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Guilherme Boulos PSOL | Últimas notícias do político

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    Após 25 anos do massacre de Eldorado dos Carajás, MST congela invasões

    Marco da disputa por terra no país, o massacre de Eldorado dos Carajás, no Pará, completa 25 anos...

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    Caetano Veloso e outros artistas gravam vídeo pedindo reforma agrária e apoiando o MST

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Artistas como Caetano Veloso, Camila Pitanga, Letícia Sabatella e Bela Gil se manifestaram em apoio à reforma agrária em vídeo que lembra os 25 anos do conflito de Eldorado dos Carajás, em que 19 sem-terra foram mortos após operação da Polícia Militar. "Agora, mais do que nunca, precisamos de uma reforma agrária popular", afirma Veloso no vídeo. "O Brasil sofrerá de escassez de alimentos, e é fundamental fortalecermos a agricultura familiar." O material foi produzido pelos grupo 342 Artes e pela Mídia Ninja e chama a atenção para o problema da fome no país. "Vivemos dias duros com a pandemia do Covid-19, e milhares de mortes poderiam ser evitadas com condutas adequadas como vacinas e distanciamento social", afirma o ator Caco Ciocler. "Mas nosso país também enfrenta outra pandemia muito grave: a da fome", complementa o ator Enrique Diaz, que é seguido da atriz Camila Pitanga. "No Brasil, 19 milhões de pessoas passam fome." O MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) promove anualmente neste mês o "abril vermelho", em que geralmente ocupa propriedades públicas para simbolizar a sua luta. Em meio à epidemia de Covid-19, porém, o grupo decidiu incentivar os assentados a aderirem ao que chama de “Parada pela Vida”, sugerindo às pessoas que saiam o mínimo possível de suas propriedades

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    Boulos lança pré-candidatura ao governo de SP em 2022: 'Derrotar o tucanistão'

    Segundo o também coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST), derrotar o BolsoDoria em São Paulo é "muito importante"

