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Mato Grosso MT | Últimas notícias do estado e Cuiabá

  • Yahoo Notícias

    Voluntários arrecadam dinheiro e comida para alimentar animais na região do Pantanal

    Projeto Amigos do Pantanal vai para regiões perto de Cáceres e monta ponto de alimentações para bichos

  • Yahoo Vida e Estilo

    SOS Pantanal: como as fãs de K-Pop arrecadaram R$ 50 mil reais em tão pouco tempo?

    Em menos de um mês, os fandoms de K-Pop arrecadaram quase R$ 50 mil reais para ajudar o combate aos incêndios no Pantanal

  • Folhapress

    Cuiabá tem disputa entre prefeito réu e ex-prefeito que promete apoio de Bolsonaro

    CUIABÁ, MT (FOLHAPRESS) - Na mesma semana em que anunciou que disputaria a reeleição, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), se tornou réu em ação penal que apura o suposto recebimento de "mensalinho" por deputados estaduais na gestão do ex-governador Silval Barbosa (2010-2014). Emanuel ficou conhecido nacionalmente pelas imagens em que aparece recebendo maços de dinheiro e os colocando no paletó. O vídeo integra a delação premiada do ex-governador e foi divulgado em agosto de 2017. Emanuel, que na época era deputado, e mais nove ex-parlamentares aparecem recebendo o suposto "mensalinho" no valor de R$ 50 mil mensais. O prefeito alega que o dinheiro seria o pagamento de um serviço prestado por seu irmão, Marco Polo de Freitas Pinheiro, proprietário de um instituto de pesquisa eleitoral. A Promotoria, porém, diz não haver evidência de dívida, já que não há nenhuma entrega de recibo no momento em que Emanuel recebe os maços de dinheiro. Emanuel Pinheiro disputará a reeleição pela coligação "A mudança merece continuar", com 12 partidos (de todas as cores partidárias, desde PSDB a PC do B), o que lhe garante o maior tempo de rádio e TV. Ele enfrentará outros sete candidatos. Entre eles, está o ex-prefeito de Cuiabá Roberto França (Patriota). França já avisou que o presidente Jair Bolsonaro será o carro-chefe de sua campanha. Na opinião do ex-prefeito, o presidente é um homem simples e tem sido firme no combate a corrupção no país. França tem o apoio do governador Mauro Mendes (DEM) e do PSD. O próximo prefeito de Cuiabá terá pela frente desafios comuns em capitais, agravados pela pandemia do coronavírus. Entre elas, a saúde, com alta demenda nos casos de urgência e emergência e relatos de desabastecimento de medicamentos. Deve voltar a ser criticada, na campanha, a qualidade do transporte público, com ônibus lotados. As obras inacabadas do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), que teve suas obras iniciadas em 2012 para ficar concluído em março de 2014, são um dos retratos dos problemas perenes na cidade —a obra é de responsabilidade do governo estadual, e já consumiu ao menos R$ 1 bilhão dos cofres públicos. Pelo Pros, a ex-superintendente do Procon estadual, Gisela Simona, é a única mulher a disputar a Prefeitura de Cuiabá. Ela teve bom desempenho em 2018, quando foi a mais votada em Cuiabá para uma vaga de deputada federal pelo Pros, mas não obteve o total de votos no estado para uma cadeira e hoje é suplente da deputada Rosa Neide (PT). O vereador Abílio Júnior (Podemos), de primeiro mandato, é o principal opositor do atual prefeito na Câmara. Ligado à igreja evangélica Assembleia de Deus, deve focar nas redes sociais para ter sucesso no pleito. Julier Sebastião (PT) é ex-juiz federal e disputará sua segunda eleição. Ele aposta na sua história dentro da magistratura e no apoio do ex-presidente Lula para vencer. O advogado Aécio Rodrigues disputará o cargo de prefeito pelo PSL, partido que dirige no estado. Ex-servidor público, terá o apoio do PRTB, partido vice-presidente general Mourão. Paulo Henrique Grando disputará pelo Novo. É formado em administração pela UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) e mora em Cuiabá há 30 anos. Gilberto Lopes Filho foi escolhido pelo Psol para disputar a prefeitura. Servidor público, já foi candidato a senador em 2014 e 2018, sem vencer.

