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Chaminé de 183 metros é implodida na Inglaterra

Uma chaminé de cinco décadas foi demolida no centro da Inglaterra, na manhã de domingo. A estrutura de 183 metros de altura pertencia à Central Elétrica de Rugeley, que foi desativada em 2016.
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  • Extra

    Ex-'Malhação', Marlon Schuck abre conta em site de conteúdo adulto: 'Alguns chamam de nude, eu chamo de arte'

    Ex-ator de "Malhação", Marlon Schuck resolveu variar o conteúdo que publica na internet. E também...

  • AFP

    Facebook lança serviço de notícias no Reino Unido

    O Facebook lançará nesta terça-feira no Reino Unido a seção Facebook News, que irá divulgar artigos de veículos da imprensa, pelos quais pagará.

  • AFP

    População do México chega a 126 milhões de habitantes

    A população do México aumentou em quase 14 milhões de pessoas na última década para alcançar o total de 126 milhões, segundo os resultados do censo nacional, realizado em março do ano passado.

  • AFP

    EUA detectam primeiro caso de variante brasileira do novo coronavírus

    O primeiro caso de uma variante do novo coronavírus surgida recentemente no Brasil foi confirmado nos Estados Unidos, informaram autoridades sanitárias do estado de Minnesota nesta segunda-feira (25).

  • Reuters

    Senado dos EUA confirma Yellen como primeira mulher no comando do Tesouro

    WASHINGTON (Reuters) - Janet Yellen obteve uma esmagadora confirmação do Senado como a primeira mulher secretária do Tesouro dos EUA nesta segunda-feira, preparando-a para trabalhar com o Congresso em novos estímulos econômicos em razão do coronavírus, na revisão da política de sanções dos EUA e fortalecimento da regulamentação financeira.O placar de votação no Senado foi de 84-15 para confirmar Yellen, com toda a oposição vindo dos republicanos, vários dos quais expressaram preocupação com a proposta de ajuda de 1,9 trilhão de dólares para alívio aos efeitos do coronavírus do presidente Joe Biden, bem como seus planos para impostos e gastos.

  • AFP

    Gorila tratado com anticorpos sintéticos superou quadro grave de covid-19 nos EUA

    Um gorila idoso está se recuperando de um quadro grave de covid-19 após ser tratado com anticorpos sintéticos de última geração, anunciou o Zoológico de San Diego nesta segunda-feira (25).

  • Folhapress

    EUA registram primeiro caso de variante do coronavírus vinda do Brasil

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - Os EUA registraram nesta segunda-feira (25) o primeiro caso de infecção por uma variante do coronavírus identificada inicialmente no Brasil. Segundo o jornal The Washington Post, o caso foi notificado no estado de Minnesota e divulgado por autoridades de saúde locais. O Departamento de Saúde de Minnesota informou que o caso da variante chamada de P.1. envolveu um morador do estado que viajou recentemente ao Brasil. A infecção, classificada como altamente transmissível, foi detectada por meio de sequenciamento em amostras de sangue aleatórias. O paciente contaminado vive na região metropolitana de Twin Cities e começou a apresentar sintomas no início de janeiro --o teste com resultado positivo foi feito em 9 de janeiro . O anúncio da primeira variante vinda do Brasil com registro nos EUA aconteceu poucas horas depois de o presidente Joe Biden ter revertido a liberação de Donald Trump e voltado a impor restrições de viagens a passageiros vindos de território brasileiro. A preocupação da Casa Branca, sob orientação do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças), é justamente com o surgimento de novas variantes do coronavírus em países como Brasil, Reino Unido e África do Sul, que também entraram na lista de limitações impostas nesta segunda pelo governo democrata. Em sua proclamação para impor as novas restrições, Biden cita a variante do coronavírus que foi identificada no Brasil e diz que isso pode "impactar o potencial de reinfecção." De acordo com Michael T. Osterholm, diretor do Centro de Pesquisa e Polícias para Doenças Infecciosas da Universidade de Minnesota, a aparição da variante brasileira nos EUA não é surpreendente. "É um desenvolvimento muito difícil, mas, ao mesmo tempo, não é inesperado", afirmou o especialista, que também compõem o time de Biden para a resposta ao coronavírus. Os EUA lideram o número de casos e mortes por Covid-19 no mundo --com quase 420 mil vítimas da doença-- e a expectativa é que o país chegue à marca sombria de meio milhão de mortos no mês que vem. Todos os vírus sofrem mutação e existem inúmeras variantes em circulação. A do Brasil, porém, é uma das três que têm atraído atenção global nas últimas semanas, junto com as identificadas pela primeira vez no Reino Unido e na África do Sul. Algumas autoridades de saúde estão preocupadas com o fato de que as vacinas atuais podem não ser eficazes contra novas variantes do coronavírus e têm orientado cautela redobrada ao tratar do assunto. Nesta segunda, a farmacêutica Moderna, por sua vez, afirmou que sua vacina funciona contra as variantes encontradas no Reino Unido e na África do Sul, mas lançaria, pelo que classificou de "excesso de zelo", trabalhos para impulsionar a imunização contra as novas cepas do coronavírus.

