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Vídeos: Tudo sobre inclusão e diversidade

Biden nomeia mulher trans para cargo na saúde

Joe Biden nomeou uma mulher transgênero como sua Secretária Adjunta de Saúde. Rachel Levine, de 63 anos, é formada em Harvard e trabalha atualmente como Secretária de Saúde da Pensilvânia.
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  • Bloomberg

    Estée Lauder cria divisão para monitorar promessa de diversidade

    (Bloomberg) -- A Estée Lauder está criando uma nova divisão para supervisionar uma longa lista de promessas de diversidade que a gigante dos cosméticos fez após as críticas dos funcionários no ano passado sobre as relações raciais.O objetivo é garantir que a empresa cumpra esses compromissos, que incluem aumentar o número de trabalhadores negros para que alcancem a paridade da população em todos os níveis da empresa. A vice-presidente sênior Nicole Monson, advogada trabalhista que trabalhou anteriormente no Goldman Sachs e na fabricante de equipamentos industriais Ingersoll Rand, supervisionará o esforço. A Estée Lauder tem mais de 25 marcas e empregava 48.000 funcionários no final do ano fiscal de 2020.A indústria de cosméticos se viu no meio de um acerto de contas corporativo centrado na raça. Os ativistas focaram nas empresas de beleza por sua influência cultural, seu fracasso em atender clientes negros e a falta de oportunidade que ofereciam às minorias. Nos últimos dois meses, as varejistas Ulta Beauty e Sephora prometeram oferecer mais marcas de propriedade de negros e investir em treinamento anti-preconceito para os funcionários.“Quando você olha para a quantidade de dinheiro que é gasta por pessoas negras no espaço de beleza, é como se dissessem ‘já chega’”, disse Monson, que está liderando o Centro de Excelência de Participação e Equidade da Lauder. O alvoroço do ano passado finalmente colocou luz sobre a questão, disse ela. “Não estávamos sendo vistos”.Discussões internas na Estée Lauder, que possui marcas como Clinique e La Mer, começaram logo após os protestos contra a brutalidade policial eclodirem no ano passado. Um grupo de funcionários enviou uma carta ao presidente William Lauder pedindo a destituição do membro do conselho e herdeiro da família Ronald Lauder sobre seu apoio ao ex-presidente Donald Trump e disse que seu empregador não estava fazendo o suficiente para os trabalhadores negros. Ele permanece no conselho.Em resposta, William Lauder e o CEO Fabrizio Freda delinearam uma lista de etapas que a administração tomaria para diversificar a força de trabalho, incluindo o aumento da contratação de negros e a exigência de diversas listas de candidatos para cargos executivos.O maior compromisso era aumentar o número de trabalhadores negros para que alcancem a paridade populacional até 2025, juntando-se a um impulso nascente de cotas raciais no mundo corporativo. Pelo menos meia dúzia de empresas adotaram tais requisitos em algum nível, incluindo Wells Fargo, Ralph Lauren e Delta Air Lines.“Isto é um imperativo de negócios”, disse Monson. Reter uma força de trabalho diversificada “em última análise, impacta os resultados."For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2021 Bloomberg L.P.

