do segundo turno, por causa da pandemia, ser mais curta? CW - A propaganda foi para a rua, agora temos tempo de TV e rádio igual, o que não houve no primeiro turno quando ele [Sarto] pôde bater em mim e na candidata do PT [Luizianne Lins, terceira colocada] à vontade. Vou apresentar minhas propostas e mostrar que meu adversário no tempo de Assembleia o que mais fez foi projetos de nome de rua. P. - Um dos ataques de seus adversários é o de que o senhor teria participado do motim de policiais militares de 2020, o que o senhor nega. Mas no de 2011 para 2012 o senhor admite ter tido posição de liderança. Por que o senhor acredita que o de 2011 e 2012 deveria ter ocorrido e o de 2020, não [a lei proíbe a paralisação de policiais militares]? CW - O de 2012 [foi de dezembro de 2011 a janeiro de 2012] nem o comandante da polícia, nem o governador à época [Cid Gomes] sentaram para conversar, não houve diálogo. Lideramos aquele movimento e conseguimos uma anistia geral e quem deu inclusive foi o governo do PT [Dilma Rousseff, em agosto de 2012]. Nesse momento o governador [Camilo Santana, do PT] tenta me desgastar com isso sendo que em seis anos nunca disparou uma crítica. Ele está com uma metralhadora giratória contra mim, acho até que o Ciro roubou a senha das redes sociais do governador. P. - Por que o senhor acha que o Ciro Gomes, normalmente tão combativo, está afastado dessa campanha em Fortaleza? CW - A rejeição dele aqui está alta, pela maneira como trata as pessoas. Se acha o dono do Ceará. Caso seja eleito qual será a sua prioridade com relação à Covid-19? Acho que, como todos os gestores, a busca pela vacina será incessante. Logo que surja, a função de qualquer gestor será buscá-la para atender sua população. Temos que agir para que Fortaleza esteja preparada. Por exemplo: o atual gestor ainda não adaptou as escolas municipais para receberem os alunos, só as particulares voltaram à aulas. Temos que atuar para que os alunos não percam também o ano letivo em 2021. P. - Como a prefeitura pode ajudar o governo estadual no combate às facções criminosas? CW - A situação está complicada, pessoas vivendo em situação preocupante, algumas precisam deixar suas casas. Nessa eleição tem líder do Comando Vermelho obrigando os moradores a votarem em seus candidatos, teve assessor meu que precisou sair de casa se continuasse fazendo campanha para mim em uma comunidade.

  • Folhapress

    Ciro se afastou da campanha porque teve Covid, diz Sarto, candidato do PDT em Fortaleza

