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Santa Catarina SC | Notícias do estado e Florianópolis

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    Atacante do Londrina relembra boa passagem pelo Brusque antes de reecontro pela Série C

    Júnior Pirambu foi artilheiro e destaque da equipe catarinense no título da Série D do Campeonato Brasileiro em 2019

  • LANCE!

    Zagueiro do Criciúma espera jogo duro fora de casa contra o Tombense

    Carlos Alexandre, que foi titular em todos os jogos da equipe na Série C, comentou sobre a expectativa para o duelo diante da equipe mineira, vice-campeã estadual

  • Folhapress

    Impeachment é terceiro turno, puramente político, diz governador de SC

    PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) - Eleito com 71% dos votos em 2018, o governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), pode ter o mandato interrompido pela metade. Ele é alvo de processo de impeachment por ter igualado o salário dos procuradores do Executivo ao do Legislativo. "Temos convicção de que não tem justa causa. É puramente político, quase como um terceiro turno da eleição", disse em entrevista. Sua vice, Daniela Reinehr (sem partido), também pode ser afastada. Por isso, Moisés entende que não se trata apenas de seu afastamento, mas da derrubada do governo. Acusado de ser "traidor de Bolsonaro" por sua personalidade mais moderada, Moisés enxerga um "precedente perigoso" caso o impeachment se confirme. "A vontade popular pode ser suprimida por simples vontade política ou por não ter maioria [na Assembleia] naquele momento." PERGUNTA - Para o sr., há outro motivo para o impeachment além do apresentado oficialmente? CARLOS MOISÉS - Temos convicção de que não tem justa causa. É puramente político, quase como um terceiro turno da eleição. Tivemos uma vitória acachapante, que nunca aconteceu em Santa Catarina, 71,09% dos votos e uma chapa pura. [Isso] acabou tirando do processo muitos que estavam galgando esse lugar. Os grupos se aproximaram e não tiveram espaço para indicar seus parceiros. O primeiro escalão foi prioritariamente técnico, sem indicação política. Economizamos cerca de R$ 400 milhões em contratos nocivos ao erário. Isso confrontou o interesse de muitos que se beneficiavam. Há indicações da PF de que há uma organização criminosa atuando no estado. Confrontamos esses grupos. Há interesse político de derrubada do governo. Qual o impacto disso na democracia? CM - É quase um parlamentarismo velado. Um poder interfere no outro, podendo assumi-lo. Isso confronta os princípios constitucionais. Coloca em xeque o modelo [democrático] nacional, ao abrir um precedente perigoso para todos os prefeitos, governadores e presidente. A vontade popular pode ser suprimida por simples vontade política ou por não ter maioria [na Assembleia] no momento. Este é um ano de pandemia. Acreditamos que houve aproveitamento desse momento de fragilidade para crescer esse movimento na Assembleia. A virada de mesa vem em péssima hora, quando a sociedade precisará se organizar para o crescimento econômico. O sr. também é criticado pelo desempenho da gestão. Como enxerga isso? CM - Há críticas de que o governo vai mal e não se comunica. Talvez não fale aquela linguagem antiga de troca de favores. Recebemos o estado com R$ 1,2 bilhão de déficit e entregamos saneado no final de 2019, com R$ 161 milhões superavitários. Em 2019, pagamos a conta que herdamos da saúde com R$ 750 milhões [em dívidas] e entramos em ano de pandemia com as contas saneadas. Isso nos fez enfrentar a pandemia com a menor taxa de mortalidade do Brasil. Temos números importantes, como a entrega serviços digitais aos contribuintes. Além da transparência, gerou economia de mais de R$ 40 milhões ao ano. Criamos apps, escolhemos fornecedores por pregão eletrônico. Tiramos contratos que eram extremamente nocivos. Em 2018, o governo comprou oxigênio de uso medicinal e pagou R$ 24 milhões. Nós pagamos R$ 12 milhões no ano seguinte, tiramos um atravessador. Há contratos investigados pela PF na Operação Alcatraz com origem no sistema prisional. Só nesses contratos devemos economizar R$ 10 milhões neste ano. O sr. menciona a Operação Alcatraz. Um dos investigados é o presidente da Assembleia, Júlio Garcia (PSD). Ele tem interesse pessoal no impeachment? CM - Talvez eu não tenha que responder. Ele deve responder pelos atos dele. O fato é que