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Bruno Covas PSDB | Últimas notícias sobre o prefeito de SP

  • Folhapress

    Ligado a Russomanno, coordenador do Procon é exonerado pela Prefeitura de SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ligado ao deputado federal Celso Russomanno (Republicanos-SP), Marco Antonio Ribeiro da Silva foi exonerado pela Prefeitura de São Paulo do cargo de coordenador-geral do Procon paulistano. A demissão foi publicada no Diário Oficial do município nesta terça-feira (29). Russomanno é adversário do prefeito Bruno Covas (PSDB) na eleição municipal. A exoneração ocorreu apenas dois dias após o início oficial da campanha, e menos de uma semana após a formalização de Russomanno como candidato. Ribeiro é próximo do deputado federal, cuja bandeira mais conhecida é a defesa do consumidor. Nas redes sociais, há diversas imagens de encontros de ambos. Russomanno chegou a ser cogitado como vice de Covas na eleição, mas não houve acordo. Desde que naufragaram as tentativas de composição, pessoas ligadas ao Republicanos deixaram a prefeitura. O secretário de Habitação, João Farias, puxou a fila em agosto, ao pedir voluntariamente exoneração. Integrantes da pasta fizeram o mesmo. Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirmou que "mudanças de cargos de confiança são normais dentro de uma administração e prerrogativa dos gestores".

  • Valor Econômico

    Covas diz que aulas em SP só voltam com aval da Vigilância Sanitária

    "Pode ter pressão pra abrir, pra marcar uma data. Não tem problema. Não temos medo de cara feia", disse o prefeito da capital paulista O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), afirmou nesta terça-feira (29) que só vai autorizar a volta às aulas presenciais na cidade quando a Vigilância Sanitária julgar adequado, considerando o risco de novas contaminações pelo novo coronavírus. Covas, que disputa a reeleição, disse que não vai ceder à pressão para reabrir as escolas ou para marcar uma data para a retomada. "Da mesma forma que temos retomado atividades com parcimônia e tranquilidade, para não ter aumento de casos, estamos fazendo para poder ter uma retomada segura da área da educação aqui na cidade", afirmou o prefeito capital paulista, em palestra promovida pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP). "Somente quando a Vigilância Sanitária entender que é o momento apropriado e que nós estamos num momento de maior contenção da doença aqui é que nós vamos autorizar. Pode ter pressão pra abrir, pra marcar uma data. Não tem problema. Não temos medo de cara feia." Covas disse também que a prefeitura prepara a estrutura das escolas municipais para que, quando as aulas voltarem, sejam seguidas as recomendações de higiene de modo que não haja a proliferação do vírus. "Estamos organizando a volta às aulas na rede municipal para que não devamos nada para a rede privada", afirmou.

