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Sorocaba | Últimas notícias do interior de SP

  • motor1

    Toyota Etios sairá de linha para dar lugar ao Corolla Cross em Sorocaba (SP)

    Marca não renovou contrato de pedido de componentes do compacto junto aos fornecedores

  • Folhapress

    Escolas particulares reabrem em Sorocaba com alunos de máscara e álcool em gel na mochila

    SOROCABA, SP (FOLHAPRESS) - Depois de quase seis meses fechadas, parte das escolas particulares de Sorocaba voltou a funcionar nesta terça (8). De máscara e frasco de álcool em gel na mochila escolar, as crianças voltaram aos colégios e conheceram um novo ambiente. Antes de entrar, todos tinham a temperatura medida e só alunos e funcionários são permitidos dentro da escola. O governador João Doria liberou a reabertura das escolas para atividades de reforço e acolhimento a partir desta terça em cidades que estivessem há mais de 28 dias na fase amarela. Elas só podem funcionar com até 35% dos alunos. A maioria das cidades paulistas, no entanto, optou por não retomar as aulas presenciais nessa data. Além de Sorocaba, outras quatro cidades publicaram decretos liberarando a reabertura das escolas, mas sem incluir as unidades da rede municipal. Segundo a Secretaria Estadual de Educação, 128 dos 645 municípios paulistas - menos de 20% - decidiram pela retomada a partir desta terça. As atividades presenciais não podem ser obrigatórias e só devem ocorrer após consulta aos pais. "Foi pela vontade dela de ver os amigos que eu decidi que ela voltaria para a escola nesse primeiro momento. Além de que ela já não estava mais isolada em casa, sempre brincava com os vizinhos", disse a delegada Ana Paula Saribe, 39, mãe de uma aluna de 5 anos. Pelo convívio com outras crianças durante a pandemia, Saribe disse acreditar que a menina já está bem adaptada ao uso de máscara e manter o distanciamento dos colegas. Como teve de trabalhar presencialmente durante todo o período de suspensão das aulas, Saribe também disse que a reabertura da escola permite que a filha receba um acompanhamento mais adequado. "Minha motorista foi quem virou a professora dela, era quem acompanhava as aulas virtuais com ela." A médica Ana Carolina Swensson, 43, também não parou de trabalhar presencialmente, por isso, optou por fazer parte do primeiro grupo de pais a enviar os filhos para a escola. "Meu marido também é médico e a gente se revezava no cuidado das meninas, mas elas estavam sentindo muita falta do ambiente escolar". Mãe de dois alunos de 4 e 6 anos de idade, Swensson disse que a retomada é importante para as crianças nesse momento. "Qual recado estamos passando aos nossos filhos ao dizer que podemos ir ao shopping e restaurantes, mas não para a escola?" Para a volta às aulas presenciais, o colégio Uirapuru consultou os pais para saber quantos tinham interesse em enviar os filhos. Dos cerca de 1.900 alunos, um terço optou pelo retorno. Nesta terça, só voltaram as crianças da educação infantil (dos 0 aos 5 anos) e dos anos iniciais do ensino fundamental (do 1o ao 5o ano). "A volta é opcional para os alunos, mas não para os professores e funcionários. A não ser, claro, aqueles que são do grupo de risco e vão permanecer em casa", disse Arthur Fonseca, diretor do colégio. Além da medição da temperatura dos alunos na entrada, os pais também tiveram que preencher uma ficha em que informavam se a criança teve algum sintoma relacionado ao coronavírus nos últimos dias. Apenas funcionários e estudantes podem entrar na escola. Depois que entram na unidade, as crianças tiram os sapatos para ficar em sala de aula. O colégio pediu para que os pais enviassem chinelos ou meias extras. O colégio também orientou aos pais para que enviassem os filhos com máscaras brancas, sem desenhos. A medida é para evitar que as crianças queiram trocar o equipamento com os colegas. Além da máscara branca, as crianças também tiveram de levar outras duas unidades, uma preta e outra cinza. Para que fossem trocadas a cada duas horas. "Eles explicaram que as cores diferentes são para que os professores possam controlar se houve mesmo a troca", contou Lúcia Nakano, 47, mãe de uma aluna de 10 anos. Nas salas de aulas, todas as janelas e portas devem ficar abertas durante todo o tempo, as carteiras também foram organizadas para que as crianças fiquem a 1,5 metros de distância uma das outras. O colégio também reduziu o tamanho das turmas. Nas séries de pré-escola (dos 4 e 5 anos), as salas de 20 alunos estão recebendo cerca de 7 crianças. No ensino fundamental, havia cerca de 12 a 15 por turma. Nessas séries avançadas, os professores trabalham com uma câmera de vídeo ligada para transmitir a aula presencial para aqueles estudantes que permanecem em casa. O procedimento será adotado nas próximas semanas para as demais turmas, de anos finais do ensino fundamental e médio.