não é esse o caminho, criar uma discordância política para derrubar um governo. Imagine isso se espalhando para o país inteiro. Por interesse político ou pessoal, ao invés do caminho das urnas, o do tapetão. É importante chamar a atenção para que isso não se consolide, porque seria uma perda para a democracia e um precedente muito perigoso. A maioria da bancada do seu partido, o PSL, votou pela abertura do processo de impeachment. Por quê? CM - A gente fica sem entender. São posicionamentos muito voláteis. Há pouco tempo esse grupo defendia a vice. Depois, atacou-a de forma incisiva, brutalmente. Há pouco tempo, ela era bolsonarista. De uma hora para outra, não é mais. Não justificaram por uma causa, mas reclamando de coisas nada a ver com o impeachment. Uma posição que mostrava que não sabiam o que estavam fazendo. Chegaram a dizer que se o presidente [Jair Bolsonaro] ligasse até o meio-dia, mudariam o voto. É uma afronta à democracia. O processo de impeachment deve ser usado de maneira séria e jamais pode justificar que uma mera ligação poderia mudar o voto. [Disseram que] foi porque não chamei ao palanque, porque não tirei foto junto. Foi um um show de horrores nas falas [durante a votação]. O sr. também é alvo de outro pedido de impeachment, sobre a compra de 200 respiradores com pagamento adiantado de R$ 33 milhões. Eles foram entregues? Houve ilegalidade? CM - O que sabíamos, desde o início, é que precisávamos ampliar nossos leitos de UTI e isso passava pela aquisição de respiradores. O mercado mundial estava completamente alterado em função do aumento na demanda, isso era do conhecimento de todos. Mas eu não participei do processo de compra, da escolha da empresa ou das negociações. Assim que soube que uma empresa havia prometido a entrega de respiradores e não honrou, determinei a abertura de sindicância dentro da Secretaria de Estado da Saúde e acionei a Polícia Civil, pois havia o risco de o Estado ser vítima de uma fraude em função do pagamento antecipado. Neste momento, aguardamos a conclusão das investigações para que os responsáveis sejam penalizados. O sr. foi chamado de traidor do presidente Bolsonaro. Por quê? CM - Eles tem acusado tanto o governador quanto o deputado federal Fabio Schiochet [PSL-SC]. Dizem que ele não é bolsonarista, mas é o deputado que mais votou a favor dos projetos de Bolsonaro, mais que os familiares do presidente. O que é ser bolsonarista? O governador fez o que foi prometido na campanha: um primeiro escalão técnico, sem conchavos, relações republicanas, respeito ao uso do dinheiro público. Isso é trair Bolsonaro? Nosso governo é parecido com o que o federal tem feito. Em algum momento quando começaram a me chamar de traidor, recebi as Mães pela Diversidade, que relatavam problemas de segurança com seus filhos. Comecei a receber [movimentos] e articular. Recebi agricultores familiares, porque 95% da produção agrícola vem de pequenas propriedades e alguns são assentados. Por isso, me tornei um traidor de Bolsonaro. Ele é presidente de todos brasileiros, e e eu sou governador de todos os catarinenses. O impeachment não é do governador, mas do governo, porque se está tentando tirar os dois ao mesmo tempo. Esta ala, que até pouco tempo era ligada à vice, passou a atacá-la. Percebe-se que não há razões lógicas, de uma intelectualidade mediana, para esse tipo de comportamento. O sr. pensa que esperavam que fosse menos moderado e mais radical, assim como o presidente Bolsonaro, nas suas manifestações? CM - Fiz uma campanha bem tranquila, meu perfil desde a campanha é este. O catarinense votou em mim [sabendo] no meu jeito. Devo isso ao meu eleitor. Eles gostam da moderação com a qual me dirijo a todos os órgãos, Poderes e parlamentares. O sr. acredita que chefes do Executivo estão mais suscetíveis a sofrer impeachment? Por quê? CM - Temos ainda esperança na Justiça [cinco desembargadores e cinco deputados julgarão se aceitam a denúncia], de que haja um julgamento que de fato leve em consideração que não há justa causa no processo, [que considere] o risco desta decisão para democracia do país. Estamos aguardando que a justiça seja feito no estado. Qualquer chefe de Executivo poderá ser derrubado se não tiver maioria no parlamento. Isso é no Brasil inteiro. Como faz a maioria? Vende o governo? Concede a estrutura? Faz negociações políticas? É um grande desserviço [consolidar maioria desta forma].

