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Racismo estrutural e institucional no Brasil

Videos: Notícias sobre racismo

Sophia Abrahão reflete sobre racismo estrutural: “É doloroso de admitir, mas necessário”

Sophia Abrahão é uma aliada da luta antirracista e em conversa com o Yahoo! Entrevista não se eximiu de falar sobre o racismo estrutural que o Brasil está imerso há anos. A atriz volta ao ar nos capítulos inéditos de 'Salve-se Quem Puder' que entram no ar a partir de 17 de maio. “Sempre acho delicado falar de questões raciais, apesar de ter, fazer parte da luta antirracista. Apesar de não ser uma dor minha, ver quem você ama sofrendo dói. Sei que não tenho falas racistas, não reproduzo atitudes racistas, mas, sim, infelizmente eu fui criada neste ambiente [racista]”, afirmou. Leia mais Tainá, irmã de Fiuk, comemora fim do BBB: "Não suportava mais ameaça, ataque, notícia falsa" Manu Gavassi e Anavitória escrevem cartas para as mães: "Melhor presente" Casais, tretas e reações inesperadas: Globo elege melhores momentos do 'BBB21' O papo chegou a esse ponto ao abordarmos que o canal Viva estava reprisando ‘Da Cor do Pecado’, primeira novela do namorado dela, Sérgio Malheiros, com um aviso: “Esta obra reproduz comportamentos e costumes da época em que foi realizada.” View this post on Instagram A post shared by Sophia Abrahão (@sophiaabrahao) “Acho corajoso, importante e responsável da parte, enfim, da Globo, do Viva colocar esse tipo de aviso. De avisar que é escrita em outra época, e determinados temas e tópicos de repente não seriam abordados da maneira que foram. Tem termos que ficaram obsoletos, mesmo e datados. A gente evolui. Que bom, né! Que bom!”, afirma. Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar Siga o Yahoo Vida e Estilo no Google News Sophia ainda ressalta que evoluir e rediscutir novos temas é necessário para todos. “Tem pessoas que resistem muito, né, a determinados movimentos. E eu acho que isso é, de alguma, forma abraçar a ignorância”, alerta.
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  • BBC News Brasil

    Racismo: o brasileiro por trás de ação pioneira contra segregação nos EUA em 1833

    Há quase 200 anos, um revolucionário pernambucano desafiou o racismo na Justiça americana: conheça o resgate de sua história

  • Yahoo Notícias

    Herança escravocrata: Polícia é treinada para tratar negros como ameaças

    Herança escravocrata de violência contra a população negra se mantém viva na rotina das corporações policiais a partir de abordagens violentas contra jovens negros das periferias

  • Yahoo Notícias

    Pessoas cegas podem ter pensamentos e atitudes racistas?

    A capacidade de ver a cor da pele de alguém com os olhos é só um dos atributos que podem desencadear um preconceito ou discriminação racial

