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Sustentabilidade ambiental | Notícias do Meio Ambiente

Vídeo: Notícias do Meio ambiente

Mergulhador nada em um mar de 'agulhas de gelo'

Um mergulhador enfrentou temperaturas congelantes para gravar um estranho fenômeno natural no lago Baikal, na Rússia, considerado o lago mais profundo do mundo.
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  • O Globo

    PF e Exército seguem nesta terça-feira para Terra Indígena Yanomami após ataque de garimpeiros

    Entidade diz que ao menos três invasores foram mortos no confronto e um índio foi ferido de raspão

  • Kameraone

    Mergulhador nada em um mar de 'agulhas de gelo'

    Um mergulhador enfrentou temperaturas congelantes para gravar um estranho fenômeno natural no lago Baikal, na Rússia, considerado o lago mais profundo do mundo.

  • Extra

    Garimpeiros e indígena são baleados durante confronto em terra yanomami, diz entidade

    RIO - Um conflito armado entre garimpeiros e indígenas deixou ao menos cinco pessoas feridas na...

  • Agência Brasil

    SP: Polícia Ambiental e MP fazem operação contra queimadas no estado

    Uma operação deflagrada hoje (10) pelo Ministério Público e a Polícia Ambiental de São Paulo faz vistorias em áreas mais vulneráveis para a ocorrência de queimadas e de incêndios florestais no estado paulista. Segundo os órgãos, a Operação Huracán tem caráter preventivo e ocorre nesse momento de maior estiagem no estado, em que há mais risco para a ocorrência de queimadas e incêndios. A Operação Huracán ocorre até a próxima quarta-feira (12). Durante a operação, membros do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema) e da Polícia Ambiental estão visitando unidades de conservação, áreas de preservação permanente, reservas legais, áreas especialmente protegidas e faixas de domínio de rodovias. O objetivo da operação é analisar os planos preventivos contra incêndio e fiscalizar usinas e áreas de plantio de cana, principalmente as regiões com histórico de incêndios e de maior vulnerabilidade. Entre as ações previstas na operação estão a orientação dos proprietários e produtores rurais sobre as medidas de prevenção. O nome da operação, segundo os órgãos, foi uma homenagem ao deus maia Huracán, responsável pelos ventos, as tempestades e o fogo.

  • Bloomberg

    UE foca em reduzir poluição do ar e das águas em ‘Green Deal’

    (Bloomberg) -- A União Europeia quer acelerar medidas para reduzir a poluição de setores como indústria e agricultura como parte da maior reforma econômica do bloco até hoje.O objetivo é eliminar a contaminação até 2050, reduzindo a poluição a níveis que não sejam mais prejudiciais à saúde ou aos ecossistemas naturais, de acordo com documentos da Comissão Europeia vistos pela Bloomberg News.A UE planeja usar seu programa de recuperação para ajudar a direcionar a economia para bens e serviços mais limpos, com menos emissão de poluentes que possam causar doenças como câncer e derrames, ameaçar a biodiversidade e contribuir para a extinção em massa de espécies. A comissão deve divulgar as propostas na quarta-feira.“Agora é a hora de sermos ambiciosos, de cumprirmos as aspirações legítimas das pessoas para que sua saúde, meio ambiente e meios de subsistência sejam protegidos e de fazer as pazes com nosso planeta”, disse a comissão na minuta da estratégia.O combate à poluição faz parte do chamado Green Deal da UE, uma iniciativa sem precedentes para transformar a economia europeia eliminando gases de efeito de estufa até meados do século.Como parte do novo roteiro, a UE pretende reduzir as mortes prematuras devido à poluição atmosférica em mais de 55% até 2030 e diminuir em quase um terço o número de pessoas com problemas crônicos em razão do ruído dos meios de transporte. Também quer reduzir pela metade o uso de pesticidas químicos e a venda de antimicrobianos para a criação de animais na aquicultura.A estratégia visa a redução de 50% da quantidade de plástico no mar e um corte de 30% do volume de microplásticos liberados, também até o final da década.“Embora as medidas de lockdown para combater a pandemia de Covid-19 tenham deixado o ar e águas temporariamente mais limpos e reduzido o ruído em muitos lugares, desacelerar todas as atividades econômicas não é a forma como a UE imagina seu próprio caminho e o caminho do mundo rumo à poluição zero”, afirma o documento. “Em vez disso, a UE pode sustentar a prosperidade enquanto transforma os modos de produção e consumo e direciona os investimentos rumo à poluição zero.”Como parte da estratégia, a UE planeja mostrar e recompensar as cidades e regiões com melhor desempenho, ao mesmo tempo em que propõe regras para prevenir a poluição na fonte, incluindo, se necessário, por meio de tributação. Também terá como objetivo garantir que, até 2030, 75% dos solos estejam saudáveis, segundo um dos documentos.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2021 Bloomberg L.P.

