Assunto

Brasília | Últimas notícias da capital brasileira

  • Extra

    Michelle Bolsonaro vai a carrocinha de cachorro-quente em Brasília e é tietada por funcionários

    Michelle Bolsonaro voltou a ser notícia na última semana depois que prestou queixa, no dia 25,...

  • Valor Econômico

    Governo do Distrito Federal anuncia privatização de estatal de energia

    Preço mínimo esperado pela venda da CEB é de R$ 1,424 bilhão O governo do Distrito Federal anunciou neste sábado a privatização da CEB (Companhia Energética de Brasília). O conselho de administração da CEB aprovou a convocação de uma assembleia geral para chancelar a venda da empresa. O governo do Distrito Federal é o acionista majoritário da companhia. O preço mínimo de venda é de R$ 1,424 bilhão. Esse valor foi calculado a partir de duas avaliações realizadas por consultorias independentes contratadas pelo BNDES (Banco do Desenvolvimento Econômico e Social). A decisão foi comunicada aos acionistas e ao mercado em fato relevante divulgado pela companhia na tarde deste sábado. O documento é assinado pelo diretor administrativo-financeiro e de relações com investidores da empresa, Joel Antônio de Araújo. Após deliberação da assembleia geral, as ações serão ofertadas em leilão organizado pela B3. O Valor mostrou em reportagem que os grupos CPFL e Equatorial estão entre os potenciais interessados. Em 2019, o grupo CEB obteve lucro líquido de R$ 119 milhões -um aumento de 32% em relação ao ano anterior. O primeiro passo para a venda da companhia foi dado em 2019, quando o governador do Distrito Federal, contratou o BNDES para assessorar o processo. Em fevereiro de 2020, Ibaneis declarou que a privatização da CEB é irreversível e prioridade do governo.

  • Extra

    CBF veta volta do público aos estádios, e Flamengo aciona Brasília

    Uma reunião neste sábado entre a CBF e os clubes da Série A decidiu, por unanimidade, pelo veto ao...

