Assunto

Guilherme Boulos PSOL | Últimas notícias do político

  • Folhapress

    Policial é preso por morte de ativista do MST gaúcho após 11 anos

    PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) - Onze anos depois do homicídio do sem-terra Elton Brum, o autor do disparo, o policial militar Alexandre Curto, foi preso na segunda-feira (19) em Pelotas (RS). O integrante do MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) morreu aos 44 anos, em agosto de 2009, atingido nas costas por um tiro. O crime ocorreu na fazenda Southall, no município de São Gabriel, a 298 km de Porto Alegre, durante uma reintegração de posse. "Grande parte dos assassinatos cometidos no campo permanece impune. O fim da impunidade importa ainda mais em um contexto de acirramento de violência no campo. O padrão geral é a falta de responsabilização dos agentes do estado que cometem esse tipo de delito", disse à reportagem o advogado do MST, Emiliano Maldonado. Além da morte, os agricultores relataram tortura física e psicológica. Crianças sem-terra teriam sido amedrontadas com uso de cachorros e cavalaria no episódio. O caso marcou o governo gaúcho da época, então comandado por Yeda Crusius (PSDB). "O uso de armas de fogo no tratamento dos movimentos sociais revela que a violência é parte da política deste estado", afirmou o MST na ocasião. Em 2017, o policial foi condenado por júri popular a 12 anos de prisão e perda do cargo. Apesar disso, ele permaneceu na corporação recebendo o salário.Em dezembro de 2020, seu salário foi de R$ 11.245,00. Procurada, a Brigada Militar respondeu que ele "poderá perder o cargo público após o trânsito em julgado da ação disciplinar ou da ação penal". Os familiares do trabalhador rural até hoje não receberam a indenização que deveria ser paga. O policial recorreu ao TJ-RS (Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul) solicitando a anulação do júri popular que o condenou. Mas, em 2018, a turma de desembargadores que analisou o caso rejeitou o recurso por unanimidade. No ano passado, o STJ (Superior Tribunal de Justiça) decidiu no mesmo sentido. O advogado do policial, Christian Penido Tombini, entende que a ordem de prisão foi expedida após a decisão do STJ. A defesa do policial, porém, entrou também com um recurso do STF (Supremo Tribunal Federal), que ainda não foi julgado. "Ou seja, enquanto for cabível recurso administrativo ou judicial o militar é mantido no cargo, pois não terá findado o processo", disse em nota a Brigada Militar. Segundo a defesa, o júri deve ser anulado por completo porque a tese de que Curto não teve intenção de matar Brum e de que manuseou uma arma sem saber de seu conteúdo não foi apreciada adequadamente. Por permanecer ligado à Brigada Militar, ele não foi levado a um presídio comum e está cumprindo a pena em um quartel da corporação. O processo da perda de cargo foi encaminhado pela corregedoria da instituição em 22 de dezembro. "Nós somos um país pobre, miseravelmente pobre e profundamente injusto. Convivemos impunemente com a miséria e a opulência. Os indicadores sociais são cruéis e apontam para um crescimento da pobreza e da miséria nos últimos dois anos. Isso significa que vai aumentar a conflituosidade social, pois numa sociedade tão injusta e desigual, não é de se esperar que não haja conflitos sociais", escreveu o desembargador Mauro Borba, relator do recurso do policial. "Quero dizer que essa conflituosidade é inerente em sociedades como a nossa, e o modo como lidar com ela deve estar de acordo com o direito", prosseguiu Borba. Além de manter a condenação do policial, ele incluiu no acórdão de 2018 ordem para que o relatório de violações de direitos humanos cometidos pela Brigada Militar na reintegração de posse fosse enviado ao Ministério Público. "As práticas evidenciadas no relatório e nos depoimentos aludidos, se verdadeiras, não podem ser admitidas em hipótese alguma, pois importam em graves violações dos cânones do direito nacional e internacional em matéria de direitos humanos, sendo absolutamente inconcebíveis num Estado democrático de Direito", escreveu o relator. O desembargador determinou o envio do relatório e depoimentos ao Ministério Público gaúcho "para as providências que as evidências lá constantes exigem". Questionado sobre quais providências foram tomadas, a Promotoria respondeu que "o gabinete do procurador-geral de Justiça não foi oficiado do conteúdo do acórdão" e que "o Ministério Público aguarda a notificação para dar os encaminhamentos necessários". Procurada pela reportagem, a secretaria da 1ª Câmara Criminal do TJ-RS informou que o ofício foi encaminhado ao Ministério Público em 5 de outubro de 2018, com as cópias determinadas no julgamento para providências que se fizessem necessárias.

