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Guarulhos | Últimas notícias da grande SP

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    Alegando ter bomba na mochila, homem faz refém no aeroporto de Guarulhos e é detido pela PF

    O homem afirmou que é policial militar no Paraná e em três anos vai se formar em medicina. Nenhuma dessas afirmações foi confirmada até o momento

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    Participantes de roubo de 770 kg de ouro do aeroporto de Guarulhos recebem pena de 24 a 43 anos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Justiça de São Paulo condenou nesta quarta-feira (30) seis pessoas acusadas de participação no roubo ao aeroporto internacional de Guarulhos, em julho de 2019, quando foram levados 770 quilos de ouro, além de joias, por criminosos disfarçados de agentes da Polícia Federal. As penas de cada um variam entre 24 e 43 anos de reclusão, que, somadas, superam 221 anos, conforme sentença do juiz da 6ª Vara Criminal de Guarulhos, Gilberto Azevedo de Moraes Costa. A decisão foi revelada pelo jornalista Josmar Jozino, colunista do UOL. Entre os seis condenados está Francisco Teotônio da Silva Pasqualini, conhecido como "Velho", que durante as investigações chegou a ser chamado pelos policiais do Deic (combate ao crime organizado) de "Professor". O apelido faz alusão ao personagem que lidera um bando de ladrões na série "Casa de Papel", da Netflix, desenvolvendo o plano e treinando a gangue sem precisar entrar nos locais onde os assaltos acontecem. Pasqualini, que está preso desde janeiro de 2020, foi condenado a 39 anos e sete meses. Também está entre os condenados Peterson Patrício, então funcionário do aeroporto de Guarulhos, que ajudou no ingresso dos criminosos ao terminal de carga, onde o carregamento do ouro estava sendo embarcado para deixar o país -como ocorre rotineiramente naquele local, segundo a polícia. Patrício disse para a polícia que a família havia sido sequestrada e, por isso, foi obrigado a ajudar os criminosos no plano. Após entrar em algumas contradições, acabou confessando aos policiais integrar a quadrilha e que havia enganando até mesmo os familiares sobre tudo. O ex-funcionário foi condenado a 24 anos de reclusão. Peterson Brasil, amigo de infância de Patrício e quem acabou convencendo-o a participar do plano, foi condenado a 39 anos e sete meses de reclusão. Também foram condenados Célio Dias, Marcelo Ferraz da Silva, Joselito de Souza. A pena do primeiro foi definida em 31 anos e 11 meses de reclusão, e para os outros dois, a condenação chegou a 43 anos e dois meses. Viaturas clonadas da Polícia Federal usadas em roubo de carregamento de ouro no aeroporto de Cumbica, em Guarulhos Divulgação **** De acordo com a sentença, Marcelo Ferraz e Joselito coordenaram a parte operacional, com aquisições de armamentos e adulterações de veículos. Célio Dias "auxiliou de várias formas, após a subtração das cargas do aeroporto". Também foi denunciado como integrante do bando o ourives Marcelo José de Lima, 44, mas, o réu morreu durante processo. A suspeita da polícia que Lima tenha ajudado no escoamento do produto roubado, que não foi recuperado até hoje. Policiais afirmam estimar que o patrimônio de Lima supere R$ 2 milhões. O roubo consumiu R$ 1 milhão dos assaltantes --a polícia estima um total de 14 pessoas envolvidas-- e longo planejamento. A ação no aeroporto durou dois minutos e meio e foi captada pelas câmeras de segurança.