  • Agência Brasil

    Desigualdades de gênero, raça e renda marcam uso do transporte no DF

    Na capital do país, as mulheres andam mais de ônibus e a pé para irem ao trabalho do que os homens. O uso do transporte público coletivo pela população negra também é muito superior ao da população não-negra. Apesar da fama de ser uma cidade construída para carros, o maior ou menor uso de automóvel particular no Distrito Federal (DF) está diretamente relacionado ao tamanho da renda familiar, à região onde se vive, ao gênero e à cor de pele.Essas informações constam no estudo "Como anda Brasília", da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan), a partir dos dados da última Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílio (PDAD), que retrata os perfis do pedestre e de quem utiliza automóvel próprio ou ônibus para deslocamento. O trabalho está disponível na página do órgão na internet. Segundo a pesquisa, os modos mais utilizados pelas mulheres para irem ao trabalho são ônibus (42,94%), automóvel (41,25%) e a pé (17,68%). No caso dos homens, o uso de automóvel para o deslocamento ao trabalho (52,11%) aparece em primeiro lugar, seguido do ônibus (34,11%) e a pé (11,88%).  Movimento intenso de ônibus na rodoviária do Plano Piloto - Marcello Casal JrAgência BrasilA posse de um automóvel no Distrito Federal também traz um forte marcador de desigualdade na renda. Cerca de 40% da população que vive nas áreas mais ricas da cidade, como Plano Piloto, Lago Sul e Lago Norte, possuem pelo menos dois ou três carros na garagem. Nesses bairros, cuja renda domiciliar média é de R$ 15.622, apenas 10,5% declaram não possuir nenhum carro. Já entre a população mais pobre da cidade, moradora de bairros como Itapoã, Estrutural, Paranoá e Recanto das Emas, quase a metade (46,7%) não possui um automóvel sequer em casa. Muitos carros para poucos Quem está no topo da pirâmide de renda em Brasília vai de carro para o trabalho - Marcello Casal JrAgência BrasilApesar de possuir uma frota de 1,2 milhão de carros, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), para uma população de 2,57 milhões de habitantes, os automóveis particulares fazem parte do uso cotidiano da população de renda média e alta, enquanto a população de baixa renda usa mesmo é o transporte público, de forma majoritária. Para a faixa de renda de até um salário mínimo, os modos mais utilizados para deslocamento no DF são respectivamente ônibus (53,83% entre homens e 54,92% entre mulheres), a pé (23,27% entre homens e 31,70% entre mulheres) e automóvel (19,93% entre homens e 13,57% entre mulheres). Na faixa seguinte, de quem ganha entre um e dois salários mínimos, o ônibus continua sendo o transporte mais utilizado por todos (51,40% entre homens e  64,43% entre mulheres). Já quando se olha para o topo da pirâmide de renda, na faixa de quem ganha acima de dez salários mínimos, a grande maioria se desloca para o trabalho utilizando o automóvel, variando de 88% a 91%. Os percentuais de utilização dos outros modos de deslocamento, como ônibus e a pé, não passam de 9% para essa faixa de renda. Trânsito em Brasília - Antonio Cruz/Agência Brasil  População negra no ônibusO levantamento da Codeplan também mostra que o ônibus é o principal modal de transporte para a população negra que vive no DF, utilizado por 43,8% dessa grupo, seguido do automóvel, utilizado por 39,6%. O cenário já se inverte quando comparado com a população não-negra, em que o automóvel é o principal meio de transporte (57,5%) e, em segundo lugar, o ônibus (30,4%).A participação de negros na utilização de ônibus para deslocamento para o trabalho (66,1%) é o dobro da participação de não negros (33,9%) nesse modal de transporte na capital do país. Ainda em relação ao transporte coletivo, a pesquisa aponta o predomínio da população negra também no uso do metrô (54,4%), ainda que a participação da população não negra também seja razoável (45,6%). Quanto a outros deslocamentos, há prevalência da população negra também em relação à motocicleta (60,5%), ao deslocamento por bicicleta (67,6%) e a pé (66,2%). Em Brasília motorista de ônibus utiliza máscara de proteção facial devido ao coronavírus - Marcello Casal JrAgência BrasilDentro da população negra, há uma desigualdade verificada entre homens e mulheres no uso do transporte no Distrito Federal. O uso do automóvel para ir ao trabalho entre homens negros (31,7%) é bem superior ao de mulheres (16,5%), sendo o grupo de mulheres negras o que menos utiliza o automóvel para se deslocar para o trabalho.  "A maior participação de homens negros no deslocamento por ônibus, utilitário, motocicleta e bicicleta associa a questão racial com renda. E a associação entre maior renda com maior posse e maior uso do automóvel para deslocamento ao trabalho mostra ainda que não é apenas a posse de automóveis que garante que este seja usado no cotidiano dos grupos de menor renda", aponta uma das conclusões do estudo. Em outra das conclusões, a pesquisa confirma a disparidade entre gêneros no uso do transporte no DF: entre as mulheres, os modos a pé e ônibus são os mais utilizados e entre os homens o automóvel. Esse cenário que só se altera à medida em que as mulheres têm acesso a melhores empregos e passam a ter melhores rendimentos. De acordo com a Codeplan, os dados analisados pela pesquisa devem subsidiar a elaboração de políticas públicas voltadas para a mobilidade, considerada um dos principais desafios de gestão no DF.

