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Guilherme Boulos PSOL | Últimas notícias do político

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    Boulos: "Jesus seria apedrejado no Brasil de 2020"

    Boulos também falou que há muita “mistificação” a respeita da violência na periferia

  • Originais do Yahoo

    PF investiga Boulos por críticas a Bolsonaro nas redes sociais

    A Polícia Federal investiga o pré-candidato a prefeito de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) por críticas ao presidente Jair Bolsonaro nas redes sociais.

  • Folhapress

    'Inadmissível', diz Tatto sobre investigação da PF contra Boulos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Jilmar Tatto, publicou vídeo em solidariedade ao seu concorrente Guilherme Boulos (PSOL), que é alvo de investigação da Polícia Federal (PF) por críticas feitas contra o presidente Jair Bolsonaro. "Isso é inadmissível, inaceitável. Nós temos que nos indignar em relação a esse tipo de atitude de Jair Bolsonaro. Defesa da liberdade, defesa da democracia, livre pensamento, são conquistas nossas, e muitas pessoas lutaram, e morreram, inclusive, em função dessas conquistas", diz Tatto. A Folha de S.Paulo revelou que os advogados do candidato do PSOL foram procurados pela PF, que quer intimá-lo a prestar esclarecimentos sobre postagens críticas ao presidente Jair Bolsonaro. A investigação acontece no âmbito de um inquérito aberto no Departamento de Inteligência Policial (DIP). O advogado Alexandre Pacheco Martins, que representa Boulos, vai à PF em Brasília para entender do que se trata. "Não se intimide, não fique calado, vamos juntos na luta contra Bolsonaro e o seu governo", seguiu o petista. Tatto disputa com Boulos os votos da esquerda na capital paulista.

  • Yahoo Notícias

    Russomanno lidera corrida à Prefeitura de SP com 29% seguido por Covas e Boulos, diz Datafolha

    Com 20% das intenções de voto, Covas, que tenta se manter no cargo, é a maior ameaça a Russomanno. Boulos, com 9%, aparece em terceiro, consolidando-se como a candidatura mais promissora do campo da esquerda

  • Folhapress

    PSOL identifica ofensiva digital contra Boulos após pesquisa

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O PSOL identificou aumento nas buscas no Google por “Boulos + invasor” desde o último domingo (20), quando saiu pesquisa Ibope, publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo, que deu 8% das intenções de voto ao candidato. O desempenho de Boulos, líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), foi uma das surpresas da pesquisa. Ele só ficou atrás de Celso Russomanno (Republicanos), com 24%, e do prefeito Bruno Covas (PSDB), com 18%. Está em empate técnico com o ex-governador Márcio França (PSB), que marcou 6%. Para fazer frente ao que chama de "campanha de ódio", a campanha de Boulos criou uma espécie de central de combate a fake news, que apelidou de “gabinete do amor”. É tocada por voluntários, numa ação concentrada na página dos Instagram @gabinetedoamorsp. "Nossa militância digital vai lutar diariamente contra a disseminação de notícias falsas", diz Josué Rocha, coordenador da campanha de Boulos. "Temos compromisso com a verdade, e é esse compromisso que guiará nossa atuação daqui até as eleições em novembro", afirma.

