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Mato Grosso do Sul | Notícias do estado e Campo Grande

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    Apresentador do 'Balanço Geral MS' faz campanha para Mariano em 'A Fazenda'

    O público ficou chocado e acusou a emissora de manipulação

  • Agência Brasil

    Câmara ouve MS sobre testes de covid-19 com vencimento em dezembro

    O secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (MS), Arnaldo Correia Medeiros, disse hoje (24) que a pasta vai pedir a ampliação do prazo de validade dos kits de teste de covid-19 do tipo RT-PCR. Os testes foram adquiridos em abril, em uma parceria do ministério com a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), em caráter emergencial. Em audiência da comissão da Câmara dos Deputados que acompanha as ações do governo federal no enfrentamento à pandemia de covid-19, Medeiros disse que recebeu um estudo da Opas sobre a ampliação do prazo de validade dos testes de covid-19. No último domingo (22), uma reportagem do jornal O Estado de S. Paulo disse que o Ministério da Saúde em estoque de cerca de 6,8 milhões de testes que perdem a validade nos meses de dezembro e janeiro. Segundo a reportagem, a validade do restante do estoque vai até março. Os testes estão estocados em um armazém em Guarulhos, município da região metropolitana de São Paulo. O prazo de validade dos testes é de oito meses, mas, de acordo com o secretário, estudos de estabilidade indicam que pode ser estendido em até 12 meses. Medeiros informou que o pedido de prorrogação da data de validade será encaminhado à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para análise. “Como recebemos esse estudo hoje pela manhã, vamos entrar em contato com a empresa e a Anvisa, para que possamos entender como é o processo que precisa ser feito para a extensão da validade”, disse Medeiros. Na audiência, a diretora da Anvisa, Cristiane Jourdan Gomes, que supervisiona a área responsável pela análise da possibilidade de extensão da validade, disse que a agência ainda não recebeu nenhuma solicitação do ministério. Segundo Cristiane, a data de validade dos exames foi determinada pelo fabricante, sem a participação da Anvisa. “Até o momento, não recebemos a solicitação do Ministério da Saúde para tal avaliação. Tão logo chegue à Anvisa, ela será encaminhada com a máxima urgência para o grupo técnico competente, que avaliará a possibilidade de extensão do prazo dos testes de covid-19.” De acordo com a diretora da Anvisa, os estudos de estabilidade são determinantes no estabelecimento do prazo de validade e acondicionamento de um produto. Esses estudos estabelecem por quanto tempo os produtos serão seguros e eficazes e definem a qualidade para o uso. “A perda da estabilidade está diretamente relacionada à perda de qualidade, de eficácia e de eficiência, comprometendo a sensibilidade e especificidade do teste diagnóstico. Ou seja, pode ocasionar resultados falso positivos ou falso negativos, o que compromete sobremaneira as estratégias terapêuticas da política pública da covid-19.” Arnaldo Medeiros informou, durante a audiência, que o ministério comprou 23.546.576 testes, dos quais 15.895.160 foram entregues. Os 7.651.416 restantes foram comprados da Fiocruz/Biomanguinhos. No entanto, como há testes estocados, o Ministério da Saúde solicitou que a produção fosse suspensa, acrescentou. O secretário disse ainda que, dos testes recebidos, 8.817.356 foram distribuídos aos laboratórios nos estados e municípios e que 7.299.482 exames tinham sido feitos no país até 21 de novembro. Coleta O RT-PCR é considerado um dos testes mais eficazes para diagnosticar a covid-19. A coleta é feita por meio de um swab (espécie de cotonete aplicado na região nasal do paciente) e o material obtido é armazenado em um tubo. Posteriormente, o material é processado para a extração genética. Na última etapa, reagentes indicam se o resultado do teste do  paciente é positivo, ou não. Além dos problemas com os testes, faltam componentes para realizar a coleta de material. Até o momento, o ministério informou que distribuiu 5.518.700 de kits swabs e 4.663.230 de tubos. Entretanto, o consultor técnico do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Leonardo Vilela, afirmou durante a audiência que estados e municípios têm atualmente apenas 600 mil kits de coleta. Segundo Vilela, o ministério repassou alguns insumos no decorrer do primeiro semestre, mas a maior parte foi para amplificação, que é a terceira e última fase do teste. Ele disse que os estados enfrentaram um problema com a falta de tubos e de swabs e também dos insumos de extração do material genético para que fosse feita a amplificação. “Das três fases, nós tínhamos insumo para a última. A fase de coleta e de extração do material genético estava deficitária. Aí, os estados não conseguiam comprar esses insumos no mercado interno, nem no mercado internacional e dependiam do fornecimento por parte do ministério”, relatou. De acordo com Vilela, o Conass está preocupado com a tendência de aumento dos casos de covid-19 observada nos últimos dias no Brasil e em vários outros países. Isso resultaria em aumento na demanda de testes e também em uma nova escassez dos insumos no mercado internacional. “O que nos preocupa também é que o contrato firmado pelo ministério, que permitiu o fornecimento de insumos e de equipamentos para agilizar a primeira fase do procedimento, exatamente a extração do material genético, foi cancelado. Nós próximos meses, poderemos ter uma demanda aumentada para os testes e não teremos como atender essa demanda, uma vez que o contrato foi cancelados”, disse. Segundo o diretor do Departamento de Logística em Saúde do Ministério da Saúde, Roberto Ferreira Dias, o contato foi cancelado por sugestão da área técnica da pasta devido a inconsistências. Ele disse que o ministério deve realizar em breve um novo procedimento para a compra dos kits. “Já temos a estimativa de novo processo e esperamos que em 10 dias seja publicado o pregão para a compra de 8 milhões de kits de extração.” O presidente da comissão, Deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), manifestou preocupação com o pouco tempo para resolver os problemas com os testes e os kits, mesmo com a possível ampliação da validade. “Só teremos, do ponto de vista prático, cinco meses para distribuirmos esses 7 milhões de kits e nós ainda não temos os extratores. Além disso, na chegada dos extratores, o prazo será de três meses. Sugiro uma negociação com a Opas para a troca de metade desses kits”, afirmou.

