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Eleições nos EUA 2020 - Notícias da eleição americana

Eleições nos EUA 2020 - Notícias da eleição americana

  • Bloomberg

    Investidor deve fazer hedge para eleições nos EUA, diz Goldman

    (Bloomberg) -- O Goldman Sachs recomenda que investidores se preparem para a volatilidade durante as eleições de novembro nos EUA, pois o coronavírus traz uma “grande complicação” à tabulação dos resultados. O banco aconselha estender estratégias de hedge até os vencimentos em dezembro.O Goldman destaca que o atraso dos resultados das eleições primárias indica um precedente, por isso o banco prefere “hedges de dezembro aos hedges de novembro”, disseram estrategistas liderados por David Kostin em relatório de 7 de julho. “Dado o atraso de várias semanas na finalização dos resultados da eleição presidencial de 2000 (além da contenciosa eleição de 1876), o elevado volume de cédulas por correio nas recentes eleições primárias e o potencial para o aumento das cédulas por correio em novembro, vemos um maior risco de que a volatilidade relacionada às eleições possa se estender além do ‘Election Day’.”Segundo a precificação atual do mercado, o candidato democrata Joe Biden vai ficar com a Casa Branca, e os democratas devem conseguir o controle do Senado e manter a maioria na Câmara dos Deputados, disse Kostin. As probabilidades atuais equivalem a 62% para Biden, 61% para o Senado e 85% para a Câmara dos Deputados, em comparação com 43% para a Casa Branca, 30% para o Senado e 61% para a Câmara no final de fevereiro, segundo o Goldman.Estrategistas do UBS citam várias diferenças em potencial entre os candidatos: Reeleito, Trump “focaria na desregulamentação, uma abordagem ‘America First‘ para o comércio internacional e reduções de impostos (que podem consistir em se tornar permanentes e talvez expandir as reduções na Lei de Cortes de Tributos e Geração de Empregos de 2017)”, disseram. Biden “procuraria aumentar os gastos com a mitigação da mudança climática, expandir o acesso a serviços de saúde financiados pelo governo federal e aumentar os impostos para empresas e pessoas de alta renda”.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2020 Bloomberg L.P.

  • AFP

    China tem 'preferências' para as eleições nos EUA, diz diretor do FBI

    A China tem "preferências" para as próximas eleições presidenciais nos Estados Unidos, afirmou o diretor do FBI nesta terça-feira (7), revelando que a Polícia Federal americana abre uma investigação sobre contraespionagem em que Pequim está envolvida "a cada dez horas".

  • HuffPost Brasil

    Como os protestos do movimento Black Lives Matter podem afetar as eleições nos EUA

    Os protestos generalizados contra o racismo nos Estados Unidos provocaram umamudança profunda na opiniao publica no pais que pode se refletir na escolhapara a Casa Branca em novembro.

  • Folhapress

    China diz não querer interferir em eleições americanas após denúncia de ex-assessor de Trump

