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  • Extra

    Flávio Bolsonaro diz que usou recursos de venda de imóvel e de loja de chocolates no Rio para comprar mansão de R$ 6 milhões em Brasília

    RIO - O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) afirmou nesta terça-feira que comprou no início...

  • O Globo

    Vídeo exibe imagens internas da mansão de R$ 6 milhões comprada por Flávio Bolsonaro em Brasília

    Material de divulgação afirma que residência tem suíte master com sacada, espaço gourmet, academia e 'brinquedoteca'

  • O Globo

    Flávio Bolsonaro diz que usou recurso de venda de apartamento no Rio para comprar mansão de R$ 6 milhões em Brasília

    Investigado por lavagem de dinheiro na compra de imóveis, senador emitiu nota em que justifica compra milionária de casa de luxo em área nobre

  • Agência Brasil

    DF: para algumas categorias, lockdown pode durar menos de 15 dias

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, afirmou nesta segunda-feira (1º) que vai flexibilizar a abertura de atividades, como escolas e academias, com a diminuição da taxa de transmissão do novo coronavírus. A previsão do governo do DF é que o fechamento do comércio local seja mantido por, no máximo, 15 dias. Segundo Ibaneis Rocha, a decisão de fechar o comércio foi tomada devido à alta taxa de transmissão do vírus no Distrito Federal. “Diminuindo a taxa de transmissão e aumentando o número de leitos de UTI vou reabrir todas as atividades, começando com as de menor impacto. O GDF depende da geração de empregos e dos impostos; é do meu maior interesse que o setor produtivo volte a funcionar”, disse o governador por meio do Twitter. Terminei agora uma reunião com lideranças do setor produtivo do DF. Mostrei que a taxa de transmissibilidade do vírus está muito alta e este foi o principal motivo para o decreto do fechamento. É preciso reduzir a circulação de pessoas na cidade ou não vamos sair da crise. (1/7) — Ibaneis Oficial (@IbaneisOficial) March 1, 2021 Em reunião com empresários e deputados distritais, Ibaneis Rocha afirmou que pretende abrir 130 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ainda nesta semana. Outros 200 leitos serão disponibilizados com apoio do Ministério da Saúde nos próximos dias. O GDF também negocia a contratação da rede privada para a abertura de 150 a 200 leitos. “A culpa não é de nenhum dos setores, mas se não interrompemos o fluxo de pessoas não conseguimos diminuir o índice de transmissibilidade da doença no DF. Quando retomarmos as condições de saúde e atendimento à população, com novos leitos de UTI, nós iremos retomar as atividades aos poucos. Não vou deixar a população morrer sem atendimento”, disse Ibaneis Rocha. Desde 00h01 de domingo (28) estão impedidos de funcionar academias, bares, boates, casas noturnas, shoppings, feiras e clubes recreativos. Restaurantes só poderão funcionar com serviço de entrega, sem abertura ao público. O decreto de fechamento do comércio no DF libera o funcionamento de agências bancárias, lotéricas, bancas de jornais e revistas, empresas de manutenção de equipamentos hospitalares, toda a cadeia do segmento de veículos automotores e escritórios de advocacia, contabilidade e imobiliárias.