  • O Globo

    Justiça liberta fazendeiro acusado de assassinato de agricultor em acampamento do MST no Rio

    Trabalhador rural foi morto em julho passado, após invasão do assentamento na Região dos Lagos

  • O Globo

    Justiça condena Eustáquio a pagar R$ 15 mil por notícias falsas contra Boulos

    Juiz diz que blogueiro tentou usar liberdade de expressão para divulgar informações de 'forma agressiva e sem 'lastro na verdade'. Defesa do blogueiro ainda pode recorrer

  • Yahoo Notícias

    Blogueiro Oswaldo Eustáquio é condenado pela Justiça Eleitoral por fake news contra Boulos

    O blogueiro postou um vídeo no qual acusou falsamente a campanha de Boulos de contratar empresas fantasmas usando dinheiro público

  • Folhapress

    Olhar com lupa mostra ilhas de Boulos e Crivella em redutos de Covas e Paes

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A São Paulo da votação por zona eleitoral --58, ao todo-- é uma cidade pouco fragmentada. À exceção da zona sul e de parte da zona leste, que deram vitória ao candidato Guilherme Boulos (PSOL), todas as outras regiões optaram pela reeleição de Bruno Covas no segundo turno. Fenômeno semelhante aconteceu no Rio de Janeiro, onde, Eduardo Paes (DEM) levou todas as zonas eleitorais, na disputa com Marcelo Crivella (Republicanos). Um cenário um pouco diferente se desenha, porém, com um mapa por local de votação e gradação de cor --ou seja, um zoom nessas regiões. Os dados foram levantados pelo site de jornalismo de dados Pindograma, com base em informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sobre o segundo turno das eleições. Usando dados do tribunal, do Ministério da Educação, do IBGE e do Google Maps, o Pindograma geolocalizou os locais de votação da cidade. A seguir, posicionou esses locais na malha de setores censitários do IBGE, menor divisão demográfica possível. Os setores que não têm escolas são absorvidos pelos que têm. O resultado disso é uma cidade com mais recortes e um mapa mais detalhado das preferências em cada região. Em São Paulo, quando se olha mais de perto para a zona sul, percebe-se grandes regiões do candidato tucano, embora a região apareça completamente pintada de vermelho no mapa por zona eleitoral. A explicação do fenômeno é a baixa densidade da região, que acaba não tendo peso suficiente para tornar a zona sul tucana. No extremo sul de São Paulo, por exemplo, Covas recebeu 54% dos votos do único local de votação da região, o EE. Profa. Regina Miranda Brant de Carvalho. A mancha vermelha ao centro da zona sul fica próxima à chamada "Tattolândia", região de grande influência dos irmão Tatto, dentre eles Jilmar (PT), candidato derrotado no primeiro turno. O petista afirmou um dia após o resultado que entraria "com tudo na campanha do Boulos", a quem chamou de "irmão mais novo". Já entre Itaim Bibi e Morumbi, bairros de alta renda e com preferência por