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Preocupação com contas públicas mantém pressão e Ibovespa cai mais de 1%

  • SÃO PAULO (Reuters) - O mercado acionário brasileiro teve nova sessão de perdas nesta terça-feira, refletindo a preocupação do mercado com a situação fiscal do país, movimento desta vez amparado pelo movimento também negativo de Wall Street. O volume financeiro da sessão somou 23,3 bilhões de reais.

Vídeo: Mercado e Economia

Trump e os impostos federais

SHOTLIST WASHINGTON, DISTRICT OF COLUMBIA, ESTADOS UNIDOS27 DE SETEMBRO DE 2020FONTE: DC POOLRESTRIÇÕES: PROIBIDA A REVENDA / NO RESALE 1. Plano geral US President Donald Trump walks into the White House briefing room2. Zoom in US President Donald Trump starts his briefing at the White House 3. SONORA 1 - Donald Trump, US President (homem, English, 7 seg.): "In fact I am sort of waiting for the New York Times and the Washington Post, ABC, CBS, NBC, CNN, MSDNC, I am waiting for them to endorse me. Because if they don't then they are going to drop with a thud (ratings, ed). " NOVA YORK, ESTADO DE NOVA IORQUE, ESTADOS UNIDOS9 DE JULHO DE 2020FONTE: AFPTV 4. Primeiro plano clock in front of the Trump Tower5. Tilt de cima para abaixo from the top of Trump Tower to the entrance LAS VEGAS, NEVADA, ESTADOS UNIDOS21 DE MARÇO DE 2020FONTE: AFPTV 6. Plano geral Trump Tower WASHINGTON, DISTRICT OF COLUMBIA, ESTADOS UNIDOS27 DE SETEMBRO DE 2020FONTE: DC POOLRESTRIÇÕES: PROIBIDA A REVENDA / NO RESALE 7. SONORA 2 - Donald Trump, President of the United States (homem, English, 26 seg.): "That is fake news, it's totally fake news, made up, fake. we will do the same stories you could have asked me the same question, four years ago I had to litigate this and talk about it. Totally fake news. No, actually I pay tax, and you will see that as soon as my tax returns, it's under audit, they've been under audit for a long time, the IRS does not treat me well. They treat me like the Tea Party, like they treated the Tea Party." WASHINGTON, DISTRICT OF COLUMBIA, ESTADOS UNIDOS27 DE AGOSTO DE 2020FONTE: US POOLRESTRIÇÕES: PROIBIDA A REVENDA / NO RESALE 8. Plano médio Donald and Melania Trump on stage at the White House South Lawn9. Zoom out crowd seen from behind, chanting 'four more years' while one member of the audience waves his hat10.11. Plano geral Donald Trump on stage at the White House South Lawn 12. SONORA 3 - Donald Trump, presidente dos Estados Unidos (homem, inglês, 3 seg.): "Passamos os últimos quatro anos revertendo o dano que Joe Biden causou nos últimos 47 anos. O histórico de Biden é uma vergonhosa lista das traições e erros mais catastróficos da nossa vida" "We have spent the last four years reversing the damage Joe Biden inflicted over the last 47 years. Biden's record is a shameful roll call of the most catastrophic betrayals and blunders in our lifetime."
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  • Folhapress