  • Yahoo Notícias

    'Ele tirou o adesivo, passou nas partes íntimas e me deu um tapa', relata voluntária de ação de apoio ao Pantanal

    Bianca Weihs Borges é voluntária em um grupo de defesa dos animais vítimas das queimadas no Pantanal

  • Agência Brasil

    Chamas voltam a atingir Serra do Amolar, em Mato Grosso do Sul

    A propagação das chamas na Serra do Amolar, no Pantanal sul-mato-grossense, voltou a mobilizar os esforços de bombeiros, brigadistas e voluntários. Segundo o governo em Mato Grosso do Sul, o fogo que há quatro dias se espalha pela Reserva Particular do Patrimônio Natural Eliezer Batista já incinerou mais 10 mil hectares da unidade de conservação. Já de acordo com representantes da organização não governamental (ong) que administra a unidade de conservação, a situação é "crítica e incontrolável".Cada hectare corresponde, aproximadamente, às medidas de um campo de futebol oficial. O incêndio ameaça ainda outras duas unidades de conservação próximas. Para tentar impedir o avanço das chamas, um avião alugado pelo governo estadual e um helicóptero do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) foram deslocado para a região a fim de auxiliar as equipes que combatem às chamas em terra. Um caminhão com capacidade para 10 mil litros de combustível deve chegar à região em breve.De acordo com o Instituto Homem Pantaneiro, organização não governamental (ONG) que administra a reserva particular, o incêndio na região da Serra do Amolar recomeçou no fim da tarde da última sexta-feira (25), e se intensificou ao atingir a reserva particular. As equipes de combate chegaram rapidamente à área, mas "apesar dos [primeiros] esforços, estamos mobilizando mais equipes para reforçar a frente de combate", informou a ONG. Segundo Ângelo Rabelo, diretor de relações institucional do Instituto Homem Pantaneiro, a situação é devastadora. "Estamos enfrentando uma situação ainda mais delicada, com vários pontos de calor e fogo em toda a região do Parque Nacional do Pantanal. Na Serra do Amolar, o fogo se propagou por outras direções. O cenário é muito crítico e incontrolável. Não há estrutura e efetivo que controle o que está acontecendo. Quero crer que mesmo com a grande mobilização que está havendo, a situação é bastante críticaEm nota, o governo estadual informou que 35 pessoas já estão participando do enfrentamento às chamas. São bombeiros de Mato Grosso do Sul e do Paraná, brigadistas do ICMBio e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), funcionários do Instituto Homem Pantaneiro e voluntários. Desde ontem (27), eles tentam impedir que o fogo atinja à morraria do Amolar, onde o trabalho se torna mais difícil. A área mais crítica fica entre as baías Mandioré e Taquaral.As condições climáticas dificultam o combate às chamas, pois com as altas temperaturas e a baixa umidade do ar, o fogo se espalha rapidamente pela vegetação seca. Situação que não deve se alterar muito pelos próximos dias, já que uma massa de ar seco deve continuar continuar atuando sobre toda a região centro-oeste do país ao longo desta semana. Segundo a meteorologista Franciane Rodrigues, do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec), não há expectativa de chuvas significativas para o estado pelo menos até o próximo dia 11 - ainda que, entre hoje e amanhã, chuvas isoladas e de fraca intensidade possam ocorrer nas regiões Sudoeste e Sul do estado. Além da baixa umidade relativa do ar, as condições climáticas favorecerão uma nova onda de calor, com as temperaturas podendo atingir 41ºC em algumas localidades. EstiagemAlém das queimadas, a estiagem causou um problema para a região Centro-Oeste: o baixo nível dos cursos d´água que abastecem o Rio Paraguai, que, em diversos pontos, já apresenta um volume de água preocupante.Segundo a Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), em alguns pontos onde há estações de monitoramento, o nível já está abaixo do normal para esta época do ano, impactando a navegação na Hidrovia Paraguai-Paraná, uma das principais vias fluviais da América do Sul, por onde é transportada boa parte da safra de grãos do país.Ainda segundo a ANA, a captação de água para abastecer algumas cidades, como Corumbá (MS), também estão próximas ao considerado nível de risco, exigindo medidas para evitar o desabastecimento.Na semana passada, a ANA e órgãos ligados à gestão dos recursos hídricos, meio ambiente, saneamento e defesa civil de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e federais instalaram a chamada Sala de Crise do Pantanal. O objetivo da iniciativa é identificar e discutir, em conjunto, medidas para enfrentar e minimizar os impactos da seca na região hidrográfica do Rio Paraguai. A primeira reunião do grupo ocorreu no último dia 22 e, segundo a ANA, contou também com a participação de membros de conselhos e associações de usuários, além de parlamentares de Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso. O grupo deve voltar a se reunir no próximo dia 1º.De acordo com a ANA, desde 2010, a região Centro-Oeste tem registrado chuvas abaixo da média. Situação que se agravou na última temporada de chuvas (2019-2020). “O período foi mais desfavorável e chegou a aproximadamente de 70% da média esperada entre outubro de 2019 e o momento atual”, informa a agência, em nota em que aponta a hipótese de o fenômeno climático conhecido como La Niña retardar o início das chuvas na região. Habitualmente, as chuvas começam a ocorrer com maior regularidade entre o fim de setembro e início de outubro.A chamada Região Hidrográfica do Paraguai ocupa 4,3% do território brasileiro (363.446km²), abrangendo parte de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, o que inclui a maior parcela do Pantanal. Na área de abrangência da região hidrográfica vivem cerca de 2,39 milhões de pessoas, sendo 87% delas em área urbana, conforme divulgou a ANA, com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

