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Rondônia RO | Últimas notícias do estado e Porto Velho

  • Agência Brasil

    Polícia Federal prende prefeitos de Rondônia por suspeita de corrupção

    A Polícia Federal (PF) cumpriu quatro mandados de prisão preventiva contra prefeitos de municípios de Rondônia, além de um quinto mandado de prisão preventiva contra um ex-deputado estadual. As prisões ocorreram no âmbito da Operação Reciclagem, voltada para a investigação de crimes contra a administração pública. A operação é conduzida pela PF em conjunto com Ministério Público do estado.A investigação teve início em dezembro de 2019 e teve a colaboração de um empresário. Uma das prefeituras impunha condições para quitar dívidas com esse empresário pela prestação de serviços com o poder público. Ele resolveu contatar as autoridades para denunciar os ilícitos.Provas foram angariadas e filmagens de recebimentos de valores por parte dos envolvidos foram registrados, com centenas de milhares de reais sendo distribuídos em dinheiro vivo. Os envolvidos foram afastados de suas funções públicas e foram bloqueados ativos que ultrapassam R$ 1,5 milhão. Esse valor, segundo a PF, teria sido, em tese, recebido de forma ilegal.Também foram cumpridos 12 de mandados de busca e apreensão, com 22 equipes e envolvimento de mais de 70 policiais federais em Ji-Paraná/RO, Cacoal/RO, Rolim de Moura/RO e São Francisco do Guaporé/RO.O nome da operação, "Reciclagem”, remete ao ramo de atividades da empresa envolvida no caso e origem dos recursos ilícitos, sendo decretado sigilo nas investigações pelo Tribunal de Justiça que cuida do caso.

  • Extra

    Eleições 2020: Com três mandatos e recorde em votos, 'Cagado' é pré-candidato a vereador em Rondônia

    RIO - Em Rondônia, no pequeno município de Mirante da Serra, que possui 12.360 habitantes, o...

  • Reuters

    PF faz operação de combate à exploração ilegal de diamantes em terra indígena em Rondônia

    BRASÍLIA (Reuters) - A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quinta-feira uma operação com o objetivo de desarticular uma organização criminosa dedicada à exploração e ao comércio ilegais de diamantes extraídos ilegalmente da Terra Indígena Roosevelt, em Rondônia, informou a corporação em nota.A ação, batizada de “Operação Crassa”, visa cumprir 53 mandados de busca e apreensão em sete diferentes Estados e no Distrito Federal.

  • Reuters

    Tarifa de energia deve cair em Rondônia após MP 998, diz Aneel

    (Reuters) - A tarifa de energia em Rondônia deve cair em média 2,4%, em parte por efeitos de uma medida provisória publicada pelo governo neste mês com o objetivo de frear o avanço das contas de luz principalmente nas regiões Norte e Nordeste, projetou a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).Durante reunião nesta terça-feira, o órgão regulador abriu consulta pública sobre uma revisão tarifária em avaliação para a Energisa Rondônia, responsável pelo fornecimento local, que deverá levar a uma redução de 0,6% nos custos para clientes de baixa tensão e de 7,85% para os de alta tensão, como indústrias.

  • Yahoo Notícias

    Coordenador da Funai morre após levar flechada de indígenas isolados em Rondônia

    Rieli Franciscato, de 56 anos, trabalhava Funai buscando a criação de reservas para proteger povos indígenas isolados do contato com a sociedade

