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Amapá AP | Notícias do estado e Macapá

  • Yahoo Notícias

    Fura fila: MP investiga secretário de saúde que teria usado cargo para se vacinar contra a Covid-19 no AP

    Serra do Navio, no Amapá, recebeu ao todo 89 doses da CoronaVac

  • Folhapress

    Amapá deve vacinar 138 mil pessoas contra o sarampo para controlar surto

    MACAPÁ, AP (FOLHAPRESS) - Em meio aos cuidados de combate à Covid-19, o estado do Amapá trabalha também para controlar um surto de sarampo que começou em dezembro de 2020 e tinha 189 casos registrados até a manhã desta terça-feira (19). A Superintendência de Vigilância em Saúde, órgão ligado à Secretaria de Saúde do Amapá, iniciou nesta segunda-feira (18) uma campanha de vacinação, que pretende imunizar 138.469 pessoas no estado. O sarampo é uma doença que pode ser evitada através da vacina tríplice viral, imunização que também previne caxumba e rubéola. Para evitar aglomerações, a imunização ocorrerá de casa em casa, em sete municípios: Macapá, Santana, Laranjal do Jari, Mazagão, Porto Grande, Vitória do Jari e Oiapoque. A escolha dessas cidades ocorreu devido à alta incidência de casos da doença, segundo o balanço divulgado pela secretaria de Saúde. Segunda maior cidade do Amapá, Santana tem o maior número de casos confirmados (108), seguida da capital Macapá, que tem 73 pacientes com a doença. Em seguida está Mazagão, com seis casos. Pedra Branca e Porto Grande têm um caso cada. Além dos confirmados, a secretaria de Saúde têm mais 70 casos ainda em investigação. Até a manhã desta terça-feira (19), o índice de cura da doença era de 100% entre os novos casos registrados, sem registro de mortes pela doença. "O sarampo é uma doença grave, felizmente no estado não houve nenhum óbito. Mas a quantidade de casos é alarmante, por isso estamos tomando todas as medidas para ampliar nossa cobertura vacinal", afirma Dorinaldo Malafaia, da Superintendência de Vigilância em Saúde . A superintendência fez um mapeamento do perfil dos casos. O maior número ocorreu entre crianças até quatro anos de idade. Elas correspondem a 108 casos --57% do total. Mulheres respondem por 55% dos casos. Por causa da alta incidência, as crianças se tornaram o maior alvo da campanha de imunização. De acordo com a secretaria de Saúde, além da vacina de sarampo, também haverá outras imunizações para atualização da caderneta de vacina das crianças de até cinco anos. Cerca de 120 mil serão vacinadas. "Nossos agentes irão de casa em casa, até o cidadão para vaciná-lo. Vamos vencer essa batalha e com muito trabalho", disse Malafaia. Mesmo com o esforço das autoridades de saúde, o Amapá enfrenta dificuldades para alcançar a meta de 95% de cobertura vacinal estipulada pelo Ministério da Saúde. Em 2020 o alcance foi ainda mais prejudicado pela pandemia de Covid-19, com o índice em 48% na primeira dose e 38% na segunda. Segundo os dados da Superintendência de Vigilância em Saúde , apenas o município de Serra do Navio alcançou a meta de vacinação para ambas as doses (156,7% na primeira e 106,7% na segunda). Porto Grande é o município que tem a menor cobertura vacinal, com 21,8% e 22,8% nas duas doses, respectivamente.

  • Extra

    Após novo apagão no Amapá, Aneel dá um dia para concessionária se explicar

    BRASÍLIA — A concessionária que administra a principal subestação do Amapá  terá um dia, depois que...

