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Maceió | Últimas notícias da capital alagoana

  • LANCE!

    Ponte Preta vai com nova opção de ataque para Maceió

    Técnico Marcelo Oliveira pediu que João Veras, integrado ao grupo da base que disputa a Copa Paulista, voltasse a ser opção para o elenco principal

  • Agência Brasil

    Bolão de Maceió leva prêmio de R$ 3 milhões da Mega-Sena

    Um bolão feito em Maceió acertou as seis dezenas do concurso 2.321 da Mega-Sena, sorteadas nesta quarta-feira (25) no Espaço Loterias Caixa, em São Paulo. O prêmio é de R$ 3,03 milhões. A aposta foi feita na Zebrinha Loterias.  É a segunda vez seguida em que um apostador acertou as seis dezenas. No sábado (21), um apostador de Ribeirão Preto (SP) acertou as seis dezenas e vai receber um prêmio de R$ 76,13 milhões. Os números sorteados foram: 14 - 25 - 28 - 41 - 43 - 46. A quina teve 40 acertadores, e cada um receberá R$ 41.215,16. Os acertadores da quadra foram 2.494 e cada um levará R$ 944,32. O próximo concurso está marcado para sábado (28), e o prêmio está estimado em R$ 3 milhões, de acordo com a Caixa Econômica. A aposta mínima, em que o apostador marca seis números, custa R$ 4,50. A mais cara, em que são escolhidas 15 dezenas, sai por R$ 22.522,50. Mega da Virada As apostas para a Mega da Virada começaram nesta semana e o prêmio estimado, nesta edição, é de R$ 300 milhões. O sorteio será realizado no dia 31 de dezembro. Como nos demais concursos especiais das Loterias CAIXA, o prêmio principal da Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de 6 números, o prêmio será dividido entre os acertadores da 2ª faixa (com o acerto de 5 números) e assim por diante.

  • Folhapress

    Jovem negro diz ter sido torturado ao tentar comprar celular em supermercado de Maceió

    MACEIÓ, AL (FOLHAPRESS) - Um jovem negro de 19 anos de Maceió, capital de Alagoas, afirma ter sido torturado por quase três horas, com agressões no rosto, em um supermercado na manhã do último sábado (21), quando tentava comprar um celular. Ele não quis se identificar. O rapaz, que é jardineiro, registrou boletim de ocorrência no mesmo dia. A reportagem questionou o IML (Instituto Médico-Legal), órgão ligado à Polícia Civil, sobre o caso, que informou por meio da assessoria de imprensa que o exame de corpo de delito indica "um edema na face e escoriações no punho". A Polícia Civil informou que vai requisitar imagens das câmeras de segurança sobre o episódio. O boletim de ocorrência foi registrado dois dias após José Alberto Silveira Freitas, 40, ter sido espancado e morto por seguranças em um supermercado da rede Carrefour de Porto Alegre (RS), em um caso que repercutiu no país, na véspera do Dia da Consciência Negra. O supermercado, no bairro do Tabuleiro, pertence à rede G Barbosa, presente no Nordeste. A rede afirmou, em nota, que o rapaz foi pego furtando um celular -o que ele nega. Mas a própria empresa disse no mesmo comunicado que a Polícia Militar, ao ser acionada para o local, liberou o jovem por falta de flagrante. Já o jovem diz que levava dinheiro em espécie para comprar um celular. Enquanto escolhia o aparelho, ainda segundo ele, um homem se identificou como policial e o acusou de ter cometido um assalto em um dia anterior. "Quando cheguei lá, não demorou muito e um homem me pegou pela cintura, dizendo que era policial, e que eu tinha roubado dois celulares. Falei que não tinha roubado, mas me levaram para uma sala e começaram a me bater", disse o jardineiro à reportagem. "Até mostrei o dinheiro que tinha do auxílio [emergencial], mas o homem disse que eu tinha conseguido esse dinheiro depois de vender os dois telefones roubados". Ainda pelo relato do jovem, o homem, então, o levou para uma sala, dentro do supermercado, e o agrediu por quase três horas, principalmente com golpes na cabeça. Foram socos e tapas no rosto, e até um saco plástico foi colocado na cabeça dele, conta a vítima. O jardineiro disse haver outros dois homens na sala, que aparentavam ser funcionários do supermercado, e que assistiram às agressões do suposto policial. O jovem conta que foi obrigado a gravar um vídeo admitindo o crime que não cometeu. Depois, ainda segundo contou, policiais militares chegaram ao local e o liberaram. "É constrangedor que isso tenha acontecido. Humilhante. Estavam três pessoas na sala comigo e o gerente da loja estava no corredor. Só uma pessoa bateu em mim. Ninguém pediu que ele parasse", contou o rapaz. O laudo pericial deve ser concluído em dez dias. A assessoria da Polícia Civil disse que foi aberto inquérito e que serão ouvidas as testemunhas, acusados e a vítima. Ainda segundo o órgão, é cedo para definir alguma tipificação de crime. A mãe do jardineiro disse à reportagem que, por volta das 14h do sábado, passou a ficar preocupada, porque o rapaz havia saído de casa perto das 10h, sem lhe dar notícias. "Ele chegou em casa com marcas de tapa no rosto, além de machucados nas costas e no pescoço. Quando a gente vê isso, fica pensando: 'Parece que negro não pode existir no Brasil. Aqui é lugar só para branco'. Eu sou cardíaca, então acho que eles quiseram me contar pouco no começo. É muito doloroso", disse ela. O advogado Basile Christopoulos, que defende o jardineiro, afirmou que a família vai processar o supermercado. OUTRO LADO A rede GBarbosa afirma, por nota, que o jovem furtou um aparelho celular conforme as imagens que eles têm no circuito interno de câmeras. Ele foi reconhecido por testemunhas porque esteve lá em horários distintos, segundo a empresa, e foi abordado. A Polícia Militar foi acionada e, segundo a empresa, o liberou por falta de flagrante. A rede GBarbosa fez um boletim de ocorrência no sábado, sobre o suposto furto. A GBarbosa diz ainda está apurando internamente se houve agressões e liberará as imagens do circuito de TV interno para que a Polícia Civil prossiga com as investigações.