  • Folhapress

    Novo coronavírus atinge metade das aldeias dos paiter suruí em Rondônia

    MANAUS, AM (FOLHAPRESS) - Os casos confirmados ou suspeitos do novo coronavírus já atingiram pelo menos metade das 28 aldeias da terra indígena Sete de Setembro, em Rondônia, onde vivem cerca de 1.800 indígenas paiter suruí. Há lideranças internadas em estado grave. Nesta quinta-feira (13), os casos confirmados na terra indígena chegaram a 50, mas há dezenas de suspeitos. Oficialmente, há casos confirmados em cinco aldeias: PIN Paiter e Joaquim, que têm os maiores números de infectados, Gapgir, Amaral e Lapetanha. Mas, de acordo com a liderança indígena Celso Lamitxab Suruí, da aldeia Lapetanha, há casos suspeitos em pelo menos metade das 28 aldeias. "Em pouco mais de 15 dias a pandemia chegou ao nosso território e se espalhou por metade das aldeias dos Suruí. A cada dia temos três ou quatro casos novos. Ontem [quarta] recebi ligações das aldeias Central e Tikan, informando que a pandemia chegou lá. Estão todos doentes, nas redes, precisando de médicos e testes", disse Celso. Na aldeia Lapetanha, onde ele mora, vivem 90 indígenas e cinco testaram positivo para Covid-19, inclusive o próprio Celso, que realizou o teste na última quarta-feira (12). Entre os casos confirmados de Covid-19, quatro estão com quadro de saúde grave e três deles estão internados no Hospital Regional de Cacoal. Segundo Celso, os três estão intubados e o estado deles inspira cuidados. Um deles, Renato Suruí, 43, precisou aguardar dois dias por uma vaga na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Regional de Cacoal, segundo Celso. Ele cobra uma estrutura melhor de assistência à saúde nas próprias aldeias, para evitar o deslocamento dos indígenas à cidade e, a criação de leitos de UTI nos hospitais da região. "Ele [Renato] já tinha sido transferido para o Hospital Regional de Cacoal, depois de passar mal na aldeia. No hospital, ele agravou na segunda-feira e precisou de um leito de UTI, mas só na madrugada de hoje [quinta] conseguiram uma vaga para ele", disse. Mas é a situação dos anciãos que mais preocupa o povo Suruí, que teme perder suas lideranças, como está ocorrendo com outros povos indígenas atingidos pela pandemia. Um deles é Perpera Suruí, 75, um ex-pajé dos paiter suruí que "perdeu a função" após o povo dele ser evangelizado, na década de 1970. Perpera inspirou o documentário "Ex-Pajé", de Luiz Bolognesi, que mostra como a maior entidade indígena perdeu sua função milenar e foi marginalizada após a aldeia Lapetanha, onde eles vivem, se converter à crença evangélica. Segundo Celso, ele foi diagnosticado no início da semana e, na noite de quarta, o quadro se agravou. No entanto Perpera segue sendo assistido na própria aldeia, por opção dos indígenas, que dizem não confiar no tratamento prestado no Hospital Regional de Cacoal. "Não deixamos ele ir pro hospital, pois todos nossos parentes que foram para lá reclamam que são mal tratados e não conseguem