  • Folhapress

    Premiê da Itália vai renunciar em manobra para tentar formar novo governo, diz gabinete

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O premiê italiano, Giuseppe Conte, anunciou que vai renunciar nesta terça-feira (26). Mas ele não quer deixar seu posto —trata-se, na verdade, de uma manobra para tentar formar um novo governo e seguir no cargo. Segundo comunicado divulgado por seu gabinete, Conte convocou uma reunião do Conselho de Ministros para a manhã de terça, na qual deverá formalizar sua decisão, tomada após a saída de um dos partidos que formavam a coalizão atualmente no poder. No parlamentarismo, um governo só consegue funcionar enquanto tiver uma coalizão de apoio com força no Parlamento. A qualquer momento, um partido pode abandonar a base governista. Se essa saída deixar o governo com um número muito reduzido de representantes, o premiê precisa buscar um outro partido para lhe dar sustentação e ajudar na aprovação de propostas. Se não houver acordo, o Parlamento pode ser dissolvido, e as eleições, antecipadas. Assim, Conte vai apresentar a renúncia ao presidente italiano, Sérgio Matterella, e, em seguida, vai pedir autorização para tentar formar um novo gabinete. Na prática, o premiê terá mais espaço para oferecer cargos a outros partidos que queiram entrar no governo. De olho nos votos dos deputados de centro, o premiê prometeu reformular sua agenda política. Disse que gostaria de modernizar a Itália e acelerar a implementação de um plano de recuperação da economia, fortemente afetada pela recessão decorrente da pandemia. A crise atual começou depois que o pequeno partido Itália Viva, do ex-premiê Matteo Renzi, saiu da coalizão. Renzi critica a forma como Conte gerencia a emergência sanitária e acusa o premiê de centralizar as decisões sobre como gastar o dinheiro concedido pela União Europeia para recuperar a economia dos países. A gestão de Conte também é criticada por sua resposta à pandemia. A Itália foi um dos países mais afetados pela doença em 2020, e cenas de hospitais lotados no país foram um dos símbolos do início da crise da Covid-19. Quase um ano depois, o país segue com restrições à circulação para tentar conter o avanço da doença. A renúncia ocorre pouco antes de uma votação de uma reforma judiciária, prevista para esta semana, que o governo estava em rota de perder. Na semana passada, Conte ganhou um voto de confiança, mas por margem estreita. Com isso, teria de conduzir um governo de minoria, que certamente enfrentaria dificuldade para aprovar projetos. Conte está no cargo desde junho de 2018. Ele não é filiado a nenhum partido e conduz o governo formado principalmente pelo Movimento 5 Estrelas, legenda que se posiciona como antissistema, e o PD (Partido Democrático), de centro-esquerda. Se não houver acordo para um novo governo, haverá antecipação de eleições, que originalmente deveriam ocorrer só daqui a dois anos. No entanto, uma reforma política recente cortou em um terço os assentos no Parlamento, a partir da próxima eleição. Com isso, muitos legisladores não conseguirão se reeleger, mesmo que sejam bem votados. E, assim, poderão ter um estímulo extra para não antecipar a votação. Conte já sobreviveu a uma mudança radical no governo. Em 2019, o partido Liga, de direita nacionalista, deixou a coalizão, em uma tentativa de antecipar eleições. No entanto, o PD (Partido Democrático), de centro-esquerda, fez um acordo com o 5 Estrelas e passou a integrar o governo. Representantes do Itália Viva já disseram que poderiam voltar a fazer parte da coalizão se seus pedidos forem atendidos, mas tanto o 5 Estrelas quanto o PD afirmaram que não querem novo acordo com Renzi, a quem acusam de traição.