  • Yahoo Notícias

    #Verificamos: É falso que Porto Feliz não teve mortes por Covid-19 após adotar protocolo com hidroxicloroquina

    A Agência Lupa checou a informação falsa que corria nas redes sociais de que Porto Feliz (SP) não teve óbitos ou pacientes entubados com Covid-19

  • Folhapress

    Nova rota de trem turístico entre Salto e Itu iniciará operações em dezembro

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Quinze anos após o início do projeto do Trem Republicano, a rota ferroviária entre Salto e Itu, no interior de São Paulo, entrará em operação a partir de dezembro. Depois de tentar obter uma locomotiva para operar por conta própria –o que gerou até embate com Ribeirão Preto–, o consórcio intermunicipal do trem decidiu publicar um edital de concorrência para concessão da ferrovia entre as duas cidades por 15 anos. Ambas são estâncias turísticas. A vencedora foi a Serra Verde Express, que já opera o trecho entre Curitiba e Morretes, na serra do mar paranaense, um dos roteiros ferroviários mais visitados por turistas no país. O contrato será assinado na tarde desta terça-feira (4), em Salto. A operação, segundo o diretor-presidente da Serra Verde, Adonai Aires de Arruda, será exclusivamente turística e a previsão é de circulação diária, com duas viagens em dias úteis e três aos finais de semana. A rota entre os dois municípios tem 7,6 quilômetros em cada trecho, percorrido em 45 minutos de viagem. O empresário afirmou que a empresa se interessou pelo mercado paulista pelo fato de o estado ser o pulmão da economia do país e ter forte vocação para o turismo ferroviário. A locomotiva que vai operar o trecho será composta por três vagões –sendo um carro boutique, um turístico e um econômico, que transportarão até 136 passageiros por viagem. Arruda afirmou ainda que um trecho de cerca de 500 m que está em obras tem previsão de finalização em 10 de outubro e, em seguida, passará por vistoria da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). Depois, o trem iniciará as etapas de testes. “Se tudo correr como planejado já teremos o trem operando no mês de dezembro”, afirmou. Segundo o consórcio, a ideia do Trem Republicano surgiu em 2005, a partir de um seminário ocorrido no Rio de Janeiro, e dois anos depois foi conquistada a primeira vitória, quando a rodovia Engenheiro Herculano Godoy Passos foi construída deixando uma passagem sob ela para o trem. O consórcio foi criado oficialmente em 2008, quando as prefeituras conseguem verba de R$ 4 milhões do Ministério do Turismo para a sua execução. Em 2010, o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) concedeu os trilhos para a execução de sete quilômetros de ferrovia, ligando as duas estações ferroviárias. Uma empresa chegou a construir dois quilômetros dos sete entre as duas cidades, mas as obras pararam em 2012 devido ao atraso no repasse da verba federal e a contratada desistiu do projeto. Já em 2014, uma nova licitação foi feita para contratar outra empresa e, no mesmo ano, começaram as reformas das duas estações ferroviárias. Uma nova paralisação ocorreu em 2016, com a falta de novos repasses financeiros, e a construção foi retomada em 2018. Agora, se não houver nenhum percalço, a temporada de verão será marcada nas duas cidades turísticas pela nova operação ferroviária, que se soma às já existentes no interior, como o Trem de Guararema e a maria-fumaça Campinas-Jaguariúna.