  • Reuters

    Privatização da CEB-D, de Brasília, deve ter preço mínimo de R$1,42 bi

    SÃO PAULO (Reuters) - O leilão de privatização da elétrica CEB Distribuição (CEB-D), responsável pelo fornecimento no Distrito Federal, deverá ter preço mínimo de 1,42 bilhão de reais pela totalidade das ações da companhia.O Conselho de Administração da CEB aprovou neste sábado a convocação de assembleia geral de acionistas que vai deliberar sobre a alienação de 100% das ações da empresa por esse valor, de acordo com comunicado divulgado junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

  • Folhapress

    Leco faz a política de Brasília no São Paulo, diz Roberto Natel

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Para Roberto Natel, 58, candidato à presidência do São Paulo, os dois últimos mandatários tricolores, Carlos Miguel Aidar e Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, são os piores da história do clube. Natel, no entanto, foi vice-presidente do primeiro e ainda é do segundo. Agora, ele prega coerência e se agarra a uma das maiores crises do clube para derrotar o concorrente Julio Casares no pleito de dezembro –ainda sem dia confirmado. Em entrevista à reportagem, o sobrinho de Laudo Natel se emociona ao falar do tio, morto aos 99 anos, no último mês de maio. Laudo, ex-governador do estado e ex-presidente do clube, foi um dos responsáveis pela construção do Morumbi. “Tenho obrigação com a minha família de mostrar que o próximo Natel também vai fazer diferente. Ele terminou o Morumbi e eu vou abacar com essas dívidas”, diz Natel. Empresário, Natel adota retórica mais combativa como tentativa de se desvencilhar das gestões de Aidar e de Leco e sobe o tom para criticar o seu oponente. Das poucas coincidências entre os candidatos, Natel promete, se eleito, reavaliar a atuação dos ídolos Raí e Lugano, hoje dirigentes do futebol, e elogia Fernando Diniz. Porém, já fez acordo com Marco Aurélio Cunha para lhe entregar as chaves do departamento de futebol –atualmente, em posse de Raí. * Pergunta - ​Por que o torcedor são-paulino deve acreditar que o senhor será um bom presidente ou, no mínimo, melhor que seus antecessores? Laudo Natel - Estou desde 2001 trabalhando no São Paulo, passei por todas as áreas e sei quais as necessidades do clube. Vamos trabalhar em conjunto, uma administração com várias cabeças e onde eu tenho a caneta e dou a palavra final. O problema do São Paulo, nesses últimos anos, é que deixou de seguir a sua história de vanguarda. As pessoas, que hoje estão à frente em vez de trabalhar para o São Paulo, trabalham para elas. Tentei fazer isto com os dois últimos presidentes, que me prometeram e não cumpriam e, por essa razão, sou candidato à presidência do São Paulo. O senhor esteve com o Leco desde a campanha, em qual momento houve uma ruptura? LN - Logo no início do mandato, porque o Leco, no primeiro momento, convidou dois conselheiros para serem diretores executivos. Até aí não vi problema. De repente, começou a convidar mais, entrei na sala e disse que não precisava disso e que ele tinha tudo para mudar o clube, trazer profissionais com meritocracia e não fazer uma política de Brasília. Também a partir do momento que começou a fazer contratação sem critérios, como quando foi contratar o Maicosuel, e eu disse a ele que não precisava saber muito, mas bastava ver na internet o quanto o jogador se machucava. Ele respondeu, ‘eu quero’. A partir daquele momento vi que não era uma gestão profissional. Você pontuou divergência com o Leco no futebol. Procede que o Marco Aurélio Cunha deverá assumir este departamento? Com isso, qual o futuro de Lugano e Raí? LN - Fiz o convite para o Marco Aurélio, sim, e é um grande profissional, tem conhecimento do futebol e há anos faz esse papel. Com relação ao Lugano e Raí, precisa ver se tiveram voz ativa ou o presidente passou por cima. Acredito que muitas coisas foram feitas por vontade do presidente. Fernando Diniz é um treinador que te agrada? Pensando que a atual gestão o mantenha até o fim do ano, ele é o técnico que começará a sua administração? LN - Está indo bem, precisa dar oportunidade, porque o São Paulo mudou muito, foram inúmeros técnicos nos últimos nove anos. O São Paulo precisa voltar à sua história, da época do Muricy Ramalho, e dar tempo hábil ao treinador. Alguns dos seus apoiadores, como Vinicius