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Porto Alegre | Últimas notícias da capital gaúcha

  • O Globo

    Parque Dois Irmãos, no Leblon, é renomeado pela segunda vez em menos de um mês e agora tem dois nomes

    Prefeitura faz homenagem dupla a Sérgio Bernardes e Alfredo Sirkis

  • Extra

    Renato Gaúcho deixa Porto Alegre a caminho do Rio e é ovacionado por torcedores do Grêmio

    A caminho do Rio de Janeiro, Renato Gaúcho foi ovacionado no aeroporto Salgado Filho, em Porto...

  • LANCE!

    Grêmio joga bem, vence o Novo Hamburgo e reassume a ponta do Gauchão

    Tricolor foi melhor ao longo do jogo e voltou a se reencontrar com a vitória

  • 90min

    Grêmio x Novo Hamburgo: onde assistir, prováveis escalações, hora e local; Imortal com 'interino' e desfalques

    Neste domingo (18), Grêmio e Novo Hamburgo vão se enfrentar na Arena, às 20h (de Brasília), pela 10ª rodada do Campeonato Gaúcho de 2021.

  • Folhapress

    Porto Alegre reabre bares apesar da taxa de ocupação de UTIs em 96%

    PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) - Após o colapso na rede de saúde em Porto Alegre no mês de março, o governo do Rio Grande do Sul reabriu bares, restaurante e o comércio de rua, ainda que com restrições de horário e de capacidade. Nesta segunda-feira (11), a taxa de ocupação de UTIs em Porto Alegre ficou em 96%, pouco abaixo dos 100% que vinha registrando desde o começo de março. Especialistas alertam que os indicadores ainda estão bastante elevados e que a tendência de queda pode ser revertida com o aumento da mobilidade, que sempre segue o relaxamento de restrições. Em meio ao caos em março com o alto número de mortos pela Covid-19, o principal hospital privado de Porto Alegre, o Moinhos de Vento, chegou a instalar contêiner para abrir corpos das vítimas. Um hospital de campanha foi montado pelo Exército junto ao Hospital da Restinga e Extremo Sul (HRES), na periferia, que registrou pacientes recebendo oxigênio de pé, nos corredores da emergência. Porto Alegre entrou, em 22 de fevereiro, em bandeira preta, o mais alto grau de risco na Covid-19. Cinco dias depois, a medida se estendeu para o estado. Comércio não essencial e academias fecharam as portas. Na semana seguinte, o governador Eduardo Leite (PSDB) decidiu proibir venda de itens não essenciais até nos supermercados, o que obrigou grandes redes a bloquear com sacos plásticos as gôndolas com produtos que não fossem de alimentação, higiene e limpeza. Leite foi criticado por bolsonaristas nas redes sociais por causa da medida. No último dia 22, as restrições começaram a ser relaxadas. Atividades não essenciais puderam voltar a funcionar entre 5h e 20h nos dias úteis, o que permitiu a reabertura de bares, restaurantes, do comércio de rua, dos shoppings centers, entre outras atividades. Supermercados também puderam remover as lonas que bloqueavam corredores com produtos não essenciais. Leite também permitiu que comércio, academias e espaços religiosos funcionem aos fins de semana. Bares e restaurantes, por exemplo, podem operar apenas até 16h nos sábados e domingos, com limitação de 25% da capacidade máxima. Durante a semana, tiveram o horário limite estendido até às 23h. "A gente vê que os nossos clientes estão retornando aos pouquinhos, mas ainda um movimento muito aquém do necessário, diz Maria Fernanda Tartoni, da Abrasel (Asssociação Brasileira de Bares e Restaurantes no Rio Grande do Sul). Entre os comerciantes, a impressão ainda é de muita cautela do consumidor. "Os primeiros dias [de reabertura] foram muito fracos, acho que houve um certo receio das pessoas em voltar. O RS, de alguma maneira, foi o epicentro, uma nova Manaus. Então, é evidente que as pessoas têm medo", diz Irio Piva, presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Porto Alegre. Reitora da da Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), a epidemiologista Lucia Pellanda avalia que a "boa notícia" é que as restrições implementadas pelo governo do Estado tiveram efeito, reduzindo inicialmente o número de casos, depois a ocupação de leitos clínicos e de leitos de UTI. "Talvez ainda tenhamos um pouco de aumento do número de mortes por um tempo, porque são óbitos de pessoas que internaram naquela época [no pico]. Então, a primeira notícia é que tem efeito. A má notícia é que eu acho que é insuficiente. A gente está numa situação muito crítica, ainda muito longe de estar confortável, apesar de estar reduzindo", diz. Já o Secretário Municipal de Saúde, Mauro Sparta, diz estar otimista que a queda nos indicadores pode perdurar. Entre os pontos, cita o cenário de queda nas solicitações de internação nas quatro Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Contudo, para os que atuam nas UTIs, a situação atual ainda é crítica. Chefe do Serviço de Medicina Intensiva Adulto do Hospital Moinhos de Vento, um dos dois maiores hospitais privados da cidade, Roselaine Pinheiro de Oliveira afirma que a instituição continua operando acima da capacidade regular. Nesta quarta, o hospital registrava 86 pacientes internados na UTI para uma capacidade instalada oficialmente de 66 leitos, o que representa taxa de ocupação de 130%. "Nós não temos tranquilidade, trabalhando a cada dia avaliando a situação. O que nós esperamos é que essa diminuição se sustente e que, com o aumento da vacinação, possamos começar a atender a maior demanda de outras doenças", afirma. No Hospital Nossa Senhora da Conceição, um dos dois principais para pacientes do SUS, a taxa de ocupação era de 147% nesta terça. "A UTI continua tensionada, mas o quantitativo está diminuindo e a gente tem um percentual de leitos que está começando a ser ocupado por outras enfermidades. Vaga livre não temos, porque sempre aparece alguém precisando. Mas, em relação à Covid, observamos que a tendência é diminuir", afirma Francisco Paz, diretor-técnico do Grupo Hospitalar Conceição. Já o HCPA (Hospital de Clínicas de Porto Alegre), o maior em termos de leitos a atender exclusivamente pacientes do SUS na cidade, apresenta uma situação aparentemente melhor. Nesta terça, a taxa de ocupação de UTIs na instituição estava em 90%. "Quando o sistema colapsou, nós tivemos uma ocupação de leitos de UTI próxima de 150%. Onde estão esses leitos? São leitos adaptados, leitos colocados na emergência. Todos com respirador, mas com profissionais que não são intensivistas", diz Beatriz Schaan, coordenadora do Grupo de Trabalho para a Preparação do Enfrentamento ao Coronavírus do HCPA.

