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Amapá AP | Notícias do estado e Macapá

  • Agência Brasil

    Estado do Amapá tem novo apagão

    O Estado do Amapá passou por novo apagão na noite de ontem (8). Em nota, a Companhia de Eletricidade do Estado (CEA) divulgou que o fornecimento de energia está sendo restabelecido gradativamente nos municípios afetados. No comunicado, a CEA relatou que foi identificada ontem um problema técnico, chamado no jargão do setor de “ocorrência”, em uma linha de transmissão na divisa entre o estado e o Pará, entre as cidades Jurupari e Laranjal do Jari. O evento gerou a interrupção de energia em todas as cidades do estado. A única exceção foi o município de Oiapoque, na fronteira com a Guiana Francesa. Ainda conforme o comunicado da Companhia, às 19h30 ela recebeu a autorização do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para “recompor os sistemas de distribuição após a normalização do trecho da linha de transmissão”. A CEA afirmou que o problema “não teve relação com problemas de distribuição”. Em nota, o Ministério de Minas e Energia (MME) declarou que tão logo tomaram ciência do problema passaram a supervisionar a reação a ele. O texto reitera a nota do governo do Amapá quanto ao restabelecimento ainda na noite de ontem. “O ONS, junto com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e as empresas concessionárias de geração, transmissão e distribuição envolvidas, irá avaliar as causas do desligamento e será elaborado o relatório de análise da ocorrência, detalhando o ocorrido e com as recomendações técnicas e providências sobre o incidente”, diz o comunicado.

  • Folhapress

    Cidades do Amapá têm novo apagão

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - O fornecimento de energia foi interrompido em 15 das 16 cidades do Amapá na noite desta quinta (8). O problema foi causado por uma falha no sistema de transmissão que conecta Macapá ao resto do país. O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) diz que a interrupção ocorreu às 18h34, derrubando uma carga de 200 MW (megawatts). O processo de recomposição do fornecimento, segundo o operador, começou às 19h02. São as mesmas cidades afetadas pelo apagão de novembro de 2020, após explosão em uma subestação na capital do estado. O sistema de transmissão, formado por linhas de alta tensão e subestações, é operado pela LMTE (Linhas de Macapá Transmissão de Energia). Em nota, o ONS afirmou que avaliará as causas da ocorrência junto aos agentes envolvidos. A falha ocorreu num trecho da linha que liga Almeirim, no Pará, a Laranjal do Jari, no Amapá. A LMTE diz que a causa da ocorrência está sendo avaliada. "A LMTE destaca que sua subestação Macapá e os três transformadores da subestação Macapá funcionam sem intercorrências", afirmou, em nota, a companhia. A indisponibilidade de um dos transformadores da subestação Macapá foi apontada como uma das causas do apagão de 2020. Em fevereiro, a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) aplicou multa de R$ 3,6 milhões à LMTE, alegando que o apagão foi provocado por falhas de manutenção em suas instalações. Foi a maior multa da história da agência, em termos de percentual sobre o faturamento de um agente do setor. A fiscalização da Aneel diz ter encontrado 21 não conformidades, entre elas a indisponibilidade de um dos três transformadores da subestação, que estava parado desde dezembro de 2019 e deveria ter sido acionado depois que a explosão danificou os dois equipamentos disponíveis. Em recurso, a empresa alega que a punição da Aneel foi estabelecida antes do fim do resultado das perícias e que não foram investigadas as responsabilidades de outros agentes do setor elétrico responsáveis pelo planejamento da segurança energética do Amapá. O estado é conectado ao sistema interligado nacional de energia por linhas de transmissão que partem da usina hidrelétrica de Tucuruí, no Pará, rumo a Manaus, com uma perna até Macapá. O único município que não foi afetado, Oiapoque, não está ligado a esse sistema. Em relatório sobre o apagão de 2020, o ONS pediu estudos para a construção de uma nova subestação no estado, criando mais um sistema de redundância. O Amapá tem três hidrelétricas, que podem gerar até quase três vezes o consumo do estado mas operavam com capacidade reduzida quando o transformador explodiu em novembro. Além dos transtornos causados à população, o apagão provocou o adiamento do primeiro turno das eleições em Macapá. No comunicado divulgado após o apagão desta quinta quinta, a LMTE alega que ocorrências em linhas de transmissão ocorrem diariamente no Brasil. "No caso particular, expõe a fragilidade do sistema de energia do Amapá, que não conta com redundância devido a questão de planejamento setorial". O ONS afirmou que "assim que identificou o problema, atuou prontamente para restabelecer o mais rápido possível o fornecimento de energia na região".