Pinotti e o Marco Aurélio Cunha, estiveram à frente do futebol do São Paulo recentemente. Qual o indicativo disso? LN - Indicativo que somos oposição, e o concorrente [Júlio Casares] é situação. A partir do momento que essas pessoas também perceberam que a gestão atual não estava cumprindo com aquilo falado na campanha saíram fora. Acho que 90% dos são-paulinos não estão satisfeitos com esta gestão. Uma das questões, colocada pela sua chapa e pela do Júlio Casares, é a profissionalização no clube. O Pinotti, em certo momento, emprestou dinheiro ao clube para comprar o Centurión. Esse discurso da profissionalização não entra em conflito com a prática do abnegado? LN - Primeiro, contratar com responsabilidade e coerência. O São Paulo não vem fazendo isso, claramente o número de contratações e valores de comissionamento mostram que é uma gestão sem planejamento, gastando o que não podia. Não concordo que alguém empreste dinheiro, o atual fez dessa forma. Na minha gestão isso jamais será feito. Terei critério junto com o meu diretor de futebol sobre como contratar, qual o salário poderemos pagar e se temos condições. A dívida do clube hoje é muito grande por causa das contratações, 80% das despesas é com o futebol. Como conseguir buscar receitas no futebol em tempos de pandemia e crise financeira? LN - Através do marketing com um diretor profissional. Onde hoje tem inúmeras possibilidades através da informática, da inteligência do estádio, do sócio-torcedor de fazer novos recursos. Se olhar, as despesas do São Paulo são de um time muito grande, mas as receitas são de um time médio. O sócio-torcedor do São Paulo faturou R$ 8 milhões, e o do Palmeiras, R$ 40 milhões. Como pode? O São Paulo, referência até o começo desta década, ficou atrás das receitas de Corinthians e Palmeiras. Chegou ficar abaixo do Santos no tempo de Neymar. Carlos Miguel Aidar e Leco foram os dois piores presidentes na história do São Paulo? LN - Sem dúvida nenhuma, são os dois piores. Um por não conseguir terminar a gestão, e o outro por aumentar a dívida em um patamar muito grande. O São Paulo, do passado, tinha credibilidade e conseguia o seu recurso. Com administração muito ruim, que empresa vai querer patrocinar o São Paulo? Em meio aos R$ 540 milhões de dívidas do São Paulo, R$ 300 milhões são de curto prazo. Como conseguir gerar receitas e sanar este passivo? LN - Então, vamos ter diretor-financeiro profissional, do mercado e que tem meritocracia. Abaixo dele existirá o comitê de crise para analisar todas as dívidas de curto, médio e longo prazo. O São Paulo sempre pagou suas contas e vai continuar. Problema neste momento é que não temos os números [valor das dívidas], teremos só em janeiro. O São Paulo tem utilizado a venda de atletas, o que é uma variável, para equilibrar as contas do clube. Na sua gestão o jogador de Cotia vai conseguir criar uma identificação com o São Paulo? LN - O objetivo da minha gestão é utilizar a garotada, vai sair quando estiver valorizado. Vamos colocá-los para jogar com dois ou três jogadores de renomes, que vão dar força e tranquilidade para essa juventude. O senhor conta com o Daniel Alves? Acha possível explorar comercialmente a sua figura para que a conta seja menos custosa? LN - Ele tem contrato, e o São Paulo vai cumprir seus contratos. É um excelente jogador, traz só pontos positivos e precisamos saber como utilizá-lo na parte de marketing. O senhor se diz oposição, mas, segundo o seu adversário Julio Casares, não existe situação e oposição. LN - Sem dúvida que o Casares é situação. É só você ver as atitudes do Casares no conselho de administração, no conselho deliberativo, aprovando tudo o que o Leco colocou. Os diretores dele [Leco] estão com o Casares neste momento. Quem está do nosso lado? Fernando Casal de Rey, José Douglas Dallora, Paulo Amaral, todos esses foram da oposição. O Casares deve ter coerência e assumir o posicionamento dele. O Julio Casares diz que, se eleito ligará para o Muricy Ramalho. Qual tipo de relacionamento a sua gestão deverá ter com ele? LN - Gosto demais do Muricy, é grande são-paulino como o Rogério Ceni, mas as pessoas têm que acreditar no Roberto. Não vou usar o Muricy para que as pessoas queiram que o presidente seja o Roberto. O Casares tem que acreditar no que fala, na administração dele e esquecer ex-atletas, técnicos. O Carlos Miguel Aidar dizia