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Líderes: entrevista com CEO's

Líderes: Chegou a vez do e-commerce? Com Noël Prioux (Carrefour) e Dominique Oliver (Amaro)

Antes da pandemia do novo coronavírus, as transações online representavam 5% de todas as vendas do varejo. Agora, os e-commerces começam a ganhar papel relevante em grandes players do mercado, algo inédito na história do segmento. Neste episódio, Noël Prioux, CEO do Carrefour Brasil, e Dominique Oliver, CEO da Amaro, explicam o que precisaram fazer durante esse crescimento da demanda digital - e como o mercado deve se comportar daqui em diante.
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  • Agência Brasil

    Primeiro leilão de imóveis públicos do Rio será em outubro

    O primeiro leilão de imóveis públicos no estado do Rio de Janeiro será realizado em outubro, após a aprovação da Lei 14.011, publicada em 10 de junho deste ano, que agiliza a venda desses imóveis em todo o país. Outras unidades da Federação, como o Distrito Federal e São Paulo, já tiveram processos licitatórios.No Rio de Janeiro, são ao todo sete imóveis, sendo dois apartamentos na capital; três terrenos em Volta Redonda, e o antigo Hotel da Moeda, em Paulo de Frontin, ambos municípios do sul fluminense, além um terreno em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.O edital estipulou como preço mínimo para o conjunto de imóveis o valor de R$ 20 milhões. O superintendente da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) no estado, Paulo da Silva Medeiros, disse que, “como é um processo licitatório, uma concorrência pública, os valores podem ficar acima disso. Porque o valor do edital é o piso”. O leilão está aberto a pessoas físicas e jurídicas. Detalhes e fotos dos imóveis em processo de alienação podem ser vistos no site https://imoveis.economia.gov.br/ . CaracterísticasNa capital, está sendo ofertado o apartamento 201, Casa 4, situado na Rua Conde de Itaguaí, 61, Tijuca, zona norte da cidade, que foi utilizado anteriormente por servidor público sob regime de aluguel, com desconto em folha, o que não está mais em vigor. O valor previsto alcança R$ 454 mil. A data do leilão é 21de outubro, às 14h.Ainda na capital, será leiloado o apartamento 101, localizado na Avenida General San Martin, 841, no Leblon, zona sul, entregue em 1998 para a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e, em 2017, revertido para a SPU. O imóvel tem valor inicial de R$ 4,887 milhões. A venda está marcada para 21 de outubro, às 14h.No município de Duque de Caxias, será ofertado no dia 13 de outubro, às 14h, terreno próximo ao entroncamento do Canal Santo Antônio com a Rodovia BR-040, sem número. A área foi objeto de cessão gratuita para a Agencia Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) em 2015, e revertida para a SPU em 2018. O lance mínimo é de R$ 4,2 milhões. Em Volta Redonda, no sul do estado, serão alienados três terrenos: o lote 1, situado na Rua 535, s/n, adquirido pela União em 1987 por compra feita à Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e revertido à SPU em 2020, com valor mínimo de R$ 4,070 milhões; Área 1-A s/n, situada entre as ruas 570 e 539, no bairro Nossa Senhora das Graças, também adquirido da CSN pela União em 1987 e revertido à SPU em 2020, com valor no edital de R$ 2,527 milhões; e a Área 1-B s/n, situada entre as ruas 570 e 539, no mesmo bairro, também comprado da CSN pelo governo federal na mesma data e entregue, em 2012, para o Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O terreno se acha em processo de reversão para a União. O valor inicial atinge R$ 2,527 milhões. Os leilões dos três terrenos estão programados para o dia 13 de outubro, às 14h.No dia 21 de outubro, também às 14h, será licitado o Retiro Paraíso, em Paulo de Frontin, antigo Hotel da Moeda, localizado na Rodovia Luciano Medeiros, 2.250, que já foi referência de turismo na cidade. O imóvel foi construído em 1943 e tem área edificada de 3,5 mil metros quadrados e área total de 335 mil metros quadrados. Em 1946, se tornou Colônia de Férias da Aeronáutica, passando a ser Colônia de Férias da SPU, em 1966. O valor mínimo estipulado, da ordem de R$ 1,25 milhão, pode ser considerado atrativo para investidores. Edifício A NoiteSímbolo da cidade do Rio de Janeiro, considerado o primeiro arranha-céu da América Latina, o Edifício A Noite, situado na Praça Mauá, região portuária da capital, sede da Rádio Nacional durante muitos anos, está no momento em fase de análise na consultoria jurídica do Ministério da Economia, em Brasília. “Trabalhamos com o horizonte de o edital ser lançado ainda este ano”, informou o superintendente da SPU no estado. O objetivo é que o leilão ocorra também em 2020. O preço mínimo estimado pelo mercado para o Edifício A Noite oscila entre R$ 90 milhões e R$ 100 milhões. O valor exato, porém, será estabelecido somente quando sair o edital.Paulo da Silva Medeiros disse que a secretaria está trabalhando pela regularização cartorial de uma série de imóveis no estado do Rio, para que possam ser licitados. “Nós, regionais, trabalhamos na ponta da linha identificando, do portfólio de imóveis da União, aqueles que reúnem condições de serem alienados”. Uma vez identificadas essas condições e reunida toda a documentação cartorial, um comitê, dirigido pelo próprio secretário da SPU, faz a análise, passa pela consultoria jurídica e, por fim, os imóveis aptos são colocados em edital para venda. “Temos uma boa perspectiva para o ano que vem”, assegurou o superintendente.Embora seja a terceira unidade da Federação em termos de tamanho, depois de Alagoas e Sergipe, o estado do Rio apresenta boa perspectiva de leilão de imóveis públicos, afirmou Medeiros. “O universo do patrimônio da União aqui no Rio é muito grande”. O superintendente lembrou que o fato de ter sido capital do Império e, posteriormente, da República, fez com que a União tivesse um acervo considerável de imóveis no estado. ArrecadaçãoO Ministério da Economia espera vender 465 imóveis em todo o Brasil até dezembro deste ano, com perspectiva de arrecadação em torno de R$ 6 bilhões. A estratégia do governo é leiloar imóveis sem uso para a administração pública e que estão em situação de abandono, economizando também em custos de gestão de patrimônio e estimulando desenvolvimento urbano.

