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Tabata Amaral PDT | Últimas notícias da deputada federal

  • Extra

    João Campos, eleito prefeito no Recife, planeja casamento com a deputada federal Tabata Amaral: 'É a pessoa certa'

    Eleito prefeito do Recife, aos 27 anos, nas últimas eleições, João Campos já tem um plano para o...

  • Folhapress

    No Twitter, recifenses ironizam Tabata Amaral no papel de primeira-dama

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma situação curiosa levou os recifenses a tornar Tabata Amaral, 27, um dos assuntos mais comentados no Twitter logo após a apuração das eleições: a deputada federal pelo PDT de São Paulo poderá cumprir, a partir de 2021, o papel de primeira-dama na capital de Pernambuco. Tabata é namorada de João Campos (PSB), 27, o prefeito eleito de Recife. O discurso da vitória, neste domingo (29) à noite, foi feito ao lado da parlamentar. Ela voou para acompanhar o namorado após votar em São Paulo, na chapa Guilherme Boulos-Luiza Erundina, do PSOL. A futura presença política da paulistana Tabata em Pernambuco foi ironizada por alguns recifenses. "Vou pedir asilo à prefeitura de Maceió", brincou um deles. "2020 ainda conseguiu trazer Tabata Amaral pra ser primeira-dama no Recife", disse outro. Uma das "preocupações" dos recifenses é o tradicional baile municipal do Carnaval, que é organizado pela primeira-dama. "Ninguém merece ter o baile municipal organizado por Tabata Amaral. #ReageRecife", tuitou um internauta. "Eu tô pensando que Tabata Amaral vai organizar o baile municipal do Recife. E já vem a dor", postou outra. Em seu perfil no Twitter, a deputada criada na Vila Missionária, zona sul de São Paulo, parabenizou Boulos e Erundina pela campanha que "colocou no centro os desafios das nossas periferias" e desejou boa sorte ao prefeito eleito Bruno Covas (PSDB). "Seguiremos fiscalizando e contribuindo para a construção de uma São Paulo justa", disse.

  • Yahoo Notícias

    Atacada nas redes, Tabata Amaral nega que tenha pedido volta às aulas presenciais

    Deputada explicou que entregou um ofício para o ministro da Educação com sugestões para quando houver o reinício das aulas