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    Osasco e Guarulhos determinam restrições à venda de bebidas alcoólicas

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Na tentativa de diminuir aglomerações e a disseminação da Covid-19, as prefeituras de Osasco e Guarulhos, na Grande São Paulo, determinaram restrições ao consumo de bebidas alcoólicas. Medida semelhante já foi tomada em Jundiaí (58 km de SP) e em cidades do ABC. Em Osasco a proibição da venda é mais ampla, afetando também mercados e bares, mas somente até o domingo (4) -quando termina o megaferiado na cidade. Nesta segunda-feira (29), a reportagem do Agora encontrou estabelecimentos no centro da cidade desrespeitando a regra. "Não tem outro jeito. O nosso faturamento já caiu muito, se parar de vender [bebida alcoólica], a gente baixa as portas", afirma um gerente de uma lanchonete em Osasco. Lá, havia clientes comprando cerveja para levar e também consumindo na calçada. Ele diz concordar com a restrição e ter medo de sofrer sanções pela venda, mas que, para cumpri-la, seria necessário um plano de apoio a esses estabelecimentos. "É uma medida correta, mas o governo tinha que ajudar com mais recursos para que a gente pudesse se manter." Pelo centro de Osasco, a reportagem avistou venda e consumo de bebidas alcoólicas em pelo menos quatro locais. Um deles, inclusive, ficava a poucos metros de um posto da Guarda Civil Municipal. Em cerca de duas horas, contudo, nenhuma fiscalização da regra foi vista na área. O gerente de um outro bar diz que a medida vai fazer cair em 30% o faturamento, que já está baixo. Ele afirma que não está vendendo as bebidas alcoólicas por causa da restrição, mas vê a medida como ineficiente. "Acho que não vai trazer nenhum benefício." Muitas pessoas têm procurado o local pelos produtos, segundo ele. "Mas a gente fala que não pode vender." Já em Guarulhos, de acordo a prefeitura, a restrição é focada em lojas de conveniência e tenta barrar a realização de festas clandestinas, já que muitas pessoas se reúnem nesses locais. Mercados, restaurantes e bares (por delivery) seguem comercializando os produtos. Na cidade, a venda de bebidas alcoólicas nas lojas de conveniência é permitida somente entre as 6h e as 20h, mas sem consumo no local. A restrição segue até o fim da fase emergencial do Plano São Paulo, atualmente prevista para seguir até o dia 11 de abril. Pouco efeito De acordo com Eliseu Alves Waldman, professor do Departamento de Epidemiologia da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, a restrição de venda de bebidas alcoólicas, isoladamente, não deve ter efeitos claros. A medida deveria ser realizada junto a um lockdown rígido. "Tem um efeito complementar, mas para não ser inútil, esses municípios têm que conseguir cumprir as determinações recomendadas pelo governo do estado", afirma Waldman. No centro de Osasco, contudo, o movimento era grande na manhã de segunda, inclusive com bares e restaurantes servindo clientes e lojas de produtos não essenciais funcionando com portas semi-fechadas. Segundo o professor, seria necessário que as prefeituras estabelecessem um diálogo mais claro com diferentes entidades, desde o setor de bares até os representantes religiosos como forma de sensibilizar as pessoas. "Não adianta estabelecer um decreto ou norma se não agir politicamente e discutir essas medidas com lideranças. Só a fiscalização não consegue garantir esse cumprimento sozinha. É necessário que haja uma adesão da população." OUTRO LADO Em nota, a prefeitura de Guarulhos afirma que o consumo de bebidas alcoólicas em via pública está "terminantemente proibido" até o dia 11. Quem descumprir a medida pode responder criminalmente pela ação, de acordo com o artigo 268 do Código Penal. A pena é de até um ano de detenção. Segundo o texto, a fiscalização das lojas de conveniência é realizada pela SDU (Secretaria de Desenvolvimento Urbano). E a fiscalização de aglomerações e de consumo de bebidas nas ruas é realizada pela GCM. Procurada, a prefeitura de Osasco não detalhou quais são as regras da restrição de venda de bebidas alcoólicas, tampouco como é feita a fiscalização das regras. As regras de cada cidade Guarulhos Venda de bebidas alcoólicas proibida em lojas de conveniência entre as 20h e as 6h Consumo de bebidas alcoólicas em via pública proibido Medida vai até o fim da fase emergencial, prevista até o dia 11 de abril Osasco Venda de bebidas alcoólicas proibida, inclusive em mercados, bares e restaurantes Medida vai até o dia 4 de abril