  • O Globo

    ‘Bolsonaro tem que fazer dever de casa ambiental’, diz Elizabeth Kolbert

    Em novo livro, jornalista que descreveu extinção no planeta alerta para os efeitos das mudanças climáticas

  • Folhapress

    Quem é o artista indígena que levou a cosmologia e a luta macuxi para os museus

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O jenipapo tomou conta da galeria Millan, em São Paulo, numa exposição durante a pandemia. Nas 60 obras que o artista Jaider Esbell apresentou em "Ruku", o cerne era essa planta fundamental para a cosmologia macuxi. Ela está na série "Jenipapal", de 2020, formada por grandes tecidos pintados com a tinta natural da planta. E sua árvore aparece carregada de frutos na pintura de fundo preto "A Descida do Pajé Jenipapo do Reino da Medicina". "É um trabalho que pressupõe um compromisso maior com a coletividade, com o movimento indígena, que envolve o direito à terra e passa por todos os ambientes que a gente possa usufruir como cidadão", diz o artista em entrevista à Folha de S.Paulo durante o confinamento. Esbell participa da Bienal de São Paulo deste ano e faz parte de uma geração de indígenas que entraram no circuito de arte recentemente, ao lado de nomes como Denilson Baniwa e Isael Maxakali. Sua trajetória já era política antes de ele se inserir no mercado de arte. A começar por onde nasceu, a terra indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima -a demarcação do território, feita em 2005, é um dos casos mais emblemáticos do país. Ele se mudou para Boa Vista aos 18 anos, quando já havia participado da articulação de povos indígenas e de movimentos sociais. "O 'artivismo' nada mais é do que fazer essa agitação, essa política e comunicação cada vez mais definidas dentro do argumento artístico. É essa necessidade. Entendemos a arte como uma ferramenta politica", diz o artista plástico sobre o termo que direciona seu trabalho. Aos 42 anos, ele afirma que, além do ponto central que a planta representa para a cosmologia de seu povo, ele também buscava mostrar uma capacidade de comunicação, fosse por meio do texto curatorial ou da própria seleção das obras e como elas eram exibidas no espaço. Jaider já apresentou textualmente seu trabalho em obras literárias, caso de "Terreiro de Makunaima - Mitos, Lendas e Estórias em Vivências", de 2010, em que fala sobre o Macunaíma que é um dos filhos do sol na cultura macuxi e está distante do herói de Mário de Andrade. Desta vez, ele conta ter buscado a dobradinha de um trabalho "extremamente colorido" e outro "não tão colorido, que traz fases elementares da nossa relação com as ideias de arte e de espiritualidade". "O jenipapo é uma planta completa, que vem antes da nossa formação enquanto humanidade e nos acompanha, servindo suas tecnologias para o nosso bem-estar." As pinturas extremamente coloridas, que parecem quase rendadas num fundo preto, são justamente de sua série para a Bienal, "A Guerra dos Kanaimés", espíritos temidos e poderosos que concentram conhecimento sobre plantas e animais. Ele evoca, nessas obras, conflitos atuais vividos pelos que moram em Normandia, cidade onde está localizado a terra indígena onde nasceu. As reivindicações do direito à terra também nortearam a performance "Carta dos Povos Indígenas ao Capitalismo", que fez em Genebra, em 2019. O indígena entregou uma carta em que defendia uma vida digna a todos os seres ao banco UBS. Além da exposição na galeria Millan, sua primeira individual em São Paulo, Jaider Esbell também apresentou suas obras na mostra de arte indígena "Véxoa - Nós Sabemos", na Pinacoteca, e organizou "Moquém - Surarî Arte Indígena Contemporânea", exposição do Museu de Arte Moderna de São Paulo, o MAM, que foi adiada em função da pandemia de coronavírus. Nela, Esbell reúne mais de 50 artistas e coletivos para apresentar um panorama da produção indígena pelo país -que já tem um quadro geral diverso, com mais de 250 povos com 150 línguas diferentes. Essa movimentação de nomes de povos originários não é exclusivo das artes visuais. No cinema, há uma série de filmes centrados nessas populações feitos nos últimos anos, como a "A Febre", de Maya Da-Rin, e "Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos", de Renée Nader Messora e João Salaviza. David Kopenawa, um dos autores do livro "A Queda do Céu", também assinou o roteiro do filme "A Última Floresta", que foi ao Festival de Berlim, junto com o diretor Luiz Bolognesi. O espaço que essa geração de artistas contemporâneos tem ocupado nos museus e galerias, inclusive, não são passageiras na visão do artista. "Acredito que as coisas estejam acontecendo no tempo certo, na medida certa e, aos poucos, isso está se consolidando. As instituições vão entender que a gente vêm para ficar, e que não somos um modismo."

  • Olhar Digital

    Cientistas criam máquina para refazer geleiras no Polo Norte

    Um grupo de pesquisadores da universidade de Bangor, no Reino Unido, criaram um protótipo de máquina que pode refazer geleiras no Polo Norte.