    FORTALEZA, CE (FOLHAPRESS) - No sétimo mandato como deputado estadual, José Sarto (PDT), 61, iniciou a campanha para prefeito de Fortaleza apresentando seu currículo à população. Escolhido candidato governista apoiado pelos irmãos Ciro e Cid Gomes, Sarto entendeu que, apesar dos mandatos consecutivos na Assembleia, precisava ser reconhecido em sua primeira eleição para o Executivo. Nesta entrevista à Folha de S.Paulo, Sarto acusa seu rival no segundo turno, Capitão Wagner (PROS), pelo aumento da violência em Fortaleza, ligando-o aos dois recentes motins de policiais militares no estado (2011/2012 e 2020), e tenta justificar por que o ex-presidenciável Ciro Gomes (PDT) não esteve ativo em sua campanha no primeiro turno. Sarto lidera a disputa eleitoral com 53% das intenções de voto no segundo turno. Capitão Wagner (PROS) aparece com 35%, segundo pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O candidato do PDT à Prefeitura de Fortaleza (CE), José Sarto (de máscara amarela), durante campanha em Fortaleza Divulgação homem de máscara amarela em palanque com outros homens de camisa vermelha PERGUNTA - As facções criminosas dominam boa parte da periferia de Fortaleza. Mesmo o problema sendo uma responsabilidade prioritária do governo estadual, o senhor acha que a violência é o tema principal hoje também para a prefeitura? JOSÉ SARTO - Se você observar, a violência em Fortaleza aumentou muito de 2012 para cá depois do primeiro motim dos policiais, que foi de 2011 para 2012. O Réveillon daquele ano foi de um pânico generalizado em Fortaleza. A ação dessas facções começou a encorpar ali, no motim que nasceu também com meu adversário [Capitão Wagner]. Um ato ilegal, as forças policiais não podem fazer paralisações, e tem uma ligação umbilical os dois motins [2011 e 2020] com a violência. Mas o município já tem ajudado, com a criação das areninhas [campos de futebol society em praças], torres de vigilância e videomonitoramento nas ruas em parceria com o governo estadual. P. - Em seu horário eleitoral houve críticas ao governo da ex-prefeita e hoje deputada federal Luizianne Lins (PT), uma de suas adversárias, e o partido dela agora o apoia no segundo turno. O senhor conversou com Luizianne? JS - Não conversei, mas é uma crítica programática usando pesquisa do Datafolha [de 2010] que colocava a Prefeitura de Fortaleza como a pior avaliada entre oito capitais. Tenho muito respeito a ela. Era uma crítica política, como houve críticas à gestão de Roberto Cláudio (PDT). Tenho recorrido a Belchior para falar desse assunto: "Passado é uma roupa que não se veste mais". P. - Dos nove candidatos derrotados no 1º turno, o senhor recebeu apoio de sete. Somente Heitor Férrer [Solidariedade] e Heitor Freire [PSL] se declararam neutros. O senhor vê isso como uma adesão às suas ideias ou pelo fato de o presidente Jair Bolsonaro [sem partido] ter declarado apoio a Capitão Wagner? JS - Acho que é uma mensagem de que nesse momento vivemos uma crise sanitária com a Covid-19, e, em uma crise econômica que vem desse problema sanitário, é mais importante a união do que a divisão. Temos diálogo com todos e um projeto para atravessar um momento que pode ser difícil, principalmente com o término do auxílio emergencial que o governo federal paga em 2020. P. - Chamou a atenção até o momento que o ex-governador Ciro Gomes tenha participado tão pouco de sua campanha. O que aconteceu? JS - Cada um tem uma função estabelecida. O Ciro teve Covid-19, acabou se afastando um pouco. Eu também tive Covid-19 e precisei ficar um tempo fora das ruas, é uma campanha diferente por causa da doença, uma campanha mais curta. Tínhamos uma metodologia para que eu me tornasse mais conhecido a uma parcela da população e nossa defesa, e que Ciro também defende, é da continuidade desse projeto com avanços. P. - O senhor falou em se tornar mais conhecido, mas está no sétimo mandato como deputado estadual e também já foi vereador. Por que precisou se apresentar à população? JS - A eleição majoritária é diferente. Uma cidade com 2,6 milhões de habitantes e você, numa campanha para deputado estadual, precisa de menos votos. Obtive mais de 450 mil no primeiro turno à prefeitura. Eu sei das necessidades de uma campanha para o Executivo porque já coordenei algumas e sei que é preciso de tempinho para a população te reconhecer, da massificação do seu nome. P. - A Covid-19 ainda deve ser problema para todos por meses, talvez anos, dependendo do andamento da produção e distribuição das vacinas que estão sendo elaboradas. Como o senhor pretende atuar nessa questão se eleito? JS - Vamos garantir o acesso à vacina. Nossa ideia, em parceria com o governador Camilo Santana [PT], é identificar grupos de risco, gestantes, pessoas com comorbidades, profissionais da saúde e vacinar quando for possível. Também precisamos continuar com monitoramento de casos e fazer testagens. P. - Houve duas ações da Polícia Federal em Fortaleza recentemente com acusações de uso indevido de dinheiro durante a pandemia, primeiro na compra de respiradores e depois de equipamentos para o hospital de campanha feito no estádio Presidente Vargas. O senhor conversou com o prefeito Roberto Cláudio sobre isso? JS - Conversei, não há qualquer receio, foi tudo feito da maneira mais transparente possível. Como dizemos aqui no Ceará, isso é uma "marmota", uma ação estranhíssima e que vem acontecer pouco antes da eleição. Uma delas foi com participação da CGU [Controladoria-Geral da União], que tem ligação direta com o governo Bolsonaro, estranho que demande isso bem nesse período. No caso dos respiradores a prefeitura tomou todas as precauções, processando [a empresa] e recebeu recursos de volta.

  • O Globo

    Em Fortaleza, candidato da esquerda tem apoio de Maia, Tasso, Freixo e Ciro

    José Sarto (PDT) enfrenta o deputado federal Capitão Wagner (Pros), nome da oposição

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