Covas, eleitores de Boulos pintam uma faixa do mapa de vermelho. Ilhas do candidato do PSOL também são vistas na zona de Pinheiros e no centro. Na primeira, o tucano venceu com 65% dos votos, mas seções próximas à estação de metrô Vila Madalena (linha 2-verde), chegaram a registrar 52% dos votos em Boulos. Na zona leste de São Paulo, a novidade fica na parte sul. Ali, na zona eleitoral de São Mateus, em que Boulos ganhou com pouco mais de 50%, Covas chegou a registrar 75% em um dos locais de votação. A grande surpresa da cidade está na parte noroeste, zona eleitoral de Perus. O mapa por zona eleitoral, que dá 52% dos votos válidos para Covas, esconde certa simpatia por Boulos em algumas áreas, que chegaram a registrar 58,5%. Para o cientista político e pesquisador da FGV (Fundação Getulio Vargas) Fernando Abrucio, a região é um alerta para o PSDB e uma sinal positivo para a oposição. "Essa eleição é uma volta do voto da esquerda para padrões mais históricos. Há um aviso para o Covas: se a próxima gestão não tiver um desempenho melhor do que a atual, a cor vermelha vai crescer na parte leste e em Brasilândia, Freguesia, Pirituba", afirma. "Na zona noroeste, Covas ganhou. Mas se a desigualdade aumenta na cidade, abre espaço para o crescimento de quem levar o discurso da desigualdade. Na verdade já cresceu se compararmos à vitória do Doria em 2016." Ignorar esse tema, afirma Abrucio, pode ter consequências para o partido. "A eleição de São Paulo tem ciclos de votos. O que essa eleição mostrou foi que a força da centro-direita já passou, nós estamos parecidos com o mapa de 2008, em que o [ex-prefeito do PSD Gilberto] Kassab venceu", completa, dando o exemplo da campanha anterior à da vitória do petista Fernando Haddad. No Rio de Janeiro, Crivella conseguiu 60% dos votos da Escola Municipal Rosa da Fonseca, local de votação do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), na Vila Militar. O atual prefeito contou com o apoio da família Bolsonaro. Com alto índice de rejeição, em outubro, Crivella ameaçava não chegar ao segundo turno. Em horário eleitoral na TV, apostou em propaganda voltada para a união com Bolsonaro, que pediu votos para o candidato do Republicanos. O mapa mostra outro contraste perto da Ilha do Fundão, que abriga a cidade universitária da UFRJ e votou majoritariamente em Paes. Ao seu lado, partes das favelas de Maré e Manguinhos escolheram Crivella. Olhando mais de perto a zona sul do Rio, o conjunto de favelas Cantagalo-Pavão-Pavãozinho aparece menos empolgado com o candidato do DEM do que seus vizinhos Ipanema e Copacabana, que se pintaram de verde-escuro na representação. Já o oeste da cidade abriga Guaratiba, uma das áreas que mais apoiaram o prefeito eleito Eduardo Paes. O local está colado em Santa Cruz, bairro com grande quantidade de evangélicos. Ali, Crivella, que é bispo da Igreja Universal, teve um desempenho razoável.