  • Folhapress

    Eleição em Cuiabá ocorre com prefeito-candidato tornado réu

    CUIABÁ, MT (FOLHAPRESS) - Na mesma semana em que anunciou que disputaria a reeleição, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), se tornou réu na ação penal que apura o recebimento de "mensalinho" por deputados estaduais na gestão do ex-governador Silval Barbosa (2010-2014). Emanuel ficou conhecido nacionalmente pelas imagens em que aparece recebendo maços de dinheiro e colocando no paletó. O vídeo integra a delação premiada do ex-governador, e foi divulgado em agosto de 2017. Nele, Pinheiro, que na época era deputado, e mais nove ex-parlamentares aparecem recebendo mensalinho no valor de R$ 50 mil mesais. Já o prefeito alega que o dinheiro recebido seria o pagamento de um serviço prestado por seu irmão, Marco Polo de Freitas Pinheiro, proprietário de um instituto de pesquisa eleitoral. A Promotoria, porém, diz não haver evidência de dívida, já que não há nenhuma entrega de recibo na hora em que Emanuel recebe os maços de dinheiro. Emanuel Pinheiro disputará a reeleição pela coligação "A mudança merece continuar", com 12 partidos (de todas as cores partidárias, desde PSDB a PC do B), o que lhe garante o maior tempo de rádio e televisão. Ele enfrentará outros sete candidatos. Entre eles, está o ex-prefeito de Cuiabá Roberto França (Patriota). França já avisou que o presidente Jair Bolsonaro será o carro-chefe de sua campanha. Na opinião do ex-prefeito, o presidente é um homem simples e tem sido firme no combate a corrupção no país. Roberto França tem o apoio do governador Mauro Mendes (DEM) e do PSD. Pelo Pros, a ex-superintendente do Procon estadual, Gisela Simona, é a única mulher a disputar a prefeitura de Cuiabá. Ela teve bom desempenho em 2018, quando foi a pessoa mais votada na capital, Cuiabá, para a uma vaga de deputada federal pelo Pros, mas não obteve o total de votos no estado para uma cadeira e hoje é suplente da deputada Rosa Neide (PT). O vereador Abílio Júnior (Pode), de primeiro mandato, é o principal opositor do atual prefeito na Câmara. Ligado à igreja evangélica Assembleia de Deus, deve focar nas redes sociais para ter sucesso no pleito. Julier Sebastião (PT) é ex-juiz federal e disputará sua segunda eleição. Ele aposta na sua história dentro da magistratura e no apoio do ex-presidente Lula para vencer. O advogado Aécio Rodrigues disputará o cargo de prefeito pelo PSL, partido que dirige no estado. Ex-servidor público, terá o apoio do PRTB, partido vice-presidente general Mourão. Paulo Henrique Grando disputará pelo Novo. É formado em administração pela UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) e mora em Cuiabá há 30 anos. Gilberto Lopes Filho foi escolhido pelo Psol para disputar a prefeitura. Servidor público, já foi candidato a senador em 2014 e 2018, sem vencer. O próximo prefeito de Cuiabá terá pela frente desafios comuns em capitais, agravados pela pandemia do coronavírus. Entre elas, a saúde, com alta demenda nos casos de urgência e emergência e relatos de desabastecimento de medicamentos. Deve voltar a ser criticada, na campanha, a qualidade do transporte público, com ônibus lotados. As obras inacabadas do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos), que teve suas obras iniciadas em 2012 para ficar concluído em março de 2014, são um dos retratos dos problemas perenes na cidade -a obra é de responsabilidade do governo estadual, e já consumiu ao menos R$ 1 bilhão dos cofres públicos.

  • Yahoo Notícias

    Pantanal pode levar 50 anos para se recuperar, diz pesquisadora

    O Pantanal pode levar até 50 anos para se regenerar após os incêndios que ainda atingem a região, de acordo com a professora Cátia Nunes da Cunha.