  • Folhapress

    Boulos busca mais espaço no PSOL, e aliança vira incômodo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma movimentação do ex-presidenciável Guilherme Boulos para ganhar espaço no PSOL aqueceu os debates internos sobre os rumos do partido em 2022, no momento em que o ex-presidente Lula (PT) volta à cena eleitoral e prega união da esquerda contra Jair Bolsonaro. No dia 7, véspera da decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin que devolveu a Lula o direito de concorrer, Boulos fez o lançamento da Revolução Solidária, sua própria corrente partidária dentro do PSOL, em esforço para se consolidar na sigla, onde está desde 2018. A nova tendência reúne filiados que têm ligação com movimentos sociais, sobretudo o MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), grupo em que o ativista e professor milita há 20 anos. O ex-presidenciável e ex-candidato a prefeito de São Paulo (que perdeu no segundo turno em 2020 para o tucano Bruno Covas) rechaça a interpretação de que o objetivo seja popularizar a imagem da legenda, suavizando pechas como a de "partido universitário" ou "da zona sul do Rio de Janeiro". "Existe um certo estigma em relação ao PSOL que não é verdadeiro", diz ele à Folha. "O partido tem vínculo com as lutas negra, feminista, LGBT, indígena. O desafio, que é o de toda a esquerda, é a retomada do trabalho de base. E o movimento [Revolução Solidária] vem para fortalecer esse enraizamento." A iniciativa, que amplia a influência dele na burocracia partidária, foi vista por parte dos correligionários como sinal de risco para o equilíbrio de forças internas, dada a projeção atual de Boulos. Com uma corrente para chamar de sua, ele tende a se consolidar como figura majoritária da agremiação. Ao mesmo tempo, causou controvérsia nos bastidores a possibilidade de que o partido faça uma adesão automática à eventual candidatura de Lula ao Planalto. Um grupo de parlamentares e dirigentes que faz ressalvas a uma aliança com o PT teme que a ideia seja imposta e desemboque em conflitos. O apelo é para que as instâncias partidárias e os filiados sejam consultados, em debate transparente, democrático e detalhado, antes de qualquer tomada de decisão, conforme prevê o estatuto. "O PSOL tem diversidade, tanto de posições quanto de perfis, e considero isso um mérito", afirma Boulos. "O objetivo desse espaço político que está sendo criado não é promover disputa interna. É um movimento com uma dimensão para fora, de espelhar um partido com cara ampla." As falas sobre o encaminhamento do PSOL estão todas no plano da especulação, já que nem o líder de moradia nem o presidente nacional da legenda, Juliano Medeiros, pressionam por uma decisão rápida sobre candidatura ou encaram como certo um embarque no projeto petista. O discurso de ambos, coincidente com o de Lula, é o de que partidos do chamado campo progressista precisam construir uma unidade na ação política prática, e não apenas em torno de questões eleitorais. Apesar de não ser descartada nos bastidores, uma coligação com os petistas desagrada ao setor de fundadores do PSOL. A legenda foi criada em 2004 por dissidentes expulsos do PT. A hipótese também é mal digerida entre aqueles que pregam que o partido se posicione mais à esquerda e tenha candidatura própria ao Planalto. A sigla disputou todas as eleições nacionais desde sua fundação, com Heloísa Helena (2016), Plínio de Arruda Sampaio (2010), Luciana Genro (2014) e Boulos (2018). "Na minha opinião, não há um apelo real para que desde o primeiro turno o PSOL abra mão de ter uma candidatura própria para apoiar a do Lula", diz a deputada federal Sâmia Bomfim (PSOL-SP). Integrante da corrente MES (Movimento Esquerda Socialista), ela diverge do campo de Boulos no partido, mas o vê como presidenciável natural da legenda. "Nossa tarefa é apresentar um projeto de esquerda, inclusive na economia. E o PT, aparentemente, quer repetir suas escolhas táticas e eleitorais", critica. Boulos e Lula têm uma relação próxima e estreitaram laços desde que o ex-mandatário se tornou alvo da Lava Jato e foi preso. O psolista estava no palco ao lado do petista no pronunciamento dele no dia 10, após a anulação das condenações pelo STF. Embora líderes na esquerda considerem difícil que Boulos se disponha a enfrentar o ex-presidente e amigo nas urnas, ele mesmo desconversa sobre a conjectura. "O fator Boulos é preponderante para o partido, porque de fato ele é hoje a nossa principal figura", afirma Sâmia. "Se o partido porventura chega a uma conclusão e ele, individualmente, sustenta outra, fica muito difícil, né?", diz ela, sobre a chance de a sigla deliberar ter um nome próprio e Boulos desejar estar com Lula. Assim como o ex-presidente, o dirigente do MTST repete que a prioridade da oposição a Bolsonaro deve ser o combate à pandemia de Covid-19 e a participação da esquerda em medidas concretas para garantir vacinas, atendimento médico e auxílio emergencial. A diretriz do "deixa para depois" foi oficializada em documento após reunião do diretório nacional, no fim de semana passado. No encontro, ficou acordado que qualquer debate sobre o processo eleitoral está interditado até o congresso nacional da legenda, previsto para setembro. "O Lula é uma liderança expressiva, tem peso na sociedade", diz Boulos. "É evidente que a presença dele no cenário eleitoral altera o xadrez, mas esse debate precisa ser feito junto com todos os setores do campo progressista." Para Medeiros, o temor de que o PSOL "vire um partido de caciques" é "totalmente infundado", já que Boulos "tem toda a disposição" de participar dos debates internos.

  • Folhapress

    Para Boulos, possível candidatura de Lula não atrapalha unidade da esquerda e tampouco beneficia Bolsonaro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Guilherme Boulos (PSOL) afirmou que a decisão de Edson Fachin a favor do ex-presidente Lula (PT) "vem com três anos de atraso, mas desmonta a farsa que elegeu Bolsonaro". "Apesar de tardiamente, ganha a democracia", disse ao jornal Folha de S.Paulo. Fortalecido pela eleição municipal de São Paulo no ano passado, quando terminou em segundo lugar, Boulos vinha se dedicando a costurar uma unidade para a esquerda em 2022. Ele afirmou que a decisão sobre Lula ser candidato agora depende do ex-presidente e do PT. Na avaliação do líder do PSOL, a união dos partidos de esquerda não fica mais difícil com o nome de Lula no xadrez eleitoral –enquanto, para a maior parte das siglas de esquerda, a hegemonia do PT sempre foi um empecilho. "Continuo trabalhando para uma mesa de unidade, uma mesa de salvação nacional, para que a esquerda chegue de forma unitária em 2022 e derrote Bolsonaro", disse. Boulos avaliou ainda que a decisão de Fachin "livra Sergio Moro da suspeição", uma vez que o STF estava prestes a decidir se o ex-juiz da Lava Jato foi parcial em suas decisões sobre Lula. Questionado sobre a decisão dar força eleitoral a Bolsonaro, que polariza com Lula, Boulos negou. "Não dá força para Bolsonaro, mas para a democracia brasileira", disse.