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    Após pressão, Itamaraty anuncia voo comercial extraordinário entre Lisboa e Guarulhos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após pressão de brasileiros presos em Portugal devido à suspensão de voos com o Brasil, o Itamaraty anunciou no fim da tarde desta sexta-feira (19) que negociou com o governo do país europeu a realização de um voo comercial extraordinário entre Lisboa e Guarulhos, previsto para a próxima sexta (26). No texto, o ministério das Relações Exteriores brasileiro afirmou que vem mantendo contato com o governo português desde a suspensão das operações, em 29 de janeiro, para que haja voos extraordinários. Segundo a nota, o voo do dia 26 é uma operação privada, e passageiros que queiram um assento devem tratar diretamente com a TAP, companhia aérea portuguesa que irá realizar o trajeto, para comprar ou aproveitar bilhetes aéreos já adquiridos. O Itamaraty informa ainda que as exigências dos documentos para viagens, bem como a apresentação de teste negativo para Covid-19 e o preenchimento da declaração de saúde do viajante da Anvisa, permanecem inalteradas para entrada no Brasil. "A possibilidade de que novos voos sejam realizados, em bases igualmente comerciais, segue sendo tratada por ambos os governos pelos canais apropriados", afirma a nota. "O Itamaraty, por meio da Embaixada em Lisboa e dos Consulados-Gerais em Lisboa, Porto e Faro, seguirá prestando toda assistência cabível aos brasileiros retidos em território português", conclui o ministério. A demanda por um voo de repatriação tem sido feita por brasileiros presos em Portugal após o decreto que suspendeu os voos de ligação entre os países, prorrogado até 1º de março. Muitas dessas pessoas perderam os empregos por conta da pandemia, estão sem recursos para viver em Portugal e já planejavam seu retorno ao Brasil quando os voos foram cancelados. Há brasileiros em situação ainda mais delicada, precisando recorrer a bancos de alimentos e ONGs para conseguirem comida. Um grupo no WhatsApp reúne mais de 200 pessoas nessa situação. O grupo vinha pedindo a autoridades portuguesas e brasileiras para organizar um voo de repatriação de Portugal para qualquer cidade no Brasil. Embora o decreto do governo luso cancele todas as rotas comerciais entre os dois países, ele libera voos de natureza humanitária. Pelas regras do atual estado de emergência em Portugal, todas as fronteiras foram fechadas a partir de 31 de janeiro. Saídas só são autorizadas em casos excepcionais. Antes do anúncio da realização do voo extraordinário, o Itamaraty recomendou que os brasileiros afetados contatassem as companhias aéreas para remarcar as passagens ou verificassem "possibilidades alternativas de rota de retorno ao Brasil a partir do espaço Schengen". Ou seja: embarcar para o Brasil fazendo conexão em outros países da União Europeia que permanecem com voos regulares para o país, o que gerou incômodo entre os brasileiros, já que as passagens custariam caro, em especial para pessoas que já se encontram em dificuldades financeiras. A situação inversa também gerou movimentação de portugueses no Brasil, que buscavam retornar para o país europeu. Na quarta-feira (17), o governo de Portugal anunciou que iria organizar um voo de repatriamento, ainda sem previsão de data. Em sessão no Parlamento local, o ministro de Negócios Estrangeiros (equivalente à pasta de Relações Exteriores no Brasil), Augusto Santos Silva, afirmou que pediu à embaixada portuguesa para identificar os cidadãos que precisam regressar a Portugal "por razões humanitárias". "Há 70 portugueses que se encontram no Brasil, mas que não residem no Brasil, que, por razões de saúde, precisam regressar a Portugal", afirmou. Além dos problemas de saúde, portugueses com dificuldades financeiras para permanecer no país e cidadãos com necessidades de natureza familiar também podem ser beneficiados. Embora o governo de Portugal tenha até o momento identificado 70 pessoas com necessidade de repatriação, um grupo bem maior tem pedido apoio oficial das autoridades para regressar à Europa. Mais de 150 pessoas, entre portugueses e brasileiros com residência legal em Portugal, assinaram uma carta aberta pedindo auxílio para o repatriamento.

