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Embaixada chinesa reage a postagens de Eduardo Bolsonaro sobre 5G e cita perturbação na relação Brasil-China

  • BRASÍLIA (Reuters) - A Embaixada da China no Brasil reagiu duramente nesta terça-feira ao que chamou de uma série de "comentários difamatórios" feitos pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) sobre a tecnologia da chinesa Huawei e a futura escolha dos serviços de tecnologia 5G no país, destacando que as manifestações do filho do presidente Jair Bolsonaro podem ter "consequências negativas" na relação os dois países.Presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Eduardo Bolsonaro chegou a escrever na véspera em sua conta no Twitter "espionagem da China" ao falar sobre a nova tecnologia de acesso ultra rápido à internet --depois apagou a postagem.

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  • Zoomin.TV

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  • Reuters

    Embaixada chinesa reage a postagens de Eduardo Bolsonaro sobre 5G e cita perturbação na relação Brasil-China

    BRASÍLIA (Reuters) - A Embaixada da China no Brasil reagiu duramente nesta terça-feira ao que chamou de uma série de "comentários difamatórios" feitos pelo deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-RJ) sobre a tecnologia da chinesa Huawei e a futura escolha dos serviços de tecnologia 5G no país, destacando que as manifestações do filho do presidente Jair Bolsonaro podem ter "consequências negativas" na relação os dois países.Presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara, Eduardo Bolsonaro chegou a escrever na véspera em sua conta no Twitter "espionagem da China" ao falar sobre a nova tecnologia de acesso ultra rápido à internet --depois apagou a postagem.

  • Originais do Yahoo

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  • Canaltech

    Até que enfim! Twitter reabrirá processo de verificação de contas em 2021

    Desde 2017, a rede social do passarinho azul deixou de manter um programa público para atribuir o famigerado “selo de verificação” para perfis influentes da plataforma; agora, companhia está reformulando requisitos para que uma conta receba tal distintivo

  • Agência Brasil

    Anatel prevê leilão do 5G no final do primeiro semestre de 2021

    Integrantes da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o ministro das Comunicações, Fábio Faria, reuniram-se na tarde desta terça-feira (24) com o presidente Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto, para tratar da preparação do leilão da rede móvel 5G. Sorteado como relator do processo na agência reguladora, o conselheiro Carlos Manuel Baigorri afirmou que o cronograma prevê a sessão de lances no fim do primeiro semestre do ano que vem. “A previsão é ter um edital aprovado na Anatel no começo do ano que vem, sendo que a sessão de lances deve acontecer ao final do primeiro semestre. Esse é o cronograma com que trabalhamos e vamos persegui-lo, apesar dos desafios que se colocam à nossa frente”, afirmou o relator a jornalistas após a reunião. Além de ser aprovado pela Anatel, o edital deverá ser analisado pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo o presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais, o edital do 5G não terá objetivo arrecadatório, e será construído para exigir das empresas vencedoras maiores compromissos de investimento no setor.  "Deverá ser o maior leilão de direito de uso de radiofrequência da história do Brasil. E nós estamos trabalhando com uma abordagem que privilegia compromissos de investimento em detrimento de uma abordagem meramente arrecadatória. O Brasil ainda tem lacunas de infraestrutura de telecomunicações, seja na parte de acesso, seja na parte de transporte. Esse leilão é uma oportunidade singular de nós preenchermos essas lacunas", destacou. A tecnologia 5G de internet móvel, em sua máxima potência, deverá oferecer altíssimas velocidades de internet no Brasil, até 20 maiores do que a 4G, além de maior confiabilidade e disponibilidade. Essa tecnologia terá também capacidade para conectar massivamente um número significativo de aparelhos ao mesmo tempo.  Entre as empresas do setor, a chinesa Huawei desponta como uma das principais fornecedoras de equipamentos paras operadores de telecomunicações que devem disputar o leilão. O grupo chinês disputa o mercado internacional com tecnologia dos Estados Unidos (EUA) e da Europa e chegou a ter suas operações restringidas no país norte-americano, no ano passado, após uma ordem do presidente Donald Trump, que alegou ameaça à segurança nacional, por supostos dispositivos de vigilância embutidos nos aparelhos da empresa. Questionado por jornalistas se o governo brasileiro poderia estabelecer algum tipo de restrição à participação de grupos chineses, como tem sido defendido por uma aliança de países liderada pelos EUA, Fábio Faria disse que o trabalho de sua pasta era na parte técnica. "Aqui não tratamos de geopolítica, o que foi tratado aqui são os técnicos da Anatel, os conselheiros que vieram conhecer o presidente da República", afirmou. Além do ministro Fábio Faria e dos conselheiros da Anatel, participou da reunião o ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, responsável pela área de inteligência do governo federal. Segundo Fábio Faria, por se tratar de um assunto ligado à segurança nacional, é praxe que o ministro da área acompanhe o debate sobre novas tecnologias da comunicação. "Em todos os países, o [equivalente ao] GSI participa, porque se trata também de segurança nacional. Então, o GSI participa e participará. Tem um papel fundamental", respondeu o ministro ao ser perguntado por um repórter.

