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Lula | Últimas notícias sobre o ex-presidente petista

  • Folhapress

    Alcolumbre ganha apoio até de líder do PT para se reeleger chefe do Senado

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - As costuras para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), concorra à reeleição ganharam força na Casa. Com a realização de sessões semipresenciais, Alcolumbre aproveitou para visitar gabinetes e ganhou apoios até pouco tempo considerados improváveis, como o do líder do PT no Senado, Rogério Carvalho (SE). "Se eu puder e tiver a oportunidade de dar um voto a Vossa Excelência que eu não dei, darei com muito gosto. Sabe por quê? Porque eu acredito é na boa política e não na nova política fascista que quer dominar o Brasil", afirmou o petista em plenário, na quarta-feira passada (23). No mesmo dia, Carvalho anunciou aos colegas que iria presidir, na sexta-feira (25), a sessão de debates da Casa. Sentado na cadeira de presidente do Senado, reiterou a defesa de Alcolumbre "Reforço a nossa admiração ao presidente Davi Alcolumbre por conduzir com tanta competência os trabalhos da Casa", disse o petista. Nos últimos meses, Alcolumbre tenta se firmar como a opção de Jair Bolsonaro para ficar mais dois anos à frente do Senado --seu mandato vence em janeiro. Tem falado constantemente com ministros do Supremo Tribunal Federal, ex-presidentes da corte e ex-presidentes da República. A campanha com senadores tem sido tão intensa que resultou até no apoio da senadora Kátia Abreu (PP-TO), que foi crítica de Alcolumbre na eleição passada. Kátia protagonizou embate com ele no dia de sua eleição, em fevereiro de 2019. Ela, que apoiava Renan Calheiros (MDB-AL), se levantou, ocupou a Mesa Diretora e, aos berros, questionou Alcolumbre. "O senhor é candidato, não pode presidir a sessão!", exclamou, antes de arrancar uma pasta de suas mãos. Para a eleição de fevereiro de 2021, já com voto declarado, Kátia brinca: "Eu não vou tomar pasta nenhuma desta vez. Eu vou dar é um arquivo cheio de pasta para ele. Meu voto é do Alcolumbre". A Constituição veda reeleições na mesma legislatura, como é o caso agora, mas o presidente do Senado e seus aliados tentam emplacar no STF outra interpretação, além de não descartarem a saída mais difícil de tentar aprovar uma emenda constitucional. No Senado, a PEC (proposta de emenda à Constituição) que pode permitir a reeleição recebeu apoio também de Fabiano Contarato (Rede-ES). A assinatura do senador no projeto gerou desconforto entre ele e o líder do partido na Casa, Randolfe Rodrigues (AP). Após conversas, Randolfe afirmou que as arestas foram aparadas. "Ele [Contarato] disse que assinou a PEC sem compromisso de votar. Ele defende o direito de reeleição só por PEC. A nossa defesa, da Rede, é pela defesa da Constituição", afirmou. Oficialmente, Alcolumbre diz que eleição é assunto para o próximo ano. Mas uma manifestação da Consultoria Legislativa da Casa fez o presidente mudar a postura. Em nota oficial, Alcolumbre desautorizou a Consultoria Legislativa a emitir manifestações a respeito da possibilidade de reeleição à Mesa Diretora da Casa. Foi um resposta a uma nota técnica da consultoria, elaborada a pedido do senador Alessandro Vieira (Cidadania- SE). Vieira, que integra o grupo Muda Senado, questionou a Consultoria Legislativa sobre a possibilidade da reeleição. A consultoria do Senado é um órgão técnico, formado por servidores de carreira da Casa, que têm por objetivo auxiliar os parlamentares em decisões técnicas e jurídicas. A manifestação do órgão foi contrária aos interesses de Alcolumbre. "Parece-nos inequívoco que, no mandato subsequente, dentro da mesma legislatura, é vedada a reeleição para os mesmos cargos", disse a nota da consultoria. A resposta veio horas depois. "O Senado da República restringiu sua manifestação no âmbito do Supremo Tribunal Federal sobre o tema, por intermédio da Advocacia do Senado Federal", disse a nota do presidente. A advocacia do Senado já defendeu no STF que os presidentes da Casa e também da Câmara possam ser reeleitos. A manifestação do órgão do Senado foi feita numa ação em que o PTB questiona o tema no Supremo. Randolfe Rodrigues diz que o Senado nunca tinha passado por caso semelhante, em que a Consultoria Legislativa fosse criticada de forma pública por suas manifestações a pedido de senadores. "Os pareceres dos consultores sempre existiram para orientar a posição dos senadores. É um órgão autônomo." Para Alessandro Vieira, que fez o questionamento à consultoria, a única forma de viabilizar a candidatura seria por meio de uma PEC. "A consultoria do Senado é formada por profissionais da mais alta qualificação e seriedade. Estamos falando de vedação constitucional expressa. A única possibilidade de alteração se dá por aprovação de emenda constitucional. Qualquer coisa diferente disso é golpe contra a própria democracia", disse. A PEC enfrenta a oposição de partidos que almejam não só a cadeira de Alcolumbre, mas a do deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) na presidência da Câmara.