  • Extra

    Moradores do Amapá relatam temor por novo apagão de vários dias após queda de energia em 15 municípios

    Vários municípios do Amapá registraram uma nova queda de energia elétrica nesta quinta-feira, dia...

  • O Globo

    Moradores do Amapá relatam apagão em vários municípios nesta quinta-feira

    Queda de energia ocorreu por volta das 18h30, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), que informou já ter iniciado processo de retomada do fornecimento de eletricidade

  • O Globo

    Amapá fica sem luz cinco meses após apagão, diz senador. Energia foi parcialmente restabelecida

    Estado ficou sem fornecimento de energia elétrica na noite desta quinta-feira em 14 das 16 cidades

  • Extra

    Para vacinar comunidade em área rural do Amapá, equipe de saúde atravessa rio usando tronco de árvore; vídeo

    Uma equipe de saúde no Amapá se viu num local desafiador no último fim de semana, mas de uma forma...

  • Agência Brasil

    Câmara aprova MP que isenta moradores do Amapá de pagar conta de luz

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (16) medida provisória que concedeu isenção de tarifa de energia elétrica no período de 26 de outubro a 24 de novembro do ano passado aos consumidores atingidos pelo apagão no Amapá. O texto segue para análise do Senado. A MP 1010/20 isenta consumidores dos municípios amapaenses do pagamento da conta de luz dos últimos 30 dias. O estado foi atingido por apagões no mês de novembro, que deixou mais de 765 mil pessoas sem energia elétrica ou com fornecimento limitado do serviço. Pelo texto do relator, deputado Acácio Favacho (PROS-AP), a validade da isenção deve ser prorrogada por 3 meses para consumidores de baixa renda e consumidores residenciais e rurais cujo consumo médio mensal for de até 280 kWh. Segundo o parlamentar, serão utilizados R$ 28,7 milhões que sobraram dos R$ 80 milhões autorizados originalmente pelo governo para atender o estado. Ouça na Radioagência Nacional Ouça essa e outras matérias na Radioagência Nacional "Queremos mitigar os efeitos sociais graves que surgiram com a combinação do apagão com a pandemia. Os 20 dias de apagão levaram grandes danos à sociedade", argumentou o deputado. Apagões No dia 3 de novembro, um transformador pegou fogo e deixou 14 das 16 cidades do Amapá sem luz. Dos outros dois equipamentos no local, um também acabou danificado e outro já estava inoperante. Com isso, o estado ficou mais de 80 horas sem energia elétrica e até agora a situação não foi totalmente restabelecida. A população ficou, ao longo desse período, com fornecimento de energia limitado, em sistema de rodízio.

  • Agência Brasil

    Covid-19: Amapá decretará lockdown de sete dias para conter pandemia

    O governador do Amapá, Waldez Góes (PDT), anunciou nesta terça-feira (16) que será adotado um lockdown estadual a partir da próxima quinta-feira (18), com duração inicial de sete dias. "Mesmo com novos leitos, trazendo novas usinas de oxigênio e acelerando a vacinação, precisamos reduzir a circulação do vírus. É uma decisão difícil, que nenhum de nós gostaria de tomar, mas só com lockdown podemos reduzir a pressão na ocupação dos leitos e na transmissão do vírus", postou o governador em suas redes sociais. Olá, gente. Após ouvir as recomendações do nosso comitê técnico-científico, dialogar com vários setores da sociedade e com os prefeitos amapaenses, o Governo do Amapá determinou que todo o Estado entrará em Lockdown, a partir da próxima quinta-feira, dia 18. pic.twitter.com/3C3IXY7rKL — Waldez Góes (@waldezoficial) March 16, 2021 Os detalhes sobre quais serviços deverão ficar fechados e quais poderão ser abertos serão informados na quarta-feira (17) pelas autoridades amapaenses. O governo ainda não publicou o decreto sobre a decisão. Waldez Góes também informou que as restrições já em vigor, como toque de recolher às 21h, proibição do transporte fluvial interestadual e Lei Seca (proibição do consumo de bebida alcoólica em locais públicos) serão mantidos pelas próximas semanas. "Além de endurecer as medidas de restrição, também vamos reforçar nossa retaguarda de assistência hospitalar e o Plano de Imunização", acrescentou o governador. De acordo com o Ministério da Saúde, no balanço mais recente, o estado do Amapá acumula até agora 1.187 mortes e mais de 88,3 mil casos confirmados de covid-19.