  • Bloomberg

    Dono do LA Times quer lutar contra racismo antiasiático

    (Bloomberg) -- Como o único americano descendente de asiáticos que é proprietário de um dos cinco maiores jornais dos EUA, o bilionário Patrick Soon-Shiong disse que se encontra em uma posição única para lutar contra o crescente ódio e racismo antiasiáticos.O jornal de Soon-Shiong, o Los Angeles Times, tem a vantagem de cobrir questões raciais que afetam os asiático-americanos porque a Califórnia abriga a maior população asiática do país. Mas ele pretende não apenas lançar luz sobre as questões étnicas por meio de seu jornal, como também cobrir as opiniões sobre os dois extremos políticos, conforme disse.“Uma das minhas metas no nosso jornal é ser verdadeiramente objetivo e dar uma exposição justa a ambos os lados”, disse ele em entrevista em Los Angeles. “Talvez você discorde totalmente, mas pelo menos tente entender” a opinião do outro lado, disse ele.Quando Soon-Shiong e sua esposa, Michele B. Chan, compraram o Times por US$ 500 milhões em 2018, eles se tornaram os primeiros proprietários não-brancos na história centenária do jornal de Los Angeles. A venda também incluiu o San Diego Union-Tribune.A redação do Times se expandiu com seu investimento, mas também enfrentou críticas internas sobre a falta de diversidade entre sua equipe e na cobertura jornalística. No ano passado, em meio à onda de protestos após a morte de George Floyd, membros negros da redação publicaram uma carta aberta a Soon-Shiong, exigindo maior representatividade e um pedido de desculpas.“O debate do país sobre raça colocou um holofote muito necessário sobre as desigualdades no The Times”, diz a carta. “Muitos de nós que trabalhamos aqui somos frequentemente ignorados, marginalizados, subvalorizados e deixados à deriva ao longo de carreiras que oferecem poucas oportunidades de progresso.”No ano passado, o jornal e seu ex-proprietário, Tribune Publishing, concordaram em pagar US$ 3 milhões para uma ação coletiva formada por um grupo multiétnico de jornalistas, que disseram que recebem menos do que seus colegas brancos do gênero masculino. O próprio jornal também publicou uma história sobre sua própria “dolorosa avaliação de raça”.Soon-Shiong escreveu uma carta em setembro passado, comprometendo-se a contratar mais funcionários que façam parte de minorias, a fim de refletir as comunidades que cobre. Ele também estabeleceu uma meta para que latinos constituam um quarto da equipe da redação dentro de cinco anos. No início desta semana, ele nomeou Kevin Merida, um veterano jornalista negro que trabalhou no Washington Post e ESPN, como seu próximo editor executivo.O recente surto de violência antiasiática em todo o país fez com que líderes empresariais da comunidade se manifestassem contra o racismo nas ruas e nas salas de reuniões. Centenas de executivos asiáticos assinaram uma carta aberta para pedir o fim da violência após o tiroteio em Atlanta que matou oito pessoas, incluindo seis mulheres asiáticas. Na semana passada, uma fundação que acabou de ser lançada prometeu alcançar US$ 125 milhões, com líderes corporativos asiáticos incluindo Joseph Bae, co-presidente da firma de private equity KKR, e Jerry Yang, co-fundador do Yahoo, entre seus doadores.Além dos EUA, Soon-Shiong está olhando para trás, para sua própria história, que moldou suas opiniões. O médico e cirurgião de transplantes sino-americano de 68 anos cresceu durante o apartheid na África do Sul, depois que seu pai fugiu da China durante a Segunda Guerra Mundial. Eles tiveram negado o direito de votar e enfrentaram obstáculos, como uma cota étnica limitada para a faculdade de medicina. Como um jovem médico, ele recebia metade do que os seus colegas de hospital ganhavam e seu primeiro paciente branco inicialmente se recusou a ser examinado por ele.Depois de se mudar para os Estados Unidos na década de 1980, ele acumulou riqueza em biotecnologia. Com uma fortuna de US$ 15,7 bilhões, é um dos mais ricos asiáticos-americanos, segundo o Bloomberg Billionaires Index.Olhando para trás, Soon-Shiong destacou o painel de Nelson Mandela para investigar crimes cometidos durante os anos do apartheid e disse que a África do Sul provavelmente está mais “esclarecida” em questões raciais do que os EUA neste momento. Ele acrescentou que a pandemia “desenterrou” uma série de outras questões na América, desde disparidades de saúde até “desorganização” nas respostas do governo ao racismo de longa data.“O racismo nunca deixou este país, seja ele negro, latino, indígena e agora, asiático”, disse ele. “Até que você reconheça isso, aceite isso, digira internamente e resolva isso, nunca seremos capazes de ir para o próximo nível.”Ao compartilhar sua experiência pessoal, Soon-Shiong disse que está convocando outros, especialmente os líderes empresariais asiático-americanos, a serem mais proativos e se manifestarem. “Sempre fez parte da nossa cultura ficar quieto, reticente, não dizer nada, abaixar a cabeça e simplesmente continuar trabalhando”, disse ele. “Precisamos encontrar uma maneira em nossa própria cultura de dizer que queremos ter uma voz.”For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2021 Bloomberg L.P.