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    Ex-AD Guarulhos, Willyam Martins espera fazer história com a camisa do LZS Starowice

    Na terra de Lewandowski, o atacante campeão capixaba de 2020 espera ter uma boa passagem pelo LZS Starowice

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    Palmeiras embarca para Mundial sob festa de torcedores em Guarulhos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Poucas horas após o Palmeiras empatar com o Botafogo, nesta terça-feira (2), por 1 a 1, no último jogo da equipe de Abel Ferreira pelo Campeonato Brasileiro antes da viagem para o Qatar, onde o time disputará o Mundial de Clubes, muitos torcedores alviverdes se aglomeraram em frente à Academia de Futebol e o Aeroporto de Guarulhos para se despedir do time. Nesta noite, às 23h, em um avião fretado, a delegação palmeirense seguirá viagem para o país, num voo de aproximadamente 16 horas. Ao todo, 28 jogadores foram levados, mas a Fifa permite a inscrição de 23 atletas na competição. Por causa da pandemia, nenhum torcedor poderá viajar para acompanhar a equipe. O Qatar está fechado para turistas. São Paulo também está sob restrições para conter a disseminação do coronavírus. Durante o dia, o estado está sob a classificação laranja do plano estadual para frear o vírus. Entre 20h e 6h, passa a valer a fase vermelha, a mais restritiva, na qual apenas estabelecimentos essenciais, como mercados e farmácias, podem ficar abertos. Durante a noite, a recomendação é sair de casa apenas quando for estritamente necessário. Isso não impediu, porém, que centenas de torcedores, a grande maioria sem máscara e sem respeitar qualquer tipo de distanciamento social, fizessem aglomerações em frente ao Aeroporto de Guarulhos. São Paulo registrou nesta terça 14.297 novos casos e 365 óbitos em decorrência da Covid-19. No total, o estado registra 1,7 milhão de casos e mais de 53 mil mortes, segundo o consórcio de veículos de imprensa formado por Folha de S. Paulo, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1. Por volta das 20h30, o ônibus que levava o elenco palmeirense deixou o centro de treinamento na Barra Funda e seguiu para o Aeroporto de Guarulhos. Na madrugada do último domingo (31), horas após o Palmeiras vencer o Santos e conquistar o bicampeonato da Libertadores, no Maracanã, os jogadores também foram recepcionados no local por centenas de torcedores aglomerados. De acordo com a Polícia Militar, foram deslocados dois pelotões para fazer a segurança em frente ao CT, onde apenas poucos torcedores estiveram presentes nesta terça, e três pelotões na região do aeroporto. "A nossa missão é preservar a ordem pública. Sobre a segurança sanitária devido à pandemia, quem responde são os órgãos responsáveis, que no caso é a Vigilância Sanitária. Nossa missão é preservar os protagonistas e a proteção das pessoas que estão trabalhando", disse o capitão Matheus, da PM. Lucas de Almeida, 25, auxiliar fiscal, estava entre os torcedores que foram a Guarulhos. Ele conta que gostaria de viajar com o time. "Se não fosse a pandemia, eu gostaria de ir. As condições são difíceis, mas a gente teria se planejado antes", diz o torcedor. "Vir aqui [no aeroporto] é a única forma de ficar perto do time neste momento." Além de estar fechado para turistas, o Qatar também impõe algumas regras a pessoas autorizadas a entrar no país, como jornalistas ou residentes, por exemplo, que terão de cumprir uma quarentena de sete dias num hotel indicado pelo governo local. É necessário, ainda, apresentar um teste de Covid-19 negativo, feito até 48 horas antes do embarque para o país. Com a presença significativa de torcedores, cerca de 15 vendedores ambulantes, com carrinhos de bebidas e comidas, tentavam garantir algum lucro. "Tem que aproveitar tudo. A situação do país não está fácil. Por enquanto, não vendi um espeto. O povo quer gastar, mas está sem dinheiro", lamenta o vendedor Marcelo Barreto, 53, que esperava lucrar pelo menos R$ 150 vendendo churrasco. Marcelo ficou mais animado quando viu a chegada de dois ônibus com torcedores, por volta das 21h. "Espero que melhore agora", disse o vendedor, enquanto os torcedores começavam a estender bandeiras e puxar os cânticos da torcida. Por volta das 21h15, o ônibus com a delegação alviverde chegou ao local e foi recepcionado com fogos de artifício, sinalizadores, bandeiras e cânticos. O veículo passou lentamente ao lado dos torcedores, aglomerados, que não puderam fazer o tradicional "corredor verde" que antecedeu alguns jogos da equipe palmeirense na Libertadores. Os cerca de 250 fãs do time, segundo estimativa da polícia, cantaram o hino e permaneceram no local fazendo festa após o ônibus passar pelo portão de entrada do aeroporto, na esperança de motivar ainda mais os jogadores na busca do título inédito.

