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Santos | Últimas notícias do litoral e baixada santista

  • AFP

    ONU libera US$ 1 milhão de fundo de emergência para São Vicente e Granadinas

    A ONU liberou nesta quinta-feira 1 milhão de dólares do seu fundo de emergência para oferecer ajuda ao arquipélago caribenho de São Vicente e Granadinas, após uma série de erupções vulcânicas devastadoras, anunciou o porta-voz da organização, Stephane Dujarric.

  • Folhapress

    Autoridade portuária recebe propostas para construção de túnel entre Santos e Guarujá

    SANTOS, SP (FOLHAPRESS) - Nos últimos dois anos, a proposta de fazer uma ligação rodoviária entre os municípios de Santos e Guarujá, no litoral paulista, ficou travada numa polêmica sobre qual seria o melhor trajeto: uma ponte ou um túnel submerso. Na semana passada, a proposta do túnel avançou. Autoridade portuária de Santos abriu chamamento público para receber estudos sobre o traçado do túnel. O processo pode durar até quatro meses. Entre os defensores dessa opção, agora há uma discussão sobre qual seria o melhor modelo para viabilizar o projeto. O movimento "Vou de Túnel", encabeçado por um pool de engenheiros navais, empresas e associações, defende a adoção de uma PPP, parceria público privada. Para o grupo, a obra poderia ser iniciada ainda em 2021 se fosse entregue à iniciativa privada. A autoridade portuária, porém, trabalha com a perspectiva de incluir o túnel dentro do processo de privatização do porto, o que daria preferência para uma concessão patrocinada, modelo em que os responsáveis pelos investimentos receberiam uma contraprestação para viabilizar o projeto. Estudos apontam que o leilão pode ocorrer em 2022. "O plano A é que o projeto seja um investimento obrigatório do concessionário privado do porto, mas o processo pode ser desenvolvido separadamente se os estudos demonstrarem que há viabilidade técnica e econômica", cita Bruno Stupello, diretor de desenvolvimento de negócios e regulação da SPA (Santos Port Authority, sigla em inglês utilizada para definir a autoridade portuária). "Por que empurrar para uma privatização? Ela pode nem sair. O plano A, agora, precisa ser uma PPP (parceria-público privada)", diz Casemiro Tércio Carvalho, um entusiasta do túnel, ex-presidente da SPA. Em paralelo, o governo do estado de São Paulo, defensor da ponte, ainda tenta viabilizar o trajeto sobre o mar. O argumento é que ponte e túnel podem conviver e atenderiam diferentes necessidades portuárias. "Torcemos para que tenham uma equação financeira que possa se sustentar o projeto [de túnel], ambos possam acontecer. Mas o nosso foco é a ponte, e entregamos o projeto alterado e pronto", diz o secretário de logística e transportes do estado de São Paulo, João Octaviano Machado. Entre as modificações para a que a ponte seja executada destaca-se a alteração de um vão principal de 750 metros, com altura de 85 metros a partir do nível do mar, que, segundo o estudo, elimina qualquer possibilidade de interferência operacional no porto. A estrutura da ponte, estimada em R$ 3,9 bilhões, seria erguida pela concessionária Ecorodovias, responsável pelo sistema Anchieta-Imigrantes, em troca da extensão do contrato para exploração dos serviços, que inicialmente vence em 2026, por mais 30 anos. Em 19 novembro, a secretaria de transporte e logística do estado entregou ao Ministério da Infraestrutura a reformulação do projeto da ponte para minimizar os riscos de impacto no porto. Em nota, na ocasião, disse que com as adequações "a obra está pronta para ser iniciada, dependendo do aval do Ministério da Infraestrutura". Quase seis meses depois, o estado reclama de ter ficado "no vácuo". A percepção de quem acompanha a discussão é que o componente político ganhou mais peso, uma vez que cresceram as rivalidades entre o governador João Doria (PSDB) e o presidente Jair Bosonaro (sem partido) durante a pandemia. "Nos causa estranheza [a demora na resposta]. Se não querem, é só falar, mas precisam explicar por que não querem, também. Fizeram uma solicitação de mudança do local de pilares e cumprimos. Já vai para seis meses e só ouvimos, até agora, que está em análise", diz