    Números do mercado financeiro

    DÓLAR compra/venda Câmbio livre BC - R$ 5,6521 / R$ 5,6528 ** Câmbio livre mercado - R$ 5,6400 / R$ 5,6420* Turismo - R$ 5,6130 / R$ 5,7870 (*) cotação média do mercado (**) cotação do Banco Central Variação do câmbio livre mercado no dia: 0,05% OURO BM&F;R$ 340,75 BOLSAS Bovespa (Ibovespa) Variação: -1,15% Pontos: 93.580 Volume financeiro: R$ 24,409 bilhões Maiores altas: WEG ON (3,26%), Lojas Americanas PN (2,05%), Grupo Natura ON (1,97%) Maiores baixas: Azul PN (-7,71%), Gol PN (-5,72%), Embraer ON (-4,09%) S&P; 500 (Nova York): -0,48% Dow Jones (Nova York): -0,48% Nasdaq (Nova York): -0,29% CAC 40 (Paris): -0,23% Dax 30 (Frankfurt): -0,35 % Financial 100 (Londres): -0,51% Nikkei 225 (Tóquio): 0,12% Hang Seng (Hong Kong): -0,85% Shanghai Composite (Xangai): 0,21% CSI 300 (Xangai e Shenzhen): 0,22% Merval (Buenos Aires): 0,28% IPC (México): -0,26% ÍNDICES DE INFLAÇÃO IPCA/IBGE Agosto 2019: 0,11% Setembro 2019: -0,04% Outubro 2019: 0,10% Novembro 2019: 0,51% Dezembro 2019: 1,15% Janeiro 2020: 0,21% Fevereiro 2020: 0,25% Marco 2020: 0,07% Abril 2020: -0,31% Maio 2020: -0,38% Junho 2020: 0,26% Julho 2020: 0,36% Agosto 2020: 0,24% INPC/IBGE Agosto 2019: 0,12% Setembro 2019: -0,05% Outubro 2019: 0,04% Novembro 2019: 0,54% Dezembro 2019: 1,22% Janeiro 2020: 0,19% Fevereiro 2020: 0,17% Março 2020: 0,18% Abril 2020: -0,23% Maio 2020: -0,25% Junho 2020: 0,30% Julho 2020: 0,44% Agosto 2020: 0,36% IPC/Fipe Agosto 2019: 0,33% Setembro 2019: 0,00% Outubro 2019: 0,16% Novembro 2019: 0,68% Dezembro 2019: 0,94% Janeiro 2020: 0,29% Fevereiro 2020: 0,11% Março 2020: 0,10% Abril 2020: -0,30% Maio 2020: -0,24% Junho 2020: 0,39% Julho 2020: 0,25% Agosto 2020: 0,78% IGP-M/FGV Agosto 2019: -0,67% Setembro 2019: -0,01% Outubro 2019: 0,68% Novembro 2019: 0,30% Dezembro 2019: 2,09% Janeiro 2020: 0,48% Fevereiro 2020: -0,04% Março 2020: 1,24% Abril 2020: 0,80% Maio 2020: 0,28% Junho 2020: 1,56% Julho 2020: 2,23% Agosto 2020: 2,74% IGP-DI/FGV Agosto 2019: -0,51% Setembro 2019: 0,50% Outubro 2019: 0,55% Novembro 2019: 0,85% Dezembro 2019: 1,74% Janeiro 2020: 0,09% Fevereiro 2020: 0,01% Março 2020: 1,64% Abril 2020: 0,05% Maio 2020: 1,07% Junho 2020: 1,60% Julho 2020: 2,34% Agosto 2020: 3,87% SALÁRIO MÍNIMO Janeiro 2020: R$ 1.039,00 Fevereiro 2020: R$ 1.045,00

