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Rodrigo Maia | Últimas notícias do Presidente da Câmara

  • Reuters

    Em recuo, presidente da Câmara retira PEC da Imunidade do plenário e cria comissão especial

    BRASÍLIA (Reuters) - Em recuo após falta de acordo de lideranças partidárias, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou na tarde desta sexta-feira a retirada da pauta do plenário da proposta de Emenda à Constituição (PEC) que ampliava a imunidade parlamentar e anunciou a criação de comissão especial para tratar do tema. A decisão representa uma derrota para Lira, que trabalhou nos últimos dias para a votação da PEC que foi apresentada e pautada diretamente em plenário, aproveitando-se que as comissões da Câmara ainda não foram instaladas.

  • Folhapress

    PGR diz que faltam provas e pede ao Supremo para arquivar inquérito da Lava Jato contra Rodrigo Maia

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A PGR (Procuradoria-Geral da República) pediu ao STF (Supremo Tribunal Federal) o arquivamento de uma investigação da Operação Lava Jato sobre o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o pai dele, o vereador Cesar Maia (DEM-RJ). Aberto em 2017 com base na delação premiada de executivos da construtora Odebrecht, o inquérito buscava provas para sustentar a suspeita de pagamentos ilícitos aos dois políticos no valor somado de cerca de R$ 1,6 milhão, entre os anos de 2008 e 2014. Embora os dois tenham sido indiciados pela Polícia Federal por conta dessas suspeitas, a Procuradoria avaliou que a apuração policial não conseguiu comprovar os repasses. Rodrigo Maia e seu pai sempre negaram as irregularidades. "Forçoso reconhecer que a apuração não reuniu até o momento suporte probatório mínimo que ampare o oferecimento de denúncia", afirmou a subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo, em manifestação enviada ao ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato, na terça-feira (23). Rodrigo Maia é alvo de outros dois inquéritos que tramitam no Supremo. Ambos apuram se ele foi beneficiário de propina paga pela OAS. Em agosto de 2019, a PF atribuiu ao deputado os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral por supostamente ter solicitado e recebido repasses da Odebrecht nos anos de 2008, 2010, 2011 e 2014. Cesar Maia recebeu as mesmas acusações. Os repasses da Odebrecht, segundo a polícia, teriam ocorrido via caixa dois, em dinheiro em espécie, e também por meio de doações oficiais de empresas do grupo Petrópolis, usadas pela construtora para terceirizar suas doações, prática que é chamada pelos investigadores de "caixa três". Neste caso, a prática é enquadrada criminalmente como falsidade ideológica eleitoral. Em seu relatório final, a polícia concluiu ter "elementos probatórios" que permitiram "afirmar com segurança" que ocorreram as solicitações indevidas de valores pelos investigados, "bem como acerca do recebimento de pagamentos indevidos pela Odebrecht, nos anos de 2008, 2010, 2011 e 2014, no valor R$ 1.600.000,00, em espécie". A Procuradoria discordou. Lindôra afirmou que, embora a versão dos colaboradores aponte para a prática desses crimes, não foi possível identificar elementos probatórios aptos a corroborar a narrativa. "Relevante dizer que aqui não se afirma que o fato supostamente criminoso aconteceu ou não, mas apenas que, no caso concreto, não foram reunidas evidências suficientes para a deflagração responsável e útil de ação penal perante o Supremo Tribunal Federal", disse ela. A subprocuradora afirmou que, surgindo novos elementos, a apuração poderá ser retomada. Ela disse que o arquivamento não significa falta de verossimilhança das conclusões feitas pela PF, mas "tão somente" a inviabilidade de se dar prosseguimento ao caso no STF. De uma maneira geral, frisou a PGR, os pagamentos feitos por empreiteiras como Odebrecht e pela OAS tinham o objetivo de manter boa relação com políticos e outros agentes públicos. Em contrapartida, prosseguiu Lindôra, essas pessoas não só se omitiam em relação ao funcionamento do cartel junto à Petrobras, mas também atuavam em favor das construtoras. Em relação à OAS foi instaurado inquérito para apurar o pagamento de vantagens indevidas a Rodrigo Maia em 2014, sob o disfarce de doações eleitorais, em troca de atuação favorável à empresa no Congresso, especificamente na regulamentação de temas relacionados a aeroportos. A apuração foi deflagrada a partir da análise dos dados extraídos de documentos e equipamentos eletrônicos apreendidos pela PF na casa de Léo Pinheiro, ex-presidente da construtora, em ação de busca e apreensão determinada pela 13ª Vara Federal de Curitiba. Um outro inquérito foi instaurado para apurar o suposto pagamento pelo grupo empresarial no valor de R$ 250 mil ao ex-presidente da Câmara em 2012, a pretexto de auxílio à campanha eleitoral de Rodrigo Maia à Prefeitura do Rio de Janeiro. A investigação foi deflagrada a partir de relatos contidos na colaboração de Adriano Santana, ex-executivo do setor de propinas da OAS. O deputado nega o recebimento dos valores ilícitos da empresa.

