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Mato Grosso MT | Últimas notícias do estado e Cuiabá

  • Reuters

    Mato Grosso conclui colheita de soja 2020/21 à frente da média histórica, diz Imea

    SÃO PAULO (Reuters) - Os produtores de soja de Mato Grosso, principal Estado no cultivo do grão no Brasil, encerraram a colheita da safra 2020/21 levemente adiantados em relação à média histórica, depois de problemas climáticos ao longo da temporada, mostraram dados do Imea nesta sexta-feira. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), os trabalhos tiveram um avanço de 0,09 ponto percentual na semana, enquanto a colheita ainda acontecia nas regiões sudeste, nordeste e centro-sul do Estado.

  • Yahoo Notícias

    Após realizar três cirurgias plásticas, jovem tem parada cardíaca e morre em Cuiabá

    Eliza da Silva fez exames prévios e foi liberada para realizar uma lipoescultura, uma abdominoplastia e correção de uma cicatriz na mama

  • Extra

    Médico boliviano é preso por injúria racial contra cozinheira de hotel em Mato Grosso

    No interior de um hotel em Rondonópolis (MT), um médico de nacionadlidade boliviana, de 47 anos,...

  • Reuters

    Mato Grosso colhe últimas áreas de soja da safra 2020/21, diz Imea

    (Reuters) - A colheita de soja de Mato Grosso atingiu 99,91% das áreas cultivadas na temporada 2020/21, um leve avanço de 0,5 ponto percentual no comparativo semanal e com trabalhos já finalizados em algumas regiões do maior Estado produtor da oleaginosa no Brasil, mostraram dados do Imea nesta sexta-feira. Segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), os produtores do oeste, norte, noroeste e médio-norte do Estado já encerraram a colheita.

