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Rodrigo Maia | Últimas notícias do Presidente da Câmara

  • Reuters

    Em audiência no STF, Maia diz que desmatamente afeta agronegocio, Salles critica "narrativas"

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse em audiência no STF nesta segunda-feira que as queimadas, invasões e desmatamento prejudicam o agronegócio, enquanto o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, criticou "narrativas" que tentam culpar Executivo por desmontes ou retrocessos na área ambiental.A audiência pública virtual do Supremo Tribunal Federal visa debater a captação de recursos para Fundo Nacional sobre Mudança do Clima (Fundo do Clima) e a forma de usá-los em políticas públicas voltadas à preservação ambiental no Brasil.

  • Agência Brasil

    Maia afirma que tema do meio ambiente não pode ser disputa política

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou a postura do governo federal em relação aos recursos do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima. De acordo com Maia, o compromisso com o meio ambiente não se encontra no campo da disputa política e a não aplicação dos recursos do fundo em 2019 contrariou “frontalmente a Constituição.”O presidente da Câmara foi o primeiro participante a falar hoje (21) na audiência convocada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, no âmbito da Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 708 que trata da quase paralisação das atividades relacionadas ao Fundo no ano passado. A ação teve como base dados do Observatório do Clima e foi apresentada pelos partidos Rede, PT, PSOL e PSB.“O [compromisso com o meio ambiente] é dever incontornável de todos os agentes públicos que ao assumirem seus mandatos ou cargos juraram cumprir a Constituição. Aqueles que ocupam mandatos e cargos públicos não têm a opção de negligenciar essa obrigação. Descuidar desses deveres é violar frontalmente a Constituição”, disse Maia.Durante sua participação, Maia disse ainda que a ação que tramita na corte levou o governo a adotar providências para o funcionamento do Fundo e citou o aporte no valor de R$ 232 milhões feito para este ano. Ele citou ainda a aprovação do Plano Anual de Aplicação de Recursos (PAAR) para o biênio 2020-2021.“O ajuizamento dessa ação, contudo, parece ter estimulado o governo a tomar algumas medidas. Uma nova composição do comitê gestor [do fundo] foi nomeada em março deste ano. E o plano anual de aplicação de recursos foi finalmente aprovado em julho, com quatro meses de atraso. Em agosto foi efetuado o repasse de 350 milhões ao BNDES para o financiamento de projeto. E há pouco dias, 15 de setembro, mais 233 milhões", disse Maia. Execução orçamentáriaMaia lembrou ainda que, em 2019, o governo federal empenhou menos de 10% dos valor autorizado no orçamento do Fundo pelo Congresso Nacional. A média orçamentária do fundo é de aproximadamente R$ 359 milhões desde a criação do fundo.“Em 2020, o valor destinado ao fundo ficou em 239 milhões, isto é em torno de 67% do valor da média histórica. No ano anterior, em 2019, o valor autorizado inicialmente encontrava-se na média. Contudo, a execução efetiva dos recursos ficou próxima de zero”, relembrou Maia. "Eles [os recursos] não foram contingenciados, eles simplesmente não foram executados. A partir deste ano, isso é não só inaceitável, é inconstitucional.", acrescentou.Maia afirmou que o aumento de 30% na média do desmatamento em 2019 motivou o governo a apresentar um projeto em outubro do ano passado, aportando um crédito de R$ 195 milhões ao valor inicialmente autorizado. O texto foi transformado em lei pelo Congresso em dezembro. Segundo o deputado, a execução efetiva dos recursos "ficou próxima de zero."Além do presidente da Câmara, participam da audiência os ministros do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno; Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes; Justiça, André Mendonça; Meio Ambiente, Ricardo Salles; Agricultura, Tereza Cristina; e Minas e Energia, Bento Albuquerque. Barroso, que abriu o evento, também convidou pesquisadores, empresários e ambientalistas para a sessão. A audiência continuará amanhã (22).

