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Salvador | Últimas notícias da capital da baiana

  • Folhapress

    Polícia investiga outro caso de morte após furto em supermercado de Salvador

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - A Polícia Civil da Bahia apura o caso de uma adolescente que foi morta após ter cometido furto no Atakadão Atakarejo do bairro de Amaralina em Salvador. O caso ocorreu em outubro de 2020, em circunstâncias semelhantes às mortes de Bruno Barros da Silva, 29, e seu sobrinho, Yan Barros da Silva, 19. Bruno e Yan foram flagrados por seguranças furtando pacotes de carne no Atakadão Atakarejo no dia 26 de abril. No mesmo dia, ambos foram encontrados mortos no porta-malas de um carro com tiros e sinais de tortura. O supermercado Atakarejo não registrou boletim de ocorrência do furto. A principal suspeita é que tio e sobrinho tenham sido entregues pelos seguranças do supermercado a traficantes do bairro, que os executaram. Nesta segunda-feira (10), sete pessoas, incluindo três seguranças e quatro supostos traficantes, foram presas temporariamente por suspeita de envolvimento nas mortes de Bruno e Yan. O caso semelhante, de outubro do ano passado, envolveu duas jovens. Elas teriam cometido um furto no Atakadão Atakarejo de Amaralina e terminaram sendo entregues a traficantes locais e brutalmente agredidas. Uma sobreviveu, mas a outra não resistiu aos ferimentos e morreu. A delegada Andréa Ribeiro, diretora do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa, informou que há outro inquérito em curso apurando as circunstâncias da morte da adolescente e a possível ligação entre os dois crimes. "A gente conseguiu apurar que muitos dos indivíduos que teriam participado dessa ação mais recente teriam participado da ação do ano passado. Isso para a gente está confirmado", afirmou delegada. Ela ainda afirmou que havia uma espécie de padrão na conduta dos seguranças: "A gente começou a perceber que a ação era algo muito padrão com aquele grupo de segurança". A delegada-geral da Polícia Civil da Bahia, Heloísa Campos de Brito, afirmou que a polícia está atenta à possível participação do Atakarejo, por meio de seus seguranças, no crime. "É muito latente a responsabilidade da empresa", disse. De acordo com delegada Andréa Ribeiro, ainda não é possível afirmar se havia um direcionamento do comando da rede de supermercados para que pessoas que cometessem furtos no local fossem entregues a traficantes. Ela disse que "tudo indica" que houve participação do gerente de segurança da unidade do Atakarejo de Amaralina no desfecho do caso que resultou na morte de Bruno e Yan. A Secretaria de Segurança Pública da Bahia deflagrou na manhã desta segunda-feira a Operação Retomada, que resultou na prisão de sete pessoas, incluindo três seguranças. A Polícia Civil não informou se os seguranças fazem parte do quadro de funcionários do Atakarejo ou da empresa de segurança que presta serviços ao supermercado. A operação policial teve a participação de cerca de 200 policiais civis, militares, agentes da inteligência da Secretaria de Segurança Pública e do Departamento de Polícia Técnica. Foram realizadas incursões em Salvador, nos bairros do Nordeste de Amaralina, Mata Escura e Fazenda Coutos, e na cidade de Conceição do Jacuípe. Um mandado de busca e apreensão foi cumprido na sede do Atakadão Atakarejo, onde foram apreendidos computadores e outros equipamentos. O caso está sendo acompanhado pelo Ministério Público do Estado da Bahia, pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia e pela seccional local da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Em nota divulgada nesta segunda-feira, o Atakarejo informou que "não comenta decisões judiciais e vai continuar colaborando com as autoridades competentes para que o fato policial seja esclarecido o mais rapidamente possível". Em outra nota divulgada na semana passada, dez dias após o assassinato de Bruno e Yan, o Atakarejo informou que "repudia o fato ocorrido e manifesta total solidariedade às famílias das vítimas". Também informou que uma sindicância interna decidiu pelo afastamento dos seguranças até que os fatos sejam esclarecidos. "A empresa reafirma o compromisso com o seu código de ética e conduta e que jamais irá tolerar qualquer ato de violência." Na terça-feira (4), o secretário da Segurança da Bahia, Ricardo Mandarino, reconheceu que há componentes de racismo e de ódio nas mortes de Bruno e Yan. "Trata-se de um delito resultado desse conceito vil, tosco, desumano, deturpado de que 'bandido bom é bandido morto'. Há, nessa ação abjeta, um componente forte de racismo estrutural e ódio aos pobres. Na cabeça dessa gente torpe, todo pobre e preto é bandido", afirmou o secretário. Nesta segunda-feira (10), Mandarino afirmou que o governo da Bahia não vai tolerar assassinatos cometidos por um poder paralelo. Entidades do movimento negro de Salvador têm realizado protestos cobrando apuração do crime e punição para os culpados.