  • Folhapress

    Juristas e advogados criticam denúncia contra Boulos

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um grupo reunindo 37 juristas, advogados e desembargadores considera arbitrária e grave a denúncia que fez de Guilherme Boulos réu sob acusação de invadir o tríplex ligado a Lula no Guarujá. A avaliação consta em manifesto assinado por profissionais como o jurista Celso Antônio Bandeira de Mello, pelo advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira e pela desembargadora paulista aposentada Kenarik Boujikian. "Boulos sequer estava no local dos fatos e nada tem a ver com o famoso tríplex", afirma o documento, que segue: "Atos processuais como este, sem fundamento no direito, qualificam-se como políticos e arbitrários, com inegável impacto eleitoral. E é por isso que nós, abaixo-assinados, protestamos contra esse estado de coisas, confiando no Judiciário para correção dessa grave distorção". A carta cita mensagens da Operação Spoofing, da Polícia Federal, que "comprovam atos gravíssimos praticados por alguns integrantes de nosso sistema de Justiça que, afastando-se do exercício de suas funções institucionais, atuaram em interesse próprio, com evidente finalidade política-eleitoral". "A despeito das assombrosas revelações, casos graves continuam a acontecer. Há duas semanas, aproximadamente, decisão da 6ª Vara Federal de Santos, recebeu, sob fundamento impossível (uma verdadeira inviabilidade lógica), denúncia do Ministério Público Federal, igualmente inviável, contra Guilherme Boulos, o fenômeno eleitoral do último pleito à Prefeitura de São Paulo". "A denúncia recebida, que tornou Boulos réu em processo penal, pretende que ele seja culpado por um crime decorrente da invasão do triplex, cuja propriedade foi atribuída a Lula, por manifestantes, membros do MTST", diz o texto. O ex-candidato a prefeito de São Paulo pelo PSOL Guilherme Boulos virou réu na semana passada, após a Justiça Federal receber denúncia contra ele e mais duas pessoas acusadas de invasão ao tríplex de Guarujá (SP) atribuído pela Lava Jato ao ex-presidente Lula. O ato ocorrou em abril de 2018, como protesto à prisão do ex-presidente petista. A decisão de receber a denúncia do MPF (Ministério Público Federal) foi tomada pela juíza Lisa Taubemblatt, da 6ª Vara Federal de Santos (SP). A magistrada disse que a acusação do Ministério Público Federal "veio acompanhada de peças informativas que demonstram a existência de justa causa para a persecução penal". A magistrada deu dez dias para Boulos e os outros dois réus —Anderson Dalecio e Andreia Barbosa da Silva, ambos do MTST— oferecerem resposta à acusação por escrito. Segundo a Procuradoria, eles teriam cometido o crime de "destruir ou danificar coisa própria, que se acha em poder de terceiro por determinação judicial ou convenção", como indica o artigo 346 do Código Penal. A pena prevista é de seis meses a dois anos de prisão, mais multa.

  • Extra

    Boulos vira réu em ação por invasão do tríplex do Guarujá

    SÃO PAULO — A Justiça Federal aceitou denúncia contra Guilherme Boulos (PSOL) pela invasão do...

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    Revista Time elege Guilherme Boulos e Anitta duas das 100 lideranças emergentes globais

    A revista americana Time escolheu os brasileiros Guilherme Boulos e Anitta como duas das "100...

  • O Globo

    Time elege Guilherme Boulos e Anitta duas das 100 lideranças emergentes globais

    O líder do MTST e a cantora são os dois únicos brasileiros da lista da publicação

  • Folhapress

    Revista Time escolhe Boulos um dos 100 líderes emergentes globais

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O líder do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) Guilherme Boulos foi eleito pela revista americana Time uma das 100 “lideranças emergentes que estão definindo o futuro”, segundo relação divulgada nesta quarta-feira (17). Boulos, ex-candidato a presidente e a prefeito de São Paulo pelo PSOL, faz parte da lista anual Time 100 Next. Segundo a revista, “seu desempenho surpreendente [na eleição para prefeito] na influente cidade [de São Paulo] o estabeleceu como uma figura ascendente na política brasileira e deu à esquerda um novo caminho”. Também do Brasil, figura na lista a cantora Anitta.