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Guarulhos | Últimas notícias da grande SP

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    Vacinas da Índia chegam ao aeroporto de Guarulhos

    SÃO PAULO - Dois milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a Covid-19 chegaram ao...

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    Identidade própria e força além do nome: conheça a reformulação visual do Flamengo de Guarulhos

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  • Folhapress

    Vereadores de Guarulhos aprovam fim de empresa de zeladoria da cidade

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Câmara Municipal de Guarulhos (Grande SP) aprovou um projeto de lei, enviado pelo prefeito Gustavo Henric Costa (PSD), o Guti, nesta sexta-feira (18), em sessão extraordinária, sobre a extinção da Proguaru (Progresso de Desenvolvimento de Guarulhos), empresa de economia mista que presta serviços de zeladoria na cidade. O principal motivo alegado pelo governo municipal são as dívidas da empresa que, segundo a prefeitura, oscilaram entre R$ 97,5 milhões, em 2013, e R$ 201 milhões no ano passado. A decisão gerou protestos de servidores, reunindo cerca de 2.000 pessoas em frente à Câmara, no centro da cidade, nesta quinta-feira (17), segundo o Stap (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública Municipal de Guarulhos). Marcelo de Campos Mendes Pereira, coordenador jurídico do Stap, afirmou à reportagem que o PL foi apresentado na Câmara na quarta-feira (16). "É curioso esse interesse todo [em aprovar o PL rapidamente]. Cerca de 4.700 funcionários, muitos com idades superiores a 45 ou 50 anos, estão entre as pessoas que ficarão sem emprego e, com isso, terão dificuldades de se recolocar no mercado de trabalho. O Guti, de forma monetarista propôs a extinção [da Proguaru], logo após ser reeleito", argumentou. OUTRO LADO A prefeitura afirmou em nota que a medida foi tomada para evitar que a Proguaru entre em processo de falência, "o que deixaria fornecedores e funcionários sem qualquer garantia de recebimento de seus créditos." "Desde 2013, a empresa de economia [mista] acumula prejuízos sucessivos, devido a uma série de fatores, que incluem o sucateamento da companhia, falta de competitividade e incapacidade de realizar novos investimentos", diz trecho de nota. A gestão Guti acrescentou que o encerramento das atividades da empresa está previsto para 31 de dezembro de 2021. Sobre a situação dos funcionários, a prefeitura afirmou que nenhum será "demitido sumariamente". "Ou seja, os servidores da Proguaru não ficarão desamparados com a decisão", diz a administração municipal. Ainda segundo a prefeitura, em um primeiro momento, "um amplo programa de demissão voluntária será oferecido." O governo disse ainda que, "parte daqueles que não aderirem" à demissão voluntária, "poderão ser absorvidos pela municipalidade, principalmente nas pastas de Obras, Meio Ambiente e Serviços Públicos." "Outros poderão ser repassados para as empresas da iniciativa privada, que assumirão os serviços hoje realizados pela Proguaru", acrescentou.