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    Ceará massacra Brusque e avança na Copa do Brasil

    De maneira avassaladora na etapa final, o Vozão despachou o time catarinense e está nas oitavas de final

  • Agência Brasil

    Caça Gripen da Força Aérea Brasileira comprado na Suécia chega a SC

    O primeiro avião caça F-39 Gripen, produzido na Suécia para a Força Aérea Brasileira, foi transportado na madrugada de hoje (22) por via terrestre entre o porto e o aeroporto da cidade de Navegantes, em Santa Catarina. A aeronave veio da Suécia de navio e foi desembarcada no Porto de Navegantes (SC) no domingo (20). O processo foi divulgado em vídeo pelas redes sociais da fabricante Saab.> O Gripen chegou no Brasil no último domingo, dia 20/09. Veja como foi o momento em que o caça tocou o solo brasileiro. 🇸🇪 ✈ 🇧🇷 > Acompanhe tudo em nossas redes sociais! 😍 🛬 @fab_oficial GripenBrasileiro ColaboraçãoReal pic.twitter.com/v65fpralct> > — Saab do Brasil (@saabdobrasil) September 22, 2020Na madrugada de hoje, o transporte do avião percorreu trecho de pouco mais de 1,5 quilômetro. O deslocamento, de cerca de 30 minutos, se deu sob escolta de militares.> O traslado do Gripen Brasileiro entre o porto e o aeroporto de Navegantes (SC) foi feito por via terrestre. Assista como foi a operação.ColaboraçãoReal GripenBrasileiro @fab_oficial pic.twitter.com/SivksbFyqy> > — Saab do Brasil (@saabdobrasil) September 22, 2020No aeroporto catarinense, a aeronave passará por verificações técnicas para alçar voo até a unidade da Embraer em Gavião Peixoto, no interior de São Paulo, onde os testes terão continuidade no Centro de Ensaios em Voo do Gripen (GFTC, do inglês Gripen Flight Test Center).O Brasil recebeu o caça da Saab em uma cerimônia realizada em 10 de setembro do ano passado, na cidade de Linköping, na Suécia. O contrato assinado em 2014 pôs fim a um processo de escolha que considerou também a compra de caças de produção americana e francesa. A escolha da fabricante sueca levou em conta o programa de transferência de tecnologia, que permitirá a montagem das demais aeronaves em território brasileiro.Ao todo, 36 caças gripen foram comprados por 39,3 bilhões de coroas suecas, valor que equivale atualmente a quase R$ 24 bilhões.O programa de transferência de tecnologia incluiu o treinamento de mais de 350 brasileiros e a criação do Centro de Projetos e Desenvolvimento do Gripen junto à unidade da Embraer de Gavião Peixoto. No centro, engenheiros brasileiros e suecos trabalham conjuntamente para desenvolver o projeto.

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    Ceará joga com o Brusque na Copa do Brasil em situação bem favorável

    Alvinegro de Porangabussu angariou vantagem de dois gols mesmo jogando em Santa Catarina no compromisso de ida

  • Folhapress

    Caça Gripen é rebocado para aeroporto em SC com escolta militar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O primeiro caça Gripen da Força Aérea Brasileira fez sua estreia em solo nacional na madrugada desta terça (22). O avião, que desembarcou de um navio no porto de Navegantes no domingo (20), foi rebocado sob escolta militar pelas ruas da cidade catarinense até o aeroporto local, onde acabará de ser preparado para voo. A cena inusitada do cortejo, iniciado por volta das 5h, foi registrada por moradores e veiculada na internet. Um pequeno trator puxou o Gripen, que havia sido descarregado por guindaste do navio Elke sem as rodas dos trens de pouso traseiros -que, obviamente, estavam colocadas para o traslado. Homens da infantaria da FAB armados com fuzis acompanharam o processo. O caça ficará em um hangar do aeroporto de Navegantes recebendo mais peças que vieram desmontadas da Suécia, onde foi fabricado pela Saab. Um time da empresa e de sua parceira brasileira Embraer fará o trabalho. Na sexta (25), provavelmente, um piloto de teste da Saab irá decolar com o Gripen em direção a Gavião Peixto (SP), cidade a 560 km de Navegantes onde fica a unidade de fabricação de aviões militares da Embraer. Lá há o centro conjunto de desenvolvimento conjunto das duas fabricantes. O Gripen matrícula FAB4100 voou pela primeira vez em 26 de agosto e foi entregue simbolicamente ao Brasil em cerimônia em 10 de setembro. Ele é primeiro dos 36 comprados pelo Brasil por 39,3 bilhões de coroas suecas (R$ 24 bilhões no câmbio de hoje). A ideia é que cerca de 15 unidades sejam feitas em Gavião Peixoto, com índice cada vez maior de autonomia nacional no processo. A Embraer e outras empresas associadas também trabalham na versão de dois lugares do caça, a F, destinada a treinamento e a missões em que o segundo piloto fica live para operar armamentos de precisão. O avião que chegou ao país é do modelo E, de um assento, que somará 28 das 36 unidades compradas. O Gripen ficará em teste por cerca de um ano no país, e deverá fazer uma aparição de demonstração sobre Brasília no Dia do Aviador, 23 de outubro. Entrará em operação depois, quando chegarão os primeiros outros caças da Suécia. O fim das entregas deverá ser em 2026, a depender de não haver restrições orçamentárias, que já atrasaram o cronograma e foram determinantes para que a escolha do avião padrão da FAB demorasse mais de uma década. O Gripen substituirá progressivamente os antigos caças americanos Northrop F-5 para combate aéreo e interceptação, missão para a qual não foram desenhados, e os aviões de ataque a solo Embraer AMX. Nos planos mais otimistas da FAB, os 36 serão um primeiro lote, podendo chegar a mais de 120 unidades, mas isso passa por realidades orçamentárias insondáveis. Há no mundo 271 Gripen, de gerações anteriores à comprada pelo Brasil e também pela Suécia, operados por seis países.