  • Olhar Digital

    DNA de 175 anos de idade ajuda a identificar primeiro marinheiro de naufrágio de expedição ao Ártico

    Usando um DNA de 175 anos de idade, pesquisadores conseguiram, pela primeira vez, dar um rosto a um marinheiro de uma antiga expedição.

  • Folhapress

    Mortes ocorreram em 12 pontos do Jacarezinho; homem foi achado em cadeira de plástico e sem arma

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Os registros de ocorrências das 27 mortes de civis na quinta-feira (6) durante a operação na favela do Jacarezinho, zona norte do Rio de Janeiro, mostram que elas ocorreram em 12 pontos distintos da comunidade. Os documentos indicam o envolvimento de 29 policiais nos homicídios sob investigação. Uma das ocorrências que mais chamaram a atenção de defensores públicos e membros de entidades de direitos humanos ocorreu sem a apreensão de qualquer arma. Trata-se de um homem encontrado numa cadeira de plástico num beco da favela. De acordo com o registro de ocorrência deste caso, a vítima, ainda não identificada, foi encontrada por dois policiais após a troca de tiros. O resumo da ocorrência indica que os agentes avistaram "um elemento com ferimentos de arma de fogo sentado em uma cadeira, o qual socorreu para o Hospital Municipal Souza Aguiar". Não há descrição de nenhuma arma apreendida no local. A Defensoria Pública apontou que a retirada do corpo da área do crime impediu a realização de perícia de local para auxiliar nas investigações do caso. A reportagem teve acesso aos 12 registros, mas não ao depoimento dos policiais que detalham as ocorrências. A Polícia Civil não divulgou os documentos. Esta foi a operação mais letal da história do Rio de Janeiro, deixando 28 mortos --além dos 27 civis, um policial também foi morto. A ação teve como alvos 21 réus sob acusação de associação ao tráfico. A denúncia contra eles tem como base fotos publicadas em redes sociais em que aparecem armados. Apenas três dos mortos eram alvos dos mandados de prisão expedidos pela Justiça. Outros três foram presos, segundo a polícia. Os registros na Divisão de Homicídios foram feitos entre as 15h e as 21h de quinta. A maior parte depois do chefe do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa, delegado Roberto Cardoso, dizer que "não houve execução" nas ocorrências. O confronto mais letal, de acordo com os documentos, vitimou sete pessoas. Não há detalhes sobre a troca de tiros no campo para resumo do fato. A ocorrência envolveu oito policiais. O mesmo ocorre na descrição da morte de outros seis homens pela polícia. Neste caso, o resumo informa apenas que os homicídios ocorreram na Travessa Santa Laura, envolvendo três agentes. Há três registros de ocorrência que descrevem mortes dentro de residências. Numa, onde dois homens foram mortos, os dois policiais relataram que houve o lançamento de uma granada que não detonou. Um homem também foi preso nesta ação. Um homem identificado como Omar Pereira da Silva foi morto dentro de uma casa num local chamado de "beco da Síria". O policial envolvido no caso afirma que ele atirou de dentro do imóvel. A sogra dele diz que ele estava baleado no pé, mas policiais atiraram nele em frente a um colega e à mãe desse colega. "Eu estava do lado de fora com minha filha pedindo socorro", afirmou. Em outro local, a polícia afirma que dois homens foram mortos após coagir uma família. Houve troca de tiros, segundo os dois agentes envolvidos na ocorrência. As mortes dentro de residências também foram um dos focos de queixa da Defensoria Pública sobre ausência de preservação do local do crime para perícia. De acordo com os registros, apenas a morte no chamado "beco da Síria" contou com análise de peritos após o crime. Entre os 12 registros, há menção de perícia de local em apenas 2 ocorrências. Em todos os casos, à exceção do homem encontrado morto na cadeira de plástico, houve apreensão de armas ou explosivos em número igual ou maior ao de vítimas. No total, foram apreendidos cinco fuzis, 16 pistolas, uma submetralhadora, duas espingardas e seis granadas nessas ocorrências. O montante representa quase a totalidade do armamento apresentado como resultado da operação pela Polícia Civil. A polícia nega que tenha ocorrido irregularidades nas mortes provocadas por seus agentes. Afirma que todos atuaram em legítima de defesa. O Ministério Público do Rio de Janeiro afirmou que realiza uma investigação independente para esclarecer as mortes no Jacarezinho. "Desde o conhecimento das primeiras notícias referentes à operação, o MP-RJ vem adotando todas as medidas para verificação das circunstâncias em que ocorreram as mortes. Ainda ontem, o MP-RJ se dirigiu à comunidade do Jacarezinho, por meio de três promotores de Justiça e três estruturas próprias distintas: o Grupo Temático Temporário (GTT) - Operações Policiais (ADPF 635-STF), a Coordenadoria-Geral de Segurança Pública e a Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ)", afirmou a Promotoria, em nota.