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Pará PA | Últimas notícias do estado e Belém

  • Yahoo Notícias

    Com oxigênio perto do zero, cidades do interior do Amazonas e do Pará preocupam Ministério da Defesa

    Receio é que a nova cepa do coronavírus registrada em Manaus se espalhe por outras regiões. Complica o atendimento o fato de municípios na Amazônia serem de difícil acesso

  • Folhapress

    Cidades do oeste do Pará, divisa com o Amazonas, sofrem com falta de oxigênio

    BELÉM, PA (FOLHAPRESS) - Municípios da região Oeste do Pará registraram um aumento no número de casos e internações por Covid-19 nos últimos dias e já registram escassez de oxigênio em unidades de saúde. Os municípios fazem divisa com o estado do Amazonas, que enfrenta um colapso na saúde pública. Na cidade de Faro (920 km de Belém), seis pessoas, duas delas da mesma família, morreram nas últimas 24 horas em unidades de saúde com falta de oxigênio, escassez de leitos e medicamentos. Apenas na comunidade Nova Maracanã, 34 pacientes estão hospitalizados, de acordo com a prefeitura. A cidade tem 12 mil habitantes. "As hospitalizações na cidade atingiram níveis que não vimos no primeiro pico [da pandemia da Covid-19]. Os polos que nos abastecem, que são Manaus, Parintins e Santarém, estão sem nada", diz o prefeito Paulo Carvalho (PSD). A prefeitura recebeu 20 novos cilindros com oxigênio, mas estes devem durar até, no máximo, esta quarta-feira (20). Na avaliação de Carvalho, o sistema público de saúde de toda a região vive uma situação de colapso. Os próprios prefeitos da região têm se ajudado mutuamente. "Os prefeitos vão se ajudando, quem está com oxigênio arruma para um, troca. O governo do estado tem disponibilizado aviões, mas a logística é muito delicada", afirma. Também no Baixo Amazonas, o prefeito de Oriximiná, William Fonseca (PRTB), afirmou que o município precisa de ajuda principalmente com o transporte de insumos. Um cilindro cheio de oxigênio que atenderia unidades de saúde da cidade chegou a ser furtado. Após investigações, foi recuperado em um estaleiro e devolvido para a maternidade do município. Cilindros de oxigênio são embarcados para a cidade de Faro, oeste do Pará. Cidade tem escassez de insumo para hospitais. - Prefeitura de Faro (PA) / Divulgação "Estamos consumindo de 30 a 40 cilindros de oxigênio por dia. Cada um faz muita diferença, pois tivemos um crescimento repentino dos casos. Pegamos 15 cilindros emprestados do Hospital Regional, que foi o que deu para a gente segurar aqui o povo que está internado", afirmou Fonseca. As distâncias amazônicas são o principal desafio do ponto de vista logístico. A cidade de Oriximiná realizou a compra de uma usina de oxigênio com capacidade de produção de 26 metros cúbicos por hora, mas ainda não sabe como irá transportá-la até a cidade, que fica a 820 quilômetros da capital Belém. "A empresa fica em São José dos Pinhais, no Paraná. Então já solicitamos este apoio para as autoridades e também fizemos um apelo nas redes sociais mesmo, para que nossos deputados e o governador possam intermediar este pedido de uma aeronave de grande porte para trazer a usina para Oriximiná, pois isso ajudará Terra Santa, Juruti, Faro e todas as cidades vizinhas", disse o prefeito. Em reunião virtual com prefeito de Oriximiná, o governador Helder Barbalho (MDB) afirmou que o Ministério da Defesa irá fazer o transporte da usina até às 18h de quarta-feira (20). Até o momento, a Secretaria de Saúde de Oriximiná não identificou a variante P1, nova cepa da Covid-19 identificada em Manaus por pesquisadores, entre os novos casos registrados na cidade. Durante entrevista à imprensa do início da vacinação no Pará nesta terça-feira (19), o governador Helder Barbalho informou que cilindros de oxigênio foram encaminhados aos municípios do oeste paraense e chegaram por volta de 12h. Ao todo, 79 cilindros foram para Oriximiná e outros 20 para Faro. Barbalho disse ainda que a empresa que fornece oxigênio para o Pará já garantiu produção suficiente para a demanda do estado. A empresa possui duas fábricas de oxigênio, além de duas unidades de envasamento de cilindros, com uma capacidade de produção de 58 mil metros cúbicos diários. Na semana passada, o tráfego fluvial entre o Pará e o Amazonas foi proibido por meio de decreto estadual e, ainda assim, a avaliação epidemiológica da região do Baixo Amazonas, no Oeste do Pará, regrediu para a bandeira vermelha. "Elevamos para vermelho porque percebeu-se uma pressão no sistema de saúde, o que nos obriga a sinalizar que é preciso tomar medidas enérgicas para evitar o colapso", informou o governador.​

  • Yahoo Notícias

    Covid-19: Estoque de oxigênio acaba em cidades do Pará e moradores temem colapso como em Manaus

    Crise da falta de oxigênio nos hospitais de Manaus levou inclusive o Supremo Tribunal Federal (STF) a cobrar medidas emergenciais do governo Bolsonaro

  • Extra

    Cidades do Pará na fronteira com o Amazonas relatam colapso

    A tragédia sanitária que se abateu sobre o Amazonas vem sendo replicada em ao menos seis municípios...