  • 90min

    Ceará x Brusque-SC | Onde assistir, prováveis escalações, horário e local; decisão na Copa do Brasil

    Nesta quarta-feira (23), o Ceará vai enfrentar o Brusque-SC, na Arena Castelão, às 21h30 (de Brasília), pelo jogo de volta da 4ª fase da Copa do Brasil.

  • Folhapress

    Impeachment em SC gera guerra entre aliados de Bolsonaro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O processo de impeachment do governador de Santa Catarina, Carlos Moisés (PSL), gerou uma guerra entre aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Deputados estaduais catarinenses não gostaram da interferência de lideranças nacionais, como a deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP), no processo. Zambelli é aliada da vice-governadora, Daniela Reinehr (sem partido), e a tem defendido nas redes sociais. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) fez o mesmo. Ambos afirmam que ela não teve participação nas acusações contra o governador, de ter dado aumento irregular a procuradores do Executivo. “Carla Zambelli é uma barraqueira irresponsável”, escreveu a deputada estadual Ana Campagnolo (PSL-SC). Seu colega Jessé Lopes (PSL-SC) acusou Karina Kufa, advogada de Bolsonaro, e que também defende a vice, de “jogar sujo”. Eles dizem que Reinehr é cúmplice das irregularidades, por ter assinado atos durante período de interinidade, e deve também ser afastada.

  • Agência Brasil

    Em SC deputados abrem processo de impeachment contra governador e vice

    Com 33 votos favoráveis, cinco a mais que o mínimo necessário, a Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) autorizou a abertura do processo de impeachment contra o governador do Estado, Carlos Moisés da Silva, em sessão extraordinária, na noite desta quinta-feira (17). A motivação do processo - que pode levar à cassação do mandato - foi o reajuste salarial para equiparar vencimentos dos procuradores do Estado com os procuradores da Assembleia em 2019. Em votação separada, 34 parlamentares votaram pelo prosseguimento de processo de impeachment contra a vice-governadora Daniela Reinehr.Com a decisão do plenário, tanto Moisés quanto a vice-governadora Daniela Reinehr serão julgados por crime de responsabilidade por uma comissão julgadora, composta por deputados e desembargadores de Justiça, que será formada nos próximos dias. Os trabalhos dessa comissão serão conduzidos pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC). O governador e a vice serão notificados da decisão. As defesas de ambos negam que tenha havido crime de responsabilidade fiscal.A autorização do julgamento não implica no afastamento imediato de Moisés e Daniela de seus cargos. A decisão sobre o afastamento caberá à comissão julgadora que ainda será formada e terá cinco deputados. Caso isso ocorra, o primeiro na linha de sucessão seria o presidente da Alesc, o deputado Julio Garcia (PSD). Esta semana ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por lavagem de dinheiro na Operação Alcatraz. A denúncia é analisada pela Justiça Federal. Se Garcia não puder assumir, assume interinamente o presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), desembargador Ricardo Roesler.Em nota, o governador afirmou que lamenta a decisão da Alesc. "A pressa com a qual o presidente do Parlamento estadual levou o tema a plenário revela tão somente os interesses políticos daqueles que buscam o poder para fins pessoais e não respeitam o voto dos catarinenses, atentando contra a democracia". Para Carlos Moisés, a ação se baseia “em um frágil argumento que não tem justa causa legal e tampouco apresenta qualquer irregularidade praticada pelo governador, conforme já aferiram o Ministério Público Estadual e o Tribunal de Contas do Estado".Essa semana, em uma postagem no Twiter, a vice-governadora Daniela Reinehr se defendeu. “Ainda há tempo de evitar a injustiça completa. Reafirmo que não cometi ato algum que justifique minha inclusão no processo em curso na Alesc e jamais rompi meu compromisso com o povo de Santa Catarina”, escreveu.

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