Assunto

MILIONÁRIOS e suas fortunas

  • Canaltech

    Receita Federal leiloa lotes milionários com centenas de celulares e eletrônicos

    Alguns lotes chegam a custar mais de R$ 530 mil, sendo compostos por quantidades obscenas de aparelhos eletrônicos novos; embora arremate esteja aberto a pessoas físicas, pacotes são atraentes para lojistas que querem revender os produtos a preços atraentes

  • Originais do Yahoo

    Os 6 maiores bilionários da ficção

    Ser bilionário, para a maioria das pessoas, é algo tão distante que fica difícil de se imaginar nesta posição ou até mesmo ter noção da quantidade de dinheiro que isso representa, em notas, moedas ou até em barras de ouro — que nem sempre valem mais do que dinheiro. Logo vem à cabeça aqueles cofres superprotegidos de bancos, com portas circulares, e piscinas cheias de dinheiro, tão grandes que você pode até mergulhar (embora não pareça algo muito higiênico a se fazer). Ser bilionário, no mundo real, talvez seja um pouco diferente, mas esse imaginário de riqueza que a ficção nos deu parece bem divertido, né? E olha que mesmo nesse mundo essa ostentação toda não é para qualquer um. Conheça seis dos maiores bilionários da ficção.

  • Bloomberg

    Millennials coreanos recorrem às bolsas para ficarem ricos

    (Bloomberg) -- Jenny Lee tem um sonho: ter um apartamento em Seul, capital da Coreia do Sul, onde os imóveis custam cerca de US$ 1 milhão cada.Para a jovem de 27 anos, que ficou sem emprego por um ano até o mês passado e aluga um quarto em um dormitório perto de Seul, será difícil ganhar tanto dinheiro. Ela não tem um diploma de uma “boa” universidade - essencial para conseguir um emprego cobiçado em conglomerados como Samsung Electronics, que dominam a economia, e é uma mulher em um país onde as normas patriarcais são difíceis de eliminar. Agora, acha que encontrou uma solução: o chamado “day trading”, a prática de amadores de negociar no dia a dia.“Na Coreia, nós, com 20 e poucos anos, só temos duas maneiras de ficar ricos: ou ganhamos na loteria ou negociamos ações”, disse Lee, cujo novo emprego é em um hospital, talvez o único grande empregador nesses tempos de Covid-19. “Sabemos que nunca seremos ricos com os salários que ganhamos. Nunca ganharemos o suficiente para comprar uma casa.”De muitas maneiras, Lee, que atualmente aposta em ações de tecnologia dos Estados Unidos, faz parte da expansão global em negociações de varejo durante a pandemia. Esse tipo de investimento cresceu rapidamente em popularidade nos EUA, com pessoas entediadas ou recém-demitidas em casa em meio a quarentenas que aproveitam aplicativos sem comissões e fáceis de usar como o Robinhood e cheques de estímulo.Lee é um dos milhões de investidores de varejo da Coreia do Sul que respondem por 65% do valor de negociação do índice Kospi este ano, em relação a 48% em 2019. A maior parte desses investidores iniciantes está na casa dos 20 ou 30 anos, de acordo com a Korea Investment & Securities, corretora com sede em Seul. E muitos deles contraem dívidas: o financiamento de margem cresceu 33% entre dezembro e junho deste ano, mostram dados do Serviço de Supervisão Financeira.“Sociologia” é um melhor indicador do que está impulsionando o mercado acionário do que a economia, disse Jeon Kyung-Dae, diretor de investimentos de renda variável da Macquarie Investment Management Korea. As baixas taxas de juros pioram as coisas, disse, pois corroem o valor da poupança todos os dias.“Os millennials coreanos estão desesperados, enfrentando um mercado de trabalho congelado”, disse Lee Han Koo, professor de economia da Universidade de Suwon, acrescentando que o aumento dos preços dos imóveis aumenta a sensação de frustração. “Nesse ambiente, a negociação de ações se torna uma oportunidade única na vida” para ficar rico.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

  • AFP

    Mais de 60 países ricos se unem a mecanismo de acesso mundial à vacina contra coronavírus

    Mais de 60 países ricos, exceto China e Estados Unidos, aderiram ao dispositivo da OMS para facilitar o acesso dos países pobres à vacina contra o coronavírus, de acordo com a lista publicada nesta segunda-feira.

