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Marcelo Freixo PSOL | Notícias sobre o deputado federal

  • Yahoo Notícias

    Alvo de campanha de difamação, Freixo nega ter lamentado morte de Elias Maluco

    Deputado federal pelo PSOL pediu para que apoiadores denunciem o tuíte falso

  • Yahoo Vida e Estilo

    Freixo, Huck, Prioli, Ciro e mais defendem Felipe Neto após novos ataques nas redes

    Uma série de vídeos ligando o influenciador à pedofilia foi publicado nas redes sociais nesta segunda-feira

  • Folhapress

    Temor sob Bolsonaro faz surgir grupo de WhatsApp com Kim, Joice, Freixo, Molon e Tabata

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Quem imaginaria, há algum tempo, um grupo que unisse o conservador MBL (Movimento Brasil Livre) ao esquerdista PSOL? O ex-líder da oposição ao ex-líder do governo? Pois Jair Bolsonaro conseguiu esse feito. Em meio à escalada da retórica autoritária por parte do Palácio do Planalto, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos líderes do MBL, criou um grupo de WhatsApp com colegas congressistas denominado "Democráticos". Ele conta hoje com algumas dezenas de deputados, entre eles Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo no Congresso, Marcelo Freixo (RJ), um dos principais nomes do esquerdista PSOL, Alessandro Molon (PSB-RJ), ex-líder da oposição, e Tabata Amaral (PDT-SP), uma das expoentes da nova esquerda. Assim como os bolsonaristas, o PT não foi convidado. E o que vem sendo discutido por essa união de rivais? De acordo com congressistas ouvidos pela reportagem, a necessidade de se contrapor à ameaça de que seja instalada novamente uma ditadura no país. "Esse grupo é importante porque reúne pessoas que realmente estão preocupadas com a manutenção do Estado democrático de direito, com a manutenção das instituições e da própria democracia no Brasil, que é justamente o que vem sendo fortemente atacada pelo presidente Jair Bolsonaro", afirma Joice, que foi uma das principais aliadas do presidente, sendo sua líder no Congresso. Hoje ela está rompida. "As declarações são muito claras, a intenção do presidente da República é, de fato, partir para uma ruptura da democracia, uma ruptura institucional. Esse grupo reúne parlamentares das mais diversas frentes que realmente estão preocupados com o momento que o Brasil está passando e que entendem que é preciso uma união de todos", acrescenta a deputada, afirmando que Bolsonaro "sonha dia e noite com um golpe". "Não é um desejo que vem de agora, é um desejo que vem de muito tempo, e ele flerta com essa possibilidade desde o início do mandato." Líder da bancada do PSB, o esquerdista Molon manifesta pensamento similar. "Há um sentimento de urgência, de evitar que um regime autoritário seja implantado no Brasil. Independentemente das divergências ideológicas, que muitas vezes são numerosas e profundas, o risco da implantação de um regime autoritário no Brasil impõe a necessidade de evitar isso a todo custo, até para proteger que essas divergências possam ser manifestadas livremente." De acordo com outros integrantes do grupo, que preferiram falar sob condição de anonimato, o objetivo também é se contrapor ao centrão, não só a bolsonaristas e a petistas -que, sob a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem relutado em participar de movimentos suprapartidários de oposição. O grupo de siglas médias da Câmara, com cerca de 200 das 513 cadeiras, se aliou a Bolsonaro, em sua maioria, após receber do presidente cargos de comando na estrutura federal e verbas para suas emendas parlamentares -tudo aquilo que Bolsonaro negou, na campanha, que faria. Segundo integrantes do grupo de WhatsApp, alguns congressistas do PT querem aderir, mas o partido não foi convidado porque, além de estar com "o filme queimado", há a própria resistência de Lula a embarcar em um movimento que não seja encabeçado pelo partido. Em reunião do PT na segunda-feira (1º), o ex-presidente criticou os manifestos suprapartidários em defesa da democracia surgidos nos últimos dias sob o argumento de que os documentos articulados pela sociedade civil desconsideram os direitos dos trabalhadores. Para ele, o PT não pode embarcar no primeiro ônibus que passa nem ser "Maria vai com as outras". A reportagem não conseguiu falar, na noite desta terça-feira (2), com Kim Kataguiri. O MBL se distanciou de Bolsonaro e hoje é um dos alvos dos apoiadores do presidente. Tabata não quis se manifestar.

