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Black Friday 2020 - Melhores ofertas e descontos

Melhores ofertas da Black Friday 2020

  • Folhapress

    Black Friday e Natal movimentam R$ 21,8 bilhões no ecommerce, diz Neotrust

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Black Friday e o Natal geraram R$ 21,8 bilhões de faturamento no ecommerce brasileiro, de acordo com dados do Neotrust/Compre&Confie, que capta a transação online dos maiores varejistas digitais, com exceção de Mercado Livre e OLX. O levantamento considerou de 15 de novembro a 24 de dezembro. A alta foi de 55% na comparação com o mesmo período de 2019. A quantidade de pedidos também cresceu na fase que antecede as festas de fim de ano. Segundo a empresa, foram realizadas 47 milhões de compras no varejo online, elevação de 52%. O tíquete médio foi de R$ 454 para R$ 464, na mesma comparação. O varejo na internet representa cerca de 9% do varejo total. Já a consultoria Ebit|Nielsen apontou para faturamento online de R$ 3,8 bilhões no Natal (de 10 a 24 de dezembro, sem considerar a Black Friday), uma alta de 44,6% na comparação com o mesmo período de 2019.

  • Yahoo Finanças

    As 20 empresas com as melhores estratégias de marketing digital na Black Friday

    O monitoramento foi feito entre 9 e 29 de novembro, de notícias em destaque na busca do Google e a influência das marcas no rankeamento

  • Originais do Yahoo

    As 20 empresas com as melhores estratégias de marketing na Black Friday

    Um levantamento da Cortex Intelligence mostrou quais foram as marcas que melhor usaram os recursos de marketing digital para se destacar nas buscas sobre a Black Friday deste ano. O monitoramento foi feito entre 9 e 29 de novembro, de notícias em destaque na busca do Google e a influência das marcas no rankeamento

  • Yahoo Finanças

    Produtos não entregues lideram reclamações pós-Black Friday

    Consumidores realizaram suas compras, mas por motivos diversos, como falta de estoque, ficaram sem o produto no final das contas.

  • Canaltech

    Tentativas de phishing aumentam 440% durante a Black Friday

    Além de se passarem por lojas e oferecerem descontos irreais, golpistas também usaram as marcas de empresas de frete para roubarem dados pessoais ou comprometerem os dispositivos das vítimas. Americanos foram os mais atingidos pela prática

  • Agência Brasil

    Vendas do comércio sobem 6,1% no fim de semana da Black Friday

    As vendas em lojas de rua e shopping centers de todo o país no fim de semana da Black Friday (27 a 29 de novembro de 2020) tiveram aumento de 6,1%, com relação ao mesmo período do ano anterior, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Também houve crescimento de 0,6% na semana, de 23 a 27 de novembro, na análise de 25 a 29 do mesmo mês em 2019. Segundo o economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, os números positivos mostram uma melhora no varejo no segundo semestre, tendência que foi indicada pelos resultados do Dia das Crianças. “A reabertura do comércio e o aumento da massa de renda da população, com a liberação da primeira parcela do décimo terceiro salário, ajudaram a registrar índices positivos pela primeira vez em 2020. A retomada das atividades econômicas se refletiu numa melhora gradual, até termos o dado da Black Friday”, disse Rabi. De acordo com Rabi, apesar do bom crescimento, o resultado é o pior dos últimos três anos, reflexo do atual cenário de desemprego alto e redução pela metade do auxílio emergencial. “A situação está melhor do que no início da pandemia, mas é preciso ter cautela e aguardar outros resultados para sinalizarmos uma retomada mais acelerada da economia”.

