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Sustentabilidade ambiental | Notícias do Meio Ambiente

Vídeo: Notícias do Meio ambiente

Homem escala ponte para remover gelo dos cabos

Uma frente fria causou transtornos na cidade de Vladivostok, na Rússia. Após uma chuva causar a formação de blocos de gelo nos cabos da famosa Ponte Russky, a estrutura precisou ser fechada ao tráfego. Para liberar a passagem, alpinistas tiveram que escalar a ponte e remover manualmente os blocos de gelo. Um drone filmou a ousada operação de limpeza.
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  • Canaltech

    10 documentários incríveis sobre o meio ambiente e aquecimento global

    As plataformas de streaming contam com uma variedade de filmes e séries documentais que abordam o meio ambiente e o aquecimento global. Pensando nisso, o Canaltech preparou uma lista com 10 títulos imperdíveis para você já começar a maratonar

  • Folhapress

    Diretor do Ibama se encontrou com madeireiros antes de derrubar licença para exportação

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No dia 6 de fevereiro de 2020, o presidente do Ibama, Eduardo Bim, esteve em reunião, a partir das 11h30, com membros de associações e empresas madeireiras. No dia 25 do mesmo mês, Bim derrubou a necessidade de autorização para exportação de madeira. Além de Bim, estiveram presentes na reunião Olivaldi Azevedo, então diretor de proteção ambiental do Ibama (posteriormente exonerado pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles), e Joaquim Álvaro Pereira Leite, diretor do departamento de florestas do ministério. Salles não participou do encontro, segundo revelado por reportagem do jornal O Globo. As autoridades receberam Leandro Rymsza, diretor da Lamapa (Laminados de Madeiras do Pará), Juan Perzan, diretor Tradelink Group, Aldyr Foekel, diretor da CRAS Logística Importação e Exportação, e Carlos Roberto Vergueiro Pupo, presidente da Aimex (Associação das Indústrias Exportadoras de Madeiras do Estado do Pará e Território Federal do Amapá), além de advogados e do deputado estadual Victor Dias (PSDB-PA). No documento que derruba a autorização para exportar madeira, Bim contraria nota técnica do próprio Ibama e afirma que, mesmo sem o aval em questão, "a fiscalização ambiental não é prejudicada." Sem a autorização, torna-se necessário apenas o DOF (Documento de Origem Florestal) para exportação, documento que dá aval para o transporte de madeira dentro do país até os portos. Uma das notas técnicas que compõem a decisão de Bim, por exemplo, afirma que "ambas as normas [que designam DOF e autorização para exportação] possuem importância em seus devidos nichos de aplicação e devem ser mantidas". Segundo essas notas, na autorização para exportação de madeira está prevista uma inspeção da carga, o que não ocorre com o DOF, que requer apenas análise de documentação. Bim, contudo, argumenta que o DOF, por si, já possibilitaria a fiscalização. "Assim, restringir o DOF exportação a uma mera função de transporte é inadequado e decorre de leitura isolada, anssistemáca", diz Bim, em despacho interno ao qual a reportagem teve acesso. "Impor ao exportador autorização adicional não se justifica pelo princípio da proporcionalidade e nem pelo da eficiência e pelo da economicidade", afirma em outro trecho. Antes do encontro com o setor madeireiro, a questão teve início após autoridades de alfândega da Europa e dos Estados Unidos alertaram o Brasil sobre a exportação de madeira sem autorização do Ibama, como mostrou reportagem da agência de notícias Reuters. Em 2019, Bim já havia assinado despacho em que aprovava um entendimento segundo o qual um comprador de madeira com o DOF não pode ser responsabilizado se, depois, ficar constatada a fraude do documento. Assim, os fiscais do Ibama não podem responsabilizar esse comprador "sem que haja demonstração de indícios de participação ou ciência quanto à ilicitude". O despacho, inicialmente, não faz referência à apreensão da madeira, mas somente à isenção de responsabilização. Depois, o entendimento foi ampliado pela Diretoria de Proteção Ambiental, impedindo também a apreensão. Bim não se opôs. Na prática, segundo técnicos ouvidos pela reportagem, isso resultou em permanência e recirculação da madeira ilegal no mercado, em redução de cautela por parte dos compradores e em perda de poder fiscalizatório pelo Ibama.