  • Yahoo Notícias

    Ex-assessor de Flávio Bolsonaro comprou imóvel de Jair Bolsonaro com dinheiro vivo

    Esposa do coronel é tia da ex-esposa do presidente Jair Bolsonaro

  • Yahoo Finanças

    Alugar imóvel em São Paulo ficou 5,7% mais caro no último ano, diz pesquisa

    Preço médio para se alugar um imóvel padrão na cidade de São Paulo, com 65m², 2 dormitórios e 1 vaga de garagem, chega a R$ 1.984,00 ao mês. 

  • Yahoo Notícias

    Assim como o irmão Carlos, Eduardo Bolsonaro pagou R$ 150 mil em dinheiro vivo em compra de imóveis

    Denúncia do Globo surge no mesmo dia que o Estado de S. Paulo revelou ação semelhante do irmão Carlos Bolsonaro

  • Agência Brasil

    MP que amplia uso de poupança digital é aprovada na Câmara

    A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (22) a Medida Provisória (MP)  982/20, que amplia o uso da conta poupança social digital para recebimento de benefícios sociais do governo federal. Inicialmente, a conta foi criada para o depósito do auxílio emergencial de R$ 600 que não tinham conta na Caixa Econômica Federal. O texto vai ao Senado.Criada em razão da pandemia de covid-19, com a finalidade de receber depósitos, outra MP permitiu o depósito em conta poupança social digital de até R$ 1.045,00 do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Pelo texto, os valores do FGTS ficarão disponíveis em conta digital até 30 de novembro. Caso não haja movimentação, os recursos voltarão para a conta vinculada do trabalhador no fundo, atualizados pela Caixa conforme a rentabilidade do FGTS.O texto aprovado estabelece que qualquer instituição financeira pode emitir cartão físico para a movimentação da poupança social, o que era proibido no texto original do Poder Executivo. “Ainda há cidadãos que não têm condições plenas de uso do meio digital. Por isso, o cartão é necessário para assegurar o acesso ao benefício e evitar que sejam vítimas de golpes ao pedirem ajuda a terceiros”, destaca o relator, deputado Gastão Vieira (Pros-MA),.Podem ser depositados nessa conta outros benefícios sociais, incluindo os de estados e municípios, exceto os de natureza previdenciária, como aposentadoria e auxílio-doença. Para isso, o cidadão precisa autorizar expressamente a abertura desse tipo de conta ou o uso de outra já existente em seu nome.Inicialmente, a soma de depósitos e retiradas era de até R$ 5 mil. O texto aprovado modifica o limite de movimentação e passa a considerar R$ 5 mil para o total de depósitos mensais. Esse valor (R$ 5 mil) poderá ser aumentado a critério do Conselho Monetário Nacional (CMN). O cidadão poderá pedir a ampliação dos limites e dos serviços vinculados à conta. As instituições financeiras estão proibidas de usar os benefícios depositados para quitar dívidas ou abater saldo negativo. A MP estabelece ainda que nenhuma tarifa será cobrada pela poupança digital automática. Poderá haver ainda pagamento de boletos.O texto aprovado aumenta para três as transferências eletrônicas mensais e gratuitas para contas em outras instituições autorizadas pelo Banco Central. Inicialmente, a medida previa apenas uma transferência. Além disso, mantém a proibição de emissão de cheque ou de cobrança de tarifa.

  • Folhapress

    Câmara regulamenta poupança social digital e permite recebimento de FGTS na conta