  • Folhapress

    Tabata Amaral lança livro contra o machismo na política

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ainda adolescente, Tabata Amaral estava em uma aula preparatória para uma das olimpíadas internacionais de conhecimento das quais participou. Como acontecia com frequência, ela era a única mulher no curso. Incomodado com a presença dela, um garoto falou para todo o grupo ter certeza de que Tabata era um menino disfarçado de menina e só isso poderia explicar o bom desempenho dela. A estudante sentiu o baque e só não desistiu do curso porque o professor deu uma bronca no rapaz. Os anos passaram, mas o machismo não. Num dia da campanha para deputada federal, Tabata e sua equipe visitavam uma feira em São Paulo. A certa altura, quando estava sozinha, foi alvo de piadas obscenas de homens que estavam ao seu lado. Um tom de ameaça se impôs e, com receio de algum ato mais violento, ela reencontrou seus apoiadores para deixar o local. No livro recém-lançado "Nosso Lugar", Tabata lembra o trabalho como ativista pela educação que a impulsionou ao cargo de deputada federal. Mas aborda sobretudo a opressão masculina no meio político e indica pontos de partida para as mulheres que pretendem disputar cargos públicos. "Para poder me candidatar e ser eleita, tive que superar muitos obstáculos. Alguns deles, enfrentei por ser jovem, outros por não ser do meio político nem de família rica, mas a maioria foi por ser mulher", escreve Tabata. Foi eleita em 2018 com 264.450 votos, o que deu a ela o sexto lugar entre os deputados federais mais votados do estado de São Paulo. Tinha apenas 24 anos. Segundo a parlamentar, existem dois obstáculos principais que impedem uma inserção feminina mais efetiva na arena política. O primeiro é o que chama de "violenta política de gênero". Para demonstrar o entrave, Tabata cita o Vamos Juntas, uma mobilização suprapartidária criada por ela pra incentivar mulheres de todo o país a se lançar na arena política. "Temos 51 pré-candidatas, e muitas delas estão sofrendo violência de tal forma que precisamos oferecer apoio psicológico. Estou falando de ameaças, ofensas, textos pornográficos. É tão grotesco que algumas cogitam desistir da candidatura", diz a deputada. O segundo obstáculo é a estrutura partidária, dominada por homens. "As mulheres não se sentam à mesa de decisões quando as candidaturas são definidas nas prévias, quando se discute a distribuição dos financiamentos e em outras situações como essas." Tabata descreve a falta de diversidade de gênero nas cúpulas partidárias com a experiência de quem enfrenta o problema no seu dia a dia. Ela passou a ser severamente criticada pelos líderes do PDT, sigla pela qual se elegeu, desde que votou a favor da reforma da Previdência no ano passado. O fato de ser mulher, acredita, contribuiu para que os ataques se acentuassem. A deputada acionou a Justiça para conseguir manter seu mandato quando deixar o partido. Por ora, mantém-se filiada e aguarda uma decisão. Tabata critica a legenda, mas faz a ressalva: "O machismo não é monopólio do PDT, muito menos da esquerda". Escrito ao longo de nove meses, com observações preciosas de Reni, mãe de Tabata, "Nosso Lugar" é também uma chance para a deputada lembrar sua trajetória, dos estudos em uma escola estadual na Vila Missionária, na periferia de São Paulo, à formação em ciência política e astrofísica em Harvard. Acompanhar suas lutas narradas por outros a aborrece quando sua ascensão soa como símbolo de um Brasil supostamente meritocrático. Vem muito daí sua vontade de escrever o livro. "A gente vive num país extremamente injusto e desigual. Se não fossem todas as pessoas que me deram oportunidades e que eu cito no livro, meu futuro teria sido limitado pelo lugar onde nasci, pela falta de educação, pela doença do meu pai." Tabata jamais havia falado de modo tão transparente sobre a dependência química do pai como faz em "Nosso Lugar". Naldo morreu quatro dias depois da notícia de que a filha tinha sido aceita em Harvard. O livro é dedicado a ele, à mãe de Tabata e "a todos os professores que me ajudaram a conquistar o direito de sonhar". NOSSO LUGAR - O CAMINHO QUE ME LEVOU À LUTA POR MAIS MULHERES NA POLÍTICA Autora: Tabata Amaral Editora: Companhia das Letras Quanto: R$ 35, ebook R$ 20 (192 págs.)

  • Originais do Yahoo

    'O caso da Tabata é de muita decepção', diz Ciro Gomes

    O ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes comentou ao Yahoo Notícias a atuação da deputada federal Tabata Amaral junto ao PDT, um dos destaques do partido na Câmara, e sua punição após o voto favorável na Reforma da Previdência

  • Folhapress

    Temor sob Bolsonaro faz surgir grupo de WhatsApp com Kim, Joice, Freixo, Molon e Tabata