  • Extra

    'Não vou participar de campanha para puxar saco de Bolsonaro, Lula ou Ciro', diz Paes

    RIO - O candidato do DEM à prefeitura do Rio, Eduardo Paes, disse, neste domingo, que pretende...

  • Folhapress

    Jilmar terá slogan 'Coração trabalhador' e lembrará realizações do PT

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A candidatura de Jilmar Tatto (PT) à Prefeitura de São Paulo terá como mote a defesa dos trabalhadores em tempos de crise econômica e pandemia. "Coração trabalhador" é o slogan escolhido, que vai estrear no próximo domingo (27), quando começa oficialmente a campanha. A marca oficial mostra Jilmar sorridente, com um coração vermelho, cor do partido, e a estrela petista dentro dele. A ideia, segundo a campanha petista, é reconectar o partido com sua base original, os trabalhadores. Isso inclui os informais e "precarizados", como motoristas e entregadores de aplicativos, para os quais o PT quer dar especial atenção. O jingle e os vídeos de campanha, que também estreiam domingo nas redes sociais, terão fartura de imagens do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e do ex-prefeito Fernando Haddad, além de apresentar a biografia de Jilmar, ainda desconhecido da maior parte do eleitorado. O legado do partido receberá bastante destaque, com referências a marcas de gestões petistas, como os CEUs, merenda escolar, bilhete único e corredores de ônibus. Esse material também será usado na propaganda de TV, que começa em 9 de outubro. A campanha almeja chegar aos dois dígitos até o final de outubro. Jilmar teve 2%, segundo a última pesquisa Datafolha.

  • Valor Econômico

    Marília Arraes (PT) e João Campos (PSB) largam na frente em Recife, aponta Ipespe

    Em seguida vêm Patrícia Domingos (Podemos), com 14%, e Mendonça Filho (DEM), com 13% A disputa eleitoral pela Prefeitura do Recife começou equilibrada entre os seus quatro principais candidatos. A primeira pesquisa do Ipespe após a oficialização das candidaturas mostra um empate técnico, no limite da margem de erro, entre os primos Marília Arraes (PT), com 22% e João Campos (PSB), com 16%. Os primos Marília Arraes (PT) e João Campos (PSB) Reprodução / Facebook Logo em seguida – e tecnicamente empatados com o candidato do PSB – aparecem a delegada Patrícia Domingos (Podemos), com 14%, e o ex-governador Mendonça Filho (DEM), com 13%. O PSB está no comando da capital pernambucana nos últimos oito anos, com Geraldo Júlio, cria política do ex-governador Eduardo Campos. Antes dele, a prefeitura esteve, por três mandatos consecutivos, nas mãos do PT. O levantamento apontou ainda um total de 21% de votos brancos, nulos e indecisos. A margem de erro do é 3,5 pontos percentuais, em um intervalo de confiança de 95,45%. Foram entrevistadas 800 pessoas entre os dias 22 e 23 de setembro. A pesquisa foi encomendada pelo jornal “Folha de Pernambuco”. Está registrada no Superior Tribunal Eleitoral (TSE), sob o protocolo PE-05968/2020.