  • Folhapress

    Mulher se apresenta à polícia e diz que matou chargista que estava desaparecido em MS

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Uma mulher, que teria uma relação amorosa com o chargista Marco Antônio Rosa Borges, 54, se apresentou à polícia nesta terça-feira (24), em São Gabriel do Oeste, região norte de Mato Grosso do Sul, e confessou que o matou. Ele estava desaparecido desde o último sábado, quando foi visto no bairro onde morava, em Campo Grande. A massagista Clarice Silvestre, 44, detalhou que teria matado a vítima com golpes de faca. Em seguida, teria esquartejado o corpo, guardado em malas e ateado fogo. Ela está presa temporariamente. Marco Antonio era chargista e desenhista profissional com longa carreira na imprensa sul-mato-grossense. Desde 2006, atuava como colaborador no jornal O Estado. A Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios (DEH) foi acionada após a indicação do local do crime. A equipe encontrou malas com partes de um cadáver, no terreno de uma casa desabitada, na região sul da capital. Tudo indica que é o corpo do chargista, mas só a identificação necropapiloscópica --ou seja, das digitais do cadáver-- ou de DNA deve confirmar a identidade. No depoimento prestado aos policiais militares de São Gabriel do Oeste, Clarice disse que cometeu o assassinato após ter sido agredida por Marco Antônio com bofetadas no rosto durante uma briga. Ela então teria empurrado o chargista, que estava próximo a uma escada e desmaiou ao bater a cabeça. Na sequência, ela teria esfaqueado Marco Antônio, saído do local e ido até um bar. Ao retornar, a mulher conta que o esquartejou e colocou as partes em três malas. Também disse que teve ajuda de um conhecido para se livrar do corpo. A suspeita informou que o homem que a ajudou não sabia sobre o homicídio e apenas transportou os volumes até o terreno. Algumas horas depois, Clarice teria retornado sozinha e ateado fogo no local. Segundo o delegado responsável pelo caso, Carlos Delano, a mulher era considerada uma das suspeitas e já haviaum pedido de prisão temporária protocolado contra ela na segunda-feira (23). O chargista e a massagista, segundo os PMs contaram ao delegado, tinham um caso amoroso, e ela estava descontente porque ele se negava a assumir publicamente a relação. Clarice será interrogada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (25). O jornal O Estado, de Mato Grosso do Sul, disse lamentar profundamente a morte do colaborador. "Marcos era chargista do jornal desde outubro de 2006 e, ao longo destes anos, ilustrou as edições com seu traço único, carregado de humor, ironia ou tristeza, como a que estamos sentindo neste momento", diz trecho. "Foram 14 anos ininterruptos com informações em forma de charge, publicada sempre na página de Opinião do jornal. Aos familiares do Marcos, desejamos forças e muito amor para atravessar esta hora tão dolorida. Nossa Redação, hoje, perde um combatente, mas o legado do Marcos Borges continua em nossas páginas e na lembrança dos nossos leitores."