  • Valor Econômico

    Bolsas de NY recuam à espera do primeiro debate presidencial nos EUA

    Os investidores também atribuíram a pausa na demanda por risco às incertezas relacionadas aos estímulos fiscais nos EUA Após um dia de ganhos fortes na véspera, os índices acionários em Nova York encerraram a terça-feira (29) em queda. Os investidores atribuíram a pausa na demanda por risco às incertezas relacionadas aos estímulos fiscais nos Estados Unidos e ao debate entre os candidatos à presidência do país na noite de hoje, já que a corrida eleitoral pode marcar o início de um período de maior volatilidade nos mercados. Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones fechou em queda de 0,48%, aos 27.452,66 pontos, enquanto o S&P; 500 recuou 0,48%, aos 3.335,47 pontos. O índice eletrônico Nasdaq perdeu 0,29%, encerrando o pregão de hoje aos 11.085,25 pontos. A equipe de pesquisa de portfólio do Goldman Sachs afirma que o primeiro debate presidencial entre o presidente, Donald Trump, e o ex-vice-presidente Joe Biden pode ser um importante catalisador para os investidores avaliarem riscos. Os analistas, liderados por Christian Mueller-Glissmann, afirmam que permaneceram "pró-risco" no cenário atual, mas alertaram que ativos de risco devem ficar presos a uma faixa restrita de negociação, a menos que a incerteza eleitoral diminua. “Embora mantenhamos uma postura bastante pró-risco em nossa alocação de ativos, a volatilidade provavelmente permanecerá elevada no curto prazo e os ativos de risco podem continuar parados em uma faixa 'gorda e plana'”, disse a equipe do banco de investimento. No entanto, parte dos agentes financeiros não acredita que os debates presidenciais devam ter influência muito elevada na trajetória dos ativos financeiros. Paul Schatz, presidente da Heritage Capital, afirma que há uma baixa probabilidade de que o debate dite os rumos do mercado. “Não importa o que o mercado fará amanhã; não será por causa do debate, independentemente do que digam os especialistas e a mídia”, afirmou. Pacote de estímulos Em meio à corrida eleitoral no país, os congressistas em Washington ainda permanecem tentando destravar o impasse relacionado ao novo pacote de estímulos fiscais nos EUA. Hoje, a presidente da Câmara dos Deputados dos EUA, Nancy Pelosi, afirmou que tem esperanças de chegar a um acordo com a Casa Branca ainda nesta semana para aprovar um novo suporte à economia. A declaração foi dada após uma conversa com o secretário do Tesouro americano, Steven Mnuchin, que lidera as negociações dentro do governo Trump. Apesar da fala de Pelosi, alguns republicanos e integrantes do governo já sinalizaram que acham os valores apresentados pelos democratas altos demais. "Uma combinação da situação com a Suprema Corte e o fato de os democratas não estarem dispostos a dar a Trump um grande estímulo fiscal pouco antes da eleição torna bastante improvável que algo seja aprovado", disse Sebastian Mackay, administrador de fundos multimercados da Invesco, à Dow Jones Newswires. Destaques do dia Os setores que apresentaram os melhores desempenhos no rali da véspera, o de energia e o financeiro, foram justamente os que mais recuaram nesta terça-feira. O setor de energia caiu 2,73%, liderando as quedas setoriais dentre os 11 índices do S&P; 500\. Já os papéis do segmento financeiro recuaram 1,15%, também figurando como destaque negativo do pregão.

  • Reuters

    Preocupação com contas públicas mantém pressão e Ibovespa cai mais de 1%

    SÃO PAULO (Reuters) - O mercado acionário brasileiro teve nova sessão de perdas nesta terça-feira, refletindo a preocupação do mercado com a situação fiscal do país, movimento desta vez amparado pelo movimento também negativo de Wall Street. O volume financeiro da sessão somou 23,3 bilhões de reais.

  • Valor Econômico

    Ibovespa volta a sofrer com preocupação fiscal e cai