  • O Globo

    É #FAKE que Boulos tenha dito que irá embora do país após sair derrotado em São Paulo

    Candidato não deu declaração que tem sido compartilhada. Ele diz que 'gabinete do ódio' espalha informação falsa

  • Folhapress

    Vou atuar para que a esquerda se una no Brasil não só na eleição, diz Boulos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Isolado em casa por estar com Covid-19, Guilherme Boulos diz que quer trabalhar no plano nacional contra o distanciamento entre os partidos de esquerda, após sair derrotado do segundo turno da eleição para prefeito de São Paulo. Em entrevista à reportagem, na tarde desta segunda-feira (30), por telefone, o líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) afirmou que, apesar do fracasso, seu desempenho indica uma tendência de fortalecimento do chamado campo progressista. * Pergunta - Como está sua saúde? Guilherme Boulos - Estou bem. Tive só sintomas leves até aqui. Um pouco de cansaço e dor no corpo, mas estou me recuperando bem e cumprindo a quarentena em casa. O médico receitou algum medicamento? GB - Não, o dr. Esper [Kallás] só pediu para manter o acompanhamento. Uma pergunta direta: por que o sr. perdeu a eleição? GB - A gente pode analisar uma série de fatores, a começar pelas condições desiguais. No segundo turno, que foi o mais curto da história, as condições se igualaram do ponto de vista de TV, mas não do de recursos. As restrições colocadas pela pandemia também afetaram mais diretamente uma campanha como a minha, de mobilização muito forte, de rua. Como encara o resultado do ponto de vista emocional? Alguma frustração ou raiva? GB - Tenho um sentimento profundo de missão cumprida. É evidente que eu queria ganhar. Até porque sei o quanto a periferia está sofrendo com abandono e com o descaso. Ao longo da campanha, conseguimos fazer uma mensagem ecoar, a de que essas pessoas, que muitas vezes são invisibilizadas e abandonadas pelo poder público, não estão sozinhas. E não foi por acaso que tivemos uma vitória importante em vários distritos da periferia. Com a marca de R$ 19 milhões, Covas gastou e arrecadou mais do que os outros candidatos, mas o sr. também teve uma ajuda expressiva do PSOL, de cerca de R$ 3,7 milhões. GB - O investimento do partido foi absolutamente proporcional à dimensão da candidatura. Pela primeira vez na história do PSOL se fez uma candidatura que chegou ao segundo turno na maior cidade do Brasil. O que o sr. disse a Covas na ligação no domingo em que reconheceu a derrota? GB - Foi uma conversa rápida e protocolar. Apenas o parabenizei pela vitória e desejei boa sorte. O que espera do novo governo dele? GB - Espero que tenha o mínimo de humildade de entender também um recado que as urnas deram. É verdade que elas deram uma vitória para ele, mas 2 milhões de paulistanos, que votaram no nosso projeto, votaram pela mudança. O discurso do sr. apontou para o cenário nacional. A partir de agora, passa a ter um olhar mais para as questões nacionais ou vai se concentrar no plano local, como oposição a Covas e Doria? GB - Eu moro em São Paulo, então naturalmente estou ligado às questões de São Paulo, como sempre estive. Mas também fui candidato a presidente da República. A partir do ano que vem, mesmo estando vinculado aos temas de São Paulo, ao enfrentamento da desigualdade na cidade, vou estar mais focado em temas nacionais, com o desafio de ajudar a construir uma unidade no campo progressista e da esquerda. O sr. cogita ou rejeita a ideia de disputar a Presidência ou o governo do estado em 2022? GB - O que essa nossa campanha mostrou é que é possível uma articulação e uma união de figuras de campos de esquerda que estavam afastadas até aqui. Fazer qualquer tipo de debate de nomes, num momento como este, eu não acho que ajude no processo de unidade. E cargo no Legislativo? Deputado federal? GB - Isso não está colocado para mim hoje. Ainda que uma definição dependa de acordos, pessoalmente como o sr. quer contribuir? GB - Eu acabei de sair de uma eleição. Fui candidato a prefeito, tive mais de 2 milhões de votos, fui ao segundo turno. Não sou daqueles que pensam e fazem política a cada dois anos. Política para mim não é carreira, não é subir degraus. O que está na minha pauta agora não é a próxima eleição. Estou preocupado em ajudar a organizar forças progressistas e democráticas da sociedade para enfrentar esses desafios. Acha possível aparar arestas que existam entre partidos que o apoiaram no segundo turno, como PT, PDT e PSB? GB - As diferenças que existem hoje no campo progressista estão no varejo perto daquilo que nos separa do projeto bolsonarista, do Doria. Nós, da esquerda, tivemos uma presença forte no segundo turno, um cenário muito diferente dos de 2016 e 2018, do ponto de vista da força de um projeto progressista. E do ponto de vista pragmático houve derrotas nas urnas. GB - Olha, nem sempre é no tempo que a gente quer, do jeito que a gente