  • Reuters

    Conselho busca melhorar relação entre governo, setor privado e sociedade civil na Amazônia, diz Mourão

    BRASÍLIA (Reuters) - O Conselho Nacional da Amazônia está considerando adotar medidas para melhorar o quadro institucional para o trabalho entre agências do governo, o setor privado e a sociedade civil na Amazônia, afirmou o vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que é presidente do conselho, em carta aberta a parlamentares europeus nesta sexta-feira."Nossa visão é que todas as partes se beneficiarão de uma estrutura institucional mais coordenada e organizada para interação com o governo brasileiro", disse.

  • Yahoo Vida e Estilo

    Simone sobre ser mãe de menina: "Vou fazer de árvore de Natal e enfeitar muito"

    Cantora, dupla de Simaria, espera a primeira filha. Ela já é mãe de um menino, Henry, de seis anos.

  • Folhapress

    Deputados europeus pressionam Mourão a não restringir ONGs na Amazônia

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um grupo de 68 deputados do Parlamento Europeu enviou uma carta ao vice-presidente Hamilton Mourão e ao Conselho Nacional da Amazônia Legal, que ele coordena, reclamando de planos para restringir as atividades de ONGs na região. Com data de quinta-feira (26), o texto considera "muito preocupantes" notícias sobre o estabelecimento de limites e regras mais duras para a atuação de entidades da sociedade civil. "O processo de autorização para funcionamento das ONGs já está bem regulamentado pela lei brasileira. Por muitas décadas, várias ONGs no Brasil têm implementado programas e ações para combater crimes ambientais, proteger a floresta amazônica e a sobrevivência de suas populações, enquanto promovem o desenvolvimento sustentável na região", afirma a carta. A primeira signatária é a deputada alemã Anna Cavazzini, do Partido Verde, também vice-presidente da delegação do Parlamento Europeu para relações com o Brasil. Os demais autores pertencem a partidos de esquerda ou ambientalistas do continente. A carta foi motivada por reportagem do jornal "O Estado de S. Paulo" no início de novembro, segundo a qual o Conselho estaria discutindo a criação de um marco legal para a atuação de ONGs, o que poderia levar à restrição de sua atividade. Mourão afirmou que desconhecia essa proposta, embora coordene o órgão. A carta afirma que as ONGs na Amazônia em geral atuam em parceria estreita com o governo federal e os estaduais. "As ONGs não estão lá para substituir o governo, mas para complementar suas ações - e, de modo crucial, para ajudar a tornar as políticas públicas mais transparentes e efetivas, por meio da crítica livre". Segundo os eurodeputados, o suposto plano em curso ameaça ser um ataque à independência das ONGs e promover "restrições indevidas no espaço de atuação da sociedade civil". A manifestação ocorre em um momento em que a guerra de palavras entre o governo de Jair Bolsonaro e líderes europeus volta a esquentar. Na semana passada, o presidente ameaçou divulgar uma lista de países do continente que compram madeira extraída ilegalmente da Amazônia, mas acabou recuando. Desde o início de seu governo, Bolsonaro tem dado declarações críticas às ONGs, que, segundo ele, atrapalham o desenvolvimento da região amazônica. Já houve diversas tentativas de criar regras para o funcionamento dessas entidades, além de ameaças de restringir financiamento internacional. O Parlamento Europeu tem sido bastante crítico à política ambiental brasileira e poderá barrar o acordo comercial assinado pelo Mercosul com a União Europeia no ano passado, em razão da devastação da floresta. Na carta, os eurodeputados não deixam de mencionar o aumento das queimadas. "Num momento em que a Amazônia está queimando em velocidade recorde, limitar as operações de grupos e organizações ambientais e sociais pode ter consequências devastadoras", afirmam no documento. Segundo eles, o número de focos de incêndio detectados na Amazônia foi 25% maior nos primeiros dez meses de 2020 em comparação com o mesmo período em anos recentes. "Neste contexto, gostaríamos de expressar nosso total apoio às ONGs atuando para proteger a Amazônia. Manter sua independência e total escopo de atividades é crucial para nosso clima e meio ambiente compartilhados", finaliza a carta.