  • Folhapress

    Guarulhos vai liberar shopping aberto 24 horas a partir de sexta-feira

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de Guarulhos (Grande SP) vai autorizar shoppings centers a funcionarem 24 horas por dia, a partir desta sexta-feira (18), até a véspera do Natal (24), "para evitar aglomerações" nas compras de fim de ano. O decreto, que será assinado pelo prefeito Gustavo Henric Costa, o Guti (PSDB), vai permitir também que o comércio de rua possa funcionar, de forma facultativa, sem limitação de horário nesse intervalo de tempo até a meia-noite. A determinação contraria o Plano São Paulo do governo do estado com regras para funcionamento do comércio. Segundo normas divulgadas na última sexta-feira (11), o comércio pode funcionar 12 horas diárias, mas com fechamento até as 22h, incluindo shoppings. Em entrevista nesta segunda-feira (14) à Rádio Bandeirantes, o prefeito disse que está ampliando o horário de funcionamento, principalmente nos locais que consegue fazer um maior controle. "Falando em questão de saúde não faz sentido você restringir o tempo de atendimento nos comércios e as pessoas terem que se aglomerar em determinado espaço de tempo", afirmou. A prefeitura diz em nota que manterá a ocupação máxima de 40% nas lojas e quer que o comércio defina um horário exclusivo para o atendimento a pessoas com mais de 60 anos. Em nota, o governo João Doria (PSDB), diz que, "caso haja desrespeito às recomendações, estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços estarão sujeitos à autuações dos órgãos competentes". Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado, a ampliação do funcionamento do comércio --de 10 para 12 horas diárias na fase amarela do Plano São Paulo, na última sexta-- vai contribuir para diluir o fluxo de consumidores. A pasta afirma que todos os setores devem seguir rigorosamente os protocolos sanitários do Plano São Paulo, que são respaldados por critérios técnicos, análises e pareceres do Centro de Contingência para permitir, de forma consciente e gradual, a retomada das atividades econômicas dos setores. "Ele prevê faseamento regionalizado e segue sob monitoramento contínuo e diário, permitindo medidas mais restritivas caso haja necessidade apontada pelo Centro de Contingência do coronavírus." A Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) considera positivas as medidas de aumento do horário de funcionamento de shoppings porque dão a oportunidade do consumidor fazer as compras de Natal em segurança, sem aglomeração e fluxo intenso de pessoas. Já o Sincomerciários (Sindicato dos Empregados do Comércio de Guarulhos) afirma que não se opõe ao funcionamento dos shoppings por 24 horas e do comércio de rua aberto até a meia-noite, "desde que sejam garantidos todos os direitos trabalhistas, como horas extras, adicional noturno e contratação de funcionários suficientes para atender a demanda'. "Nossa opção é pela vida, mas só apoiamos a iniciativa se os direitos trabalhistas forem respeitados e ficaremos vigilantes quanto a isso, pois não admitiremos excesso de jornada. Em caso de abuso, peço aos comerciários que denunciem ao sindicato", diz Walter dos Santos, presidente do sindicato.

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    Sub-20: Palmeiras bate Flamengo de Guarulhos e vai às oitavas do Campeonato Paulista

    Com temporal, gol de Kevin e pênalti defendido por Lucas Bergantin, o Verdão avança para buscar o tetracampeonato

  • Folhapress

    Bolsonarista, Otávio Mesquita comemora com Covas e diz que vai se candidatar em Guarulhos em 2024

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A presença de uma pessoa em particular no evento de celebração da vitória de Bruno Covas (PSDB) neste domingo (29) chamou a atenção. Entre jornalistas, assessores, prefeitos, vereadores, deputados e um governador apinhados na sala em que acontecia a entrevista coletiva do prefeito, Otávio Mesquita tirava selfies, gravava vídeos e interagia com o próprio vencedor da noite. Conhecido apoiador de Jair Bolsonaro (sem partido), o apresentador de TV de 61 anos diz que conhece Covas desde a adolescência do tucano e por isso quis prestigiar o evento. Na entrevista coletiva, perguntou ao prefeito o que ele aprendeu com João Doria (PSDB), que foi seu colega de metiê e hoje é governador de São Paulo. À reportagem Mesquista diz que sua visita ao bunker tucano não tem relação com qualquer decepção em relação ao presidente e que então revelará uma "notícia porrada": será candidato a prefeito de Guarulhos em 2024. "Conheci o Bruno quando ele tinha 10, 12 anos, na época do avô dele. Eu era muito ligado ao Mário Covas, sempre foi uma pessoa muito carinhosa comigo. Minha amizade com a família é muito boa. Nunca me envolvi politicamente, só amizade e carinho. Tanto que não me expus na campanha dele. Porque eu sabia que ele ia ganhar. Falamos diversas vezes por telefone, me coloquei à disposição, mas não fiz nada. Simplesmente sou fiel a meus amigos", afirma Mesquita. O dono do bordão "okay, pessoal" não se mostra bélico, ainda que bolsonarista, e diz que encontrou o presidente Lula no aeroporto e, enquanto seus amigos se afastaram, ele foi ao encontro do petista. Ele argumenta que é necessário enxergar o ser humano. "Ele e a Gleisi Hoffmann. 'Ô, Mesquita, você é Bolsonaro' [imitando Lula]. Ah, Lula, fui PT durante dois governos, você sabe disso. Apoiei você em dois governos. Aí quase apoiei a Dilma [Rousseff (PT)], mas fiz a cagada de apoiar o Aécio Neves (PSDB-MG). Merda, né?", completa. Ele se define como amigo de Bolsonaro, que, diz, "pode falar algumas coisas erradas", mas ele prefere assim do que alguém que se coloca de maneira "extremamente educada, bonitinha, legal, e rouba". "Apoiei e fui a favor de todos os presidentes e políticos que estavam lá e me decepcionei com todos. Então, na verdade, de todos os políticos que entraram nessa área o que mais me deixou tranquilo foi o Bolsonaro. Porque os pequenos e minierros dele são expressões pessoais. Ele nunca se sente um presidente. Ele é uma pessoa como todo mundo", acredita Mesquita. "Eu gostaria de ter como base um comportamento ético, correto, como tem o Bolsonaro. É uma pessoa simples, um cara normal, mas tem que ser político. Ele é o elo de ligação entre o passado e o presente. Um dia falei para ele: 'o senhor não pode dar uma machadada nos erros, tem que fazer uma composição para poder mudar o nosso país'. E é isso que ele está fazendo", acredita Mesquita. O apresentador quer começar sua carreira política em Guarulhos por ter nascido e estudado lá. Diz que em 2024 terá o apoio de Guti (PSD), prefeito que foi reeleito neste domingo. "Sempre gostei de política. Meu maior prestígio é ser público, conhecido, e nunca errar", avalia. "Quer roubar? Mando prender", completa. Ele diz que é cedo ainda para definir qual será seu partido. "Quero um partido que naquele momento seja honesto, sério, ilibado. Não vou destruir meu nome em partidos que se vendem". "A maior malandragem é a honestidade. Cada vez mais no Brasil a política está sendo derrubada na área de roubos, na área ilícita. A imprensa está em cima. Eu quero um dia morrer com 95 anos sendo o melhor político do mundo", diz Mesquita.

