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Goiás GO | Últimas notícias do estado e Goiania

  • Yahoo Vida e Estilo

    Virginia e Zé Felipe alugam mansão em Goiânia

    Influencer mostrou a residência em seu canal do YouTube.

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    Virginia e Zé Felipe mostram mansão em Goiânia

    Influencer mostrou a residência em seu canal do YouTube.

  • Agência Brasil

    Operação da PF em Goiás investiga fraudes em aposentadoria rural

    Cerca 25 policiais federais e servidores do INSS cumprem nesta quinta-feira (10) sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Jataí/GO, nos municípios goianos de Quirinópolis, Cachoeira Alta e Paranaiguara. A ação, que tem o objetivo de combater esquema fraudulento de obtenção de aposentadoria por idade rural na Agência da Previdência Social de São Simão/GO, faz parte da Operação Pravum e tem o apoio do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A estimativa é de que o prejuízo causado ao INSS seja de aproximadamente R$ 385 mil. InvestigaçãoA investigação teve início em 2019 quando o INSS verificou que requerimentos dos benefícios levantaram suspeitas por conter diversos documentos semelhantes, repetição de testemunhas em contratos, coincidências de números de telefone, repetições dos IPs das máquinas utilizadas para a realização dos agendamentos, notas e recibos sem a conhecimento dos emitentes, além de outros indícios de falsidade. PenasOs investigados responderão pelos crimes de organização criminosa e estelionato previdenciário. Somadas as penas previstas chegam a mais de 10 anos de prisão.

  • Folhapress

    Sucuri é vista nadando ao lado de garoto de 8 anos em piscina de resort em Goiás

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma cobra da espécie sucuri foi vista nadando em uma das piscinas do Rio Quente Resorts, localizado a cerca de 30 km da cidade de Caldas Novas (GO), na tarde do último sábado (5). O Rio Quente é o maior complexo de águas termais da América do Sul. Ele é conhecido por suas piscinas naturais de águas termais. A hóspede Dayse Alves de Souza contou ter visto o animal no Parque das Fontes, que fica dentro do complexo, enquanto o filho dela, Heitor Alves do Carmo, de 8 anos, estava nadando. "Ele chegou na parte onde sai uma água quentinha. Quando ele sentou, a sucuri estava do lado dele", afirmou ao G1. "Ele [se] assustou demais e saiu correndo." "Foi um grande livramento. Se essa cobra tivesse enrolado nele, e asfixiado, por mais que ele saiba nadar, [é] bem perigoso", avaliou. "[Foi uma] situação bem traumática." De acordo com a administração do complexo, a área onde a cobra foi vista não é aberta ao público e fica separada do resto do complexo por uma grade na piscina. Ao G1, a mãe de Heitor disse que não havia sinalização de que a área era proibida. "No mesmo momento em que a equipe do resort teve ciência, a piscina foi evacuada para tentar fazer a captura da cobra e a soltura em outra área da natureza", diz comunicado enviado à reportagem. "Apesar do susto e apreensão normal de todos, a cobra estava em uma área restrita e acabou voltando para a mata." O parque diz que o animal foi solto em um local seguro, longe das piscinas. * Leia a íntegra do comunicado do Rio Quente Resorts "Neste sábado, dia 05 de setembro, o Rio Quente, localizado em uma área de mais de 1.000.000 m² em meio à natureza exuberante do cerrado brasileiro na cidade de Rio Quente (GO), foi surpreendido com a presença de uma cobra sucuri que estava em uma das nascentes do Parque das Fontes, que é separada por uma grade da piscina. Nessa nascente não é permitida a entrada de hóspedes. No mesmo momento em que a equipe do resort teve ciência, a piscina foi evacuada para tentar fazer a captura da cobra e a soltura em outra área da natureza. Apesar do susto e apreensão normal de todos, a cobra estava em uma área restrita e acabou voltando para a mata. O Rio Quente reforça que preza pela segurança dos seus hóspedes e também pela preservação do ecossistema local, fazendo vistorias permanentes e mantendo equipe treinada para lidar com situações como estas. A cobra foi capturada e solta em local seguro longe das piscinas."