  • Folhapress

    Maceió e Macapá são as únicas capitais com UTIs abaixo de 80%; 16 estão próximas do colapso

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O agravamento da pandemia do novo coronavírus no país já faz com que apenas duas capitais tenham ocupação de leitos de UTIs (Unidades de Terapia Intensiva) abaixo de 80%. Outras 16 se aproximam do colapso, com mais de 90% de suas vagas em uso. É o que mostra levantamento feito pelo jornal Folha de S.Paulo com todos os estados e capitais do país. Só em Maceió e Macapá o cenário não estava tão crítico no início desta semana. No início do mês, eram dez as capitais com mais de 90% de ocupação. Em outros locais, como Porto Alegre, Porto Velho, Aracaju e Rio Branco, a situação vivida nos hospitais assusta diariamente profissionais de saúde e filas por vagas viraram rotina nas três primeiras cidades. No Rio Grande do Sul, pela segunda semana seguida o índice de ocupação de UTIs ultrapassa 100%, apesar de muitos hospitais terem aberto espaços improvisados para atender pacientes graves. Em Porto Alegre, a taxa chega a 102%. Na última sexta-feira (5), a Procuradoria-Geral do Estado entrou com uma ação no STF (Supremo Tribunal Federal) para fazer com que a União retome o custeio de todos os leitos de UTI destinados ao tratamento da Covid-19. De outra ponta, o estado teve um pedido de retomada das aulas presenciais negado pelo STF semana passada. Em Porto Velho, também não há leito de UTI disponível para pacientes infectados pelo novo coronavírus. A capital de Rondônia tem 184 vagas implantadas. Com isso, pacientes estão aguardando numa fila para acessar uma vaga no hospital. Aracaju é outra capital que já tem as vagas em UTIs tomadas. Em uma semana, a ocupação de leitos públicos passou de 69% para 99%, restando só uma vaga no hospital estadual do Coração na segunda. Pacientes já aguardam dias por leitos de terapia intensiva, e a situação também é crítica na rede privada, onde 94% das vagas estão ocupadas. Atividades não essenciais estão proibidas nos finais de semana e entre 22h e 5h, nos dias úteis. Já Rio Branco chegou a 99% de taxa de ocupação na segunda (8), com apenas um leito de UTI livre. Apesar do avanço da doença, o governo adiou para sábado (13) o início do cumprimento das medidas restritivas aos finais de semana, quando restaurantes, bares e supermercados estarão proibidos de oferecer atendimento presencial, funcionando só por delivery. Além da lotação dos leitos, o estado ainda enfrenta aumento nos casos de dengue e enchentes com o transbordamento dos rios, que desalojaram dezenas de famílias. Em todos os estados do Centro-Oeste a situação também está crítica. Em Goiânia, dos 257 leitos existentes, 98% também estão ocupados, índice que repete a média estadual, mesmo com a implantação de novos leitos. Em Cuiabá e na região da Baixada, que inclui Várzea Grande, há 258 leitos, incluindo municipais e federais, com ocupação de 95%. Há uma semana, era de 83%. O hospital municipal São Benedito, em Cuiabá, por exemplo, estava com as 40 vagas exclusivas para Covid-19 ocupadas na última segunda. No estado, a ocupação passou de 87% para 97% em uma semana. Já em Campo Grande, o índice avançou e já está em 91% e, no Distrito Federal, que enfrenta o auge da crise, 93,2%. O governador do DF, Ibaneis Rocha (MDB), decretou toque de recolher das 22h às 5h na segunda (8), até o dia 22. Na terça (9), decretou estado de calamidade pública. Além de Porto Alegre, as outras duas capitais da região Sul, Curitiba e Florianópolis, apresentam altos índices de ocupação de leitos, 96%. Nesta terça a central de leitos registrava que 123 pessoas aguardavam por vagas na capital paranaense e na região metropolitana. A secretária municipal de Saúde, Márcia Huçulak, anunciou que sete UPAs (Unidades de Pronto-Atendimento) passarão a fazer a retaguarda de hospitais para internamentos em enfermaria. "O risco de contaminação é muito alto, então estamos clamando para que as pessoas não vão para as UPAs com sintomas leves ou outras doenças." No estado, que tem 97% de ocupação, há mais de mil pessoas à espera de vagas. Além de lidar com a rotina