  • Papelpop

    Gaby Amarantos, Ney Matogrosso e Urias protestam contra queimadas em clipe de “VÊNUS EM ESCORPIÃO”

    Nesta quinta-feira (26), o trio poderoso Gaby Amarantos, Ney Matogrosso e Urias lançou o single "VÊNUS EM ESCORPIÃO". E o melhor de tudo é que a música já ganhou clipe apenas algumas horas depois. No vídeo, os artistas dançam em uma floresta que acaba por ser incendiada, fazendo referência às queimadas no Pantanal e na […]

  • Folhapress

    Saiba como joias vindas da Amazônia conquistaram Hollywood e até a realeza

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Não seria necessário um relatório da Polícia Federal para constatar que a madeira da floresta amazônica é objeto de desejo do hemisfério norte, como o governo brasileiro sugeriu ao ameaçar expor supostos compradores de toras extraídas de forma ilegal. Bastaria olhar para o que mostram a Quinta avenida, em Nova York, a avenida Princesa Grace, em Mônaco, ou o distrito Joordan, em Amsterdã, para ver a floresta -- em pé e viva -- nas vitrines. Alguns dos corredores mais exclusivos da moda escancaram obras de arte, em formato de joias e pequenas bolsas marcadas pela fauna e pela flora do país, feitas com lascas de raízes descartadas pela natureza e sobras das movelarias. Elas ocupam parte nobre no imenso repertório de adornos vinculados à Amazônia desenhados pela designer paulistana Silvia Furmanovich, de 63 anos. Neste ano, quando ela completa 20 anos à frente de seu ateliê, a joalheira de maior repercussão internacional e, ironicamente, pouco comentada no país, se firma como estandarte do luxo na preservação das reservas naturais, do resgate das pedras preciosas e da manufatura artesanal brasileiras, relegadas ao esquecimento, neste século, pelas máquinas de produção em série. É que, além de ter dado ao Brasil o marco de se enxergar em nove vitrines de um dos templos do consumo nova-iorquino, a Bergdorf Goodman, ela foi a primeira esteta da moda brasileira a ganhar um livro sobre sua obra, pela editora Assouline --só a H. Stern conseguiu o feito. "Silvia Furmanovich. Art, Nature and Adornment" é um farto tratado escrito e ilustrado sobre a artista, incensada por críticos do Wall Street Journal e do New York Times - este último descreve seu trabalho como um contraponto às ameaças, hoje confirmadas, de reversão das políticas de proteção ambiental do país. Os anéis (ou seriam amuletos?), os brincos (ou seriam animais vivos?) e os braceletes construídos com bambu que parecem simular o emaranhado de galhos de quem, na floresta, olha para o céu, são sopapos elegantes nos negacionistas do desmate e na própria joalheria clássica. Se ainda persistem a febre dos chamados solitários de diamantes, do tipo anel de noivado, e as formas minimalistas da última década, com linhas que parecem preencher colos e orelhas com maquetes gráficas desenhadas no computador, Furmanovich relega as pedras a um papel coadjuvante. Elas estão ali, como nos citrinos, turmalinas, esmeraldas e rubelitas brasileiras, mas são as lascas de madeira unidas em marchetaria confeccionada com artesãos de Cruzeiro do Sul, no Acre, liderados pelo reconhecido mestre Maqueson Pereira, o ponto de ruptura entre ela e o resto do mundo. Da mesma forma como quando foi buscar em Beppu, no Japão, a