  • Folhapress

    Pais pressionam Covas para volta às aulas em outubro nas escolas particulares

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Um grupo de pais de escolas particulares de São Paulo se reuniu para pressionar o prefeito Bruno Covas (PSDB) a autorizar o retorno das aulas regulares presenciais em outubro. Para o próximo mês, só estão liberadas atividades extracurriculares. A mobilização teve início quatro dias após Covas anunciar que as escolas da capital poderiam reabrir a partir de 7 de outubro, mas apenas para atividades esportivas, de música, línguas, recreação e acolhimento. A autorização não segue o plano feito pelo governo estadual, que prevê nesta data a volta das aulas regulares presenciais. Em cinco dias, o grupo recolheu virtualmente a assinatura de pouco mais de 6.900 pessoas. O documento foi entregue à Secretaria Municipal de Educação nesta sexta (25). "As escolas estão preparadas desde julho para retomar às aulas com segurança, mas não podem porque o prefeito não libera. Não me parece razoável permitir atividades secundárias, com pouca eficácia para as crianças, mas não as aulas de verdade", diz a advogada Vera Vidigal, mãe de alunos que estudam nos colégios Santa Cruz e Miguel de Cervantes. A prefeitura diz que estuda o retorno das aulas presenciais para novembro, após a conclusão do quarto inquérito sorológico em crianças e adolescentes da cidade. A última pesquisa do tipo indicou a incidência de anticorpos para o Sars-CoV-2 em 16,5% das crianças de 4 a 14 anos, com maior prevalência nas que estudam na rede pública. "Não deveriam proibir a escola particular, que se preparou para esse retorno, porque as escolas públicas não receberam esse preparo", defende Vidigal. Nos últimos meses, Covas, que tenta a reeleição, sofre pressão de grupos opostos sobre a reabertura das escolas na cidade. De um lado, sindicato de professores pedem que as aulas presenciais só sejam retomadas em 2021, com o argumento principal de que as escolas não foram preparadas para um retorno seguro. De outro, donos de escolas querem a autorização para voltar a funcionar. Covas, que diz não ceder à pressão de nenhum dos lados, tem adiado a decisão sobre o retorno. Os donos de escolas, ao perceberem que a pressão não surtiu efeito, orientaram os pais a se mobilizarem para pedir o retorno das aulas. Mãe de 2 alunos do colégio Dante Alighieri, Mariana Guedes, de 42 anos, diz que, apesar do esforço da unidade em manter a qualidade das aulas a distância, as crianças estão desmotivadas e irritadas de ficarem longe dos colegas. "Os dois [filhos] estão aprendendo porque a escola se esforçou muito em manter a qualidade, mas eles já estão sem motivação, sem concentração, com saudades dos amigos, das professoras. É uma questão comportamental", diz Guedes, que é fonoaudióloga. Ela defende que a prefeitura autorize a retomada das aulas em unidades que apresentem protocolo de segurança que atenda a todos os requisitos estabelecidos pelo governo estadual e municipal. "Quem cumpre o protocolo, pode abrir. Quem não tem, fica fechado. É até uma forma de a sociedade cobrar o poder público de dar estrutura para as escolas públicas reabrirem", diz. Para Vivian Zollar, de 38 anos, mãe de um aluno do colégio Ítaca, o retorno gradual primeiro com atividades extracurriculares é importante para a readaptação das crianças, mas ela diz ter sido liberado muito tarde em São Paulo. "A prefeitura não quer liberar as particulares antes para não ampliar as desigualdades, mas elas já estão acontecendo e se aprofundando a cada dia. Na rede privada, as aulas estão acontecendo a distância, na pública não. Precisamos mudar isso o quanto antes", diz Zollar, que é nutricionista. Em nota, a prefeitura disse respeitar qualquer tipo de manifestação, mas reforçou que a decisão sobre o retorno às aulas só acontecerá após o resultado do próximo inquérito sorológico, com previsão de ser concluído apenas na segunda quinzena de outubro.