Machado. Enquanto isso, cresceu o apoio ao túnel. No último dia 19 de fevereiro, em visita ao porto, o presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, um aliado do presidente Bolsonaro, reforçou o discurso em favor do túnel. "Estudos mostram que a opção do túnel seria mais vantajosa por uma série de razões, inclusive razões técnicas, além de investimentos e resultados. Por essa razão, ao nosso ver, seria mais interessante a solução através de um túnel e não de uma ponte para a ligação seca", afirmou. Os defensores do túnel, que custaria aproximadamente R$ 3 bilhões, também reforçaram as suas críticas. Em 1º de abril, popularmente conhecido como dia da mentira, os responsáveis pelo "Vou de Túnel" publicaram no Twitter uma mensagem desqualificando a ponte. "Hoje, a gente até dá um desconto porque é primeiro de abril. O problema é que te contam essa mentira o ano todo!", afirmou a publicação. "O projeto da ponte impede o desenvolvimento do porto e não beneficia em nada as cidades de Santos e Guarujá. Por que alguém iria querer tirar isso do papel?" O grupo "Vou de túnel" diz ainda que o trajeto submerso sofreu adequações que tendem a reduzir o valor do investimento. Foi reduzido, por exemplo, o número de desapropriações. "Hoje, evoluímos muito em relação ao primeiro projeto da Dersa [de 2014], que era bom, mas que tinha o grave defeito englobar a entrada da cidade", diz Eduardo Lustoza, diretor de portos da Associação de Engenheiros e Arquitetos de Santos. Na avaliação dele, a insistir na ponte perdeu o sentido. "O chamamento da autoridade portuária já uma clara ação de que estão decidindo pelo túnel, que não aceitam outra opção", diz Lustoza. "Os estados que precisam do porto não podem ficar a mercê de uma visão míope do governo estadual, nem de algum interesse particular," Procurado, o Ministério de Infraestrutura informou que concorda com o pleito de uma ligação seca entra as duas margens e que defende "uma solução que atenda às demandas da sociedade e não impeça as operações portuárias atuais e futuras". Ainda segundo a pasta, no fim de 2020, houve reunião com representantes da secretaria estadual de transportes e logística, da SPA e da Ecovias para discutir alterações no projeto de solução da ponte e que o projeto é avaliado juntamente com a alternativa do túnel "para a definição da solução mais adequada" tanto com relação a custo e prazo, seja envolvendo a desestatização do Porto ou outro formato. A BTP (Brasil Terminais Portuários), um dos principais operadores do porto, também voltou a manifestar apoio ao projeto do túnel. "Além de ser a obra mais viável economicamente, o projeto do túnel descarta a criação de uma barreira física no canal de navegação", disse o presidente Ricardo Arten. A ABTP (Associação Brasileira de Terminais Portuários) diz que ainda aguarda pela definição dos projetos para se posicionar. "A aposição, hoje, é clara: vamos aguardar. Se algum deles impactar, vamos ser contrários", explica o diretor-presidente Jesualdo Conceição. Linha-verde tem consenso Se há claras divergências entre ponte e túnel, há consenso com relação a outro projeto, chamado de linha-verde. Anunciada no último mês, a proposta do governo estadual é aliviar o sistema Anchieta-Imigrantes com a criação de uma nova rota logística entre Santos e São Paulo. O chamamento público para a entrega de projetos da iniciativa privada foi aberto em 25 de março. As propostas podem contemplar alternativas com diferentes modais, mesclando rodovia e ferrovia, com conclusão em prazos de seis a oito anos. "É uma alternativa. Já nasceria com uma concessão, mas ainda sem estimativa de valores e de trajeto. Acreditamos que vai ter um forte impacto no transporte, resolvendo problemas hoje crônicos", afirma Octaviano. Ainda não há definição de um traçado, mas a projeção é de que a ligação faça a conexão do rodoanel, na capital, com a margem esquerda do porto. O período para a apresentação de projetos ou estudos vai até o próximo dia 30, contendo a viabilidade técnica e, também, econômica. Para abrigar a alça ferroviária, seria preciso a construção de túneis maiores. Detalhe. O projeto não tem ligação com a ponte entre Santos e Guarujá.