  • Folhapress

    GO, RO e AL ainda não enviaram planos para receberem auxílio emergencial da cultura

    BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Após perderem o prazo para receberem o primeiro lote de repasses da Lei Aldir Blanc, estados correram esta semana para apresentar seus planos de ação para o Ministério do Turismo. Rondônia, Goiás e Alagoas ainda não constam na lista dos que enviaram seus planos de ação para receberem repasses da Lei Aldir Blanc, de acordo com dados da plataforma +Brasil. O plano é o primeiro passo para que as unidades federativas recebam parte dos R$ 3 bilhões destinadas pela União para socorrer o setor cultural em meio à crise do coronavírus. Constam como "em elaboração": Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e Roraima. A secretaria de cultura fluminense afirma que seu plano será enviado ao Ministério do Turismo até esta sexta-feira (4). Constam como "enviado para análise": Minas Gerais, Pará e Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Estados e Distrito Federal serão os responsáveis por destinar as parcelas de R$ 600 aos trabalhadores do setor cultural. Amazonas, Paraíba, Santa Catarina, Amapá, Rio Grande do Norte, Piauí, Paraná, Maranhão, Sergipe e Bahia conseguiram cumprir o prazo para receber o primeiro lote dos repasses, conforme o jornal O Globo noticiou. Segundo a plataforma +Brasil, consultada na manhã desta sexta (4), mais sete unidades federativas já tiveram seus planos de ação aprovados: Tocantins, Pernambuco, Espírito Santo, São Paulo, Acre, Ceará e o Distrito Federal. Os estados que tiveram seus planos aprovados até terça (1º) receberão a partir da semana que vem, no dia 11, o primeiro lote de repasses do auxílio emergencial para trabalhadores do setor cultural. Há ainda um segundo lote, que comtemplará estados que forem aprovados até dia 16 de setembro. Segundo a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio (Sececrj), o plano de ação fluminese deve ser enviado até sexta (4). A secretaria diz que "vem dialogando com os representantes da cultura de todo o estado para definir o plano de ação da Lei Aldir Blanc". São Paulo, que teve seu plano de ação aprovado na quarta (2) e portanto ficará de fora do primeiro lote, afirma, em nota, ter avaliação de que os prazos são adequados, Estados que já tiveram o plano de ação aprovado agora se empenham em mapear os trabalhadores da cultura que poderão receber o benefício de R$ 600. A Bahia tem feito esse mapeamento por meio de um formulário Google Docs, disponível no site de sua secretaria de cultura. Questionada sobre como seria o acesso de pessoas com pouco ou sem acesso a internet, a SecultBA afirma que "é importante salientar que o formato virtual de cadastramento é o que melhor se aplica num contexto de pandemia e isolamento social". A secretaria de cultura do Distrito Federal afirma que, além de cadastro digital, fará "busca ativa, aquela em que o Estado vai ao encontro do beneficiário", para pessoas sem acesso à tecnologia ou em situação de vulnerabilidade. "Vamos realizar mutirões em todas as cidades do DF, por exemplo, com pontos de auxílio de cadastramento", diz em nota. A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo afirma que irá "utilizar os municípios e os serviços de outras áreas do governo do estado para que os cadastros sejam realizados também presencialmente".

  • Folhapress

    Agente do ICMBio morre vítima de queimaduras após combate a incêndio em Goiás

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Um agente do do ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade) morreu na tarde desta terça-feira (1º) devido a queimaduras sofridas durante operação de combate a incêndio no Parque Nacional das Emas, no interior de Goiás. Welington Fernando Peres Silva era analista ambiental do ICMBio, atuando também como instrutor de combate a incêndios. De acordo com nota divulgada pela Ascema (Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente), o agente atuava em operação de combate ao incêndio florestal no Parque Nacional das Emas no dia 21 de agosto, quando uma mudança brusca nos ventos o deixou em meio ao incêndio. Silva chegou a ser levado às pressas para um hospital em Goiânia. especializado em queimaduras, porém seu estado já era considerado gravíssimo, vindo a morrer após 11 dias. O agente teve 80% do corpo queimado. "A Ascema Nacional e a Asibama (Associação dos Servidores do Ibama) Goiás deixam sua solidariedade à família e colocam-se à disposição para contribuir naquilo que estiver ao nosso alcance", informaram as instituições por meio de nota. Em um vídeo postado em suas redes sociais, o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, também manifestou pesar pela morte do agenda do ICMBio. "Hoje faleceu nosso servidor Welington, que no dia 21 de agosto, no Parque das Emas, combatendo os incêndios, foi atingido pelo fogo e sofreu queimaduras muito graves", disse o ministro. "Nossos sentimentos à família, à esposa Valéria e às filhas, e o reconhecimento ao trabalho dele assim como dos brigadistas e aqueles que, juntos, trabalham no combate às queimadas", completou.

