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Bruno Covas PSDB | Últimas notícias sobre o prefeito de SP

  • Folhapress

    Câncer de Bruno Covas atinge fígado e ossos, mostram exames

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Exames mostram surgimento de novos focos de câncer no fígado e ossos do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), segundo boletim médico divulgado nesta sexta-feira (16). De acordo com o comunicado, o prefeito foi internado na quinta (15) no Hospital Sírio-Libanês para realização de exames de controle, onde foram encontrados novos pontos da doença. "Portanto, foram necessários ajustes no tratamento. Amanhã, está prevista a continuidade da quimioterapia, adicionando imunoterapia", diz o boletim. Segundo o comunicado, Covas está clinicamente bem, sem sintomas e apto a seguir com atividades pessoais e profissionais. Covas está sendo acompanhado por equipes coordenadas pelos médicos David Uip, Artur Katz, Tulio Eduardo Flesch Pfiffer e Roberto Kalil Filho. O prefeito se pronunciou em sua rede social dizendo que não abaixará a cabeça. "Abaixar a cabeça!? De jeito nenhum. Vou seguir lutando. Ainda tenho muito trabalho a fazer. Obrigado a todos pelo carinho de sempre. Rezas, orações, pensamentos positivos que recebo de todos os cantos me fazem mais forte nessa batalha", escreveu. Em fevereiro, Covas teve um novo nódulo no fígado descoberto. Na ocasião, a equipe médica do prefeito disse que o câncer no sistema digestivo que ele trata desde 2019 conseguiu "ganhar terreno", mas que o novo nódulo encontrado no fígado do prefeito é menor do que o encontrado há quase dois anos, de acordo com resultados de novos exames. O câncer do prefeito originou-se na cárdia, uma válvula no trato digestivo, e depois afetou também o fígado. Ele iniciou tratamento ainda em 2019 e evita, desde então, afastar-se de suas funções na prefeitura, limitando suas licenças médicas. No ano passado, foi reeleito para mais quatro anos de mandato. Entre outubro de 2019 e fevereiro último, o prefeito fez oito sessões de quimioterapia. As lesões cancerígenas regrediram, mas não desapareceram por completo.

  • Agência Brasil

    Exames mostram que Bruno Covas tem dois novos pontos de câncer

    O prefeito da capital paulista Bruno Covas foi internado ontem (15) no hospital Sírio-Libanês para realização de exames de controle, que demonstraram o surgimento de novos pontos de câncer no fígado e nos ossos e, portanto, foram necessários ajustes no tratamento. Para amanhã (17), está prevista a continuidade da quimioterapia, adicionando imunoterapia. Segundo boletim médico, o prefeito está bem clinicamente, sem sintomas e apto a prosseguir suas atividades pessoais e profissionais. A alta está prevista para o início da próxima semana, após completar esta etapa do tratamento. Em outubro de 2019, o prefeito foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer maligno, situado na região cardia, na transição do esôfago para o estômago. Através de exame pet scan, ainda foi descoberta uma metástase no fígado e uma lesão no linfonodo.

  • Extra

    Covas tem 'novos pontos de doença no fígado e nos ossos', diz prefeitura

    SÃO PAULO - Exames do prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB), diagnosticado com câncer no fim de...

  • Folhapress

    Exames mostram novos focos de câncer nos ossos e no fígado de Covas, diz boletim

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Exames mostram surgimento de novos focos de câncer no fígado e ossos do prefeito Bruno Covas (PSDB), segundo boletim médico divulgado nesta sexta-feira (16). De acordo com o comunicado, o prefeito foi internado na quinta (15) no Hospital Sírio-Libanês para realização de exames de controle, onde foram encontrados novos pontos da doença. "Portanto, foram necessários ajustes no tratamento. Amanhã, está prevista a continuidade da quimioterapia, adicionando imunoterapia", diz o boletim. Segundo o comunicado, Covas está clinicamente bem, sem sintomas e apto a seguir com atividades pessoais e profissionais. Covas está sendo acompanhado por equipes coordenadas pelos médicos David Uip, Artur Katz, Tulio Eduardo Flesch Pfiffer e Roberto Kalil Filho.