  • Yahoo Notícias

    Polícia prende segurança suspeito de envolvimento na morte de tio e sobrinho que furtaram carne em Salvador

    Bruno Barros da Silva e Yan Barros da Silva foram encontrados mortos em porta-malas de um carro

  • Folhapress

    Supermercado de Salvador afasta seguranças após morte de tio e sobrinho que furtaram carne

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - O supermercado Atakadão Atakarejo anunciou nesta quinta-feira (6) que afastou os seguranças suspeitos de envolvimento nas mortes de Bruno Barros da Silva, 29, e seu sobrinho, Yan Barros da Silva, 19, no dia 26 de abril, em Salvador. Bruno e Yan foram flagrados por seguranças furtando pacotes de carne no supermercado Atakadão Atakarejo, no bairro de Amaralina. No mesmo dia, ambos foram encontrados mortos no porta-malas de um carro com tiros e sinais de tortura, no bairro da Brotas. O supermercado Atakarejo não registrou boletim de ocorrência do furto, segundo informou a Polícia Civil. Familiares das vítimas dizem acreditar que tio e sobrinho foram entregues pelos seguranças do supermercado a traficantes. Em nota, divulgada dez dias após o assassinato de Bruno e Yan, a Rede Atakarejo informou que "repudia o fato ocorrido e manifesta total solidariedade às famílias das vítimas". Também informou que que está colaborando com as autoridades policiais e que uma sindicância interna decidiu pelo afastamento dos seguranças "até que os fatos sejam devidamente esclarecidos". "A empresa reafirma o compromisso com o seu código de ética e conduta e que jamais irá tolerar qualquer ato de violência", informou. A Polícia Civil da Bahia afirrmou que já tem indicativo de autoria do crime, mas não deu detalhes para não prejudicar as investigações. Os investigadores colheram depoimentos de ao menos dez pessoas e coletaram imagens das câmeras de vigilância do Atakadão Atakarejo, que estão passando por perícia. A delegada-geral Heloísa Campos de Brito, que acompanha as investigações, prometeu rigor na apuração do caso: "Todos os envolvidos com este crime serão responsabilizados, sejam eles quem forem, no rigor da lei". Na terça-feira (4), o secretário da Segurança da Bahia, Ricardo Mandarino, reconheceu que há componentes de racismo e de ódio nas mortes de Bruno e Yan. "Trata-se de um delito resultado desse conceito vil, tosco, desumano, deturpado de que 'bandido bom é bandido morto'. Há, nessa ação abjeta, um componente forte de racismo estrutural e ódio aos pobres. Na cabeça dessa gente torpe, todo pobre e preto é bandido", afirmou o secretário. O advogado Andrey Sudsilowsky, que acompanha o caso, informou que ainda não teve acesso ao inquérito policial. Mas adiantou que a família buscará reparação caso seja constatada a participação de funcionários do supermercado no desfecho do crime. O caso está sendo acompanhado pelo Ministério Público do Estado da Bahia, pela Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia e pela seccional local da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). Entidades do movimento negro de Salvador têm realizado protestos cobrando apuração do crime e punição para os culpados.

  • 90min

    Delegação do Independiente é barrada no aeroporto em Salvador para encarar o Bahia; argentinos reclamam no Twitter

    O Indepediente apresentou casos de covid ao chegar ao Brasil para o jogo com o Bahia, ficando barrado no aeroporto em Salvador.

  • Yahoo Notícias

    Adolescente relata ter sido torturada após furtar supermercado em Salvador

    Uma adolescente de 15 anos relatou ter sido torturada depois de furtar produtos no supermercado Atakarejo, em Salvador, onde dois homens foram acusados do mesmo crime e encontrados mortos em seguida.

  • LANCE!

    Brendo comenta expectativa do Vera Cruz para uma vaga no mata-mata do Campeonato Pernambucano

    Time está na 6ª colocação com dez pontos e disputa a vaga para com o Retrô, que tem sete