  • Folhapress

    PM de Goiás confirma vistoria em ateliê que fez faixa contra Bolsonaro, mas nega intimidação

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - Subordinada ao governador Ronaldo Caiado (DEM), um dos principais aliados de Jair Bolsonaro (sem partido), a Polícia Militar de Goiás confirmou que esteve na noite da última sexta-feira (28) no ateliê em Caldas Novas (170 km de Goiânia) onde foram confeccionadas faixas para um protesto contra o presidente. O jornal Folha de S.Paulo revelou no sábado (29) que duas pessoas envolvidas na confecção das faixas contra Bolsonaro foram intimidadas pela PM na véspera da visita do mandatário, que foi à cidade para inaugurar uma usina fotovoltaica. A PM, contudo, nega a intimidação e afirma que não houve qualquer tipo de censura ao protesto. Faixa de pano presa numa cerca à céu aberto. O texto diz: Bolsonaro o Brasil quer saber por que o Queiroz depositou R$ 89 mil na conta da sua mulher Em nota enviada à reportagem nesta segunda-feira (31), a PM informou que recebeu uma denúncia informando que o grupo de manifestantes pretendia fixar as faixas na área interna do aeroporto de Caldas Novas, o que não é permitido pelas normas de segurança do local. A polícia informou que foi ao ateliê averiguar a denúncia e que orientou os manifestantes para que não colocassem faixas na cabeceira da pista do aeroporto por medida de segurança, “uma vez que poderia provocar grave acidente”. A PM ainda afirmou que “não cerceou o direito à livre manifestação” durante a visita de Bolsonaro a Caldas Novas. “A PM-GO reconhece e apoia o direito a livre manifestação, mas destaca a necessidade de obedecer aos protocolos de segurança estabelecidos para garantir a proteção de toda população”, informou. O protesto contra Bolsonaro foi organizado em redes sociais por um grupo de moradores da cidade. Uma das faixas questionava o porquê de Fabrício Queiroz e a mulher dele terem depositado R$ 89 mil na conta da primeira-dama, Michelle Bolsonaro. Diante da mobilização em torno do protesto, dois policiais, um deles identificado apenas como tenente Alexandre, foram ao ateliê onde eram confeccionadas as faixas, no bairro Olegário. Em seguida, os policiais obrigaram o proprietário do estabelecimento a entrar na viatura e ir até a casa do pintor Salmeron de Oliveira, 51, que havia confeccionado as faixas. Com o proprietário do estabelecimento dentro do carro, a polícia ficou parada na porta da casa de Oliveira por mais de uma hora. "Os policiais ficaram na porta da minha casa com giroflex ligado, tentando intimidar", afirmou o pintor. Os policiais só foram embora depois de pressionar Oliveira a ligar para o organizador do protesto, Andreazza Joseph Gomes, 37. Na ligação, a polícia pediu o endereço de Gomes, mas desistiu de ir até o local. No sábado, as faixas foram estendidas pelos manifestantes nas proximidades do aeroporto de Caldas Novas, mas não houve incidentes. O estado de Goiás é governado por Ronaldo Caiado, um dos principais aliados do presidente. Os dois haviam rompido após o governador do DEM criticar a postura de Bolsonaro e a condução da pandemia pelo governo federal, mas reataram as relações. A pergunta sobre Queiroz já irritou Bolsonaro em outras ocasiões. No último dia 23, durante uma visita de cinco minutos a ambulantes da Catedral de Brasília, um repórter do jornal O Globo questionou o presidente sobre os motivos para Queiroz e sua mulher terem repassado esse valor para a conta de Michelle. Após a insistência do repórter, sem olhar diretamente para ele, afirmou: "A vontade é encher tua boca com uma porrada, tá?”. Amigo do presidente há 30 anos, Queiroz atuou como assessor de Flávio na Assembleia, quando o filho do presidente era deputado estadual. Queiroz está em prisão domiciliar e, assim como Flávio, é investigado sob suspeita dos crimes de peculato, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