  • O Globo

    Treze dos 16 municípios do Amapá voltam a registrar falta de energia

    Situação ocorre dois meses após apagão que deixou estado sem luz por mais de uma semana em novembro

  • Agência Brasil

    Treze cidades do Amapá voltaram a ficar sem energia elétrica

    Um novo apagão elétrico atingiu o Amapá na tarde de hoje (13). O problema teve origem em um trecho da linha de transmissão pertencente à empresa Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE) e afetou as mesmas 13 cidades que, entre outubro e novembro de 2020, passaram 21 dias sem energia elétrica devido a um incêndio em uma subestação energética de Macapá pertencente a LMTE. A empresa concessionária do serviço público informou que o problema foi rapidamente sanado e o fornecimento restabelecido. Em nota, a LMTE classificou o problema na linha de transmissão energética de Laranjal a Macapá como uma “ocorrência externa ao seu controle”. Sem fornecer detalhes sobre a causa do problema, a empresa se limitou a informar que “tal evento ocorre diariamente no Brasil” e “expõe a fragilidade do sistema de energia do Amapá, que não conta com redundância [de sistemas] devido à questão de planejamento setorial”. Ainda de acordo com a empresa, não houve danos à subestação de Macapá ou aos três transformadores em funcionamento na capital. Também em nota, a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA), responsável por distribuir a energia para todo o estado, informou que aguardará por informações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e que o problema não teve qualquer relação com a distribuição. De acordo com a companhia, o fornecimento começou a ser restabelecido perto das 16h20. Matéria alterada às 10h34 do dia 14/1 para correção de informação. Inicialmente a Agência Brasil informou que o fornecimento de energia foi restabelecido por volta das 16h20 (17h20 em Brasília). No entanto, não há diferença de horário entre o Amapá e o resto do país.

  • Agência Brasil

    Um mês após apagão, zona norte de Macapá volta a ficar sem luz

    Um novo corte no fornecimento de energia elétrica deixou a zona norte de Macapá novamente sem luz na noite de domingo (27). O problema ocorreu cerca de um mês depois de quase todo o estado do Amapá ter sofrido por 22 dias com apagões, em novembro. Na zona norte de Macapá residem 200 mil dos mais de 510 mil habitantes da capital amapaense. As primeiras quedas de energia começaram a ser registradas às 16h de ontem.  De acordo com o governo local, o problema já foi solucionado e não tem relação com o que causou o apagão de novembro, quando um incêndio no transformador de uma das principais subestações do Amapá provocou a interrupção no fornecimento. Desta vez, o corte foi provocado por problemas numa outra subestação da capital, a Macapá II, de acordo com a Companhia de Eletricidade do Amapá, estatal de distribuição de energia elétrica do estado.

  • Reuters

    Governo vê suprimento de energia mais seguro no Amapá após novo transformador

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ministério de Minas e Energia informou nesta quarta-feira que o fornecimento de eletricidade no Amapá ganhou um reforço em termos de confiabilidade após a energização durante a madrugada de um novo transformador em uma subestação local.O Estado da região Norte enfrentou um blecaute de longa duração no mês passado, depois que um incêndio na subestação Macapá danificou equipamentos.