  • Folhapress

    Campanha em SP começa com aglomeração, Covas na igreja e Russomanno recluso

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O primeiro dia de campanha eleitoral para prefeito de São Paulo em meio a uma pandemia combinou bandeiras e santinhos com máscaras e álcool em gel. Os slogans dos candidatos foram anunciados acompanhados de pedidos por distanciamento social. Nada impediu, porém, o surgimento de aglomerações e distribuição de abraços. Os dois principais candidatos do campo da esquerda, Guilherme Boulos, do PSOL, e Jimar Tatto, do PT, escolheram São Mateus, bairro da periferia leste da cidade, para dar o pontapé inicial de suas campanhas. Boulos começou pelo Largo São Mateus falando para um pequeno público, na maioria de jovens. Depois seguiu em caminhada para inaugurar o comitê de campanha, a poucos metros dali. Crítico das ações do presidente Jair Bolsonaro durante a pandemia por estimular aglomerações, Boulos não evitou que acontecesse o mesmo na largada de sua campanha. Juntou gente ao seu redor e distribuiu abraços. O candidato do PSOL, porém, rejeitou a comparação com o presidente. “Aqui eu imagino que vocês não viram ninguém sem máscara como o Bolsonaro fez em Brasília e em outras partes do país”, disse, aos lembrar que os militantes permaneceram com máscara durante o evento. “O esforço que nós tivemos foi de orientar sobre o distanciamento. Nem sempre é possível garantir a distância que a gente gostaria, mas o esforço da organização do ato foi este, distribuindo álcool gel em todo momento e todo mundo usando máscaras”, disse Boulos. O modesto número de pessoas facilitou o trabalho dos militantes que despejavam álcool em gel nas mãos dos participantes. A ex-prefeita Luiza Erundina, do mesmo partido, candidata à vice, não foi ao evento de lançamento da candidatura. Conhecida na periferia pela sua gestão, ela discursou por meio de chamada de celular quando o comitê foi inaugurado, quase no fim da manhã. Há motivo para a cautela. Erundina pertence ao grupo de risco do coronavírus. Ela completará 86 anos em 30 de novembro, um dia após o segundo turno das eleições. Já Jilmar Tatto, do PT, percorreu em carreata 16 km da zona Leste de São Paulo acompanhado de poucos militantes. O candidato justificou o baixo público a eventos pulverizados por toda cidade e também como efeito da pandemia. “É que estamos fazendo carreatas em dezenas de pontos da cidade porque na pandemia não pode ter aglomeração”, disse Tatto. “A coordenação da campanha organizou fazer as carreatas em todos os 37 diretórios do partido na cidade. Os deputados e candidatos a vereador estão cada um em um ponto da cidade”, completou. Segundo o candidato, foram 1.500 carros nas carreatas petistas neste domingo. Houve aglomeração também no início da campanha de Joice Hasselmann, do PSL. Ela reuniu cerca de 1.500 apoiadores que um local de evento em São Paulo. A maioria dos convidados usava máscara, mas estavam sentados lado a lado. Já os líderes da campanha se abraçaram em seguidas fotos sem máscaras com a candidata, essa também sem a proteção. Já Marcio França, do PSB, escolheu um bairro nobre de São Paulo para começar a caminhada em direção à Prefeitura. Ele se juntou a apoiadores que colavam adesivos nos carros, na praça Charles Miller, no Pacaembu, zona oeste de São Paulo. Arthur do Val, influenciador digital conhecido como Mamãe Falei, do Patriota, também foi ao Pacaembu distribuir material de campanha. França já tinha ido embora quando ele chegou. O prefeito Bruno Covas, do PSDB, candidato à reeleição, quis que sua primeira imagem como candidato fosse dentro de uma igreja. Logo de manhã, ele foi com seu candidato a vice, o vereador Ricardo Nunes, do MDB, participar da missa na Paróquia Nossa Senhora de Imaculada Conceição, na zona sul Este ato, segundo o partido, não fez parte da inauguração da campanha. Ainda assim, a agenda foi divulgada à imprensa com evidente enfoque político. O lançamento oficial da candidatura aconteceu no Diretório Municipal do PSDB, no centro histórico de São Paulo, com uma transmissão pela internet do discurso do candidato à reeleição. No dia anterior, Celso Russomanno, dos Republicano, também havia feito um ato político, sem dizer que era um ato de campanha. Visitou o presidente Jair Bolsonaro no Hospital Israelita Albert Einstein. Bolsonaro se recuperava da de uma cirurgia de retirada de um cálculo na bexiga. O deputado federal Celso Russomanno lidera a primeira pesquisa do Datafolha para a eleição com 29% das intenções de voto. Atrás dele vem o atual prefeito, Bruno Covas (PSDB), com 20%, quase o mesmo índice daqueles que dizem que vão votar em branco ou nulo (17%). Em terceiro lugar empatam Guilherme Boulos (PSOL, 9%) e o ex-governador paulista Márcio França (PSB, 8%). Não sabem responder 4%. Neste domingo (27), o primeiro dia do período de campanha definido pela Justiça Eleitoral, Russomanno não divulgou agendas públicas, seguindo a estratégia de reclusão. Os demais candidatos anunciaram participação em carreatas, adesivaço, live, missa e panfletagem.

