Assunto

Salvador | Últimas notícias da capital da baiana

  • LANCE!

    Com 'ironia' e foco, Daniel Alves reencontra o Bahia em Salvador

    Camisa dez do São Paulo irá jogar pela primeira vez contra o time que o revelou na Fonte Nova desde seu retorno ao Tricolor. Jogador ironizou cânticos de protestos da torcida

  • Folhapress

    Prefeitura de Salvador suspende realização do Carnaval de rua em fevereiro de 2021

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de Salvador confirmou nesta sexta-feira (27) que o Carnaval não acontecerá em fevereiro de 2021 em razão da pandemia do novo coronavírus. Ainda não há perspectiva de definição de uma data para a realização da festa ainda no próximo ano. O prefeito de Salvador ACM Neto (DEM) afirmou que a realização do Carnaval no próximo ano está condicionada a existência de uma vacina contra a Covid-19 -segura e que imunize toda a população. "Ninguém pode estabelecer uma data. Ninguém é louco de prever o Carnaval sem a segurança de uma vacina que imunize toda a população", disse o prefeito. Ele afirmou ter tomado a decisão em conjunto com o prefeito eleito Bruno Reis (DEM), que governará a cidade a partir de 2021. O prefeito ainda afirmou que, caso haja a possibilidade de realização da festa após a imunização da população, a data seja definida em conjunto com outros polos carnavalescos do país como Rio de Janeiro, Recife, Olinda e São Paulo. Em São Paulo, o Carnaval de rua e do sambódromo de 2021 foi suspenso ainda em junho deste ano. Em setembro, o Rio de Janeiro tomou decisão semelhante e suspendeu a festa. Recife e Olinda ainda definirão sobre a realização ou não da festa em fevereiro. BAQUE NA ECONOMIA A suspensão do Carnaval representará um baque na economia de Salvador. A prefeitura estima que a festa movimente cerca de R$ 1,8 bilhão na capital soteropolitana, com a geração de cerca de 200 mil postos de trabalho. "É um duro golpe para nossa cidade", afirmou o prefeito, lembrando que várias cadeias produtivas funcionam o ano inteiro em função da festa. Além do Carnaval, a prefeitura também informou que não serão realizadas as demais festas que tradicionalmente acontecem no verão baiano, como a Lavagem do Bonfim e a Festa de Yemanjá. O Festival da Virada, que vinha acontecendo nos últimos anos em Salvador em um formato com cinco dias de festa, incluindo a noite de Réveillon, também está suspenso. Para marcar a virada do ano, a prefeitura vai realizar uma live no Forte de São Marcelo, que fica na baía de Todos-os-Santos com a participação de Gustavo Lima e Ivete Sangalo. Os cachês dos artistas serão bancados por patrocinadores. Ao mesmo tempo em que confirmou a suspensão do Carnaval, a prefeitura anunciou novas medidas de enfrentamento da pandemia da Covid-19. A ocupação de leitos públicos de UTI para tratamento da doença cresceu nas últimas semanas e chegou a 65%. A prefeitura pedirá autorização da Câmara Municipal para reabrir novos leitos que haviam sido desativados e intensificará ações de prevenção como distribuição de máscaras e isolamento dos pacientes contaminados. Por enquanto, não há perspectiva de novas medidas restritivas como o fechamento do comércio, bares, restaurantes ou praias.

  • LANCE!

    Bahia abre sua série na Sul-Americana diante do Unión em Salvador

    Confronto em solo baiano terá o Tricolor querendo se recuperar de duro revés e um time argentino bastante afetado pela Covid-19

  • Agência Brasil

    Réveillon 2021 em Salvador será online

    A prefeitura de Salvador anunciou hoje (23) que a festa de réveillon deste ano na cidade será online. Os shows estão confirmados, mas o público os verá nos canais digitais da prefeitura, em dois canais de TV aberta e em um canal de TV por assinatura. De acordo com o prefeito da capital baiana, ACM Neto, o evento online é para evitar grandes aglomerações, como é de praxe nessa época. “Em função da pandemia, esta será uma virada completamente diferente. Não vai ter aquela festa que estamos acostumados a fazer, com milhares de pessoas na rua. O evento vai ser totalmente online. Tudo isso vai permitir que Salvador continue viva no coração das pessoas, que a gente continue mostrando que a virada de ano é um momento muito especial de recomeço e de construção de um 2021 bem melhor que 2020”, disse o ACM Neto. O tema da festa será Tudo On 2021 e contará com shows de Ivete Sangalo e Gustavo Lima. Os tradicionais cinco dias de festa viraram apenas um, na própria noite da virada. Os artistas estarão no Forte São Marcelo, em meio à Baía de Todos-os-Santos. Os shows começarão às 22h do dia 31 de dezembro. O evento também terá o um show pirotécnico, realizado no quebra-mar próximo ao Forte São Marcelo e que poderá ser acompanhado durante a transmissão do show. Outros pontos da cidade também terão queima de fogos, mas, para evitar aglomerações, a prefeitura decidiu não informar onde ocorrerá.