  • Folhapress

    Cidades da Baixada Santista voltam a abrir praias nesta segunda-feira

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Depois de Praia Grande (71 km de SP), as prefeituras de São Vicente (65 km de SP) e Santos (72 km de SP), na Baixada Santista, liberaram praias para prática de atividades físicas a partir desta segunda-feira (12). O acesso à areia e ao mar estava proibido por causa da fase emergencial do Plano SP para conter o avanço do novo coronavírus. Nesta segunda, o estado de São Paulo passa para para a fase vermelha. Em Santos, o decreto publicado no sábado (10) autoriza o acesso às praias exclusivamente para a prática de atividades físicas e esportivas individuais. A Prefeitura de Santos chegou a decretar lockdown recentemente por causa na alta de internações pela Covid-19 e para evitar a presença de turistas. Com o novo decreto, setores de hipermercados e supermercados podem abrir de segunda a domingo, das 6h às 20h. Restaurantes, bares, lanchonetes podem funcionar por delivery, drive-thru e retirada dos produtos, também das 6h às 20h. As feiras livres voltam a funcionar de terça a domingo. A Prefeitura de São Vicente também publicou decreto no sábado (10) liberando a prática de atividades físicas e individuais nas praias. No entanto, continua proibida a colocação de guarda-sol, tenda, cadeira de praia e barracas na faixa de areia, assim como em Santos e Praia Grande. O decreto libera, ainda, atividades religiosas, ao contrário do que determina as regas do governo estadual, gestão João Doria (PSDB) para a fase vermelha. A Prefeitura de São Vicente também flexibilizou o comércio, que poderá abrir em dias alternados divididos por lojas com números pares e ímpares funcionando em dias diferentes. A regra vale, inclusive, aos domingos. A fase vermelha veta a abertura do comércio em geral. Em Praia Grande, praias e espaços públicos estarão liberados para a prática de atividades físicas individuais, das 5h às 9h e das 16h às 20h, também a partir desta segunda. Outras cidades do litoral também flexibilizaram atividades econômicas, contrariando as regras do Plano São Paulo. A Prefeitura Ilhabela (198 km de SP) publicou decreto na quarta (7) liberando funcionamento de bares, restaurantes, áreas comuns dos hotéis, pousadas e albergues, também com limite de pessoas. A venda de bebidas alcoólicas é proibida em qualquer estabelecimento, das 20h às 6h. O decreto autoriza, ainda, o funcionamento de salões de beleza, barbearia, academias e atendimento presencial em lojas de material de construção. Segundo a prefeitura, eles podem funcionar desde que mantenham o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as mesas e cadeiras, e com capacidade de uso dos espaços limitada a 35%. Segue proibida a colocação de mesas, cadeiras e guarda-sol em praias, parques e espaços coletivos que estimulem aglomerações de pessoas. A prática de esportes ao ar livre é permitida apenas individualmente. Por outro lado, neste fim de semana Ilhabela exige que visitantes apresentem teste negativo para Covid-19 do tipo RT-PCR, realizado no máximo 48 horas antes do embarque para a cidade, para conseguir atravessar nas balsas que ligam a ilha a São Sebastião (191 km de SP). Caraguatatuba (173 km de São Paulo) publicou decreto na sexta (9) permitindo a abertura, desde sábado (10), de setores do comércio. Segundo a prefeitura, eles poderão funcionar com capacidade reduzida e seguindo protocolos sanitários. Com isso, estão autorizadas a abertura de imobiliárias, concessionárias, escritórios, lojas, shopping centers, restaurantes, quiosques e similares, salões de beleza e estética, auto escolas, instituições de ensino, academias e estúdios de personal training. Nos shoppings, as áreas comuns devem fazer o controle de fluxo de pessoas, inclusive na praça de alimentação. As lojas de comércio varejista devem realizar atendimento individual com um atendente por cliente. Na Grande São Paulo, Itapecerica da Serra e São Bernardo do Campo já haviam anunciado flexibilizações na última semana. No interior, a cidade de Araraquara (273 km de SP) publicou decreto no sábado (10) autorizando a realização de cultos e missas até terça-feira (13). Segundo o texto, a liberação das celebrações presenciais está condicionada ao cumprimento de exigências sanitárias e ao distanciamento social com ocupação de 30% da capacidade de pessoas sentadas. Entre as exigências nos templos e igrejas está a distância mínima de 3 metros entre pessoas, que todos estejam sentados e proibição do uso de bebedouros coletivos. Na última quinta-feira (8), o STF (Supremo Tribunal Federal) manteve a decisão do ministro Gilmar Mendes de permitir que estados e municípios proíbam a realização de cultos religiosos como forma de conter avanço da pandemia de Covid. O prefeito de Araraquara, Edinho Silva (PT), decretou lockdown em fevereiro, quando o sistema de saúde chegou a ficar perto do colapso. O município suspendeu serviços como transporte público e atendimento presencial em supermercados. Segundo a prefeitura, as medidas sanitárias, exceto os cultos e missas, seguem até terça-feira (13), quando deve haver reavaliação. Em nota enviada sábado (10), o governo Doria disse que a Secretaria de Desenvolvimento Regional conta com a colaboração de todos os 645 municípios de São Paulo para ações de combate ao novo coronavírus e proteção da saúde da população. Segundo o governo, as prefeituras que descumprirem o Plano São Paulo serão notificadas e o Ministério Público será informado para tomada de providências. De acordo com o governo "os decretos estaduais de enfrentamento à pandemia prevalecem sobre normas editadas pelos municípios -- as administrações locais têm autonomia para ampliar as restrições, mas não flexibilizá-las".