  • O Globo

    China reage a nova provocação de Eduardo Bolsonaro sobre 5G e afirma que deputado perturba parceria com Brasil

    Filho de presidente Jair Bolsonaro acusou o Partido Comunista chinês de espionagem e disse que Huawei tem "comportamento perigoso"

  • Canaltech

    Instagram lança séries de vídeo com dicas de segurança e alertas sobre golpes

    Conteúdo é criado em parceria com a SaferNet e deve ser enviado a todos os usuários da plataforma no Brasil por meio da função de Stories. Materiais falam sobre perfis falsos, contas verificadas ou a importância da autenticação em dois fatores

  • Canaltech

    Aplicativos podem ser bons aliados para cuidar de idosos durante a pandemia

    Os idosos fazem parte do grupo de risco em relação à COVID-19, por isso é muito importante mantê-los em casa com segurança. Com esse objetivo em mente, alguns aplicativos e dispositivos podem ajudar a monitorar a saúde deles e te avisar caso haja alguma emergência

  • Reuters

    SLC espera reduzir 10% dos custos de produção em 5 anos com uso de tecnologia no campo

    SÃO PAULO (Reuters) - A SLC Agrícola, uma das principais companhias de grãos do Brasil, pretende reduzir seus custos de produção em torno de 10% nos próximos cinco anos com a adoção de tecnologia nas fazendas, afirmou nesta terça-feira o coordenador de Agricultura Digital da empresa, Ronei Sana.Segundo ele, a SLC conseguiu reduzir em cerca de 3% a aplicação de defensivos nas lavouras com o auxílio de tecnologias que permitiram a otimização no uso dos produtos.

  • Folhapress

    Ministro das Comunicações diz que 5G é tema de segurança nacional

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O ministro das Comunicações, Fábio Faria (PSD), afirmou nesta terça-feira (24) que redes de 5G são um tema de "segurança nacional", razão pela qual o GSI (Gabinete de Segurança Institucional) tem participado das conversas no governo sobre o leilão de frequência da nova tecnologia que deve ser realizado no próximo ano. "Todos os países o [equivalente ao] GSI participa, porque se trata também de segurança nacional. Então o GSI participa e participará. Tem um papel fundamental", disse o ministro, ao responder a uma pergunta sobre a presença do ministro Augusto Heleno (Segurança Institucional) numa reunião, nesta terça, com o presidente Jair Bolsonaro e com conselheiros da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) sobre o leilão do 5G. No encontro, Bolsonaro foi apresentado ao conselheiro Carlos Baigorri, que é o relator do edital do 5G na Anatel. Segundo Baigorri, a previsão é concluir o edital internamente na agência no início do ano que vem, sendo que o leilão das frequências deve ocorrer no final do primeiro semestre. "A previsão é de ter o edital aprovado na Anatel no começo do ano que vem, sendo que a sessão de lances deve acontecer ao final do primeiro semestre. Esse é o cronograma com que trabalhamos e vamos persegui-lo apesar de todos os desafios que se colocam à nossa frente", disse o conselheiros, após a reunião com Bolsonaro. Com os preparativos para o lançamento da quinta geração de tecnologia de comunicações, o Brasil se converteu num dos centros da disputa global entre Estados Unidos e China. Os americanos desencadearam uma ofensiva diplomática para convencer seus aliados --entre eles o Brasil-- a impedir que a empresa chinesa Huawei forneça equipamentos para as operadoras que atuarão no mercado de 5G. O argumento de Washington é que a Huawei realiza espionagem a mando de Pequim, o que o governo chinês e a empresa negam. O objetivo dos EUA é que o Brasil crie regras que impeçam as teles de comprar Huawei, optando por equipamentos de fornecedores como Ericsson e Nokia. As operadoras, por sua vez, resistem, uma vez que já operam com a companhia chinesa atualmente no Brasil. Perguntado se o governo criaria alguma barreira para a ação da Huawei no 5G brasileiro, Faria disse que não trataria de "geopolítica." "Aqui não tratamos de geopolítica, o que foi tratado aqui são os técnicos da Anatel, os conselheiros que vieram conhecer o presidente da República", declarou. Após insistência dos repórteres, ele disse que o tema não era da sua área. "Você quer entrar numa área que não é a minha", respondeu. Apesar da fala do ministro, o governo Bolsonaro enviou sinalizações de simpatia ao pleito americano de barrar a Huawei, Em 10 de novembro, por exemplo, o Itamaraty declarou apoio aos princípios do Clean Network, iniciativa americana sobre segurança nas redes que tem como alvo limitar a presença chinesa no setor. O anúncio ocorreu em Brasília durante visita do subsecretário de Crescimento Econômico, Energia e Meio Ambiente do Departamento de Estado americano, Keith Krach. Clean Network é o nome do plano americano para excluir a Huawei da tecnologia 5G. O Departamento de Estado dos EUA não usa meias palavras para definir os objetivos da iniciativa. Em seu site, a diplomacia americana diz que o Clean Network é uma abordagem para proteger a privacidade de cidadãos e as informações sensíveis de empresas de "intrusões agressivas de atores malignos, como o Partido Comunista Chinês. A adesão do Brasil à iniciativa foi comemorada na noite desta segunda (23) pelo filho do presidente da República, deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), em uma série de mensagens nas redes sociais. Além do mais, Bolsonaro recebeu em meados de outubro uma comitiva liderada pelo Conselheiro de Segurança Nacional do governo Donald Trump, Robert O'Brien. O principal objetivo da missão americana foi fazer lobby contra a participação de empresas chinesas no 5G, sendo que autoridades daquele país prometeram crédito às operadoras brasileiros que comprassem equipamentos de outros fornecedores.

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