  • Yahoo Notícias

    Processado por Lula, Eduardo Bolsonaro não é encontrado pela Justiça para depor

    Parlamentar publicou informações erradas sobre o patrimônio de Marisa Letícia

  • Yahoo Notícias

    De olho em 2022, Lula tenta liderar oposição ao governo Bolsonaro e testa influência nas municipais

    Ex-presidente será cabo eleitoral nas principais cidades em que o PT tiver candidato

  • Folhapress

    Em primeiro vídeo de pré-campanha, Tatto diz que Lula quer elegê-lo prefeito

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O primeiro vídeo produzido pela pré-campanha de Jilmar Tatto (PT) reforça a ligação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que deve ser um dos eixos de sua candidatura. As imagens foram gravadas durante a convenção que formalizou o nome de Tatto, no último dia 12, realizada numa laje no Jardim São Luiz, periferia de São Paulo. No vídeo, Tatto aparece falando ao celular e dizendo ao interlocutor que Lula telefonou para ele na véspera. “Ele [Lula] falou o seguinte: se depender mim, eu vou te eleger prefeito da cidade de São Paulo. Foi nesse nível”, diz o candidato. O ex-presidente depois aparece defendendo o voto em Tatto. Também há falas do ex-prefeito Fernando Haddad, da presidente do partido, Gleisi Hoffmann, e do ex-ministro Aloizio Mercadante. O vídeo de 2min48s foi feito para redes sociais. O horário de TV começa em 9 de outubro, e Jilmar terá 1min10s nos blocos vespertino e noturno. A lei eleitoral limita a aparição de pessoas que não sejam os candidatos a 25% do tempo, o que significa 17s de exposição máxima para Lula ou Haddad. O programa deve alternar as aparições de ambos, vistos como padrinhos da candidatura. A campanha de Tatto tenta se colocar como a principal referência da oposição na cidade aos governos de Jair Bolsonaro e João Doria/Bruno Covas, mas enfrenta concorrência para isso de Guilherme Boulos (PSOL), que tem aparecido à frente nas pesquisas.

  • Folhapress

    Juíza manda PT estadual de SP dar 40% de seu fundo eleitoral para pagar ex-publicitário

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com dificuldades financeiras e eleitorais em São Paulo, o PT ganhou mais uma dor de cabeça. Uma decisão judicial de sexta (18) repassa 40% do fundo eleitoral deste ano do diretório estadual para o ex-dirigente petista e publicitário Valdemir Garreta. Garreta processou o partido por dívidas da campanha de 2014, em que cuidou da comunicação de Alexandre Padilha para governador de SP e de candidatos a deputado no estado. Em 2017, ele fez um acordo com o PT e recebe parcelas mensais de R$ 102 mil do fundo partidário. Agora, a decisão da juíza Mariana de Souza Neves Salinas, do Tribunal de Justiça de SP, deve lhe garantir cerca de R$ 9 milhões do fundo eleitoral, que seriam abatidos da dívida, calculada em R$ 26 milhões. Garreta diz temer que o PT nacional repasse o fundo diretamente às cidades, contornando o diretório estadual. “Me preocupa que o PT tente fazer alguma manobra para burlar essa decisão”, afirma. Procurado, o PT de São Paulo disse que dirigentes e advogados estão avaliando a decisão e só depois tomarão decisão sobre possíveis recursos.

  • Folhapress

    Próximo de Lula, Gilberto Carvalho se junta à campanha de Tatto em SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O ex-ministro Gilberto Carvalho, um dos petistas mais próximos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, passou a integrar nesta segunda-feira (21) a coordenação da campanha de Jilmar Tatto à Prefeitura de São Paulo. Além dele, que foi ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República durante os governos Lula e Dilma Rousseff, Vagner Freitas, ex-presidente da Central Única dos Trabalhadores, também se juntou à campanha. Carvalho e Freitas são figuras historicamente ligadas a Lula que, por meio da participação de seus indicados na campanha, passa a acompanhar e a apoiar mais de perto a candidatura de Tatto em São Paulo. Cobrada por membros do partido há meses, a participação do presidente é um dos trunfos do PT na disputa eleitoral em São Paulo.

  • Reuters

    PT apresenta plano com lei de defesa da democracia e Mais Bolsa Família

    BRASÍLIA (Reuters) - O PT pretende propor a revogação total da Lei de Segurança Nacional e a aprovação, em seu lugar, de uma Lei de Proteção do Estado Democrático, em uma proposta de mudanças para o país apresentada nesta segunda-feira. O documento Plano de Reconstrução e Transformação do País, divulgado em um evento virtual com os principais nomes do partido, é uma espécie de plano de governo e propostas legislativas para um período pós governo Bolsonaro.

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