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, disse, nesta quinta-feira (18), que seu país não tem intenção de interferir nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, marcadas para novembro deste ano. A declaração foi dada em resposta às acusações feitas por John Bolton, ex-assessor de segurança nacional dos EUA, em seu livro, segundo o qual o presidente Donald Trump pediu ajuda da China para ser reeleito. Segundo Bolton, Trump teria pedido ao dirigente chinês, Xi Jinping, para comprar muitos produtos agrícolas americanos para ajudá-lo a conquistar estados agrícolas nas eleições deste ano. Trump, escreve o ex-assessor, estava "implorando a Xi para garantir que ele vencesse. Ele ressaltou a importância dos agricultores e do aumento das compras chinesas de soja e trigo no resultado das eleições". "The Room Where It Happened: A White House Memoir" (a sala onde aconteceu: um livro de memórias da Casa Branca) tem lançamento previsto para o próximo dia 23. Antes mesmo de chegar às livrarias, já é o mais vendido pela Amazon americana. Jornais americanos, como The New York Times, Washington Post e The Wall Street Journal, tiveram acesso antecipado ao livro de Bolton. Trechos publicados nesta quarta-feira (17) apontam que Trump, segundo o ex-assessor, vinculou abertamente negociações comerciais a intenções políticas pessoais, com o objetivo principal de garantir sua reeleição. Nesta quinta-feira (18), o presidente fez uma publicação no Twitter acusando Bolton de ter feito "uma compilação de mentiras e histórias inventadas" com o intuito de prejudicá-lo. "Muitas das afirmações ridículas que ele [Bolton] atribui a mim nunca foram feitas, [são] pura ficção. Ele só está tentando se vingar por eu tê-lo demitido como o maluco doentio que ele é!", escreveu o líder republicano. Bolton foi demitido em setembro do ano passado, após 519 dias de trabalho, em meio a diferenças com Trump em uma ampla gama de questões de política externa. As informações sobre o pedido de ajuda aos chineses têm potencial danoso para a campanha de Trump à reeleição -isso porque a tomada de posição anti-China está no centro da disputa que o republicano trava com seu adversário democrata, Joe Biden, na corrida à Casa Branca. Bolton também escreveu, em outro trecho do livro revelado pelo New York Times em janeiro, que o presidente disse a ele querer congelar US$ 391 milhões (R$ 2,05 bilhões) em ajuda à Ucrânia em troca da abertura de investigações contra Biden e seu filho Hunter Biden, ex-conselheiro da empresa de gás ucraniana Burisma. Em um comunicado, Biden, ex-vice-presidente dos EUA durante o governo de Barack Obama, disse que, se as acusações de Bolton forem verdadeiras, são "não apenas moralmente repugnantes, e uma violação do dever sagrado de Donald Trump com o povo americano". A acusação feita pelo ex-assessor foi um dos pontos centrais de uma das denúncias que compuseram o processo de impeachment de Trump levado a cabo pela Câmara dos Deputados, de maioria democrata. O presidente foi absolvido em fevereiro após votação do Senado, controlado pelos republicanos. "Se os defensores democratas do impeachment não estivessem tão obcecados com a blitzkrieg da Ucrânia em 2019, se tivessem tempo para investigar mais sistematicamente o comportamento de Trump em toda a sua política externa, o resultado do impeachment poderia muito bem ter sido diferente", escreveu Bolton, segundo trechos divulgados pelo Wall Street Journal. Bolton, entretanto, recusou-se a testemunhar no inquérito aberto pela Câmara. Embora tenha classificado, nesta quinta-feira (18), as acusações de Bolton como mentirosas, Trump disse, na segunda (15), que seu ex-assessor violára a lei e será responsabilizado criminalmente se o livro for publicado. No dia seguinte, terça-feira (16), o governo americano entrou com uma ação contra Bolton para impedir a publicação. O Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca (NSC, na sigla em inglês) "concluiu que o manuscrito em sua forma atual contém certas passagens --algumas com vários parágrafos-- que contêm informações sigilosas de segurança nacional". A editora Simon e Schuster afirmou que o processo judicial é uma tentativa do governo Trump de interromper a "publicação de um livro que visto como pouco lisonjeiro para o presidente", e que Bolton cooperou totalmente com a revisão de pré-publicação da Casa Branca. O livro fornece um relato privilegiado do "incoerente e desordenado processo de tomada de decisão" de Trump e detalha negociações do líder americano com China, Rússia, Ucrânia, Coreia do Norte, Irã, Reino Unido, França e Alemanha, segundo a casa editorial.

  • Extra

    Facebook fecha brecha para anúncios políticos antes das eleições nos EUA

    O Facebook vai sinalizar anúncios políticos compartilhados por usuários em seus próprios feeds,...

  • O Globo

    Às vésperas de eleições americanas, Facebook decide sinalizar anúncios políticos compartilhados por usuários

    Medida tem como objetivo fechar uma das brechas apontadas por críticos na rede social para a disseminação de notícias falsas

  • AFP

    Genro de Trump lança dúvidas sobre possível adiamento das eleições nos EUA

    O assessor e genro do presidente Donald Trump, Jared Kushner, disse não poder garantir que a eleição presidencial será realizada na data prevista devido à pandemia de coronavírus. Criticado, negou posteriormente ter conhecimento de discursos que sugiram uma possível mudança.

  • AFP

    Eleições americanas: Biden nega acusações de agressão sexual

    O candidato democrata à eleição presidencial dos Estados Unidos, Joe Biden, negou nesta sexta-feira as acusações de violência sexual feitas por uma ex-colaboradora, que remontam à década de 1990.