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Quem imaginaria, há algum tempo, um grupo que unisse o conservador MBL (Movimento Brasil Livre) ao esquerdista PSOL? O ex-líder da oposição ao ex-líder do governo? Pois Jair Bolsonaro conseguiu esse feito. Em meio à escalada da retórica autoritária por parte do Palácio do Planalto, o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP), um dos líderes do MBL, criou um grupo de WhatsApp com colegas congressistas denominado "Democráticos". Ele conta hoje com algumas dezenas de deputados, entre eles Joice Hasselmann (PSL-SP), ex-líder do governo no Congresso, Marcelo Freixo (RJ), um dos principais nomes do esquerdista PSOL, Alessandro Molon (PSB-RJ), ex-líder da oposição, e Tabata Amaral (PDT-SP), uma das expoentes da nova esquerda. Assim como os bolsonaristas, o PT não foi convidado. E o que vem sendo discutido por essa união de rivais? De acordo com congressistas ouvidos pela reportagem, a necessidade de se contrapor à ameaça de que seja instalada novamente uma ditadura no país. "Esse grupo é importante porque reúne pessoas que realmente estão preocupadas com a manutenção do Estado democrático de direito, com a manutenção das instituições e da própria democracia no Brasil, que é justamente o que vem sendo fortemente atacada pelo presidente Jair Bolsonaro", afirma Joice, que foi uma das principais aliadas do presidente, sendo sua líder no Congresso. Hoje ela está rompida. "As declarações são muito claras, a intenção do presidente da República é, de fato, partir para uma ruptura da democracia, uma ruptura institucional. Esse grupo reúne parlamentares das mais diversas frentes que realmente estão preocupados com o momento que o Brasil está passando e que entendem que é preciso uma união de todos", acrescenta a deputada, afirmando que Bolsonaro "sonha dia e noite com um golpe". "Não é um desejo que vem de agora, é um desejo que vem de muito tempo, e ele flerta com essa possibilidade desde o início do mandato." Líder da bancada do PSB, o esquerdista Molon manifesta pensamento similar. "Há um sentimento de urgência, de evitar que um regime autoritário seja implantado no Brasil. Independentemente das divergências ideológicas, que muitas vezes são numerosas e profundas, o risco da implantação de um regime autoritário no Brasil impõe a necessidade de evitar isso a todo custo, até para proteger que essas divergências possam ser manifestadas livremente." De acordo com outros integrantes do grupo, que preferiram falar sob condição de anonimato, o objetivo também é se contrapor ao centrão, não só a bolsonaristas e a petistas -que, sob a liderança do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tem relutado em participar de movimentos suprapartidários de oposição. O grupo de siglas médias da Câmara, com cerca de 200 das 513 cadeiras, se aliou a Bolsonaro, em sua maioria, após receber do presidente cargos de comando na estrutura federal e verbas para suas emendas parlamentares -tudo aquilo que Bolsonaro negou, na campanha, que faria. Segundo integrantes do grupo de WhatsApp, alguns congressistas do PT querem aderir, mas o partido não foi convidado porque, além de estar com "o filme queimado", há a própria resistência de Lula a embarcar em um movimento que não seja encabeçado pelo partido. Em reunião do PT na segunda-feira (1º), o ex-presidente criticou os manifestos suprapartidários em defesa da democracia surgidos nos últimos dias sob o argumento de que os documentos articulados pela sociedade civil desconsideram os direitos dos trabalhadores. Para ele, o PT não pode embarcar no primeiro ônibus que passa nem ser "Maria vai com as outras". A reportagem não conseguiu falar, na noite desta terça-feira (2), com Kim Kataguiri. O MBL se distanciou de Bolsonaro e hoje é um dos alvos dos apoiadores do presidente. Tabata não quis se manifestar.

  • Yahoo Notícias

    Para se opor a Bolsonaro, grupo de WhatsApp reúne Freixo, Tabata, Molon, Joice e Kim

    Nome forte da esquerda, Molon (PSB-RJ) destaca a urgência de evitar que um regime autoritário seja implantado no Brasil

  • Yahoo Notícias

    Espero que Bolsonaro seja responsabilizado por mortes do novo coronavírus, diz Tabata Amaral

    Deputada afirmou que conflitos público entre Bolsonaro e o ministro da Saúde são "picuinha"e "ciumeira"

  • O Globo

    Eduardo, Tabata e outros parlamentares assinam pedido para Bolsonaro desistir de projetos sobre Orçamento

    Carta pede que Bolsonaro retire o projeto de lei encaminhado na semana passada em um acordo entre o governo e o Congresso

  • Extra

    De Gleisi Hoffmann a Tabata Amaral: novos casais se formam no Congresso Nacional

    Palco de disputas, divergências e polarização, Brasília parece ter, no entanto, um ar que conspira...