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    Vacinas da Índia chegam ao aeroporto de Guarulhos

    SÃO PAULO - Dois milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford contra a Covid-19 chegaram ao...

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    Identidade própria e força além do nome: conheça a reformulação visual do Flamengo de Guarulhos

    Após mudança no departamento de marketing, clube paulista modificou escudo e uniformes para mostrar que tem uma marca sólida

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    Vereadores de Guarulhos aprovam fim de empresa de zeladoria da cidade

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Câmara Municipal de Guarulhos (Grande SP) aprovou um projeto de lei, enviado pelo prefeito Gustavo Henric Costa (PSD), o Guti, nesta sexta-feira (18), em sessão extraordinária, sobre a extinção da Proguaru (Progresso de Desenvolvimento de Guarulhos), empresa de economia mista que presta serviços de zeladoria na cidade. O principal motivo alegado pelo governo municipal são as dívidas da empresa que, segundo a prefeitura, oscilaram entre R$ 97,5 milhões, em 2013, e R$ 201 milhões no ano passado. A decisão gerou protestos de servidores, reunindo cerca de 2.000 pessoas em frente à Câmara, no centro da cidade, nesta quinta-feira (17), segundo o Stap (Sindicato dos Trabalhadores na Administração Pública Municipal de Guarulhos). Marcelo de Campos Mendes Pereira, coordenador jurídico do Stap, afirmou à reportagem que o PL foi apresentado na Câmara na quarta-feira (16). "É curioso esse interesse todo [em aprovar o PL rapidamente]. Cerca de 4.700 funcionários, muitos com idades superiores a 45 ou 50 anos, estão entre as pessoas que ficarão sem emprego e, com isso, terão dificuldades de se recolocar no mercado de trabalho. O Guti, de forma monetarista propôs a extinção [da Proguaru], logo após ser reeleito", argumentou. OUTRO LADO A prefeitura afirmou em nota que a medida foi tomada para evitar que a Proguaru entre em processo de falência, "o que deixaria fornecedores e funcionários sem qualquer garantia de recebimento de seus créditos." "Desde 2013, a empresa de economia [mista] acumula prejuízos sucessivos, devido a uma série de fatores, que incluem o sucateamento da companhia, falta de competitividade e incapacidade de realizar novos investimentos", diz trecho de nota. A gestão Guti acrescentou que o encerramento das atividades da empresa está previsto para 31 de dezembro de 2021. Sobre a situação dos funcionários, a prefeitura afirmou que nenhum será "demitido sumariamente". "Ou seja, os servidores da Proguaru não ficarão desamparados com a decisão", diz a administração municipal. Ainda segundo a prefeitura, em um primeiro momento, "um amplo programa de demissão voluntária será oferecido." O governo disse ainda que, "parte daqueles que não aderirem" à demissão voluntária, "poderão ser absorvidos pela municipalidade, principalmente nas pastas de Obras, Meio Ambiente e Serviços Públicos." "Outros poderão ser repassados para as empresas da iniciativa privada, que assumirão os serviços hoje realizados pela Proguaru", acrescentou.