  • Folhapress

    Manaus já vacina pessoas de 60 anos, enquanto Cuiabá está na faixa dos 75 a 79

    SÃO PAULO, SP (FOLHHAPRESS) - A vacinação contra a Covid-19 ocorre em ritmo desigual nas capitais, conforme a demanda, as quantidades recebidas e a programação das prefeituras. Manaus conseguiu avançar para a faixa dos 60 anos de idade. Recife e João Pessoa começaram a vacinar pessoas a partir dos 64 anos na terça-feira (23), e Campo Grande deve aplicar os imunizantes no grupo a partir dos 67 neste sábado (27). A maior parte dos estados deixa a programação de doses a serem aplicadas e faixa etária para as prefeituras. Veja o ritmo de vacinação por capital. * SUDESTE São Paulo: pessoas a partir de 69 anos serão vacinadas a partir desta sexta-feira (26). A gestão Bruno Covas (PSDB) anunciou nesta quinta (25) a vacinação de funcionários de várias áreas da saúde acima de 53 anos, moradores de rua e trabalhadores da assistência social e de cemitérios na cidade de São Paulo Rio de Janeiro: vai vacinar idosos de 69 anos até quarta (31). Antes, cada idade tinha dois dias, um para mulheres e outro para homens. Agora, só será reservado um dia por idade: mulheres vão das 8h às 13h, e homens, das 13h às 17h Belo Horizonte: começou a vacinar idosos de 75 anos na quarta-feira (24) e termina na sexta-feira (26). Na sequência, começa a vacinar pessoas de 73 e 74 anos. Não anunciou novas datas para demais faixas Vitória: idosos de 70 anos com agendamento começaram a se vacinar nesta quinta-feira (25). Não foram divulgados novos cronogramas NORTE Manaus: neste momento a prefeitura está vacinando pessoas de 60 a 69 anos. Até esta quarta (24), 91% do público-alvo desse grupo recebeu a primeira dose do imunizante. Não há previsão para o início da vacinação do próximo grupo prioritário, formado por pessoas de 18 a 59 anos com comorbidade Belém: até 28 de março serão vacinadas as pessoas de 60 anos. Não há previsão para as próximas fases Rio Branco: a prefeitura iniciou na quarta (24) a vacinação de pessoas de 69 anos. Novas fases ainda não foram anunciadas Palmas: segundo crononograma, até dia 31 de março serão vacinadas as pessoas de 69 anos ou mais Macapá: deve começar a vacinar pessoas a partir de 60 anos no próximo domingo Porto Velho: inicia nesta quinta-feira (25) a vacinação de idosos a partir de 70 anos. A previsão é de que, na próxima semana, profissionais de saúde de todas as idades possam se vacinar Boa Vista: na terça (23) começou a vacinar pessoas de 68 e 69 anos NORDESTE Salvador: até 26 de março serão vacinados pessoas entre 69 e 71 anos, de forma escalonada, além de cerca de 2.500 quilombolas Fortaleza: a prefeitura iniciou a vacinação de idosos com 73 anos. Novas fases ainda serão anunciadas Recife: iniciou a vacinação de pessoas a partir de 64 anos na terça-feira (23). Não há previsão para novos grupos etários João Pessoa: começou a vacinar pessoas a partir de 64 anos na terça-feira (23). Não há previsão para novos grupos etários Aracaju: até o dia 1º de abril vacinará, de forma escalonada, pessoas entre 69 e 72 anos Maceió: nesta sexta-feira (26) estão sendo vacinadas pessoas de 67 anos. Ainda não há previsão para a próxima fase São Luís: está vacinando idosos de 71 anos. Até o dia 30 serão vacinados idosos de 70 anos. Teresina: estão sendo vacinadas pessoas a partir de 72 anos; para idosos de 70 anos, imunização começa na segunda (29)​​ Natal: começa a vacinar idosos de 72 anos nesta quinta (25), sem previsão de término CENTRO-OESTE Campo Grande: até sábado (27) vacinará as pessoas de 67 anos ou mais Goiânia: iniciou a vacinação de pessoas com 68 anos, que seguirá até sexta-feira (26). Após a chegada de mais doses da vacina, o que não há previsão de ocorrer, iniciará a vacinação do público de 67 anos Cuiabá: está vacinando idosos entre 75 e 79 anos. Nesta quarta, teve de fechar os portões do centro de eventos, onde ocorre a vacinação, devido a uma notícia falsa que circulou sobre a vacinação de pessoas a partir de 18 anos. O site da campanha recebeu mais de 50 mil acessos, o que derrubou o sistema SUL Curitiba: até sábado (27) vacinará idosos de 71 anos ou mais. Como não há regularidade na entrega das vacinas, não é possível fazer previsão a médio e longo prazo Porto Alegre: a capital está vacinando idosos de 72 anos ou mais e prevê iniciar a faixa dos 70 anos a partir de domingo Florianópolis: está vacinando idosos de 70 anos ou mais e prevê reduzir a faixa para 69 anos a partir de sábado (27). Não tem previsão de atingir as demais faixas etárias

  • Extra

    Sem Rafinha, Flamengo decide manter João Lucas e não irá emprestá-lo ao Cuiabá

    João Lucas não será emprestado pelo Flamengo. Sem a contratação de Rafinha, o lateral-direito irá...

  • Folhapress

    Prefeito ameaça fechar Rondonópolis, que abriga polo processador de soja, por falta de vacina contra Covid

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cidade de Rondonópolis (MT), que abriga um dos maiores complexos de processamento de soja do Brasil, pode entrar em lockdown. Em vídeo publicado neste domingo (21) nas redes sociais, o prefeito José Carlos do Pátio (SD) ameaçou parar o Mato Grosso. Ele reclamou da pequena quantidade de vacinas recebida pela cidade e pelo estado. "Se eu parar Rondonópolis, eu paro uma parte de Mato Grosso e paro o país. Eles vão começar a olhar para o Mato Grosso", disse. No vídeo, o prefeito diz que, no ano passado, quando decretou medidas rígidas em razão do novo coronavírus, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o telefonou. "Quando a gente fecha Rondonópolis, liga todo o mundo. Só a ministra da Agricultura, quando fechei Rondonópolis a primeira vez, ligou três vezes para mim porque iria parar o país", declarou. Ele afirmou que está no limite. "Por enquanto, estou segurando para não ter o lockdown. Eu vou segurar até onde puder, mas se eu sentir que ficando incontrolável, vou tomar uma atitude", ameaçou. A cidade está com 100% de ocupação de UTIs para pacientes com síndrome respiratória aguda grave. Doentes graves precisam esperar numa fila para acessar uma vaga nas unidades de saúde. Rondonópolis concentra o segundo maior PIB (Produto Interno Bruto) e a terceira maior população do Mato Grosso. Dos 236 mil habitantes, 10.101, ou 4,3%, receberam a primeira dose da vacina. No Brasil, 7,3% tomaram a primeira dose. "Agora, se continuar desse jeito, não mandando vacina para Mato Grosso e para Rondonópolis, ou mandando a menos do que deveria mandar proporcional do que tá mandando para o país, e está aqui provado no computador, daí vou tomar atitude sim", afirmou o prefeito. A região de Rondonópolis, no sudeste de Mato Grosso, é um importante polo logístico, abrigando um grande terminal ferroviário que liga o Centro-Oeste ao Porto de Santos. Muitos caminhões chegam de diversas regiões do estado para transbordar o produto no local.