  • Folhapress

    Grêmio perde do Del Valle em Porto Alegre e é eliminado da Libertadores

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Grêmio perdeu na noite desta quarta-feira (14) por 2 a 1 para o Independiente Del Valle, em Porto Alegre, pelo jogo de volta da terceira fase da Copa Libertadores, e se despediu da competição continental. A equipe gaúcha já havia perdido o confronto de ida, disputado em Assunção, pelo mesmo placar. Nesta terça, Jean Pyerre abriu o marcador ainda no primeiro tempo, aos 22 minutos. A vitória parcial por 1 a 0 classificava o Grêmio. Pouco antes do intervalo, já nos acréscimos, Christian Ortiz cobrou falta no ângulo e empatou. A expulsão de Maicon, aos 18 minutos da etapa final, atrapalhou o time tricolor, que passou a sofrer com a inferioridade numérica. Três minutos após o cartão vermelho do capitão gremista, Ortiz marcou novamente para decretar a virada e dar números finais ao jogo. Com a eliminação na terceira fase, o Grêmio se junta a Corinthians (2011 e 2020), Chapecoense (2018) e São Paulo (2019) entre as equipes brasileiras que caíram na Libertadores ainda antes da fase de grupos. Classificado, o Independiente Del Valle entra no Grupo A da competição, ao lado do campeão Palmeiras, do Defensa y Justicia, da Argentina, e do Universitario, do Peru.

  • O Globo

    Cármen Lúcia nega habeas corpus a segurança do Carrefour de Porto Alegre

    Assassinato de João Alberto Freitas, que era negro e fazia compras no supermercado, suscitou um debate sobre racismo

  • Folhapress

    Dilma insiste em fala de golpe diante do vazio de poder em 'Alvorada'