  • Yahoo Notícias

    Segundo turno em Maceió: pesquisa Ibope aponta JHC com 42% das intenções de voto; Alfredo tem 38%

    A pesquisa registrou ainda 11% de votos brancos ou nulo, além de 9% de eleitores que não souberam responder.

  • Folhapress

    Alfredo Gaspar e JHC disputam 2º turno em Maceió

    RECIFE, PE (FOLHAPRESS) - Os candidatos Alfredo Gaspar (MDB) e João Henrique Caldas (PSB), conhecido como JHC, que se destacaram durante toda a campanha como principais adversários, vão disputar o segundo turno das eleições em Maceió. Apoiado pelo governador de Alagoas, Renan Filho (MDB), Gaspar tem 29,09% dos votos, e JHC ficou com 28,43%, já com 100% das urnas apuradas. O deputado estadual Davi Davino Filho (PP), apoiado pelo deputado federal Arthur Lira (PP), ficou em terceiro lugar na disputa com 25,17 % dos votos. Pela primeira vez disputando um cargo eletivo, o candidato do MDB também contou na campanha com empenho total do prefeito de Maceió, Rui Palmeira (sem partido). O governador e o prefeito participaram ativamente dos atos de campanha e da propaganda eleitoral. Gaspar foi secretário de Segurança Pública na gestão de Renan Filho. Após deixar o cargo, foi escolhido para ser procurador-geral de Justiça. Deixou a função em março deste ano para disputar as eleições. Na gestão à frente da Secretaria de Segurança Pública, participava pessoalmente de algumas operações policiais. No primeiro turno, prometeu auxílio-emergencial, ampliação da rede de saúde do município e focou também em temas relacionados à segurança. Alfredo Gaspar conseguiu construir uma coligação com nove partidos. Além do MDB, sua chapa conta com o apoio do PL, Avante, PRTB, PSC, PTC, PV, PSD e Podemos. Seu oponente no segundo turno, o deputado federal JHC se uniu com Ronaldo Lessa (PDT), ex-governador de Alagoas por duas vezes, para formar a chapa majoritária. Conta ainda na coligação com o PSDB. JHC, filho do ex-deputado João Caldas, se colocou durante a campanha como um candidato independente, que não estaria ligado nem ao grupo do governador Renan Filho e nem ao do deputado federal Arthur Lira (PP), um dos principais líderes do centrão. Na campanha, bateu na tecla de que os seus dois principais adversários eram "farinha do mesmo saco". Advogado, JHC ganhou visibilidade no meio político quando exercia mandato de deputado estadual ao denunciar irregularidades nas movimentações bancárias da Assembleia Legislativa de Alagoas. Ele foi o deputado federal mais votado de Alagoas em 2018. Um dos principais temas do debate durante a campanha foi a questão das rachaduras e afundamento de bairros por suspeita do efeito da mineração. Também concorreram em Maceió o advogado e ex-vereador Ricardo Barbosa (PT); os ex-prefeitos da capital Alagoana Corintho Campelo (PMN) e Cícero Almeida (DC); o engenheiro Josan Leite (Patriota); a ex-reitora da Universidade Federal de Alagoas Valéria Correia (PSOL); o oficial de Justiça Cícero Filho (PC do B) e a jornalista Lenilda Luna (UP).