  • O Globo

    PGR pede arquivamento de inquérito sobre pagamentos da Odebrecht a Rodrigo Maia e Cesar Maia

    Conclusão da equipe de Aras contraria relatório da PF, que havia imputado ao deputado os crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e falsidade ideológica eleitoral

  • Yahoo Notícias

    Vereadora negra diz ser silenciada por presidente da Câmara de Campinas

    Paolla Miguel foi eleita com quase 3 mil votos e está no primeiro mandato; em três ocasiões a vereadora relata que teve o cargo deslegitimado e sofreu racismo institucional

  • Yahoo Notícias

    'Se eu não fosse presidente da Câmara, minha atitude contra Bolsonaro seria muito mais dura', diz Maia sobre impeachment

    O parlamentar, no entanto, afirmou ainda que um impeachment neste momento geraria uma polarização, o que, segundo ele, "é tudo o que o Bolsonaro precisa e tenta fazer todos os dias" pois ia tirar da pauta a pandemia

  • Yahoo Notícias

    Maia ironiza Bolsonaro após troca na Petrobras: "Vai demitir Ernesto e Salles?"

    O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ironizou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que prometeu mais mudanças após a troca do comando da Petrobras.

  • Yahoo Notícias

    Rodrigo Maia sela paz com Arthur Lira, mas mantém "guerra" com ACM Neto

    Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Arthur Lira (PP-AL) sinalizaram uma reconciliação após a eleição para o comando da Casa, no início deste mês, da qual o aliado de Maia, Baleia Rossi (MDB-SP), saiu derrotado.

  • Extra

    Após prisão de deputado, presidente da Câmara diz que conduzirá o caso com 'serenidade'

    BRASÍLIA - Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) afirmou nesta quarta-feira que...

  • Folhapress

    Novo ministro da Cidadania diz que está sendo afetado por briga entre Maia e ACM Neto

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Nomeado novo ministro da Cidadania, João Roma (Republicanos-BA), afirmou à reportagem que precisava "cumprir a missão do partido" de aceitar chefiar a pasta e que está sendo afetado por uma briga entre o presidente do DEM, ACM Neto, de quem é aliado, e o ex-presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ). Neto trabalhou para evitar a indicação de Roma com a intenção de se manter distante do governo e por isso fez críticas públicas à nomeação . "Ele [ACM Neto] está aborrecido com minha decisão. Estou sendo afetado por uma briga entre Neto e Rodrigo. Eu precisava cumprir a missão do meu partido", afirmou Roma. O deputado foi indicado pelo presidente do Republicanos, Marcos Pereira. O novo ministro disse ainda que tem como missão atender aqueles que precisam. "A missão é muito grande. É uma oportunidade de ajudar muita gente. A missão desse ministério é não deixar ninguém para trás e ajudar aqueles que precisam. E é a isso que vou me dedicar", disse à reportagem. Nesta sexta (12), após a nomeação de Roma no Diário Oficial, Maia publicou mensagem nas redes sociais na qual disse que Neto "havia mostrado seu caráter", em uma indireta de que o correligionários estaria aliado ao governo Bolsoanro. Em outra frente, em nota, o presidente do DEM considerou "lamentável" o fato de Roma ter aceitado o convite. Neto e Maia estão em crise desde a eleição para a Câmara dos Deputados, quando o DEM deixou de apoiar Baleia Rossi (MDB-SP), candidato apoiado pelo ex-presidente da Casa e adversário de Arthur Lira (PP-AL), aliado do Palácio do Planalto. O deputado do DEM considerou a atitude do ex-prefeito de Salvador uma traição e afirmou que sairá do partido.

  • O Globo

    Paulo Marinho abre mão da presidência do PSDB-RJ para ter Maia no partido

    Se no MDB e no PSL questões regionais atrapalham filiação do ex-presidente da Câmara, no ninho tucano ex-presidente encontra clima propício para aterrissagem