  • Folhapress

    Mulher algemada é agredida por policial em batalhão em Mato Grosso do Sul

    SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A direção regional da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Mato Grosso do Sul pediu, por meio de nota, o afastamento do policial militar acusado de agredir uma mulher algemada em um batalhão da PM em Bonito, um dos principais destinos turísticos do estado, a 296 km da capital Campo Grande. O caso de violência policial aconteceu no dia 26 de setembro, mas as imagens da agressão só foram divulgadas no último final de semana e viralizaram nas redes sociais. A vítima, uma mulher de 44 anos que não quer ser identificada, estava na cidade com os três filhos e teria se envolvido em confusão em um restaurante após reclamar da demora para receber uma refeição para a filha de três anos, uma criança que tem transtorno do espectro do autismo. Ela declarou à imprensa local que, além da demora de mais de uma hora, a criança foi ofendida no restaurante. De acordo com o relato da vítima, logo após voltar para a pousada onde estava hospedada ela foi abordada por policiais, algemada e levada para o batalhão, onde as câmeras de segurança registraram a agressão. As imagens mostram o homem dando socos, tapas e chutes na mulher. Outros policiais também aparecem na cena e ele só para ao ser contido por uma policial que aparece na parte final das agressões. O agressor é o segundo tenente André Luiz Leonel Andréa, comandante da Polícia Militar em Bodoquena, cidade localizada próxima a Bonito. As imagens foram consideradas estarrecedores pela OAB, principalmente porque a violência foi praticada por um policial que tem o dever de cuidar da segurança das pessoas, "inclusive as custodiadas, como era o caso da mulher algemada dentro de um órgão público". Para a OAB, o episódio precisa ser apurado e o policial deve ser afastado das funções. "Reforçamos a nossa confiança nas instituições de Estado, acreditando que esse tipo de conduta cometida, sempre por uma minoria despreparada, certamente não representa a grandeza da instituição Polícia Militar de Mato Grosso do Sul", diz a nota. A Polícia Militar de Mato Grosso do Sul informou, também por meio de nota, que a mulher foi detida por suspeita de cometer os crimes de desacato, danos ao patrimônio, ameaça e resistência à prisão. De acordo com a versão da polícia, uma equipe foi ao restaurante onde aconteceu a confusão após a mulher ter feitos ameaças no local, além de quebrar garrafas. Ainda segundo a polícia, ela precisou ser algemada durante a confecção do boletim de ocorrências porque "teria se exaltado contra os policiais" e por estar embriagada. O coronoel Emerson de Almeida Vicente, comandante do CPA-3 (Comando de Policiamento de Área-3), determinou a abertura de um inquérito policial militar para investigar o ocorrido. O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL) afirmou que a agressão é um retrato do despreparo e dos abusos de autoridade. "A justiça não pode nunca passar por agressão. A polícia deveria proteger, não atacar a população", disse.

  • Canaltech

    Ms. Marvel | Fotos dos bastidores revelam parte do traje da super-heroína

    Série do Disney+ está sendo gravada em Atlanta, onde foram tiradas as fotos que mostram Kamala Khan andando de bicicleta, com máscara e, em uma delas, usando o traje da Ms. Marvel. A foto divulgada é apenas um vislumbre, mas já dá uma ideia do que está por vir

  • Extra

    PM agride mulher algemada com socos e chutes em quartel em Bonito, no MS

    Uma mulher foi empurrada e agredida com socos e chutes, enquanto estava algemada, por um policial...

  • Reuters

    Tanque da Biosev com 5 mi litros de etanol pega fogo em MS e para atividades

    SÃO PAULO (Reuters) - Incêndio em um dos tanques de etanol da usina da Biosev em Rio Brilhante (MS) paralisou as atividades na unidade nesta terça-feira, informou a companhia.O fogo no tanque, que armazenava 5 milhões de litros, foi controlado, disse a Biosev, acrescentando em nota que as causas e consequências do incêndio ainda estão sendo apuradas, "inclusive com relação a eventuais vítimas".