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - "Eu não tenho mais nada a perder. E, aí, dá uma imensa tranquilidade na vida", disse Dilma Rousseff, num dos 116 dias que passou no Palácio da Alvorada depois de ser afastada temporariamente do cargo. "Isso não significa que não se lute sistematicamente", completou. Naqueles quase quatro meses, de maio a setembro de 2016, a rotina de Dilma revelou uma personagem que cumpria os rituais de defesa num processo de impeachment, mas se comportava como se soubesse ser impossível reverter sua saída definitiva da Presidência. No documentário "Alvorada", que estreia no festival É Tudo Verdade nesta terça (13), as diretoras Anna Muylaert e Lô Politi narram esse período sem sair do palácio --que, construído como símbolo do poder, naquele momento abrigava uma autoridade esvaziada. O filme captura um ambiente que varia entre a tensão daquele processo e a melancolia de seus personagens. As imagens descrevem um cenário de frieza enquanto, do lado de fora, o país parecia em ebulição. As cineastas exibem funcionários, da cozinha ao jardim, que continuam trabalhando como se fossem dias comuns. E arranham a superfície da personalidade de Dilma --figura conhecida por raramente baixar a guarda. Em dois momentos, durante reuniões sobre sua estratégia política, a petista pede que a filmagem seja interrompida. Em entrevista ao documentário, ela diz que a presença da câmera às vezes "é excessiva". As restrições impostas fazem parte do retrato que se faz de Dilma. O distanciamento era, inclusive, uma característica que aliados e adversários costumavam apontar como fonte de suas dificuldades políticas. "Todo dia eu enfrento problema e, quando eu tiver que enfrentar problema, eu vou enfrentar. Eu, sozinha, e Deus", diz ela. Tão próximo da protagonista, o filme deixa de encarar de frente a falta de governabilidade e outros fatores que levaram a sua derrocada. A certa altura, Dilma diz que o governo fortaleceu a Polícia Federal e o combate à corrupção, mas passa ao largo dos escândalos na Petrobras revelados até ali. Na defesa técnica das pedaladas fiscais, ficam de fora os sinais de ruína econômica já claros naqueles meses. Então, o humor da petista traduzia uma resignação. Numa conversa com repórteres da BBC, ela faz uma autoavaliação: "Eu concordo que eu tenho que ser humana, porque tem gente que acha que eu não sou. Fico estarrecida com esse papo. Será que eu sou o quê, se eu não sou humana?". Num único ponto do filme, a petista demonstra algo semelhante a rancor, quando analisa o conceito do mal. "Ele é banal, o mal. O Eduardo Cunha é banal", completa, numa referência ao presidente da Câmara que havia sido responsável pela abertura do processo de impeachment. Além do comportamento pessoal de Dilma, o dia a dia do Alvorada é exibido como alegoria do poder que ela perdeu depois que o Senado a afastou do cargo, em maio de 2016. Em algumas das primeiras cenas do filme, funcionários discutem sua dieta, a compra de granola e o entupimento do filtro do espelho d'água do palácio. A lei determina que um presidente afastado durante um processo de impeachment continue vivendo no palácio, com direito a assessores. Mas fica praticamente sem autoridade. Numa tarde, uma secretária recebe da petista o pedido de uma caneta para assinar um documento. A cena é um símbolo de seu esvaziamento: a papelada não era mais uma decisão presidencial, mas uma carta que ela enviaria aos senadores antes do julgamento final. Sem poder, Dilma e seus advogados agem como se sua missão fosse apenas construir um registro histórico e parcial, que reprisa o discurso político petista de que houve um golpe naquele processo. "É deixar a nossa versão. Nós disputamos isso toda hora", diz a então presidente afastada. Abrir as portas do palácio fez parte desse esforço. "Alvorada" é um filme sem narração das cineastas e com foco maior na protagonista do que no processo político, em contraste com obras como "Democracia em Vertigem". Ainda assim, a defesa de Dilma é a linha central da história. As cenas captam ainda a ruptura que havia naquele processo. Depois que o Senado cassa o mandato de Dilma, políticos aliados de Michel Temer vão ao Alvorada. A câmera registra o momento em que o ex-ministro Jaques Wagner, da Casa Civil, tenta impedir que eles notifiquem a petista pessoalmente, e eles insistem em entrar. As imagens finais mostram a despedida de Dilma e os caminhões que levariam seus pertences --caixas, uma geladeira Brastemp amarelada e um Fiat Tipo 1996. Depois da saída da petista, um grupo de funcionárias posa para fotos no gabinete presidencial. Nos meses seguintes, o Alvorada ficaria desocupado. Michel Temer não viveu lá. Ele disse que deveria haver fantasmas no palácio. ALVORADA Quando: Terça (13), às 21h; quarta (14), às 15h, seguido de debate Onde: No Looke Preço: Grátis (limite de mil acessos) Classificação: Livre Produção: Brasil, 2021 Direção: Anna Muylaert e Lô Politi Avaliação: Bom