  • Folhapress

    Flávio Bolsonaro compra mansão em Brasília por R$ 6 milhões, diz site

    BRASÍLIA, DF, E RIO DE JANEIRO, RJ (FOLHAPRESS) - Denunciado sob a acusação de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa no caso das "rachadinhas", o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) comprou uma mansão em Brasília no valor de R$ 5,97 milhões, segundo revelou o site O Antagonista. A casa fica localizada no Setor de Mansões Dom Bosco, no Lago Sul, bairro nobre da capital. Ela tem 1.100 m² de área construída, em um terreno de 2.500 m². De acordo com o site, o parlamentar e a esposa, Fernanda Bolsonaro, visitaram nos últimos meses outras casas de valores similares na cidade. O negócio imobiliário foi concretizado às vésperas de o STJ (Superior Tribunal de Justiça) analisar vários recursos do senador no caso das "rachadinhas". No primeiro deles, julgado na semana passada, os ministros da Quinta Turma do STJ anularam as quebras de sigilo bancário e fiscal da investigação conduzida pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. A mansão em Brasília é o 20º imóvel que Flávio adquire num intervalo de 16 anos --considerando um andar com 12 salas comerciais de que foi proprietário. A intensa atividade imobiliária do senador foi revelada pelo jornal Folha de S.Paulo em 2018. Atualmente ele é dono de um apartamento na Barra da Tijuca adquirido por R$ 2,5 milhões, com financiamento, e uma sala comercial num shopping da zona oeste, avaliada em R$ 150 mil. Na denúncia oferecida contra o senador no caso das "rachadinhas", o Ministério Público do Rio de Janeiro apontou que as operações de compra e venda de dois imóveis foi usada para lavagem de dinheiro. A reportagem do site O Antagonista reproduziu um trecho da certidão do imóvel comprado em Brasília. De acordo com o documento, o negócio foi fechado no final de janeiro com a RVA Construções e Incorporações, empresa do advogado e empresário Juscelino Sarkis. A certidão informa que parte do valor (R$ 3,1 milhões) foi financiada pelo BRB (Banco de Brasília). A quitação será em 360 parcelas. O documento menciona taxas que variam de 3,65% a 4,85% ao ano. A amortização será pelo sistema SAC, que consiste em prestações mais altas no início e menores no final. O BRB é controlado pelo governo do Distrito Federal, comandado por Ibaneis Rocha (MDB), um aliado do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). O salário de Flávio no Senado é de R$ 25 mil líquidos. A esposa é dentista e tem consultório em Brasília. São casados em regime de comunhão parcial de bens. A escritura de compra e venda foi feita em um serviço notarial de Brazlândia, cidade do DF distante cerca de 45 km do Plano Piloto. A matrícula do imóvel, por sua vez, é de responsabilidade do 1º Ofício do Registro de Imóveis do DF, a poucos quilômetros do Congresso. O Antagonista reproduziu também conteúdo do anúncio do imóvel, recentemente tirado do ar. Um trecho dizia: "No piso superior, sala e copas íntimas, uma brinquedoteca, quatro suítes amplas, sendo a máster com hidromassagem para o casal, closet e academia." "Na área externa, piscina e spa com aquecimento solar, iluminação em led e deck, banheiros do espaço gourmet, depósito, quatro vagas de garagem cobertas e mais quatro descobertas." Nas eleições de 2018, Flávio declarou ao TSE ser dono de patrimônio de R$ 1,7 milhão. Ele encerrou recentemente as atividades da loja de chocolates que mantinha num shopping no Rio. Ele é acusado de liderar um esquema de "rachadinha" em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa por meio de 12 funcionários fantasmas entre 2007 e 2018, período em que era deputado estadual. Foi denunciado em novembro de 2020 pela Promotoria fluminense sob a acusação dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, apropriação indébita e organização criminosa, em razão do suposto desvio de R$ 6,1 milhões. Procurado por meio da assessoria de imprensa, o senador não respondeu até a conclusão deste texto. Na apuração do MP-RJ no caso das "rachadinhas", os investigadores afirmam que Flávio e a mulher, a dentista Fernanda Bolsonaro, pagaram "por fora", com dinheiro vivo, R$ 638,4 mil na aquisição de duas quitinetes em Copacabana (zona sul) em novembro de 2012. O valor pago oficialmente, declarado em escritura, foi de R$ 310 mil. O MP-RJ afirmou que, no mesmo dia da concretização do negócio, o vendedor dos dois imóveis esteve no banco HSBC, onde tinha conta, para depositar os valores em espécie. A agência usada fica a 450 metros do cartório onde foi assinada a escritura, que, por sua vez, fica a 50 metros da Assembleia Legislativa do Rio. Menos de dois anos depois, os imóveis foram vendidos por R$ 1,1 milhão, em valores declarados. Para o MP-RJ, a lavagem de dinheiro se concretizou por meio do lucro declarado à Receita Federal de R$ 813 mil --tornando "legais" os R$ 638,4 mil supostamente de origem ilícita. Flávio manteve uma intensa atividade no meio imobiliário ao longo dos anos. Adquiriu uma cobertura e depois fez uma permuta em troca de outros dois imóveis, mais uma quantia em dinheiro. Em 2015, ele também investiu numa loja de chocolates no shopping Via Parque. O MP-RJ suspeita que a empresa tenha sido usada para lavar R$ 1,6 milhão da "rachadinha". O negócio foi encerrado no dia 31 de janeiro deste ano, dois dias depois da aquisição da mansão em Brasília. Já no Senado, o filho do presidente não se afastou dos negócios privados paralelos. Como a Folha de S.Paulo revelou, ele se tornou sócio de uma empresa que tinha como objetivo instalar uma indústria de sabão em pó no estado. No contrato social da Kryafs Participações, o senador não se apresenta como um mero sócio-investidor. O filho do presidente Jair Bolsonaro declara ser um representante comercial da fábrica baiana Espumil, serviço pelo qual estimou que receberia R$ 500 mil. A empresa seria uma parceira no empreendimento. O projeto, contudo, não foi a frente. O sócio-diretor da Espumil, João Paulo Dantas, afirma que foi pressionado a permitir a inclusão do senador no negócio e decidiu interromper as tratativas com a Kryafs logo após sua criação. Agora ele diz manter a intenção de montar uma fábrica no Rio de Janeiro com outros parceiros. A Kryafs teve suas atividades encerradas após a publicação da reportagem. Nesta segunda-feira (1), o STJ retirou de pauta dois recursos de Flávio previstos para serem julgados nesta terça-feira (2). Nos pedidos, a defesa do parlamentar busca invalidar relatórios do Coaf (Conselho de Controle das Atividades Financeiras) compartilhados com o Ministério Público do Rio de Janeiro e decisões judiciais de primeira instância no inquérito das "rachadinhas". Ficou também adiada a análise de um habeas corpus em favor do ex-assessor parlamentar Fabrício Queiroz. A análise dos três recursos é feita pela Quinta Turma, colegiado composto por cinco ministros. O tribunal não divulgou o motivo da retirada de pauta. Na semana passada, o adiamento ocorreu a pedido do relator, ministro Felix Fischer.

