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Manaus | Últimas notícias da capital amazonense

  • O Globo

    Quatro meses após pico em Manaus, ocorrência de síndrome respiratória volta a crescer

    Casos semanais com quadro clínico típico da Covid-19 são 15% daqueles no momento do colapso hospitalar de janeiro, mas tendência preocupa pesquisadores

  • Canaltech

    Coronavírus: RJ identifica variante de Manaus que já sofreu mutação

    Pesquisa descobre nova variante que evoluiu da cepa de Manaus do coronavírus no Rio de Janeiro, afirma a Secretaria Estadual de Saúde. A descoberta foi feita em amostras do vírus da COVID-19 coletadas entre os dias 24 de março e 16 de abril

  • Folhapress

    Senador quer ouvir na CPI vice do Amazonas que diz que política apoiada por Bolsonaro levou Manaus ao colapso

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O senador Humberto Costa (PT-PE) apresentou um requerimento na CPI da Covid para ouvir o vice-governador do Amazonas, Carlos Almeida Filho (sem partido). Em entrevista ao Painel nesta quarta (5), Almeida Filho relacionou o alinhamento de Wilson Lima (PSC) com Jair Bolsonaro nas políticas de combate à pandemia com o surgimento da nova cepa de coronavírus no estado. Segundo ele, que está rompido com o governador desde maio de 2020, o ex-aliado tentou se aproximar do presidente após ser alvo da Polícia Federal, em junho passado, na investigação sobre a compra de respiradores. "Quando houve envolvimento do governador na operação da Polícia Federal, a estratégia foi mostrar alinhamento [com Bolsonaro]. Uma coisa era clara, a política era de afirmar que se tinha uma imunidade de rebanho. O que acabou acontecendo foi um laboratório, a P1 encontrou ambiente adequado", disse. Almeida Filho também falou da crise de oxigênio do início do ano e creditou a Lima a responsabilidade sobre o desabastecimento que resultou em mortes. “Se esperou a água bater no pescoço para a tomada de alguma medida, quando o governo federal foi acionado o caos já estava acontecendo”, afirmou.

  • O Globo

    Auxiliar de Pazuello e Queiroga no Ministério da Saúde confirma ao MPF que planejou ida a Manaus para difundir cloroquina

    Mayra Pinheiro organizou ação na capital amazonense dias antes de colapso na Saúde

  • Folhapress

    Enxurrada em Manaus destrói centro para imigrantes venezuelanos e deixa cinco feridos

    MANAUS, AM (FOLHAPRESS) - Uma forte enxurrada varreu uma instalação da Operação Acolhida, em Manaus, no final da manhã desta segunda-feira (3). Dois militares e três imigrantes venezuelanos ficaram feridos, nenhum em estado grave, segundo o Exército. Imagens divulgadas pelas redes sociais mostram água barrenta cobrindo o local, chamado de Pitrig (Posto de Interiorização e Triagem), que funcionava sob grandes tendas. Um muro lateral acabou se tornando uma barragem para a forte correnteza, provocando o aumento do nível da água. Algumas pessoas aparecem agarradas a estruturas. Houve perda de geladeiras, móveis de escritório e computadores, entre outros danos materiais, além de pertences pessoais, afirmou o comandante da Operação Acolhida em Manaus, o coronel do Exército Arnaldo Bezerra. Em um prédio anexo, havia cerca de 40 imigrantes venezuelanos que já haviam passado pela triagem e esperam pela interiorização, ou seja, serão levados a outras cidades do país. Eles foram levados a outra base da Operação Acolhida, embora o pequeno edifício não tenha sofrido maiores impactos, de acordo com o coronel Arnaldo. O Pitrig está situado na av. Torquato Tapajós, no bairro Flores. O trecho costuma alagar com frequência. Em 23 de março do ano passado, uma enchente no mesmo local inundou o motel Eros, do outro lado da via, e clientes tiveram de ser resgatados com bote inflável. As imagens viralizaram na época. Com as chuvas acima da média neste ano, Manaus está se preparando para a maior inundação já registrada. Na última quinta-feira (29), o rio Negro atingiu a cota de inundação severa, de 29 metros, informou Serviço Geológico do Brasil (SGB-CPRM), responsável pelo monitoramento.

  • Yahoo Notícias

    400 mil mortes não são inesperadas: há um ano Manaus já estava em colapso

    Há exatamente um ano, em 29 de abril de 2020, Manaus já enfrentava um de seus vários colapsos na saúde relacionados à Covid-19.

  • Canaltech

    Variante de Manaus está presente em 90% das amostras da COVID-19 coletadas em SP

    Variante de Manaus do coronavírus já prevale nas amostras coletadas no estado de São Paulo, afirma a Secretaria estadual da Saúde. Para acompanhar as mutações do vírus, o Instituto Adolfo Lutz realizou o sequenciamento genético de 1.439 de amostras da COVID-19

  • Folhapress

    Variante P.1, identificada primeiro em Manaus, já responde por 90% das amostras no estado de SP