    Com a baixa nesta terça-feira, o Ibovespa acumula queda de 3,52% em duas sessões O mercado financeiro enfrentou mais um dia de tensão com as incertezas sobre os rumos das contas públicas no país. Em uma nova evidência da piora da percepção de risco por aqui, o Ibovespa recuou mais de 1% em uma sessão marcada pela volatilidade em um momento que os investidores reagem a cada notícia envolvendo as fontes de financiamento do programa Renda Cidadã. Sob pressão também das perdas em Wall Street, o principal índice da bolsa de valores fechou em baixa de 1,15%, aos 93.580 pontos, depois de registrar breves momentos de alívio durante o dia. O volume financeiro somou R$ 17,9 bilhões, abaixo da média em setembro de R$ 19,6 bilhões e do ano de 2020, de R$ 20,6 bilhões. Com a baixa nesta terça-feira, o Ibovespa acumula queda de 3,52% em duas sessões, o que leva a uma perda de 5,83% no mês de setembro até aqui. Mantida essa desvalorização amanhã, último pregão de setembro, essa será a maior baixa mensal desde março, quando recuou 29,9%. O mercado financeiro continua mostrando uma sensibilidade extrema a qualquer assunto relacionado à situação fiscal, depois da reação bastante negativa dos investidores aos planos do governo para encaixar o Renda Cidadã no orçamento. De fato, o clima no mercado é de tensão já que o próprio presidente Jair Bolsonaro reclamou hoje das críticas à sugestão de seu governo de utilizar recursos de precatórios e do Fundeb para financiar o Renda Cidadã. Para o sócio e gestor da Grou Capital, Tiago Sampaio Cunha, ainda há expectativa no mercado de que a equipe econômica encontre alternativas para o financiamento do programa Renda Cidadã - seja com corte de gastos ou com uma reforma tributária mais profunda. Isso evita uma deterioração ainda maior no preço dos ativos neste momento, mas o risco de perda de credibilidade fiscal mantém o ambiente de negócios bastante tenso. “O governo tem definido que é preciso fazer o programa Renda Cidadã, mas como vai fazer o financiamento ainda parece estar em aberto”, afirma. Durante a tarde, o secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou que o governo não tem intenção ou tenta driblar o teto de gastos, e que os próximos dias serão importantes para avançar no debate. “A solução política foi apresentada e cabe a nós mostrar a repercussão que isso tem”, disse o secretário, que viu a reação negativa do mercado como um alerta do aumento da percepção de risco. Diante da piora no ambiente de negócios, ele destacou que a posição do Tesouro é de comprometimento com consolidação fiscal e teto de gastos. “Observamos também esse comprometimento por parte dos parlamentares”, acrescentou. Analistas do Morgan Stanley observam que o mercado local está bastante cauteloso em relação aos rumos das contas públicas. “Nosso cenário-base continua a ser o de um arcabouço fiscal intacto. Ainda assim, a barra para uma reforma robusta no curto prazo continua a ser muito alta. Embora o prêmio de risco sobre os ativos locais continue sendo muito atrativo, preferimos nos manter de lado, esperando para assumir posições”, dizem os profissionais em relatório a clientes. De fato, a palavra cautela tem sido bastante usada por gestores neste momento para descrever a estratégia de investimentos. Um profissional que preferiu não ser identificado afirma que já reduziu sua exposição no mercado local e, agora, aguarda mais informações para definir os próximos passos. “Estamos vendo um impasse: o presidente não abre mão do programa, mas não sabe como financiá-lo”, diz. Outro gestor vislumbra dias de bastante volatilidade daqui para frente e se apoia em uma carteira de ações defensivas, como de exportadoras e empresas do setor elétrico. Ele explica que a proximidade dos 90 mil pontos no Ibovespa chama a atenção e poderia até atrair fluxo comprador. No entanto, para o profissional, o mercado deve continuar operando com freio de mão puxado dado o pouco espaço para aprovação de reformas neste ano, as preocupações fiscais e as incertezas com a eleição americana. Gerd Altmann / Pixabay