  • Folhapress

    Goiás tem 2º destino de turismo religioso afetado por operação policial

    TRINDADE, GO (FOLHAPRESS) - Depois de Abadiânia, cidade a 90 km de Goiânia, onde o turismo entrou em crise após a prisão do médium João de Deus, o estado de Goiás poderá ter mais um destino de turismo religioso impactado por uma operação policial. Com 130 mil habitantes, a cidade de Trindade (25 km de Goiânia) tinha como principal atração as missas padre Robson de Oliveira Pereira, 46, alvo da Operação Vendilhões, deflagrada pelo Ministério Público do Estado de Goiás em 21 de agosto. Afastado do cargo de reitor do Santuário Basílica do Divino Pai Eterno e da presidência da Associação dos Filhos do Pai Eterno, da qual é fundador, Robson é suspeito de desvio de R$ 60 milhões de doações de fiéis e é investigado apropriação indébita, ocultação de bens e lavagem de dinheiro. As doações dos fiéis deveriam ser destinadas à construção do novo Santuário Basílica do Divino Pai Eterno, mas a suspeita é de que o pároco tenha usado dinheiro das doações para compras de bens luxuosos, como uma fazenda de R$ 6 milhões em Abadiânia e uma casa de praia estimada em R$ 3 milhões em Guarajuba, litoral norte da Bahia. O padre nega ter cometido qualquer ato ilícito. Donos de pousadas e hotéis afirmam temer dificuldades ainda maiores na retomada do setor, que na cidade gira em torno devoção ao Divino Pai Eterno, uma tradição de 180 anos que atrai cerca de quatro milhões de visitantes por ano. Proprietária de uma pousada com capacidade para 90 pessoas, em Trindade, a empresária Divina Aparecida Vaz Silva, 61, diz que a taxa de ocupação já havia zerado desde março, com a chegada da pandemia do coronavírus ao Brasil. Ela diz acreditar que as suspeitas contra o padre devem agravar o prejuízo dos reflexos da pandemia, ao menos temporariamente. "A dificuldade vai vir naturalmente porque ele [Padre Robson] é idolatrado". A empresária diz acreditar que, com o tempo, os turistas vão retornar: "Muita gente está dizendo que o mais importante não é o padre, é o Pai Eterno", acrescenta. O prefeito Jânio Darrot (PSDB) tem opinião semelhante. Ele diz que o caso do Padre Robson "pode, sem dúvida, atrapalhar a retomada do turismo" na cidade, já que o religioso tinha uma grande popularidade. "Muitas pessoas de outras cidades vinham a Trindade para ver o Padre Robson celebrar [a missa], queriam se aproximar dele e tocar nele. Então, isso, sem dúvida, era um atrativo a mais", observa o prefeito, que ressalta que a pandemia já havia reduzido as excursões para a cidade. O presidente do Conselho Municipal de Turismo de Trindade, Fernando Carlos Pereira, que também preside a ABIH (Associação Brasileira da Indústria de Hotéis) em Goiás, diz que a investigação "abalou a confiança no padre, mas não na fé". E afirma que não houve cancelamentos de pacotes de viagens. "Estamos perguntando a nossos clientes e praticamente 90% dos que foram contatados afirmaram que vão retornar, assim que possível, pela fé ao Divino Pai Eterno, independentemente da situação do padre", diz Pereira. Segundo ele, as reservas de agosto e setembro foram apenas adiadas, sem cancelamento. Presidente da Associação Turística Fé no Coração do Brasil, Regington Bernardes Pereira também diz que pároco não é imprescindível para os fiéis. "A maioria dos nossos hóspedes vêm para assistir à celebração com o padre. Mas, quando ele não está aqui, a maioria não reclama", acentua. Após a deflagração da Operação Vendilhões, o Padre Robson, que é de cantor e apresentador da TV Pai Eterno foi proibido de participar de programas de TV, rádio ou internet, por decisão da Congregação do Santíssimo Redentor de Goiás. Com a Operação Vendilhões, Trindade tornou-se a segunda cidade goiana de turismo religioso alvo de investigação em menos de dois anos. Em 2018, o onde João Teixeira de Faria, o João de Deus, foi alvo de uma operação e preso após denúncias de abusos sexuais. A Casa Dom Inácio de Loyola, comandada por João de Deus, era o principal atrativo turístico de Abadiânia e atraia milhares de fiéis todos os anos. A Associação dos Filhos do Pai Eterno e o Padre Robson, que segue em liberdade, não responderam aos pedidos de entrevista da reportagem. Em vídeo divulgado em suas redes sociais, o pároco diz que segue à disposição do Ministério Público. "Meu coração está sereno e confiante de que tudo será esclarecido o mais breve possível. Sabemos que a vida é feita não somente de alegria, mas também de provações", afirma. Em nota, a defesa afirma que teve acesso ao inquérito apenas nesta semana. Diz que assim que verificar todas as suposições do Ministério Público, as informações necessárias serão prestadas e esclarecidas ponto a ponto. "O padre Robson é o maior interessado na verdade e na transparência. A defesa aguarda e insiste com o Ministério Público para que ele seja ouvido, o que não aconteceu nem foi agendado até então", diz a defesa do padre. .

  • Folhapress

    PM de Goiás intimida manifestantes por faixas contra Bolsonaro sobre cheques de Queiroz a Michelle

    Abordagem ocorreu em uma oficina onde estavam sendo confeccionadas faixas que seriam estendidas em Caldas Novas, neste sábado (29), quando Bolsonaro visitou o município para a inauguração de uma usina

  • Reuters

    Bolsonaro causa aglomeração em Goiás e reitera defesa de remédio sem eficácia comprovada contra Covid

    (Reuters) - Sem usar máscara, o presidente Jair Bolsonaro cumprimentou apoiadores e causou uma aglomeração durante cerimônia de inauguração de uma usina de energia fotovoltaica em Caldas Novas (GO), neste sábado, contrariando recomendações de especialistas voltadas a conter a disseminação do novo coronavírus.O presidente, que afirma ter contraído o vírus e se recuperado em casa, foi cercado por apoiadores e cumprimentou diversas pessoas, inclusive crianças, de acordo com vídeo publicado na página oficial dele no Facebook.

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