  • Folhapress

    Hungria processa TV por mostrar famílias gays em comercial

    BRUXELAS, BÉLGICA (FOLHAPRESS) - O grupo de mídia RTL Hungria está sendo processado pelo governo de direita radical do primeiro-ministro Viktor Orbán por veicular um anúncio contra a homofobia. A ação foi lançada pela Autoridade Nacional de Mídia e Infocomunicações (NMHH), sob a justificativa de que a peça não é adequada para crianças. O anúncio, que está no ar desde dezembro, reproduz críticas a famílias LGBT—chamadas de famílias arco-íris— feitas em mídias sociais e mostra as reações e respostas de pais e mães homossexuais, professoras e uma socióloga da Academia de Ciências da Hungria. O objetivo, segundo a autora da campanha "Família é família", a organização Háttér Society, era combater o preconceito contra pais e mães não heterossexuais. "Em dezembro, o Parlamento húngaro aprovou legislação que praticamente proíbe a adoção por qualquer pessoa que não viva em casamento heterossexual", afirmou o porta-voz da entidade, Luca Dudits. Ele diz que já não há hoje número suficiente de famílias interessadas em adotar crianças no país, e "restringir o número de pais adotivos em potencial significa que mais crianças permanecerão sob os cuidados do Estado ou serão adotadas no exterior, onde não podem manter sua língua ou identidade cultural". A Lei de Mídia da Hungria, um dos primeiros textos promulgados depois que Orbán chegou ao poder, em 2010, determina que os canais de radiodifusão têm entre seus objetivos “promover o respeito à instituição do casamento e ao valor da família”. Em maio do ano passado, o país proibiu pessoas trans de mudarem seus nomes em documentos e, em novembro, alterou a Constituição para restringir a definição de mãe e pai a mulher e homem heterossexual, limitando a adoção por casais não tradicionais. Além da "Família é família", a campanha "Amor é amor" já havia rendido uma multa à Coca-Cola em 2019, por mostrar casais homossexuais. Segundo o governo, as fotos de beijos entre mulheres e abraços entre homens nos comerciais de refrigerante poderiam “prejudicar o desenvolvimento físico, mental, emocional e moral de crianças e adolescentes”. Em dezembro do ano passado, um livro infantil de contos de fadas foi obrigado pelo governo húngaro a circular com a advertência de que que "exibe padrões de comportamento que diferem dos papéis tradicionais de gênero", por incluir personagens LGBT e “não brancos”. Sem o aviso, afirmaram as autoridades, “os consumidores podem decidir comprar o livro com base em informações enganosas e encontrar, sem saber, um conteúdo que vai além do conteúdo usual dos contos de fadas”. A obra, segundo a editora, trata da dificuldade de algumas pessoas em encontrar seu lugar no mundo. Num dos contos, um príncipe se casa com outro, e ilustrações mostram casais de diferentes etnias, ciganos e pessoas com deficiência. Declarações em entrevistas também já renderam punições —numa delas, um canal de TV foi multado por transmitir declaração de um político de oposição, de que “restaria apenas esse grupo horrível de homens brancos, cristãos e heterossexuais” se imigrantes e outros perseguidos na Hungria fossem banidos do país. Entidades de direitos LGBT afirmam que o governo Orbán tem aumentado as ações contra homossexuais porque seus ataques aos imigrantes não têm sido suficientes para manter em alta sua popularidade. Dudits, da Háttér, vê também risco de que a opinião pública acabe sendo afetada pela escalada de legislação anti-LGBT do governo Orbán. "Os resultados do inquérito Eurobarómetro 2019 e do Inquérito Social Europeu mostram que as atitudes dos húngaros em relação às pessoas LGBTI se deterioraram em vários aspectos desde 2015. Tememos que isso normalize ainda mais a homofobia e a transfobia na sociedade", disse ele. A Hungria está entre os países investigados pela União Europeia por infrações ao Estado de Direito, entre elas perseguição a minorias e interferência na mídia. Estudos feitos em 2019 indicavam que veículos pró-Orbán já representavam 77,8% do segmento de notícias e relações públicas do mercado de mídia da Hungria e, no mês passado, a última grande rádio independente do país, a Klub, teve sua licença cancelada. O conceito de família do governo húngaro irritou também mulheres quando, em um vídeo chamado “Como uma mulher pode ter sucesso”, a ministra para Assuntos da Família, Katalin Novak, afirmou que “mulheres não devem competir com homens por cargos ou salários iguais”. Num país em que trabalhadoras ganham cerca de 15% menos que seus equivalentes homens (segundo dados de 2019), a ministra, que tem entre suas metas elevar as taxas de casamento e natalidade na Hungria, diz que é falsa a ideia de que é preciso escolher entre ter muitos filhos e se realizar profissionalmente.