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - Os deputados aprovaram, em votação simbólica nesta terça-feira (22), a MP (medida provisória) que regulamenta a poupança social digital, ampliando a permissão para que os titulares, além de receber os benefícios emergenciais pagos por causa da pandemia, também possam receber valores do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) e benefícios previdenciários por meio da conta. O texto, que perde a validade no dia 10 de outubro, ainda precisa ser analisado pelos senadores antes de entrar em vigor com as alterações. O relatório apresentado pelo deputado Gastão Vieira (Pros-MA) amplia as possibilidades de recebimentos de valores na poupança social digital. O texto permite que a conta receba pagamentos de todos os benefícios sociais pagos no país, incluindo o Bolsa Família. Os benefícios previdenciários também poderão ser pagos por meio da poupança digital social, desde que o titular solicite expressamente que isso seja feito. Segundo o relator, essa é uma maneira de proteger o beneficiário. "Propomos apenas que, para o caso de benefícios previdenciários, a abertura possa ser feita somente mediante solicitação expressa do beneficiário -ou indicada para esse fim, se a conta já tiver sido aberta-, sendo vedada a sua abertura automática, como forma de proteção ao beneficiário", explica o deputado em seu relatório. O relator também incluiu a possibilidade de que a instituição financeira emita um cartão de débito vinculado à conta. Atualmente, pelo texto da MP, a emissão de um cartão é proibida. Os cartões serão, segundo o texto, emitidos a critério do banco e as movimentações da conta deverão ser feitas preferencialmente pelos canais digitais. O relator incluiu a possibilidade para que os beneficiários que não têm pleno acesso à internet possam acessar os benefícios com menos riscos de golpes. "Nesses casos, a emissão de um cartão seria necessária para assegurar que essas pessoas recebam o benefício e para evitar que elas sejam vítimas de golpes ao pedirem que terceiros de má-fé as ajudem a utilizar os aplicativos para o recebimento digital", complementa Gastão Vieira em seu relatório. Os saldos do FGTS também poderão ser depositados na poupança social digital para os saque-aniversário e para liberações em caso de urgência causada por desastre natural. Além desses casos, Vieira manteve a possibilidade de que o saque de R$ 1045 do FGTS liberados durante a pandemia. A permissão para os saques foi objeto da MP que extinguia o Fundo PIS-Pasep e transferia o saldo para o FGTS. A medida caducou, mas o governo manteve o cronograma para que os titulares façam o saque de contas ativas ou inativas. "Embora a MP tenha perdido a validade, suas disposições quanto à referido saque geraram e continuam a gerar efeitos concretos até 31 de dezembro de 2020, com a continuidade do pagamento desse valor aos titulares das contas vinculadas no FGTS", justificou. Outra inclusão feita pelo deputado é a proibição aos bancos de fazer descontos nos valores dos benefícios sociais por causa de dívidas do titular. As instituições financeiras não poderão descontar do valor dos benefícios dívidas preexistentes ou usá-lo para recompor o saldo da conta caso ele esteja negativo. A poupança social digital terá limite de R$ 5 mil mensais para valores de ingresso -ou seja, de depósitos na conta. Entretanto, haverá a permissão para que o titular complemente os dados e peça uma ampliação de serviços e limites. O relatório também unifica a permissão para que os titulares dessas contas façam até três transferências por mês sem custos. Essa permissão já estava prevista na lei que operacionalizou a redução de jornada e salários.