  • Folhapress

    Prefeitura de São Paulo antecipa censo de sem-teto por causa da pandemia

    GONÇALVES, MG (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de São Paulo vai antecipar a realização do censo de sua população de rua por causa do agravamento da pandemia, que tem espalhado a miséria pela mais rica cidade do país. A contagem desse público sempre foi feita em intervalos distintos. Mas, na última década, a quantidade de sem-teto passou a ser aferida a cada quatro anos. Se não fosse a pandemia, o próximo censo seria realizado em 2023, quatro anos depois do último levantamento, em 2019, que localizou 24,3 mil pessoas sem um lar —um salto de 53% em quatro anos. Em 2015, as pessoas nessa situação somavam 15,9 mil. Berenice Maria Giannella, titular da secretaria de Assistência e Desenvolvimento Social da administração do prefeito Bruno Covas (PSDB), diz que o censo foi antecipado para 2021 porque a pandemia "mudou drasticamente o perfil de quem vive hoje nas ruas da cidade de São Paulo". A secretária também afirma que há "uma percepção de aumento numérico dessa população". Mas, na divulgação dos resultados da última pesquisa, os próprios recenseadores contestaram os números oficiais da prefeitura alegando já naquela ocasião que havia mais de 30 mil pessoas pelas ruas paulistanas. "O resultado oficial do último censo foi bem de acordo com o que a gente imaginava porque trouxe um aumento de mais de 50%", diz ela, que pretende melhorar o diagnóstico sobre as pessoas em situação de rua. Giannella notou, a partir de dados sobre quem frequenta os serviços assistenciais da prefeitura, que famílias inteiras em suas diferentes configurações, pessoas mais velhas e transgêneros estão crescendo pelas ruas desde o início da pandemia. "Antes, homens adultos demandavam mais pelos serviços da prefeitura", afirma a secretária. No censo de 2019, eles representavam 84% da população de rua paulistana e, por isso, na São Paulo pré-pandêmica os serviços de abrigo e saúde estavam mais direcionados ao universo masculino. Para Giannella, os novos sem-teto também são compostos por grupos familiares que tiveram suas fontes de renda afetadas, foram despejados de suas casas e acabaram nas ruas. O Brasil encerrou 2020, primeiro ano da pandemia, com 13,4 milhões de desempregados, a pior marca da história medida pelo IBGE. Por isso, o censo será um instrumento técnico para além de saber quem são e como vivem os sem-teto, radiografar de que forma a pandemia forçou a ida dessas pessoas para as ruas. Na pesquisa anterior, os conflitos familiares, o uso de drogas ou álcool e o desemprego foram os motivos mais alegados pelos entrevistados para estarem nas ruas. O resultado do censo, diz a secretária, vai reorientar os esforços da prefeitura no atendimento das novas demandas a esse público. Padre Júlio Lancellotti, 72, coordenador da Pastoral do Povo de Rua, afirma que o censo é um meio importante para entender as mazelas que pesam contra os sem-teto, mas há urgências que já são de conhecimento do poder público que não saíram do papel. "Mais casais estão nas ruas. Pergunto: serão criadas mais vagas para essas pessoas sem separá-las?". Mais espaços para travestis e mulheres trans serão criados?", questiona o padre. Na pandemia, a prefeitura diz ter criado quase 9 mil vagas em albergues e aberto oito centros de acolhida emergencial. Também prevê criar uma terceira casa para pessoas trans --hoje a cidade conta com dois espaços para esse público. Também instalou banheiros públicos na região central para os sem-teto conseguirem manter a higiene pessoal em dia e lavar suas roupas. Concentrou quem apresenta sintomas da Covid-19 em dois centros de acolhida localizados na Vila Clementino, na zona sul, e na Lapa, na zona oeste. Manteve 11 núcleos de convivência, locais com banheiros, refeitórios e salas para consulta médica ao longo do dia. E deu a largada na vacinação do público idoso de rua contra a Covid-19. Até meados de março, números oficiais da prefeitura contabilizavam ao menos 32 óbitos por Covid-19 entre os sem-teto. O censo 2021 deverá acontecer em outubro, mesmo mês em que os pesquisadores estiveram nas ruas paulistanas em 2019. "Será importante fazer em outubro, até para termos uma comparação mais precisa", afirma a secretária. Em locais como a região da Cracolândia, que concentra pessoas viciadas em crack e outras drogas, os trabalhadores do censo serão acompanhados por equipes do Serviço Especial de Abordagem Social e de agentes da Guarda Civil Metropolitana. A prefeitura segue as normativas da Política Nacional para a População em Situação de Rua, instituída por decreto assinado pelo ex-presidente Lula (2003-2010). O decreto classifica uma pessoa em situação de rua como aquela que vive em pobreza extrema, perdeu os vínculos familiares e não possui uma moradia convencional regular. São pessoas que utilizam os logradouros públicos e as áreas degradadas das cidades como espaços de moradia e de sustento, de forma temporária ou permanente, bem como as unidades de acolhimento. Com base neste texto, a pasta da Assistência Social diz que só serão abordadas para o censo as pessoas que realmente não têm um teto. "Se uma pessoa estiver morando mesmo numa edificação precária, ela não é considerada de rua", explica Giannella. Os requisitos para a realização do censo ainda estão sendo elaborados. A empresa escolhida para fazer a nova contagem da população de rua será a que oferecer o menor preço em um pregão. "Espero que a prefeitura escolha uma empresa que tenha expertise e um histórico de convivência com as pessoas de rua. A escolhida não vai comprar bananas, mas um produto social que precisa ter método, e não só um preço mais em conta", afirma o padre Júlio Lancellotti.