  • Reuters

    São Vicente fica sem energia em meio a tremores vulcânicos

    KINGSTOWN, São Vicente e Granadinas (Reuters) - A ilha de São Vicente, no Caribe, foi atingida por mais um evento explosivo do vulcão La Soufrière, no começo deste domingo, que causou cortes de energia e escassez de água em algumas regiões, com nuvens de cinzas cobrindo partes da ilha de Barbados. Após décadas de inatividade, o vulcão entrou em erupção na sexta-feira, gerando escuras nuvens de cinzas cerca de 10 kms no céu e a retirada de milhares de pessoas de suas moradias na ilha.

  • Reuters

    Moradores de São Vicente, no Caribe, acordam com ruas cobertas de cinzas e estrondos do vulcão

    KINGSTOWN, São Vicente e Granadinas (Reuters) - Moradores da ilha caribenha de São Vicente acordaram neste sábado com os estrondos do vulcão La Soufrière, que entrou em erupção no dia anterior, e com uma fina camada de cinzas cobrindo telhados, carros e ruas. Após décadas de inatividade, o vulcão entrou em erupção na sexta-feira, lançando nuvens escuras de cinzas a cerca de 10 kms no ar e gerando a retirada de alguns moradores da região.

  • Folhapress

    Praia Grande libera atividades físicas na praia em dois horários

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de Praia Grande (71 km de SP) anunciou a reabertura, a partir de segunda-feira (12), de praias e espaços públicos para a prática de atividades físicas individuais, das 5h às 9h e das 16h às 20h. O decreto municipal com as regras foi publicado na sexta (9), após a reclassificação do estado da fase emergencial para a vermelha do Plano São Paulo pelo governo João Doria (PSDB), e vale até o próximo dia 18. Apesar da liberação das praias para atividades físicas, a prefeitura disse que está expressamente proibida a colocação de guarda-sol e cadeiras na areia e espaços públicos. Também continua proibido o consumo de alimentos e bebidas em locais públicos, como praças, parques, jardins, orla e praias. O acesso às praias paulistas foi vetado no meio do mês passado, após a fase emergencial no estado ser decretada. Cidades da Baixada Santista, inclusive, bloquearam o uso de calçadões. O da Praia Grande foi fechado com fitas. Por causa do aumento no número de casos e internações por Covid-19 e a implantação do megraferiado na cidade de São Paulo, os municípios do litoral sul paulista chegaram a decretar lockdown para tentar coibir a presença de turistas. Outra medida anunciada pela gestão Rachel Chini (PSDB) é que os ambulantes passam a ter permissão excepcional para a comercialização de alimentos em local distante até 300 metros da sua residência, desde que não prejudiquem a propriedade alheia e o trânsito no local. O consumo no local está proibido. Para os comércios considerados não essenciais, continua valendo a regra de atendimento apenas por delivery, drive thru e retirada. Já as feiras livres têm permissão para funcionar, das 6h às 13h, com distanciamento de 2 metros entre as barracas e limite de quatro funcionários para cada uma. As aulas e atividades letivas presenciais da rede pública municipal permanecem suspensas até 23 de abril. No entanto, estão autorizados a funcionar, a partir de 12 de abril, os estabelecimentos privados de educação infantil, ensino fundamental, médio e de educação profissionalizante, seguindo as regras e protocolos sanitários.