na eleição de 2014 que temia que o Morumbi virasse um Canindé. O São Paulo ganhou a concorrência de novas arenas, que passaram a ter shows, especialmente o Allianz. Como modernizar o estádio e trazer mais receita? LN - O Morumbi, se eu for o presidente, receberá shows novamente, é um estádio bonito e não é obsoleto. Pelo contrário, tem rampas e espaços generosos. Nenhuma das arenas será concorrente, vamos transformar nossos estádios em multiuso. Há duas semanas, a Polícia Civil apreendeu no Morumbi um computador que deveria ser de uso do vice-presidente do clube para uma perícia, no caso que investiga atuação de um suposto hacker com chantagens aos dirigentes e conselheiros. Qual a funcionalidade deste computador para o senhor? LN - Sou uma grande vítima assim como o São Paulo. Apreenderam o computador do São Paulo, e não o do vice, porque eu não tenho sala lá há mais de ano. É uma tentativa de denegrir a minha imagem. Estive há 20 dias no Deic (Delegacia Estadual de Investigação Criminal) depondo, e o delegado perguntou se eu me opunha de levar o meu computador pessoal. Levei com maior prazer, porque tenho interesse de identificar quem fez isso comigo. Acredito que quem fez está bem próximo do Morumbi. Outro assunto, utilizado por opositores, é a relação comercial do São Paulo com o seu posto de gasolina. Pode esclarecer este episódio? LN - Quando fizeram essa denúncia peguei todas as notas, documentos e entreguei para o conselho deliberativo. Disse assim que, se tiver algo errado, vocês têm obrigação de me expulsar do São Paulo. O São Paulo tinha nove carros e gastava, por ano, R$ 70 mil. Porque o Roberto começou abastecer? Porque um belo dia um diretor-administrativo disse que estava com problema no posto onde abastecia os carros do clube. Eu não quis, mas ele insistiu. Tudo bem. Com 11 carros gastou R$ 40 mil no ano seguinte. De R$ 70 mil com nove carros passou para R$ 40 mil com 11 carros. Então, tinha problema. O sobrenome Natel é sugestivo, mas diga como surgiu a paixão pelo São Paulo e quem são suas referências administrativas e políticas? LN - Laudo Natel é meu ídolo, como o doutor Henri Aidar, Nunes Galvão, Marcelo Portugal Gouvêa, José Douglas Dallora, Juvenal Juvêncio. Esses são meus ídolos. Tive grande prazer de saber como administraram o São Paulo. Tenho uma obrigação grande com a minha família, de mostrar que o próximo Natel também vai fazer diferente, [Laudo Natel] terminou o Morumbi e eu vou abacar com essas dívidas. Tenho orgulho muito grande do Laudo, duas vezes governador, uma pessoa sempre simples e mostrando o caminho do trabalho. Há planos ou algum tipo de conversa para diversificar um pouco a diretoria do clube, dando, por exemplo, mais espaço à mulher e promover diversidade? LN - Veja, sempre escutei muito na parte social e via a dificuldades delas. O nosso resgate tricolor terá no mínimo de 15 a 20 mulheres como candidatas ao conselho. Uma delas será a Angelina, a mulher do Juvenal Juvêncio. Uma das mais ativas do São Paulo. Vamos, sim, colocar mais mulheres na diretoria, na parte social, de relacionamentos. Vamos olhar com carinho todas essas pessoas, o mundo é novo e todos têm direitos, respeitando aos outros. Roberto, o senhor foi vice-presidente e cuidou do clube social. O sócio tem suas demandas, e o torcedor quer resultados. Como lidar com essas duas questões? LN - O São Paulo tem quatro filhos, Morumbi, Barra Funda, Cotia e o social. Nenhum deles é problema. A parte social anda sozinha, não tira recurso do futebol, é autossuficiente. O sócio tem, sim, que reclamar e querer as coisas melhores. Quero que o sócio vote direto para presidente, vou mudar o estatuto para isso. O senhor já se manifestou contrário à ideia construir equipes em outras modalidades. O clube tem futebol masculino e feminino e basquete. O vôlei é uma parceria com a prefeitura de Barueri. Como pretende continuar com esses projetos? LN - No conselho de administração, eu votei contra o basquete, porque não existia patrocínio. Já o meu concorrente [Casares], que diz que tem que ter um marketing primeiro e depois criar uma equipe, votou pelo sim. Como o São Paulo hoje tem o basquete, minha gestão focará em buscar o patrocínio. Vamos melhorar o futebol feminino, mas com responsabilidade. Com relação aos esportes como vôlei, natação, atletismo, podemos investir, sim, com responsabilidade. ​