  • Yahoo Notícias

    Idoso é atropelado pelo próprio carro e morre em Salvador

    Um idoso de 83 anos morreu após ser atropelado pelo próprio carro em Salvador. O caso aconteceu na noite da última quinta-feira (19), no Jardim Apipema, bairro nobre da capital baiana.

  • Folhapress

    Sessão de 'Marighella' em Salvador tem choro, aplausos e ensaio de 'fora, Bolsonaro'

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - Praticamente um ano depois da data prevista para o lançamento oficial no Brasil, o longa "Marighella" teve a primeira exibição pública no país nesta quinta (19), em Salvador (BA). A exibição abre a série de sessões especiais na capital baiana, até dia 25, na Semana da Consciência Negra. A estreia oficial está marcada para 14 de abril de 2021. O local escolhido para as sessões foi o Espaço Itaú de Cinema - Glauber Rocha, no centro histórico de Salvador, em frente à praça que leva o nome e uma estátua do "poeta dos escravos", Castro Alves, a menos de 1 km do antigo endereço de Marighella, a rua Barão do Desterro, na Baixa dos Sapateiros. Dirigido pelo baiano Wagner Moura, o filme traz no elenco Seu Jorge, que dá vida ao também baiano Carlos Marighella, poeta, militante comunista, político e fundador do grupo guerrilheiro radical Ação Libertadora Nacional (ALN), assassinado em 1969 por policiais a serviço da ditadura militar. Inspirado na biografia "Marighella: o Guerrilheiro que Incendiou o Mundo", escrita pelo jornalista Mário Magalhães, a obra retrata os últimos cinco anos de vida do filho mais velho do operário italiano Augusto Marighella com a negra baiana Maria Rita do Nascimento, filha de sudaneses muçulmanos escravizados. A trama é focada na relação do personagem com o filho Carlinhos, enquanto é perseguido pelo impiedoso policial interpretado por Bruno Gagliasso, no papel do delegado Sérgio Paranhos Fleury, à frente do cerco que resultou na morte do guerrilheiro urbano em 4 de novembro de 1969. O público assistiu atentamente a primeira sessão, que começou as 16h30, com 155 minutos de duração. Ao final do filme, a película foi aplaudida e houve até que ensaiasse um tímido "fora, Bolsonaro". "Chorei muito, por ver que pouca coisa mudou em termos de justiça social e do comportamento da polícia", observou a estudante Catarina. Eleita vereadora por Salvador no último domingo, a atriz Maria Marighella, 44 anos, neta do comunista saiu direto da Câmara Municipal, onde participava de uma reunião, para ver o filme no qual faz uma participação no papel da avó dela. Maria já havia assistido ao longa no ano passado, em Berlim. "A despeito de tudo que aconteceu, desde a produção até a conclusão do filme, acho incrível que estejamos aqui, nesse contexto inimaginável de pandemia, às vésperas do Dia da Consciência Negra", disse. "É algo típico do mito Marighella, que aparecia onde menos se esperava e, 50 anos depois de sua morte, ainda inspira diversas emoções no imaginário brasileiro", concluiu. O casal aposentado Ivan , 84 anos, e Olívia Braga, 77, foi acompanhado da filha, a economista Luiza Saavedra, 48. Moradora do bairro de Piatã, a 15 km do cinema, a família chegou com quase uma hora de antecedência para não perder a sessão recheada de expectativa, disse o patriarca. "Para mim, Marighella é o baiano mais ilustre, por toda sua história de vida", disse o aposentado. "Não o conheci em vida, mas parte da sua família, sim. Desde que estavam rodando o filme, temos acompanhado todas as polêmicas em torno do lançamento da película", relembrou. O idoso se refere ao adiamento do lançamento original da película nos cinemas brasileiros, previsto para 20 de novembro do ano passado, mas que não ocorreu por não ter conseguido cumprir os trâmites exigidos pela Ancine (Agência Nacional de Cinema) para o ressarcimento de verbas que já tinham sido usadas na produção do longa. O casal de estudantes Neilson Sousa, 23 anos, e Catarina Matos, 21, soube na quarta (18) que o filme seria exibido na capital baiana e correu para a internet para garantir o ingresso. Até a início da sessão, pouco mais de 40 ingressos havia sido vendido para a sala com 148 lugares, mas com a capacidade reduzida pela metade por causa da pandemia. "A representatividade do homem negro como protagonista da história e do filme foram as principais motivações que me trouxeram para a sessão", disse o rapaz. "Somado a isso, tem a importância de relembrar um capítulo sombrio da história do Brasil e a valorização da produção cinematográfica nacional", acrescentou a estudante.