  • Yahoo Notícias

    Prefeitura de SP 'confunde' vacinas e agentes da CET são imunizados contra Covid-19 por engano

    Prefeitura de SP disse que apura erro e que a inclusão desses profissionais no grupo prioritário de vacinação depende do recebimento de novas remessas do imunizante

  • Folhapress

    Prefeitura de SP suspende drive-thru de vacinação a partir desta quarta

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de São Paulo suspendeu temporariamente os postos de drive-thru de vacinação contra a Covid-19 a partir desta quarta-feira (14). De acordo com a gestão Bruno Covas (PSDB), houve uma queda de 50% na procura pelos postos entre segunda (12) e terça. A gestão diz que os postos de drive-thru serão retomados assim que for inciada a próxima faixa etária da vacinação. A previsão do governo do estado é que a partir do dia 21 de abril, começará a imunização de pessoas com 65 e 66 anos. Segundo a prefeitura, as UBSs (Unidades Básicas de Saúde) que têm o sistema de drive-thru continuam aplicando normalmente as vacinas, assim como os Serviços de Assistência Especializada e os centros-escolas. Aos sábados, os idosos podem procurar por uma das UBS/AMAs integradas para a imunização. A gestão também diz que até esta terça, haviam sido aplicadas 2.312.409 doses de vacina contra a Covid-19 na capital paulista, sendo 1.592.879 com a primeira e 719.530 com a segunda dose. Confira o cronograma de vacinação em SP Início: 21 de abril pessoas com 65 e 66 anos Em andamento Início 8 de fevereiro pessoas com 90 anos ou mais Início 12 de fevereiro Pessoas de 85 a 89 anos Início 27 de fevereiro Pessoas de 80 a 84 anos Início 3 de março Pessoas 77 a 79 anos Início 15 de março Pessoas 75 e 76 anos Início 19 de março Pessoas 72 a 74 anos Início: 26 de março Pessoas de 69 a 71 anos Início: 5 de abril Pessoas com 68 anos Profissionais da Segurança Pública: policiais civis, policiais militares, policiais técnico-científicos, agentes penitenciários, bombeiros e guardas civis municipais Início: 10 de abril trabalhadores da Educação: professores e demais funcionários de escolas estaduais, municipais e privadas, desde que tenham mais de 47 anos trabalhadores de colégios privados terão de apresentar os dois últimos contracheques Início: 12 de abril (no estado) pessoas com 67 anos Início: 13 de abril (na cidade de São Paulo) pessoas com 67 anos

