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Corinthians | Últimas notícias sobre campeonatos e jogos

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    Corinthians volta a ter o pior aproveitamento entre os clubes de Série A na temporada

    Antes da pausa, Timão já havia registrado esse status negativo, que voltou a acontecer após a derrota no Brasileirão por 1 a 0 para o Sport, que deixou a lanterna que ocupava

  • Folhapress

    Leco faz a política de Brasília no São Paulo, diz Roberto Natel

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Para Roberto Natel, 58, candidato à presidência do São Paulo, os dois últimos mandatários tricolores, Carlos Miguel Aidar e Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, são os piores da história do clube. Natel, no entanto, foi vice-presidente do primeiro e ainda é do segundo. Agora, ele prega coerência e se agarra a uma das maiores crises do clube para derrotar o concorrente Julio Casares no pleito de dezembro –ainda sem dia confirmado. Em entrevista à reportagem, o sobrinho de Laudo Natel se emociona ao falar do tio, morto aos 99 anos, no último mês de maio. Laudo, ex-governador do estado e ex-presidente do clube, foi um dos responsáveis pela construção do Morumbi. “Tenho obrigação com a minha família de mostrar que o próximo Natel também vai fazer diferente. Ele terminou o Morumbi e eu vou abacar com essas dívidas”, diz Natel. Empresário, Natel adota retórica mais combativa como tentativa de se desvencilhar das gestões de Aidar e de Leco e sobe o tom para criticar o seu oponente. Das poucas coincidências entre os candidatos, Natel promete, se eleito, reavaliar a atuação dos ídolos Raí e Lugano, hoje dirigentes do futebol, e elogia Fernando Diniz. Porém, já fez acordo com Marco Aurélio Cunha para lhe entregar as chaves do departamento de futebol –atualmente, em posse de Raí. * Pergunta - ​Por que o torcedor são-paulino deve acreditar que o senhor será um bom presidente ou, no mínimo, melhor que seus antecessores? Laudo Natel - Estou desde 2001 trabalhando no São Paulo, passei por todas as áreas e sei quais as necessidades do clube. Vamos trabalhar em conjunto, uma administração com várias cabeças e onde eu tenho a caneta e dou a palavra final. O problema do São Paulo, nesses últimos anos, é que deixou de seguir a sua história de vanguarda. As pessoas, que hoje estão à frente em vez de trabalhar para o São Paulo, trabalham para elas. Tentei fazer isto com os dois últimos presidentes, que me prometeram e não cumpriam e, por essa razão, sou candidato à presidência do São Paulo. O senhor esteve com o Leco desde a campanha, em qual momento houve uma ruptura? LN - Logo no início do mandato, porque o Leco, no primeiro momento, convidou dois conselheiros para serem diretores executivos. Até aí não vi problema. De repente, começou a convidar mais, entrei na sala e disse que não precisava disso e que ele tinha tudo para mudar o clube, trazer profissionais com meritocracia e não fazer uma política de Brasília. Também a partir do momento que começou a fazer contratação sem critérios, como quando foi contratar o Maicosuel, e eu disse a ele que não precisava saber muito, mas bastava ver na internet o quanto o jogador se machucava. Ele respondeu, ‘eu quero’. A partir daquele momento vi que não era uma gestão profissional. Você pontuou divergência com o Leco no futebol. Procede que o Marco Aurélio Cunha deverá assumir este departamento? Com isso, qual o futuro de Lugano e Raí? LN - Fiz o convite para o Marco Aurélio, sim, e é um grande profissional, tem conhecimento do futebol e há anos faz esse papel. Com relação ao Lugano e Raí, precisa ver se tiveram voz ativa ou o presidente passou por cima. Acredito que muitas coisas foram feitas por vontade do presidente. Fernando Diniz é um treinador que te agrada? Pensando que a atual gestão o mantenha até o fim do ano, ele é o técnico que começará a sua administração? LN - Está indo bem, precisa dar oportunidade, porque o São Paulo mudou muito, foram inúmeros técnicos nos últimos nove anos. O São Paulo precisa voltar à sua história, da época do Muricy Ramalho, e dar tempo hábil ao treinador. Alguns dos seus apoiadores, como Vinicius Pinotti e o Marco Aurélio Cunha, estiveram à frente do futebol do São Paulo recentemente. Qual o indicativo