  • Yahoo Notícias

    Para se opor a Bolsonaro, grupo de WhatsApp reúne Freixo, Tabata, Molon, Joice e Kim

    Nome forte da esquerda, Molon (PSB-RJ) destaca a urgência de evitar que um regime autoritário seja implantado no Brasil

  • Yahoo Notícias

    FHC, Haddad, Dino, Freixo, Huck e Drauzio Varella assinam manifesto que evoca 'Diretas Já' e pede 'projeto comum de país'

    Com a crescente tensão entre o presidente Jair Bolsonaro (que não foi citado no documento) e o poder o Supremo Tribunal Federal (STF), o movimento diz apoiar a “independência dos poderes da República”

  • Yahoo Notícias

    Opositor de Witzel, Freixo mostra preocupação: “indícios de que é uma operação política”

    Governador do Rio de Janeiro é alvo de mandados de busca e apreensão em operação da Polícia Federal

  • Folhapress

    Freixo comunica ao PSOL que desistiu de concorrer à Prefeitura do Rio

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Segundo colocado nas pesquisas, o deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) informou, nesta sexta-feira (15), ao comando do PSOL que desistiu de concorrer à Prefeitura do Rio. Nas conversas, ele alega dificuldade de consolidação de uma aliança ampla de esquerda, além de resistência enfrentada dentro do próprio PSOL. Até agora, ele só conquistou o apoio do PT. A informação foi revelada pelo jornal O Globo. Embora tenha avisado informalmente o comando partidário, Freixo não formalizou a decisão por escrito. A cúpula do PSOL tenta demovê-lo da desistência antes que encaminhe uma carta ao partido. Além da dificuldade de costura de uma aliança, Freixo enfrentará outros obstáculos durante a campanha eleitoral caso mantenha seu nome na disputa. Dirigentes do partido lembram que Freixo tem seu acesso vedado às comunidades dominadas pela milícia, especialmente depois do assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL). Fora as dificuldades de ampliação de aliança e montagem de estrutura, Freixo se mostra desanimado e, segundo interlocutores, reavalia a possibilidade de deixar a cadeira na Câmara em plena crise. Procurado para informar se essa é uma decisão irreversível, Freixo não se manifestou. Segundo interlocutores, Freixo ficou particularmente contrariado com a iniciativa do deputado federal David Miranda, também do PSOL, de lançar-se na disputa. Nas conversas, Freixo questiona com que moral poderia cobrar unidade na esquerda se encontra adversários dentro de seu próprio partido. No momento em que a família manifesta preocupação com sua segurança, ele se diz frustrado pela impossibilidade de construção de uma aliança com demais partidos de esquerda, na qual se apresentaria como representante da oposição contra o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos).

  • Yahoo Notícias

    Bolsonaro só deve manifestar apoio em eleição no Rio caso Freixo avance ao 2º turno

    A decisão de não expressar apoio a nenhum candidato à Prefeitura do Rio se estende aos filhos de Bolsonaro.

  • Yahoo Notícias

    Em festa de 40 anos do PT, Freixo pede: "Temos que destruir o governo Bolsonaro"

    Em evento dos 40 anos do PT, deputado disse que Bolsonaro "sempre foi o esgoto do sistema".

  • Yahoo Notícias

    Ministro de Bolsonaro ataca Freixo: "merece um exame de sanidade mental, seguido de bafômetro"

    Marcelo Freixo (PSOL) é um dos principais concorrentes para a Prefeitura do Rio de Janeiro nas eleições deste ano

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