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Distrito Federal DF | Últimas notícias da região

  • Reuters

    Dólar tem 4ª queda seguida com exterior benigno, mas de olho em Brasília

    SÃO PAULO (Reuters) - O dólar emendou a quarta queda diária consecutiva e fechou no menor patamar em uma semana nesta sexta-feira, com o real entre os melhores desempenhos ao fim de um pregão de forma geral de alívio para os mercados brasileiros, conforme investidores acompanharam o ambiente externo benigno e o noticiário político local. O dólar à vista caiu 0,75%, a 5,5856 reais na venda, após variar entre 5,6789 reais (+0,91%) e 5,5672 reais (-1,07%).

  • Extra

    Polícia invade festa clandestina no DF e estabelecimento é multado em 20 mil

    Uma festa clandestina foi alvo de uma operação da Polícia Militar do Distrito Federal na madrugada...

  • Bloomberg

    Brasília em Off: O pavor do impeachment e a irritação com Guedes

    (Bloomberg) -- O maior motivo da irritação quase generalizada em Brasília com o ministro da Economia, Paulo Guedes, é o fato de ele estar constantemente alertando o presidente Jair Bolsonaro sobre o risco de um impeachment caso o Orçamento de 2021 seja sancionado sem vetos.A ala política do governo e o próprio presidente da Câmara, Arthur Lira, asseguraram a Bolsonaro que o texto pode ser sancionado no formato em que foi aprovado -- deixando de fora despesas obrigatórias para acomodar emendas parlamentares. As correções necessárias poderiam ser feitas posteriormente, dizem, apoiados por pareceres da área técnica do Congresso.Mas segundo interlocutores, Bolsonaro tem arrepios só de pensar em impeachment, o que poderia ocorrer se o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeitasse suas contas e entender que ele cometeu crime de responsabilidade. Isso gera insegurança no presidente e faz com que ele não consiga definir o que fazer com o Orçamento -- cujo prazo para sanção é dia 22. Guedes insiste que é preciso alertar o chefe para o risco jurídico e a repercussão que o assunto pode ter, inclusive de torná-lo inelegível.Eu aviseiA área técnica da Economia já se prepara para a possibilidade cada vez maior de Bolsonaro sancionar o Orçamento sem vetos. Se isso acontecer, querem se resguardar com a mensagem que sugere o veto ao presidente, mesmo que a recomendação não seja acatada. Segundo um auxiliar de Guedes, uma solução política que agrade ao Congresso não corrige o Orçamento. O papel do Ministério da Economia, diz ele, é apontar erros e sugerir soluções.LiraBolsonaro foi aconselhado no Planalto até mesmo a viajar para fora do país com o vice Hamilton Mourão e deixar a sanção do Orçamento inexequível nas mãos de Lira. Isso irritou o presidente da Câmara e seu entorno. Auxiliares do deputado ironizam que, se Lira sentar na cadeira, é melhor o centrão tomar logo conta de tudo e nem deixar Bolsonaro voltar.VelocípedeA confusão em torno do Orçamento de 2021 piorou a reputação de Guedes como negociador. A própria equipe econômica deu o sinal verde para que despesas obrigatórias fossem excluídas da lei em troca de mais emendas para o parlamento. Um auxiliar do presidente Bolsonaro disse a colegas que não confiaria a Guedes nem a venda de um velocípede a uma criança de 5 anos. O acordo terminaria com a criança levando o velocípede e umas balinhas extras.Puxão de orelhaLira procurou parlamentares da oposição para acalmar os ânimos nas sessões da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da casa. A presidente do colegiado, deputada Bia Kicis (PSL-DF), já havia sido enquadrada por Lira logo que assumiu o posto. Ouviu que se tivesse atitudes extremistas em defesa de pautas bolsonaristas na comissão, perderia poderes, pois o presidente passaria a chamar todas as propostas diretamente para o plenário. A CCJ é responsável por analisar a legalidade e constitucionalidade dos projetos de lei que chegam à Câmara.O problema é que, segundo um interlocutor de Lira, agora foi Kicis quem passou a ser atropelada pela oposição dentro da comissão. Por isso, o presidente voltou a ameaçar esvaziar a CCJ se a turma não se comportar.Quem manda?O comando do Senado pode ter trocado de mãos oficialmente no início de fevereiro, mas isso não fica claro no dia a dia da casa. Quando alguém se refere ao presidente do Senado, virou hábito perguntar ao interlocutor se ele se refere ao presidente de direito, Rodrigo Pacheco, ou ao presidente de fato, Davi Alcolumbre. Isso porque o ex-comandante da casa continua dando ordens. Alcolumbre, por exemplo, teria sido um dos responsáveis pelo aumento do volume de emendas que turbinaram o Orçamento de 2021 e criaram dor de cabeça para Bolsonaro.Tweets da semanaFor more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2021 Bloomberg L.P.