  • Folhapress

    Forbes lista os dez bilionários brasileiros; Joseph Safra tira Lemann do topo

    SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - A nova edição brasileira da revista Forbes traz a lista dos 200 bilionários do país em 2020. Ao todo, são 238 nomes listados e que atuam em diferentes áreas. E tem mudança no topo da lista. Número um do ranking desde 2013, o empresário Jorge Paulo Lemann aparece agora em segundo lugar, atrás do banqueiro Joseph Safra. Quem completa o pódio é Eduardo Saverin, brasileiro que é um dos cofundadores do Facebook. Luiza Trajano, dona da Magalu, aparece como a mulher mais rica do Brasil, ocupando a 8ª posição do top 10. Ela subiu 16 posições na lista depois que seu patrimônio cresceu 181% no último ano. Segundo a revista, a soma total das fortunas dos 238 bilionários brasileiros é de R$ 1,6 trilhão. Nomes do varejo, do setor financeiro e de investimentos dominam as primeiras dez posições. * OS 10 MAIS RICOS DO BRASIL SEGUNDO A REVISTA FORBES Joseph Safra R$ 119,08 bilhões Jorge Paulo Lemann R$ 91 bilhões Eduardo Saverin R$ 68,12 bilhões Marcel Herrmann Telles R$ 54,08 bilhões Carlos Alberto Sicupira e família R$ 42,64 bilhões Alexandre Behring R$ 34,32 bilhões André Esteves R$ 24,96 bilhões Luiza Trajano R$ 24 bilhões Ilson Mateus R$ 20 bilhões Luciano Hang (Havan) R$ 18,72 bilhões

  • Canaltech

    COVID-19 | Países ricos reservaram metade das futuras doses de vacinas

    De acordo com a organização, os países mais ricos do mundo, que têm apenas 13% da população global, já compraram mais da metade (51%) das doses das vacinas contra a COVID-19 em desenvolvimento, e as farmacêuticas já fazem as contas de quanto vão lucrar

  • Bloomberg

    Novo bilionário britânico ficou rico com DVDs e proteínas

    Matthew Moulding disse uma vez que seu negócio de varejo online quase acabou com suas economias. Hoje, ele faz parte do clube dos ultrarricos do mundo.

  • Bloomberg

    Bilionários entram na fila para fechar capital de empresas

    (Bloomberg) -- O setor de private equity que se cuide: há alguns novos compradores no mercado e eles conhecem seus alvos melhor do que ninguém.Proprietários bilionários como o japonês Masayoshi Son e o magnata da mídia francês Patrick Drahi tentam tirar suas joias da coroa dos holofotes das bolsas. Com os possíveis planos para fechar o capital das empresas, os controladores evitariam mercados voláteis e acionistas cada vez mais atuantes.Empresas já anunciaram US$ 26 bilhões em transações para fechar o capital por uma parte relacionada neste ano, um aumento de cerca de 2.500% em relação ao mesmo período de 2019, segundo dados compilados pela Bloomberg. Muitas das operações envolvem fundadores ultrarricos que foram ajudados por financiamento barato e pelo fraco desempenho das ações de suas empresas em um momento em que o mercado mais amplo está crescendo.“Embora tenhamos visto mais companhias que decidiram permanecer privadas por mais tempo nos últimos dois anos, também observamos uma tendência em que empresas listadas buscam fechar o capital”, disse Isabelle Toledano-Koutsouris, responsável por mercados de capital privado para a Europa, Oriente Médio e África do UBS. “Isso está em andamento nos últimos meses devido à volatilidade do mercado resultante da pandemia.”Son, presidente do conselho do SoftBank, volta a estudar a ideia de fechar o capital do conglomerado japonês, segundo pessoas com conhecimento do assunto. As deliberações refletem a contínua frustração com a lacuna entre o valor de mercado da empresa, de US$ 126 bilhões, e o de sua vasta carteira de investimentos. Na sexta-feira, Drahi ofereceu 2,5 bilhões de euros (US$ 3 bilhões) para comprar as ações que ainda não possui na operadora de telecomunicações Altice Europe.As notícias chegam menos de duas semanas após a startup alemã Rocket Internet ter anunciado planos de retirar suas ações das bolsas de Frankfurt e Luxemburgo. A empresa, que tem os irmãos bilionários Samwer como acionistas, disse que a listagem no mercado acionário não é mais a melhor maneira de captar recursos e que pode contar com financiamento privado para expansão futura.Indivíduos ricos buscam essas operações em um momento em que a atividade geral de acordos permanece estagnada: o valor das fusões e aquisições caiu 33% desde janeiro, de acordo com dados compilados pela Bloomberg. Firmas de private equity, compradoras tradicionais de ativos indesejados, ficaram em grande parte à margem: os investimentos caíram 15% neste ano, apesar dos volumes recordes de reservas.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

  • Canaltech

    Estudo sugere que exoplanetas ricos em carbono podem ser feitos de diamante

    Uma equipe de pesquisadores levantou a hipótese de que exoplanetas ricos em carbono poderiam se transformar em diamante e silicato se houver água. Com experimentos, viram que este processo ocorre, e não seria favorável para a ocorrência de vida nestes mundos

  • Originais do Yahoo

    6 pessoas que viraram bilionárias 'da noite para o dia'

    Dizem que o difícil é conquistar o primeiro milhão. Depois disso, acontece aquela mágica do dinheiro atrair mais dinheiro, investimentos, rendimentos e por aí vai. Imagine só, então, chegar em poucos anos ao seu primeiro bilhão? Não é tão comum, mas acontece: uma aposta certeira, o setor ideal, o timing perfeito e, quem sabe, um pouco de sorte podem transformar pessoas comuns em bilionários em menos de 5 anos. Conheça alguns casos assim.

COMPARTILHE ESTA PÁGINA