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Manaus | Últimas notícias da capital amazonense

  • Canaltech

    COVID-19 | Nova onda de casos em Manaus coloca imunidade de rebanho em xeque

    Em junho, o número de mortes por COVID-19 em Manaus despencou, o que levou especialistas em saúde pública a questionarem se tantos moradores tinham sido infectados a um nível que não havia mais ninguém para ser infectado. No entanto, os números subiram de novo

  • Yahoo Notícias

    Imunidade de rebanho em Manaus é questionada após início de segunda onda do vírus

    O governo do estado informou, em nota, que os dados apontam uma alta na média móvel de internações pela doença após meses de queda

  • Reuters

    Onda de casos de Covid-19 em Manaus contraria esperança de imunidade de rebanho

    BRASÍLIA (Reuters) - A cidade de Manaus, no Amazonas, a maior da Amazônia brasileira, fechou bares e praias em rios para conter uma nova onda de casos de coronavírus.A tendência ameaça contrariar teorias de que a região seria um dos primeiros lugares do mundo a ter alcançado a chamada imunidade de rebanho, quando grande parte de uma comunidade fica imune a uma doença e sua disseminação se torna menos provável.

  • Yahoo Notícias

    Coronavírus: Fiocruz afirma que Manaus vive segunda onda e propõe lockdown

    Manaus, um dos primeiros epicentros do novo coronavírus no Brasil, vive uma segunda onda de casos, segundo pesquisa da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

  • Canaltech

    COVID | Após relaxamento na quarentena, Manaus volta a fechar bares e praias

    Com alta na taxa de contágios depois de meses de queda, a capital do estado de Amazonas volta a fechar praias e bares para controlar casos da COVID-19 por 30 dias. Entretanto, escolas devem permanecer abertas

  • O Globo

    Bolsonaro diz que poderá se envolver nas campanhas de São Paulo, Manaus e Santos

    Presidente diz que tem o compromisso de não interferir, mas pode mudar de ideia em favor de seus candidatos

  • Folhapress

    Bolsonaro diz que pode entrar em eleição para influenciar em São Paulo, Santos e Manaus

    BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta quinta-feira (24) que, apesar de ter assumido compromisso de não se envolver nas eleições municipais, pode mudar de ideia para influenciar nas disputas em três cidades: São Paulo, Santos (SP) e Manaus (AM). Na tentativa de aumentar a chance de uma reeleição em 2022, o Bolsonaro reavaliou estratégia de se manter afastado das disputas municipais deste ano. "Eu assumi este compromisso: não entrar em eleições municipais. Se bem que a gente pode mudar de ideia também. Se chegar um ponto tal e eu achar que posso influenciar nas eleições nestas três cidades, eu vou manifestar porque acho que este candidato nosso, em chegando, tem tudo para fazer um bom mandato para o bem de São Paulo, de Santos ou de Manaus", disse Bolsonaro em sua live semanal, desta vez transmitida de São Paulo, onde o presidente está para se submeter a uma cirurgia nesta sexta-feira (25). Bolsonaro afirmou que, se votasse nestas cidades, saberia em quem votar, mas não quis falar em nomes. "Eu tenho um candidato em São Paulo, mas não vou falar o nome dele. Tenho um candidato em Santos também, não vou falar o nome dele. E também tenho um candidato em Manaus, não vou falar o nome dele." Nos últimos dias, porém, o presidente fez sinalizações públicas a nomes destas cidades. No sábado (19), Bolsonaro compartilhou vídeo Celso Russomanno (Republicanos) em que o candidato fala sobre a polêmica do preço do arroz em defesa do presidente. Russomanno lidera a primeira pesquisa do Datafolha para a eleição com 29% das intenções de voto. Atrás dele vem o atual prefeito, Bruno Covas (PSDB), com 20%, quase o mesmo índice daqueles que dizem que vão votar em branco ou nulo (17%). Em terceiro lugar empatam Guilherme Boulos (PSOL, 9%) e o ex-governador paulista Márcio França (PSB, 8%). Não sabem responder 4%. O Datafolha ouviu presencialmente 1.092 eleitores nos dias 21 e 22 de setembro. A margem de erro da pesquisa, que foi registrada no TRE-SP com o número SP-06594/ 2020, é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. Na terça-feira (22), ao falar com apoiadores no Palácio da Alvorada, Bolsonaro mencionou o nome de um candidato a pessoas que se identificaram como oriundas de Manaus. "Tem algum candidato a prefeito bom em Manaus?", pergunta. O casal responde que não, e Bolsonaro insiste. "Tem um careca lá que eu acho que é bom, não tem não? Tem um careca não?", o presidente segue. "Tem o Alfredo Menezes, né não? Coronel do Exército", diz Bolsonaro. "Tem um candidato que foi chefe da Suframa", insiste, diante dos apoiadores que insistem não conhecer o candidato. O Coronel Menezes, ex-superintendente da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus), é candidato pelo Patriota. No mesmo dia, Bolsonaro teria recebido no Palácio do Planalto o desembargador Ivan Sartori (PSD), candidato em Santos. Ele foi responsável por anular a condenação de 74 policiais no massacre do Carandiru. A visita não consta da agenda oficial de Bolsonaro, mas Sartori publicou uma foto ao lado de Bolsonaro. "Terça agradável em conversa com nosso presidente no Planalto, inclusive sobre nossa Santos e o porto. Obrigado pela receptividade, presidente", escreveu Sartori na rede social. Na live desta quinta-feira, Bolsonaro também falou da ação que corre no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) que trata do impulsionamento de notícias falsas por meio de redes sociais, caso revelado por reportagens do jornal Folha de S.Paulo em 2018, durante as eleições. "Lamentavelmente tem processo no TSE. O TSE está para julgar esse processo. Tenho certeza absoluta de que será arquivado esse processo, até por uma questão de justiça. Não teremos uma votação política, eu tenho certeza, junto ao TSE. E todo mundo está atento ao que acontece", disse Bolsonaro.

