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Mato Grosso MT | Últimas notícias do estado e Cuiabá

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    'Eu não virei jacaré', brinca primeira vacinada contra Covid em Mato Grosso

    A  técnica de enfermagem  Luiza Batista de Almeida Silva, de 43, ficou surpresa com o número de...

  • Reuters

    Morte de peixes gera disputa entre hidrelétrica de Sinop e órgão ambiental de MT

    SÃO PAULO (Reuters) - Incidentes que levaram à morte de diversas toneladas de peixes no rio Teles Pires, em Mato Grosso, têm gerado um embate entre o órgão ambiental estadual e uma hidrelétrica que recebeu investimentos de cerca de 3,3 bilhões de reais e opera na região de Sinop há menos de dois anos.A usina com cerca de 400 megawatts em capacidade, que tem como acionistas empresas da estatal Eletrobras e da francesa EDF, voltou a gerar esta semana por decisão judicial, após ficar parada desde setembro para obras e enquanto aguardava uma autorização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente do Mato Grosso (Sema).

  • Extra

    Vídeo mostra momento exato em que onça-pintada ataca capivara no Pantanal

    Volta a repercutir nas redes sociais um vídeo registrado por um estrangeiro que mostra o exato...

  • Folhapress

    Cerca de 40% do Pantanal mato-grossense queimou em 2020

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Desde o início do ano até 16 de novembro, 30% do Pantanal foi atingido pelas queimadas históricas que consumiram o bioma em 2020. Levando em conta só o pantanal mato-grossense, esse número chega a 40%. O fogo no bioma atingiu principalmente áreas de floresta e sub-boques. Segundo estudo da ONG ICV (Instituto Centro de Vida), mais de 2,1 milhões de hectares de Pantanal foram atingidos pelas chamadas neste ano. Juntando-se áreas da Amazônia e do cerrado presentes em Mato Grosso, o total queimado chegou a 8,5 milhões de hectares, uma área mais de 50 vezes maior que a cidade de São Paulo. Mas, mesmo com os recordes de fogo para o Pantanal, a Amazônia foi o bioma que mais queimou no estado de Mato Grosso, com mais de 3,2 milhões de hectares afetados pelas queimadas. A análise mostra que na Amazônia o fogo também se concentrou em áreas de floresta e recém-desmatadas, categorias que juntas somam 55% dos incêndios. Áreas de pastagens e savanas aparecem em seguida, com 39% das queimadas. Assim como os desmatamentos no estado, as queimadas se concentraram em propriedades particulares, áreas que estão registradas no CAR (Cadastro Ambiental Rural), as quais, portanto, podem ter seus donos facilmente identificados. O estudo identificou 3,96 milhões de hectares queimados em áreas particulares. Algo a se destacar é que desde 1º de julho até 16 de novembro as queimadas estavam proibidas no estado. O governo federal instaurou uma moratória do fogo, por decreto, a partir de 16 de julho, mas o estado já havia se adiantado e proibido a prática no começo do mês. Depois das propriedades privadas, aparecem as áreas não cadastradas em segundo lugar com maior área queimada, seguido por terras indígenas. O parque Nacional do Xingu, na Amazônia, foi a terra indígena mais afetada pelos incêndios (224 mil hectares incendiados). Segundo Vinícius Silgueiro, pesquisador do ICV e um dos autores do estudo, a situação crítica pela qual passou o Pantanal não chegou a ser surpreendente. Ele diz que o cenário já estava no horizonte com as pequenas quantidades de chuva registradas em 2019 e no começo de 2020. Os primeiros meses de 2020 também já apresentavam números de queimadas superiores ao padrão, o que aumentava o alerta de uma estação seca possivelmente fora do padrão. E foi o que aconteceu. Além disso, Silgueiro afirma que a mensagem política passada a produtores rurais ajuda a piorar a situação. Segundo ele, há a ideia de que desmatamento e queimadas são permitidos, que são um ônus para o desenvolvimento. "A mensagem que chega hoje é essa", diz. O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e membros do seu governo costumam minimizar crimes ambientais como queimadas e desmatamento, muitas vezes inclusive questionando a existência deles, apesar dos dados produzidos e disponibilizados diariamente pelo Inpe, um órgão governamental. Quando a moratória do fogo foi instituída, por exemplo, o próprio Bolsonaro minimizou sua possível importância. Para a análise, o ICV observou os dados das queimadas no estado de Mato Grosso entre o início do ano e o dia 16 de novembro, data na qual terminou a proibição federal de usar fogo no Brasil. O estudo não utilizou as informações do programa Queimadas, do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), mas dados de fogo da Nasa. De acordo com Silgueiro, os dados da Nasa foram usados por possibilitarem uma visão mais fácil sobre a área queimada e não sobre a quantidade de focos de calor, medida normalmente avaliada no programa do Inpe (apesar de o instituto também disponibilizar dados sobre a área afetada pelo fogo). O especialista afirma também que, com os dados disponíveis atualmente, é possível se preparar melhor para as próximas temporadas secas no Pantanal, observando especificamente áreas mais vulneráveis ao fogo. "A partir dos dados dá para planejar melhor a alocação de brigadas, bombeiros e equipamentos. Precisa reduzir o tempo de resposta, para conseguir controlar o fogo no início", afirma.