  • Yahoo Notícias

    Criança negra é agredida por funcionário do Pão de Açúcar após ser acusada de furto em SP

    A agressão só foi interrompida após os entregadores de aplicativo, que ficam na porta do supermercado, tentarem separar o funcionário e criança

  • Yahoo Finanças

    Sobra preconceito e falta rede de apoio: mães negras são menos de 50% dos profissionais empregados

    Segundo nova pesquisa do IBGE, mães negras, com filhos de até três anos, ocupavam 49,7% dos cargos em 2019; neste mesmo contexto, mulheres brancas eram 62% e homens brancos 93%

  • Yahoo Notícias

    Vítima de violência doméstica, mulher escreve bilhete para bancário: “Você pode me ajudar”

    Ela era mantida em cárcere privado pelo companheiro no DF

  • Folhapress

    Bayer lança meta de ter 50% de mulheres em cargo de chefia até 2030

    Na Alemanha, a participação dos funcionários com algum tipo de deficiência está em 4,5% hoje e deve superar 5% em 2030. No ano passado, a Bayer lançou um programa de trainees voltado exclusivamente para jovens negros no Brasil, entre outras iniciativas

  • Bloomberg

    Falta de diversidade na força de trabalho afeta economia dos EUA

    (Bloomberg) -- Buscar a diversidade na força de trabalho e entre líderes não se trata apenas de fazer a coisa certa, mas também faz sentido do ponto de vista econômico, de acordo com analistas do Bank of America.Se os líderes empresariais e do governo dos EUA tivessem decidido há mais de 30 anos tomar medidas em relação à diversidade e inclusão, cerca de US$ 70 trilhões teriam sido adicionados ao PIB do país, disse Haim Israel, chefe de pesquisa de investimento temático global do banco, em relatório publicado na terça-feira.Em 2019, por exemplo, eliminar as disparidades de gênero e raça teria gerado US$ 2,6 trilhões de produção econômica extra dos EUA, enquanto a continuidade da desigualdade racial pode custar ao país entre US$ 1 trilhão e US$ 1,5 trilhão em perda de consumo e investimentos na próxima década, segundo o banco.Preconceitos de gênero e raça causam disparidades persistentes no mercado de trabalho e limitam a economia, disse Israel.As empresas no Índice S&P 500 com diversidade de gênero acima da mediana em seus conselhos geralmente registram retorno sobre o patrimônio 15% maior, e aquelas com forças de trabalho diversificadas étnica e racialmente tendem a mostrar um retorno sobre o patrimônio 8% maior, de acordo com a pesquisa do Bank of America. Empresas mais diversificadas também enfrentam riscos mais baixos nos resultados em relação a pares com menos diversidade.Israel adverte que a maioria dos esforços de diversidade e inclusão corporativa se concentra em gênero em detrimento de outros grupos - LGBTQ, pessoas com deficiência e minorias religiosas - que correm risco de ficar para trás.O Citigroup disse em relatório no ano passado que reduzir as brechas raciais nos EUA teria gerado US$ 16 trilhões adicionais de produção econômica desde o início do século. E, nos próximos cinco anos, os EUA podem adicionar US$ 5 trilhões em atividade econômica ao diminuir a desigualdade entre americanos negros e brancos, disse o banco.For more articles like this, please visit us at bloomberg.comSubscribe now to stay ahead with the most trusted business news source.©2021 Bloomberg L.P.

  • AFP

    Três acusadas por cartazes da Virgem Maria com arco-íris LGBT absolvidas na Polônia

    Um tribunal polonês absolveu na terça-feira (2) três ativistas dos direitos dos homossexuais acusadas de ofender sentimentos religiosos ao pregar pôsteres da Virgem Maria com auréola com as cores do arco-íris.

  • AFP

    Londres terá primeiro complexo para aposentados LGBT do Reino Unido

    A primeira comunidade de aposentados LGBT do Reino Unido abrirá as portas no final deste ano em Londres, depois de obter um empréstimo de milhões de libras do conselho municipal, anunciou uma organização de promoção de habitação para este grupo nesta terça-feira (02).

  • O Globo

    Innovare de 2021 é lançado com destaque à Defesa da Igualdade e da Diversidade

    Premiação identifica iniciativas inovadoras no sistema de Justiça para que possam ser replicadas por todo país