  • Folhapress

    Ex-chanceleres apoiam Maia e condenam 'utilização espúria de solo nacional' pelos EUA

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Seis ex-chanceleres brasileiros assinaram uma nota de apoio ao presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), em que igualmente repudiam a visita do secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, na fronteira com a Venezuela. "Condenamos a utilização espúria do solo nacional por um país estrangeiro como plataforma de provocação e hostilização a uma nação vizinha", afirmam os ex-chanceleres na nota. Para eles, Rodrigo Maia foi "intérprete dos sentimentos do povo brasileiro". Na sexta (18), Maia disse que a ida de Mike Pompeo às instalações da Operação Acolhida, que recebe venezuelanos que migraram para o Brasil, é uma "afronta às tradições de autonomia e altivez" da política externa brasileira. Em nota, o presidente da Câmara afirmou que a visita, a apenas 46 dias das eleições nos Estados Unidos, "não condiz com a boa prática diplomática" e internacional. Pompeo é secretário de estado de Donald Trump, que busca o segundo mandato como presidente dos EUA. Em resposta, o chanceler brasileiro Ernesto Araújo disse que Maia se baseia em "informações equivocadas" e que não é possível ignorar o "sofrimento do povo venezuelano". A nota de apoio a Maia é assinada pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que foi chanceler no governo de Itamar Franco entre outubro de 1992 e maio de 1993, e pelos ex-chanceleres Francisco Rezek (governo Collor), Celso Lafer (governos Collor e FHC), Celso Amorim (governos Itamar Franco e Lula), José Serra e Aloysio Nunes Ferreira (governo Temer). Endossam ainda o documento o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero, que é diplomata e foi embaixador em Washington, e Hussein Kallout, ex-secretário de Assuntos Estratégicos no governo de Michel Temer. No texto, eles dizem ainda que, "de igual forma que o presidente da Câmara dos Deputados", reafirmam que a Constituição estabelece os princípios pelos quais o Brasil deve guiar suas relações internacionais: independência nacional, autodeterminação dos povos, não-intervenção e defesa da paz. "Conforme salientado na nota do presidente da Câmara, temos a obrigação de zelar pela estabilidade das fronteiras e o convívio pacífico e respeitoso com os vizinhos, pilares da soberania e da defesa", diz ainda o texto. * Leia, abaixo, a íntegra da nota: "Responsáveis pelas relações internacionais do Brasil em todos os governos democráticos desde o fim da ditadura militar, os signatários se congratulam com o Deputado Rodrigo Maia, Presidente da Câmara dos Deputados, pela Nota de 18 de setembro, pela qual repudia a visita do Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, a instalações da Operação Acolhida, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela. Na qualidade de Presidente do órgão supremo da vontade popular, o Deputado Rodrigo Maia foi o intérprete dos sentimentos do povo brasileiro ao constatar que tal visita, “no momento em que faltam apenas 46 dias para a eleição presidencial norte-americana, não condiz com a boa prática diplomática internacional e afronta as tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa”. De igual forma que o Presidente da Câmara dos Deputados, os signatários se sentem no dever de reafirmar o disposto no Artigo 4º da Constituição Federal, em especial os seguintes princípios pelos quais o Brasil deve guiar suas relações internacionais: (I) Independência nacional; (III) Autodeterminação dos povos; (IV) Não-intervenção e (V) Defesa da Paz. Conforme salientado na Nota do Presidente da Câmara, temos a obrigação de zelar pela estabilidade das fronteiras e o convívio pacífico e respeitoso com os vizinhos, pilares da soberania e da defesa. Nesse sentido, condenamos a utilização espúria do solo nacional por um país estrangeiro como plataforma de provocação e hostilidade a uma nação vizinha. Lembramos que representantes eleitos do povo de Roraima como o Senador Telmário Mota vêm repetidamente chamando a atenção para os prejuízos de toda a ordem causados às populações fronteiriças brasileiras por ações extremas do Itamaraty em relação à Venezuela, algumas das quais objetos de suspensão pelo ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal. Finalmente, fazemos votos para que, dando sequência à Nota do Presidente Rodrigo Maia, as duas Casas do Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal, guardiões da Constituição de 1988, exerçam com plenitude as atribuições constitucionais de velar para que a política internacional do Brasil obedeça rigorosamente no espírito e na letra aos princípios estatuídos no Artigo 4º da Constituição Federal."