  • Canaltech

    Black Friday | Venda de jogos digitais caiu 10% em relação a 2019

    Segundo análise do SuperData, venda de jogos digitais caiu 10% no comparativo anual na data comercial. Motivo pode ter sido antecipação das compras do PlayStation 5 e Xbox Series X e S, além do aumento de assinaturas do Game Pass

  • O Globo

    Black Friday: Vendas on-line superam as de lojas físicas pela primeira vez

    Dados do Itaú Unibanco mostram que o comércio eletrônico respondeu por 50,4% das compras feitas com cartão de crédito na sexta-feira

  • O Globo

    Black Friday: Fim de semana vendeu 27% a mais do que em 2019

    No sábado e no domingo foram quase três milhões de pedido, totalizando R$ 1, 5 bilhão em vendas

  • Folhapress

    Vendas na Black Friday da Covid crescem 30%

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - As vendas na semana da Black Friday deste ano foram 30% superiores ao que foi registrado em 2019. Segundo levantamento da Nielsen, o comércio eletrônico faturou R$ 6 bilhões de 19 a 27 de novembro. O período concentra tanto o "Esquenta Black Friday" quanto a data oficial do evento, na última sexta-feira (27). Embora tenha havido uma aposta das varejistas em diluir as principais promoções ao longo do "esquenta", o faturamento continua concentrado no dia principal. O dia 27 foi responsável por 53% das vendas, contra 51% no ano passado Julia Avila, líder da Ebit|Nielsen, afirma que o período de promoções estendidas será uma tendência para as próximas edições. "O e-commerce e as pessoas utilizaram todo o período de novembro para encontrar bons preços e fechar bons negócios. Isso mostra que um esquenta Black Friday mais forte é uma tendência para os próximos anos", afirma. Na avaliação da Nielsen, a concentração de vendas na sexta-feira faz o varejo perder dinamismo, porque mobiliza mais infraestrutura e funcionários em um período curto. "Com períodos maiores, o comércio se torna mais rentável e pode repassar melhores descontos nos preços. Todos lucram no fim do dia", afirma. Houve crescimento também no faturamento pós-Black Friday em relação a 2019. Somando sábado (28) e domingo (29), o ecommerce teve faturamento de R$ 1,5 bilhão em vendas, alta de 27% em comparação com o mesmo período do ano passado. O desempenho do fim de semana foi semelhante ao de quinta-feira (26) e sexta-feira (27). Durante a prévia da Black Friday, sondagens apontavam que mudanças de hábitos de consumo adquiridos pelos consumidores na pandemia trariam novas tendências para o evento. Segundo Juliana Avila, da Nielsen, o "comércio eletrônico soube aproveitar o momento e fisgá-los com descontos, oportunidades e atratividades". De acordo com Fernando Gamboa, sócio da KPMG, a extensão do "esquenta" da Black Friday proporciona aos consumidores um tempo maior para a decisão de compra, o que reduz o número de compras por impulso e permite aos consumidores planejar e antecipar as compras de Natal. "Essa Black Friday é muito atípica. O consumidor está estressado financeiramente, mas tem a oportunidade antecipar compras de Natal e fazer menos compras por impulso", disse. "Tudo o que a gente não quer é consumo exacerbado no meio de uma pandemia." Neste ano, somente na sexta-feira (27), dia oficial do evento, o faturamento de compras online foi de R$ 3,1 bilhões, alta de 4,8% na comparação com o mesmo dia do ano passado. Além de gastar 7,8% mais - o valor médio de compras na sexta-feira este ano ficou em torno de R$ 679 -- os brasileiros também compraram mais vezes, processando 4,6 milhões de pedidos compras. Somando o total de compras do dia principal do evento e do chamado "Esquenta Black Friday", foram gerados 10,6 milhões de pedidos neste ano, aproximadamente 20% a mais em relação a 2019. Para Gamboa, o movimento de compras na Black Friday poderá impactar as compras de Natal deste ano e fazer o comércio repensar as tradicionais de liquidações de janeiro. O Natal deste ano deverá ter desempenho insuficiente para alavancar a retomada do comércio ao longo de 2021. Especialistas afirmam que a incerteza em relação à pandemia e sobre como a economia deverá reagir ainda devem impactar as vendas de fim de ano. Novos hábitos, antigas reclamações Nesta segunda-feira (30), o Procon-SP registrou 940 atendimentos relacionados à Black Friday. A principal reclamação dos consumidores foi a chamada maquiagem de preço (139), quando o desconto oferecido não é real, seguido por pedido cancelado após a compra (109), mudança de preço ao finalizar a compra (107), produto ou serviço indisponível (101) e não entrega ou atraso (89).