  • Folhapress

    Em questão de dias, jornalista de Mato Grosso do Sul perde toda a família para a Covid-19

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - "Este lar era feito de quatro colunas que sustentavam um teto. Em uma semana, três colunas foram arrancadas sem nenhum aviso prévio. Eu me pergunto: como uma única coluna vai sustentar este teto?" Primeiro, a jornalista campo-grandense Súzan Benites perdeu a mãe, Roseneide Nara. Em seguida, morreu o único irmão, Rafael Benites. Na madrugada deste sábado (20), ela despediu-se do pai, Atanacildo Nara. Em um intervalo de oito dias, Benites, de 31 anos, viu toda a família desaparecer, vítima da Covid-19. O seu namorado, Bruno Nascimento, recebeu alta neste domingo (21) após 11 dias internado com a doença. "Não existe lição, compreensão ou justificativa para um sofrimento tão grande. Há 15 dias, eu tinha um lar de muito amor, parceria, cumplicidade, planos, projetos, e hoje eu tenho nada. A única certeza que eu tenho é que fomos muito felizes juntos e seremos nós quatro para toda a eternidade", escreveu, em sua página no Facebook. "Não resta nada de mim, porque eu não existo sem vocês. Espero mesmo encontrá-los em breve. A dor é sufocante, mas meu amor ainda é muito maior", escreveu. Semanas antes, Benites já havia perdido um amigo e colega do jornal Correio do Estado, onde é subeditora. O repórter fotográfico Valdenir Rezende, 55, morreu em 28 de fevereiro. Deixou dois filhos, que seguem a profissão do pai -um deles trabalha no mesmo veículo. A morte de Rezende e o drama de Benites em meio ao pior momento da pandemia em Mato Grosso do Sul vêm comovendo os jornalistas, que sofrem com hostilidades e insultos durante a cobertura da epidemia. Na quinta-feira (18), a repórter da TV Morena (afiliada da Rede Globo) Luana Rodrigues gravava diante do Hospital Regional, em Campo Brande, quando uma mulher se aproximou da equipe, fez o sinal da cruz e disse: "Deus me livre desse povo que só fala de Covid". "A gente fala e vai continuar falando", disse Rodrigues, na reportagem. "O hospital está lotado. São 120 vagas para pacientes com Covid-19 e já estão todas ocupadas. Eles tiveram de improvisar leitos. O hospital não tem profissionais em número suficiente para atender os pacientes porque parte deles está afastada por causa da Covid. Temos mais de 3.700 mortes aqui no estado, quase 200 mil casos e 31 mortes só hoje." Em seguida, do estúdio, a apresentadora Bruna Mendes, com a voz embargada e em lágrimas, perguntou sobre a falta de leitos do hospital ao secretário de Saúde de Mato Grosso do Sul, Geraldo Resende. "É uma corrida frenética, e infelizmente a gente tem de suportar esse tipo de agressão", respondeu Resende. "Acredito que haja pessoas com apagão cerebral. Quem faz agressão à equipe de TV, qualquer que seja a emissora, é realmente porque acabou a empatia."