leito de UTI. O Perpera está aqui na comunidade, com suporte de um cilindro de oxigênio e de uma enfermeira do Dsei [Vilhena]." Outro ancião diagnosticado com Covid e em caso grave é o cacique da aldeia Amaral, Iabibi Suruí, 75, que foi internado em Cacoal na última segunda (10). Em toda a Amazônia brasileira havia, até segunda, 17.498 casos confirmados e 564 mortes por Covid-19 entre indígenas de 123 povos, segundo o boletim da Coiab (Coordenação dos Povos Indígenas Brasileiros). Rondônia concentra 682 casos e 15 mortes. O estado com o maior número de casos e de mortes é o Amazonas, que também tem a maior população indígena do país: 3.950 casos confirmados e 186 óbitos até segunda. O líder do povo suruí Almir Narayamoga Suruí, cobrou do governo federal a adoção de medidas urgentes para conter o avanço da pandemia na terra indígena Sete de Setembro e evitar mortes. "Apesar da grave situação do povo suruí, medidas urgentes ainda não foram tomadas para conter o vírus dentro das comunidades, e os indígenas em estado grave que correm risco de morte ainda não foram transferidos para a UTI por falta de leitos", disse. Ele cobra a instalação de um hospital de campanha com UTI para atender os povos indígenas de Rondônia e Mato Grosso, a contratação de mais profissionais de saúde e aquisição de equipamentos e medicamentos necessários para atender casos de Covid-19, além da realização de testes em todos os indígenas que apresentem sintomas e da criação de um "comitê de diálogo", composto por representantes dos povos indígenas, de ONGs e profissionais de saúde. Em vídeo divulgado nas redes sociais, os suruí informam que decidiram pelo isolamento voluntário e lembram que a medida visa evitar mortes em massa, como aconteceu após o primeiro contato com os não indígenas, em 1969, quando a população dos suruí foi atingida por uma epidemia de sarampo e caiu de 2.000 para pouco mais de 200 pessoas. A Folha procurou a Funai (Fundação Nacional do Índio), que disse que a responsabilidade pelas ações de saúde indígena são exclusivamente da Sesai (Secretaria Estadual de Saúde Indígena) -que não respondeu. Enquanto a assistência do governo federal não chega, os próprios indígenas decidiram se organizar para promover uma campanha de arrecadação de donativos e recursos, que serão usados para a compra de itens de primeira necessidade, medicamentos, máscaras e álcool em gel, que serão distribuídos nas aldeias. "Qualquer ajuda será bem vinda para ajudar o meu povo, que está necessitado, em isolamento, com medo de se contaminar com o coronavírus", disse o cacique da aldeia Lapetanha, Mopiry Suruí, que cobrou de governantes uma retribuição aos serviços prestados pelos indígenas, de proteção da floresta. "Digo a todos, chefes de estado, políticos com mandato: por causa de nossa existência que ainda há essa floresta que vos alimenta e ainda mantém a temperatura estável no mundo. Essa é a nossa contribuição para o planeta. Agora queremos a retribuição de vocês", disse.