  • Folhapress

    Operação acaba com festa clandestina onde estavam quase mil pessoas em Sorocaba

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Após uma denúncia do Ministério Público Estadual, a Polícia Militar, a GCM (Guarda Civil Metropolitana) e a Prefeitura de Sorocaba realizaram, por volta das 23h desta quarta-feira (10), uma operação conjunta para acabar com uma festa clandestina em uma chácara da zona norte da cidade. De acordo com a GCM, aproximadamente mil adolescentes e jovens estavam no local e não usavam máscaras de proteção. Com a chegada das equipes, alguns participantes da festa fugiram pela mata nas imediações da chácara. Um rapaz de 23 anos, que se apresentou como um dos organizadores, foi levado à delegacia por descumprimento à quarentena e isolamento social, que coloca em risco a saúde pública. Ele foi autuado pelo crime de desobediência, além de ser multado pela prefeitura em R$ 6 mil por conta da realização de evento irregular. Outras duas pessoas foram detidas por tráfico de drogas. Com elas, foram apreendidos 20 litros de lança-perfume. No local, a polícia também apreendeu grande quantidade de bebidas alcoólicas. Segundo o chefe do Departamento de Comunicação da Guarda Civil Metropolitana de Sorocaba, GCM Ricardo Augusto Armenio, são muitas as denúncias de festas clandestinas neste período de quarentena. "Os pancadões ocorrem especialmente nos finais de semana. Desta vez, a festa aconteceu no meio da semana por conta do feriado. A grande maioria, cerca de 80%, ocorrem nos bairros da zona norte da cidade", explica o GCM Armenio.

  • LANCE!

    Oberdan Cattani é eleito maior nome do esporte em Sorocaba

    Em enquete, ídolo do Palmeiras deixou para trás nomes como Djalma e Falcão, e ficou com 49,63% dos votos; ele venceu inúmeros títulos pelo alviverde, entre eles a Copa Rio de 51

  • Folhapress

    Igrejas evangélicas de Itu adotam sistemas drive-thru e drive-in para atender fiéis

    RIBEIRÃO PRETO, SP (FOLHAPRESS) - Sem poderem realizar cultos em seus templos devido às restrições impostas pela quarentena por conta da pandemia do novo coronavírus, igrejas evangélicas de Itu, no interior paulista, apelaram neste domingo (3) a celebrações com atividades drive-thru e drive-in, para manterem os fiéis unidos. À tarde, a igreja DNA fez sua celebração drive-in, com os fiéis dentro de seus carros, no estacionamento do ginásio Prudente de Moraes, ao lado do estádio Novelli Junior, num local que comporta 180 veículos. Nos principais momentos da celebração, as falas do pastor Rafael Durso eram recebidas com buzinaço e acompanhadas de dentro de alguns dos veículos pelas redes sociais da igreja, que exibiam a mensagem "permaneça no carro". Buzinas foram ouvidas, por exemplo, quando o religioso disse que Jesus era mais forte que o coronavírus, principal assunto global atualmente, e quando afirmou que Cristo amava todas as pessoas e poderia mudar a história de cada um. "Chega de buzinar, vocês estão me matando, minha voz está indo embora", disse em determinado momento o pastor, rindo. A celebração durou pouco menos de uma hora e quarenta minutos. A igreja estuda fazer novo culto no mesmo local na próxima semana.Até este sábado (2),Itu contabilizava três mortes provocadas pela Covid-19, com 22 casos confirmados da doença, segundo a Secretaria da Saúde do município.Durante a manhã, foi a vez de a Comunidade Família Cristã realizar atividades com veículos na cidade, mas desta vez no sistema drive-thru. Os fiéis passavam com suas famílias dentro dos carros pela rua em que os pastores e voluntários da igreja estavam e eram abençoados sem sair de seus veículos.A igreja fez o culto sem público, mas com transmissão online, e, em seguida, pastores e voluntários com máscaras foram para a rua para abençoar os fiéis, que deixaram suas casas para passar pelo local. Tendas para proteger os religiosos do sol foram montadas numa área gramada e os pastores se dirigiam até os veículos conforme eles chegavam ao lugar. A ação foi feita por cerca de duas horas e reuniu fiéis que passavam nos carros e gritavam frases como "Deus abençoe". Sistemas alternativos adotados pelas igrejas evangélicas também têm sido utilizados por igrejas católicas em celebrações como a de Domingo de Ramos e a Páscoa. No lugar das tradicionais celebrações, foram utilizados helicópteros e carreatas no Domingo de Ramos, marco inicial da Semana Santa, em que os católicos revivem o chamado tríduo pascal, que envolve a paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.O formato foi a aposta das igrejas para manter a tradição católica. Na Páscoa, católicos relataram passar por uma semana de vazio existencial e ritos pela internet.Decreto do governador João Doria (PSDB) prevê a quarentena em todo o estado ao menos até o próximo domingo (10), o que impede a abertura de igrejas -apesar de algumas localidades terem, por conta própria , permitido a abertura. Novas medidas sobre o combate à pandemia, liberando atividades ou não, devem ser anunciadas nesta semana pelo estado.