  • Folhapress

    Atuação de Covas na pandemia é aprovada por 37% e reprovada por 24%, segundo Datafolha

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Candidato à reeleição e segundo colocado em intenções de voto, o prefeito Bruno Covas (PSDB) teve seu desempenho em relação à pandemia do coronavírus avaliado como ótimo ou bom por 37% dos moradores de São Paulo e como ruim ou péssimo por 24%, segundo pesquisa Datafolha feita nesta semana. Outros 38% consideram regular o trabalho do tucano diante da crise da Covid-19, e 1% respondeu não saber analisar a performance dele em relação ao tema. A capital paulista foi um dos epicentros da doença no Brasil e teve até quarta-feira (23) um total de 12.463 mortes causadas pelo vírus, segundo boletim da Secretaria Municipal de Saúde. Mais de 321 mil casos de contaminação já foram registrados na cidade desde fevereiro. A pandemia agregou um componente inédito às eleições municipais deste ano, com forte escrutínio sobre o trabalho dos gestores que buscam a reeleição e um protagonismo inevitável do tema nas propostas dos candidatos e nas demandas dos eleitores. Segundo a mesma pesquisa, Covas tem hoje 20% das intenções de voto e aparece atrás do deputado federal Celso Russomanno (Republicanos), que lidera com 29%. O Datafolha ouviu presencialmente 1.092 eleitores nos dias 21 e 22 de setembro. A pesquisa foi registrada no TRE-SP com o número SP-06594/2020. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. O instituto também perguntou se as medidas adotadas na cidade de São Paulo para combater a pandemia foram melhores, iguais ou piores do que as praticadas em outras cidades do país. Para 35% dos entrevistados, as ações lideradas pelo tucano foram melhores do que as tomadas em outros municípios, 32% responderam que foram iguais e 29% acharam piores. Outros 4% disseram não saber opinar. A postura de prefeitos e governadores na crise da Covid-19 sofreu comparações principalmente depois que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) declarou guerra aos gestores locais, por discordar de medidas mais duras de distanciamento, fechamento do comércio e lockdown. Em abril, o plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu por unanimidade que estados e municípios tinham autonomia para determinar o isolamento social. Covas, ao lado do governador do estado e seu aliado, João Doria (PSDB), formou um polo de oposição a Bolsonaro desde o início da crise, pregando respeito máximo à ciência e se contrapondo a falas e atitudes do presidente, como o desestímulo ao uso de máscara pela população. O índice dos que acharam o desempenho do prefeito na pandemia ótimo ou bom, que na média geral ficou em 37%, foi maior entre as mulheres (39%) do que entre os homens (35%). As taxas de aprovação também foram mais altas na faixa entre 45 e 59 anos (42%) e no grupo considerado de risco para a doença, o das pessoas com 60 anos ou mais (45%). Entre aposentados, o percentual chegou a 47%. Por outro lado, a desaprovação, em determinadas parcelas, disparou além dos 24% de ruim ou péssimo computados na média geral. Chegou a 35% entre pessoas que têm renda familiar mensal acima de dez salários mínimos, bateu os 31% no grupo dos desempregados que estão em busca de vaga de trabalho e alcançou 27% entre os evangélicos. O percentual dos que desaprovam também foi maior entre aqueles eleitores que pretendem votar em Russomanno (27%) e no candidato do PSB, o ex-governador Márcio França (28%). Russomanno tem declarado contar com o apoio de Bolsonaro na campanha e mira o voto de eleitores alinhados ao Palácio do Planalto. França, que busca fixar um discurso anti-Doria, também acredita que pode receber o voto de bolsonaristas que veem o governador como adversário do presidente. Entre os que têm intenção de votar em Covas, a taxa dos que consideram sua atuação ótima ou boa alcança a faixa dos 70% e o percentual dos que acham ruim ou péssima não passa de 2%. A comparação com as medidas adotadas em outras cidades também teve diferenças significativas dentro de subgrupos. Enquanto no resultado geral 35% acham que as ações em São Paulo foram melhores, a aprovação alcançou o patamar de 46% entre os que têm 60 anos ou mais, 42% entre as pessoas com ensino fundamental e 45% entre os que têm renda de cinco a dez salários. Já a desaprovação (29% na média) é mais alta entre pretos (36%), entre moradores da zona leste (34%) e entre pessoas de 16 a 24 anos (34%). Medidas da administração Covas para tentar conter o avanço do vírus dividiram opiniões nos últimos meses. Em algumas das ações, o prefeito teve de recuar, como no megarrodízio anunciado em maio para desestimular a circulação de carros, que não surtiu o efeito esperado. A prefeitura também antecipou para maio os feriados de Corpus Christi (em junho) e do Dia da Consciência Negra (novembro), medida que não contou com a adesão total de empresas e serviços. A reabertura gradual da cidade, decidida em conjunto com o governo estadual, também é alvo de controvérsia, com pressão de comerciantes e empresários para uma flexibilização maior. Covas tem dito que o retorno às atividades ocorre de maneira coordenada, a partir de orientações técnicas. A principal polêmica no momento diz respeito à retomada das aulas presenciais nas escolas públicas e privadas da capital. Ele empurrou para novembro uma decisão sobre o tema, o que suscitou críticas no sentido de que a indefinição esteja relacionada à sua campanha pela reeleição. Covas, que nega interferência do calendário eleitoral sobre o assunto, sofre pressão de grupos opostos: sindicatos de professores pedem que as aulas presenciais só voltem em 2021, enquanto donos de escolas querem a autorização para voltar a funcionar. Em outro eixo da pesquisa, o instituto procurou medir a avaliação sobre a gestão do prefeito de maneira geral, além da percepção sobre os principais problemas da cidade e as áreas em que a atual administração do PSDB teve melhor atuação. A gestão Covas é considerada ótima ou boa por 25%, ruim ou péssima por 27% e regular por 45%; 3% não opinaram. Saúde, a área mais sufocada pela pandemia, manteve o histórico de dianteira entre as maiores preocupações dos moradores de São Paulo. No levantamento desta semana, foi citada por 23% dos entrevistados como o tema mais problemático na cidade. Quando a pergunta foi a área de melhor desempenho da atual gestão, 28% responderam não saber, 25% não apontaram nenhuma área e 9% mencionaram espontaneamente o setor da saúde.