  • Folhapress

    Com aumento da Covid, procura de médicos pelo serviço de psicologia quadruplica em Porto Alegre

    PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) - A procura pelo serviço de atendimento psicológico no Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), referência no tratamento da Covid-19 na cidade, por parte de seus funcionários quadruplicou durante a pandemia. Segundo a administração do hospital, foram registradas 4.467 consultas psicológicas individuais, presenciais ou a distância, nos últimos 14 meses, incluindo para pessoas na linha de frente anti-Covid-19 e profissionais de retaguarda que atuam no apoio das atividades intensivas. Em 2019, quando ainda não havia pandemia, foram 1.088. A demanda cresceu tanto que o HCPA precisou reforçar a equipe de atendimento com a contratação temporária de 11 profissionais da saúde mental para o setor de psicologia, que agora conta com 31 funcionários. Além disso, o hospital criou um sistema de intervenção coletiva para amenizar os impactos da pandemia em seus trabalhadores. O serviço reúne profissionais de um mesmo setor, em seus locais de trabalho, para proporcionar escuta e acolhimento. "As equipes estão muito impactadas, especialmente com o aumento de casos graves entre jovens. O trabalho se intensificou demais nas últimas semanas", disse a psicóloga Márcia Ramos, que atua na área da saúde do trabalhador do HCPA. O hospital realizou, desde abril do ano passado, mais de 500 dessas mediações, com grupos de no máximo oito profissionais a cada sessão. A média é superior a uma sessão por dia, medidas por profissionais de cinco áreas diferentes do hospital. "O pânico de contágio e, principalmente, o sentimento de culpa por levar a doença para a família são as preocupações dominantes", afirmou Ramos. A pandemia, além disso, também atua como "disparador" de fragilidades psíquicas que já existiam em alguns profissionais, mas que estavam ocultas. Uma parcela grande de queixas entre os funcionários envolve também atendimento de colegas e eventuais perdas dentro das equipes. "Ver um colega numa situação de fragilidade, ou até mesmo lidar com a perda, é muito mobilizante em termos emocionais", completou Ramos. A técnica em rouparia Alexandra Machado Schander, 36, usou o serviço de psicologia do HCPA durante seu período de confinamento. Ela contraiu Covid no final de fevereiro e ainda se recupera de uma hepatite pós-viral causada pela contaminação. Schander está há um mês em casa, sendo que, desse período, passou 15 dias isolada da família. "A solidão do confinamento é muito difícil. Tem dias que a dia gente fica pra baixo mesmo, os sintomas psíquicos mudam a toda hora. Então, falar por telefone com as psicólogas foi importante para manter a tranquilidade", disse a funcionária. Antes mesmo de contrair Covid-19, Schander já havia usado o serviço devido à sobrecarga de trabalho. O Setor de Rouparia é responsável por prover a UTI de uma almofada indispensável para a pronagem, em que os pacientes intubados são deitados de barriga para baixo, para facilitar a respiração. "Tínhamos que parar tudo para fornecer esse equipamento. O esgotamento pegou forte", completou. A rouparia do HCPA conta com 150 funcionários. Schander contou que recebia duas ligações do serviço de psicologia por semana, que duram entre 30 e 45 minutos. A conversa envolvia estratégias para driblar a saudade dos filhos e do marido, durante o confinamento, e para amenizar o sentimento de culpa que envolve os positivados, já que podem contaminar pessoas próximas. Prestes a voltar ao trabalho, a técnica em rouparia também passou a fazer consultas semanais, por vídeo, com uma psiquiatra para preparar seu retorno. A profissional quer saber as condições de saúde física e mental de Schander para esse regresso. "Querem saber se estou dormindo bem, se estou com ânimo. Durante o isolamento cheguei a pensar em me desligar, em não voltar para aquele ambiente de tensão absoluta. Mas os retornos que recebemos de pacientes recuperados são gratificantes", disse. Os pedidos de demissão no HCPA aumentaram 20,8% em 2021, segundo a Coordenadoria de Gestão de Pessoas (CGP) do órgão. Das 775 vagas temporárias autorizadas pelo MEC no início da pandemia, 150 já pediram para sair. O hospital tem 6.843 funcionários, segundo dados de 2020 da CGP.

  • LANCE!

    Na estreia oficial de Ramírez, Internacional vence o Novo Hamburgo

    Treinador espanhol optou pelo início de Marcos Guilherme entre os titulares e o avante marcou o único tento do compromisso