  • Folhapress

    Ernesto Araújo rebate Maia e afirma ter orgulho de trabalhar com os EUA

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) reagiu neste sábado (19) às críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), à visita do secretário de Estado americano, Mike Pompeo. Maia disse se tratar de "afronta". Ernesto e Pompeo se encontraram nesta sexta-feira (18) em Boa Vista, em Roraima. Eles visitaram o projeto Acolhida, que atende venezuelanos refugiados que deixam o país comandado pelo ditador Nicolás Maduro. Durante a visita, Pompeo afirmou que "vamos tirar Maduro de lá". "A visita do secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela, no momento em que faltam apenas 46 dias para a eleição presidencial americana, não condiz com a boa prática diplomática internacional e afronta às tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa", escreveu Maia, em nota. Em comunicado publicado no site do Ministério das Relações Exteriores, o chanceler brasileiro disse que a nota de Maia, divulgada no dia anterior, "baseia-se em informações insuficientes e em interpretações equivocadas". O chefe da diplomacia brasileira começa afirmando que o povo brasileiro é solidário com os vizinhos e que a Operação Acolhida seria um sinal desse comportamento. Ernesto então ataca novamente o regime de Maduro, seguindo a retórica largamente utilizada pelo governo Bolsonaro e seus apoiadores. "O povo brasileiro preza pela sua própria segurança, e a persistência na Venezuela de um regime aliado ao narcotráfico, terrorismo e crime organizado ameaça permanentemente essa segurança. O povo brasileiro tem apego profundo pela democracia e o regime Maduro trabalha permanentemente para solapar a democracia em toda a América do Sul", afirma. Usando as mesmas palavra de Maia, o chanceler afirmou que não há "autonomia e altivez" em ignorar o sofrimento dos venezuelanos e negligenciar a segurança do povo brasileiro. Ele fala em romper a espiral de "silêncio cúmplice" que contribuiu para "talvez a maior tragédia humanitária já vivida em nossa região". Sem citar nomes, o chanceler seguiu atacando os governos de Fernando Henrique Cardoso, Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Rousseff e Michel Temer, afirmando que a diplomacia brasileira entre 1999 e 2008 viveu uma "cegueira e subserviência ideológica" que teria sido prejudicial ao continente. Como vem fazendo reiteradas vezes desde sua posse no cargo, o ministro elogiou os Estados Unidos e destacou recursos doados para a Operação Acolhida. Disse que Brasil e os Estados Unidos estão na "vanguarda da solidariedade ao povo venezuelano, oprimido pela ditadura Maduro". Ernesto Araújo ignorou o fato de que os Estados Unidos se encontram em período eleitoral e que o atual presidente, Donald Trump, busca a reeleição. "A independência nacional não significa rejeitar parcerias que nos ajudem a defender nossos interesses mais urgentes e nossos valores mais caros. Promover a integração latino-americana não significa facilitar a integração dos cartéis da droga. A não-interferência não significa deixar os criminosos agirem sem serem incomodados", afirmou. "Muito me orgulho de estar contribuindo, juntamente com o secretário de Estado, Mike Pompeo, sob a liderança dos presidentes Jair Bolsonaro e Donald Trump, para construir uma parceria profícua e profunda entre Brasil e Estados Unidos, as duas maiores democracias das Américas. Só quem teme essa parceria é quem teme a democracia", completou.

  • Folhapress

    Maia chama visita de Pompeo de afronta à autonomia da política externa brasileira