  • LANCE!

    Santos luta nos bastidores, mas pode enfrentar o Barcelona em Brasília

    Partida está marcada para às 19h15 e o Governo de São Paulo só autorizou jogos após às 20 horas. Clube acionou FPF, MP e aguarda liberação de João Dória Jr.

  • Folhapress

    Chefe da Funarte em SP é exonerada, e servidores temem concentração de projetos em Brasília

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Coordenadora da representação Sul/Sudeste da Funarte, sediada em São Paulo, Ivone Francisco dos Santos foi exonerada do cargo nesta quinta-feira (15). Ela diz à reportagem que soube de sua saída do cargo somente nesta quinta (15) mesmo, com a publicação no Diário Oficial, e que não lhe foram apresentados motivos. "Essas exonerações acontecem assim: você acorda e se depara com elas. Você não tem a menor ideia do que houve, do que aconteceu. Não existe um motivo que eu conheça. Recebi mensagens hoje cedo de todo mundo lamentando, muito tristes, e elogiando o trabalho que fiz. É o retorno que tinha de colaboradores, servidores e artistas", diz Ivone. "Nós das regionais não temos contato com a Secretaria de Cultura ou o Ministério do Turismo. Na verdade, não nos conhecem. Não tem alguém de Brasília que venha aqui e diga 'deixa eu ver esse trabalho como é feito'", completa. A exoneração foi assinada pelo ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, pasta à qual está subordinada a Secretaria Especial de Cultura. No começo de abril, o então presidente da Funarte, Lamartine Barbosa, foi exonerado. Em carta revelada pelo jornal Folha de S.Paulo, ele disse que não pôde aceitar imposições equivocadas de Mario Frias, secretário especial de Cultura. Servidores da secretaria temem que a exoneração de Ivone signifique encolhimento das atividades da representação regional ou até mesmo seu fechamento. Representações regionais da Ancine e do Pronac têm sido fechadas pelo governo federal, em movimento interpretado como de concentração de atividades na própria Secretaria de Cultura, enxugando atribuições de agências e fundações. Esses escritórios são considerados importantes por promoverem a interlocução com cenas artísticas regionais. A representação Sul/Sudeste da Funarte tem área de atuação que compreende São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A sede da Funarte fica no Rio de Janeiro. Como explica a página da fundação, a representação é responsável "pela administração do Teatro de Arena Eugênio Kusnet e dos Galpões da Funarte, que desde os anos 1980 são referência na vida cultural de São Paulo e passaram recentemente por uma completa reestruturação." Ivone diz à reportagem que o trabalho do governo federal na área cultural tem dificuldade em mostrar resultados devido à falta de continuidade na gestão. A Funarte, por exemplo, aguarda a nomeação de seu sexto presidente desde o início do governo Bolsonaro. "Como gestora, eu invisto nas pessoas. Não demiti ninguém enquanto estive na Funarte. Preciso investir, a não ser que seja um profissional que não trabalha bem. Quando você exonera alguém, a não ser que o motivo seja puramente político, tem que ter um motivo. Se não tem, então é político. Se é político, não posso fazer nada. Se eu tenho uma equipe e toda hora estou trocando, o problema está em mim. Não estou investindo. Ou não estou contratando bem. O problema é meu. Se eu não contrato bem, troco toda hora. A impressão é a de que para não acontecer nada, toda hora coloca um. E não acontece nada. Toda hora é um. Você não consegue produzir nada". Ela ressalta, por outro lado, que entende que demissões de servidores comissionados como ela são naturais em qualquer governo por razões políticas e que encara a decisão por sua saída com naturalidade. "Meu cargo era um cargo político. Você pode ser exonerado a qualquer momento, sem explicação. Qualquer governo faz isso. Moralmente falando, não é necessário que aconteça dessa forma. A lei diz algumas coisas, mas na vida real você não precisar ser exatamente como a lei para oferecer algum conforto. A gente desempenha um trabalho que é remunerado, claro, mas também em prol da cultura", afirma. A Funarte tem como missão promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país, sendo responsável pelas políticas públicas federais de estímulo à atividade artística brasileira.

