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Bahia BA | Últimas notícias do estado

  • BBC News Brasil

    O traficante que deu origem ao culto do Senhor do Bonfim e outras descobertas do 'mapa da escravidão' em Salvador

    Site mapeia homenagens controversas, reparadoras e locais esquecidos de resistência à escravidão na capital baiana.

  • Valor Econômico

    Statkraft pretende investir R$ 2,5 bilhões em projeto eólico na Bahia

    Empreendimento tem previsão de ser concluído em 2023 e deverá dobrar a capacidade instalada da norueguesa no Brasil A norueguesa Statkraft divulgou nesta segunda-feira o plano de investir cerca de R$ 2,5 bilhões na construção do parque eólico Ventos de Santa Eugênia, na Bahia. Com 519 megawatts (MW) de capacidade, o empreendimento começará a ser erguido em janeiro do próximo ano e deve ser concluído em 2023. As primeiras turbinas eólicas devem começar a operar em 2022. O Ventos de Santa Eugênia compõe, junto com o projeto Serra de Mangabeira, a primeira fase de implantação do complexo eólico Ibipeba, com aproximadamente 1,1 gigawatt (GW) de potência. Os projetos foram adquiridos pela Statkraft no ano passado e, na época, somavam 660 MW. Com a evolução tecnológica dos aerogeradores, a incorporação de novas áreas e ajustes de layout, a capacidade projetada do complexo foi ampliada em cerca de 450 MW. O novo parque eólico, quando concluído, dobrará a capacidade instalada da Statkraft no Brasil, para 967 MW. “A construção de Ventos de Santa Eugênia representa um passo significativo no caminho para atingir a meta de desenvolver 6 GW de energia eólica globalmente até 2025 e cumprir nossa ambição de nos tornarmos uma empresa líder em energia renovável no mundo”, disse, em nota, o vice-presidente executivo da área de International Power da Statkraft, Jürgen Tzschoppe. Considerada a maior geradora de energia renovável da Europa, a Statkraft atua em 17 países. No Brasil, detém 18 ativos de geração renovável, com cerca de 450 MW de potência instalada. Carla Gottgens/Bloomberg

  • Reuters

    Statkraft anuncia investimento de cerca de R$2,5 bi em projeto eólico na Bahia

    SÃO PAULO (Reuters) - A Statkraft Brasil, do grupo norueguês Statkraft, anunciou nesta segunda-feira que prevê investir cerca de 2,5 bilhões de reais em um complexo eólico na Bahia.O empreendimento, que terá 519 megawatts em capacidade instalada, terá construção iniciada em janeiro de 2021 e a previsão é de que as primeiras turbinas iniciem a operação em 2022, com conclusão em 2023.