  • Folhapress

    Marquinhos Trad é reeleito prefeito de Campo Grande

    CURITIBA, PR (FOLHAPRESS) - O prefeito Marquinhos Trad (PSD), 56, foi escolhido pelos eleitores de Campo Grande para governar a capital de Mato Grosso do Sul por mais quatro anos. Ele venceu o pleito ainda no primeiro turno, com 52,58% dos votos válidos. Na sequência, aparece o procurador licenciado Sérgio Harfouche (Avante), 57, escolhido por 11,58% dos eleitores. Os votos, no entanto, estão em aberto, já que a candidatura dele foi contestada por opositores, com a alegação de que ele deveria ter abdicado totalmente, e não apenas se licenciado do cargo. Na última quinta-feira (12), o Tribunal Regional Eleitoral indeferiu o nome de Harfouche, que afirmou, de outro lado, que iria recorrer da decisão. Em terceiro e quarto lugar ficaram o deputado estadual Pedro Kemp (PT), 58, e o vereador Vinicius Siqueira (PSL), 44, com 8,32% e 8,20%, respectivamente. O PSL viveu uma briga interna pela candidatura, já que o deputado federal Loester Trutis, 32, também registrou o nome na disputa, mas teve o pedido indeferido pela Justiça Eleitoral. Campo Grande teve mais 11 candidatos nas eleições majoritárias de 2020. O estudante de ciências sociais Thiago Assad (PCO), 35, porém, teve o pedido de registro de candidatura indeferido pela Justiça Eleitoral e aguardava julgamento de recurso. Também concorreram nestas eleições a delegada aposentada Sidnéia Tobias (PODE), 55, o diretor-presidente da Santa Casa de Campo Grande, Esacheu Nascimento (PP), 67, o deputado estadual Marcio Fernandes (MDB), 44, a psicóloga Cris Duarte (PSOL), 46, o deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT), 65, o deputado estadual João Henrique (PL), 32, o ex-vereador Marcelo Bluma (PV), 58, o engenheiro civil e ex-secretário estadual Marcelo Miglioli (Solidariedade), 49, o empresário Guto Scarpanti (Novo), 39, e o ex-secretário municipal Paulo Matos (PSC), 55. Com a reeleição, a família Trad, com tradição política no estado, se mantém no poder em Campo Grande. O patriarca, Nelson Trad, foi vice-prefeito na década de 1960 e deputado estadual e federal entre os anos de 1983 a 2011. Os irmãos de Marquinhos também seguiram carreira política. Nelsinho Trad foi prefeito por dois mandatos e atualmente é senador. Fábio Trad é deputado federal. O primo é Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde de Jair Bolsonaro. O prefeito também ganhou o apoio do governador, Reinaldo Azambuja (PSDB). Em 2016, os tucanos perderam a eleição municipal para Trad. Agora, abriram mão de candidato próprio e do cargo de vice, ficando apenas com a chapa proporcional. A campanha ficou marcada por ataques dos adversários ao prefeito. Em vantagem nas pesquisas eleitorais, Trad não compareceu aos poucos debates promovidos na cidade, entre eles um único em TV aberta, a pouco mais de uma semana da eleição. De outro lado, a candidatura de Harfouche enfrentou uma batalha judicial e seu nome acabou indeferido pelo Tribunal Eleitoral de Mato Grosso do Sul. Até a eleição, no entanto, ele insistiu aos eleitores que poderia ser votado, pois, segundo ele, não teriam a escolha anulada. É a segunda vez que Marcos Trad vai administrar Campo Grande. Advogado, ele começou a carreira política como vereador, eleito em 2004. Antes disso, foi secretário municipal de Assuntos Fundiários. Também foi deputado estadual por três mandatos, entre 2007 e 2016, quando se elegeu para comandar a prefeitura da capital.

  • Folhapress

    Apuração dos votos para a Prefeitura de Campo Grande

    100,00% das seções totalizadas MARQUINHOS TRAD PSD – 55 52,58% 218.418 votos Eleito PROMOTOR HARFOUCHE AVANTE – 70 11,58% • 48.094 Não Eleito Anulado Sub Judice PEDRO KEMP PT – 13 8,32% • 34.546 Não Eleito VINICIUS SIQUEIRA PSL – 17 8,20% • 34.066 Não Eleito DELEGADA SIDNÉIA TOBIAS PODE – 19 4,60% • 19.103 Não Eleito MARCIO FERNANDES MDB – 15 3,01% • 12.522 Não Eleito ESACHEU NASCIMENTO PP – 11 2,45% • 10.170 Não Eleito JOÃO HENRIQUE PL – 22 2,44% • 10.123 Não Eleito MARCELO MIGLIOLI SOLIDARIEDADE – 77 1,90% • 7.899 Não Eleito DAGOBERTO PDT – 12 1,57% • 6.507 Não Eleito GUTO SCARPANTI NOVO – 30 1,16% • 4.811 Não Eleito CRIS DUARTE PSOL – 50 1,11% • 4.621 Não Eleito

  • Yahoo Notícias

    Eleições 2020: Campo Grande reelege Marquinhos Trad em primeiro turno

    Ele teve 218 mil votos e foi declarado vencedor pelo TRE-MS

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