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta sexta-feira (18) que a ida do secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, às instalações da Operação Acolhida em Roraima é uma "afronta às tradições de autonomia e altivez" da política externa brasileira. Em nota, Maia afirmou que a visita de Pompeo a apenas 46 dias das eleições nos Estados Unidos "não condiz com a boa prática diplomática" e internacional. Pompeo é secretário de estado de Donald Trump, que busca o segundo mandato como presidente dos EUA. "A visita do Secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, nesta sexta-feira, às instalações da Operação Acolhida, em Roraima, junto à fronteira com a Venezuela, no momento em que faltam apenas 46 dias para a eleição presidencial norte-americana, não condiz com a boa prática diplomática internacional e afronta as tradições de autonomia e altivez de nossas políticas externa e de defesa", diz Maia na nota. Maia também afirmou que é necessário atentar para a preservação do convívio pacífico com os países vizinhos. Pompeo está em missão a quatro países da América do Sul, dos quais três fazem fronteira com a Venezuela --Brasil, Guiana e Colômbia. Nenhum dos países reconhece o ditador Nicolás Maduro como legítimo mandatário do país. "Patrono da diplomacia brasileira, o Barão do Rio Branco deixou-nos um legado de estabilidade em nossas fronteiras e de convívio pacífico e respeitoso com nossos vizinhos na América do Sul. Semelhante herança deve ser preservada com zelo e atenção, uma vez que constitui um dos pilares da soberania nacional e verdadeiro esteio de nossa política de defesa", escreveu Maia. No ano passado, o alinhamento entre o governo brasileiro e o norte-americano em relação à Venezuela trouxe incômodos. Em fevereiro, os EUA pressionaram o Brasil a usar força militar para entregar ajuda humanitária à Venezuela, com participação de soldados americanos. No início de 2019, a Colômbia, país que já abrigava cerca de mil militares americanos, começou a montar seu centro de distribuição de ajuda perto da cidade fronteiriça colombiana de Cúcuta. Ali, a Força Aérea dos Estados Unidos opera livremente, mas Maduro bloqueou a ponte de Tienditas, que liga os dois países, para a passagem de remédios e alimentos. A intenção dos EUA era que houvesse uma cooperação semelhante. À época, a Folha de S. Paulo apurou que o Departamento de Estado dava como certa a presença de tropas americanas na operação no Brasil, devido aos primeiros contatos sobre o tema com o chanceler Ernesto Araújo. Em março de 2019, o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), afirmou em entrevista a um jornal chileno que para tirar Maduro do poder, "de alguma maneira vai ser necessário o uso da força na Venezuela". Eduardo havia ecoado uma declaração de Trump ao dizer que "todas as opções estão sobre a mesa" para resolver a crise no país. Trump que já havia indicado àquela época a possibilidade de realizar uma ação militar contra Caracas. O filho do presidente voltou atrás após a repercussão da declaração. Segundo ele, não havia intenção de se partir para um conflito. "Ninguém quer uma guerra, a guerra é ruim. Haverá vidas perdidas e consequências colaterais, mas Maduro não vai sair do poder de maneira pacífica", afirmou o deputado brasileiro. "De alguma maneira, será necessário o uso da força, porque Maduro é um criminoso", disse. Meses depois, durante a reunião na cúpula do G20, em junho do ano passado, Bolsonaro descartou a consulta do mandatário americano sobre apoio brasileiro a eventual ação militar na Venezuela. De acordo com os relatos feitos à reportagem, Trump se mostrou disposto a fazer uma ação conjunta com o Brasil para provocar mudanças no país sul-americano em crise. Ele sondou então se o brasileiro via a possibilidade de uma intervenção militar conjunta. Bolsonaro prontamente descartou essa alternativa. O presidente brasileiro argumentou que as Forças Armadas do Brasil foram enfraquecidas nas últimas duas décadas e ponderou que a topografia do país vizinho favorece o regime, porque beneficia a atuação de guerrilhas locais.

  • Reuters

    Maia diz que visita de Pompeo não condiz com boa prática diplomática; Ernesto Araújo rebate

    BRASÍLIA (Reuters) - O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou na sexta-feira que a visita do secretário de Estado norte-americano, Mike Pompeo, a local próximo da fronteira com a Venezuela não condiz com a "boa prática diplomática".Neste sábado, o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, procurou rebater as declarações do deputado.

  • Reuters

    Não há risco à pauta reformista nas eleições para presidentes da Câmara e do Senado, diz líder do governo

    BRASÍLIA (Reuters) - O líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR), afirmou nesta quinta-feira que não há risco para as pautas reformistas de interesse do Executivo com os candidatos colocados até o momento com chance de eleição às presidências da Câmara e do Senado. Em live da Necton Investimentos, o deputado afirmou que o governo não pretende interferir no processo.

  • Folhapress

    Além de Fux, Maia e mais três ministros de tribunais recebem diagnóstico de Covid após evento no STF