  • Extra

    Ativistas do Pantanal tentam transformar donos de terras em aliados na preservação de nascentes

    SÃO PAULO - Donos de terras da Bacia do Alto Paraguai, no Pantanal mato-grossense, têm sido...

  • Extra

    Inquérito da PF que apura fogo no Pantanal aguarda laudos há três meses; no Pará, espera já é de um ano

    Investigações se concentraram sobre quatro fazendeiros da região de Corumbá. A suspeita é de que eles teriam ateado fogo na vegetação nativa para abrir mais espaço para pastagens e a criação de gado

  • Folhapress

    Após revisitar Pantanal, Cristiana Oliveira diz que Juma de 2021 é menos xucra e faz selfie

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Isolada durante a quarentena, Cristiana Oliveira, 57, conta que se angustiava com as notícias que lia sobre as queimadas no Pantanal. Em 2020, um quarto de todo o bioma da região (uma área de 40.171 km²) foi destruído pelas chamas. Para a atriz, que há 30 anos parava o Brasil ao interpretar Juma Marruá, na novela "Pantanal", grande sucesso da extinta TV Manchete, era preciso fazer algo. No início de dezembro, surgiu a oportunidade. Um biólogo da ONG SOS Pantanal ligou para ela e disse ter uma vaga na expedição que a instituição e outras entidades fariam no local com o objetivo de auxiliar às comunidades ribeirinhas. Cristiana Oliveira aceitou o convite. Foram cinco noites no Pantanal. Segundo a artista, a vivência na região foi muito impactante e lhe provocou um misto de sentimentos. Por um lado, ela relata que ficou muito sensibilizada ao ver a vegetação queimada e conversar com os moradores que ficaram completamente isolados. "Foi muito triste ouvir o depoimento dessas pessoas, tudo o que eles sofreram, que passavam fome, não tinham nenhuma assistência médica, foram simplesmente abandonados", diz. Ao mesmo tempo, Cristiana Oliveira afirma também que foi uma das melhores experiências de sua vida. "Aquele lugar muito isolado mexeu muito comigo, voltei muito mais fortalecida. Sempre fui uma pessoa simples, de dar valor as coisas simples, mas voltei muito mais assim." A expedição contemplou comunidades na região de Corumbá e da Serra do Amolar, e a aldeia indígena Guató. "Quantas vezes me chamarem para ir, eu vou", diz. A atriz também conta que deseja mobilizar um movimento para ajudar as mulheres artesãs do Pantanal. "Tem que ser uma coisa muito correta, muito bem feita pelo âmbito legal, não vou criar uma ONG, mas, talvez, um movimento para angariar fundos para dar a essas mulheres um respiro", diz. A ideia é providenciar um lugar para que elas possam receber os turistas com um pouco mais de estrutura, com ventiladores e espaço para um café. "O que elas querem é o mínimo, e isso é uma coisa que eu sei que eu posso conseguir." JUMA ATUALIZADA Durante a expedição, Cristiana Oliveira afirma que se deparou com "várias Jumas". Diferentemente da sua personagem de 1990, escrita por Benedito Ruy Barbosa, que era xucra e não conhecia nada do universo urbano (nem a luz elétrica), o que ela diz ter observado no local foram jovens mais atualizadas com o mundo atual. Mesmo com dificuldades para acessar à internet, Oliveira diz que elas possuem celular e posam para selfies, ainda que o aparelho não funcione direito ou não seja possível postar as imagens nas redes sociais. "Não tem internet, mas tem parabólica, então, elas