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    Guti, do PSD, é reeleito em Guarulhos

    MOGI DAS CRUZES, SP (FOLHAPRESS) - O prefeito de Guarulhos, Gustavo Henric Costa (PSD), 35, conhecido como Guti, superou o ex-prefeito petista Elói Pietá, 76, e foi reeleito neste domingo (29). Com 99,91% das urnas apuradas, Guti recebeu 57,82% dos votos válidos, e Pietá, 42,18%. Ao longo da campanha, os dois candidatos se destacaram entre os demais oponentes ao cargo na cidade que tem a segunda maior população do estado de São Paulo, atrás apenas da capital, com 1,4 milhão de habitantes. A reeleição confirma a tendência apontada em pesquisa Ibope divulgada na sexta-feira (27), em que o prefeito aparecia com 46% das intenções de voto contra 36% de Pietá. Foram ouvidos 805 eleitores da cidade e a margem de erro era de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. No primeiro turno, Guti obteve 46% dos votos válidos e o ex-prefeito do PT 32%. Para tentar ampliar a vantagem e superar o ex-prefeito, que governou a cidade de 2001 a 2008, Guti apostou no discurso antipetista nos debates com o rival. Como vice, ele escolheu o vereador Professor Jesus (Republicanos), que é negro. Guarulhos foi governada pelo partido por 16 anos, ciclo interrompido em 2016, quando Guti, então no PSB, foi eleito, aos 32 anos, o prefeito mais jovem que a cidade já teve. Ao jornal Folha de S.Paulo, em entrevista em setembro, o prefeito destacou como principais feitos de seu mandato o equilíbrio das contas públicas e o fim do rodízio de água que afetou a cidade por décadas. "Tínhamos 92% do território guarulhense com rodízio de água. Hoje 100% de Guarulhos tem água todos os dias. É uma questão relevante que conseguimos resolver", disse o mandatário. Desde dezembro de 2018, o serviço passou a ser administrado pela Sabesp, o racionamento chegou ao fim, segundo a prefeitura, e a estimativa é de que a cidade feche 2020 com 40% do esgoto tratado. Antes de ser assumido pela empresa, o índice era de 7%. Na campanha pela reeleição, Guti conseguiu uma coligação de nove partidos e recebeu mais de R$ 1,2 milhão. O valor é inferior ao gasto pela campanha de Pietá, que recebeu R$ 3,262 milhões. Para o segundo mandato, o prefeito promete realizar uma obra de macrodrenagem rio Baquirivu-Guaçu para acabar com as enchentes na cidade, projeto que inclui a reurbanização da área no entorno do rio. Em setembro, a prefeitura conseguiu R$ 516 milhões da Corporação Andina de Fomento --instituição internacional multilateral de desenvolvimento da América Latina-- para as obras. Outros problemas a serem resolvidos nos próximos quatro anos são o trânsito e a qualidade do transporte público, que tem tarifas variadas para quem paga com cartão (tarifa de R$4,45), no dinheiro (R$4,70) ou recebe vale-transporte (R$4,94). Em relação ao trânsito, a gestão de Guti afirma que deve concluir nos próximos meses as obras do trevo de Bonsucesso, que liga os dois bairros mais populosos do município, Pimentas e Bonsucesso, cortados pela rodovia Presidente Dutra. As alças em questão foram iniciadas em 2014, na gestão do petista Sebastião Almeida e ainda não concluídas. A prefeitura diz que 95% das obras já foram concluidas e que a finalização depende do complemento de um trecho de aproximadamente 70 metros de extensão do viaduto central, que aguarda decisão judicial sobre uma desapropriação na área para finalizar. Para o transporte público, em seu plano de governo Guti prometeu uma nova modelagem do sistema, com a implementação de corredores e faixas exclusivas e integração entre modais para diminuir o tempo de viagem.