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Luiz Fux, ter sido diagnosticado com a Covid-19, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, os ministros Luís Felipe Salomão e Antonio Saldanha Palheiro, ambos do STJ (Superior Tribunal de Justiça), e a ministra Maria Cristina Peduzzi, do TST (Tribunal Superior do Trabalho) também anunciaram que contraíram a doença. Todos eles estiveram na posse de Fux na presidência do Supremo na semana passada, em cerimônia realizada com número reduzido de convidados e com a adoção de medidas sanitárias recomendadas pelas autoridades para evitar a disseminação do coronavírus. Maia apresenta sintomas brandos da doença, segundo nota da assessoria da Câmara. Está se tratando na residência oficial e seguirá em isolamento. Já os dois integrantes do STJ estão sendo monitorados, mas estão assintomáticos. Palheiro, inclusive, confirmou o resultado positivo para o coronavírus durante sessão de julgamento desta terça-feira (15) da 6ª Turma da corte, transmitida pelo YouTube. Em um perfil nas redes sociais, a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros) publicou uma foto do dia do evento no STF, na qual os dois ministros do STJ apareceram, sem máscara facial, ao lado da presidente da AMB, a juíza Renata Gil, que não usava proteção. Quem também prestigiou a posse de Fux e apresentou sintomas da Covid-19 foi a presidente do TST, ministra Maria Cristina Peduzzi. Ela foi hospitalizada na noite desta terça (15) e recebeu nesta quarta-feira (16) a confirmação de que contraiu o vírus. A magistrada apresenta bom estado de saúde, com sintomas leves da doença e deve permanecer internada no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, até alta médica, informou o tribunal. Desde março, de acordo com a assessoria do TST, a ministra Maria Cristina tem realizado todos os compromissos de forma telepresencial. No entanto, ela esteve presente na última quinta-feira (10) à cerimônia realizada no STF. Durante o afastamento de Maria Cristina, o comando do TST será exercido pelo vice-presidente da corte, o ministro Vieira de Mello Filho. Na posse, dentro do plenário do STF estavam 48 convidados de Fux. O local comporta até 250 pessoas. Assessores de autoridades presentes, servidores do tribunal e os dragões da independência que fazem a recepção em cerimônias oficiais, porém, se acumularam do lado de fora, em muitos casos sem respeitar o distanciamento recomendado. O Supremo reservou um espaço na área externa para profissionais da imprensa. Depois da solenidade, Fux ainda recebeu pessoas mais próximas em um coquetel no gabinete da presidência da corte. Pessoas que estiveram no encontro calculam que havia cerca de 30 pessoas presentes. Na cerimônia, inicialmente Fux estava de máscara, mas a retirou logo no começo para ler o termo de posse, assim como a ministra Rosa Weber, que assumiu a vice-presidência do Supremo. Depois, ambos colocaram novamente a proteção facial para o restante do encontro. À mesa de honra, além de Fux, estavam o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), os presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o procurador-geral da República, Augusto Aras. Todos permaneceram de máscara durante o encontro, exceto Fux e Aras no momento de usar o microfone. Os demais não discursaram. O ministro Marco Aurélio, que estava no assento que sempre ocupa no plenário, foi o responsável por falar em nome do STF para saudar a posse do colega. Ele também retirou a máscara para discursar. No plenário, estavam os ministros Luís Roberto Barroso, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Edson Fachin. Celso de Mello, Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski acompanharam a solenidade virtualmente. A distância entre as autoridades era pequena, mas havia uma proteção de acrílico entre os assentos que foi instalada pelo STF para a cerimônia. O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, fez um discurso para saudar Fux em nome da advocacia. Ele também retirou a máscara no momento de usar a tribuna. Os demais convidados que estavam na plateia permaneceram com a proteção facial durante a solenidade. Toffoli, que passou o comando do STF a Fux, foi o único a não retirar a proteção ao usar o microfone. ​Felipe Santa Cruz fez exame para detectar coronavírus, mas ainda não havia recebido o resultado até a publicação deste texto. Apesar de estar com coronavírus, Fux presidiu nesta quarta-feira sua primeira sessão do STF (Supremo Tribunal Federal). Quando anunciou que estava com a doença, ele já havia afirmado que estava bem e que iria comandar o plenário nesta semana. A sessão, no entanto, durou pouco mais de uma hora e foi encerrada por falta de quórum. Fux chegou a chamar para julgamento um recurso contra decisão do STF de manter a validade de lei do município de São Paulo que proíbe o uso do amianto por setores da indústria. Os ministros Celso de Mello, Dias Toffoli e Cármen Lúcia, porém, não estavam presentes, e Luís Roberto Barroso se declarou impedido de julgar o tema. Com isso, não havia o número de ministros necessários para analisar o caso e a sessão foi encerrada. Celso de Mello está de licença, e Toffoli não participou da sessão porque estava impedido de participar dos processos que constavam na pauta. A assessoria informou que Toffoli fez exame para Covid no dia 10, antes da cerimônia de posse de Fux, e que o resultado deu negativo.