  • Reuters

    Presidente mexicano diz que Rússia fornecerá 24 milhões de doses da Sputnik V ao México

    CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - A Rússia fornecerá 24 milhões de doses da vacina Sputnik V contra Covid-19 ao México durante os próximos dois meses, disse o presidente mexicano Andrés Manuel López Obrador, após ligação telefônica nesta segunda-feira com Vladimir Putin.A promessa do presidente russo marca uma aumento expressivo da meta anterior de 7,4 milhões de doses até março, embora haja dúvidas sobre a capacidade da Rússia de manter a produção.

  • Folhapress

    Acordo internacional para taxar big techs pode sair até junho, diz ministro da França

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ministro da Economia da França, Bruno Le Maire, afirmou nesta segunda-feira (25) que um acordo internacional sobre a taxação dos gigantes de tecnologia pode ser estabelecido até o final de junho deste ano. Segundo o ministro francês, é preciso reduzir as desigualdades no sistema de taxação internacional. "Os gigantes de tecnologia se saíram bem nessa crise econômica. Como você pode explicar para alguns setores da economia, que sofreram drasticamente na pandemia, que estão pagando taxas que esses gigantes da tecnologia não precisam pagar? Isso é injusto e ineficiente do ponto de vista financeiro", afirmou Le Maire em um painel no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça. O ministro francês também saudou a chegada da nova secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen. Recentemente, Yellen afirmou ao Senado americano seu posicionamento de que há espaço para elevação de taxas para empresas. "A ideia é pensar em uma nova taxação internacional, baseada em dois pilares. O primeiro é a taxação digital e o segundo, uma taxa mínima para companhias. Estamos no caminho certo e nos empenharemos para encontrar um acordo para o novo sistema de taxação internacional até o fim da primavera de 2021 [na Europa, a primavera vai de março a junho]", disse Le Maire. Os palestrantes também afirmaram, durante o painel, a necessidade de manter o apoio financeiro aos setores mais atingidos pelo coronavírus -situação que, segundo eles, implica em políticas fiscais ativas até o final da pandemia. Segundo a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, a expectativa é que 2021 seja um ano de recuperação. Especificamente na Europa, ela afirma que devem existir duas fases. "A primeira é uma fase que claramente tem um grande nível de incertezas conforme as vacinas são produzidas, fornecidas e distribuídas, e conforme algumas medidas de lockdown reapareçam, às vezes ainda mais restritas. Precisaremos garantir que as condições financeiras continuem favoráveis", disse Lagarde. A executiva afirmou que a expectativa é que o crescimento econômico na zona do Euro seja negativa no quarto trimestre de 2020, o que tende a impactar o primeiro trimestre de 2021. Lagarde afirmou que pontos como a maior digitalização, a migração ao trabalho remoto e políticas de longo prazo que tragam maior consciência sobre as mudanças climáticas no mundo são vantagens trazidas do atual momento, mas disse que ainda existem desafios. "Apesar dos números de desemprego não estarem tão ruins, eles escondem uma situação na qual muitos já desistiram de procurar trabalho. Além disso, os lockdowns estão afetando todas as companhias, e isso pode deixar cicatrizes quando o crescimento voltar", disse. Lagarde afirmou, ainda, que a economia não será mais a mesma, mesmo depois que a pandemia do coronavírus chegar ao fim. "É uma ponte que precisamos atravessar e, quando chegarmos ao outro lado, muito provavelmente termos uma nova economia. Precisamos estar preparados e fazer os investimentos necessários para o crescimento a partir desse novo cenário", disse.