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Minas Gerais MG | Últimas notícias do estado

  • Yahoo Notícias

    Grávida dá à luz dentro de ônibus em Uberlândia e ganha passagens vitalícias

    Uma mulher de 20 anos deu à luz uma menina dentro de um ônibus de viagem na madrugada de sexta-feira (25), na BR-050, em Uberaba (MG).

  • Agência Brasil

    Ribeirinhos e produtores ainda lutam por água potável em Brumadinho

    Quem vive nas margens do Rio Paraopeba ainda enfrenta dificuldades para tocar a vida devido aos efeitos do rompimento da barragem da mina Córrego do Feijão, da mineradora Vale, tragédia que completou 20 meses nesta semana. O fornecimento de água depende de caminhões pipa em 16 comunidades situadas em Brumadinho (MG) e em cidades vizinhas. Isso porque a captação direta no trecho do rio mais poluído pelos rejeitos de mineração continua proibida pelo Instituto Mineiro de Gestão das Águas (Igam), órgão vinculado ao governo de Minas Gerais.Ao mesmo tempo em que ribeirinhos e produtores rurais tentam retomar suas produções, agricultores de áreas que não foram afetadas pela lama e que utilizam água de outros mananciais ainda enfrentam o receio em relação a contaminação de seus produtos. A área atingida não representa sequer 0,01% do território de Brumadinho. Em meio a uma variedade de situações e diversas reivindicações, a Vale responde anunciando programas de reparação e de compensação dos danos: o mais recente promete fomentar toda a cadeia produção e comercialização da agricultura familiar.> "Meu pai não está fazendo mais irrigação. Está contando com água da chuva e não planta nem 10% do que plantava", lamenta a auxiliar administrativa e estudante Nayane França, filha do agricultor Eustáquio Gomes Pereira.Após o rompimento da barragem ocorrido na mina Córrego do Feijão em 25 de janeiro do ano passado, uma onda de 11,7 milhões de metros cúbicos de rejeitos destruiu comunidades e retirou a vida de 270 pessoas. Boa parte desse volume alcançou a calha do Rio Paraopeba, que margeia a propriedade de Eustáquio.O terreno não chegou a ser invadido pela lama, mas o agricultor perdeu mudas que havia encomendado e pago, porque a estufa do fornecedor foi destruída. Sem poder captar água do rio, também não conseguiu manter o vigor da produção de mexerica, jiló e pimentão, entre outras culturas agrícolas.Mesmo nas comunidades onde vem ocorrendo fornecimento por meio de caminhões pipa, a irregularidade incomoda. Há queixas relacionadas à perda de autonomia, uma vez que o trabalho se dá em função da periodicidade de abastecimento. Na comunidade da Reta do Jacaré, em Mário Campos, produtores chegaram a protestar alegando uma recente redução no volume do fornecimento, o que estaria ameaçando a plantação. Como alternativa, alguns atingidos tentaram furar poços artesianos. A captação subterrânea é autorizada pelos órgãos ambientais para quem está a mais de 100 metros da margem do rio. Mas nem sempre essas tentativas são bem sucedidas.O fornecimento de água tem sido feito pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), empresa estatal responsável pelo abastecimento da maioria das cidades mineiras. Segundo a estatal, entre janeiro de 2019 e julho de 2020, foram distribuídos mais de 800 milhões de litros de água potável às 16 comunidades. Este volume, captado em três estações de tratamento situadas nos municípios de Juatuba, Pompéu e Curvelo, é transportado diariamente por meio de 50 caminhões pipas. Buscas por vítimas na tragédia causada pelo rompimento da barragem da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho - Divulgação Corpo de Bombeiros de Minas GeraisEntre as medidas que a Vale vem adotando para melhorar a qualidade da água, está a instalação de duas novas estações de tratamento de água. De acordo com a mineradora, as obras já foram concluídas e permitiram, até o julho de 2020, a devolução ao Rio Paraopeba de 15 bilhões de litros de água limpa. Também está sendo concluída a instalação de 250 filtros de alta performance para tratar a água de poços subterrâneos que atendem a 10 mil pessoas que vivem nas comunidades ribeirinhas. Exclusivamente para 70 produtores rurais que tiveram impacto na sua produção, a Vale se comprometeu a construir 120 poços exclusivos até o fim