disso? LN - Indicativo que somos oposição, e o concorrente [Júlio Casares] é situação. A partir do momento que essas pessoas também perceberam que a gestão atual não estava cumprindo com aquilo falado na campanha saíram fora. Acho que 90% dos são-paulinos não estão satisfeitos com esta gestão. Uma das questões, colocada pela sua chapa e pela do Júlio Casares, é a profissionalização no clube. O Pinotti, em certo momento, emprestou dinheiro ao clube para comprar o Centurión. Esse discurso da profissionalização não entra em conflito com a prática do abnegado? LN - Primeiro, contratar com responsabilidade e coerência. O São Paulo não vem fazendo isso, claramente o número de contratações e valores de comissionamento mostram que é uma gestão sem planejamento, gastando o que não podia. Não concordo que alguém empreste dinheiro, o atual fez dessa forma. Na minha gestão isso jamais será feito. Terei critério junto com o meu diretor de futebol sobre como contratar, qual o salário poderemos pagar e se temos condições. A dívida do clube hoje é muito grande por causa das contratações, 80% das despesas é com o futebol. Como conseguir buscar receitas no futebol em tempos de pandemia e crise financeira? LN - Através do marketing com um diretor profissional. Onde hoje tem inúmeras possibilidades através da informática, da inteligência do estádio, do sócio-torcedor de fazer novos recursos. Se olhar, as despesas do São Paulo são de um time muito grande, mas as receitas são de um time médio. O sócio-torcedor do São Paulo faturou R$ 8 milhões, e o do Palmeiras, R$ 40 milhões. Como pode? O São Paulo, referência até o começo desta década, ficou atrás das receitas de Corinthians e Palmeiras. Chegou ficar abaixo do Santos no tempo de Neymar. Carlos Miguel Aidar e Leco foram os dois piores presidentes na história do São Paulo? LN - Sem dúvida nenhuma, são os dois piores. Um por não conseguir terminar a gestão, e o outro por aumentar a dívida em um patamar muito grande. O São Paulo, do passado, tinha credibilidade e conseguia o seu recurso. Com administração muito ruim, que empresa vai querer patrocinar o São Paulo? Em meio aos R$ 540 milhões de dívidas do São Paulo, R$ 300 milhões são de curto prazo. Como conseguir gerar receitas e sanar este passivo? LN - Então, vamos ter diretor-financeiro profissional, do mercado e que tem meritocracia. Abaixo dele existirá o comitê de crise para analisar todas as dívidas de curto, médio e longo prazo. O São Paulo sempre pagou suas contas e vai continuar. Problema neste momento é que não temos os números [valor das dívidas], teremos só em janeiro. O São Paulo tem utilizado a venda de atletas, o que é uma variável, para equilibrar as contas do clube. Na sua gestão o jogador de Cotia vai conseguir criar uma identificação com o São Paulo? LN - O objetivo da minha gestão é utilizar a garotada, vai sair quando estiver valorizado. Vamos colocá-los para jogar com dois ou três jogadores de renomes, que vão dar força e tranquilidade para essa juventude. O senhor conta com o Daniel Alves? Acha possível explorar comercialmente a sua figura para que a conta seja menos custosa? LN - Ele tem contrato, e o São Paulo vai cumprir seus contratos. É um excelente jogador, traz só pontos positivos e precisamos saber como utilizá-lo na parte de marketing. O senhor se diz oposição, mas, segundo o seu adversário Julio Casares, não existe situação e oposição. LN - Sem dúvida que o Casares é situação. É só você ver as atitudes do Casares no conselho de administração, no conselho deliberativo, aprovando tudo o que o Leco colocou. Os diretores dele [Leco] estão com o Casares neste momento. Quem está do nosso lado? Fernando Casal de Rey, José Douglas Dallora, Paulo Amaral, todos esses foram da oposição. O Casares deve ter coerência e assumir o posicionamento dele. O Julio Casares diz que, se eleito ligará para o Muricy Ramalho. Qual tipo de relacionamento a sua gestão deverá ter com ele? LN - Gosto demais do Muricy, é grande são-paulino como o Rogério Ceni, mas as pessoas têm que acreditar no Roberto. Não vou usar o Muricy para que as pessoas queiram que o presidente seja o Roberto. O Casares tem que acreditar no que fala, na administração dele e esquecer ex-atletas, técnicos. O Carlos Miguel Aidar dizia na eleição de 2014 que temia que o Morumbi virasse