técnica de retorcer os pedaços de bambu sem os quebrar para, depois, fundir a eles referências japonesas e brasileiras na recente coleção "Amazonia Bamboo", sua machetaria acreana assume formas sinuosas como as ondas do rio. Cada pássaro, árvore e flor são, na verdade, mosaicos minuciosos dessas lascas de árvores. Suas cores não são de tinta, mas frutos de fervura na madeira que garantem a alardeada, ainda que impossível, eternidade das joias. Nem os diamantes, os especialistas no assunto sabem, são eternos. E os brilhantes também não são o brilho de seu trabalho, porque, além de ela preferir procurar minas perdidas, como uma no Piauí de onde diz ter colhido o resquício das opalas "depenadas por australianos nos 1970", eles ainda são vinculados ao submundo podre do extrativismo mundial. "Diamantes não são raríssimos. Isso é um mito vendido pelos monopólios que detêm o controle das minas. Uso pontualmente, porque assim como o ouro, são muito difíceis de ser rastreados por completo desde sua origem. Por isso tenho receio de me rotular sustentável, porque o mundo das joias, por mais transparente que tente ser, é cercado de mistério", diz Furmanovich, que ainda lamenta o fato de a extração ter acelerado no mundo num ritmo de "loucura". Quem olha seu semblante plácido emoldurado pelas mechas loiras e, na visita do repórter a seu ateliê na Vila Madalena, em São Paulo, combinado ao branco alvejado da roupa, nem imagina que essa descendente de italianos, vinda de uma família de ourives e habituada ao trânsito da "high society" paulistana, se divide entre canoas e aviões para descobrir o que grandes grifes desprezam. "Minha clientela é muito diversa, mas sei que não são todas as mulheres que entendem o que faço. Parte delas usa joias para combinar com a cor da roupa, mas tudo bem, quero criar para todas", diz, rindo. Não para todo mundo, claro. Ainda que as bolsas de madeira girem em torno de R$ 15 mil, os adornos que fazem a festa da crítica especializada passam facilmente dos cinco dígitos. De dólar. A última colaboração da joalheira, lançada nesta semana, foi com a fornecedora de esmeraldas colombianas Muzo, que convidou a marca dela e outras nove grifes, dentre as quais a francesa Colette, para criar joias artísticas. Um único par de brincos sai por US$ 45 mil, algo bem além de R$ 200 mil. Valores, no mundo exclusivo das pedras, não são impeditivo. A fama internacional - e, talvez, também os valores - fez mais da metade de sua clientela ser estrangeira, numa lista que engloba de atrizes de cinema como Gwyneth Paltrow a xecas árabes frequentadoras das vitrines estreladas. Muitas delas provavelmente vão acompanhar o próximo projeto de Furmanovich, mantido sob sigilo, mas que deve se tratar de uma espécie de instalação dentro da butique Asprey, uma das poucas no mundo que levam o crivo e o selo da Coroa britânica. No próximo ano, ela deve levar para dentro do espaço fincado na tradicional rua Bond, aberto desde 1781, peças de mobiliário, bolsas e, claro, joias, que remetem à Amazônia. A ideia é chamar a atenção sobre a floresta e sua preservação, no que pode ser lido como crítica velada à recente escalada de fogo na região. Seria possível, então, que a madeira queimada virasse arte vestível? Furmanovich ri, e desconversa. "É, é uma ideia."