  • Reuters

    Preocupação com contas públicas mantém pressão e Ibovespa cai 1,2%

    SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa recuou nesta terça-feira, ampliando o movimento da véspera, ainda refletindo a preocupação do mercado com a situação fiscal do país.510,46 pontos, de acordo com dados preliminares.

  • Reuters

    Dólar flerta com R$5,68, mas fecha perto da estabilidade enquanto mercado avalia risco fiscal

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar fechou perto da estabilidade ante o real nesta terça-feira, depois de oscilar entre altas e baixas, com o mercado mostrando indefinição diante de contínua apreensão do lado fiscal, intensificada na véspera pela proposta apresentada para financiar o Renda Cidadã.A moeda norte-americana teve variação positiva de 0,14%, a 5,6428 reais na venda, nova máxima desde 20 de maio (5,6902 reais).

  • Folhapress

    Mercado dá alerta sobre Renda Cidadã, precisamos ver mensagem, diz secretário do Tesouro

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O secretário do Tesouro Nacional, Bruno Funchal, afirmou nesta terça-feira (29) que o mercado e agentes econômicos deram o recado ao reagir negativamente à proposta de usar recursos de precatórios para financiar o novo programa social do governo. Para ele, é preciso olhar essas mensagens, evoluir e mostrar alternativas. Com a concordância do presidente Jair Bolsonaro e do ministro Paulo Guedes (Economia), foi apresentada nesta segunda ma proposta para limitar o pagamento de precatórios, o que liberaria recursos para a ampliação do Bolsa Família, rebatizado de Renda Cidadã. Em outra frente, foi proposto deslocar para o programa social recursos do Fundeb (fundo para a educação), que não contabilizam no teto de gastos. As duas ideias foram lidas pelo mercado como uma tentativa de calote do governo, associada a um drible no teto de gastos. Como reação imediata, os índices da bolsa desabaram, enquanto o dólar subiu. "O mercado já deu um alerta ontem, o mercado e agentes econômicos em geral. Teve uma percepção de aumento de risco. Isso é um sinal", disse o secretário. "Cabe a nós mostrar o que significa isso. A curva de juros subiu por conta disso. Esse aumento de despesa por conta de um programa de transferência de renda não está sendo feito via redução de outra despesa, mas sim uma postergação de pagamento. Isso traz um percepção de risco, isso se reflete nos indicadores, a bolsa caiu". Ao argumentar que não viu o texto final do projeto, o secretário disse que a medida dos precatórios foi "uma solução política". Segundo ele, o Tesouro avalia as consequências da proposta. "Tem mensagens, a gente precisa olhar essas mensagens e evoluir, conversar com a sociedade e mostrar as alternativas", afirmou. As dificuldades em torno da elaboração do novo programa social envolvem restrições orçamentárias e vetos do presidente Jair Bolsonaro. Inicialmente, a equipe econômica defendia que a ampliação do Bolsa Família fosse bancada pela extinção de outros programas existentes hoje, como o abono salarial, uma espécie de 14º salário pago a trabalhadores com renda de até dois salários mínimos. O presidente, porém, vetou a ideia, argumentando que o governo não pode "tirar de pobres para dar a paupérrimos". Depois, há duas semanas, Bolsonaro se irritou com uma proposta da equipe econômica que previa o congelamento de aposentadorias para bancar o novo programa social, que seria batizado de Renda Brasil. Ele chegou a proibir a continuidade dos debates sobre o programa. "Até 2022, no meu governo, está proibido falar a palavra Renda Brasil. Vamos continuar com o Bolsa Família. E ponto final", afirmou na ocasião. No dia seguinte, porém, o relator do Orçamento de 2021, senador Márcio Bittar (MDB-AC), disse que foi autorizado pelo presidente a criar o novo programa. A busca por opções de financiamento é dificultada pelo teto de gastos, que limita o crescimento das despesas públicas à variação da inflação. Não há margem para que o governo simplesmente amplie o programa sem cortar outros gastos. De acordo com Funchal, o debate faz parte da elaboração da proposta. Segundo ele, não há tentativa de drible ao teto ou de contabilidade criativa. "O nosso papel é estudar e mostrar as consequências para o bem do próprio presidente e para o bem da sociedade. É importante a sociedade estar junto e entender quais são as alternativas para que a gente consiga uma melhor alternativa", disse. O secretário ressaltou que a proposta do senador ainda traz pontos considerados importantes para o governo, como o acionamento de gatilhos de ajuste fiscal em situações de dificuldade financeira.

  • Reuters

    Postergação de precatórios não é redução de despesas e reação do mercado foi um alerta, diz Funchal

    BRASÍLIA (Reuters) - O secretário do Tesouro, Bruno Funchal, afirmou nesta terça-feira que o mercado deu um "sinal muito claro" em sua reação à proposta de lideranças do governo no Congresso de financiar o Renda Cidadã com uma limitação ao pagamento anual de precatórios, sugestão que ele afirmou ter sido da classe política.O secretário frisou que a solução apresentada não constitui redução de despesas, mas postergação de pagamento, e pontuou, em coletiva de imprensa, que a curva de juros subiu e a bolsa caiu na segunda-feira em função disso.

  • Bloomberg

    Netflix aposta em mercado móvel para crescer na África

    (Bloomberg) -- A Netflix se tornou o maior serviço de streaming por assinatura do mundo ao inundar o mercado com conteúdo popular mais barato do que a concorrência.No entanto, cinco anos depois de chegar à África, a empresa dos Estados Unidos ainda encontra obstáculos para crescer além do segmento mais rico da população, desafiada pela pobreza, pirataria e acesso limitado à banda larga. Em um continente com mais de um bilhão de pessoas, o serviço tem 1,4 milhão de assinantes, de acordo com a Digital TV Research. O número se compara a quase 20 milhões de clientes da empresa africana de TV paga MultiChoice Group.Agora, a Netflix acelera a marcha. A empresa testa assinaturas mais baratas e exclusivas para serviços móveis e encomenda mais programas produzidos localmente para refletir culturas e experiências de africanos no dia a dia.Um importante campo de batalha é a Nigéria, a maior economia da África Subsaariana e o coração de sua indústria de TV. A rápida expansão das redes móveis 4G oferece aos serviços de streaming um novo canal para atingir o público, desde que possam pagar.“Para que a Netflix alcance toda a região com um preço mais alto, o mercado móvel será crucial”, disse Ben McMurray, da Ampere Analysis.A Netflix testa se usuários comprarão o serviço exclusivo para aparelhos móveis por 1.200 nairas (US$ 2,65) por mês, bem abaixo do valor de 2.900 nairas cobrado pela assinatura mais básica. Com mais de 100 milhões de nigerianos vivendo com menos de US$ 1,90 por dia, ainda pode ser um exagero.A oferta ainda é mais cara do que o equivalente a 250 nairas por mês cobrados pela Iroko, uma plataforma de streaming que tem o maior catálogo online de conteúdo de ‘Nollywood' nigeriano, como a comédia de sucesso “Jenifa’s Diary”.“Queremos contar histórias incríveis adaptadas a diferentes idiomas, gostos e humores diferentes”, disse um porta-voz da Netflix em respostas por e-mail às perguntas. “Sabemos o quanto é importante ter um quadro que ofereça diversidade e variedade.”For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