  • Folhapress

    Governo federal libera monotrilho leve que ligará aeroporto de Guarulhos a estação de trem

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com mais de um ano de atraso, o governo federal liberou a construção do "people mover", monotrilho leve que fará a ligação entre o Aeroporto Internacional de Guarulhos e a estação de trem mais próxima, de mesmo nome, que na promessa do governador João Doria (PSDB) deveria ficar pronta em maio de 2021. A ideia inicial era que houvesse uma estação da CPTM dentro do aeroporto, o que foi barrado pela concessionária, a GRU Airport. A estação de trem Aeroporto - Guarulhos hoje fica do outro lado da rodovia Hélio Smidt, a mais de 2 km de distância, e quem desembarca lá precisa pegar um ônibus para chegar aos terminais. O projeto de ligação do trem para Cumbica dependia de uma negociação entre a concessionária do Aeroporto (GRU Airport, controlada pela Invepar) e o governo federal, dono do contrato, articulação que foi encampada por Doria via secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy. Ofício assinado nesta quinta-feira (26) pelo ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e enviado à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) inclui a construção do monotrilho leve entre as obrigações da concessionária do aeroporto. "Com mais essa ação poderemos aumentar expressivamente o volume dos passageiros que há mais de dois anos precisam realizar este trajeto por meio de ônibus e agora vão contar com um transporte ágil e eficiente. Uma obra que não custará nada ao estado de São Paulo e que irá atender a quem vive em São Paulo e a todos que utilizam o maior aeroporto da América Latina", diz Baldy à reportagem. No projeto proposto, o passageiro que chegar à estação Aeroporto da CPTM atravessará uma passarela já existente e embarcará no monotrilho leve. O veículo terá três paradas, uma em cada um dos terminais do aeroporto. Segundo o mapa apresentado pelos governos federal e estadual, a estação diante do Terminal 1 deverá ficar na área onde hoje ocorre o embarque e desembarque de carros. No Terminal 2, a parada deverá ser entre as alas A e B. No terminal 3, internacional, a estação deve ficar próxima ao prédio do estacionamento do aeroporto. A GRU Airport, no entanto, ainda pode mudar esse projeto. Este pode ser o começo do desfecho de uma novela que dura quase duas décadas. Em 2002, ano de eleição, o governador Geraldo Alckmin (PSDB), em seu primeiro mandato, assinou um convênio com a Infraero para implementar a linha de trem que ligaria a capital a Guarulhos. A promessa era de que as obras começariam em 2003 e ficariam prontas até 2005. A obra atrasou e, em 2012, o projeto da estação mudou. Se antes deixaria os passageiros na entrada do terminal 2 do aeroporto, a nova estação passou para o outro lado da rodovia, demandando que quem desembarca lá pegue um ônibus para chegar aos terminais de check-in. O impasse se deu porque, naquele ano, o aeroporto foi concedido pelo governo Dilma Rousseff (PT) à iniciativa privada, e a nova concessionária, a GRU Airport, disse que pretendia usar parte do terreno para a construção de um empreendimento, que poderia ser um hotel ou um shopping, o que inviabilizou a construção da estação de trem. Para compensar a ausência da estação de trem dentro de Cumbica, a GRU Airport se comprometeu então a fazer um meio alternativo de ligação entre o trem entregue pelo governo do estado, que hoje é feito por linhas de ônibus. Com a crise econômica no país a partir de 2014, a concessionária não fez o seu empreendimento e nem avançou a ideia das estações dentro do aeroporto, alegando que esses não eram compromissos contratuais. Quando assumiu o governo, João Doria chegou a chamar de bizarra a desconexão entre a estação de trem e o aeroporto. "Não faz sentido transporte público que não leva até o aeroporto. É tão bizarro que é difícil acreditar que isso tenha sido feito no estado de São Paulo", disse. A gestão encampou a ideia do "people mover", um monotrilho leve que levaria os passageiros da estação de trem até as portas dos terminais, que seria tocado pela concessionária do aeroporto ao custo de R$ 175 milhões, em troca da redução da outorga anual que a GRU Airport paga ao governo federal. Ou seja, embora as empresas que farão a obra e a operação sejam escolhidas pela GRU, o governo federal é que deixa de arrecadar para que o monotrilho exista. Quando anunciou o "people mover" no ano passado, Doria afirmou que as obras começariam em setembro de 2019. A proposta, no entanto, ficou travada em Brasília, já que o Ministério da Infraestrutura precisava aprovar o projeto da obra. Em setembro deste ano, a pasta disse ao jornal Folha de S.Paulo que "o processo [de aprovação dos projetos apresentados ao governo federal] segue em tramitação, havendo necessidade de análise, por diferentes instâncias, da documentação relativa à proposta e quanto à comprovação do interesse público do projeto." "Ao mesmo tempo, seguem as tratativas da Anac [Agência Nacional de Aviação Civil] com a concessionária sobre as condições do investimento no contrato de concessão", disse o governo federal.