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    Guarulhos vai liberar shopping aberto 24 horas a partir de sexta-feira

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de Guarulhos (Grande SP) vai autorizar shoppings centers a funcionarem 24 horas por dia, a partir desta sexta-feira (18), até a véspera do Natal (24), "para evitar aglomerações" nas compras de fim de ano. O decreto, que será assinado pelo prefeito Gustavo Henric Costa, o Guti (PSDB), vai permitir também que o comércio de rua possa funcionar, de forma facultativa, sem limitação de horário nesse intervalo de tempo até a meia-noite. A determinação contraria o Plano São Paulo do governo do estado com regras para funcionamento do comércio. Segundo normas divulgadas na última sexta-feira (11), o comércio pode funcionar 12 horas diárias, mas com fechamento até as 22h, incluindo shoppings. Em entrevista nesta segunda-feira (14) à Rádio Bandeirantes, o prefeito disse que está ampliando o horário de funcionamento, principalmente nos locais que consegue fazer um maior controle. "Falando em questão de saúde não faz sentido você restringir o tempo de atendimento nos comércios e as pessoas terem que se aglomerar em determinado espaço de tempo", afirmou. A prefeitura diz em nota que manterá a ocupação máxima de 40% nas lojas e quer que o comércio defina um horário exclusivo para o atendimento a pessoas com mais de 60 anos. Em nota, o governo João Doria (PSDB), diz que, "caso haja desrespeito às recomendações, estabelecimentos comerciais e de prestação de serviços estarão sujeitos à autuações dos órgãos competentes". Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado, a ampliação do funcionamento do comércio --de 10 para 12 horas diárias na fase amarela do Plano São Paulo, na última sexta-- vai contribuir para diluir o fluxo de consumidores. A pasta afirma que todos os setores devem seguir rigorosamente os protocolos sanitários do Plano São Paulo, que são respaldados por critérios técnicos, análises e pareceres do Centro de Contingência para permitir, de forma consciente e gradual, a retomada das atividades econômicas dos setores. "Ele prevê faseamento regionalizado e segue sob monitoramento contínuo e diário, permitindo medidas mais restritivas caso haja necessidade apontada pelo Centro de Contingência do coronavírus." A Abrasce (Associação Brasileira de Shopping Centers) considera positivas as medidas de aumento do horário de funcionamento de shoppings porque dão a oportunidade do consumidor fazer as compras de Natal em segurança, sem aglomeração e fluxo intenso de pessoas. Já o Sincomerciários (Sindicato dos Empregados do Comércio de Guarulhos) afirma que não se opõe ao funcionamento dos shoppings por 24 horas e do comércio de rua aberto até a meia-noite, "desde que sejam garantidos todos os direitos trabalhistas, como horas extras, adicional noturno e contratação de funcionários suficientes para atender a demanda'. "Nossa opção é pela vida, mas só apoiamos a iniciativa se os direitos trabalhistas forem respeitados e ficaremos vigilantes quanto a isso, pois não admitiremos excesso de jornada. Em caso de abuso, peço aos comerciários que denunciem ao sindicato", diz Walter dos Santos, presidente do sindicato.