  • Agência Brasil

    Prefeitura de SP assina protocolo para reabertura de cinemas e teatros

    O prefeito Bruno Covas assinou hoje (24) protocolos setoriais que vão permitir a reabertura de cinemas, teatros, espetáculos, bibliotecas, museus, galerias e equipamentos multiculturais na cidade de São Paulo. Isso, no entanto, só vai acontecer quando a cidade, que está na Fase 3 (Amarela) do Plano São Paulo, entrar na Fase 4 (Verde). Estes setores estão fechados desde março por causa da pandemia do novo coronavírus.A reabertura também será possível para eventos com público sentado e que não gerem aglomeração, tais como seminários, workshops e palestras.O Plano São Paulo, de reabertura econômica e convivência com a pandemia, estabelece que estes setores já poderiam funcionar em cidades que estão na Fase 3 (Amarela) há pelo menos 28 dias, de forma ininterrupta, caso da capital paulista, que está nessa etapa do plano desde o dia 26 de junho. No entanto, por recomendação da Vigilância Sanitária Municipal, o prefeito decidiu adiar a reabertura desses estabelecimentos culturais na cidade somente para quando a capital estiver na Fase 4 (Verde). A previsão é de que a capital possa entrar nessa fase na próxima atualização do Plano São Paulo, prevista para o dia 9 de outubro.O Plano São Paulo é dividido em cinco fases que vão do nível máximo de restrição de atividades não essenciais (Fase Vermelha) a etapas identificadas como controle (Fase Laranja), flexibilização (Fase Amarela), abertura parcial ( Fase Verde) e normal controlado (Fase Azul). O Plano São Paulo também é regionalizado, ou seja, o estado foi dividido em 17 regiões (com a Grande São Paulo dividida em cinco sub-regiões) e cada uma delas é classificada em uma fase. Atualmente, todo o estado se encontra na Fase 3 (Amarela).Até este momento, os estabelecimentos culturais só funcionam na capital por meio de projetos drive-in [como cinemas drive-in, em que as pessoas permanecem dentro de seus carros] ou por atividades online. ProtocolosCada setor elaborou seu próprio protocolo de reabertura, que foi analisado e aprovado pela Vigilância Sanitária Municipal. Entre algumas das medidas sanitárias aprovadas, o protocolo determina o uso de máscara obrigatório e um distanciamento mínimo de 1,5 metro entre os assentos. Haverá também limite de capacidade.  Além disso, as filas e os locais serão demarcados. Os funcionários com suspeita de infecção por covid-19 [a doença provocada pelo novo coronavírus] serão afastados e orientados a cumprir isolamento e a fazer o teste de RT-PCR [que identifica o vírus ativo].