  • Agência Brasil

    Subestação de Macapá recebe terceiro transformador

    O transformador trifásico que a Linhas de Macapá Transmissora de Energia (LMTE) alugou para servir temporariamente como reserva de segurança na estação de Macapá foi entregue neste domingo (20), na capital amapaense. Pertencente à estatal Central Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), o equipamento pesa cerca de 200 toneladas e foi retirado da subestação de Boa Vista, capital de Roraima, no último dia 2. Segundo a LMTE, o transformador entrou em fase de teste ontem mesmo. A previsão da LMTE é que o transformador esteja pronto até o natal, desde que as condições climáticas continuem favoráveis à realização dos testes necessários. Até lá, a Subestação de Macapá continuará funcionando com dois apenas dois equipamentos. Por precaução, as subestações de energia do Amapá operam com três transformadores. No entanto, a da LMTE em Macapá opera com apenas dois desde dezembro do ano passado. E um deles pegou fogo no início do novembro. As chamas se espalharam atingiram os outros dois transformadores, incluindo o que há quase um ano aguardava manutenção. O problema causou o desligamento automático nas linhas de transmissão Laranjal/Macapá e das usinas hidrelétricas de Coaracy Nunes e Ferreira Gomes, que abastecem a região. Treze das 16 cidades amapaenses foram afetadas, o que levou a Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA) a impor um rodízio que durou 21 dias. Dos três transformadores atingidos pelo fogo, um foi consertado e voltou a funcionar no dia 7 de novembro – quatro dias após o incêndio; e o segundo foi substituído por equipamento vindo de Laranjal do Jari, no Amapá, entrando em operação no dia 24 daquele mês. E o transformador de Laranjal do Jari será substituído por um removido da subestação da Eletronorte em Vila do Conde, no Pará. A decisão de enviar o aparelho da Eletronorte de Boa Vista para Macapá, em regime de cessão onerosa temporária, foi do gabinete de gestão de crise que o Ministério de Minas e Energia criou  para centralizar as ações adotadas a fim de restabelecer o fornecimento de energia elétrica. Além de representantes do ministério, da Eletronorte e da LMTE, integram o gabinete membros da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Companhia de Eletricidade do Amapá (CEA). Embora a diretoria da Aneel tenha aprovado a cessão temporária do equipamento da subestação da Eletronorte em Boa Vista para a subestação da LMTE, em Macapá, o diretório do MDB em Roraima ingressou com uma ação na Justiça Federal, no começo de dezembro, para impedir que a medida fosse adiante. No pedido de tutela antecipada que ajuizou na 4ª Vara da Justiça Federal em Roraima, o diretório estadual do MDB sustenta que, mesmo que provisória, a transferência do transformador “deixaria o estado de Roraima em situação total de risco e vulnerabilidade no que tange ao abastecimento e à distribuição de energia”. Em nota enviada hoje à Agência Brasil, a LMTE reiterou a informação de que já comprou dois transformadores novos para “reforçar a segurança da transmissão de energia no Amapá”. Os equipamentos estão sendo fabricados, e a estimativa é que sejam entregues no segundo semestre de 2021.

  • Reuters

    Dr. Furlan derrota Josiel Alcolumbre no 2º turno e se elege prefeito de Macapá

    (Reuters) - O deputado estadual Dr. Furlan (Cidadania) foi eleito prefeito de Macapá, neste domingo, com uma vitória sobre Josiel Alcolumbre (DEM), irmão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), no 2º turno de uma eleição realizada de forma isolada após adiamento provocado por um apagão no mês passado.