do ano. O mais novo programa se volta para a agricultura familiar nos municípios de Brumadinho e Mário Campos. Espera-se que sejam atendidas, em uma primeira fase, 50% das 583 propriedades dos dois municípios que foram mapeadas no último senso agropecuário do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A adesão, no entanto, é voluntária. A Vale acredita na receptividade, pois afirma que a proposta leva em conta diálogos com o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mário Campos, a Associação dos Produtores Rurais de Brumadinho (Asprub) e o Assentamento das Pastorinhas. Também foram ouvidas as secretarias de agricultura dos dois municípios e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-MG), estatal do governo mineiro.> "É um programa que ainda está bem no início. Temos participado das reuniões. Está tendo espaço de conversa para colocarmos as necessidades reais", pondera Elisa Milanez, produtora do Assentamento das Pastorinhas, que reúne 20 famílias de Brumadinho que plantam verduras e legumes.Poderão ser beneficiadas tanto propriedades que estão na área diretamente afetada, como aquelas que estão distantes da mina Córrego do Feijão. Um dos destaques de Brumadinho hoje é a produção de mexerica. Já Mário Campos, tem uma produção considerável de verduras.Os participantes contarão, ao longo de três anos, com uma consultoria direta de agrônomos, veterinários, engenheiros e outros profissionais. E receberão auxílio para melhoria do processo de produção e cumprimento de regras, por exemplo, em relação ao controle dos níveis permitidos de agrotóxicos.> "A redução do uso de defensivos agrícolas será inclusive uma meta, o que pode agregar valor aos produtos", diz Luiz Augusto Bronzatto, analista da gerência de fomento econômico da Vale.O programa também se preocupará com a cadeia de comercialização, através da criação de marcas, rótulos, códigos de barra e embalagens para melhor acondicionamento. Prevê ainda estímulo para a organização de cooperativas, disponibilização de material de divulgação e apoio para participação em eventos gastronômicos. RastreabilidadeTodos os objetivos do programa estarão interligados na aplicação da rastreabilidade da produção agrícola das propriedades, que é uma exigência legal da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desde 2018. Ela possibilita, através de um QR Code, identificar a origem do alimento e acompanhar a sua movimentação.A mineradora acredita que a mudança beneficia os agricultores, pois trará mais confiança em relação ao produto.> "Não adianta a Vale fazer milhões de análises do solo e publicar que as pessoas não vão acreditar. Existe uma questão de credibilidade dos dados gerados sobre contaminação que dificulta a desmistificação em torno da contaminação. A rastreabilidade traz mais segurança porque permite checar a qualidade daquele produto especificamente", avalia Flávia Soares, gerente de fomento econômico da Vale.As prefeituras das cidades atingidas têm reivindicado, nas negociações em torno das indenizações, apoio da mineradora e do estado para diminuir a dependência da mineração. Qualidade da águaA qualidade da água do Rio Paraopeba vem sendo monitorada pelo Instituo de Minério e Gestão das Águas (Igam). Desde a tragédia, boletins do órgão ambiental revelaram que níveis de chumbo e mercúrio, por exemplo, se elevaram embora não fizessem parte da composição do rejeito.> "O mercúrio total, que não tinha sido detectado historicamente na bacia do Rio Paraopeba, passou a ser identificado em valores também acima do permitido pela legislação logo após o rompimento da barragem. A presença desses contaminantes está associada ao arraste de materiais que se misturaram à lama durante a passagem da frente de rejeito", apontou relatório do Igam.Para intensificar ações vinculadas à constatação, reparação ou compensação dos danos, o Igam e outros órgãos ambientais do governo mineiro costuraram um acordo com a Vale para contratação temporária de 40 profissionais. Paralelamente, a mineradora dá andamento ao programa Marco Zero anunciado no início do ano, que prevê a reconstituição das condições originais do Ribeirão Ferro-Carvão e a revegetação com plantas nativas da região das matas ciliares, além da recuperação do Rio Paraopeba.