  • Folhapress

    Banhistas e pescadores esportivos convivem com fogo no Pantanal

    PANTANAL, MT (FOLHAPRESS) - Era perto das 9h da manhã quando a família do funcionário público Álvaro Lima chegou ao córrego Mutum, no município de Santo Antônio do Leverger. Na estrada, atravessaram dezenas de quilômetros de áreas queimadas e se desviaram de árvores e até de um poste derrubados pelo fogo. Duas horas depois, as chamas, que já consumiram cerca de 20% do Pantanal, alcançaram a margem oposta. Mas nem a família Lima nem os demais banhistas, cerca de 20 moradores da região, arredaram o pé dali. "Tentamos chegar perto do fogo, mas, quando vimos a extensão, sem material para apagar, ficamos só assistindo daqui", disse Lima, 59, no final da manhã do último 19, um sábado, enquanto alternava mergulhos no riacho e o preparativo do churrasco. De tempos em tempos, uma lufada de vento e o calor em ascensão alimentavam as chamas e geravam apreensão nos banhistas, que ouviam o crepitar da vegetação queimando misturado ao barulho da corredeira. No céu, nenhuma nesga de azul, apenas a cor cinza da fumaça onipresente. Pouco depois do meio-dia, o inevitável aconteceu. Uma faísca atravessou o córrego e caiu em uma palmeira próxima do local de piquenique. Uma palha seca se incendiou, caiu no chão e esparramou o fogo na vegetação seca. Todos se arrumaram e correram para os carros, estacionados ali perto. Alguns foram embora. Outros, incluindo a família Lima, controlaram os nervos, moveram os automóveis algumas dezenas de metros adiante e voltaram para o banho de rio. "Vamos ficar aqui até mais tarde. Viajamos longe, 140 km, com filho, esposa. Vamos aproveitar, é só mudar de lugar", disse Lima, passado o susto, já no início da tarde. Do outro lado do córrego, oito funcionários da vizinha usina hidrelétrica Mantovilis apareceram na mata combatendo o fogo, usando galhos de árvore como abafadores. Alguns banhistas se dispuseram a ajudar. Com garrafas plásticas cortadas ao meio, pegavam água do córrego e jogavam nas chamas. O esforço quixotesco ajudou a controlar o avanço do incêndio. O fogo acalmou, todos banhistas voltaram para o riacho, e os funcionários foram para uma nova frente. Lima diz que sempre há queimadas na região, feitas por fazendeiros e ribeirinhos, mas desta vez foi diferente. "Neste ano, não teve controle nenhum", afirma. "Na estrada, tinha um pântano, você via mais de mil capivaras ali juntas. Filmava, tirava fotos. Hoje, sumiu com a sequidão, a falta de chuva. O pântano não tem água, não tem bicho." Dias antes, na rodovia Transpantaneira, um ônibus com 21 pescadores esportivos de Minas Gerais esperava brigadistas do ICMBio controlarem o fogo em uma das pontes. Com latas de cerveja na mão, eles avaliavam se a precária estrutura de madeira aguentaria o veículo carregado com barcos, tralha de pesca, comida e bebida. Alguns tiraram selfies tentando enquadrar as chamas e os brigadistas. "Não vimos notícia nenhuma [antes de vir]", diz Sérgio Fonseca, sobre o incêndio. Ele apresenta o programa "O Bom da Pesca", em uma TV de Divinópolis (MG). "Estou chocado, chocado. Pensa no que morreu nisso aí." Antes do incêndio, os 150 km da Transpantaneira, entre Poconé e Porto Jofre, eram um passeio turístico em si. A rodovia, cercada de água e verde, funcionava como um safári para ver jacarés, capivaras, veados e tuiuiús. Em meados de setembro, das 108 pontes, 60 cruzavam o chão seco, 31 tinham água e 17 estavam quase secas. Ainda era possível ver animais, mas em situação precária: jacarés em corixos reduzidos, lontras isoladas em pequenas poças ou correndo na estrada. Vários animais foram resgatados com patas queimadas ou exaustos pela sede e pela falta de comida. O incêndio adiou a retomada do turismo no Pantanal mato-grossense, paralisado desde março por causa da epidemia do novo coronavírus. O reinício pode acontecer em breve. Após quase ser atingido pelo fogo, o hotel Sesc Porto Cercado, o maior da região, planeja reabrir em 9 de outubro.

  • O Globo

    Fogo no Pantanal atinge áreas de proteção ambiental na Bolívia

    Até 2040, temperatura na região pode subir 2°C e chuvas terem redução de 15%, diz documento.

  • O Globo

    Fogo no Pantanal atinge fazendas onde desmatamento foi autorizado

    Governo e Justiça do Mato Grosso do Sul atuaram a favor do desmate de vegetação nativa, permitindo abertura de áreas destinadas à plantação de pastagem em propriedades rurais

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