  • Yahoo Notícias

    Mulheres negras e indígenas ocupam cargos de poder em Belém

    Pela primeira vez na história da cidade, há paridade de gênero na gestão do município e mulheres negras e indígenas ocupam cargos do alto escalão

  • Folhapress

    Governo do Pará cria barreira para impedir entrada de embarcações vindas do Amazonas

    BELÉM, PA (FOLHAPRESS) - O governador do Pará, Helder Barbalho (MDB), publicou nesta quinta-feira (14) um decreto proibindo a circulação de embarcações que venham do Amazonas, estado que vive um novo pico de disseminação da Covid-19 e enfrenta um cenário de hospitais lotados e escassez de oxigênio. De acordo com Barbalho, caso a situação do estado vizinho siga se agravando e o governo federal não aja, ele recorrerá à Justiça Federal para que a Infraero suspenda voos entre o Pará e o Amazonas. "Isto é uma medida preventiva e fundamental para que possamos evitar a ampliação do contágio dentro do estado do Pará e, consequentemente, os problemas em saúde em face à pandemia do coronavírus", disse o governador em suas redes sociais. Segundo o decreto decreto estadual, o desrespeito das medidas de segurança pode gerar advertência, multa de R$ 10 mil por embarcação no caso de reincidência e até a apreensão da embarcação. O decreto ainda não tem prazo de encerramento, mas Barbalho afirma que o governo seguirá avaliando o quadro epidemiológico. A decisão chegou depois que a Prefeitura de Juruti (município na divisa entre o Pará e o Amazonas) solicitou ao governador, na segunda-feira (11), o fechamento das fronteiras para que o porto da cidade não recebesse mais navios do Amazonas. Na terça-feira (12), o próprio governador do Amazonas suspendeu os serviços de transporte fluvial e rodoviário, mantendo apenas o transporte de cargas. A medida segue até o dia 17 de janeiro. O pedido de Juruti ocorreu depois que vídeos publicados em redes sociais mostraram o porto da cidade recebendo centenas de pessoas do Amazonas, especialmente de Parintins e Manaus, já que Juruti é mais próxima das duas cidades do que a própria capital do Pará. Juruti tem cerca de 60 mil habitantes e fica a 848 km de Belém. O município já registrou 93 óbitos por Covid-19 e 2.754 casos. Nesta quinta-feira (14), 11 pessoas estavam internadas na cidade com a doença. Morador de Juriti, Urias Sousa, 40, recebeu o diagnóstico de Covid-19 há oito dias, mas tem apenas sintomas leves. O pai dele, no entanto, está intubado há três dias no Hospital Municipal da cidade, aguardando transferência para um leito de UTI em Belém ou Santarém. "O clima é o mesmo do início da pandemia, aquele pânico de ser infectado tomou conta das pessoas. As notícias que estávamos lendo sobre a situação em Manaus agora são as notícias daqui. O grande problema é a aglomeração nos barcos, as condições de higiene neles", lamenta. Helk Brelaz, de 33 anos, vive entre Juruti e Manaus. Ela diz concordar com a medida preventiva do governo do Pará, mas afirma que a medida deveria ter sido tomada antes. A mãe dela, que mora há dois anos em um barco em Juruti, sempre relata para Helk o cenário de aglomerações no porto da cidade. "Foi necessário, mas chegou muito tarde, considerando que não tem fiscalização e, mesmo tendo, ninguém segura o povo nem de um lado nem do outro da fronteira", diz.

  • BBC News Brasil

    Arcebispo de Belém acusado de abusos: como novas regras do Vaticano podem influenciar investigações

    Dom Alberto Taveira Corrêa é acusado de assédio moral e sexual por quatro ex-seminaristas. Ele nega.

  • LANCE!

    Tchê Tchê usa redes sociais para se desculpar com torcida do São Paulo por expulsão em Bragança

    Meia do Tricolor não mencionou discussão com técnico Fernando Diniz durante a derrota por 4 a 2 para o Red Bull Bragantino, nesta quarta-feira (6)

  • Extra

    Recém-casada, Gretchen faz obra em nova casa em Belém avisa que vai morar lá; veja vídeo do imóvel

    Com casa em Mônaco, na França, e em Pernambuco, Gretchen vai se mudar em breve para um novo...

  • Yahoo Notícias

    Jovem diz ter matado padre com faca no Pará e alega ter tido caso amoroso com religioso

    Cristian teria admitido que usou uma faca para matar o padre e, posteriormente, pegou o carro da arquidiocese com o intuito de escapar, mas acabou batendo o veículo num muro