veem televisão, sabem o que acontece, e tem uma certa vaidade -claro, tudo é muito simples." Oliveira afirma que ficou curiosa, como espectadora, para saber como será a nova Juma, no remake de "Pantanal" que a Globo prepara para este ano. "Eu acho, e é uma coisa muito particular minha, que a próxima Juma pode ter a pureza, a inocência, mas muita coisa, agora em 2021, ela vai saber o que é." A atriz já disse, em outras entrevistas, que aposta em um nome desconhecido para interpretar o papel. E dá uma dica para quem for dar vida à personagem. "Se ela fizer com aquela pureza de alma, que é atemporal, se abrir os canais e deixar a Juma absorvê-la, eu penso que ela voa. A Juma é muito mais sentimento, muito mais olhar, muito mais pureza do que todo o resto que possa acontecer." Cristiana Oliveira diz acreditar que esse foi o segredo do sucesso da Juma dela. "Foi o que aconteceu, porque eu não tinha experiência, não tinha técnica nenhuma de atriz, então, não tinha composição [da personagem], posso até ter feito, mas até a composição foi muito pura, foi muito intuitiva." A artista tinha estreado na TV um ano antes, na novela "Kananga do Japão" (1989-1990), também da extinta Manchete. Inicialmente escalada para dar vida à Muda (que ficou com Andréa Richa), Cristiana Oliveira diz que quando leu o papel de Juma sentiu que deveria fazê-la e insistiu muito com o diretor Jayme Monjardim. "Não sei explicar. Eu me identifiquei com ela de alguma forma, eu não sei o que era, não sei se era a força dela, a coragem, mesmo num universo que eu, Cristiana, desconhecia, mas algo ali mexeu comigo", afirma. Assim como o ator Marcos Palmeira, presente na versão original e que foi chamado para o remake da trama (ele fará o protagonista José Leôncio), ela diz que adoraria estar nesta releitura. Seus personagens preferidos de Pantanal são Maria Bruaca, Filó e Maria Marruah. "Mas eu não crio essa ansiedade, já falei várias vezes que eu não tenho pretensão de nada. Se isso acontecer [um papel no remake], vai ser incrível. Se não acontecer, vai ser incrível também, porque vou ser espectadora, e vou adorar rever", afirma. Cristiana Oliveira revela que muitas pessoas mandam mensagens nas redes sociais pedindo para ser indicadas por ela para um papel na novela ou até ter uma música incluída na trilha sonora. "E eu respondo que não tenho poder algum e não tenho nada a ver com essa nova produção", comenta. Nesta nova versão, será Bruno Luperi, neto de Benedito Ruy Barbosa, o responsável pelo roteiro de "Pantanal". Além de Palmeiras, outro nome definido para o elenco é Antonio Fagundes, que deve fazer o icônico Velho do Rio.

  • Yahoo Notícias

    Boate promete “casa lotada” e é interditada por aglomeração em Cuiabá

    A Prefeitura de Cuiabá interditou uma casa de festas por “risco iminente a saúde pública”. Nas redes sociais, a boate prometia “casa lotada”.

  • Folhapress

    Com fogo e desmatamento, Amazônia e Pantanal perdem 3 estados do RJ no ano

    Em relação ao Pantanal, o governo credita grande parte da tragédia à seca severa que atingiu a região neste ano. No entanto, especialistas também afirmam que a seca extrema não pode ser considerada um fator isolado

  • Yahoo Vida e Estilo

    Luan Santana quer trabalhar em ‘Pantanal’, da Globo

    Luan Santanta quer ajudar a contar a história da sua terra na TV