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A prevalência da variante P.1 do vírus Sars-CoV-2 já atinge 90% das amostras analisadas pelo Instituto Adolfo Lutz no estado de São Paulo. Segundo estudo divulgado nesta terça (27) pela Secretaria de Estado da Saúde, foram avaliadas 1.439 sequências genéticas que identificaram 21 linhagens diferentes circulando nos municípios paulistas. Em janeiro, a P.1 representava 20% dos sequenciamentos. Em fevereiro, correspondia a 40%, em março a 80% e em abril, a 90%. Segundo Adriano Abbud, diretor do centro de respostas rápidas do Instituto Adolfo Lutz, apesar de a variante ter maior transmissibilidade ainda não é possível afirmar que ela esteja associada diretamente ao aumento de internações e de mortes observado no primeiro trimestre. "A gente ainda não consegue verificar se ela aumenta a gravidade da doença. É claro que, se tem uma transmissão mais facilitada, aumenta o número de casos, tem mais pressão no sistema hospitalar e pode gerar mais óbitos", explica. Primeiramente identificada em Manaus, a P.1 surgiu em novembro de 2020, cerca de um mês antes do aumento expressivo de novos casos e óbitos de Srag (Síndrome Respiratória Aguda Grave) naquela cidade, que se deu a partir de dezembro. A variante é cerca de 1,7 a 2,4 vezes mais transmissível, segundo artigo publicado na quarta-feira (14) na revista Science. De acordo com a pesquisa do Adolfo Lutz, a P.1 está presente nos 17 departamentos regionais de saúde, sendo predominante em 15 regiões, com exceção de São José do Rio Preto e de Presidente Prudente, onde a P.2 é mais frequente. Até outubro de 2020, a variante B.1.1.28 predominava e chegou a ultrapassar 90% das sequências. Havia também a B.1.1.33 que chegou a alcançar 30% das amostras. Ambas sofreram mutações e deram origem a duas novas variantes, respectivamente: a P.2 e a N.9, que surgiram no último bimestre de 2020. Em novembro, a variante inglesa B.1.1.7 passou a circular no estado e, a partir de dezembro, a P.1 (derivada da B.1.1.28). A B.1.1.7 está em 12 regiões do estado, com maior predominância em Campinas e Taubaté -de 12,33% e 21,05%, respectivamente. Não há registros em São João da Boa Vista, Bauru, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Marília. Para Adriano Abbud, identificar as novas linhagens de um vírus é fundamental para conhecer o comportamento da epidemia do estado. "Permite que identifiquemos como o vírus se comporta no espaço e tempo." Segundo Abbud, apesar de o sequenciamento genético não mudar as atuais orientações e hábitos de prevenção, nem mesmo a assistência médica, elas podem dar respostas para eventuais dúvidas ou falhas de funcionamento das vacinas. Alguns estudos apontam que essa ferramenta também ajuda na escolha do imunizante mais adequado para determinados grupos ou regiões a depender da variante mais predominante. Há centenas de variantes do novo coronavírus ao redor do mundo e, atualmente, somente três são consideradas variantes de atenção pelas autoridades sanitárias nacionais e internacionais: P.1, B.1.1.7 e B.1.351. Existem também as chamadas "variantes de interesse", que também são monitoradas, mas não sugerem alterações significativas no comportamento da pandemia. São a B.1.1.28, que sofreu mutação e deu origem à P.2, e B.1.1.33 e sua "derivada" N.9, que representam menos de 10% dos sequenciamentos feitos no estado.

  • Folhapress

    Fux determina reinclusão do aeroporto de Manaus em leilão da Anac

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Luiz Fux, deferiu nesta segunda-feira (26) pedido da União para reincluir o Aeroporto Internacional de Manaus (AM) no leilão de concessões da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Fux sustou decisões do STJ (Superior Tribunal de Justiça (STJ) e do TRF-1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região) que determinaram a retirada do terminal manauara da rodada de leilão. Na decisão, o ministro afirma que a retirada colocaria em risco a segurança jurídica de todo o procedimento do leilão, "ameaçando a concretização dos contratos a serem assinados para a concessão dos aeroportos arrematados nos Blocos Central e Sul". Isso ocasionaria, segundo ele, a perda de parte da arrecadação de R$ 3,3 bilhões e o "desgaste significativo da credibilidade do Brasil no cenário internacional". A concessão da Anac é para uso da área para exploração comercial e operação da atividade de armazenagem e movimentação de cargas no aeroporto Eduardo Gomes. Só que já existia um contrato assinado em 2018, entre a Infraero e o consórcio SB Porto Seco, para exploração comercial e operação no terminal pelo prazo de dez anos. Em 2019, a licitação foi suspensa pelo TCU (Tribunal de Contas da União). A partir disso, o caso passou por uma série de contestações na Justiça, que ora confirmavam e ora suspendiam a decisão do tribunal. Em paralelo, a Infraero incluiu Manaus no programa nacional de desestatização. No início de abril, o TRF-1 deferiu o pedido do consórcio SB Porto Seco para excluir o aeroporto de Manaus das concessões. A União foi contrária, justificando que a interferência em um leilão internacional poderia causar "dano irreparável à imagem do Brasil e significativa perda de receita". No início de abril, Humberto Martins, presidente do STJ, suspendeu parte de decisão do TRF-1 que havia excluído o terminal do plano de desestatização. Na semana passada, no entanto, ele reconsiderou sua determinação após analisar um pedido da empresa SB Porto Seco Transporte SPE Ltda. A empresa alegava ter direito de ser contratada pela Infraero, por ter vencido, em 2018, licitação para exploração comercial da área. Para o ministro do STJ, a celebração de um novo contrato envolvendo o aeroporto causaria ainda mais lesão à ordem pública. Já no Supremo, a União sustentou que a segurança jurídica, no caso, deve favorecer a manutenção do aeroporto de Manaus no leilão por dois motivos: o certame foi efetivado e o TCU concluiu ausência de ilegalidade na decisão da Infraero de revogar o edital de licitação vencida pela SB Porto Seco Transporte. Para Fux, a decisão do TRF-1 desconsiderou o poder geral de cautela do TCU.

  • O Globo

    Fux anula decisão do STJ e libera inclusão do aeroporto de Manaus em pacote de concessões do governo

    Para presidente do Supremo, retirada do terminal do certame poderia romper o equilíbrio financeiro do edital