de atendimento, o auxiliar de enfermagem Sidirley Blanck, de Corbélia, cidade de 17 mil habitantes da região oeste do estado, viveu a agonia da espera por UTI para sua prima, Silvia Lauxen, que ficou quatro dias intubada em um espaço improvisado no hospital. Só na segunda-feira ela conseguiu uma vaga em Nova Aurora, a 40 km. "O nível da pandemia da Covid-19 está dia a dia pior, não esperava que fosse chegar nessa proporção. Os municípios estão fazendo o máximo de ações para que isso diminua, mas, de outro lado, grande parte da população não está entendendo a gravidade dessa doença", disse. O cenário é parecido em Santa Catarina, onde 96% dos leitos estão em uso na capital e no restante do estado. Nesta terça, havia apenas sete vagas em UTIs em hospitais de Florianópolis. No Nordeste, São Luís, Recife e Natal têm 95% de vagas em UTIs ocupadas. Na capital maranhense, há apenas nove leitos livres e, para conter o avanço da doença, foram suspensas as aulas presenciais em escolas e universidades públicas ou privadas e o horário de funcionamento do comércio foi limitado das 9h às 21h. No Rio Grande do Norte, dos 299 leitos disponíveis na rede estadual, 92% estão ocupados, enquanto na região metropolitana de Natal a ocupação chega a 95%. "Não vou iludir a população afirmando que basta abrir leitos. É imperativo que a gente adote o isolamento social", afirmou a governadora Fátima Bezerra (PT) na última sexta. Em João Pessoa, o índice subiu para 90%, enquanto Fortaleza se manteve em 87%. Salvador tem 85% e Teresina, 84%. No Sudeste, 82% dos leitos na capital paulista estão ocupados e dois hospitais municipais chegaram a 100% de ocupação na terapia intensiva: Brigadeiro e José Soares Hungria (Pirituba). No Rio, a ocupação das UTIs públicas era de 93% na segunda, com 16 pacientes aguardando transferência. Em Minas Gerais, Belo Horizonte voltou a autorizar a abertura apenas de serviços essenciais para evitar que a rede fique lotada (está em 86%). No Espírito Santo, a região metropolitana de Vitória chegou a 80% na taxa de ocupação de leitos. "É preciso que a gente compreenda que a abertura de leitos não é a solução definitiva. Precisamos interromper a cadeia de transmissão do vírus, enquanto a gente não tiver vacina para todos", afirmou o governador Renato Casagrande (PSB) durante a entrega de 20 leitos de UTI no fim de semana. Em Palmas há apenas três leitos de UTI livres para o tratamento de doentes da Covid-19, o que fez a prefeitura suspender o funcionamento das atividades não essenciais, missas e cultos. Após a abertura de 40 leitos, o índice em Belém caiu de 84% para 82%. "Antes de abrir mais leitos precisamos adequar o atendimento a quem já está no hospital. Faltam respiradores, material de intubação e até máscara N95. Não está faltando oxigênio, mas a alta demanda fez com que os pontos de oxigênio não sejam mais suficientes em alguns hospitais, que precisam transferir os pacientes para outras unidades onde ele possa receber esse suporte", disse o médico Wilson Machado, diretor de comunicação do sindicato da categoria no Pará. Em Manaus, que começou a flexibilizar as medidas de restrição ao comércio em 15 de fevereiro, a abertura de novos leitos não evitou o aumento na taxa de ocupação das UTIs entre o dia 1º e a última segunda, quando 90% das vagas estavam ocupadas. Nas duas capitais com índices abaixo de 80%, porém, o cenário não é de tranquilidade, já que houve avanço em relação à semana anterior na ocupação de leitos. Em Maceió, passou de 64% para 73%, e em Macapá, de 72% para 75%.

  • Reuters

    Governo propõe privatização de distribuidora de energia CEA, do Amapá

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério de Minas e Energia aprovou condições para uma possível privatização da distribuidora de energia elétrica CEA, controlada pelo governo do Amapá e responsável pelo fornecimento no Estado da região Norte. A proposta, que precisará de aval do governo estadual, prevê a realização de leilão para venda de no mínimo mais de 99% das ações da companhia a um novo concessionário, que ficaria responsável pelos serviços de eletricidade do Amapá por 30 anos.