  • Folhapress

    Netflix, Amazon e Mark Ruffalo se afastam do Globo de Ouro, acusado de racismo

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Pouco após o grupo responsável pelo Globo de Ouro --a HFPA, sigla da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood-- divulgar mudanças internas mirando o aumento de diversidade racial, artistas e empresas do setor intensificaram críticas e polêmicas envolvendo a premiação, ao romper parcerias importantes. "Não acreditamos que essas novas políticas propostas resolverão os desafios sistêmicos de inclusão e diversidade da HFPA, nem a ausência de transparência de suas operações", afirmou Ted Sarandos, um dos diretores-executivos da Netflix, numa carta enviada aos organizadores do Globo de Ouro, na sexta (7). "Portanto, estamos interrompendo todas as atividades com a HFPA até que mudanças mais significativas sejam feitas. A Netflix e muitos dos talentos e criadores com quem trabalhamos não podem ignorar o fracasso coletivo da HFPA em abordar essas questões cruciais com urgência e rigor." Desde uma investigação do jornal americano LA Times, publicada em fevereiro, o Globo de Ouro tem se tornado um grande alvo de denúncias e críticas. A reportagem revelou que não havia, até então, nenhum negro entre os membros da associação, o que fez o grupo receber acusações de racismo. Além disso, comitês do prêmio são acusados de fazerem parte de um esquema de troca de favores, no qual eleitores aceitam dinheiro, viagens e presentes em troca de indicações no Globo de Ouro. A HFPA, no entanto, nega a acusação de corrupção. Na sexta, a associação anunciou a aprovação da inclusão de 20 novos membros, o aumento do recrutamento de jornalistas negros na equipe e a contratação de um diretor de diversidade. "Entendemos que o trabalho duro começa agora", disse Ali Sar, presidente da HFPA. "Continuamos dedicados a nos tornarmos uma organização melhor e um exemplo de diversidade, transparência e responsabilidade no setor." No entanto, as medidas não agradaram boa parte do setor do cinema e da TV de Hollywood, o que ficou evidente na onda de críticas feitas ao prêmio no mesmo dia. A rival da Netflix, o Amazon Prime, também suspendeu parcerias com a HFPA. Jennifer Salke, diretora do streaming, disse num comunicado que sua empresa aguarda "uma solução sincera e significativa" do prêmio. Para a presidente da Time's Up Foundation, Tina Chen, as novas medidas do Globo de Ouro são "insuficientes e pouco transformadoras". Mais de cem empresasários de publicidade e relações públicas de Hollywood assinaram uma nota criticando a associação. "Continuaremos a nos privar de quaisquer eventos da HFPA, incluindo coletivas de imprensa, a menos que essas questões sejam esclarecidas em detalhes com um firme compromisso que respeite a realidade da temporada de 2022, que se aproxima", diz a nota. No Twitter, o ator e cineasta americano Mark Ruffalo publicou um texto crítico ao Globo de Ouro e revelou que não se sente feliz por ter recebido o prêmio de melhor ator em série, por "I Know This Much Is True", neste ano. Depois dele, a atriz Scarlett Johansson, estrela de "Viúva Negra", também se juntou aos profissionais do setor e rompeu laços com a associação do Globo de Ouro. De acordo com o site da Variety, Johansson definiu a HFPA como "uma organização que foi legitimada por pessoas como Harvey Weinstein para ganhar o reconhecimento da Academia". A atriz afirmou ainda que aguarda uma reforma que seja realmente transformadora no prêmio. "Ouvimos as preocupações sobre as mudanças que nossa associação precisa fazer e queremos garantir que estamos trabalhando diligentemente em todas elas", disse Ali Sar, numa carta enviada à Netflix. "Podemos garantir que nosso plano reflete a opinião de nossos apoiadores e críticos, e acreditamos que nosso plano irá conduzir a uma reforma e inclusão significativas em nossa associação, de uma forma que toda a indústria [do cinema e da TV] possa se orgulhar."