  • Folhapress

    Em recuperação, fundos lastreados em imóveis chegam a 1 milhão de investidores

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Ainda em recuperação da forte queda no preço das cotas em março, os fundos imobiliários (FIIs) chegaram à marca histórica de 1 milhão de investidores em agosto, um crescimento de 60% ante os 632 mil de dezembro de 2019. O salto no número de investidores pessoa física acompanha a queda da taxa básica de juros (Selic), hoje na mínima histórica de 2% ao ano. Tidos como renda fixa, apesar de não terem um retorno fixo, os FIIs caíram no gosto do pequeno investidor pelo seu portfólio de imóveis, via aluguéis ou construção e venda, investimento tradicional dos brasileiros. O rendimento desses fundos pode variar, pois depende do retorno dos imóveis, do patrimônio líquido e da captação do FII no mercado, que oscilam de acordo com fatores macroeconômicos. Em março, com o início da pandemia de Covid-19, o valor de mercado dos FIIs derreteu e o rendimento ficou negativo, pois muitos fundos de investimento se desfizeram dos papéis para fazer caixa, derrubando o valor das cotas. Além disso, no momento de incerteza, muitos FIIs suspenderam a remuneração mensal. O pequeno investidor, no entanto, não correu: aproveitou para ir às compras. "Os fundos despencaram, e pessoas viram oportunidade no preço baixo", diz Alessandro Vedrossi, sócio-diretor da Valora Investimentos. Nos últimos meses, com a reabertura de shoppings e a volta parcial para os escritórios, rendimentos voltaram a ser distribuídos, e o valor das cotas está em recuperação. O que mais impulsiona o mercado de FIIs, porém, são os fundos de logística e construção, setores em alta. A expansão do ecommerce com a pandemia aumentou a demanda por centros de distribuição e galpões logísticos. "Nesse setor, o efeito da pandemia foi nulo, pois o ecommerce e a indústria não pararam", afirma Vedrossi. Já a construção civil foi beneficiada pelo cenário de juros baixos, novas modalidades de financiamento e auxílio emergencial, o que valorizou os fundos de desenvolvimento, que investem na construção e incorporação de imóveis e lucram com sua venda. "Números das construtoras mostram que o setor está se recuperando mais rápido. Dados operacionais do segundo trimestre vieram melhor do que o esperado, e o setor parece ter superado o seu pior momento, que foi em abril", diz Juliana Pedroza, diretora de relações com investidores da Habitat Capital Partners. Ela afirma que investidores que antes preferiam fundos de lajes corporativas e shoppings agora migram para fundos de logística e de papel, que investem em títulos do setor imobiliário, como CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e LHs (Letras Hipotecárias). "O investidor está buscando fundos que, independentemente do cenário, terão um desempenho maior do que os ligados à economia real", diz Pedroza. No Brasil, há um déficit habitacional que impulsiona a construção civil e pouca infraestrutura para escoamento de produtos, o que torna a logística cara e prioritária para as empresas. O Alianza Trust, fundo de maior rentabilidade nos últimos 12 meses (41,9%) e em agosto (15,2%), mistura edifícios comerciais, galpões logísticos e centros de distribuição, dois deles alugados pela BRF. Os fundos de shoppings e hotéis, por outro lado, ainda enfrentam dificuldades. "Enquanto não tivermos volta total das atividades, não teremos bons dividendos e recuperação da cota nesses setores", diz Juliana.

  • Yahoo Notícias

    Plantas 'invadem' prédios na China e fazem moradores abandonarem imóveis

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