  • Folhapress

    Gestão Covas estuda frear microapartamentos e promete não desfigurar Plano Diretor de SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O secretário de Urbanismo da gestão Bruno Covas (PSDB), César Azevedo, afirmou nesta terça-feira (13) que o Plano Diretor não deve ser desfigurado durante o processo de revisão marcado para este ano. Há a previsão da revisão do plano, que define as regras de crescimento da cidade, neste ano. Centenas de entidades da sociedade civil manifestaram preocupação com a discussão do plano em meio à pandemia. Eles alertam para que, sem discussão e pressão social, o plano possa ser alterado apenas para beneficiar o mercado imobiliário. Em um discurso feito aos vereadores paulistanos, Azevedo afirmou que o plano não deve ser politizado. Ele fez uma comparação dizendo que o plano deve passar por uma acupuntura, não uma cirurgia. O discurso do governo, no entanto, é que a revisão do plano ajudará a diminuir desigualdades. "Politizar a revisão não interessa a essa cidade, não interessa aos mais vulneráveis", disse, que acrescentou que emprego na periferia e moradia digna são a espinha dorsal do plano. Em sua aparição à Câmara, Azevedo elogiou conquistas do Plano Diretor atual, aprovado pela Câmara na gestão de Fernando Haddad (PT), em 2014. E citou preocupação com o planejamento da cidade pós-pandemia, discussão trazida recentemente por reportagem do jornal Folha de S.Paulo. O secretário afirmou, porém, que há pontos que devem ser discutidos, incluindo a proliferação de apartamentos minúsculos na cidade. "Será que diante da pandemia é de interesse da sociedade manter o crescimento que temos visto nos últimos anos de construção de microapartamentos, studios, de até 35 m² nos eixos. Houve um aumento de 500% na aprovação dessas unidades nos últimos anos. Como estimular a construção de apartamentos maiores, para que a gente consiga adensar habitacionalmente ainda mais essas áreas bem dotadas de infraestrutura", disse. Ele não citou a questão de vagas de garagem nesse tipo de apartamento nos eixos, uma grande demanda do mercado imobiliário. No entanto, sua fala indica que o assunto pode ser tratado uma vez que a falta de vagas é um dos entraves do mercado para a construção de apartamentos de alto padrão maiores nessas áreas. Outro ponto que ele citou que vale discussão é sobre a cota de solidariedade, que estabelece que todos os empreendimentos imobiliários com mais de 20 mil m² de área construída são obrigados a destinar o equivalente a 10% de sua área para habitação de interesse social. "Será que ela não teria resultados mais ousados? Por que não avançou como se esperava?", questionou, dizendo que se trata de uma ferramenta essencial para a moradia popular na cidade. Azevedo negou que haja possibilidade de diminuição das chamadas ZEIS, as zonas especiais de interesse social na cidade. O secretário citou a possibilidade de conversão de imóveis em habitação, devido ao esvaziamento deste tipo de imóvel. "Levantamento da prefeitura mostra que mais de 20 hotéis fecharam definitivamente suas portas na cidade. O que podemos fazer com esses imóveis? E outros tantos imóveis que fecharão também? O que fazemos? Podemos rever o uso desses espaços comerciais e aproveitá-los para moradia?", disse. Uma grande preocupação da sociedade civil é que, devido às regras de isolamento social, não haja o devido debate sobre o projeto. Azevedo citou que foi feito um chamamento para que entidades da sociedade civil contribuam com a discussão. Além disso, segundo ele, de abril até novembro estará aberto um canal para que todo cidadão faça contribuições ao plano.