  • Yahoo Notícias

    Primeiro passo para ser antirracista: reconhecer que a abolição não acabou com o racismo

    A Lei Áurea não chegou nem perto de fazer justiça para os negros (as) escravizados (as) por quase 400 anos

  • Yahoo Notícias

    Mulher que já foi presa por racismo volta a atacar vizinhos em Santos: “Preta porca”

    Nutricionista de 54 anos já apresentou comportamento racista em outras oportunidades e chegou a ser presa

  • Originais do Yahoo

    Sophia Abrahão reflete sobre racismo estrutural: “É doloroso de admitir, mas necessário”

    Sophia Abrahão é uma aliada da luta antirracista e em conversa com o Yahoo! Entrevista não se eximiu de falar sobre o racismo estrutural que o Brasil está imerso há anos. A atriz volta ao ar nos capítulos inéditos de 'Salve-se Quem Puder' que entram no ar a partir de 17 de maio. “Sempre acho delicado falar de questões raciais, apesar de ter, fazer parte da luta antirracista. Apesar de não ser uma dor minha, ver quem você ama sofrendo dói. Sei que não tenho falas racistas, não reproduzo atitudes racistas, mas, sim, infelizmente eu fui criada neste ambiente [racista]”, afirmou. Leia mais Tainá, irmã de Fiuk, comemora fim do BBB: "Não suportava mais ameaça, ataque, notícia falsa" Manu Gavassi e Anavitória escrevem cartas para as mães: "Melhor presente" Casais, tretas e reações inesperadas: Globo elege melhores momentos do 'BBB21' O papo chegou a esse ponto ao abordarmos que o canal Viva estava reprisando ‘Da Cor do Pecado’, primeira novela do namorado dela, Sérgio Malheiros, com um aviso: “Esta obra reproduz comportamentos e costumes da época em que foi realizada.” View this post on Instagram A post shared by Sophia Abrahão (@sophiaabrahao) “Acho corajoso, importante e responsável da parte, enfim, da Globo, do Viva colocar esse tipo de aviso. De avisar que é escrita em outra época, e determinados temas e tópicos de repente não seriam abordados da maneira que foram. Tem termos que ficaram obsoletos, mesmo e datados. A gente evolui. Que bom, né! Que bom!”, afirma. Baixe o app do Yahoo Mail em menos de 1 min e receba todos os seus emails em 1 só lugar Siga o Yahoo Vida e Estilo no Google News Sophia ainda ressalta que evoluir e rediscutir novos temas é necessário para todos. “Tem pessoas que resistem muito, né, a determinados movimentos. E eu acho que isso é, de alguma, forma abraçar a ignorância”, alerta.

  • Yahoo Notícias

    Mulher racista ataca vizinhos negros e é denunciada: "Imundos"

    Uma nutricionista de Santos (SP) ameaça vizinhos ao colar em sua porta cartazes chamando negros de pessoas de "espírito imundo" e "escória da sociedade".

  • O Globo

    Dia das Mães: a luta por Justiça de mulheres negras que tiveram seus filhos arrancados pelo racismo e o descaso da sociedade

    Mirtes, mãe de Miguel, morto em 2 de junho de 2020 após cair do nono andar de um prédio de luxo em Recife, e Tatiana, mãe de Fernando, desaparecido desde 27 de novembro após sair para brincar com dois amigos em Belford Roxo, falam sobre a dor e a luta contra a desumanização de suas crianças