  • Folhapress

    MST diz que manterá preço justo por arroz de assentamento

    PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) - Em meio à alta do preço do arroz para o consumidor, o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) anunciou que manterá a produção feita pelos seus agricultores a um "preço justo". Na última safra, o grupo colheu 15 mil toneladas de arroz orgânico (sem agrotóxicos) produzidas por 364 famílias em 14 assentamentos de 11 cidades gaúchas. O MST é o maior produtor deste tipo de grão da América Latina, comercializado sob o nome "Terra Livre". Atualmente, o pacote de arroz branco do MST custa R$ 5,50 quando adquirido diretamente com as cooperativas, como a Cooperativa dos Trabalhadores Assentados da Região de Porto Alegre (Cootap). Na Loja da Reforma Agrária, no Mercado Público da capital gaúcha, o preço para o consumidor é de R$ 6,00. "Preço justo, na nossa compreensão, é quando toda a cadeia é sustentável. É quando a remuneração é justa para quem produz, beneficia, transporta e revende, chegando no consumidor final com um valor aceitável", explica Emerson Giacomelli, da direção do Grupo Gestor do Arroz Orgânico e da Cootap. Com estoques no país reduzidos, o MST tem recebido ofertas para vender a saca por até R$ 120. "Recusamos estas propostas porque vamos honrar os contratos para fornecimento de merenda escolar para as prefeituras e garantir a entrega para as feiras, mercados e lojas", explica Giacomelli. O produtor explica que apesar do preço alto, a maioria dos agricultores vendeu o arroz para a indústria após a colheita do início do ano, com base no preço mínimo. Isso significa que os pequenos e médios agricultores não estão "surfando" na alta do produto porque já entregaram sua produção. O preço pode variar em outros estados, conforme a tributação e margem de lucro dos mercados ou lojas especializadas. Em Porto Alegre, o quilo do arroz convencional (que não é orgânico) é encontrado em mercados por até R$ 8,40. Em São Paulo, o valor chega a R$ 23,00. Orgânicos costumam ser valorizados por quem busca uma alimentação saudável e produzida com manejo ecológico. Por isso, podem custar mais caro em lojas especializadas que atendem este nicho de mercado. Na leitura do movimento, a disparada no preço não está relacionada somente ao aumento das exportações e demanda do mercado interno. Para Giacomelli, a alta também tem relação com a redução dos estoques do governo. Atualmente, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) possui 21.592 toneladas de arroz estocadas, mesmo estoque de 2019. É o menor volume para o mês de setembro em dez anos. Entre 2019 e 2018, a redução foi de 49,8%, considerando o mês de setembro. Porém, comparando o mesmo mês entre 2010 e 2020, a queda foi de 97%, de 990.398 toneladas para 21.592 toneladas. Todo estoque público do país é guardado no Rio Grande do Sul, em cinco municípios: Uruguaiana, Pelotas, São Borja, Capivari do Sul e Agudo. "Os parâmetros da atual política econômica não preveem a regulação do abastecimento por meio de estoques públicos. Há atualmente mecanismos mais eficientes e menos onerosos à sociedade, como a alteração da TEC feita recentemente", justifica a Conab. A Tarifa Externa Comum (TEC) do Mercosul facilita a importação de arroz. Além da redução dos estoques, a Conab também extinguiu 27 unidades armazenadoras. Em 2019, eram 92. Agora, restam 65. Procurado pela reportagem, o órgão federal respondeu que os "armazéns desativados apresentavam baixíssima utilização para as ações públicas" e que "existiam necessidades orçamentárias para a manutenção desses imóveis". O preço mínimo do arroz na safra de 2019/20 foi de R$ 39,63 pelo saco de 50 kg no Rio Grande do Sul e Santa Catarina e R$ 47,55 pelo saco de 60 kg nos demais estados. Os valores valem até fevereiro de 2021. Para 2021, o preço mínimo foi estabelecido em R$ 40,18 pelo saco de 50 kg no Rio Grande do Sul e Santa Catarina, e R$ 50,55 pelo saco de 60 kg nos demais estados.

