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Notícias automotivas | Carros e montadoras

  • Extra

    Justiça determina internação a homem com Covid-19 que passou saliva em carros

    Não satisfeito em ter passado a própria saliva em carros estacionados no centro do município de...

  • Reuters

    Volkswagen acelera mudança para veículos elétricos

    FRANKFURT (Reuters) - A Volkswagen quer que os veículos elétricos respondam pela maioria das vendas europeias da marca até 2030, disse a companhia nesta sexta-feira. Espera-se que os veículos totalmente elétricos representem mais de 70% do total de vendas de veículos na Europa até 2030, em comparação com a meta anterior de 35%, disse a segunda maior montadora do mundo ao revelar a estratégia "Accelerate".

  • Yahoo Vida e Estilo

    Gusttavo põe Ferrari de R$ 1,3 milhão na sala e Andressa reclama: "Não é possível"

    Andressa não gostou do carro na sala da casa do cantor

  • Yahoo Notícias

    Anúncio de vacinação 'sem limite' para maiores de 60 anos gera caos e fila de 4km de carros em Duque de Caxias (RJ)

    MP-RJ pediu que município respeite regras de plano nacional de vacinação e deixe claro quem são os prioritários a receber as poucas doses disponíveis dos imunizantes

  • Extra

    Em leilão, Porsche que foi de Maradona nos anos 1990 pode sair por mais de 1,3 milhão

    Eterno craque argentino, Maradona continua valendo caro. Um Porsche do ex-jogador, morto em...

  • Folhapress

    Vila Formosa volta a ter fila de carros funerários após elevação de enterros em SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Congestionamentos de carros funerários voltaram a ser registrados no interior do cemitério de Vila Formosa, na zona leste da capital paulista. O retorno da elevação dos sepultamentos é um reflexo direto da pior fase da pandemia na maior cidade do país, que terá de se fechar para conter as contaminações, internações e óbitos causados pelo coronavírus. Na necrópole, considerada a maior da América Latina, a reportagem voltou a presenciar na manhã desta quinta-feira (4) outras cenas que marcaram a primeira onda da pandemia nos primeiros meses de 2020. Dezenas de covas abertas à espera dos corpos e, no mesmo terreno, pedaços de roupas e punhados de cabelo de um corpo que havia sido exumado estavam à mostra. Sinais de que não tem havido tempo necessário para organizar os trabalhos. Os enterros têm tomado a energia dos sepultadores que se dividem para enterrar e abrir novas covas. Adenilson Souza Costa, 41, reclama que o macacão de proteção que utiliza "sempre rasga e o deixa desprotegido durante os enterros que realiza". Outro sinal de que nem a visibilidade da função adquirida na pandemia não melhorou as condições de trabalho do grupo, que também tem sido contaminado pelo coronavírus. "Eu mesmo peguei a Covid", afirma o sepultador com 26 anos de trabalho no Vila Formosa. Das 8h às 11h45 desta quinta, a reportagem contou a realização de 34 enterros, mais da metade deles de pessoas que morreram por Covid-19, segundo os sepultadores. Antes da pandemia, o número de enterros numa manhã em Vila Formosa nunca passava de 20, relatam os trabalhadores. Wagner Amaro dos Santos, 36, administrador do Vila Formosa 1, confirma a estatística dos sepultadores. "Nesta quinta, a gente tinha 23 corpos de vítimas da Covid-19 aguardando por um enterro", diz. "São corpos que chegam à noite, ficam numa sala específica do nosso velório e são enterrados na manhã do dia seguinte." Os enterros acompanhados pela reportagem foram realizados na quadra 99 da unidade 1 do cemitério. Com capacidade para abrigar até 1.200 corpos, o terreno atingirá sua lotação nos próximos quatro dias. A quadra 101, localizada no terreno acima da 99, já está sendo preparada para abrigar os novos corpos. Santos também diz que há duas semanas, o Vila Formosa 1 enterrava nove pessoas mortas por Covid-19, em média, por dia. "Nesta semana estamos com 18 a 25 sepultamentos ocorrendo por dia." Para Santos, a subida de óbitos na cidade de São Paulo preocupa porque o Vila Formosa "assumirá a maioria dos enterros". Por isso, o administrador tem feito uma logística para abrir novas covas. "As exumações são fundamentais para darmos conta da demanda", diz. Até a manhã desta quinta, o Vila Formosa 1 contava com 210 covas abertas e prontas para enterros, segundo o administrador. De acordo com o Serviço Funerário da gestão Bruno Covas (PSDB), o Complexo Cemiterial Vila Formosa, formado por duas unidades que ocupam uma área de 34 hectares, foi o que mais realizou sepultamentos na cidade de São Paulo nos meses de janeiro e fevereiro deste ano. Os cemitérios de São Luiz, Vila Nova Cachoeirinha, Dom Bosco e São Pedro compõem a lista das unidades mais demandadas no período. Juntos, os cinco espaços de enterros registraram uma média de 91 sepultamentos diários nos dois primeiros meses do ano. No mesmo período do ano passado, a média era de 69 sepultamentos diários nas cinco unidades. A elevação da demanda, agora, se justifica pela pandemia. A advogada Janaína Cristina Viana Braga, 42, também carrega os seus próprios números que, segundo ela, têm uma carga elevada de dor e saudade. Na mesma quadra 99, onde nesta quinta-feira enterrou o corpo do pai Luíz Carlos Braga, 73, ela já havia estado semanas antes para sepultar o irmão, Thiago, de 33 anos. Ambos morreram de Covid-19. "Nem conseguimos viver o luto do meu irmão e, agora, perdemos o meu pai que foi um herói que batalhou como um guerreiro por dez dias no hospital", disse. Para a advogada, que também contraiu a Covid e se recuperou, o país está caminhando para um colapso porque falta consciência em grande parte da população. "Hoje, a minha família pôde enterrar meu pai numa sepultura única. Mas, daqui há algumas semanas, infelizmente, viveremos dias de terror com muita gente sendo enterrada em valas comuns. Essa será a cena daqui para frente." O serviço funerário paulistano disse que contratou mais sepultadores --120 trabalhadores em 2020, e mais 30 em fevereiro deste ano para os 22 cemitérios municipais. O órgão não se manifestou sobre a queixa de Adenilson.