  • Reuters

    Ser acerta compra da Facimed, de Rondônia, por R$100 milhões

    SÃO PAULO (Reuters) - A Ser Educacional anunciou nesta quinta-feira que sua subsidiária Cenesup acordou em comprar 100% da Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal (Facimed), em Rondônia, por 100 milhões de reais.Segundo fato relevante, a Facimed teve em 2019 receita líquida de cerca de 55 milhões de reais e, em junho último, tinha 2,7 mil alunos de graduação, incluindo 445 de medicina.

  • Folhapress

    Falta de ônibus e pandemia deixam crianças de Rondônia pelo 3º ano sem aulas

    PORTO VELHO, RO (FOLHAPRESS) - Escolas brasileiras estão fechadas há quatro meses por conta da pandemia do novo coronavírus. Mas para centenas de alunos ribeirinhos e da zona rural de Porto Velho, o drama vai para o terceiro ano praticamente sem aulas. É o caso de André Lucas Carril, 15. Desde 2017, ele tenta, sem sucesso, ir à aula. Há três anos, não havia ônibus ou voadeiras (pequenas lanchas) frequentes para levar seus colegas até a escola, na zona rural de Porto Velho. Em outubro de 2018, o colégio vizinho à sua casa fechou as portas, porque os alunos não conseguiam chegar. O número de crianças atingidas pela falta de transporte é controverso. Em junho de 2019, a prefeitura chegou a estimar que mil estudantes ficaram sem aulas, e depois que o número havia se reduzido para 500. Já o sindicato dos trabalhadores em educação do estado dizia haver milhares de prejudicados, uma vez que ao menos 15 escolas rurais estavam fechadas (algumas atendem 200 alunos). André mudou-se em janeiro para outro estado para poder estudar, mas também em Humaitá (AM), por causa da pandemia, as aulas pararam em março. Ele só conseguiu frequentar aulas por cerca de 40 dias. "Meu filho foi para lá tentar recuperar o tempo perdido. Já meu pequeno estava doido para ser matriculado. Falei com o diretor dia desses e ele não tem ideia de quando tudo vai voltar ao normal", disse Andréia Carril, mãe de André e Aldemir Júnior, 6. A reportagem visitou por duas vezes os estudantes sem escola na zona rural de Porto Velho, em junho e em dezembro de 2019. No final do ano passado, na escola municipal Deigmar Moraes de Souza, em Cujubim Grande, as aulas tinham sido retomadas, mas ainda para um pequeno número de alunos. Depois de aulas em janeiro e fevereiro, quando a maioria já estava se acostumando à rotina de estudar de manhã e à tarde, de segunda a sexta-feira, para repor o conteúdo perdido, veio o anúncio da pandemia da Covid-19. As aulas foram suspensas dia 17 de março. Auriel Morais, 8, ainda está no segundo ano do ensino fundamental, mas devia estar no quarto ano. A mãe conta das dificuldades com o filho em atraso escolar. "Quando vocês vieram aqui [em dezembro, quando a escola reabriu], ele estudava com poucos coleguinhas pelos problemas do transporte. A gente ainda tem as dificuldades de comunicação. Eu não tenho celular nem internet em casa", afirmou Daiane Tomás, em mensagem de áudio enviada pelo celular da mãe de André. Em setembro do ano passado, a Polícia Federal encontrou irregularidades nos contratos entre a prefeitura, as empresas das voadeiras (lanchas) e dos ônibus. De acordo com a PF, foram desviados pelo menos 20 milhões de reais do Programa Nacional de Apoio ao Transporte do Escolar (PNATE). Em outubro de 2019, o Ministério Público Estadual tornou o Governo de Rondônia responsável pelo transporte escolar de Porto Velho. Em janeiro, o serviço de transporte por rios chegou a ser normalizado. O prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves (PSDB), anunciou em janeiro a compra de frota própria de 146 ônibus escolares, que seriam entregues no mês seguinte. Mas em abril, já com as aulas suspensas, chegaram apenas 36 veículos. Em maio, vieram os outros 110. Segundo a prefeitura, o atraso na entrega foi em decorrência das restrições causadas pelo novo coronavírus. Além da falta de veículos, outro problema é que os poucos que circulavam pelas estradas de terra da zona rural sempre quebravam e, sem manutenção, ficavam parados. Do total de 153 veículos disponíveis para atender os distritos e a zonas rural de Porto Velho, 74 quebravam frequentemente e demoravam a ser repostos. "No nosso caso, tínhamos dois ônibus à nossa disposição, mas somente um sempre estava rodando. O outro mais vivia quebrado ou com problemas do que funcionando. Aí ficava uma, duas semanas ou até um mês encostado", disse um funcionário de escola que pediu para não ter a identidade revelada. Em nota, a prefeitura informou que, neste momento, as aulas presenciais estão suspensas, mas os estudantes recebem acompanhamento virtual com aulas online ou atividades impressas entregues aos pais ou responsáveis. O retorno às aulas, segundo a nota, "será feito conforme as orientações dos órgãos competentes, adotando um modelo híbrido com aulas presenciais e remotas com sistema de rodízio". Os 146 veículos que terminaram de ser entregues em maio pela prefeitura custaram cerca de R$ 36 milhões, de verbas municipais e de emendas de deputados federais. Os ônibus estão estacionados em um shopping da capital até a retomada das aulas.

  • LANCE!

    Ramon Menezes revela novos jogos-treino e celebra atuação sobre o Porto Velho: 'Vimos pontos positivos'

    Técnico do Cruz-Maltino disse ter gostado do que viu na atividade contra a equipe do Norte do país. Macaé e um time da elite nacional serão os próximos adversários

  • LANCE!

    Fellipe Bastos sai do banco, faz dois e Vasco vence o Porto Velho-RO

    Volante perdeu a posição para Raul no time titular para o jogo desta quarta, mas aproveitou as oportunidades que teve na segunda etapa do jogo-treino em São Januário

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