quer. A gente tem que olhar as coisas não apenas pelo resultado de uma eleição, mas pelas tendências. Esta eleição pode ser um enfraquecimento considerável de um ciclo de autoritarismo. Como construir essa unidade, já que os partidos se veem no direito de lançar candidaturas próprias no primeiro turno? GB - Estou falando de uma união que também não pode ser construída às vésperas da eleição. Estou falando de um "caminhar juntos" do campo progressista para tirar o Brasil desse atoleiro. Eu vou ajudar a construir, tendo saído mais forte das eleições, um processo de unidade do campo progressista, não apenas do ponto de vista eleitoral, mas também da disputa política. Não se trata de algo que se encerrou no dia de ontem [domingo]. Está começando. A nossa campanha aponta para o início de um novo ciclo. Quando diz que é algo que está começando, a que exatamente se refere? GB - A novidade da nossa campanha foi que ela mobilizou a juventude. Fez os jovens voltarem a acreditar na política como instrumento de transformação. Isso vai muito além de uma eleição. Foi um caldo gerado, que não vai acabar aqui. Há uma análise de que a esquerda se desconectou do eleitor. Acha que as duas partes começam a falar a mesma língua? GB - O mapa eleitoral mostra que nós tivemos o melhor resultado da esquerda na periferia desde 2012. Há um processo em amadurecimento, em construção, de reconexão da esquerda com a base popular, e também de decepção da base popular das periferias com o projeto que ganhou as eleições de 2018. O sr. assumiu um espaço que era do PT? GB - O PT é um partido com forte enraizamento social no Brasil. Tem a sua capilaridade, precisa ser respeitado. E a unidade que nós pretendemos construir contra o bolsonarismo naturalmente inclui o PT. Faz alguma autocrítica? Há algum erro da sua campanha de que se arrepende? GB - Não existe campanha só com acerto. Certamente, nossa campanha, ao longo da trajetória, poderia ter feito coisas que não fez, [mas] não vejo que teve erro político de condução. Francamente, eu não busco bode expiatório. A fala sobre a Previdência [de que mais concursos públicos seriam parte da solução do déficit], que o sr. teve que explicar várias vezes, pode ser considerada um erro? GB - Aquilo eu já tive a oportunidade de deixar muito claro e ficou absolutamente encerrado. Eu me expressei mal. Isso pode ter trazido prejuízo eleitoral? GB - Não creio que isso tenho influenciado o resultado das eleições. Em relação ao fato de não ter declarado sua conta bancária [à Justiça Eleitoral], poderia ter havido mais transparência da sua parte? GB - Acho que, se cabe alguma autocrítica naquele episódio, é da própria Folha de S.Paulo [que revelou o episódio em reportagem], que, aliás, a ombudsman fez, sobre a maneira como aquilo foi noticiado, de uma forma, infelizmente, pouco esclarecedora. O fato de o meu advogado não ter colocado um saldo de R$ 579 da conta bancária e isso ter virado um assunto da campanha, francamente, esse não foi um erro da minha campanha. Sua campanha e as de outros candidatos tiveram eventos com aglomeração. Admite alguma responsabilidade sobre isso? GB - A nossa campanha buscou seguir os protocolos sanitários em relação à pandemia. Nem sempre foi possível, isso é verdade, mas houve um esforço. O fato de manter agendas de campanha, mesmo reduzidas, após saber do resultado positivo da deputada Sâmia Bomfim (PSOL), gerou críticas. Como o sr. responde? GB - Eu segui absolutamente todo o protocolo e orientação do Ministério da Saúde. O contato eventual com alguém que testou positivo e ambos de máscara não demandaria qualquer tipo de isolamento ou de interrupção de atividade social. * RAIO-X Guilherme Boulos, 38 É formado em filosofia e mestre em psiquiatria pela USP. Coordenador do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), foi candidato a presidente em 2018 pelo PSOL, quando recebeu 617 mil votos e ficou em 10º lugar. Chegou ao segundo turno da eleição para a Prefeitura de São Paulo e recebeu, no domingo (29), 2,1 milhões de votos (40,62% dos votos válidos), sendo derrotado pelo candidato à reeleição, Bruno Covas (PSDB). No segundo turno, o postulante do PSOL teve o apoio de PT, PC do B, PDT, PSB, Rede, PCB e UP.

  • Yahoo Notícias

    #Verificamos: É falso que Boulos ‘prometeu deixar o país’ após derrota nas eleições

    Essa frase não aparece em nenhuma entrevista, rede social ou discurso recente feito por Guilherme Boulos. Por WhatsApp, a assessoria de comunicação do psolista confirma que ele não irá deixar o país

  • O Globo

    ‘Boulos pode ser o que ele quiser em 2022’, diz presidente do PSOL

    Juliano Medeiros ressalta, porém, que conversas para a eleição presidencial não devem se dar em cima de nomes

  • Yahoo Notícias

    Boulos sai fortalecido, mas frente anti-Bolsonaro ainda é incerta

    Rivais em SP saem das urnas dizendo que é possível fazer política sem ódio. É um aceno para o que se desenha até 2022