  • Folhapress

    Gestão Covas é aprovada por 25% e reprovada por 27% dos moradores de São Paulo, diz Datafolha

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A administração do prefeito Bruno Covas (PSDB), candidato à reeleição no pleito de novembro, é considerada ótima ou boa por 25% dos moradores da cidade de São Paulo e ruim ou péssima por 27%, de acordo com pesquisa Datafolha realizada nesta semana. A gestão é regular para 45%, enquanto 3% não opinaram. O instituto perguntou aos entrevistados a avaliação sobre os dois anos e meio de governo do tucano, que era vice de João Doria (PSDB) e assumiu o cargo com a renúncia do aliado em 2018 para concorrer ao governo do estado. A mesma pesquisa mostrou que Covas está em segundo lugar na disputa eleitoral, com 20%, atrás do deputado federal Celso Russomanno (Republicanos) , que lidera com 29%. O índice daqueles que dizem que vão votar em branco ou nulo é de 17%. Em terceiro lugar empatam Guilherme Boulos (PSOL, 9%) e o ex-governador Márcio França (PSB, 8%). Não sabem responder 4%. O Datafolha ouviu presencialmente 1.092 eleitores nos dias 21 e 22 de setembro e foi registrada no TRE-SP com o número SP-06594/2020. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A aprovação do governo Covas é mais alta entre os que têm 60 anos ou mais (nessa faixa, 35% o consideram ótimo ou bom) e menor entre os mais jovens (no grupo de 16 a 24 anos, o índice de ótimo e bom cai para 18%). O tucano atinge seu maior nível de reprovação, contudo, na parcela de 25 a 34 anos, com um percentual de 37% das pessoas que julgam a administração ruim ou péssima. A opinião de que seu governo é regular oscila entre 40% e 50% em todas as faixas etárias. Estrategistas da campanha do atual prefeito consideram que a conexão com o nome do avô dele, o governador Mário Covas (1930-2001), um dos fundadores do PSDB, tende a beneficiá-lo na avaliação pelos eleitores mais velhos. A pesquisa mostra que, na divisão por gênero, Covas obtém uma aprovação maior entre as mulheres (com 27% delas vendo o governo como ótimo ou bom, ante 23% do eleitorado masculino). A desaprovação é maior entre os homens (com 30% deles avaliando a gestão como ruim ou péssima, ante 24% no campo feminino). A faixa de regular ficou idêntica entre mulheres e homens (45%). Ainda na avaliação de sua gestão na prefeitura, Covas também alcança uma performance mais vantajosa entre os menos escolarizados, com 32% de ótimo e bom entre os que têm ensino fundamental. A maior reprovação está na parcela dos que têm ensino superior, na qual 30% dos entrevistados julgam a gestão como ruim ou péssima. Na classificação por renda, seu melhor resultado é entre os mais ricos, com percentual de 34% de ótimo ou bom entre os que têm renda familiar mensal entre cinco e dez salários mínimos e de 30% no grupo que ganha mais de dez salários. Por outro lado, a desaprovação é maior entre os mais pobres, com taxa de 26% de ruim e péssimo tanto entre os que recebem até dois salários e quanto entre os que têm renda entre dois e cinco salários. Considerando a cor de pele, o menor percentual de ótimo ou bom está entre os pretos (20%). Entre pardos e brancos, o índice é de 26%. Já o percentual de ruim ou péssimo na avaliação sobre a gestão é maior entre os brancos (28%) e chega a 25% entre pretos e 24% entre pardos. Na divisão geográfica, o tucano possui os maiores índices de ótimo ou bom nas zonas oeste (34%), norte (28%) e central (27%). As taxas mais altas de ruim ou péssimo aparecem nas zonas norte (29%), sul e leste (ambas com 26%). Adversários de Covas na corrida eleitoral dizem que seu período na prefeitura carece de uma marca forte e que ele falhou em apresentar programas inovadores. Aliados, por sua vez, têm afirmado que ele terá a oportunidade de recapitular seus principais feitos durante a campanha e que a visibilidade de obras realizadas e serviços oferecidos ficou prejudicada pela pandemia do coronavírus. Na convenção do PSDB que confirmou sua candidatura, no dia 12 deste mês, o prefeito afirmou que sua estratégia para sair vitorioso será mostrar exemplos concretos de sua gestão. "Enquanto todos os outros [candidatos] vão vender sonho, nós vamos vender uma realidade, o que foi feito na cidade ao longo dos últimos quatro anos", discursou, incluindo na contagem o período em que Doria esteve no cargo. Os eleitores que