  • AFP

    Obama anuncia apoio a Biden em eleições americanas

    O pré-candidato democrata à Casa Branca, Joe Biden, ganhou mais um reforço nesta terça-feira após seu principal rival, Bernie Sanders, deixar a disputa. O ex-presidente Barack Obama anunciou seu apoio a Biden. of Joe Biden

  • Folhapress

    Adiar eleições nos EUA é improvável mesmo em caso de pandemia

    WASHINGTON, EUA (FOLHAPRESS) - O avanço vigoroso da pandemia do coronavírus nos EUA fez com que pelo menos 14 estados americanos postergassem suas primárias, levantando especulações sobre a possibilidade de adiamento da eleição geral no país, marcada para 3 de novembro. Especialistas, no entanto, afirmam que a alteração da data é improvável e que o presidente, nem que quisesse, tem o poder de fazer qualquer modificação no calendário eleitoral por ordem executiva. Isso porque a data da eleição geral nos EUA é definida por Lei Federal desde 1845. Para alterá-la, seria preciso um processo complexo, com acordo bipartidário -entre democratas e republicanos - no Congresso, o aval do presidente e, por fim, a decisão ainda estaria sujeita a contestações na Justiça. Apesar do impacto direto que a pandemia levou à corrida à Casa Branca, com adiamento de primárias, cancelamento de comícios e a imposição de uma pauta única no país, não parece haver tempo hábil nem vontade política dos dois lados do tabuleiro americano para uma mudança tão brusca como essa. Um momento que tem sido lembrado nesses tempos de instabilidade remete a 2004, quando auxiliares do então presidente George W. Bush discutiram a possibilidade de adiar eleições devido à ameaça de ataques terroristas. Segundo o jornal The New York Times, a resposta de Condoleezza Rice, então assessora de segurança nacional, foi definitiva para enterrar os planos. "Fizemos eleições nesse país quando estávamos em guerra, ou mesmo quando estávamos em guerra civil. Devemos ter eleição no prazo estabelecido". Mesmo no cenário em que todas as condições sejam atendidas e os tribunais liberem a possível alteração, encontrar uma nova data que seguisse a Constituição americana seria outro grande problema neste ano. A Carta dos EUA estabelece que o novo Congresso tome posse em 3 de janeiro, e o novo presidente, em 20 de janeiro. Essas datas também não poderiam ser modificadas com alterações simples da lei. Até agora, pelo menos 14 estados já anunciaram o adiamento de suas primárias, entre eles Geórgia, Kentucky, Ohio, Pensilvânia e Nova York. Ohio e Pensilvânia fazem parte do chamado cinturão da ferrugem, no Meio-Oeste americano, considerado chave para a disputa presidencial deste ano. Tradicionalmente democrata, a região mudou de lado em 2016 e foi decisiva para a vitória de Trump. Nova York, por sua vez, é um dos mais populosos estados do país e um dos mais atingidos pela pandemia. Nesta terça-feira (31), registrava mais de 75 mil casos confirmados e 1.550 mortes. O governador Andrew Cuomo disse que o estado não pode fazer suas primárias antes de 23 de junho, apesar de 9 de junho ser a data limite para o Partido Democrata indicar os delegados eleitos nas prévias que irão para a convenção nacional, em julho, escolher o candidato - hoje o favorito é o ex-vice-presidente Joe Biden. Se ultrapassar o prazo, o estado corre risco de perder parte dos seus delegados para a convenção. Cientes da dificuldade de rearranjar o calendário como um todo, os estados têm discutido criar meios para realização de votação não presencial. No entanto, as leis estaduais ainda são obstáculos para isso - 12 dos 50 estados americanos não permitem o voto pelo correio, por exemplo--, e os custos dessas alternativas seriam altos. Todos os estados do país declararam emergência em razão do coronavírus, o que permitiria alterações de horário e locais de votação, por exemplo. Virgínia pretende autorizar o voto por correio sem justificativa, o que não era possível até agora, e outros estados discutem a ampliação do período de votação antecipada e a mudança dos locais de votação que ficam perto de populações consideradas vulneráveis ao vírus. O voto não é obrigatório nos EUA e acontece por sistema indireto, via Colégio Eleitoral.

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