  • Agência Brasil

    DF descarta risco estrutural e libera trânsito em viaduto

    O governo do Distrito Federal (GDF) descartou nesta quarta-feira (23) que haja risco estrutural ou de desabamento no viaduto que dá acesso à Ponte Costa e Silva, no Lago Sul. Mais cedo, um vídeo circulou nas redes sociais mostrando placas de concreto da estrutura soltas e caindo no meio da pista. Segundo o secretário de governo do GDF, José Humberto Pires, os danos foram provocados por um veículo com altura superior aos 4,5 metros permitidos para o local. “Aqui constatamos que não há risco estrutural e o governo já vai tomar as providências”, afirmou o secretário. De acordo com a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) uma reforma no local está prevista para os próximos dias. > O governo do Distrito Federal descartou risco estrutural ou de desabamento no viaduto que dá acesso à Ponte Costa e Silva. > > 📱 Um vídeo circulou hoje (23) nas redes sociais mostrando placas de concreto da estrutura caindo no meio da pista https://t.co/ob4gw5eGPk pic.twitter.com/tLRTumUHGe> > — Agência Brasil (@agenciabrasil) September 23, 2020 BloqueioApós o fechamento das vias por parte do Departamento de Trânsito (Detran), equipes do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal e da Defesa Civil retiraram as placas caídas no chão e iniciaram a retirada daquelas que ainda estavam penduradas gerando risco.Segundo os bombeiros, não há risco de despregamento das demais placas do teto do viaduto. Para apurar as responsabilidades, após registro da ocorrência policial, será aberto inquérito para identificar o condutor do veículo que causou os danos ao viaduto.

  • Agência Brasil

    Senado aprova reajuste a policiais e bombeiros do Distrito Federal

    O Senado Federal aprovou hoje (22) a Medida Provisória (MP) 971/20 que altera o Orçamento de 2020 para autorizar o reajuste dos policiais civis, militares e do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (DF). O texto segue para promulgação.O projeto determina o reajuste de 25% na Vantagem Pecuniária Especial (VPE) devida aos policiais e bombeiros militares e do aumento linear de 8% para os policiais civis, ambos retroativos a janeiro.Pela proposta aprovada, o salário de um agente da Polícia Civil do Distrito Federal, por exemplo, que hoje varia de R$ 8,7 mil a R$ 13,7 mil, passará para R$ 9,4 mil a R$ 14,8 mil. Delegados, que recebem entre R$ 16,8 mil e R$ 22,8 mil, passarão a ganhar de R$ 18,2 mil a R$ 24,6 mil.No caso dos policiais militares, o piso salta de R$ 5,2 mil para R$ 6,5 mil. Um coronel da PM do DF que tem remuneração de até R$ 24 mil passará a receber R$ 30 mil.O texto autoriza ainda um aumento na vantagem pecuniária paga aos policiais militares e bombeiros do Amapá, de Roraima e Rondônia que entraram na carreira quando esses estados ainda eram territórios federais. Para esse grupo, o impacto orçamentário será de R$ 30 milhões ao ano para 541 policiais e bombeiros militares da ativa, 2.244 em inatividade e 545 pensionistas.*com informações da Agência Senado