  • Folhapress

    Além de Fux, Maia e mais três ministros de tribunais recebem diagnóstico de Covid após evento no Supremo

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Após o ministro Luiz Fux (STF) ter sido diagnosticado com a Covid-19, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, os ministros Luís Felipe Salomão e Antonio Saldanha Palheiro, ambos do STJ (Superior Tribunal de Justiça), e a ministra Maria Cristina Peduzzi, do TST (Tribunal Superior do Trabalho) também anunciaram que contraíram a doença. Todos eles estiveram na posse de Fux na presidência do STF na semana passada, em cerimônia realizada com número reduzido de convidados e com a adoção de medidas sanitárias recomendadas pelas autoridades para evitar a disseminação do coronavírus. Maia apresenta sintomas brandos da doença, segundo nota da assessoria da Câmara. Está se tratando na residência oficial e seguirá em isolamento. Já os dois integrantes do STJ estão sendo monitorados, mas estão assintomáticos. Palheiro, inclusive, confirmou o resultado positivo para o coronavírus durante sessão de julgamento desta terça-feira (16) da 6ª Turma, transmitida pelo Youtube. Quem também prestigiou a posse de Fux e apresentou sintomas que sugerem a Covid-19 foi a presidente do TST (Tribunal Superior do Trabalho), ministra Maria Cristina Peduzzi. Ela foi hospitalizada na noite desta terça-feira (15) e submetida a teste. Nesta quarta-feira (16), a assessoria do TST informou que ela contraiu o vírus. A magistrada apresenta bom estado de saúde, com sintomas leves da doença e deve permanecer internada no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, até alta médica, informou o tribunal. Desde março, de acordo com a assessoria do TST, a ministra Maria Cristina tem realizado todos os compromissos de forma telepresencial. No entanto, ela esteve presente na última quinta-feira (10) à cerimônia realizada no STF. No plenário do STF, dos 250 lugares disponíveis, apenas um quinto foi liberado para os convidados. Na bancada dos ministros e na mesa de honra foram instalados acrílicos transparentes, em caráter provisório, para a criação de espaços individuais. A cúpula dos Três Poderes esteve presente, incluindo o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), e os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). O procurador-geral da República, Augusto Aras, e o presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, também participaram da solenidade. Assim como ministros da Corte, familiares e amigos mais próximos de Fux e da ministra Rosa Weber, empossada no cargo de vice-presidente do STF.

  • Agência Brasil

    Rodrigo Maia tem resultado positivo em teste para covid-19

    O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), teve resultado positivo no teste para covid-19. De acordo com a assessoria da presidência da Casa, Maia manifestou sintomas brandos da doença e está isolado na residência oficial. "O presidente Rodrigo Maia testou positivo para a covid-19 nesta quarta-feira. Ele manifestou sintomas brandos da doença e está se tratando na residência oficial da Câmara dos Deputados, onde seguirá em isolamento, respeitando as recomendações médicas", diz a nota encaminhada pela assessoria. Na manhã de hoje (6), Maia cancelou, sem dar explicações, uma reunião com representantes de entregadores da aplicativos e os deputados paulistas Sâmia Bonfim e Ivan Valente, ambos do PSOL,  e Henrique Fontana (PT-RS). Segundo a assessoria da deputada, os entregadores, que vieram de 12 estados e do Distrito Federal, reivindicam melhores condições de trabalho. Os trabalhadores pedem a aprovação do Projeto de Lei (PL) 1.665/20, que garante proteção aos entregadores durante a pandemia do novo coronavírus e prevê melhores condições de trabalho e segurança para a categoria. Em julho, os entregadores de aplicativos entrarem em greve pedindo garantia de direitos, medidas de proteção contra o novo coronavírus e mais transparência das plataformas de aplicativos. Na ocasião, um grupo de representantes de entregadores participou de uma reunião com Rodrigo Maia para apresentar a pauta da categoria.Ouça na Radioagência Nacional   Posse no STFNa quinta-feira passada (10), Rodrigo Mais compareceu à cerimônia de posse do ministro Luiz Fux na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), que também teve resultado positivo em teste para o novo coronavírus.Os ministros Luís Felipe Salomão e Antônio Saldanha Palheiro, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também estiveram na posse de Fux, tiveram diagnóstico positivo para a covid-19.

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