um Canindé. O São Paulo ganhou a concorrência de novas arenas, que passaram a ter shows, especialmente o Allianz. Como modernizar o estádio e trazer mais receita? LN - O Morumbi, se eu for o presidente, receberá shows novamente, é um estádio bonito e não é obsoleto. Pelo contrário, tem rampas e espaços generosos. Nenhuma das arenas será concorrente, vamos transformar nossos estádios em multiuso. Há duas semanas, a Polícia Civil apreendeu no Morumbi um computador que deveria ser de uso do vice-presidente do clube para uma perícia, no caso que investiga atuação de um suposto hacker com chantagens aos dirigentes e conselheiros. Qual a funcionalidade deste computador para o senhor? LN - Sou uma grande vítima assim como o São Paulo. Apreenderam o computador do São Paulo, e não o do vice, porque eu não tenho sala lá há mais de ano. É uma tentativa de denegrir a minha imagem. Estive há 20 dias no Deic (Delegacia Estadual de Investigação Criminal) depondo, e o delegado perguntou se eu me opunha de levar o meu computador pessoal. Levei com maior prazer, porque tenho interesse de identificar quem fez isso comigo. Acredito que quem fez está bem próximo do Morumbi. Outro assunto, utilizado por opositores, é a relação comercial do São Paulo com o seu posto de gasolina. Pode esclarecer este episódio? LN - Quando fizeram essa denúncia peguei todas as notas, documentos e entreguei para o conselho deliberativo. Disse assim que, se tiver algo errado, vocês têm obrigação de me expulsar do São Paulo. O São Paulo tinha nove carros e gastava, por ano, R$ 70 mil. Porque o Roberto começou abastecer? Porque um belo dia um diretor-administrativo disse que estava com problema no posto onde abastecia os carros do clube. Eu não quis, mas ele insistiu. Tudo bem. Com 11 carros gastou R$ 40 mil no ano seguinte. De R$ 70 mil com nove carros passou para R$ 40 mil com 11 carros. Então, tinha problema. O sobrenome Natel é sugestivo, mas diga como surgiu a paixão pelo São Paulo e quem são suas referências administrativas e políticas? LN - Laudo Natel é meu ídolo, como o doutor Henri Aidar, Nunes Galvão, Marcelo Portugal Gouvêa, José Douglas Dallora, Juvenal Juvêncio. Esses são meus ídolos. Tive grande prazer de saber como administraram o São Paulo. Tenho uma obrigação grande com a minha família, de mostrar que o próximo Natel também vai fazer diferente, [Laudo Natel] terminou o Morumbi e eu vou abacar com essas dívidas. Tenho orgulho muito grande do Laudo, duas vezes governador, uma pessoa sempre simples e mostrando o caminho do trabalho. Há planos ou algum tipo de conversa para diversificar um pouco a diretoria do clube, dando, por exemplo, mais espaço à mulher e promover diversidade? LN - Veja, sempre escutei muito na parte social e via a dificuldades delas. O nosso resgate tricolor terá no mínimo de 15 a 20 mulheres como candidatas ao conselho. Uma delas será a Angelina, a mulher do Juvenal Juvêncio. Uma das mais ativas do São Paulo. Vamos, sim, colocar mais mulheres na diretoria, na parte social, de relacionamentos. Vamos olhar com carinho todas essas pessoas, o mundo é novo e todos têm direitos, respeitando aos outros. Roberto, o senhor foi vice-presidente e cuidou do clube social. O sócio tem suas demandas, e o torcedor quer resultados. Como lidar com essas duas questões? LN - O São Paulo tem quatro filhos, Morumbi, Barra Funda, Cotia e o social. Nenhum deles é problema. A parte social anda sozinha, não tira recurso do futebol, é autossuficiente. O sócio tem, sim, que reclamar e querer as coisas melhores. Quero que o sócio vote direto para presidente, vou mudar o estatuto para isso. O senhor já se manifestou contrário à ideia construir equipes em outras modalidades. O clube tem futebol masculino e feminino e basquete. O vôlei é uma parceria com a prefeitura de Barueri. Como pretende continuar com esses projetos? LN - No conselho de administração, eu votei contra o basquete, porque não existia patrocínio. Já o meu concorrente [Casares], que diz que tem que ter um marketing primeiro e depois criar uma equipe, votou pelo sim. Como o São Paulo hoje tem o basquete, minha gestão focará em buscar o patrocínio. Vamos melhorar o futebol feminino, mas com responsabilidade. Com relação aos esportes como vôlei, natação, atletismo, podemos investir, sim, com responsabilidade. ​