pretendem votar em Boulos são os que têm o pior diagnóstico sobre o trabalho de Covas. Entre os apoiadores do militante de moradia, a gestão é considerada ruim ou péssima por 33% e ótima ou boa por 16%; para 50%, é regular, e 1% não sabe. Apoiadores de Russomanno e França também fizeram avaliação mais negativa que a média geral em relação ao tucano. Os melhores números, como esperado, estão entre os entrevistados que declararam intenção de votar em Covas. Indagados sobre a administração dele, 58% responderam ótima ou boa, 38% regular e 3% ruim ou péssima; 1% não sabe. Seu desempenho também é mais alto entre os que aprovam o governo Doria no plano estadual. Dentro desse grupo, o percentual de ótimo ou bom da gestão do prefeito chega a 62%. Já entre os que desaprovam Doria, o índice de ruim e péssimo de Covas sobe para 51%. Na comparação com prefeitos eleitos na capital desde 1988, Covas tem uma aprovação maior do que parte de outros políticos que tiveram o desempenho medido pelo Datafolha após período semelhante do mandato. Com os 25% de aprovação, ele supera Luiza Erundina (19%), Celso Pitta (8%), Marta Suplicy (20%) e Fernando Haddad (15%). Mas fica atrás de Jânio Quadros (30%), Paulo Maluf (46%) e Gilberto Kassab (47%). Tanto Kassab (em seu primeiro mandato, encerrado em 2008) quanto Covas, que eram vices, viraram prefeitos com o mandato já em andamento, em virtude da renúncia dos respectivos titulares para disputarem a eleição ao governo do estado, José Serra e João Doria. Kassab e Covas chegaram à chefia do Executivo um ano e três meses após o início do mandato. Os resultados do Datafolha indicam também que Covas conseguiu se tornar mais conhecido desde que assumiu o mandato na prefeitura. Contou para isso a intensa exposição que ele teve ao tornar público o tratamento contra um câncer no trato digestivo descoberto em 2019. Diante da pergunta "qual o nome do atual prefeito da cidade de São Paulo?", 72% responderam corretamente. Em abril de 2018, assim que ele passou a ocupar o posto, o percentual dos que disseram Bruno Covas era de 27%. Na pesquisa mais recente, 21% afirmaram que não sabem o nome (ante 62% dois anos atrás), 3% falaram João Doria e 5% deram outras respostas. A taxa dos que desconhecem o prefeito sobe entre os mais pobres (28%), os menos instruídos (29%) e os mais jovens (37%). A maioria das pessoas ouvidas desta vez disse ainda que se sente, de alguma maneira, satisfeita em morar na cidade de São Paulo. Segundo o Datafolha, 43% dos entrevistados afirmaram que estão muito satisfeitos. O índice é superior ao da vez anterior em que o instituto fez a mesma pergunta, em fevereiro de 2017, no início da gestão Doria. Naquela ocasião, 39% se disseram muito satisfeitos. Outros 48% afirmaram que se sentiam um pouco satisfeitos. Agora, 42% se dizem um pouco satisfeitos em morar na capital. Já o percentual dos que se consideram nada satisfeitos ficou parecido nos dois anos (representavam 13% em 2017 e ficaram em 15% em 2020). Áreas problemáticas Saúde é a principal resposta espontânea dos entrevistados quando questionados sobre o principal problema da cidade. O tema foi lembrado por 23% das pessoas, seguido por: segurança (12%), transporte coletivo (10%), educação (8%) e desemprego (6%). Desde 2007, o tópico saúde aparece entre os maiores desafios da cidade, dividindo espaço no topo do ranking com a questão da segurança, que é de competência majoritariamente estadual. O instituto também perguntou qual é o setor de atuação em que a prefeitura tem o melhor desempenho. A maioria (28%) disse que não sabe ou considerou que não há nenhuma área de destaque (25%). Entre as áreas mais citadas, as opiniões ficaram divididas: 9% responderam espontaneamente saúde, 6% limpeza urbana, 6% transporte coletivo, 6% educação, 4% calçadas e 2% segurança pública. Indagados sobre o número de pessoas em situação de rua na cidade, a maior parcela (78%) disse que esse contingente aumentou. Para 13%, a quantidade ficou igual, 5% afirmaram que diminuiu e 4% falaram que não sabem. Entre os habitantes da região central, área que costuma ter mais pessoas vivendo nas ruas, a percepção sobre o aumento foi confirmada por 87% dos entrevistados. Segundo dados da própria gestão tucana, o mais recente censo mostrou que a população de rua na capital chegou a 24.344 pessoas em 2019 --um salto de 53% em quatro anos.