  • Folhapress

    Ex-vereador assassinado em MG fazia lives para criticar gestão do prefeito irmão de suspeito do crime

    BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Em uma página no Facebook com mais de 19 mil seguidores, o advogado Cássio Remis, 37, ex-vereador e presidente municipal do PSDB, costumava postar vídeos e fazer denúncias sobre ações da gestão do prefeito Deiró Marra (DEM), em Patrocínio (MG). Remis, que era pré-candidato a vereador, foi morto a tiros na última quinta-feira (24). O principal suspeito é o irmão do prefeito e secretário de Obras do município, Jorge Marra, que está foragido. A última publicação na página de Remis foi uma live na tarde de quinta-feira. Na transmissão de pouco mais de um minuto de duração, ele mostrava máquinas da prefeitura trabalhando em uma rua do município de 91 mil habitantes localizado a 416 quilômetros de Belo Horizonte. Em tom de denúncia, Remis fala no vídeo que funcionários públicos estavam fazendo o calçamento "de onde, possivelmente, será o comitê eleitoral do prefeito Deiró Marra". A transmissão foi interrompida pela chegada de Jorge, que arrancou o celular das mãos de Cássio. Segundo o sócio do ex-vereador e advogado da família, Linduaudson Borges de Santana, depois de discutir com o secretário Remis ligou para a Polícia Militar a fim de reportar o roubo e seguiu Jorge Marra até o endereço da Secretaria de Obras. No pátio do local, como mostram imagens de câmeras de segurança, o secretário pegou uma arma. Remis foi morto a tiros -laudos preliminares indicam entre cinco e seis ferimentos de entrada de bala na vítima. A Justiça deferiu o pedido de prisão preventiva de Jorge apresentado pela Polícia Civil de Minas Gerais. Na manhã desta sexta-feira (25), a caminhonete do secretário foi encontrada em Perdizes (a 65 quilômetros de Patrocínio), na propriedade de um ex-prefeito do município vizinho. Dentro dela, foram localizados uma arma de fogo e um celular. Apesar de haver elementos que indiquem se tratar da arma usada no crime e de ser o telefone da vítima, a polícia ainda depende de perícia para confirmação. Jorge Marra tinha posse e registro de arma em seu nome, mas não porte. Até esta sexta-feira, os investigadores ouviram cinco pessoas -todos os que aparecem nas imagens da câmera de segurança no momento do crime e uma testemunha que não estava no local. O prefeito, irmão do suspeito, não será ouvido num primeiro momento, segundo a polícia. O caso está sendo tratado como homicídio qualificado, mas ainda depende de apurações para conclusão. "A princípio foi um crime que ocorreu em alguns minutos de bobeira, tanto da vítima, quanto do autor, que acabaram discutindo e que vitimou o Cássio Remis", disse o delegado regional de Patrocínio, Valter André. A polícia também monitora ameaças a Deiró e sua família, nas redes sociais. O prefeito decretou luto oficial pela morte de Remis, chamou o episódio de tragédia, mas disse que isso não deve afetar sua campanha à reeleição. "Foi um debate entre eles. Eu tenho meu histórico político, tenho minha história passada, 16 anos de vida pública", afirmou a jornalistas, lembrando sua trajetória também como deputado estadual. Em publicação nas redes sociais, o governador de Minas, Romeu Zema (Novo), se