  • Valor Econômico

    Bolsas da Europa fecham o dia em queda, após forte rali da véspera

    Após a alta de 2,2% ontem, seu melhor desempenho diário desde 22 de junho, o Stoxx Europe 600 recuou 0,52%, nesta terça (29) As ações europeias fecharam a terça-feira (29) em queda, em meio a incertezas políticas e preocupações sobre o impacto econômico de uma segunda onda de covid-19 no continente. Após a alta de 2,2% ontem, seu melhor desempenho diário desde 22 de junho, o Stoxx Europe 600 recuou 0,52%, terminando o pregão aos 361,49 pontos. As quedas de hoje incluíram a da operadora de shopping centers Klépierre, que recuou 3,95%, a da companhia aérea Lufthansa, que caiu 2,10%, e da operadora Aéroports de Paris, que fechou em queda de 1,05%. As quedas ilustram a preocupação dos investidores com o crescimento dos casos de covid-19 na Europa, já que os papéis seriam prejudicados por novas restrições para conter a pandemia. O total de mortes por covid-19 ultrapassou 1 milhão em todo o mundo, com mais de 33 milhões de infectados, segundo dados da Universidade Johns Hopkins. "O número de mortes causadas pela pandemia em todo o mundo chegou a 1 milhão hoje e essa manchete está nas mentes dos investidores", disse David Madden, analista de mercados da CMC Markets. Entre os índices nacionais, o DAX, de Frankfurt, encerrou o dia em queda de 0,35%, a 12.825,82 pontos, enquanto, em Londres, o FTSE 100 recuou 0,51%, aos 5.897,50 pontos. Em Paris, o CAC 40 caiu 0,23%, a 4.832,07 pontos. Em Milão e Madri, as referências perderam 0,52% e 1,15%, respectivamente. Outro fator que segue limitando a demanda por risco nos mercados globais é o impasse relacionado a um novo pacote de estímulos fiscais nos Estados Unidos. Os democratas da Câmara revelaram um pacote de estímulo de US$ 2,2 trilhões, que deve ser utilizado como uma ferramenta de barganha pela presidente da Casa, Nancy Pelosi, nas negociações com o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin. O Reino Unido, esta semana, mantém negociações com a União Europeia sobre o projeto de lei britânico que pretende desfazer elementos do acordo de divórcio com o bloco, o chamado Brexit. O principal evento do dia, contudo, acontecerá após o fechamento dos mercados europeu e americano, que é o primeiro debate entre o presidente Donald Trump e o ex-vice-presidente Joe Biden, candidatos à eleição presidencial nos EUA. Andrew Garthwaite, estrategista do Credit Suisse, disse que, se todas as políticas de Biden fossem implementadas, o peso no lucro por ação do S&P; 500 seria de cerca de 9%. “No entanto, acreditamos que haveria um acordo e diluição de algumas das propostas mais polêmicas, com apenas uma pequena maioria provável no Senado. Se a economia estiver indo mal, os aumentos de impostos provavelmente serão adiados e os gastos serão antecipados”, disse ele. Mais destaques do dia As ações da Ferguson subiram 6,01%, após o fornecedor de produtos de encanamento ter relatado uma queda de 4% nos lucros antes dos impostos no ano fiscal encerrado em 31 de julho, mas ter restabelecido o pagamento de dividendo e anunciado que retomaria as aquisições de companhias menores. Já a Valmet, fabricante finlandesa de tecnologia de celulose, recuou 4,88%, após abordar o fabricante de válvulas Neles (+2,17%) sobre uma fusão. A Valmet, que já é a principal acionista da Neles, não divulgou os termos do negócio. A gigante sueca de engenharia Alfa Laval, que também está tentando comprar a Neles, recuou 0,39%.

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