  • Folhapress

    Boulos usa dado errado ao justificar ação de sem-teto em área ambiental

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em ao menos duas ocasiões na segunda-feira (23), o candidato a prefeito de São Paulo Guilherme Boulos (PSOL) apresentou informação errada para justificar ações do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto) em área de proteção na zona sul de São Paulo. Conforme o jornal Folha de S.Paulo publicou, o candidato tem afirmado que sua campanha é "radicalmente ecológica", mas situações no passado vão de encontro a esse discurso, com acampamentos do movimento levantados em áreas de preservação e pressão sobre políticos para a mudança de normas. Um desses casos é a Vila Nova Palestina, ocupação em São Paulo nas proximidades da represa Guarapiranga, que já foi contestada por ambientalistas por estar localizada em uma área de manancial --que pode colocar em risco ou afetar o abastecimento da cidade. Após a publicação da reportagem, Boulos afirmou que a área teve projeto ambiental aprovado pela Cetesb (órgão ambiental do governo de São Paulo). Uma dessas afirmações ocorreu no programa Roda Viva, da TV Cultura. "O projeto da Vila Nova Palestina foi aprovado pela Cetesb, que é o órgão ambiental do governo do estado que autoriza ou não edificações em áreas especiais como as áreas de manancial", afirmou, ao ser questionado por Vera Magalhães, âncora do Roda Viva, sobre o teor da reportagem da Folha de S.Paulo. O candidato deu uma declaração similar no mesmo dia, mais cedo, ao receber apoio de líderes evangélicos. "Lamento que a matéria de hoje [segunda-feira] da Folha de S.Paulo tenha apostado na desinformação e não tenha buscado dar o destaque devido para a posição do movimento social, explicando, com projetos aprovados, com alvarás, com normas ambientais", afirmou Boulos. Só que ao contrário das declarações o pedido feito à Cetesb para licenciar ambientalmente o projeto da Vila Nova Palestina ainda encontra-se em análise, e não aprovado, de acordo com informações prestadas pelo próprio órgão. "A Cetesb informa que o pedido de licenciamento protocolado em 2016 pela Associação Esperança de um Novo Milênio para um residencial de interesse social, o Vila Nova Palestina, na região do M. Boi Mirim, segue em análise pela companhia, uma vez que o empreendedor não entregou, até o momento, a documentação solicitada", afirmou o órgão, ao ser questionado pela reportagem se havia algum projeto aprovado pelo órgão ambiental no terreno. A reportagem pediu mais detalhes. A Cetesb afirmou que aguarda complementação de dados relativos "às informações técnicas do diagnóstico ambiental da área e do projeto do residencial de interesse social". "Também faltam as certidões de diretrizes de uso do solo emitidas pelas prefeituras de São Paulo e de Itapecerica da Serra. O processo segue em análise na Cetesb até que toda a documentação seja enviada", afirmou o órgão. Questionado sobre o motivo de o candidato ter apresentado a informação incorreta, a campanha de Guilherme Boulos apresentou uma justificativa diferente do que o psolista havia afirmado antes. Informou em nota que o relatório ambiental preliminar do estudo de impacto "foi protocolado na Cetesb em 2016 e atende às exigências do órgão". "Sua implementação está sendo adequada às alterações sofridas pelos programas habitacionais como o MCMV [Minha Casa, Minha Vida]. O documento [faltante] referido pelo órgão é a Diretriz do Uso e Ocupação do Solo, que deve ser emitido pela prefeitura --que, apesar de inúmeras tratativas, ainda não foi emitido pela administração municipal", afirma a nota. O coordenador da campanha de Boulos, Josué Rocha, também foi questionado e reiterou que o processo está ainda "em aprovação". Ele afirmou que "o processo de aprovação na Cetesb tem várias etapas de aprovação". "Você começa com um relatório de estudo de impacto ambiental, que é o RAP, e depois você vai agregando uma série de documentos conforme o processo vai sendo aprovado na Prefeitura de São Paulo", declarou. Quando o MTST ocupou a área, em 2013, a região da Vila Nova Palestina era classificada como Zona de Proteção e Desenvolvimento Sustentável no cordão verde da represa Guarapiranga. Somente 10% do espaço podia ser utilizado para moradia. O movimento, sob a liderança de Guilherme Boulos, passou a cobrar do então prefeito Fernando Haddad (PT) que revogasse um decreto assinado anos antes pelo ex-secretário de Verde e Meio Ambiente Eduardo Jorge que determinava a instalação de um parque ecológico naquele terreno. A reportagem também questionou a Cetesb sobre o local ocupado pelo Movimento dos Trabalhadores Sem Teto no município de Embu das Artes, em uma área de preservação com nascentes. O terreno pertence à CDHU (Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano), órgão do governo paulista. De acordo com o órgão, "em fevereiro de 2016 houve emissão de licenciamento ambiental pela Cetesb, revalidado em maio de 2018. Um novo pedido em fevereiro de 2020, com proposta de alteração do projeto, foi indeferido por não haver previsão legal para uma segunda prorrogação".

  • Reuters

    Premiê da Nova Zelândia deve declarar emergência climática para combater aquecimento global

    WELLINGTON (Reuters) - O governo da primeira-ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, deve declarar uma emergência climática como passo simbólico para aumentar a pressão por ações de combate ao aquecimento global.O governo apresentará uma moção para declarar a emergência na próxima quarta-feira, quando o Parlamento voltar a se reunir depois de uma eleição geral vencida pelo partido de Ardern.

  • Yahoo Finanças

    Humanos criaram um problema ambiental. Agora, usam 'lobos-robôs' para se proteger

    As “criaturas” são realmente assustadoras, com bocarras escancaradas, olhos brilhantes e vermelhos.

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