disse estarrecido com o assassinato de Remis. "É inadmissível que o ambiente político se transforme nisso. É preciso ter tolerância. Minha solidariedade à família dele. E para criminosos que agem com brutalidade: o rigor da lei e cadeia." O senador Antonio Anastasia (PSD-MG), que era do PSDB até o início deste ano e que aparece em vídeos com Remis, fez uma publicação nas redes sociais usando uma foto dos dois com a bandeira de Minas Gerais, e chamou o ex-correligionário de jovem idealista. "O que aconteceu hoje em Patrocínio, uma das maiores e mais importantes cidades de nosso estado, é intolerável, é lamentável, é asqueroso, é triste, é fruto de um tempo no qual parece que todos adoecemos em loucura -em que, sinceramente, eu cada vez menos me encaixo." Segundo a Polícia Civil, não havia uma questão pessoal entre Cássio e os irmãos Marra, mas episódios em consequência de atuação política dele. Há pelo menos três anos, Remis publicava nas redes sociais vídeos fiscalizando a atuação da prefeitura liderada por Deiró e era um dos principais opositores do prefeito. No último dia 30 de junho, ele publicou um vídeo em que afirma que a terra retirada do terreno onde seria construído a nova sede do hospital do câncer na cidade estava sendo levada para uma fazenda de Jorge Marra, usando funcionários e máquinas da prefeitura. Em abril de 2017, Cassio fez vídeos mostrando que o Ministério Público havia embargado a obra de uma ponte em uma área localizada dentro da fazenda do irmão do prefeito. A informação foi confirmada pelo próprio Jorge em entrevista ao programa Balanço Geral, da TV Record, na época, onde ele negou irregularidades. Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Jorge responde a vários processos e foi condenado em ação civil pública em 2017 por desmatar área de preservação permanente, sem autorização dos órgãos competentes. Cássio foi processado pelo irmão dele, Deiró. As respostas dos adversários às críticas costumavam ser apenas negar as alegações de Cássio, diz George Henrique Costa e Silva, secretário municipal do PSDB e amigo de infância dele. "Ele falava assim: Para me parar, só se for na bala. Enquanto eu tiver um celular e o Ministério Público, eles não me param, não", afirma Costa e Silva. "Ele era ativista mesmo, era um defensor que a cidade tinha. Ele ia atrás e provava. O que os vereadores não estavam fazendo, ele fazia." Cássio foi vereador por dois mandatos e presidente da Câmara Municipal. Em 2016, disputou a prefeitura contra Deiró, mas perdeu e passou a fiscalizar de perto as ações do governo. Ele havia deixado recentemente o cargo de assessor do deputado estadual Luiz Humberto Carneiro (PSDB) para disputar se candidatar a vereador. Na última terça-feira (22), ele publicou um vídeo citando uma condenação de Deiró na Justiça Eleitoral, depois de representação do PSDB. O prefeito foi multado após usar um outdoor para divulgar obras de sua gestão, o que foi considerado propaganda institucional. Depois da gravação que foi interrompida pouco antes de ser morto, Remis iria registrar a chapa do PSDB para a eleição deste ano, que tem mais de 20 candidatos ao Legislativo municipal. O partido diz que cogita agora lançar alguém da família dele, em seu lugar, para seguir seu trabalho.