  • Agência Brasil

    Tremor de magnitude 2 é registrado em São Roque, no interior de SP

    Um tremor de magnitude 2 atingiu a cidade de São Roque, no interior de São Paulo, por volta das 23h55 de ontem (17). A confirmação foi feita hoje (18) pelo Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo (USP) e também pelo Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB). Moradores da região relataram nas redes sociais terem sentido o tremor.O epicentro, segundo o Centro de Sismologia, se localizou a 6 quilômetros (km) do centro de São Roque, a 9 km da cidade de Mairinque, a 10 km de Vargem Grande e a 12 km de Ibiúna. O Centro de Sismologia informou que tremores muito pequenos são relativamente comuns no Brasil e podem ocorrer em qualquer lugar. “Normalmente [esses tremores] não trazem nenhum perigo a não ser um pouco de susto à população”, informa o órgão. “Não é possível saber a natureza ou a causa destes pequenos abalos. Normalmente são causados por pressões geológicas naturais presentes na crosta terrestre”.O último sismo registrado anteriormente na região ocorreu no dia 16 de março de 2016, na cidade de Mairinque, com magnitude de 2.2.

  • Yahoo Notícias

    #Verificamos: Vídeo que mostra idosa sendo imobilizada por guarda municipal em Sorocaba é antigo

    Vídeo é antigo e é usado fora de contexto para criticar as ações do governo paulista no combate à Covid-19

  • Folhapress

    Fábrica de Itu usa matéria-prima de colchões para produzir máscaras e doar

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Faz 53 anos que José Carlos Christofoletti, 77, o seu Zito, começou a produzir colchões e a vender de porta em porta com uma carroça puxada pelo cavalo Periquito. Ao longo destas mais de cinco décadas, sua fábrica, a ApoloSpuma, tornou-se uma das dez maiores do segmento no país e já passou por muito aperto, de altas repentinas do dólar a incêndios, mas jamais viveu algo tão grave quanto esta crise do coronavírus. Ele acompanha por telefone as decisões dos filhos para dar conta de um cenário em que os clientes, tanto no mercado interno quanto nos países para os quais exportam, pararam de comprar. Com as lojas e as fronteiras fechadas, tiveram de interromper a produção dos 3.000 colchões por dia. A expectativa, a partir da análise do mercado internacional, inclusive de fábricas de colchões da China, o primeiro país a sofrer com o coronavírus, é de que a recuperação será gradual e só virá a longo prazo. Foi então que seu Zito, ligado nos noticiários que alertam sobre a escassez de suprimentos para a prevenção da doença, teve uma ideia: usar o TNT, que serve como matéria-prima na fabricação dos colchões, para produzir máscaras e doar para prefeituras, hospitais, asilos, abrigos e outras entidades. Para isso, a ApoloSpuma consultou as diretrizes da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e do Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia), que, diante da atual pandemia, suspenderam por 12 meses a necessidade de certificação para luvas e máscaras. Medidas de segurança foram adotadas na fábrica, como turnos, distribuição de álcool em gel e marcações no piso para a distância mínima entre os profissionais; todos utilizam máscaras. Dos 350 funcionários, há sete produzindo colchões, também para doação aos hospitais, especialmente para as UTIs, e 15 costureiras fazendo as máscaras --o restante está em férias coletivas. A produção de máscaras começou no dia 26 de março, com 500 unidades diárias e, em uma semana, com a prática, passou a 4.000. A prioridade é a doação, mas, se houver sobra, analisa-se a possibilidade de venda para empresas privadas. Diante do tamanho do impacto do coronavírus no mercado, não há, no entanto, como vislumbrar lucro com as máscaras ou mesmo redução de prejuízo. "Nada se assemelha ao que estamos vivendo hoje. Nas outras crises, podíamos pensar em como solucionar os problemas e isso trazia entusiasmo. Nesta luta de agora, todos nos sentimos desarmados e isso aumenta a angústia, mas vamos aprender a superar essa dificuldade", afirma seu Zito. Além de acompanhar aflito as notícias sobre infectados e de se preocupar com o negócio, ele lamenta não poder ir à fábrica, o que fazia diariamente antes da quarentena. A ideia de produzir as máscaras trouxe luz para esses dias sombrios. "Nossa intenção é ajudar a comunidade e inspirar outras empresas a fazer o mesmo. Esta crise tem que ensinar a todos a dar mais valor à vida e a ter mais responsabilidade. Além de ter muita fé. Deus ajuda, mas também temos que fazer a nossa parte", diz seu Zito, que é católico e também está sentindo falta das missas.

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