  • Folhapress

    Com nova alta de casos, Manaus recua na flexibilização e fecha bares e outros pontos de aglomeração

    MANAUS, AM (FOLHAPRESS) - Pouco mais de três meses depois de atingir pico da pandemia de Covid-19, com média de mais de 60 mortes diárias e corpos enterrados em covas coletivas, Manaus enfrenta uma nova tendência de aumento de casos e recua na flexibilização dos serviços não essenciais. A capital amazonense volta a fechar bares, casas noturnas, clubes, flutuantes, praias e balneários a partir desta quinta (25), de acordo com decreto estadual, anunciado nesta quarta (23) pelo governador do Amazonas, Wilson Lima (PSC). O texto ainda restringe o funcionamento de restaurantes e lojas de conveniência, que agora só podem ficar abertos até as 22h e sem som ao vivo, e limita o público de feiras e exposições a 40% da lotação do espaço. Em contrapartida, o estado anunciou a retomada das aulas do ensino fundamental das escolas da rede estadual de Manaus para o dia 30 de setembro. Os estudantes do ensino médio voltaram às aulas presenciais em 10 de agosto. As aulas na rede privada retornaram ainda em julho. No interior do estado ainda não há previsão para a retomada das aulas da rede pública. Assim como no ensino médio, as aulas do fundamental serão híbridas, com dois dias de aulas presenciais e dois dias de aulas à distância, ou via internet ou pela televisão, em um canal aberto destinado a transmitir as aulas. Mesmo com a promessa de adaptação de todas as escolas para atender às regras de distanciamento social e higienização, a medida causou descontentamento entre os professores. O Sinteam (Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Amazonas) emitiu uma nota pública onde critica a medida e cobra a suspensão das aulas do ensino fundamental. "Vai colocar mais pessoas circulando nas escolas e no transporte coletivo. São mais 5.200 trabalhadores e 100 mil estudantes. É incoerente fechar bares e abrir escolas. Adolescentes podem ser assintomáticos", afirmou a presidente do Sinteam, Ana Cristina Rodrigues. Já a Assprom Sindical anunciou, horas depois do pronunciamento do governador, uma assembleia geral para deliberar sobre uma possível greve dos professores do ensino fundamental. O sindicato argumenta que mais de 2.000 professores tiveram teste positivo para Covid-19 após o retorno das aulas do ensino médio. A Seduc apresentou dados da FVS-AM (Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas) que apontam que, dos 8.129 profissionais da educação testados para Covid-19, 2.094 apresentaram resultado positivo, mas "fora do período de transmissão", e "apenas 448" estavam com o vírus no período de transmissão. Estes foram afastados por 14 dias. Para o Governo do Amazonas, a volta às aulas não impactou no aumento de casos de Covid-19. "Não é o retorno às aulas que está promovendo essa tendência de aumento na capital. São as aglomerações. Estamos tomando medidas para priorizar o que é prioridade. Eu não vou deixar balada aberta e escola fechada", disse o governador Wilson Lima, em resposta às críticas sobre a retomada das aulas na rede pública. As novas regras também estabelecem horário de encerramento de eventos sociais, como aniversários e casamentos