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Mato Grosso do Sul | Notícias do estado e Campo Grande

  • Chippu

    Ms. Marvel encerra suas gravações e terá seis episódios

    Série estreia ainda este ano no Disney+

  • BeInCrypto

    Primeiro caixa eletrônico de criptomoedas chega a Campo Grande – MS

    Agora, os residentes da capital podem comprar ou sacar seus valores de criptomoedas utilizando o caixa eletrônico da Coin Clound. O valor mínimo de transação é de R$ 10 para as compras dos ativos, e de R$ 50 para os saques. Apenas operações com dinheiro em espécie são permitidas. Além de Bitcoin (BTC), a unidade … Continued O artigo Primeiro caixa eletrônico de criptomoedas chega a Campo Grande – MS foi visto pela primeira vez em BeInCrypto.

  • Folhapress

    Junto com ambientalistas, empresários fazem corredor ecológico em MS

    CAMPO GRANDE, MS (FOLHAPRESS) - A partir da compra da fazenda Santa Sofia, de 34 mil hectares, em Aquidauana (MS), no Pantanal, ambientalistas e empresários tentam atrair produtores rurais vizinhos para formar um corredor biológico privado, destinado à conservação e exploração sustentável do bioma. "Não é preservação xiita, que ninguém pode mexer em nada, é aliada à produção consciente", disse um dos idealizadores do projeto, Mário Haberfeld, presidente da Onçafari, organização que trabalha na preservação de biomas, com enfoque em onças-pintadas e lobos-guarás. Haberfeld diz que está em uma espécie de conselho do grupo, que ainda precisa ser oficializado e será denominado 4P (Pantanal, Preservação, Pecuária e Produtividade). O projeto nasceu em agosto de 2020 e se concretizou a partir da compra da Santa Sofia, em outubro, com recursos captados com oito pessoas físicas, cujos nomes não foram revelados. Desses, três doaram as cotas para serem administradas pela Onçafari. Além desses 34 mil hectares, o corredor biológico já conta com adesão de mais 53 mil hectares do Refúgio Caiman, em Miranda (MS), de Roberto Klabin, e 33 mil hectares da Fazendinha, de Teresa Bracher, em Aquidauana. A Santa Sofia seria o modelo do projeto 4P a ser adotado pelos produtores vizinhos. Há cerca de sete meses, de acordo com Haberfeld, o BCG (Boston Consulting Group) ofereceu consultoria gratuita e elaborou relatório em que trata de como a fazenda pode gerar receita, como a exploração do ecoturismo. "Ela precisa ser autossustentável." A ideia é que os produtores vizinhos, integrantes do corredor ecológico, adotem, em suas áreas, ações como turismo, fomento à pesquisa, aluguel de pastagens nativas para pecuária extensiva e venda de créditos de carbono, diversificando culturas além das tradicionais, como criação de gado e produção agrícola. Até agora, a adesão está em avançada discussão outros 15 produtores rurais. No total, somam cerca de 327 mil hectares. Nem todos estão conectados, mas a intenção é fechar o corredor, formando a unidade de conservação. O desafio é chegar à meta de 600 mil hectares em 2021. Enquanto essas negociações estão em andamento, a Santa Sofia começou a ser preparada. Em 2019, ao menos 50% da área foi atingida pelos incêndios. A maior parte da vegetação se recompôs, mas foi preciso reconstruir ou reformar pontes afetadas pelo fogo. Os funcionários da Santa Sofia vão passar por treinamento para integrar brigada rural de combate a incêndios florestais. Este projeto está sendo desenvolvido pelo Instituto SOS Pantanal e parceiros e inclui, ainda, outras propriedades rurais em Aquidauana e nos municípios de Miranda, Corumbá e Ladário. Um dos fundadores do SOS Pantanal, o empresário Roberto Klabin é proprietário do Refúgio Caiman. Para ele, a formação do corredor irá possibilitar ao produtor rural diversidade econômica e fortalecer o ideal de preservação. "Na minha visão, tem que dar segundo passo, olhar o Pantanal e a vocação dele de turismo de fauna selvagem; é preciso repensar maneiras de conservar o Pantanal, mostrar que essas propriedades podem desenvolver projetos multifunção", afirma. O local, de 53 mil hectares, reúne pecuária extensiva de corte, ecoturismo e a pesquisa --em parceria com a Onçafari e com o Instituto Arara Azul. A fazenda também sentiu os impactos dos incêndios, mas em 2019. Em setembro, em apenas 15 dias, o fogo devastou 61% do refúgio. Em três meses, lembra Klabin, a vegetação se regenerou. Se for considerada a soma com a área do Parque Estadual do Pantanal do Rio Negro, com 78,3 mil hectares, o corredor biológico, entre iniciativa pública e privada, já chegaria a 405,3 mil hectares. Porém, a mesma iniciativa no sistema público anda a passos lentos. Em dezembro de 2020, o governo estadual assinou contrato com o BNDES para iniciar estudos de viabilidade da concessão de cinco unidades de conservação, entre elas o Monumento Gruta do Lago Azul, em Bonito. O Parque Estadual do Pantanal Rio Negro, conectado ao corredor privado de conservação, também está em estudo para concessão, porém via Ministério do Turismo. A análise levará em conta, entre outras informações, a capacidade de visitação e quais os atrativos podem ser oferecidos. À reportagem o governo federal informou que o estudo está sendo feito em parceria com Ministério do Meio Ambiente e ICMBio. O próximo passo, antes da contratação dos estudos de viabilidade, é a qualificação do ativo no PPI. Se essa concessão fosse liberada hoje, seria possível apenas em 14% dos 78,3 mil hectares do parque. Essa é a área regularizada, ou seja, aquela que já pertence oficialmente ao parque, depois da desapropriação e indenização dos produtores rurais. O secretário-adjunto da Semagro (Secretaria Estadual de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Produção e Agricultura Familiar de MS), Ricardo Senna, admite que esse é um processo moroso, por ser comum que a área tenha diversos proprietários ou seja parte de inventário. Senna diz que essa burocracia não impede o avanço do estudo e concretização da concessão, mesmo que em área menor. "A empresa só vai poder fazer os atrativos --trilhas, observação de pássaros, o que seja-- dentro da área regularizada, à medida que vai regularizando, vai avançando", explica. A situação, segundo ele, é semelhante a outros parques pelo país. O secretário-adjunto acredita que a iniciativa do grupo de empresários irá somar ao projeto público. "Aumentar esse corredor é importante para a conservação e manutenção da biodiversidade."