  • Agência Brasil

    Agentes da Força Nacional deixam municípios no sul da Bahia

    O efetivo da Força Nacional de Segurança Pública enviado às cidades de Prado e Mucuri, no sul da Bahia, deixou a região no último fim de semana. A desmobilização dos agentes foi determinada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF) na última quinta-feira (17).Em decisão liminar que ainda será apreciada pelo plenário da Corte, Fachin atendeu ao pedido do governador da Bahia, Rui Costa, que alegou que a presença dos agentes em território baiano viola o princípio federativo, uma vez que ele não tinha sido consultado.Costa chegou a usar as redes sociais para afirmar que o envio de agentes da tropa federativa não contava com respaldo legal e, portanto, ameaçava o pacto federativo, revelando “total desprezo às regras de convivência democrática, além do uso político da Força Nacional”.Ao aceitar o pedido do governador, Fachin concedeu prazo de 48 horas para o Ministério da Justiça e Segurança Pública retirar o efetivo da Força Nacional do estado. E determinou que a Advocacia-Geral da União se manifeste sobre a possível realização de uma audiência de conciliação.Segundo a assessoria do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a decisão do ministro fui integralmente cumprida no fim de semana. Com a desmobilização, o ministério teve que publicar no Diário Oficial da União de hoje (21), uma portaria alterando o ato administrativo que, em 2 de setembro, autorizou o emprego da Força Nacional em Prado e em Mucuri por 30 dias – ou seja, até 2 de outubro.A presença do efetivo tinha sido formalmente solicitada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, a pedido do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra).Os agentes da força especial deveriam acompanhar os 30 servidores da autarquia membros da força-tarefa criada para acelerar o processo de titulação em assentamentos de cinco municípios da região sul da Bahia - Eunápolis, Itamaraju e Santa Cruz de Cabrália, além de Prado e Mucuri -, atuando nas “atividades e nos serviços imprescindíveis à preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio”.A força-tarefa criada pelo Incra foi implementada depois que um dos assentamentos, em Prado, foi atacado por homens armados. O ataque ocorreu no dia 28 de agosto e deixou oito pessoas feridas. Casas foram destruídas e um trator e uma moto incendiados. De acordo com o Incra, a presença dos agentes da tropa federativa visava impedir novos ataques, permitindo a continuidade do processo de titulação das terras aos pequenos produtores rurais que já vivem e produzem nestes lotes.Ainda segundo o Incra, além da delimitação dos lotes, as famílias habilitadas de acordo com o perfil socioeconômico e experiência agrícola estão sendo cadastradas para receber seus títulos de domínio dos lotes e créditos de estímulo à produção.Consultado, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento informou que está analisando, em conjunto com o Incra, medidas para garantir a segurança dos servidores e dos assentados e para dar continuidade aos serviços já iniciados - sem responder se recorreu ou planeja recorrer da decisão liminar do ministro Edson Fachin.*Matéria atualizada às 16h46 para acréscimo de informações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

  • Yahoo Vida e Estilo

    'Me Gusta': Cardi B dança no Pelourinho sem nunca ter pisado na Bahia

    A rapper participa do novo clipe de Anitta

  • Originais do Yahoo

    Clipe de Anitta foi gravado em Salvador

    Vídeo da música será lançado às 12h desta sexta-feira (18).

  • Reuters

    Neoenergia Renováveis fecha compra de projetos eólicos na Bahia por R$80 mi

    SÃO PAULO (Reuters) - A Neoenergia Renováveis, controlada de forma indireta pela Neoenergia , firmou contrato com a PEC Energia para comprar projetos "pipeline" de geração de energia eólica, com potencial a ser instalado de aproximadamente 400 MW, na Serra da Gameleira, na Bahia.

  • Yahoo Notícias

    Internados após beberem água em cidade na Bahia, adultos são diagnosticados com rotavírus

    Uma criança com menos de dois anos morreu após apresentar sintomas; Polícia investiga o caso

  • Folhapress

    Governador da Bahia vai ao STF contra uso da Força Nacional em assentamento do MST

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O governo da Bahia ingressou com uma ação nesta quarta (16) no Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo, em caráter liminar, a retirada da Força Nacional de Segurança do sul do estado. O governador Rui Costa (PT) afirma que a guarda federal foi mandada no último dia 3 sem consulta prévia ou solicitação de autoridades locais, ferindo o princípio constitucional da autonomia federativa dos estados. A Bahia quer que seja anulada a portaria federal que autorizou o emprego da Força Nacional nos municípios de Mucuri e Prado por 30 dias. E reclama ainda que os pedidos de esclarecimentos, feitos ao ministro André Mendonça (Justiça), ficaram sem resposta. “A ação compromete indelevelmente o princípio federativo, uma vez que determina a invasão da Força Nacional no Estado da Bahia, sem qualquer respaldo constitucional e nem legal”, afirma na peça o procurador do estado, Miguel Calmon Teixeira de Carvalho Dantas. “Configura-se, portanto, conflito federativo, que se agrava ainda mais quando o excelentíssimo senhor Ministro de Estado da Justiça e Segurança Pública se omite diante de ofícios encaminhados pelo excelentíssimo senhor governador do Estado da Bahia questionando e repelindo a operação”, conclui. O governo federal enviou a força nacional a pedido do Incra para desapropriar famílias do assentamento Jacy Rocha, composto por lavradores ligados ao MST (Movimentos dos Trabalhadores Sem-Terra), o que foi visto no estado como uma retaliação política do governo Bolsonaro ao movimento social.

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