previamente autorizados, que além de obedecerem à lotação máxima de 50% do espaço, não poderão passar da meia-noite. Só no último fim de semana, a Central Integrada de Fiscalização do governo estadual fechou sete eventos por promoverem aglomerações. Dois deles -um baile funk e um forró- reuniram um público de 7.000 pessoas. O governo do Amazonas proibiu ainda a locação de sítios, chácaras, casas, associações ou clubes para a realização de eventos particulares. O decreto valerá por 30 dias. "A gente tem observado nos últimos dias uma tendência de aumento nos casos de Covid-19. E essa tendência tem acontecido nas classes A e B, resultado de aglomerações que todos nós temos acompanhado nas redes sociais.", disse Lima. Dados da FVS-AM apontam alta de 55,9% no número de casos de Covid-19 entre as semanas epidemiológicas 37 (de 6 a 12 de setembro) e 38 (13 a 19 de setembro), em Manaus. Nesse período, o número de casos passou de 1.384 na semana 37 para 2.157 na semana seguinte. A média móvel de casos também vem subindo, segundo a FVS-AM. Em 5 de setembro ela era de 231 novos casos por dia e, no dia 19, passou para 308, um aumento de 33%. Apenas três dias depois, no dia 22 de setembro, a média móvel aumentou para 314,5 casos por dia. Muitos balneários, flutuantes e praias também acabaram virando pontos de aglomeração, ainda mais com a chegada do verão amazônico. As aglomerações levaram o prefeit o de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), a interditar novamente o principal balneário e ponto turístico da cidade: a praia da Ponta Negra, fechada desde o último final de semana. A prefeitura também anunciou a reabertura de UBSs (Unidades Básicas de Saúde) com atendimento exclusivo para Covid-19, enquanto o governo do Estado informou que já está abrindo novos leitos clínicos e de UTI para Covid-19 nas unidades de saúde. Segundo a FVS-AM, a ocupação dos leitos clínicos de Covid-19 já havia registrado um aumento de 30% na rede privada e de 20% na rede pública na semana passada, enquanto a ocupação dos leitos de UTI cresceu 10% na rede privada e 6% na rede pública. Para Jesem Orellana, epidemiologista da Fiocruz Amazônia, Manaus já está vivendo uma segunda onda de Covid-19 e medidas rígidas de restrição da circulação de pessoas devem ser adotadas o quanto antes, para evitar um novo pico da doença. "É inaceitável que as autoridades sanitárias, de um lado, admitam o agravamento da situação epidemiológica da epidemia em Manaus e, ao mesmo tempo, concordem com a determinação da retomada das aulas presenciais", criticou.

  • Canaltech

    Manaus pode ter adquirido imunidade coletiva após surto da COVID-19, diz estudo

    De acordo com pesquisa publicada na última terça-feira (21), a cidade de Manaus, capital do Amazonas, pode ter adquirido a imunidade de rebanho contra a COVID-19. Isso pode ter acontecido após grande parte da população ter sido infectada

  • LANCE!

    Corinthians vence o Iranduba e segue no topo do Brasileirão Feminino

    Timão joga bem, supera desfalques e bate o adversário por 2 a 0 com gols de Giovanna Crivelari e Paulinha. Vitória deixa o clube com 27 pontos na liderança da competição

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