  • Chippu

    Ms. Marvel | Iman Vellani aparece vestida de heroína em novas fotos do set

    Série da personagem será lançada no Disney+

  • Extra

    Mulher não aceita usar máscara corretamente dentro de ônibus em Mato Grosso do Sul e discute: 'Não vou botar'

    Passageiros de um coletivo em Campo Grande (MS) tiveram sua viagem atrasada nesta quarta-feira, dia...

  • O Globo

    Pegadas fósseis de dinossauros são encontradas em Mato Grosso do Sul

    Descoberta foi feita a partir da análise de rochas que já foram a margem de um imenso ambiente desértico, onde hoje é o município de Nioaque

  • O Globo

    Festa com 500 pessoas em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, é interrompida pela prefeitura

    Responsável pelo evento foi multado por violação de medida sanitária

  • Folhapress

    Campo Grande é a capital com UTI na situação mais crítica do país

    CAMPO GRANDE, MS (FOLHAPRESS) - Quando a promotora de eventos Diva Elena Duarte, 52, se vacinou contra a Covid-19, no fim de março comemorou por ela e pelo filho autista, Felipe Silvino, 24, que também havia sido imunizado. Mas, poucos dias depois, apresentou sintomas e teve diagnóstico confirmado no dia 7 de abril. No dia 14, foi internada no Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HR-MS). Diva é uma das intubadas na instituição que é referência no tratamento da doença em Mato Grosso do Sul. Atualmente, Campo Grande é a capital com a situação mais crítica do país: na última segunda (19), a ocupação de leitos atingiu o patamar de 104%, com 37 pessoas aguardando leitos. "Estamos quase 100% todos os dias, existem poucos lugares com vagas", disse o secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende. UTI para a Covid-19 da Santa Casa de Campo Grande Santa Casa de Campo Grande/Divulgação profissional de saúde com avental azul perto de uma das duas UTIs, com pacientes acamados **** Antes de ser internada, Diva ainda aguardou dois dias por vaga no hospital. A preocupação era por conta da diabetes, da pressão alta e do tratamento de câncer de pele, que a colocavam em grupo de risco. No HR, teve piora no estado de saúde, foi intubada e transferida para UTI. Como ela não tem parentes próximos na cidade, cerca de 20 amigos criaram um grupo no WhatsApp pelo qual acompanham seu estado de saúde, além de colaborar com fraldas e outras necessidades. "Ela é muito querida", disse a amiga Janiely Santos de Souza. O presidente do Sindicato dos Médicos de MS (Sinmed-MS), Marcelo Santana, aponta outro fator para a saturação dos leitos de UTI. Atualmente, há casos graves de pessoas com idade de 29 a 49 anos, que passam mais tempo internados. "Teve redução de entrada na enfermaria, mas aumentou tempo de UTI; não deu tempo de perceber melhora no cenário principal, tanto no público quanto no privado." Na macrorregião de Campo Grande, que recebe paciente de outros 33 municípios do interior, a taxa global é de 101%, excedente que inclui leitos habilitados pelo Ministério da Saúde e os mantidos pelos governos estadual e municipal. Resende diz que Campo Grande já está com capacidade saturada. "Não tem como ampliar, não há mais limite, não há espaço, nem equipe", afirmou. A alternativa, explicou o secretário, é tentar reforçar atendimento nos municípios que fazem parte da macrorregião e, assim, evitar que esses pacientes mais graves tenham que ser transportados para a capital. Como exemplo, cita o processo de abertura de oito leitos de UTI em Ribas do Rio Pardo, a 100 quilômetros de Campo Grande. O secretário diz ter havido decréscimo no número de pacientes com SRAG/Covid (Síndrome Respiratória Aguda Grave, entre casos confirmados e suspeitos) na fila de espera por leitos em hospitais. No boletim divulgado nesta quinta, 80 pacientes em Mato Grosso do Sul aguardavam vagas nas instituições, 38 deles em Campo Grande. Há duas semanas, este total era de 160. Essa queda pode ser efeito da última medida mais abrangente, em que a prefeitura antecipou feriados, promovendo fechamento de 22 a 28 de março. Porém, segundo o secretário, o resultado ainda está longe do ideal. A falta de adesão da população às medidas restritivas é apontada com um dos principais fatores da manutenção dos índices de infecção e óbitos. "Em Campo Grande as medidas deram freada no crescimento, mas ainda está muito alto." A cidade acumula 92.556 casos da doença, o que representa 223 a mais nas últimas 24 horas. Já são 2.304 mortes no total. "Não adianta decreto se as pessoas não colaborarem, nosso povo é difícil, falta empatia, falta amor à sua própria vida e à do próximo", criticou. Na capital do estado, está em vigência até 10 de maio o toque de recolher das 22h às 5h, decreto que vem sendo prorrogado desde o ano passado, com alterações no horário inicial de fechamento, dependendo da flutuação de casos. No início da pandemia, em março de 2020, prefeito Marquinhos Trad (PSD) chegou a adotar medidas mais rígidas, como o fechamento da rodoviária, de igrejas e de academias de ginástica; a restrição na circulação de passageiros do transporte coletivo, sendo permitido apenas a trabalhadores da saúde; e a venda de bebidas alcoólicas por delivery. As medidas foram criticadas, principalmente por donos de bares e restaurantes, diretamente atingidos pelo toque de recolher. De lá para cá, os decretos foram sendo flexibilizados e, hoje, está permitido o funcionamento das atividades fora do horário do toque de recolher, mas com capacidade reduzida e distanciamento entre clientes. Trad disse que a pressão externa não influenciou no afrouxamento das medidas e que os pacientes não deixaram de ser atendidos. Sobre o índice de ocupação, o prefeito disse que os 106% citados pela Folha levam em conta apenas leitos habilitados pelo Ministério da Saúde. Quando a conta inclui os leitos mantidos pela prefeitura e pelo governo do estado, o percentual seria de 95%, segundo ele.