  • Reuters

    Grupo de renováveis Atlas tem aval do Cade para comprar projetos solares em MG e SP

    SÃO PAULO (Reuters) - Uma empresa do grupo Atlas, controlado pelo fundo de private equity Actis, recebeu autorização do órgão brasileiro de defesa da concorrência para a aquisição de projetos solares pré-operacionais em Minas Gerais e São Paulo.A transação, que envolve a Atlas Casablanca Comercializadora de Energia e a desenvolvedora de projetos Powertis, com sede na Espanha, foi aprovada sem restrições pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), de acordo com despacho no Diário Oficial da União desta sexta-feira.

  • O Globo

    Pré-candidato a vereador de Patrocínio (MG) é morto por secretário de obras municipal, irmão do prefeito

    Cidade de 100 mil habitantes não tem histórico de violência envolvendo política

  • Folhapress

    Governo de MG anuncia retorno gradual a aulas presenciais em outubro

    BELO HORIZONTE, MG (FOLHAPRESS) - Sem apresentar protocolos de saúde ou cronograma definido, o governo Romeu Zema (Novo) anunciou que escolas estaduais poderão reabrir e começar o retorno gradual às atividades presenciais a partir do dia 5 de outubro. A decisão vale para escolas que estejam em regiões na onda verde do plano Minas Consciente, que serve para orientar a reabertura de atividades nos municípios. Hoje, Antes, a cor indicava a fase inicial de reabertura; agora, indica o último de três estágios. Segundo o governo, a data não significa retomada imediata das aulas presenciais. A partir do próximo dia 5, diretores de escolas e professores serão convocados para planejar o retorno. Os primeiros a regressar serão estudantes do 3º ano do ensino médio, com previsão de volta em 19 de outubro. Os protocolos de saúde que devem ser seguidos só serão apresentados na próxima semana. A justificativa do governo é que assim garante transparência e possibilita conversar com a comunidade, dando tempo para que escolas privadas também se organizem. A única definição divulgada até então é que pessoas que pertencem a grupo de risco devem seguir em trabalho remoto. A partir da apresentação dos protocolos, o governo diz que aulas no ensino superior podem voltar em todas as regiões já em onda amarela --a segunda fase de reabertura pelo Minas Consciente, que antecede a verde. "O que a gente mais precisa agora, para além do protocolo, é o período de planejamento para fazer valer o que está no protocolo, com rigor individualizado em cada unidade escolar", afirmou a secretária estadual de Educação, Júlia Sant'Anna. Segundo ela, a definição sobre o encerramento do ano letivo de 2020 também deve ser anunciada nos próximos dias, e as aulas remotas seguem. A carga horária de aulas remotas e presenciais é equivalente, diz Sant'Anna, já que o material de atividades foi pensado para complementar aulas transmitidas pela Rede Minas. Sindicatos de professores da rede pública e privada criticaram a decisão do governo, questionando a falta de protocolos já no anúncio da data inicial de retorno gradual. "Não anunciou protocolo de segurança, nenhum investimento ou melhoria na infraestrutura das escolas para receber os alunos. O governo simplesmente marcou uma data para expor profissionais e a comunidade escolar à contaminação pela Covid-19", diz Denise Romano, coordenadora-geral do Sind-UTE (sindicato dos professores da rede estadual). A palavra final que determina se escolas podem ou não ser reabertas será das prefeituras, segundo o governo. Cerca de 75% dos 853 municípios mineiros aderiram ao Minas Consciente. "Nós não vamos obrigar a reabertura de escolas, nós estamos autorizando a reabertura. Onde os municípios não autorizarem a reabertura, ela não ocorrerá. Eles têm a palavra final", afirmou o secretário Geral, Mateus Simões, durante o anúncio. A decisão da gestão Zema foi baseada em dados que apontam tendência para estabilização da pandemia no estado. Segundo o boletim epidemiológico desta quinta-feira (24), o estado registrou 2.587 novos casos nas últimas 24 horas e 86 mortes pelo novo coronavírus. Já em BH, o prefeito Alexandre Kalil (PSD), que disputa a reeleição, publicou um decreto na quarta-feira, suspendendo os atividades presenciais e alvarás de creches, escolas de ensino infantil, fundamental e médio, escolas superiores e centros de formação profissional na capital. As exceções são para escolas superiores de cursos na área de saúde e escolas de educação profissional de nível técnico, desde que autorizadas pela Secretaria Municipal de Saúde. A prefeitura diz que está trabalhando com a taxa de incidência da Covid-19 no município (número de novos casos da doença, dividido pelo número de pessoas em risco), para definir o momento seguro de retorno às aulas presenciais. A capital soma um total de 1.192 mortes e tem taxa de ocupação de leitos de UTI reservados para casos relacionados à doença em 41,8%. O Colégio Militar de Belo Horizonte, que retomou as atividades presenciais em sistema de escala entre turmas na última segunda-feira (21), voltou a suspendê-las devido a decisão judicial em cima de pedido ingressado pelo Sindsep-MG (sindicato que representa trabalhadores do serviço federal). Em Juiz de Fora, diante da decisão de retorno dos colégios militares, na semana passada, a prefeitura alterou o decreto municipal estendendo a suspensão de atividades presenciais em escolas no município para as redes federal, estadual e privada, o que impediu o retorno esta semana.

  • Yahoo Notícias

    Vídeo mostra irmão do prefeito atirando em ex-vereador em Minas Gerais; assista

    A Polícia Civil informou que as investigações já foram abertas e deve pedir a prisão preventiva de Marra, que ainda segue foragido.

  • Extra

    Ronaldinho Gaúcho vai a Belo Horizonte e retoma namoro com ex-noiva, Beatriz Souza

    Ronaldinho Gaúcho não esteve em Belo Horizonte somente para cumprir compromissos profissionais. Mas...

  • Yahoo Notícias

    Ex-vereador é morto a tiros por irmão de prefeito durante live em Minas Gerais

    As imagens da chegada do autor e do início da briga foram transmitidas pela live

  • Yahoo Notícias

    Rifa que prometia programa sexual 'dos sonhos' vira caso de polícia em MG

    Com o nome de “Rifa dos Sonhos”, o sorteio vendido a R$ 20 prometia um programa sexual com duas acompanhantes e o motel incluso.

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