  • Business Wire

    Em Parceria com a IDEMIA, Banco de Brasília Lança Cartão Dux Visando Oferecer uma Experiência Exclusiva aos Clientes

    O Banco de Brasília (BRB) lança hoje o Dux, um cartão de metal feito com a tecnologia IDEMIA. Muito mais do que um cartão de crédito, o Dux visa oferecer uma experiência exclusiva ao cliente, já que é feito de um material metálico com design exclusivo inspirado em Athos Bulcão, uma das principais referências artísticas de Brasília. O produto, da bandeira Visa, chega para aumentar ainda mais o portfólio do BRB.

  • Folhapress

    Primeiro dia útil com medidas restritivas no DF é marcado por protesto e comércio aberto

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - No primeiro dia útil de novas medidas restritivas em vigor no Distrito Federal, a circulação das pessoas diminuiu, mas alguns estabelecimentos permaneceram abertos e ambulantes continuaram seus trabalhos pelas ruas de Brasília. Também houve protestos em frente ao Palácio do Buriti contra as ações. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), decretou as medidas na sexta-feira (26). Até o dia 15 de março, todas as atividades comerciais estão suspensas, exceto os serviços essenciais. A Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal informou, em nota, que até as 14h, 123 estabelecimentos foram fechados e um foi interditado no Distrito Federal. Também foram vistoriados 79 quiosques, e 14 deles foram fechados. "Nenhum estabelecimento foi multado. Os dois primeiros dias estão sendo para orientar os comerciantes sobre o lockdown", disse em nota. A medida tem gerado revolta no setor produtivo do Distrito Federal. Com cartazes e gritos pedindo o retorno ao trabalho, um grupo se reuniu em frente ao Palácio do Buriti, onde fica o governador Ibaneis Rocha, na manhã desta segunda-feira (1º). Segundo a Polícia Militar do Distrito Federal, cerca de 600 pessoas estavam na manifestação, que durou aproximadamente duas horas. Leonardo Resende, diretor da ACDF (Associação Comercial do Distrito Federal) e um dos organizadores do movimento Lockdown no DF Não, disse que a situação do comércio é preocupante. O movimento é formado por pessoas do setor produtivo, como o Sindhobar (Sindicato Patronal de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília) e o Sindac-DF (Sindicato das Academias do Distrito Federal). "Conseguimos juntar empregado e empregador para protestar. Desde o início da pandemia o comércio teve um prejuízo inestimável. As pessoas não aguentam mais ficar paradas", disse Resende. A deputada Julia Lucy (Novo) esteve presente na manifestação. A parlamentar apresentou um PDL (Projeto de Decreto Legislativo) para derrubar o decreto na Câmara Legislativa do Distrito Federal nesta segunda-feira (1). A previsão é que ele seja discutido nesta terça-feira (2). "Acredito que o setor esteja sendo punido devido a uma parcela que não cumpriu as medidas sanitárias", afirmou. Apesar de a maioria das lojas de rua estarem fechadas, algumas não respeitaram as medidas restritivas. O aposentado Antônio Francisco Alencar Vieira permaneceu com sua sapataria aberta na avenida W3 Sul. "O movimento caiu muito, mas eu permaneço com a loja aberta tomando todos os cuidados para não ter aglomeração", disse. O decreto proíbe também o comércio ambulante, mas a atividade não parou, principalmente na rodoviária de Brasília. "Quem vai pagar minhas contas? Eu preciso trabalhar", disse o vendedor ambulante Gilmar dos Santos. Nas redes sociais, o governador disse que conversou com representantes do setor produtivo para mostrar que a taxa de transmissibilidade do vírus está alta. Ele afirmou que é preciso interromper a circulação de pessoas ou a crise não vai ter fim. Ibaneis Rocha disse ainda que espera que a economia volte a funcionar em até 15 dias. Antes, porém, será preciso aumentar o número de leitos de UTI e reduzir a taxa de transmissão do vírus. "No fim de semana abrimos 60 novos leitos de UTI para Covid-19 e imediatamente 54 deles foram ocupados. Isso mostra a gravidade da situação no DF. O decreto de lockdown não me traz nenhum tipo de satisfação, pelo contrário, mas eu não posso fugir das minhas responsabilidades", disse. Antes da publicação do decreto, a previsão era de que as medidas restritivas começariam a valer na segunda-feira (1), mas foram antecipadas para domingo (28). O governador tomou a decisão de decretar as medidas restritivas após a alta taxa de ocupação de leitos de UTI no Distrito Federal, que passou de 90% no final de semana.

  • Extra

    Flávio Bolsonaro compra mansão de R$ 6 milhões em bairro de luxo de Brasília

    BRASÍLIA - O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), filho do presidente Jair Bolsonaro,...

  • Yahoo Notícias

    Na contramão das pesquisas, Conselho Regional de Medicina do DF se diz contrário ao lockdown

    Nas redes sociais, o cientista politico pela Universidade de Brasília (UnB), Gabriel Elias, atribuiu o episódio a uma “piada do bolsonarismo impregnado na classe médica”

  • Yahoo Notícias

    Doria critica repasse do governo Bolsonaro aos estados: “Mais Brasília e menos Brasil”

    Governadores ficaram insatisfeitos com postagem feita pelo presidente nas redes sociais