  • O Globo

    ‘Marighella’, de Wagner Moura, ganha exibições em Salvador e estará elegível ao Oscar

    Filme estrelado por Seu Jorge terá sessões especiais a partir de quinta-feira (19), durante a Semana da Consciência Negra

  • Folhapress

    Neta de Carlos Marighella é eleita vereadora em Salvador

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A atriz Maria Marighella, 44, neta do político e guerrilheiro Carlos Marighella (1911-1969), foi eleita vereadora em Salvador pelo PT. A Câmara Municipal de Salvador tem 43 cadeiras, e Maria ficou em 34º com 4.837 votos. Ela comemorou a vitória nas redes sociais, após apostar em uma campanha coletiva, que defende uma "gestão feminista, antirracista, socialmente justa e igualitária". "Vencemos discutindo a importância da democracia! Ela deve ser profundamente radical, abrindo espaço para os nossos corpos, mulheres, negras e negros, LGBTQIA+, pessoas com deficiência, idosas e idosos, jovens e crianças!", diz um trecho do texto. "Reafirmamos nas ruas que Marighella vive em cada pessoa que luta por democracia!", completou. O guerrilheiro Carlos Marighella liderou um dos maiores movimentos de resistência contra a ditadura militar no Brasil, na década de 1960. A história dele será retratada em um filme com lançamento marcado para abril de 2021.