  • Folhapress

    Prefeitura de SP antecipa vacinação de pessoas com 67 anos para esta segunda

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A Prefeitura de São Paulo antecipou para esta segunda-feira (12) a vacinação de pessoas com mais de 67 anos. O governo paulista inicialmente havia anunciado que a vacinação dessa faixa etária começaria na quarta-feira (14). Na última sexta, porém, decidiu antecipar dois dias, para segunda, mas a capital do estado anunciou que só faria a imunização na terça (13). Segundo a prefeitura, isso ocorreria "por conta de o recebimento das doses estar programado para o final de semana, o que inviabiliza a logística de distribuição em tempo para iniciar antes". Neste sábado (10), no entanto, a gestão Bruno Covas (PSDB) voltou atrás e decidiu antecipar a imunização para segunda, como fará o restante do estado. Também neste sábado começou a vacinação dos profissionais da educação com 47 anos ou mais. Até esta tarde, a capital paulista já aplicou 2,2 milhões de doses. 1,5 milhão de pessoas recebeu apenas uma dose do imunizante, e 694 mil receberam as duas doses. A vacinação de pessoas com 67 anos poderá ser feita nas unidades básicas de saúde e nos drive thrus montados em shoppings, parques, clubes e estádios pela cidade, como na Arena Corinthians (zona leste) e no parque Villa-Lobos (zona oeste)--excepcionalmente na segunda e na quarta-feira o drive thru do estádio do Morumbi está fechado. Veja a lista de locais e endereços de vacinação na capital paulista: AMA/UBS Integradas Das 7h às 19h Postos Drive-thru Das 8h às 17h ARENA CORINTHIANS Av. Miguel Ignácio Curi, 2.492, Artur Alvim - Portão E4 IGREJA BOAS NOVAS Rua Marechal Mallet, 535, Vila Prudente AUTÓDROMO DE INTERLAGOS Rua Jacinto Júlio, altura do nº 589, Interlagos - Portão 9, entrada KRF CLUBE HEBRAICA Rua Ibiapinópolis, 781, Pinheiros - na parte superior do clube MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA Rua Tagipuru, 500, Barra Funda - Portão 2 COMPLEXO ESPORTIVO DO IBIRAPUERA Rua Marechal Estênio Albuquerque Lima, 413, Paraíso PARQUE VILLA-LOBOS Av. Prof. Fonseca Rodrigues, 1.025, Alto de Pinheiros - Portão 3 CLUBE ATLÉTICO MONTE LÍBANO Rua do Gama, 261, Jardim Luzitânia SHOPPING ARICANDUVA Av. Aricanduva, 5.55, Aricanduva -- acesso pelo portão P4 CENTRO DE EXPOSIÇÕES DO ANHEMBI Rua Olavo Fontoura, Santa -- portão 38 CLUB ATHLETICO PAULISTANO Rua Honduras, 1.400, Jardim América SHOPPING ANÁLIA FRANCO Av. Regente Feijó, 1.739, Tatuapé HOSPITAL DOM ALVARENGA Av. Nazaré, 1.361, Ipiranga SHOPPING INTERLAGOS Av. Interlagos, 2.255, Interlagos -- estacionamento Subsolo, portão 5 SUBPREFEITURA DE M'BOI MIRIM Av. Guarapiranga, 1.695, Pq. Alves de Lima SUBPREFEITURA DE ITAIM PAULISTA Av. Marechal Tito, 3.012, Itaim Paulista MAIS SHOPPING Rua Padre José Maria, Santo Amaro - Estacionamento G 2 SUBPREFEITURA DA PENHA Rua Mandu, 451, Penha SHOPPING CAMPO LIMPO Estrada do Campo Limpo, 459, Vila Prel