  • Yahoo Notícias

    Homem tenta furar fila da vacina e atropela idoso em Campo Grande

    Um motorista atropelou um idoso ao tentar furar a fila da vacinação contra o coronavírus em um posto drive-thru em Campo Grande.

  • Agência Brasil

    Aneel prorroga tarifas de energia de distribuidoras em MT, MS e SP

    A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu prorrogar as tarifas de energia atuais de três concessionárias: Energisa Mato Grosso, Energisa Mato Grosso do Sul e CPFL Paulista. Com isso, não será aplicado o reajuste anual previsto para este ano e continuarão valendo as tarifas definidas em 2020. A medida atende a 7,1 milhões de unidades consumidoras nos estados de Mato Grosso (1,5 milhão), Mato Grosso do Sul (1 milhão) e São Paulo (4,6 milhões). De acordo com a Aneel, a medida foi tomada levando em conta os efeitos negativos da pandemia do novo coronavírus na sociedade. Entre os efeitos, a agência destacou a ameaça à sustentabilidade econômico-financeira do setor elétrico, que resultou em forte pressão sobre as tarifas de energia. “Por essa razão, a Aneel tem estudado intensamente alternativas para combater o efeito da pandemia nas tarifas pagas pelos consumidores de energia elétrica”, disse a agência. Ouça na Radioagência Nacional Ouça essa e outras matérias na Radioagência Nacional A Aneel também destacou medidas adotadas para preservar a sustentabilidade do setor. Entre elas, o aporte R$ 900 milhões do Tesouro Nacional para socorrer consumidores atendidos pela tarifa social e a captação de R$ 15 bilhões em recursos privados para “prover liquidez às concessionárias do setor”, a chamada conta-covid. A agência disse ainda que estuda medidas adicionais, a exemplo do reperfilamento de montantes a serem pagos pelas distribuidoras às transmissoras, a título de indenização da Rede Básica de Sistemas Existentes (RBSE); utilização de créditos de PIS/Pasep e da Cofins e consequente devolução de créditos tributários aos consumidores, em decorrência da retirada do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) da base de cálculo daquelas contribuições das faturas de energia elétrica; incorporação imediata de receitas não destinadas à modicidade tarifária (migração de consumidores, encerramento contratual antecipado, ultrapassagem de demanda, excedente de reativos), entre outras. “A complexidade dessas soluções estudadas exige tempo adicional para viabilização e operacionalização. Por essa razão, as tarifas de 2020 das três concessionárias foram prorrogadas até que as medidas possam ser aplicadas nos processos de reajuste tarifário dessas distribuidoras”, disse a Aneel.