  • Folhapress

    Bruno Reis, vice de ACM Neto, é eleito prefeito no 1º turno em Salvador

    SALVADOR, BA (FOLHAPRESS) - Candidato apoiado pelo prefeito de Salvador ACM Neto (DEM), o vice-prefeito Bruno Reis (DEM) confirmou o favoritismo demonstrado ao longo da campanha, venceu no primeiro turno e comandará a capital da Bahia pelos próximos quatro anos. Com 100% das urnas apuradas neste domingo (15), Reis liderou com 64,2% dos votos válidos. A candidata Major Denice Santiago (PT), apoiada pelo governador Rui Costa (PT), ficou em segundo lugar, com 18,9%. O Pastor Sargento Isidório (Avante) teve 5,3%. Único candidato alinhado com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em Salvador, o vereador Cezar Leite (PRTB) totalizou 4,7% do votos. Na sequência veio a deputada estadual Olívia Santana (PCdoB), com 4,5%. Disputaram ainda a capital baiana o deputado federal Bacelar, o deputado estadual Hilton Coelho (PSOL), Celsinho Cotrim (Pros) e Rodrigo Pereira (PCO). Em discurso após a confirmação da vitória, Reis destacou sua trajetória na vida pública, o trabalho realizado na prefeitura nos últimos oito anos e os desafios que enfrentará em seu mandato. “Estou consciente da minha responsabilidade, sei que não será fácil [...] Mas não tenho amarras ideológicas ou partidárias que me impeçam de conversar com quem quer que seja”, disse, destacando que buscará parcerias com o governo do estado e o governo federal. Ele ainda creditou sua vitória ao reconhecimento da população à gestão do prefeito ACM Neto e se disse preparado para comandar a cidade nos próximos quatro anos: “Eu me preparei e a vida me preparou para isso". A vitória de Bruno Reis consolida um ciclo de gestões do DEM em Salvador que deve chegar a 12 anos. É a segunda vez desde a redemocratização que um prefeito consegue fazer o seu sucessor na capital baiana —desde 1988, nenhum dos prefeitos havia conseguido emplacar um aliado. Natural de Juazeiro, no norte da Bahia, Bruno Reis começou sua trajetória política como assessor do então deputado federal ACM Neto. Em 2010, foi eleito de deputado estadual pelo PRP e quatro anos depois foi reeleito pelo PMDB. Na prefeitura de Salvador, foi secretário de Promoção Social de 2015 a 2016, ano em que deixou o cargo para ser eleito vice-prefeito. No segundo mandato do prefeito, ocupou a secretaria de Infraestrutura entre 2019 e abril de 2020. Em janeiro deste ano, foi indicado como candidato da base do prefeito ACM Neto e conseguiu formar uma aliança ampla, com 15 partidos. Sua candidatura foi impulsionada pela popularidade do prefeito, que é aprovado por 85% dos eleitores e desaprovado por 11%, segundo pesquisa Ibope divulgada em 30 de outubro. Reis também enfrentou uma esquerda fraturada e uma pulverização de forças entre os aliados do governador petista Rui Costa. Com as candidaturas de Major Denice, Olívia Santana, Hilton Coelho e Rodrigo Pereira, as esquerdas tiveram o maior nível de fragmentação em uma campanha em Salvador desde a redemocratização. A divisão fez com que os candidatos disputassem entre si uma mesma fatia do eleitorado, subindo o tom na reta final da campanha na batalha pelo eleitor de perfil mais progressista. A candidatura de Major Denice, que teria maior potencial para enfrentar o grupo liderado por Bruno Reis, fez uma campanha mais propositiva e evitou críticas mais duras à gestão ACM Neto. Durante a campanha, o PT focou a campanha no mote “cuidar de gente”, focado na promessa de melhoria da qualidade dos serviços públicos. A ideia era fazer uma contraposição à gestão do prefeito do DEM, que registrou um dos maiores níveis de investimento do país e entregou uma série de obras na cidade. Do outro lado, a candidatura do DEM também evitou travar embates com o PT, traduzindo na campanha a boa relação entre o governador Rui Costa e o prefeito ACM Neto consolidada nos últimos meses. Governador e prefeito aproximaram-se durante a pandemia e demonstraram sintonia nas ações de enfrentamento ao novo coronavírus. Ambos foram favoráveis a medidas consideradas duras de fechamento de comércio, parques e praias para evitar a disseminação da doença. Neste domingo (15), após votar em uma faculdade em Salvador, ACM Neto destacou em entrevista a boa relação com o adversário destacou que na eleição da capital baiana não haveria espaço para um discurso antipolítica. “Na Bahia, tenho que fazer justiça. A política aqui é organizada. Os dois campos, ambos são vistos como grupos que têm gestão, têm resultado, entregam para a população. São bem avaliados. Não tem espaço para aventureiro, novidadeiro com discurso da antipolítica", afirmou. Na campanha, os principais ataques a Bruno Reis partiram da candidata do PCdoB, Olívia Santana, e do candidato do PSOL, Hilton Coelho. A primeira buscou associar a imagem de Reis ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, condenado por corrupção e que atualmente cumpre prisão domiciliar. Quando foi eleito vice-prefeito pelo MDB, em 2016, ele teve o apoio do ex-ministro. Já candidato do PSOL buscou associar Bruno Reis ao presidente Jair Bolsonaro, que tem em Salvador a sua mais alta rejeição dentre as capitais. No campo conservador, o candidato Pastor Sargento Isidório (Avante), que é aliado ao governador Rui Costa, desidratou desde o início da campanha. Deputado federal mais votado da Bahia e de Salvador em 2018, ele foi para sua segunda eleição à prefeitura de Salvador com um novo figurino. Com mais estrutura e apoio do PSD dos senadores Otto Alencar e Angelo Coronel, deixou o para trás o seu perfil folclórico. A mudança, contudo, não se traduziu em um maior patamar de votos. Na eleição de 2016, ele teve 8,6% dos votos válidos. O candidato bolsonarista, o vereador Cezar Leite, não decolou. Teve como obstáculos a alta rejeição do presidente, que chega a 62% de ruim é péssimo na capital baiana, e o próprio partido. Sem votos mínimos na eleição de 2018 para atingir a cláusula de barreira, o PRTB não teve direito a tempo de propaganda na televisão.​

  • HuffPost Brasil

    Apoiado por ACM Neto, Bruno Reis é eleito prefeito de Salvador no primeiro turno

    Pesquisas já apontavam cenário confortável para o vice-prefeito da capital baiana. Ele teve 64,16% dos votos válidos.

COMPARTILHE ESTA PÁGINA