  • Folhapress

    PT admite largar atrás de Boulos nas redes sociais, mas aposta em histórico na eleição de São Paulo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O PT admite que larga atrás de Guilherme Boulos (PSOL) nas redes sociais, mas aposta em seu enraizamento na cidade de São Paulo para tornar-se a principal força opositora de esquerda na eleição municipal. “Ele [Boulos] tem a vantagem de ser mais ativo nas redes sociais, ter mais seguidores, mais repercussão. Ele é uma novidade. Mas nós somos um partido maior, mais enraizado”, diz o deputado federal Carlos Zarattini (PT-SP), vice na chapa encabeçada por Jilmar Tatto. Confirmado na quarta-feira (16), poucas horas antes do encerramento do prazo legal para as convenções partidárias, Zarattini vê como fragilidade do rival de esquerda o fato de não ter nem 30 segundos de tempo de TV. PT e PSOL, afirma o vice de Tatto, disputarão o posto de principal força de oposição a tucanos e aos bolsonaristas na cidade. “Tem uma rejeição grande ao [presidente Jair] Bolsonaro na cidade, e maior ainda ao [governador João] Doria. Quem for capaz de se posicionar melhor sobre essa rejeição vai crescer mais.” O bolsonarismo na eleição deve ser representado por Celso Russomanno (Republicanos), e Doria está atrelado à candidatura à reeleição de Bruno Covas (PSDB). Zarattini coloca Márcio França (PSB) disputando em parte esse papel de opositor, por seu embate com Doria. Mas o ex-governador deu demonstrações de conciliação com o presidente. O PT a princípio não pretende fazer ataques diretos a Boulos, que tem incomodado o partido por ter conseguido obter apoio em figuras importantes da esquerda, inclusive ex-integrantes do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. A ordem de não polarizar com o PSOL está mantida, segundo o candidato a vice. “Vai crescer quem for mais eficiente no enfrentamento político a Covas e Bolsonaro. Boulos não governa. Não tem o que brigar com ele”, diz. Zarattini e o adversário psolista se encontraram casualmente na manhã de quinta-feira (17) numa manifestação de movimentos sociais pela duplicação da Estrada do M’Boi Mirim, na zona sul da capital. “Tivemos uma conversa amistosa, só não demos abraço porque na pandemia não pode”, diz. Reservadamente, no entanto, petistas afirmam que a situação pode mudar caso o candidato do PSOL surja à frente de Tatto nas próximas pesquisas. O PT considera que perder a primazia na esquerda paulistana seria um desastre. Zarattini foi uma opção de última hora para a vaga de vice, depois que fracassou a tentativa do PT de encontrar uma mulher para compor a chapa. Os nomes citados acabaram sendo descartados por questões jurídicas, recusas a sondagens ou baixo apelo eleitoral. “O PT é um partido que sempre teve a ideia da diversidade, de dar espaço para mulheres, negros. Seria uma coisa muito importante para nós, mas não se chegou a um nome que traduzisse essa ideia, infelizmente”, declarou. Sua presença na chapa, afirma Zarattini, tem como objetivo reforçar o discurso político. Ele é líder da minoria no Congresso Nacional, responsável pela estratégia da oposição em temas como Orçamento, por exemplo. “As pessoas não estão conseguindo pagar aluguel, é desesperador. Vamos ter a favelização aumentando na cidade, mais moradores de rua. E tem o problema da saúde, que é eterno em São Paulo. Há uma crise econômica, vamos apresentar propostas sobre isso”, diz. Com a nomeação de Zarattini, a chapa passa a ter duas pessoas identificadas com a questão dos transportes, que ocuparam a secretaria da área em governos petistas na cidade. Ele e Tatto reivindicam paternidade sobre o Bilhete Único. “É uma chapa forte na área de transporte, mas a gente vai ter de trabalhar também outros temas, o desemprego, o subemprego, a baixa renda”, afirma ele, que disputou internamente a indicação para ser o candidato com o próprio Tatto. Zarattini diz que as divergências entre os dois são apenas políticas, não pessoais. “A gente tem uma disputa, mas não chegamos ao ponto de ter rompimento, briga”, diz. A agenda de campanha ainda está sendo montada, e terá de levar em conta a pandemia, afirma. Por isso, a presença em eventos de rua de Lula, que tem 74 anos, ainda é incerta. Já o ex-prefeito Fernando Haddad deve ter uma atuação mais frequente. DISCORDÂNCIA NO NOVO Uma divergência entre João Amoêdo, ex-presidente do Novo, e o candidato do partido à Prefeitura de São Paulo, Filipe Sabará, foi exposta no Twitter na última quarta-feira (16). Amoêdo deu um pito público a Sabará pela escolha de Paulo Maluf como um bom prefeito. O dirigente chegou a dizer que espera do diretório paulista as providências cabíveis sobre a declaração. “Teve suas questões de corrupção, foi condenado, mas fez muita coisa. Imagina São Paulo sem as obras do Maluf”, disse Sabará no programa Pânico da Jovem Pan. “A citação de um político corrupto como exemplo de gestão é inadmissível. O ‘rouba, mas faz’ fere frontalmente os valores e princípios do Novo. Essa prática não pode ser endossada por ninguém do partido”, tuitou Amoêdo. Sabará respondeu que não defendeu o “rouba, mas faz”. “Dizer quem foi um bom prefeito não é tarefa fácil. A maioria não realizou nada. E os que realizaram, roubaram”, afirmou.

  • Folhapress

    Governador da Bahia vai ao STF contra uso da Força Nacional em assentamento do MST

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo da Bahia ingressou com uma ação nesta quarta (16) no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo, em caráter liminar, a retirada da Força Nacional de Segurança do sul do estado. O governador Rui Costa (PT) afirma que a guarda federal foi mandada no último dia 3 sem consulta prévia ou solicitação de autoridades locais, ferindo o princípio constitucional da autonomia federativa dos estados. A Bahia quer que seja anulada a portaria federal que autorizou o emprego da Força Nacional nos municípios de Mucuri e Prado por 30 dias. E reclama ainda que os pedidos de esclarecimentos, feitos ao ministro André Mendonça (Justiça), ficaram sem resposta. “A ação compromete indelevelmente o princípio federativo, uma vez que determina a invasão da Força Nacional no Estado da Bahia, sem qualquer respaldo constitucional e nem legal”, afirma na peça o procurador do estado, Miguel Calmon Teixeira de Carvalho Dantas. “Configura-se, portanto, conflito federativo, que se agrava ainda mais quando o excelentíssimo senhor Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública se omite diante de ofícios encaminhados pelo excelentíssimo senhor governador do Estado da Bahia questionando e repelindo a operação”, conclui. O governo federal enviou a força nacional a pedido do Incra para desapropriar famílias do assentamento Jacy Rocha, composto por lavradores ligados ao MST (Movimentos dos Trabalhadores Sem-Terra), o que foi visto no estado como uma retaliação política do governo Bolsonaro ao movimento social.

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    Pesquisa mostra Covas favorito à reeleição; Boulos, Russmomano e França aparecem em seguida

    Os quatro primeiros colocados tem um empate técnico nas intenções de voto

  • HuffPost Brasil

    Boulos ofusca PT e deve consolidar Psol na liderança da esquerda em São Paulo

    A candidatura do lider do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) e ex-presidenciavel Guilherme Boulos a Prefeitura de Sao Paulo, que seraoficializada neste sabado (5) pelo Psol, ja ofusca o PT numa das maisimportantes disputas das eleiçoes municipais deste ano e promete consolidar oPsol como a maior força de esquerda na capital paulista.

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