  • AFP

    Vulcão provoca cortes de luz e água em São Vicente e Granadinas

    Vários pontos da ilha de São Vicente, no arquipélago de São Vicente e Granadinas, ficaram sem luz na madrugada deste domingo (11), após o registro de novas explosões do vulcão La Soufriere, que voltou à atividade após mais de quatro décadas.

  • Folhapress

    Pegadinha com manequim na areia vira caso de polícia na Praia Grande

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um dia após a decretação de um lockdown na Praia Grande (71 km de SP), iniciado em 23 de março, um suspeito resolveu fazer uma brincadeira com a GCM (Guarda Civil Municipal), colocando um manequim, vestido com roupas femininas, na faixa de areia do bairro Caiçara. Na ocasião, estava proibido circular pelas praias de toda a Baixada Santista, com o intuito de frear infecções e mortes provocadas pela Covid-19. O suspeito, já identificado e levado ao 1º DP da cidade, registrou com um celular o momento em que uma viatura da guarda se aproxima do manequim, chamado pelo homem de "Judite." Segundo as imagens, o guarda que dirige a viatura se aproxima do boneco, em frente ao qual permanece cerca de um minuto. Após isso, o GCM sai do local, se despedindo do manequim com um aceno de mão, provocando risos no homem que registra a cena. Com base em câmeras de monitoramento, a Seasp (Secretaria de Assuntos de Segurança Pública), conseguiu identificar o suspeito, de 29 anos, além de constatar que ele deixou o manequim na faixa de areia no dia 24 de março, por volta das 6h. Com essas informações, a pasta formalizou a denúncia do caso no 1º DP da cidade, na terça-feira (6). Além do caso do manequim, a secretaria também conseguiu identificar um homem que aparece, em um registro em vídeo, derrubando as barreiras que impediam o acesso à faixa de areia em uma praia da cidade. Ele também foi indiciado pela Polícia Civil. "No caso do manequim, localizamos imagens do momento em que um rapaz entra na praia com o boneco e pouco tempo depois conseguimos identificá-lo. No outro caso, denúncias foram feitas às equipes da GCM, incluindo imagens do homem, levando também a sua identificação. Esta semana, com relatórios detalhados, os casos foram oficialmente à Polícia Civil, que já está tomando as medidas legais", explicou Maurício Vieira Izumi, secretário de Assuntos de Segurança da Praia Grande, por meio de sua assessoria de imprensa. O delegado titular do 1º DP da Praia Grande, Flávio Magário, autuou o suspeito de colocar o manequim na praia pelo crime de infração de medida sanitária preventiva e falso alarme. "Ainda que ele não pretendesse infringir a medida imposta, mas sim 'fazer graça", e com isso, empenhar uma viatura da GCM que está à disposição do munícipe para atender uma brincadeira, é inacreditável que em um momento de tamanha consternação pela perda de várias vidas inocentes, de pessoas aguardando a vacina, uma pessoa decida fazer piada com a vida alheia", afirmou o policial, por escrito. Em depoimento, o homem que teria colocado o manequim na praia argumentou que queria fazer um protesto contra o governador João Doria (PSDB), afirmando "respeitar a GCM e as polícias". Nenhum defensor dele foi localizado até a publicação deste texto. O suspeito de arrancar a barreira no calçadão foi ouvido pelo 3º DP da cidade do litoral, na tarde desta quarta-feira (7). Ele foi autuado pelos crimes de infração de medida sanitária preventiva e dano qualificado. A defesa dele também não foi localizada.

  • Yahoo Vida e Estilo

    Pai de Yudi Tamashiro é enterrado em São Vicente

    Nelson morreu em decorrência das complicações da Covid-19

  • Canaltech

    COVID-19 | Butantan testa tratamento com plasma em Santos e Araraquara

    O tratamento com plasma consiste na transferência de anticorpos de uma pessoa que já teve a COVID-19 para uma outra pessoa, que por sua vez se encontra infectada. Homens de 16 a 69 anos que tiveram a doença podem doar plasma em hemocentros participantes