  • Reuters

    Colheita de soja em Mato Grosso ultrapassa 90% da safra 2020/21

    SÃO PAULO (Reuters) - A colheita de soja atingiu 91,75% da safra 2020/21 em Mato Grosso, maior Estado produtor da oleaginosa no país, enquanto o plantio de milho se aproxima da conclusão, informou nesta sexta-feira o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Na semana passada, os trabalhos de retirada da soja do campo estavam em 80,16%.

  • Folhapress

    Ibama bloqueia venda de madeira produzida em Mato Grosso e no Pará

    MANAUS, AM (FOLHAPRESS) - O Ibama anunciou que bloqueará, a partir de segunda-feira (22), a comercialização de qualquer produto florestal de origem nativa de Mato Grosso e do Pará, os maiores fornecedores dessa matéria-prima do país. O setor empresarial prevê que o maior impacto será na construção civil do Sudeste e do Sul. O motivo da punição é a falta de integração dos sistemas estaduais ao Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor), o que dificulta a fiscalização por parte dos órgãos federais. Os dois estados serão bloqueados do sistema de emissão do Documento de Origem Florestal (DOF). Caso os fiscais encontrem madeira em trânsito, o produto será passível de apreensão e multa. A integração está prevista pelo Código Florestal, aprovado em 2012, e deveria ter sido concluída em maio de 2018. Em dezembro, o Ministério do Meio Ambiente estabeleceu um limite de 90 dias para adequação, prazo que acaba nesta sexta-feira (19). "Os estados têm essa obrigação desde 2018. O governo federal concedeu 90 dias, mas eles não cumpriram", afirmou o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. "O bloqueio inviabilizará as empresas legalizadas no Pará e em Mato Grosso. É como se estivéssemos trancando todas as empresas", diz o presidente do Fórum Nacional das Atividades de Base Florestal (FNBF), Frank Rogieri. "Quem fez investimento, manejo sustentável autorizado e trabalha de acordo com as normas pagará um preço caríssimo. Temos folha de pagamento, compromisso, financiamento. Como vamos honrar isso?", diz. Segundo Rogieri, que atua na região de Alta Floresta (MT), cerca de 90% da madeira de Mato Grosso, o maior produtor de madeira nativa do país, é vendida para fora do estado. Os principais mercados são o Sudeste e o Sul. O empresário afirma que a construção civil será o setor que mais sentirá o impacto, caso o bloqueio se prolongue por muito tempo. Ele acredita que Mato Grosso se adeque em breve, mas teme que o impasse possa se prolongar por mais tempo no Pará. No estado, o setor emprega cerca de 90 mil trabalhadores de forma direta ou indireta, segundo estimativa oficial. Na Amazônia, são cerca de 500 mil pessoas, afirma Rogieri. Historicamente, o setor madeireiro de Mato Grosso apresenta um alto percentual de ilegalidade. Segundo estudo do ICV (Instituto Centro de Vida) em parceria com a Secretaria de Meio Ambiente, 37% da exploração madeireira ocorre em áreas sem manejo florestal. Casos de madeira ilegal também são comuns no Pará. Em dezembro, a Polícia Federal fez no oeste do estado a maior apreensão da história do país, com 204 mil metros cúbicos de madeira -o suficiente para carregar 13.600 caminhões. Os dois estados também lideram o desmatamento na Amazônia: o Pará é responsável por 46,8% do total destruído entre agosto de 2019 e julho de 2020. Mato Grosso concentra 15,9%. Em terceiro lugar, está o Amazonas (13,7%). Os dados são do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). RESPOSTA DOS ESTADOS Via assessoria de imprensa, a Sema, do governo Mauro Mendes (DEM), disse que "não está medindo esforços para que a integração total de documentos de manejo, projeto de exploração florestal e licenças florestais ocorra da forma mais rápida possível", mas não informou se há uma data para o processo ser concluído. Também via assessoria de imprensa, a Secretaria do Pará de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas), do governador Helder Barbalho (MDB), afirmou que a Procuradoria Geral do Estado irá recorrer da decisão do Ibama. "Ao contrário do que foi informado, os sistemas já são integrados", diz a pasta. Fiscais ouvidos pela reportagem, no entanto, confirmaram que o Pará não está totalmente integrado ao Sinaflor.