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    Caio Ribeiro diz que 'falta qualidade' no Corinthians e defende Coelho: 'Fez a parte dele'

    Comentarista isentou treinador interino de culpa pela derrota na Ilha do Retiro

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    Decepcionado, Benja critica Corinthians após derrota para o Sport: 'Mais um jogo horroroso'

    Equipe foi superada fora de casa pelo Leão do Recife por 1 a 0

  • Folhapress

    Reunião da CBF tem bate-boca e Flamengo pedindo volta de torcida

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Em uma reunião tensa e de quase três horas, a CBF e os dirigentes da Série A do Campeonato Brasileiro não chegaram em nenhum acordo nesta quinta-feira (24) para que seja liberado a volta do torcedor ao estádio. O encontro virtual ainda teve uma discussão acalorada entre os presidentes da Ferj (Federação de Futebol do Rio de Janeiro), Rubens Lopes, e da CBF, Rogério Caboclo. O mandatário da entidade que comanda o futebol no país é favorável ao retorno, mas depois de ouvir os times, decidiu abrir votação. Lopes, então, começou a questioná-lo e disse que isso era ditadura velada, que uma reunião informal não poderia ter força de voto como em um conselho técnico ou assembleia. Segundo integrantes dessa reunião, apenas representantes do Flamengo e da Ferj não se recusaram a voltar com o campeonato antes da liberação das torcidas ser para todos os envolvidos. O clube, assim como a a federação de seu estado, entende que a CBF não teria poder de deliberar sobre o tema. Argumentaram ainda que a decisão sobre o público nos estádios não deve passar pela CBF, mas sim pelas gestões locais. A reportagem procurou a equipe carioca, que disse não querer se pronunciar sobre o assunto. A maioria dos presidentes, no entanto, posicionou-se de forma contrária ao retorno do público, mesmo que com até 30% da capacidade dos estádio. O consenso que são necessárias autorizações das 11 cidades envolvidas na competição. Conforme adiantou o jornal Folha de S.Paulo na quarta-feira (23), o fato de governos como o de São Paulo vetarem o futebol com torcida melou os planos da CBF de ter público nos jogos já em outubro. Uma nova reunião, ainda sem data definida, deverá ser realizada. Uma das hipóteses ventiladas no encontro é de que em novembro, no início do segundo turno do campeonato, a situação do vírus possa ter arrefecido ainda mais em todos os locais da competição e o futebol voltar a ter público liberado. No Rio de Janeiro, a volta das torcidas tem causado tensão entre as gestões municipal e estadual. Primeiro, o prefeito Marcelo Crivella afirmou que permitiria ao Flamengo ocupar 20% das arquibancadas do Maracanã, já no próximo dia 4 de outubro, em jogo contra o Athletico. O governo então respondeu mantendo a proibição para eventos esportivos. Porém, nesta quinta, um decreto do governador em exercício, Cláudio Castro (PSC), autorizou a volta das torcidas para as cidades que estejam com bandeiras amarela (caso da capital, segundo o último balanço da Secretaria de Saúde) ou verde na escala de graduação fluminense para o estágio da pandemia. Os demais clubes do país, que já estavam em alerta desde a sinalização de Crivella, uniram-se para afirmar que, ou haveria torcida para todos, ou para ninguém. Levantamento feito pela Folha de