  • LANCE!

    Jogando em Maceió, CRB e Ponte Preta tentam esquecer derrotas doloridas

    Enquanto anfitriões perderam para o até então fragilizado Figueirense, a Macaca foi goleada impiedosamente em casa pela Chapecoense

  • LANCE!

    'Monitores' do G4, CRB e Operário jogam em Maceió pela Série B

    Equipes que já estiveram mais perto de consolidação no grupo dos quatro primeiros colocados buscam vencer por reaproximação

  • Reuters

    Braskem inclui mais 2 mil imóveis de Maceió em plano de ressarcimento de moradores

    SÃO PAULO (Reuters) - A petroquímica Braskem informou no final da sexta-feira que incluiu mais 2 mil imóveis de Maceió em um plano bilionário de ressarcimento de moradores atingidos por fenômeno de afundamento do solo.A estimativa substituiu a anterior de inclusão de 800 imóveis adicionais no plano, divulgada em meados de setembro.

  • Valor Econômico

    Ibope: Alfredo Gaspar e JHC estão empatados em 1º em Maceió

    Alfredo Gaspar tem 26% dos votos, numericamente a frente de JHC, com 25% dos votos, aponta pesquisa divulgada na noite desta sexta-feira (9) pela TV Gazeta de Alagoas e pelo portal G1 A disputa pela Prefeitura de Maceió (AL) está acirrada entre Alfredo Gaspar de Mendonça (MDB) e JHC (PSB), com os candidatos empatados tecnicamente em primeiro lugar, de acordo com pesquisa Ibope divulgada na noite desta sexta-feira (9) pela TV Gazeta de Alagoas e pelo portal G1. Alfredo Gaspar tem 26% dos votos, numericamente a frente de JHC, com 25% dos votos. Em razão da margem de erro, de 4 pontos percentuais, seis candidatos ficam empatados no terceiro lugar: Cícero Almeida (DC), com 10% das intenções de voto; Davi Filho (Progressistas), com 5%; e Lenilda Luna (UP), 3%. Josan Leite (Patriota), Ricardo Barbosa (PT) e Valéria Correia (PSOL) registraram 2% cada um. Corintho Campelo (PMN) e Cícero Filho (PCdoB) estão com 1% cada. Os indecisos são 8% e 14% disseram que pretendem votar branco/nulo ou em nenhum dos candidatos apresentados. O índice de rejeição mais alto (em quem os eleitores disseram que não votam "de jeito nenhum") é de Cícero Almeida, com 49%. JHC tem 21% de rejeição, seguido por Alfredo Gaspar (17%), Corintho Campelo (14%), Cícero Filho (14%) e Lenilda Luna (13%). Davi Filho, Josan Leite e Ricardo Barbosa tiveram índice de 12% cada um. Valérie Correia tem 11%. A pesquisa Ibope em Maceió ouviu 504 eleitores entre 7 e 9 de outubro. A margem de erro é de 4 pontos para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número AL 09340/2020.

  • LANCE!

    Em Maceió, CSA derrota o Figueirense e salta na classificação

    Resultado faz o Azulão se afastar do temido Z4, alcançando o meio da tabela; time catarinense segue na luta para se afastar do rebaixamento

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