  • Yahoo Notícias

    Covas aprova regulamentação para abertura de museus, teatros e eventos com até 600 pessoas

    Eventos com mais de 2 mil pessoas precisam de autorização da prefeitura

  • Valor Econômico

    Datafolha: 27% reprovam e 25% aprovam gestão de Bruno Covas

    Governo do prefeito do PSDB é mais reprovado entre jovens e mais aprovado entre idosos Pesquisa Datafolha divulgada na tarde desta quinta-feira pela "Folha de S.Paulo" indica que 25% dos moradores da capital consideram ótima ou boa a gestão do prefeito Bruno Covas (PSDB), candidato à reeleição. Para 27%, a administração é ruim ou péssima. Para 45% dos entrevistados, a gestão é regular. Três por cento não opinaram. Covas assumiu a prefeitura de São Paulo em 2018, após o então prefeito João Doria (PSDB) renunciar ao cargo para concorrer ao governo do Estado. Coletiva de imprensa sobre coronavírus Bruno Covas, prefeito da cidade de Sao paulo Foto: Divulgacao/Governo do Estado de São paulo Divulgacao/Governo do Estado de São paulo O Datafolha entrevistou presencialmente 1.092 eleitores entre 21 e 22 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos. A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) com o número SP-06594/2020. A reprovação à administração de Covas é maior entre eleitores de 25 a 34 anos de idade, dentre os quais 37% consideram a gestão ruim ou péssima. A aprovação é maior entre pessoas com mais de 60 anos – desses, 35% acham o governo como ótimo ou bom. Mais cedo, foram divulgados resultados de intenção de voto para a eleição municipal, que mostraram o deputado federal Celso Russomanno (Republicanos) à frete com 29% das intenções. Covas aparece em segundo, com 20%. Em terceiro lugar, em situação de empate técnico, estão Guilherme Boulos (Psol), com 9%, e o ex-governador Márcio França (PSB), com 8%. Os demais pontuaram 2% ou menos.

  • Extra

    Apoio a Bolsonaro cria racha no Novo: entenda as acusações contra o candidato a prefeito de SP

    SÃO PAULO —  A suspensão de Filipe Sabará da corrida à prefeitura de São Paulo acirrou tensões no...

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