  • O Globo

    Áudios: Garimpeiros do Pará articulam protesto em Brasília no Dia do Índio e bancam caravana para pressionar STF e Congresso

    Em outra gravação, prefeito incentiva mulheres solteiras desempregadas a ganharem "dinheirinho" extra no garimpo

  • Folhapress

    Covid-19: UTIs de 17 capitais e DF atingem 90% de lotação; Veja cenário nacional

    Flexibilizações desenfreadas após leve melhora ao redor do país preocupa especialistas, preocupados com um novo aumento de casos

  • Agência Brasil

    Deputado federal morre em Brasília vítima de covid-19

    O deputado federal José Carlos Schiavinato (PP-PR) morreu vítima da covid-19, na noite de ontem (13), em Brasília. Natural de Iguaraçu, no norte do Paraná, ele tinha 66 anos e estava internado desde 3 de março na capital da República. Segundo a assessoria do parlamentar, o corpo será trasladado de Brasília para Toledo (PR). Mulher do deputado, Marlene Schiavinato também morreu vítima da doença, no dia 12 de março. Mas, de acordo com a assessoria, o deputado não chegou a ser informado da morte da companheira. Schiavinato estava em seu primeiro mandato na Câmara dos Deputados. Ele era membro titular da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, tendo integrado também as comissões especiais de Política de Mobilidade Urbana e da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 391/17, que aumenta repasses para o Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Engenheiro civil formado pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), foi deputado estadual no Paraná (2015-2018) e prefeito de Toledo (PR) por dois mandatos (2005-2012). Luto oficial Em razão da morte do parlamentar, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), prestou homenagens à família e decretou luto oficial e a suspensão dos trabalhos na Casa. "Com pesar, recebo a informação do falecimento do deputado e colega de partido José Carlos Schiavinato. Estou decretando luto oficial na Câmara dos Deputados. Estão suspensos hoje todos os trabalhos em plenário e nas comissões. Minhas condolências aos familiares neste difícil momento", disse Lira, por meio de uma rede social. *Matéria alterada às 9h55 para acréscimo de informações.

  • O Globo

    Deputado José Schiavinato morre em Brasília vítima de Covid-19

    O parlamentar estava internado no Hospital Sírio-Libanês desde 3 de março

  • Agência Brasil

    Covid-19: DF amplia horário de abertura de bares e restaurantes

    Novo decreto publicado hoje (13) pelo governador Ibaneis Rocha ampliou em duas horas o funcionamento de bares e restaurantes e em uma hora o período permitido para venda de bebidas alcoólicas. Antes, em função da pandemia de covid-19, bares e restaurantes de Brasília e entorno tinham autorização para funcionar somente até as 19h. A partir desta terça-feira (13), podem funcionar até as 21h. Assista na TV Brasil O horário permitido para venda de bebidas alcoólicas em lojas, mercados, distribuidoras e mercearias também foi ampliado das 20h para as 21h. O novo decreto, contudo, não alterou o toque de recolher. A circulação pelas ruas da capital segue restrita entre as 22h e as 5h. O novo decreto, porém, autoriza a realização de competições esportivas oficiais, incluindo jogos de futebol, após as 22h. A norma também autoriza o funcionamento das marinas de clubes na orla do lago Paranoá, embora apenas com 50% da capacidade para embarcações. Reprodução/Diário Oficial do Distrito Federal *Matéria alterada para correção de informação às 11h25. O funcionamento de bares e restaurantes foi ampliado em duas horas, e não em uma hora, como estava no primeiro parágrafo.