  • Folhapress

    De virada, Dr. Furlan vence irmão de Alcolumbre e é eleito prefeito de Macapá

    RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Dr. Furlan (Cidadania) foi eleito neste domingo (20) prefeito de Macapá, derrotando no segundo turno da eleição Josiel Alcolumbre (DEM), irmão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP). Com 100% das urnas apuradas, Furlan teve 55,67%, contra 44,33% de Josiel. Foi o segundo revés político da família Alcolumbre em dezembro, já que o senador viu o STF (Supremo Tribunal Federal) barrar no início do mês a sua possibilidade de reeleição para a presidência da Casa. A eleição na cidade havia sido adiada por causa da crise energética que afetou o Amapá em novembro, sendo a capital o único município que teve o pleito remarcado. No primeiro turno, no último dia 6, Josiel teve 29,47% dos votos, contra 16,03% do segundo colocado, Dr. Furlan, em disputa pelo segundo lugar apertada —o ex-governador Capi (PSB) terminou em terceiro, com 14,94%. No mesmo dia 6, foram publicados os votos dos ministros Luís Roberto Barroso e Edson Fachin, do STF, que se posicionaram contra a reeleição da cúpula do Congresso e sacramentaram o resultado que impediu a reeleição de Davi Alcolumbre. Na ocasião, ele estava em Macapá, engajado na candidatura do irmão. O senador tomou para si um papel na resolução da crise do apagão, que atingiu em cheio a campanha do irmão. Desde o início, o senador participou de diversas reuniões, chegando a divulgar vídeo com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, prometendo solução rápida. No fim de novembro, o presidente do Senado apareceu ao lado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em anúncio de MP que isentou os moradores do estado do pagamento da conta de luz de novembro. Porém, o tiro acabou saindo pela culatra, já que a demora para a retomada do abastecimento de energia foi benéfica aos opositores. Os candidatos de oposição aproveitaram a crise e colocaram a conta no governador Waldez Góes (PDT) e no atual prefeito, Clécio Luís (sem partido), aliados de Josiel na disputa. Antes do apagão, o irmão do senador liderava com tranquilidade as pesquisas de intenção de voto na capital do Amapá, mas foi perdendo popularidade conforme a crise se prolongava. No dia 3 de novembro, um incêndio destruiu os transformadores da subestação de distribuição de energia em Macapá e afetou o fornecimento de eletricidade para 90% da população do estado, que ficou no escuro por cinco dias. O apagão durou até a implementação do rodízio de energia iniciado no dia 7. Ao todo, foram 22 dias de apagões, transtornos e prejuízos até que o governo federal anunciasse, em 24 de novembro, o fim do rodízio de energia em 14 das 16 cidades do Amapá. No período, Macapá foi a mais afetada, o que embasou a decisão da Justiça eleitoral de adiar a eleição municipal. O adiamento foi alvo de queixas da segunda colocada nas pesquisas à época, Patrícia Ferraz (Podemos), e mudanças de regras que permitiram o reinício do horário eleitoral e o aumento do limite de gastos foram questionados também por outros partidos. Enquanto isso, no STF, a votação teve um placar de 6 a 5 contra a reeleição de Alcolumbre, e 7 a 4 contra a de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para presidente da Câmara. Para a maioria dos ministros, a recondução foi considerada inconstitucional. A Constituição proíbe os chefes das Casas de tentarem se reeleger para a presidência das Casas em uma mesma legislatura —a atual começou em fevereiro de 2019 e vai até fevereiro de 2023. Apesar da proibição, a postura de Maia e Alcolumbre nos enfrentamentos do presidente Jair Bolsonaro com o Supremo, mudanças constitucionais recentes e articulações políticas nos bastidores vinham alimentando a esperança de ambos de continuarem à frente do Congresso, com o aval de parte dos ministros do Supremo. A decisão do STF de proibir a reeleição da atual cúpula do Congresso gerou uma crise dentro do DEM e teve como consequência um rompimento entre Alcolumbre e Maia. A iniciativa de interromper o diálogo partiu do senador, que atribuiu ao deputado parte da culpa pela derrota. O diagnóstico tinha o apoio de outros integrantes de seu partido. Na noite do dia 8 de dezembro, o senador reuniu-se com Jair Bolsonaro. Depois, disse a aliados ter ouvido do presidente que o Planalto apoiará o nome escolhido por Alcolumbre para sua sucessão. Rodrigo Pacheco (DEM-MG), seu correligionário, foi o nome escolhido posteriormente por ele para o comando do Senado. A escolha é justamente o que tem potencial de conflagrar um novo desentendimento entre Alcolumbre e Maia, pois o presidente da Câmara tem preferência por lançar a candidatura de Aguinaldo Ribeiro (PP-PB). Parte da cúpula do DEM, no entanto, prefere o nome de Baleia Rossi (MDB-SP). Para amenizar a derrota no STF, o presidente Jair Bolsonaro também sondou Alcolumbre para assumir ao menos três ministérios. Entre eles, a Secretaria de Governo, responsável pela articulação política. No entanto, em conversas reservadas, o senador descartou assumir qualquer cargo no primeiro escalão antes da eleição no Senado, no início de fevereiro.