  • Reuters

    Senado aprova reajuste a policiais a bombeiros do DF, que segue à promulgação

    BRASÍLIA (Reuters) - O Senado aprovou nesta terça-feira medida provisória que reajustou os salários de policiais e bombeiros do Distrito Federal, custeados pela União, com efeito retroativo a janeiro de 2020.A MP que segue à promulgação foi editada pelo governo no fim de maio para evitar que os aumentos fossem bloqueados pela sanção do pacote de ajuda aos Estados, a MP tem impacto estimado de mais de 500 milhões de reais e precisava ser votada pelo Senado até esta terça-feira, ou perderia a validade.

  • Folhapress

    Senado conclui votação de reajuste de 8% de policiais do DF e texto vai à sanção

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os senadores aprovaram na tarde desta terça-feira (22) a medida provisória que reajusta os salários policiais militares, civis e bombeiros militares do Distrito do Federal. A medida é custeada pelo Tesouro Nacional. Por acordo, a medida foi aprovada de forma simbólica, sem mudanças em relação ao que foi aprovado na Câmara. O único senador que pediu para manifestar voto contrário foi o líder do PL, Jorge Mello (SC). O texto agora vai à sanção do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Essa foi a primeira votação no plenário do Senado desde o final de março, quando foram iniciadas as sessões remotas. Parte dos senadores votou no plenário, e outros fizeram uso de totens instalados do lado de fora. Ao todo, 50 congressistas confirmaram presença na Casa. Os demais participaram da votação de forma remota. A edição da MP fez parte de uma estratégia do governo para beneficiar a categoria antes da trava a reajustes salariais de servidores. Em vigor desde maio, o texto concedeu aumento de 8% para os policiais civis, militares e bombeiros do DF. A MP foi publicada antes da sanção do projeto de socorro aos estados, que vedou reajustes aos servidores públicos até o fim de 2021. Dessa forma, o aumento não seria atingido pela proibição. No Senado, a medida foi relatada pelo vice-líder do governo, Izalci Lucas (PSDB-DF). Ele rejeitou todas as emendas apresentadas. A MP precisava ser votada até esta terça, sob pena de perder a validade. O relator levou menos de cinco minutos para ler o parecer. De acordo com o relator, as carreiras ligadas ao Fundo Constitucional do DF não têm reajustes desde 1º de março de 2015. Desde então até 31 de dezembro de 2019, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), foi de 27,88%. O líder do PSL, Major Olímpio (SP), defendeu o reajuste como necessário para a categoria. "É uma medida de justiça com os policiais que estão há tanto tempo sem reajuste." De acordo com a medida, a revisão salarial não impactaria as contas públicas por não criar novas despesas e por ser custeado pelo fundo. O fundo, instituído por uma lei de 2002, tem como objetivo fornecer os recursos para organizar e manter a Polícia Civil, a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros Militar. O fundo também tem como finalidade prestar assistência financeira para serviços de saúde e educação. O Congresso já havia permitido o aumento à categoria em um projeto de lei votado em 13 de maio. A proposta alterou a lei orçamentária de 2020, prevendo o pagamento aos profissionais retroativo a janeiro deste ano. A previsão feita no período de votação do projeto era de um impacto de quase R$ 505 milhões. Quando a MP foi assinada por Bolsonaro, em 26 de maio, o vice-governador do Distrito Federal, Paco Britto (Avante), evitou chamar a MP de reajuste e disse que se trata, na verdade, de uma recomposição. "Não estamos falando de um reajuste, estamos falando de uma recomposição de anos atrás."

COMPARTILHE ESTA PÁGINA