  • Folhapress

    Ato pede justiça pela morte de tio e sobrinho que furtaram carne em Salvador

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - Entidades do movimento negro da Bahia protestaram na tarde desta sexta-feira (30) pedindo justiça pelo assassinato de Bruno Barros da Silva, 29, e Ian Barros da Silva, 19, ambos mortos horas após furtarem pacotes de carne em um supermercado em Salvador. O protesto aconteceu dentro do supermercado Atakadão Atakarejo, no bairro de Amaralina, e reuniu entidades como a Unegro (união de Negros pela Igualdade), Movimento Negro Unificado, Coletivo de Entidades Negras e Círculo Palmarino. Bruno e Ian, que eram tio e sobrinho, foram encontrados mortos com marcas de tiro e sinais de tortura nesta segunda-feira (27), horas depois de terem sido flagrados furtando pacotes de carne no supermercado. O supermercado Atakarejo não registrou boletim de ocorrência do furto, segundo a Polícia Civil. Fotos de tio e sobrinho rendidos após o furto circularam em aplicativos e mensagens e redes sociais. A imagem mostra os dois sentados no chão de um pátio do supermercado ao lado de quatro pacotes de carne. Familiares das vítimas dizem acreditar que tio e sobrinho foram entregues pelos seguranças do supermercado a traficantes do bairro de Amaralina, que teriam matado Bruno e Ian. A família de Bruno encaminhou à reportagem uma mensagem de áudio que ele enviou a uma amiga com um pedido de dinheiro para pagar as carnes furtadas. Presidente da Unegro na Bahia, Eldon Neves afirma que a manifestação teve como objetivo chamar atenção da sociedade e das autoridades sobre a brutal morte de tio e sobrinho e cobrar rigor na apuração do caso. "Foi um ato brutal, uma barbárie que não tem justificativa. É um caso que acontece em um contexto de pandemia, no qual as pessoas estão passando fome. E os autores do suposto furto foram julgados em um tribunal paralelo", afirma. Ele afirma que este não é um caso isolado e tem relação com a questão racial. "Se a gente se omitisse, estaríamos compactuando com essa situação de extermínio da situação negra. Vamos cobrar justiça por Ian e Bruno", diz. A Polícia Civil da Bahia informou em nota que a investigação do duplo homicídio está em andamento e que a apuração está avançada, com indicativo de autoria. Também informou que ainda não pode divulgar detalhes sobre a suspeita para não atrapalhar as investigações. Em nota, o supermercado Atakadão Atakarejo informou que "é cumpridor da legislação vigente e atua rigorosamente comprometido com a obediência às normas legais. Não compactua com qualquer ato em desacordo com a lei". O caso está sendo acompanhado pela comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia. Presidente da Comissão, o deputado estadual Jacó (PT) cobrou apuração das circunstâncias da morte de tio e sobrinho.

  • Folhapress

    Tio e sobrinho que furtaram carne em supermercado são mortos em Salvador

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - Um tio e um sobrinho que furtaram pacotes de carne em um supermercado no bairro de Amaralina, em Salvador, foram encontrados mortos com marcas de tiro e sinais de tortura nesta segunda-feira (27), horas depois do furto. Bruno Barros da Silva, 29, e Ian Barros da Silva, 19, moravam no bairro de Fazenda Coutos e foram flagrados furtando pacotes de carne na tarde de segunda-feira (26) no supermercado Atakadão Atakarejo, em Amaralina. No mesmo dia, ambos foram encontrados mortos no porta-malas de um carro com tiros e sinais de tortura, no bairro da Brotas. Fotos de Bruno e Ian rendidos após o furto circularam em aplicativos de mensagens e redes sociais. A imagem mostra os dois sentados no chão de um pátio do supermercado ao lado de quatro pacotes de carne. Familiares das vítimas dizem acreditar que tio e sobrinho foram entregues pelos seguranças do supermercado a traficantes do bairro de Amaralina, que teriam matado Bruno e Ian. "Não estamos defendendo o erro deles, mas cobrando justiça. Na lei que conhecemos, quando uma pessoa faz algo errado, a polícia é chamada para cumprir o seu papel", afirma Elaine Costa, mãe da filha de Bruno. O advogado Andrey Sudsilowsky, que acompanha o caso junto à família, informou que ainda não teve acesso ao inquérito policial, mas afirma que testemunhas apontam que Bruno e Ian foram entregues por seguranças do supermercado a traficantes. A família de Bruno encaminhou à Folha uma mensagem de áudio que ele enviou a uma amiga após o furto, pedindo de dinheiro para pagar as carnes furtadas. "Se ligue, rodei no nordeste [de Amaralina]. Aqui, vê se desenrola R$ 700 para pagar as carnes que peguei aqui", diz Bruno no áudio. A Polícia Civil da Bahia informou em nota que a investigação do duplo homicídio está em andamento e a apuração está avançada, com indicativo de autoria. Também disse que ainda não pode divulgar detalhes sobre a suspeita para não atrapalhar as investigações. Em nota, o supermercado Atakadão Atakarejo informou que "tratam-se de fatos que envolvem segurança pública e que certamente serão investigados e conduzidos pela autoridade pública competente". "Por agir de acordo com a legislação vigente e atuar rigorosamente com as normas legais, o Atakadão Atakarejo está à disposição e colaborando com todas as informações necessárias para a investigação", informa a nota. O caso está sendo acompanhado pela comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa da Bahia. Presidente da Comissão, o deputado estadual Jacó (PT) cobrou apuração das circunstâncias da morte de Bruno e Ian. Familiares de Bruno e Ian farão uma manifestação nesta sexta-feira (30) em frente ao Ministério Público do Estado da Bahia.

  • LANCE!

    Emprestado pelo Fluminense, Samuel desembarca em Salvador para assinar com o Vitória

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  • Extra

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