  • Kameraone

    Ladrão de carro destrói Porsche durante perseguição policial

    Uma perseguição policial em alta velocidade na Inglaterra terminou com um Porsche 911 destruído. Durante a fuga, o ladrão bateu diversas vezes o veículo de luxo até ser capturado pela polícia.

  • LANCE!

    Parceira de Ibrahimovic conta como conheceu o atleta: 'Deixou sua Ferrari mal estacionada'

    Modelo Helena Seger é mãe de dois filhos com o atacante e disse que não é fácil de conviver com o casal

  • Folhapress

    Vettel se diz 'empolgado' durante apresentação de carro da Aston Martin

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Aston Martin apresentou nesta quarta-feira (3) o carro com o qual a equipe voltará ao grid da F1 depois de um hiato de 61 anos. O modelo AMR21, com cor verde escuro tradicional da marca, será pilotado pelo tetracampeão alemão Sebastian Vettel, 33, e pelo canadense Lance Stroll, 22. Vettel chega ao novo time após seis temporadas consecutivas na Ferrari, escuderia pela qual não conseguiu nem chegar perto do o desempenho dos tempos de Red Bull, quando despontou na categoria e conquistou seus quatro títulos mundiais (2010, 2011, 2012 e 2013). "É um novo começo, o começo de um novo capítulo para mim e também para a equipe, então têm muitas coisas que compartilhamos. É um projeto muito ambicioso", afirmou o alemão. Parte desse projeto nasceu a partir da mudança do nome da equipe. Até 2020, a escuderia se chamava Racing Point, com uma pintura predominantemente na cor rosa. Após o dono do time, Lawrence Stroll, pai de Lance, comprar a Aston Martin, ele decidiu trazer de volta a marca que esteve na F1 nos anos de 1959 e 1960. Além da nova pintura e de ter sido rebatizado, há poucas mudanças no modelo AMR21 em relação ao carro da última temporada. Isso porque o regulamento deste ano obriga as equipes a usarem o mesmo veículo de 2020, apenas com algumas poucas mudanças aerodinâmicas. Desta forma, Vettel pilotará o modelo apelidado de Mercedes Rosa, por ser bastante semelhante ao W10 da Mercedes de 2019, devido a uma parceria entre as equipes para o compartilhamento de tecnologias. Em 2020, esse foi um dos três carros (ao lado de Red Bull e Alpha Thauri) que conseguiu desafiar, justamente, o amplo domínio da equipe do heptacampeão Lewis Hamilton e obter uma vitória, no GP de Sakhir, vencido pelo mexicano Sérgio Perez -hoje no time da empresa de bebidas energéticas. Esse desempenho chamou a atenção do tetracampeão. "Após visitar a fábrica, conhecer as lideranças, os engenheiros e os mecânicos, pude ver que realmente é um bom grupo. Acredito que, com tudo isso, vamos progredir juntos", disse. "Mesmo tendo guiado por quatro equipes e por muito tempo, começar uma nova temporada com uma nova equipe ainda me dá aquela sensação de empolgação." Além da Ferrari e da Red Bull, Vettel também correu pela Toro Rosso e pela antiga Sauber. Ao todo, ele tem 257 GPs disputados, 53 vitórias, 57 poles, 121 pódios e quatro títulos mundiais. A primeira experiência do alemão pela Aston Martin será na pré-temporada, marcada para Sakhir, entre os dias 12 e 14 de março. Duas semanas depois, no fim de semana do dia 28 de março e no mesmo circuito, o GP do Bahrein abre a temporada 2021.

  • Yahoo Finanças

    Além da Ford, confira empresas que deixaram o Brasil desde que Bolsonaro assumiu

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