S.Paulo mostrou que antes da reunião desta quinta com a CBF, 13 dos 20 clubes da Série A só aceitariam a presença de torcida nos estádios se isso fosse possível em todas as 11 cidades sede do torneio. Leia mais: No Brasileiro sem torcida, mandantes levam mais cartões e vencem menos No entendimento deles, só assim poderia ser preservado o princípio de isonomia -de igualdade dentro da competição. Corinthians, São Paulo, Palmeiras, Santos, Grêmio, Internacional, Atlético-MG, Botafogo, Goiás, Atlético-GO, Coritiba, Vasco e Fortaleza adiantaram à reportagem que não aceitariam torcida só em alguns estádios. Flamengo e Fluminense não quiseram se manifestar antes da reunião; Athletico, Red Bull Bragantino e Sport não responderam; Ceará e Bahia, este último afirmando preferência pela isonomia, disseram que ainda não tinham definido suas posições. A maior movimentação de alguns clubes e da CBF para a retomada de torcida nos estádios se deu após aval do Ministério da Saúde à entidade que comanda o futebol brasileiro na última terça-feira (22). Segundo o governo, está permitido que jogos recebam 30% de sua capacidade máxima e apenas a torcida visitante. No entanto, a entidade federal deixa à cargo das administrações locais a efetivação ou não da medida, e a reação foi rápida. Na quarta-feira (23), o governo de João Doria (PSDB), em São Paulo, vetou a proposta que recebeu da confederação para que já em outubro o jogo entre a seleção brasileira e a Bolívia, pelas Eliminatórias da Copa, tivesse torcida. Também negou o pedido para o Campeonato Brasileiro ter público neste momento da pandemia. Atualmente, todo o estado está na fase amarela, e ainda precisaria passar pela verde para chegar a este patamar. O governo de São Paulo afirmou ainda que no pedido enviado pela CBF para a liberação parcial das arquibancadas, a estimativa era de que cada partida reunisse até 20 mil torcedores. Outras autoridades, como os prefeitos Nelson Marchezan Júnior (PSDB), de Porto Alegre, e Alexandre Kalil (PHS, e ex-presidente do Atlético-MG), de Belo Horizonte, se declararam contrários ao retorno do público.

  • Yahoo Esportes

    O Corinthians vai manter Coelho no comando?

    Mesmo com as duas derrotas em três jogos, o ex-jogador não deve deixar o banco neste momento

  • Originais do Yahoo

    Na Área com Nicola - O Corinthians vai manter Coelho no comando?

    Após a demissão de Tiago Nunes, o ex-jogador Dyego Coelho assumiu o comando do Timão interinamente mais uma vez. E mesmo com as duas derrotas em três jogos, ele não deve deixar o banco neste momento, já que o Corinthians enfrenta dificuldades na busca por um novo técnico.

  • Yahoo Esportes

    Corinthians vive como num eletrocardiograma

    Corinthians está com 12 pontos em 11 jogos. Ninguém sabe se Coelho fica no time principal ou não, a três meses da eleição.

  • Originais do Yahoo

    Cavadinha do Praetzel - Corinthians vive como num eletrocardiograma

    Corinthians está com 12 pontos em 11 jogos. Ninguém sabe se Coelho fica no time principal ou não, a três meses da eleição.

  • Stats Perform News

    Bahia de hoje lembra Corinthians de ontem com Mano, Elias e cia

    Elias, Rodriguinho, Clayson e Mano Menezes são apenas alguns dos nomes que hoje estão no Bahia e já defenderam o Corinthians

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