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    1º lote de Coronavac chega ao Brasil e é recebido por Doria no aeroporto de Guarulhos

    Vacina desenvolvida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan ganhou projeção ao entrar no centro de uma guerra política entre Bolsonaro e o tucano

  • Folhapress

    Guarulhos terá segundo turno entre ex e atual prefeito

    MOGI DAS CRUZES, SP (FOLHAPRESS) - Segunda cidade mais populosa do estado de São Paulo, atrás apenas da capital, Guarulhos terá segundo turno entre o atual prefeito e candidato à reeleição Gustavo Henric Costa (PSD), o Guti, e o ex-prefeito Elói Pietá (PT). Neste primeiro turno, confirmando as pesquisas de intenção de voto, Guti obteve 45,66% dos votos válidos contra 32,24% de Pietá, com 99,55% das urnas apuradas. Um dos fundadores do PT, Pietá governou a cidade por dois mandatos, de 2001 a 2008, com obras lembradas por moradores. Em 2016, a onda antipetista que tomou o país após o impeachment da presidente Dilma Rousseff interrompeu um ciclo de 16 anos do partido no comando da prefeitura de Guarulhos. Guti derrotou o deputado federal Eli Corrêa (DEM) no segundo turno e assumiu o cargo aos 32 anos, prefeito mais jovem que a cidade já teve. Ele afirma ter dedicado sua gestão ao equilíbrio das contas públicas, o que afirma deve garantir fôlego para obras caso reeleito, entre elas a ampliação do número de UBSs (Unidades Básicas de Saúde). Pietá diz que Guti fez um governo sem inovações, enquanto o atual prefeito acusa o partido de ter deixado uma cidade endividade. Na Justiça, a gestão de Guti enfrenta questionamentos por contratos durante a pandemia. Já contra Pietá pesam processos por improbidade administrativa referentes aos dois mandatos em que esteve a frente da cidade, de 2001 a 2008, um deles movido pelo atual prefeito.