  • Folhapress

    Covas promete 90 km de faixas para ônibus e 49 mil moradias de interesse social em SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A gestão Bruno Covas (PSDB) publicou a versão inicial do programa de metas de sua administração até 2024 com 75 propostas para a cidade de São Paulo, como construção de moradias e faixas de ônibus, que ainda precisarão passar por audiências públicas. Especialistas consultados pela Folha, no entanto, afirmam que o plano não ataca as desigualdades, agravadas pela pandemia, ignora a revisão do Plano Diretor prevista para este ano e, em muitos momentos, é genérico demais. O programa de metas é um instrumento previsto na lei orgânica paulistana (espécie de Constituição municipal) desde 2008, em que o prefeito eleito formaliza promessas de campanha e propõe ações a realizar até o fim de sua gestão. Isso não significa que as ações serão cumpridas. Balanço publicado na Folha mostrou que Covas, reeleito, cumpriu no mandato passado apenas 29 das 71 metas definidas, o equivalente a 41% do total -o balanço oficial da prefeitura, com uma metodologia diferente, aponta que 85% das promessas foram cumpridas. Além disso, sob sua gestão a prefeitura tirou do ar em 2020, ano eleitoral, um portal em que a população podia acompanhar o andamento das metas propostas no plano anterior. No plano apresentado agora, a gestão Covas reservou R$ 30 bilhões para cumprir as promessas, das mais variadas áreas. Embora tenha praticamente abandonado a criação de vias exclusivas de ônibus na cidade no último mandato, o programa atual promete cinco novos corredores de ônibus (faixas segregadas como na avenida Santo Amaro, com asfalto reforçado e em geral à esquerda) com 40 km no total: Itaquera-Líder, Celso Garcia, Itaim - São Mateus, Miguel Yunes e Nossa Sra. do Sabará. Também promete 50 quilômetros de faixas exclusivas de ônibus (faixa convencional da via, segregada apenas por uma pintura no asfalto, como na avenida Paulista) , mas não dá detalhes sobre onde serão feitas. Outra promessa é implantar o BRT (Bus Rapid Transit) na zona leste da cidade, equipar toda a frota da cidade com ar-condicionado, internet sem-fio e USB e construir quatro novos terminais de ônbus. Entre as metas, também estão reduzir o índice de mortes no trânsito de 6 por 100 mil habitantes para 4,5, além de baixar a velocidade máxima permitida de 50 km/h para 40 km/h em 24 vias da cidade. Há ainda a promessa de fazer manutenção de 1,5 milhão de m² de calçadas e 300 quilômetros de estruturas cicloviárias (que incluem, além de ciclovias, as ciclorrotas, que são vias compartilhadas com carros). Na parte da infraestrutura, também prevê recuperar 20 milhões de m² de vias públicas, reduzir o tempo médio de atendimento dos serviços de tapa buraco de 20 para 10 dias e realizar 160 obras de recuperação ou reforço em pontes, viadutos ou túneis. Especialista em mobilidade urbana do Idec (Instituto de Defesa do Consumidor), Rafael Calabria considera positivas as promessas de redução de mortes no trânsito e criação de estruturas cicloviárias, mas vê problemas em outros pontos. "Faixas exclusivas são super baratas e estão prevendo apenas 50 quilômetros, poderia ser maior. E há contradições: propuseram reformar 1,5 milhão de m² de calçadas, mas outro plano da gestão fala em 2 milhões. Além disso, não abordam a questão tarifária do transporte, que é um problema estrutural, não prevê buscar recursos para o sistema." Calabria critica também a falta de articulação com o Plano Diretor Estratégico, norma que regula o crescimento da cidade, que será revisto neste ano. Essa crítica também é feita por Tomás Wissenbach, pesquisador do núcleo de desenvolvimento do Cebrap, que questiona, nas metas para habitação, a falta de referência a instrumentos previstos no plano, como a notificação de imóveis vazios, abandonada pela prefeitura, e a cota de solidariedade, que obriga destinar uma parcela de empreendimentos para moradia social. Na habitação, a prefeitura propõe prover 49 mil moradias de interesse social, beneficiar 220 mil famílias com procedimentos de regularização fundiária, beneficiar 27 mil famílias com urbanização em assentamentos precários e licenciar 300 mil moradias populares, mas não há detalhes de como e onde essas obras serão feitas. "Acho positivo a prefeitura se comprometer com metas importantes, mas sou um pouco pessimista com essa ousadia dos números. É positivo se comprometer com um orçamento para as metas, a prefeitura fala em R$ 9 bilhões para habitação, mas sinto falta de uma referência ao plano municipal de habitação, que está parado. É um programa pouco inovador, que não oferece soluções novas, e é genérico, não detalha suficientemente onde serão essas unidades, que ações serão feitas", afirma. Além de transporte e habitação, a prefeitura propõe, na área da saúde, implantar 30 novas unidades de saúde, reformar 100 e reequipar 80; implantar prontuário eletrônico em toda a rede; contratar 40 novas equipes de saúde da família; cumprir a meta de cobertura vacinal para crianças e adolescentes e criar centros de referência da saúde bucal e de atendimento a pacientes com dores crônicas. Além disso, na educação, a gestão Covas propõe criar 50 mil vagas em creches, implantar 12 novos CEUs, inaugurar 45 novas unidades escolares, reformar 1.915 delas e alfabetizar crianças da rede municipal até o fim do segundo ano do ensino fundamental. Covas promete ainda contratar 1.000 agentes para a Guarda Civil Metropolitana e integrar 20 mil câmeras de vigilância ao sistema da cidade, com pelo menos 200 câmeras por subprefeitura. A prefeitura propõe ainda implantar oito novos parques municipais, duas unidades de conservação, plantar 180 mil novas árvores, reduzir em 15% o total de carga orgânica lançada no reservatório Guarapiranga e reduzir em 600 mil toneladas os resíduos enviados a aterros. Igor Pantoja, assessor de mobilização da Rede Nossa São Paulo, que fiscaliza as metas da prefeitura, avalia que as propostas "não atacam o mais esperado durante a pandemia, as desigualdades estruturais da cidade". Segundo sua avaliação, "há um certo furor pelo volume de recursos que o plano promete investir, mas não deixam claro como chegaram a esse valor. O plano é pouco territorializado e regionalizado, promete sem dizer onde vai investir e porquê", afirma. Ele também questiona a participação social. Devido à pandemia, as audiências públicas serão feitas online, pelo programa Microsoft Teams, com limite de falas, o que também prejudica a participação. À Folha, a Prefeitura de São Paulo afirmou que a gestão está comprometida em manter o programa de metas consonante com os objetivos, diretrizes e ações estabelecidas pela revisão do Plano Diretor Estratégico, inclusive com correções caso haja incompatibilidade entre os dois instrumentos. A gestão Bruno Covas diz também que a versão final do programa de metas, após consulta à sociedade, vai tornar pública as regiões onde serão feitas as ações propostas. A gestão afirma que receberá contribuições para o programa de metas por escrito por meio da plataforma Participe+ entre 10 de abril e 2 de maio.